MITOS ISLÂMICOS

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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Escritor francês ‘põe’ o Islão no poder

O mais recente livro de Michel Houellebecq, saído agora em França, imagina a chegada ao poder de um partido fictício, a Fraternidade Muçulmana, que congrega os seguidores do Islão em França, depois de umas eleições disputadas contra a Frente Nacional, de extrema-direita.

Narrada pela voz de um professor universitário de 44 anos, a história chama-se Submission (Submissão) e situa-se em 2022, ano em que, depois de concluído um segundo mandato de François Hollande, os muçulmanos posicionam-se num lugar nas sondagens que lhes permite disputar o poder contra os partidos tradicionais.

Segundo a revista Les Inrockuptibles, o título remete, justamente, para a submissão dos crentes a Alá e, ao mesmo tempo, para a conversão dos não-crentes.  

Tão aclamado quanto odiado em França, o escritor ganhou  o Goncourt, o prémio literário máximo em terras gaulesas, em 2010, por O Mapa e o Território, já editado em português. Polémico, foi acusado, noutras obras, de incitamento ao ódio racial e religioso e de basear partes consideráveis dos seus escritos em fontes como a Wikipedia. 

Mas está traduzido em várias línguas, tendo motivado adaptações das suas obras ao cinema, e até participou num disco de rock, em parceria com Iggy Pop.

- http://sol.pt/noticia/120640


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sábado, 10 de janeiro de 2015

O ataque terrorista de Paris está de acordo com os ensinamentos de Maomé?

Sempre que ocorre um ataque terrorista levado a cabo por muçulmanos, as vozes de costume levantam-se para 1) desculpar a violência islâmica, 2) usar de relativismo moral, afirmando que os "Cristãos são tão violentos", e 3) afirmar que "a  maioria dos muçulmanos está chocada" com mais um acto jihadista.

Embora a última destas três linhas de argumentação possa estar correcta, ela é irrelevante, e as duas primeiras são claramente falácias lógicas (ou deturpações da realidade). Para se ver isso, basta olhar de forma mais atenta para a forma como o fundador da religião política com o nome de islão (Maomé) agiu quando foi alvo de críticas.

O ASSASSINATO DE ASMA BINT MARWAN

Quando Maomé fugiu de Meca para Medina com o seu grupo de seguidores, ele rapidamente descobriu que a comunidade local não seria mais mais susceptível de acreditar nas suas "revelações" que os habitantes de Meca. Várias pessoas levantaram os seus dedos acusadores ao auto-denominado "profeta de Alá", mostrando descontentamento claro pela forma ele agia no seu novo lar.

Uma das vozes que se levantou contra Maomé foi uma mulher, mãe de cinco crianças, com o nome de Asma bint Marwan. O livro de Ibn Sa`d com o nome de "Kitab al-Tabaqat al-Kabir", traduzido por S. Moinul Haq, (volume 2, páginas 30-31), diz:

Asma' era a esposa de Yazid Ibn Zayd Ibn Hisn al-Khatmi. Ela tinha o costume de falar mal do islão, ofender o profeta e instigar as pessoas contra ele. Ela compôs alguns versos [atacando Maomé].  
Umayr Ibn Adi veio até ela durante a noite, e entrou na sua casa. Os seus filhos encontravam-se a dormir em seu redor e  havia um que se encontrava a mamar no seu peito. "Umayr, que era cego, foi tacteando com a mão, e separou a criança da sua mãe. Depois disto ele inseriu a sua espada no peito dela até que a mesma saiu pelas costas. 
Depois disto ele fez as rezas da manhã com o profeta em Medina. "O apóstolo de Alá [Maomé] disse-lhe: "Mataste a filha de Marwan?" Ele disse: "Sim. Há mais alguma coisa que queres que eu faça?" Ele [Maomé] disse: "Não. Nem duas cabras se irão importar com ela."  
Estas foram as primeiras palavras que foram ouvidas por parte do apóstolo de Alá. Depois disto, Maomé deu a `Umayr a alcunha de 'o visionário'.
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Note-se que Asma bint Marwan não era uma ameaça física para Maomé nem para os maometanos, mas sim uma mulher que colocava em causa a credibilidade do islão. Sem querer defender os actos de Charlie Hebdo (que  criou imensas imagens ofensivas para os Cristãos), as suas imagens tinham como propósito ridicularizar e afectar a credibilidade do islão e do seu "profeta" - exactamente o que Asma bint Marwan fazia com os seus versos.

Isto leva-nos a concluir que os maometanos que levaram a cabo o ataque contra a revista, não "perverteram" o islão, e nem "deturparam os ensinamentos pacíficos" de Maomé, mas agiram em total conformidade com o exemplo do fundador (sunnah). 

Quem alega que os jihadistas "distorceram" o islão, tem que explicar de que forma é que eles "distorceram", visto que o que eles fizeram está em total acordo com a jurisprudência islâmica.

A ler: 
"O terrorismo dos grupos islâmicos está acordo com o exemplo de Maomé?" - http://goo.gl/jW1qN3 

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Homem que atacou polícias era um francês convertido ao islão

O homem que sábado foi morto pela polícia francesa, depois de agredir vários agente com uma faca, era um francês convertido ao islão. Na sua conta de Facebook exibia uma bandeira do Estado Islâmico.

Bertrand Nzohabonayo, de 20 anos, nasceu no Burundi, mas era um cidadão francês que, recentemente, se converteu ao islão, passando a chamar-se Bilal.

O jovem entrou na esquadra de polícia de Joué-lès-Tours, no oeste de França, no sábado, e feriu no rosto um dos polícias que estavam à entrada e depois mais dois, até ser abatido pelos agentes.

«[Bertrand Nzohabonayo] gritou `Alá é grande desde que entrou até ser morto´», disseram as fontes consultadas pela agência France Presse, que afirmaram que o inquérito à investigação passou para as mãos do departamento antiterrorista da Procuradoria francesa.

Atualmente, mais de 1200 franceses ou pessoas que moram em França estão associados a redes jihadistas ligadas à Síria ou ao Iraque, número que duplicou desde o início do ano. 

- Fonte

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Franco-portuguesa convertida ao Islão denuncia "islamofobia" em França

"Shérine" é o nome de conversão de Cristina Gomes, filha de pais portugueses e nascida em França há quase 27 anos. Shérine usa o niqab, o véu que deixa apenas visíveis os olhos, e abraçou o Islão há dois anos, tal como mais dois irmãos.

"Os meus pais aceitaram porque o meu irmão tinha aberto o caminho. Mas, é verdade que, ao princípio, o meu pai ficou desiludido porque dizia que não serviu de nada ter-nos educado com a fé cristã porque a acabámos por trocar. Só que não era a nossa escolha, submetemo-nos simplesmente à religião que eles nos deram", conta.

