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Asma' era a esposa de Yazid Ibn Zayd Ibn Hisn al-Khatmi. Ela tinha o costume de falar mal do islão, ofender o profeta e instigar as pessoas contra ele. Ela compôs alguns versos [atacando Maomé].
Umayr Ibn Adi veio até ela durante a noite, e entrou na sua casa. Os seus filhos encontravam-se a dormir em seu redor e havia um que se encontrava a mamar no seu peito. "Umayr, que era cego, foi tacteando com a mão, e separou a criança da sua mãe. Depois disto ele inseriu a sua espada no peito dela até que a mesma saiu pelas costas.
Depois disto ele fez as rezas da manhã com o profeta em Medina. "O apóstolo de Alá [Maomé] disse-lhe: "Mataste a filha de Marwan?" Ele disse: "Sim. Há mais alguma coisa que queres que eu faça?" Ele [Maomé] disse: "Não. Nem duas cabras se irão importar com ela."
Estas foram as primeiras palavras que foram ouvidas por parte do apóstolo de Alá. Depois disto, Maomé deu a `Umayr a alcunha de 'o visionário'.
Derby Telegraph—Os congregantes ficaram aterrorizados depois de terem pensado que um homem de 52 anos que entrou na sua igreja "vestido como um terrorista" no Remembrance Sunday "pudesse estar armado com um bomba".
Mohamed Dar cobriu a sua cara com um cachecol e a sua cabeça com uma bandana que tinha as palavras "Alá é o maior" em arábico escrito sobre ele quando entrou na Igreja "New Life", em Alfreton.
Poucos minutos depois, ele estava a gritar "Voltem-se para Alá!" e que os islão "envia rapazes com 10 anos para a guerra".
Os magistrados de "North East" e "Dales" ouviram como poucos minutos antes ele havia perturbado a parado do Remembrance Day no cenotáfio em Alfreton. (Fonte.)Num culto em França, os presentes foram ainda mais racistas e intolerantes ao colocarem objecções aos propósitos dum maometano de estender um tapete de rezas e recitar versos do Alcorção durante a Missa.
Diversity Macht Frei—Os adoradores presentes no local ficaram estupefactos. Neste Domingo de manhã, numa igreja colegial cheia de congregantes, um homem vestindo um djellaba e chapelaria para as rezas entrou, e colocou o tapete à esquerda do altar precisamente no momento em que decorria a Missa da Páscoa. O homem, visivelmente perturbado, leu versos do Alcorão antes de escrever algumas linhas em arábico no caderno de registo da paróquia.Longe de estar perturbado, o maometano foi suficientemente gentil para escrever a surah 112 no caderno de registo da igreja:
Depois de pela primeira vez ter perturbado a missa do Domingo de Ramos uma semana antes em la Bedugue, na igreja colegial, alguns congregantes haviam avisado a polícia. Uma equipa chegou e calmamente pediu que ele abandonasse as instalações. O vice-comissário, que havia sido notificado desta perturbação da ordem pública, insistiu em especificar que "Não é preciso generalizar. Esta atitude imprópria vem só dum indivíduo que está claramente perturbado." (Fonte)
Dize: Ele é Deus, o Único! Deus! O Absoluto! Jamais gerou ou foi gerado! E ninguém é comparável a Ele!Será que não se pode fazer nada a estes Cristãos islamofóbicos que impedem que os seus cultos sejam interrompidos em nome de Alá?
Os motoristas muçulmanos são agressivos e pouco simpáticos com os passageiros. Eles recusam-se a apertar a mão das colegas de trabalho. A gerência recusa-se a intervir e apoiar as mulheres atacadas pelos muçulmanos como forma de manter a "paz social".
Alguns muçulmanos recusam-se a conduzir um autocarro se uma mulher conduziu-o antes dele. Os muçulmanos fazem as suas rezas nas horas de trabalho, e no local de trabalho. Os racistas e fascistas muçulmanos tratam os seus colegas brancos com desdém e como seres inferiores; gradualmente eles estão a impor o islão na RATP.
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| "O fascismo islâmico não avançará" |
A nossa religião é superior à vossa. O nosso sistema é superior ao vosso. Os nossos valores são superiores aos vossos.
Eu é que sou a vítima mas tudo o que fiz foi dar a minha opinião.Um estrangeiro humilha a cultura local, mas a pessoa que vê a sua liberdade de expressão limitada é a pessoa ofendida e não quem ofendeu a cultura belga? "Fantástico"

Sobre um fundo verde, a caricatura mostra Maomé sentado numa cadeira de rodas que é empurrada por um judeu. Os dois bonecos, de olhos esbugalhados, afirmam que “não se pode rir”. No topo da página, uma manchete, que parece o título de um filme: “Intocáveis 2”. O Governo teme reacções violentas e anunciou medidas preventivas.
Esta foi a forma escolhida pela revista para dedicar a mais recente edição às manifestações que agitam o mundo muçulmano por causa de um filme, produzido nos Estados Unidos, que ridiculariza o profeta Maomé. O site da revista está inacessível. Há milhares de comentários na página da revista no Facebook, e também se pode ver uma cópia da primeira página com a caricatura de Maomé, mas não há informação sobre o que terá acontecido ao site.
Por que terá a revista publicado estas caricaturas quando os muçulmanos estão em alvoroço por causa de um filme que consideram ofensivo? O director da Charlie Hebdo, Charb, sustenta que essa não pode ser a questão. “Se nos começarmos a questionar se temos ou não o direito a desenhar Maomé, ou se é perigoso fazê-lo, a questão seguinte vai ser se podemos representar os muçulmanos num jornal. E depois talvez nos questionemos se podemos representar seres humanos, etc. No final, não poderemos representar nada. E um punhado de radicais que se mobilizaram pelo mundo e em França terão ganho”, afirmou o director em declarações à rádio RTL. Trata-se, portanto, de exercer a liberdade de expressão e de imprensa, sustenta Charb.
O Conselho francês do culto muçulmano, encara as caricaturas com “profunda consternação”, classificando os desenhos como “insultuosos”. O presidente deste órgão, Mohammed Moussaoui condenou, num comunicado, “com grande vigor, este novo acto islamofóbico que visa ofender deliberadamente os muçulmanos”. Ao mesmo tempo reafirmou o respeito pela liberdade de expressão, porém exprime também uma “profunda inquietação face a este acto irresponsável que, num contexto de grande tensão, pode tornar a situação ainda mais difícil e provocar reacções negativas”.
O Governo francês desaprova as caricaturas “no contexto actual”, disse o primeiro-ministro francês Jean Marc Ayrault (socialista), que apelou à contenção e à “responsabilidade individual” de todos. Porém, também disse à rádio RTL que a França é um país “onde a liberdade de expressão está garantida, tal como a liberdade de caricaturar”.
Em Paris, no sábado, 150 manifestantes foram detidos depois de terem participado num protesto não autorizado à porta da embaixada norte-americana. Isto por causa do filme Innocence of Muslims, que entre outras coisas apresenta o profeta em diversas cenas de sexo, com mulheres e com homens, e aprova o abuso sexual de crianças. Quatro dias depois, a revista francesa publica as caricaturas, e o Governo de Paris teme uma reacção mais problemática.
As embaixadas e escolas francesas em países muçulmanos serão encerradas na próxima sexta-feira, dia de oração para os muçulmanos
O ministro dos Negócios Estrangeiros mandou reforçar a protecção nas embaixadas localizadas em países onde possa haver reacções violentas como sucedeu com o consulado norte-americano em Bengasi, na Líbia. Foi aqui que se registaram alguns dos actos mais graves, na última semana, e que levaram à morte do próprio embaixador americano.
Na Indonésia, o país muçulmano mais populoso do mundo, todas as estruturas diplomáticas e de representação da França foram encerradas temporariamente, adianta o jornal francês Le Monde.Não é a primeira vez que esta revista põe caricaturas de Maomé na capa. Em Fevereiro de 2006 republicou os desenhos que tinham saído num jornal dinamarquês, o Jyllands-Posten, à mistura com outras caricaturas originais. Um acto que, na altura, foi condenado pelo então presidente francês, Jacques Chirac (direita).