Aos 15 anos, Cristina tinha pensado em ser freira, passou mesmo algum tempo num convento e usou a touca de freira, "como hoje usa o niqab", precisa. Leu "a Bíblia, os Evangelhos, o primeiro e o segundo testamento", mas tinha muitas dúvidas que se acumularam quando foi vítima de violência doméstica durante o primeiro casamento, tendo deixado de acreditar em Deus.

"Quando comecei a interessar-me pelo Islão, voltei a acreditar em Deus". E foi como muçulmana que voltou a casar, garantindo que não foi o segundo marido que a influenciou porque se convertera um ano antes de voltar a dar o nó.

A jovem, residente na periferia de Paris, é taxativa quando afirma que "há imensa islamofobia em França", garantindo que "não se sente em segurança", por exemplo, quando vê a circular mensagens nas redes sociais para "espancar as mulheres que usem véu".

A culpa, diz, é dos meios de comunicação social que "exageram", levando a que os franceses ponham "toda a gente no mesmo saco".

"Não se deve misturar o que se passa com muçulmanos em outros países com o que se passa em França. Se todos os muçulmanos fossem como os 'media' os mostram, a França já teria sido atacada há muito tempo e a ‘sharia' [lei islâmica] já estaria cá. Há bons e maus muçulmanos como há bons e maus cristãos, judeus, ateus ou ortodoxos", completa. 

Ainda assim, Shérine já foi abordada, nas redes sociais, para ir para a Síria, admitindo que é algo recorrente porque "há muitos estrangeiros que vão para a Síria fazer a ‘jihad', sem falar árabe, sendo difícil encontrar uma mulher" e "os franceses procuram mulheres que estão em França, muçulmanas e dispostas a juntar-se a eles".

"Fui contactada por dois irmãos que estavam na Síria e que procuravam uma mulher disposta a trocar a França por um país muçulmano. Eles combatiam na 'jihad' e a mulher ficaria num lugar da Síria livre a para tomar conta das crianças e de casa. Rejeitei porque nunca se sabe o que realmente se passaria quando lá chegasse", diz.

Por outro lado, Cristina faz questão de sublinhar que "a 'jihad' só se faz quando um país muçulmano é atacado", apontando que "muitos a vêem como um jogo e partem para se exibirem como heróis sem saberem o que é realmente a 'jihad'".

Quanto às acções do grupo Estado Islâmico, a jovem fala em "seita" que "nada tem a ver com o Islão", lamentando que os muçulmanos sejam "julgados por actos aos quais eles próprios se opõem". 


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Como é normal com os muçulmanos, esta muslima é incapaz de fazer algum tipo de relação entre o comportamento dos muçulmanos e a atitude que os não-muçulmanos vão desenvolvendo contra a sua fé. Para os muçulmanos, a aversão crescente que os ocidentais têm pelo islão nunca pode ser culpa dos actos dos seguidores de Maomé, mas sim do "preconceito" que os não-muçulmanos podem ter contra o islão.

Mas o que o tempo e as acções maometanos vão gradualmente demonstrando é que a coisa mais natural do mundo é sentir aversão por uma ideologia política (mascarada de religião) que justifica o tipo de coisas que os islâmicos vão fazendo um pouco por todo o mundo. 

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

16% dos franceses apoia o Estado Islâmico

Segundo uma sondagem publicada recentemente, um em cada seis franceses simpatiza com o grupo islâmico EIIL, também conhecido como Estado Islâmico. A sondagem das atitudes Europeias em relação ao grupo, levado a cabo pela ICM para a agência de notícias Russa Rossiya Segodnya, revelou que 16% dos cidadãos franceses tem uma atitude positiva em relação aoo EIIL.

Esta percentagem aumenta entre os jovens inquiridos, atingindo o ponto mais alto nos 27% para a faixa etária compreendida entre os 18 aos 24 anos. Uma sondagem também recente indicou também que os índices de aprovação do presidente Francês Hollande encontram-se em torno dos 18%.

A pesquisa testou também as atitudes na Grã-Bretanha e na Alemanha, e apurou que 7% dos cidadãos Britânicos responderam de modo favorável em relação ao EIIL. No entanto, a pesquisa levada no Reino Unido revelou uma tendência demográfica inversa à tendência existente na França, com o apoio ao EIIL a subir com a idade. 4% dos inquiridos na faixa etária 18-24 afirmou apoiar fortemente, ou apoiar, o EIIL, comparados com os 6% da faixa etária 24-35, e 11% na faixa 35-44.

As atitudes positivas na Alemanha exibiram menos divergências, permanecendo entre os 3% e 4% em todas as faixas etárias.

A correspondente Francesa da Newsweek, Anne-Elizabeth Moutet, não se mostrou surpreendida com os resultados:

Esta é a ideologia dos jovens muçulmanos franceses com origens imigrantes . . . . com taxas de desemprego na ordem dos 40% e que foram enganados pela TV satélite e pela propaganda da internet.


Ela ressalvou também a correlação entre o apoio ao EIIL e o aumento do anti-semitismo na França, acrescentando que "estas são as mesmas pessoas que incendeiam as sinagogas".

Estima-se que a França albergue cerca de 5 milhões de muçulmanos, largamente provenientes do Norte de África e que começaram a chegar depois dos anos 50 por altura da descolonização Francesa e da política dos anos 70 com o nome de 'regroupement familiale', que acolheu as famílias dos trabalhadores imigrantes provenientes da ex-colónias.

O ICM entrevistou 3,007 pessoas da Grã-Bretanha (1,000), França (1,006) e Alemanha (1,001) por telefone entre os dias 11 e 21 de Julho deste ano (2014). pouco antes do grupo islâmico publicar o video da decapitação do jornalista Americano James Foley.

Há alguns dias atrás um Membro do Parlamento Britânico alegou que cerca de 1,500 muçulmanos britânicos podem ter viajado para o Médio Oriente para lutar ao lado do EIIL, apontando que esse número é duas vezes superior ao número de soldados que lutam nas forças armadas Britânicas contra o EIIL.