Os responsáveis da revista foram julgados em França e absolvidos, um ano mais tarde. Mas a vida da equipa da revista não ficou mais fácil. Em Novembro de 2011, a redacção foi completamente destruída após um ataque com uma bomba incendiária. Na véspera do ataque, a revista tinha anunciado que o número seguinte seria chefiado por Maomé, para “celebrar” a vitória do partido islamista Ennahda nas eleições legislativas na Tunísia, um dos países que assistiu a uma mudança política da chamada Primavera Árabe.

Um professor de Bordéus foi espancado por um dos seus alunos (18 anos) depois de terem surgido diferenças de opinião em torno do sistema político marroquino. O aluno da escola de Trégey esbofeteou e esmurrou o professor antes de ter sido preso pela polícia.
A directora da escola afirmou que o incidente ocorreu devido a diferenças de opinião que se geraram durante um debate em torno do "sistema político do qual provém o aluno, Marrocos" e que isto foi "uma situação educação mundana que nada teve a ver com a religião."
Segundo ela, o aluno queria aprofundar o debate mas o professor não só se recusou, como ameaçou contar tudo ao pai do pupilo. Segundo uma fonte próxima da situação, "gerou-se um desentendimento em torno de alguns personalidades do mundo árabe", "mas não parece que tenha havido qualquer tipo de provocação" por parte da professora.
O pupilo de Bordéus aparecerá junto do magistrado de local dentro dos próximos meses por motivos de "violência contra uma pessoa que leva a cabo um serviço público" e por ter causado danos físicos.
O tom da conversa foi elevado de forma confrontacional entre o aluno e o professor e no seguimento, o aluno atacou inicialmente a mobília da sala. Os outros alunos foram entretanto evacuados e o aluno foi chamado para os escritórios da directora.
Bastante zangado, ele atacou a mobília quando soube que os seus pais haviam sido notificados do incidente. Quando ele saía da escritório, cruzou-se com o professor e aproveitou a ocasião para desferir golpes contra ele antes de atacar um supervisor que tentou intervir.
Fonte: Le Monde
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Não deixa de ser curioso que a directora faça todos os possíveis para ressalvar que a religião não foi a causa da violência. No entanto, isto pode nem ser verdade. A Frente Nacional (FN), por exemplo, parece ter mais informação em torno da discussão.
De facto, a FN insistiu em oferecer "todo o seu apoio" ao professor de Bordéus "espancado por um dos seus alunos depois duma lição de religião, bem como a todos os professores confrontados com o mesmo tipo de violência", afirmou Florian Philippot, vice-presidente do partido.
Ao mesmo tempo, os professores do colégio Jules-Verne em Buxerolles decidiram na passada Quinta-Feira, e depois duma assembleia-geral, não continuar com as lições, como forma de protesto à agressão sofrida por um dos seus colegas.
Segundo a Le Sud-Ouest, e contrariando a directora da escola, a agressão gerou-se durante uma lição em torno do slão:
Portanto, temos um muçulmano a agredir professores e temos professores a tentar desculpabilizar o motivo da agressão [o islão].A lição centrava-se na religião muçulmana.

Mais tarde, o militante libertou um dos reféns. Uma mulher foi liberta e conversações foram mantidas como forma de garantir a libertação dos outros 3 reféns.
O homem entrou no banco cerca das 9 da manhã, disparou pelo menos um tiro e exige falar com a polícia RAID, a mesma que matou o terrorista muçulmano Mohamed Merah em Março último.
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Uma vez que o multiculturalismo já está perfeitamente enraizado na Europa, é altura de se fazer uma avaliação do seu "sucesso". Para quem não sabe, o multiculturalismo apela a imigração em massa de pessoas com culturas distintas e impede ao mesmo tempo que sejam feitos movimentos que visem a assimilação das mesmas.
Eis então a forma como isso está a funcionar na Europa.