Fonte: http://bit.ly/Z2aW42

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Há anos que os políticos e as agências noticiosas nos asseguram que apenas uma "pequena minoria de maometanos" dão o seu apoio à violência e ao terrorismo, no entanto o número de maometanos "franceses" que apoia o Estado Islâmico (EIIL) é suficientemente grande para produzir índices de aprovação na ordem dos 16% entre todos os franceses. E os nossos líderes continuam a dizer que isto de maneira alguma está relacionado com o islão.

domingo, 31 de agosto de 2014

Muçulmanas tentam explodir sinagoga de Lyon

Duas adolescentes foram presas sob suspeita de conspirar para explodir uma sinagoga em Lyon. Segundo a JSS News e a Europe 1, uma fonte da agência de segurança Francesa "Central Directorate of Homeland Intelligence" revelou que as raparigas islâmicas, com 15 e 17 anos, foram presas nos bairrros de Tarbes e Venissieux há uma semana, depois das autoridades terem revelado um plano de levar a cabo um ataque suicida dentro da Grande Sinagoga de Lyon. Elas foram indiciadas no dia 22 de Agosto por conspiração pra cometer terrorismo.

Uma fonte de segurança não-identificada revelou que as duas adolescentes nunca tinham encontrado mas que se haviam mantido em contacto apenas através das redes sociais:

Estas raparigas fziam parte duma rede mais alargada de jovens islamistas que estavam a ser monitorizadas pelos serviços de segurança.

A preocupação no seio dos serviços de segurança têm estado em crescimento devido ao aumento da radicalizaçãoonline, particularmente depois da proliferação de videos criados pelos grupos jihadistas tais como o Estado Islâmico no Iraque e no Levante (EIIL).

Uma recente notícia detalhou o aumento da violência anti-semita por toda a Europa, incluindo ataques na sinagoga de Paris em Julho último, e um incidente em Maio de 2012, em Toulouse, onde um atirador muçulmano matou sete pessoas numa escola judaica, incluindo um professor e três crianças.

Roger Cukierman, presidente do "Representative Council of French Jewish Institutions" (CRIF), disse o seguinte ao Newsweek.

O jihadismo tornou-se no novo nazismo. Isto está a fazer com que as pessoas considerem abandonar a França.

Numa declaração emitida num fórum online, a "National Bureau of Vigilance Against Antisemitism" (BNVCA), um dos grupos mais importantes no combate ao anti-semitismo, ressalvou que as sinagogas têm-se tornado de modo crescente alvo populares para os islamitas e para os terroristas. As medidas excessivas levadas a cabo para garantir a segurança dos locais de adoração judaicos transformou-ous em "semi-fortalezas", disseram eles. 

O BNVCA atribui as recentes vagas de crimes anti-semitas à influência de partidos políticos não identificados e secções dos média, que "colocam o estado Judaico contra o estado Islâmico em Gaza".  Eles apelaram também ao Ministro do Interior Francês para tomar todas as medidas de segurança possíveis de modo a impedir mais ataques, particularmente durante eventos religiosos Judaicos tais como o Yom Kippur, que tem início no princípio de Outubro.

Os cidadãos Judeus estão de modo crescente a ficar pessimistas em relação ao seu futura na França.

Fonte

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Os jovens muçulmanos estão a recorrer ao terrorismo de modo crescente, mas a única resposta que as nossas autoridades e os nossos líderes dão é que "esta violência de maneira alguma está relacionada com o islão". Mas se o terrorismo transcende as religiões, e não está umbilicalmente ligada aos ensinamentos de Maomé, porque é que não vêmos Cristãos, Budistas, Judeus e Hindus a fazerem o mesmo tipo de actos terroristas?


sábado, 31 de maio de 2014

Não são só as feministas e os activistas homossexuais que gostam de invadir igrejas

Qualquer objecção ao avanço do islão é imediatamente classificado de "islamofóbico", mas é um facto bem simples de entender que, à medida que o islão avança, ele vai-se tornando mais agressivo, mais confrontacional e mais intolerante (isto é, vai-se tornado mais perto do verdadeiro islão).

No Reino Unido, os Cristãos da Igreja "New Life" são tão incrivelmente intolerantes que colocaram objecções ao incidente onde um maometano interrompeu o culto gritando "voltem-se para Alá". (Como se sabe, "Alá" é o nome pessoal do deus que os maometanos servem.)
Derby Telegraph—Os congregantes ficaram aterrorizados depois de terem pensado que um homem de 52 anos que entrou na sua igreja "vestido como um terrorista" no Remembrance Sunday "pudesse estar armado com um bomba". 
Mohamed Dar cobriu a sua cara com um cachecol e a sua cabeça com uma bandana que tinha as palavras "Alá é o maior" em arábico escrito sobre ele quando entrou na Igreja "New Life", em Alfreton. 
Poucos minutos depois, ele estava a gritar "Voltem-se para Alá!" e que os islão "envia rapazes com 10 anos para a guerra". 
Os magistrados de "North East" e "Dales" ouviram como poucos minutos antes ele havia perturbado a parado do Remembrance Day no cenotáfio em Alfreton. (Fonte.)
Num culto em França, os presentes foram ainda mais racistas e intolerantes ao colocarem objecções aos propósitos dum maometano de estender um tapete de rezas e recitar versos do Alcorção durante a Missa.
Diversity Macht Frei—Os adoradores presentes no local ficaram estupefactos. Neste Domingo de manhã, numa igreja colegial cheia de congregantes, um homem vestindo um djellaba e chapelaria para as rezas entrou, e colocou o tapete à esquerda do altar precisamente no momento em que decorria a Missa da Páscoa. O homem, visivelmente perturbado, leu versos do Alcorão antes de escrever algumas linhas em arábico no caderno de registo da paróquia.

Depois de pela primeira vez ter perturbado a missa do Domingo de Ramos uma semana antes em la Bedugue, na igreja colegial, alguns congregantes haviam avisado a polícia. Uma equipa chegou e calmamente pediu que ele abandonasse as instalações. O vice-comissário, que havia sido notificado desta perturbação da ordem pública, insistiu em especificar que "Não é preciso generalizar. Esta atitude imprópria vem só dum indivíduo que está claramente perturbado." (Fonte)
Longe de estar perturbado, o maometano foi suficientemente gentil para escrever a surah 112 no caderno de registo da igreja:


A surah 112 é um "aviso" para os Cristãos, e nela lê-se:
Dize: Ele é Deus, o Único! Deus! O Absoluto! Jamais gerou ou foi gerado! E ninguém é comparável a Ele!
Será que não se pode fazer nada a estes Cristãos islamofóbicos que impedem que os seus cultos sejam interrompidos em nome de Alá?

Fonte

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

O enriquecimento cultural Francês

Nas últimas semanas, um número extraordinário de episódios em Marselha confirmam que a cidade regride rapidamente para uma situação de terceiro mundo. Foi massivamente colonizada por muçulmanos, os quais impõem agora as condições existentes nos seus países de origem.

O primeiro incidente bizarro a fazer manchetes foi um assalto a um comboio ao estilo do velho oeste americano. Carrinhos de compras, pedras e pedaços de metal foram colocados numa linha férrea obrigando um comboio de passageiros a parar. Um comboio de carga chegou ao local pouco depois e encontrou o caminho barrado pelo de passageiros. Cerca de vinte muçulmanos encapuçados, "jovens" como lhe chama a elite francesa, apareceram então, invadindo o comboio e desaparecendo com alguma da sua carga. De acordo com as notícias, este não foi o primeiro incidente semelhante.

No último Domingo, entre as 4 e as 5 da manhã, cerca de 15 pessoas, “aparentemente em estado de alcoolizados” entraram num quartel de bombeiros, gritando contra os soldados de serviço, os quais reagiram. Sete bombeiros ficaram feridos, quatro deles levados para o hospital. Aparentemente, os "jovens" em festa eram um grupo de cabo-verdianos em viagem de autocarro desde Nice para se divertirem na "noite africana" de Marselha.

Esta semana, um condutor de autocarro foi atacado pelos passageiros quando se recusou a transportar duas mulheres vestidas com burcas. Em França, este traje muçulmano é ilegal. Quando uma mulher quis entrar no autocarro mostrando um cartão de viagem com fotografia, o condutor insistiu que ela destapasse o rosto para poder confirmar a sua identidade.Ela recusou fazê-lo e, após uma curta discussão, decidiu sair e esperar por outro autocarro. Então, alguns passageiros, "jovens", vieram em defesa da mulher e espancaram o condutor. Depois convidaram a mulher de burca a entrar novamente no autocarro.

Quando a polícia chegou, fugiram. A polícia acabou por multar a mulher pelo uso da burca.

Em resposta ao incidente, o presidente da Autoridade de Transportes de Marselha, responsável pelo autocarro, surgiu mostrando-se solidário com a passageira em vez de, como seria expectável, com o seu motorista. A reacção do motorista foi "desadequada", disse. Isto explica-se pelo nome do presidente: Karim Zéribi. Um inflitrado.

Os muçulmanos também têm agora vários postos de controlo rodoviário, ilegais, em vários locais de Marselha. Qualquer pessoa que entre nas "suas" zonas tem de parar e submeter-se a inspecção. Na última semana, o condutor de uma carrinha pertencente a um banco alimentar que distribui mantimentos a pessoas pobres, foi parado por um grupo de "jovens" quando tentava entrar no distrito marselhês de "Air-Bel". A estrada tinha sido cortada com blocos de cimento e caixotes cheios de areia. Eles revistaram o veículo, "como se fossem polícias exercendo a lei do território", de forma "a verificar se não se encontravam polícias no interior". Quando viram que apenas se transportava leite, deixaram a viatura prosseguir.

Jacques Ansquer, presidente do Banco Alimentar local, ficou indignado. of the local “Primeiro, atacavam polícias, bombeiros, motoristas de autocarros. Agora atacam aqueles que trazem auxílio aos mais desprotegidos! Ele apresentou queixa à polícia local mas muitas pessoas contactaram-no alertando ser melhorar retirar a queixa por sentirem que mantê-la iria complicar as futuras operações de rua do Banco Alimentar.

Ainda assim, insistiu Ansquer: "Políticos e autoridades administrativas devem assumir as suas responsabilidades pelo restabelecimento da ordem pública. Essas zonas sem-lei estão a tornar-se zonas governadas por outras leis que não as nossas, um tipo de lei de costumes."

Valérie Boyer, deputada local do maior partido francês de Direita (UMP), diz que estes "postos de controlo" sempre existiram em maior ou menor número, mas não com a "dimensão e regularidade" que têm agora. Ela diz que a cidade é agora um verdadeiro "tabuleiro de xadrez" com áreas pacíficas próximas de "enclaves" menos seguros. "Precisamos fechar um pouco os olhos ao problema porque iríamos ter um problema com os traficantes de droga", diz, falando abertamente de uma "guerra territorial".

Mais recursos têm sido recentemente destinados à polícia local, mas o porta-voz do sindicato diz que não têm comparação com os recursos dos "traficantes de droga extremamente armados". "Não estamos ao mesmo nível", diz, queixando-se da falta de pessoal e equipamento. "Deparando-nos contra metralhadoras AK-47, basicamente somos indefesos".



Por "Islão vs Europa." (Tradução: Jairo Filipe)
 
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De todas as nações ocidentais, a França é provavelmente a mais prejudicada pela imigração, estando no limiar de perder a sua identidade europeia para a população muçulmana em franco crescimento dentro das fronteiras francesas.

(As fotografias mostram a praga de motins constantes, carros a arder e violência física.)


quarta-feira, 22 de maio de 2013

Evangélico invade delegacia policial gritando "Sola Scriptura!" e esfaqueia policial católico


Na verdade foi um maometano que invadiu uma esquadra policial, gritando "Alá é o maior!" (Allah akbar).

Por volta das 11:50 do dia 7 de Maio um homem invadiu uma delegacia policial localizada em Roussillon. Segundo as testemunhas presentes no local do drama, o homem entrou nas instalações gritando "Alá é o maior" antes de atacar um oficial da polícia que se encontrava na recepção, ferindo-o na zona do pescoço com uma faca. 

Outro polícia que se encontrava por perto disparou a sua arma, ferindo o atacante na coxa. No entanto, uma das balas fez ricochete e feriu o polícia na sua  perna.

As mazelas que se encontram nos três vão de ligeiras até sérias e todos eles foram transferidos para os hospitais da região.

Os oficiais não sabem ainda o que motivou este homem a invadir a delegacia desta forma mas as suas opiniões variam de 1) acto dum extremista islâmico ou 2) loucura. Actualmente, os investigadores encontram-se entretidos a investigar a personalidade do atacante.

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Sempre que um maometano leva a cabo um acto de jihad (claramente com motivações religiosas), os politicamente correctos oficias ocidentais coçam as suas cabeças de modo ostensivo e tentam saber, admirados, o que motivou o ataque (colocando até a possibildade do atacante estar louco). A explicação mais óbvia é demasiado terrível para eles contemplarem.

Uma testemunha afirma ter ouvido o homem dizer algumas coisas em árabe, para além de terem sido encontradas no seu quarto revistas com a frase "A vitória está próxima" escritas nelas. Para esclarecer ainda mais as motivações do homem, ficou-se a saber que ele havia feito recentemente uma peregrinação a Meca. 


terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Os bárbaros tomam conta dos autocarros franceses

As mulheres que trabalham como motoristas de autocarros tornaram-se objectos diários de assédio desprezo, insultos e maus tratos por parte dos seus colegas de trabalho muçulmanos, que qualificam as mulheres não-islâmicas de vadias.

O que se sabe é o seguinte: a companhia practica uma política de "acção afirmativa" que favorece os muçulmanos norte-africanos nos recrutamentos, descriminando os franceses indígenas.

Os motoristas muçulmanos são agressivos e pouco simpáticos com os passageiros. Eles recusam-se a apertar a mão das colegas de trabalho.  A gerência recusa-se a intervir e apoiar as mulheres atacadas pelos muçulmanos como forma de manter a "paz social".
Alguns muçulmanos recusam-se a conduzir um autocarro se uma mulher conduziu-o antes dele. Os muçulmanos fazem as suas rezas nas horas de trabalho, e no local de trabalho. Os racistas e fascistas muçulmanos tratam os seus colegas brancos com desdém e como seres inferiores; gradualmente eles estão a impor o islão na RATP.
Isto encontra-se no site Riposte Laïque, que filmou o vídeo. O mesmo site tem outro artigo de um antigo oficial do sindicato que se queixou de actividades similares dentro da RATP há 10 anos atrás. Ele ressalva que as coisas só têm piorado desde então. Mesmo por essa altura, os motoristas maometanos recusavam-se a conduzir com a bandeira francesa durante as celebrações do 8 de Maio e 11 de Novembro.
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O vídeo chocante exibido em cima demonstra como um país civilizado como a França pode ser gradualmente transformado num país como o Egipto num curto espaço de tempo. É muito difícil construir uma grande civilização, mas é muito fácil destruí-la: basta importar para o seu seio ideologias que não têm como propósito preservar essa mesma civilização (ex: marxismo cultural e islão). Essas ideologias podem ser importadas por imigrantes e/ou ser propagadas pelos locais. No caso da França há um misto dos dois: o marxismo cultural local abriu as portas da imigração aos maometanos. O resultado está aí.

O futuro pós-Cristão da Europa não vai ser a utopia secular, brilhante e sexy  que os secularistas sonhavam (com paradas gay todos os meses e abortos para meninas de 10 anos), mas sim um retrocesso à barbárie pré-Cristã. Sem dúvida que a França vai voltar a estar sob forte domínio religioso, mas não será mais a França de Auguste Comte ou Jean Jacques Rousseau.

 A ironia do destino não é ver uma civilização a ser destruida desta forma, mas ver que são os "laicos" a queixarem-se daquilo que é consequência lógica da sua guerra anti-Cristã. O site "Riposte Laique" ("Resposta Laica") provavelmente não junta os pontos em seu redor e descobre que a perda da fé Cristã está na base da sua destruição.

Pior, é bem provável que os gerentes de tal site culpem TODAS as religiões por aquilo que os maometanos estão a fazer na Europa.


quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

A revolta francesa



França - Segundo a "Observatoire contre l’islamophobie", os actos anti-islâmicos aumentaram em cerca de 42%, quando comparados com os primeiros 10 meses de 2011. O recém-eleito presidente francês Francois Hollande tem revelado pouca vontade em fazer alguma coisa em relação a isso.

Os números actuais podem até ser bem maiores porque os dados obtidos centram-se em queixas que foram apresentadas. Os sítios mais atacados são os locais de adoração e os cemitérios. Para além de emails insultuosos, etiquetas e tentativas de incêndio, vários sítios foram contaminados com carne de porco ou excremento.

"O fascismo islâmico não avançará"

Mohammed Moussaoui, presidente do "Conseil français du Culte musulman" (CFCM) [Conselho Francês da Religião Muçulmana], afirma:

Houve uma multiplicação de banalizações e de profanações. Pela primeira vez, as pessoas entoaram slogans bélicos anti-islâmicos de forma aberta. Atingimos um novo nível.

O gesto mais notável foi a ocupação recente dum local de construção por parte do grupo Generation Identittaire; eles entraram dentro das instalações incompletas da mesquita como forma de protestar as políticas de imigração que levaram a que a França tivesse actualmente a maior população muçulmana da Europa.



Deparado com ameaças, o CFCM exigiu uma "declaração solene" por parte do presidente François Hollande contra o aumento da islamofobia. Até hoje, ele manteve-se calado.


domingo, 18 de novembro de 2012

A nobreza do "anti-sionismo"

Só para quem pensa que o "anti-sionismo" é algo distinto do anti-semitismo.

Na foto (Paris; Place de L'Opera) vemos alguns idiotas a manifestarem-se contra Israel por este pais se defender dos ataques assassinos do Hamas. Aparentemente, não é suposto Israel defender-se dos ataques que recebe, mas sim deixar que os terroristas muçulmanos destruam o seu país.

PERGUNTA: quantas destas pessoas se manifestaram contra os ataques que o governo sírio fez ao seu próprio povo?


Ódio dirigido a Israel é ódio dirigido aos Judeus.

domingo, 11 de novembro de 2012

Ajudando o inimigo

Graças à inteligente ocupação duma mesquita há algumas semanas atrás, a Génération Identitaire recebeu extensiva cobertura mediática por parte dos órgãos de informação franceses. Proeminente na cobertura tem sido o inteligente e articulado Damien Rieu, um dos porta-vozes do grupo.

Até a alguns dias atrás, ele trabalhava como estagiário numa editora de Lyon (responsável pelas comunicações). Ele foi agora despedido dessas posição como resultado do seu activismo político. 


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Há alguns dias atrás um documentário feito pela Sharia4Belgium foi transmitido pela televisão belga. Presente no documentário encontravam-se frases ditas pelo porta-voz do movimento Fouad Belkacem tais como o facto dele não ter "uma grama de respeito" pelos belgas não maometanos.
A nossa religião é superior à vossa. O nosso sistema é superior ao vosso. Os nossos valores são superiores aos vossos.
Em resposta a isto, Stéphanie Gilson, estudante no colégio IPES (Verviers) na sua página do Facebook:  "Superiores a nós? Desculpa? LOL e um grande LOL". Ela disse também que na sua turma, no colégio, encontravam-se presentes duas raparigas que afirmavam as mesmas coisas, o que lhe deixava assustada.


No dia seguinte as tais duas raparigas, que obviamente leram o que ela escreveu na sua página do Facebook, atiraram-lhe bancos e cadeiras e as três raparigas foram suspensas por um dia. Para além disso, a gerência disse à Stéphanie que ela não tinha o direito de expressar a sua opinião em relação aos maometanos na sua conta de Facebook.

Sim, leram bem. Uma cidadã belga não pode escrever na sua conta pessoal o que ela pensa sobre um vídeo onde se vê estrangeiros a dizer que a sua cultura (a belga) é inferior à cultura dos estrangeiros. Como as coisas já estão.

Recusando-se a aceitar isto, Stéphanie anulou a sua matrícula neste colégio e apresentou queixa à polícia (boa sorte!). Ela disse ainda:
Eu é que sou a vítima mas tudo o que fiz foi dar a minha opinião.
Um estrangeiro humilha a cultura local, mas a pessoa que vê a sua liberdade de expressão limitada é a pessoa ofendida e não quem ofendeu a cultura belga? "Fantástico"

Este incidente revela também o complexo de inferioridade que os maometanos têm em relação à  (por enquanto) superior cultura europeia. Bastou uma crítica por parte uma rapariga para que outras raparigas se sentissem "ofendidas" e tomassem medidas de intimidação em relação a isso.. As muçulmanas, melhor que ninguém, sabem que a sua cultura é claramente inferior à europeia, mas elas nada podem fazer contra isso, e como tal viram a sua falsa indignação contra a pessoa que diz "o rei vai nu!".

Sinceramente, de que forma é que a civilização islâmica é superior à europeia? Ciência? Liberdade? Direitos Humanos? Artes e outras áreas culturais?

* * * * * * *

Muitos outros exemplos poderiam ser dados que demonstram como a elite europeia se coloca do lado dos muçulmanos sempre (ou quase sempre) que há diferenças de opinião entre europeus e maometanos. Os europeus indígenas estão a ser perseguidos como criminosos ao mesmo tempo que pessoas que atacam a cultura europeia recebem permissão para emitir os seus programas sem qualquer tipo de constrangimento.

A traição não poderia ser mais óbvia.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Imigrantes em Paris: problema que os franceses preferem calar

Os filmes do jornalista russo Alexander Rogatkin sobre a imigração provocaram uma reacção impetuosa na Rússia e no estrangeiro. O jornal francês Le Monde, em particular, sujeitou a críticas o filme Alheios – 2, que mostra os subúrbios de Paris controlados por imigrantes. A edição afirmou que os problemas exibidos no documentário são inventados.

Contudo, na opinião de peritos, os franceses não gostaram que alguém tenha focado o problema que eles próprios não conseguem resolver e preferem calar.

Hoje, cada visitante de Paris deve conhecer os bairros que têm que ser contornados. Todos os subúrbios da cidade com prédios pouco atraentes são uma zona perigosa. Uma equipe russa de filmagem trabalhou nomeadamente naqueles bairros. Fala Alexander Rogatkin:

“Foi-nos dito que não conseguiriamos filmar nada nos bairros árabes, porque seríamos espancados logo que a câmara começasse a funcionar. Não acreditámos nisso. Mas, o nosso operador recebeu uma pancada na cara mal saímos do veículo”.

Agentes da polícia não têm poder real naqueles bairros e, frequentemente, receiam aparecer aí. O gueto é controlado por comunidades étnicas e traficantes de droga. Há muito que ali reinam regras orientais, disse a Alexander Rogatkin, Dmitri de Cochko, habitante de Saint-Ouen, um subúrbio de Paris, a norte da cidade:

A carne de porco frequentemente não é servida em refeitórios escolares. Às vezes, até se faz pressão sobre crianças, que nem sempre são muçulmanas, obrigando-as a não comer carne suína”.

Segundo avaliações demográficas, hoje no país vivem cerca de seis milhões de imigrantes. Em resultado da crise, uma parte deles perdeu emprego e começou a praticar banditismo. Os franceses, naturalmente, não estão satisfeitos com esta situação. É pouco provável que o atual Governo socialista consiga resolver o problema da imigração, considera o dirigente do Centro de Pesquisas Históricas Francesas do Instituto de História Universal da Academia de Ciências da Rússia, Piotr Tcherkassov:

“François Hollande chegou ao poder graças também aos votos de novos franceses. Nos próximos anos, será muito difícil resolver estes problemas, porque o Partido Socialista no poder e o presidente terão de renunciar neste caso a muitos compromissos eleitorais neste sentido”.

Quase todos os países europeus enfrentam problemas análogos. No ano passado, teve lugar um colapso de imigração na ilha italiana de Lampedusa. A situação pode repetir-se em breve – 17 mil sírios encaminharam pedidos a departamentos diplomáticos dos países da UE, solicitando asilo. Os Parlamentos e políticos começam com urgência a elaborar leis pan-europeias que protejam a região contra imigrantes.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Repórter russo: "Em algumas zonas de Paris, é quase impossível encontrar um francês"

Na Europa, vizinhanças com uma substancial população muçulmana invariavelmente tornam-se em zonas "NO-GO" para os não muçulmanos, onde os guettos imigrantes se tornaram em ghettos criminosos.

As forças policias recusam-se em entrar nestas áreas a menos que seja em grupos, e muio bem armados.

Os muçulmanos deliberadamente divertem-se a incendiar contentores de lixo, e quando os bombeiros chegam, eles  [os muçulmanos] atacam-nos.


quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Caricaturas de Maomé levam França a fechar embaixadas e escolas


O semanário satírico francês Charlie Hebdo publicou na capa desta quarta-feira um novo cartoon alusivo a Maomé.

Sobre um fundo verde, a caricatura mostra Maomé sentado numa cadeira de rodas que é empurrada por um judeu. Os dois bonecos, de olhos esbugalhados, afirmam que “não se pode rir”. No topo da página, uma manchete, que parece o título de um filme: “Intocáveis 2”. O Governo teme reacções violentas e anunciou medidas preventivas.

Esta foi a forma escolhida pela revista para dedicar a mais recente edição às manifestações que agitam o mundo muçulmano por causa de um filme, produzido nos Estados Unidos, que ridiculariza o profeta Maomé. O site da revista está inacessível. Há milhares de comentários na página da revista no Facebook, e também se pode ver uma cópia da primeira página com a caricatura de Maomé, mas não há informação sobre o que terá acontecido ao site.

Por que terá a revista publicado estas caricaturas quando os muçulmanos estão em alvoroço por causa de um filme que consideram ofensivo? O director da Charlie Hebdo, Charb, sustenta que essa não pode ser a questão. “Se nos começarmos a questionar se temos ou não o direito a desenhar Maomé, ou se é perigoso fazê-lo, a questão seguinte vai ser se podemos representar os muçulmanos num jornal. E depois talvez nos questionemos se podemos representar seres humanos, etc. No final, não poderemos representar nada. E um punhado de radicais que se mobilizaram pelo mundo e em França terão ganho”, afirmou o director em declarações à rádio RTL. Trata-se, portanto, de exercer a liberdade de expressão e de imprensa, sustenta Charb.

O Conselho francês do culto muçulmano, encara as caricaturas com “profunda consternação”, classificando os desenhos como “insultuosos”. O presidente deste órgão, Mohammed Moussaoui condenou, num comunicado, “com grande vigor, este novo acto islamofóbico que visa ofender deliberadamente os muçulmanos”. Ao mesmo tempo reafirmou o respeito pela liberdade de expressão, porém exprime também uma “profunda inquietação face a este acto irresponsável que, num contexto de grande tensão, pode tornar a situação ainda mais difícil e provocar reacções negativas”.

O Governo francês desaprova as caricaturas “no contexto actual”, disse o primeiro-ministro francês Jean Marc Ayrault (socialista), que apelou à contenção e à “responsabilidade individual” de todos. Porém, também disse à rádio RTL que a França é um país “onde a liberdade de expressão está garantida, tal como a liberdade de caricaturar”.

Em Paris, no sábado, 150 manifestantes foram detidos depois de terem participado num protesto não autorizado à porta da embaixada norte-americana. Isto por causa do filme Innocence of Muslims, que entre outras coisas apresenta o profeta em diversas cenas de sexo, com mulheres e com homens, e aprova o abuso sexual de crianças. Quatro dias depois, a revista francesa publica as caricaturas, e o Governo de Paris teme uma reacção mais problemática.

As embaixadas e escolas francesas em países muçulmanos serão encerradas na próxima sexta-feira, dia de oração para os muçulmanos

O ministro dos Negócios Estrangeiros mandou reforçar a protecção nas embaixadas localizadas em países onde possa haver reacções violentas como sucedeu com o consulado norte-americano em Bengasi, na Líbia. Foi aqui que se registaram alguns dos actos mais graves, na última semana, e que levaram à morte do próprio embaixador americano.

Na Indonésia, o país muçulmano mais populoso do mundo, todas as estruturas diplomáticas e de representação da França foram encerradas temporariamente, adianta o jornal francês Le Monde.Não é a primeira vez que esta revista põe caricaturas de Maomé na capa. Em Fevereiro de 2006 republicou os desenhos que tinham saído num jornal dinamarquês, o Jyllands-Posten, à mistura com outras caricaturas originais. Um acto que, na altura, foi condenado pelo então presidente francês, Jacques Chirac (direita).

Os responsáveis da revista foram julgados em França e absolvidos, um ano mais tarde. Mas a vida da equipa da revista não ficou mais fácil. Em Novembro de 2011, a redacção foi completamente destruída após um ataque com uma bomba incendiária. Na véspera do ataque, a revista tinha anunciado que o número seguinte seria chefiado por Maomé, para “celebrar” a vitória do partido islamista Ennahda nas eleições legislativas na Tunísia, um dos países que assistiu a uma mudança política da chamada Primavera Árabe.

Fonte



terça-feira, 18 de setembro de 2012

França: aluno maometano agride professor

Um professor de Bordéus foi espancado por um dos seus alunos (18 anos) depois de terem surgido diferenças de opinião em torno do sistema político marroquino. O aluno da escola de Trégey esbofeteou e esmurrou o professor antes de ter sido preso pela polícia.

A directora da escola afirmou que o incidente ocorreu devido a diferenças de opinião que se geraram durante um debate em torno do "sistema político do qual provém o aluno, Marrocos" e que isto foi "uma situação educação mundana que nada teve a ver com a religião."

Segundo ela, o aluno queria aprofundar o debate mas o professor não só se recusou, como ameaçou contar tudo ao pai do pupilo. Segundo uma fonte próxima da situação, "gerou-se um desentendimento em torno de alguns personalidades do mundo árabe", "mas não parece que tenha havido qualquer tipo de provocação" por parte da professora.

O pupilo de Bordéus aparecerá junto do magistrado de local dentro dos próximos meses por motivos de "violência contra uma pessoa que leva a cabo um serviço público" e por ter causado danos físicos.

O tom da conversa foi elevado de forma confrontacional entre o aluno e o professor e no seguimento, o aluno atacou inicialmente a mobília da sala. Os outros alunos foram entretanto evacuados e o aluno foi chamado para os escritórios da directora.

Bastante zangado, ele atacou a mobília quando soube que os seus pais haviam sido notificados do incidente. Quando ele saía da escritório, cruzou-se com o professor e aproveitou a ocasião para desferir golpes contra ele antes de atacar um supervisor que tentou intervir.

Fonte: Le Monde

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Não deixa de ser curioso que a directora faça todos os possíveis para ressalvar que a religião não foi a causa da violência. No entanto, isto pode nem ser verdade. A Frente Nacional (FN), por exemplo, parece ter mais informação em torno da discussão.

De facto, a FN insistiu em oferecer "todo o seu apoio" ao professor de Bordéus "espancado por um dos seus alunos depois duma lição de religião, bem como a todos os professores confrontados com o mesmo tipo de violência", afirmou Florian Philippot, vice-presidente do partido.

Ao mesmo tempo, os professores do colégio Jules-Verne em Buxerolles decidiram na passada Quinta-Feira, e depois duma assembleia-geral, não continuar com as lições, como forma de protesto à agressão sofrida por um dos seus colegas.

Segundo a Le Sud-Ouest, e contrariando a directora da escola, a agressão gerou-se durante uma lição em torno do slão:

A lição centrava-se na religião muçulmana.

Portanto, temos um muçulmano a agredir professores e temos professores a tentar desculpabilizar o motivo da agressão [o islão].

De facto, a França merece o castigo que se avizinha. Aliás, se há país que o merece, esse é sem duvida a França - país onde os Católicos são agredidos em plena luz do dia por lésbicas e homossexuais, mas os maometanos são levados ao colo pelas mesmas pessoas a quem eles agridem.

Claro que quando o caos total estiver instalado no país, e a população pedir por um governo que "normalize" o país, a elite esquerdista terá de mão beijada aquilo que a levou a importar os maometanos.


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quarta-feira, 20 de junho de 2012

Toulouse volta a ser notícia.

Homem que alega ser militante da al-Qaida tomou 4 reféns num banco de Toulouse, cidade do sul de França, e quer negociar com força policial de elite.

W460

Mais tarde, o militante libertou um dos reféns. Uma mulher foi liberta e conversações foram mantidas como forma de garantir a libertação dos outros 3 reféns.

O homem entrou no banco cerca das 9 da manhã, disparou pelo menos um tiro e exige falar com a polícia RAID, a mesma que matou o terrorista muçulmano Mohamed Merah em Março último.

Fonte

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domingo, 17 de junho de 2012

Multiculturalismo floresce por toda a Europa

Uma vez que o multiculturalismo já está perfeitamente enraizado na Europa, é altura de se fazer uma avaliação do seu "sucesso". Para quem não sabe, o multiculturalismo apela a imigração em massa de pessoas com culturas distintas e impede ao mesmo tempo que sejam feitos movimentos que visem a assimilação das mesmas.

Eis então a forma como isso está a funcionar na Europa.

Grã-Bretanha:

Na área Tower Hamlets do Este de Londres (também conhecida como "A República Islâmica de Tower Hamlets"), clérigos maometanos, conhecidos como Talibãs de Tower Hamlets, regularmente emitem ameaças de morte dirigidas às mulheres que se recusam a usar o véu. As estradas foram invadidas por cartazes contendo frases como:

Acabou de entrar numa área controlada pela sharia. As leis islâmicas estão em operação.
Em Luton os maometanos foram acusados de levar a cabo uma "limpeza étnica" ao assediarem os não-muçulmanos ao ponto de muitos deles simplesmente se mudarem para fora das áreas muçulmanas.

Em West Midlands, dois Cristãos foram acusados de "crimes de ódio" por oferecerem panfletos Bíblicos nesta área predominantemente muçulmana de Birmingham.

Em Leytonstone, Este de Londres, o extremista maometano Abu Izzadeen perturbou o discurso público do Home Secretary John Reid dizendo “Como é que te atreves a vir para uma área islâmica?

França:

Largo número de vizinhanças muçulmanas são agora consideradas zonas "no-go" pela polícia local. Zonas "no-go" são aquelas áreas onde os não-muçulmanos não se atrevem a entrar ou só se atrevem a entrar acompanhados por uma escolta policial.

Segundo contagem recente, existem cerca de 751 Zonas Urbanas Sensíveis (Zones Urbaines Sensibles, ZUS), como elas são eufemisticamente conhecidas. Cerca de 5 milhões de maometanos vivem nas ZUS, parte da França que o governo já perdeu o controle.

Os imigrantes maometanos estão, ao mesmo tempo, a tomar conta de outras partes da França. Em Paris e em outras cidades com elevada presença muçulmana - tais como Lyon, Marselha e Toulouse - milhares de muçulmanos fecham as estradas e as passadeiras - e, por extensão, fecham o comércio local, encerrando os não-maometanos nas suas casas e escritórios - de modo a acomodar as multidões que se juntam para as rezas de 6-Feira.

Algumas mesquitas começaram já a emitir sermões e gritos de "Alá é o maior" pelos megafones e altifalantes. Apesar das inúmeras queixas públicas, as autoridades declinaram levar a cabo qualquer tipo de iniciativa temendo dar início a tumultos.

Bélgica:

Na capital belga de Bruxelas (onde 20% da população é maometana) várias vizinhanças maometanas tornaram-se também em zonas "no-go" para a polícia local - onde são frequentemente atacados por pedras provenientes de jovens muçulmanos.

No distrito de Kuregem em Bruxelas, que aparenta ser uma zona de guerra urbana, a polícia é forçada a patrulhar a área com dois carros: um carro para fazer o serviço de patrulha e outro para prevenir que o primeiro seja atacado.

No distrito de Molenbeek em Bruxelas a polícia foi ordenada a não beber café ou comer sandwiches em público durante o mês islâmico do ramadão.

Alemanha:

Numa entrevista dada ao Der Westen, o Comissário policial Bernhard Witthaut revelou que os imigrantes estão a impor zonas “no-go por toda a Alemanha a um ritmo preocupante.

Itália:

Os maometanos têm vindo a ocupar a Piazza Venezia em Roma para as suas rezas de 6ª Feira. Em Bolonha os muçulmanos repetidamente ameaçam bombardear a catedral de San Petronio devido ao facto dela conter um fresco com 600 anos exibindo o Inferno de Dante e Maomé a ser atormentado no inferno.

Holanda:

Um tribunal ordenou ao governo que publica-se a politicamente incorrecta lista de 40 zonas “no-go” da Holanda.

Suécia:,

Largas zonas da cidade de Malmö -- que é mais de 25% muçulmana -- são agora zonas "no-go" para os não-maometanos. Por exemplo, os bombeiros e os serviços de emergência médica recusassem a entrar na predominantemente muçulmana área do distrito de Rosengaard sem escolta policial. Estima-se que a taxa de desemprego dos homens em Rosengaard seja superior a 80%. Na cidade sueca de Gotemburgo jovens muçulmanos têm estado a atirar bombas de petróleo aos carros policiais.

. . . .

Enquanto esta destruição vai ocorrendo, a elite esquerdista dominante continua a subsidiar os invasores e a propagandear em seu nome. Críticas à conquista islâmica têm que ser criminalizadas.

A menos que a Europa morra de forma tranquila e se torne em algo análogo ao Médio Oriente, pobre, violento e retrógrado, o continente está em vias de entrar num momento bastante colorido da sua história onde a população nativa irá reclamar o seu território de forma violenta depois de se ver livre da elite politica - tanto da esquerda como da direita - que os traiu .

Fonte

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Por incrível que pareça, as coisas estão a evoluir tal como a elite esquerdista pretende. Eles sabiam que a imigração maciça de pessoas não assimiláveis traria desorganização social, e como tal, deram o seu apoio activo a essa traição dos europeus.

O multiculturalismo foi instalado não para acomodar as várias culturas no ocidente, mas sim para destruir a unidade social ocidental. Depois dessa unidade social ter sido reduzida a cacos, a elite esquerdista irá usar a força policial para "restaurar a ordem" - ordem essa que foi destruída pelas suas políticas.

É assim que funciona o esquerdismo. Eles criam os problemas e depois colocam-se a eles mesmos como agentes capazes e de resolver os problemas que eles mesmos criaram.

Dentro em breve?

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Finalmente uma fatwa com a qual podemos concordar

Omar al-Haddouchi, líder ideológico do movimento jihadista marroquino, publicou uma fatwa afirmando que todos os maometanos deveriam abandonar a França e regressar ao norte de África.

Al-Haddouchi afirma que os muçulmanos não possuem motivos válidos para ficar em França, citando a proibição das burqas, as limitações nos chamamentos para as rezas de Sexta-Feira, e o controle mais rigoroso feito sobre os muçulmanos radicais como consequência dos ataques de Toulouse.

Ele disse ainda que os países não-islâmicos são como as casas de banho, onde se entra para fazer o que se tem a fazer, mas depois sai-se

O seu vídeo de 14 minutos circula actualmente nos sites jihadistas.

Al-Haddouchi foi sentenciado a 30 anos de prisão devido às suas ligações com os ataques terroristas a Casablanca (Maio de 2003) mas no ano passado o Mohammed VI revogou a sentença.

Fonte

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Se os países civilizados são como casas de banho, e uma vez que os maometanos viajam de livre vontade e aos milhões para esses países, o que é que isso faz deles?



"Voltem para os países muçulmanos!"

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