Grã-Bretanha:
Na área Tower Hamlets do Este de Londres (também conhecida como "A República Islâmica de Tower Hamlets"), clérigos maometanos, conhecidos como Talibãs de Tower Hamlets, regularmente emitem ameaças de morte dirigidas às mulheres que se recusam a usar o véu. As estradas foram invadidas por cartazes contendo frases como:
Acabou de entrar numa área controlada pela sharia. As leis islâmicas estão em operação.Em Luton os maometanos foram acusados de levar a cabo uma "limpeza étnica" ao assediarem os não-muçulmanos ao ponto de muitos deles simplesmente se mudarem para fora das áreas muçulmanas.
Em West Midlands, dois Cristãos foram acusados de "crimes de ódio" por oferecerem panfletos Bíblicos nesta área predominantemente muçulmana de Birmingham.
Em Leytonstone, Este de Londres, o extremista maometano Abu Izzadeen perturbou o discurso público do Home Secretary John Reid dizendo “Como é que te atreves a vir para uma área islâmica?”
França:
Segundo contagem recente, existem cerca de 751 Zonas Urbanas Sensíveis (Zones Urbaines Sensibles, ZUS), como elas são eufemisticamente conhecidas. Cerca de 5 milhões de maometanos vivem nas ZUS, parte da França que o governo já perdeu o controle.
Os imigrantes maometanos estão, ao mesmo tempo, a tomar conta de outras partes da França. Em Paris e em outras cidades com elevada presença muçulmana - tais como Lyon, Marselha e Toulouse - milhares de muçulmanos fecham as estradas e as passadeiras - e, por extensão, fecham o comércio local, encerrando os não-maometanos nas suas casas e escritórios - de modo a acomodar as multidões que se juntam para as rezas de 6-Feira.
Algumas mesquitas começaram já a emitir sermões e gritos de "Alá é o maior" pelos megafones e altifalantes. Apesar das inúmeras queixas públicas, as autoridades declinaram levar a cabo qualquer tipo de iniciativa temendo dar início a tumultos.
Bélgica:
Na capital belga de Bruxelas (onde 20% da população é maometana) várias vizinhanças maometanas tornaram-se também em zonas "no-go" para a polícia local - onde são frequentemente atacados por pedras provenientes de jovens muçulmanos.
No distrito de Kuregem em Bruxelas, que aparenta ser uma zona de guerra urbana, a polícia é forçada a patrulhar a área com dois carros: um carro para fazer o serviço de patrulha e outro para prevenir que o primeiro seja atacado.
No distrito de Molenbeek em Bruxelas a polícia foi ordenada a não beber café ou comer sandwiches em público durante o mês islâmico do ramadão.
Alemanha:
Numa entrevista dada ao Der Westen, o Comissário policial Bernhard Witthaut revelou que os imigrantes estão a impor zonas “no-go por toda a Alemanha a um ritmo preocupante.
Itália:
Os maometanos têm vindo a ocupar a Piazza Venezia em Roma para as suas rezas de 6ª Feira. Em Bolonha os muçulmanos repetidamente ameaçam bombardear a catedral de San Petronio devido ao facto dela conter um fresco com 600 anos exibindo o Inferno de Dante e Maomé a ser atormentado no inferno.
Holanda:
Um tribunal ordenou ao governo que publica-se a politicamente incorrecta lista de 40 zonas “no-go” da Holanda.
Suécia:,
Largas zonas da cidade de Malmö -- que é mais de 25% muçulmana -- são agora zonas "no-go" para os não-maometanos. Por exemplo, os bombeiros e os serviços de emergência médica recusassem a entrar na predominantemente muçulmana área do distrito de Rosengaard sem escolta policial. Estima-se que a taxa de desemprego dos homens em Rosengaard seja superior a 80%. Na cidade sueca de Gotemburgo jovens muçulmanos têm estado a atirar bombas de petróleo aos carros policiais.
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Enquanto esta destruição vai ocorrendo, a elite esquerdista dominante continua a subsidiar os invasores e a propagandear em seu nome. Críticas à conquista islâmica têm que ser criminalizadas.
A menos que a Europa morra de forma tranquila e se torne em algo análogo ao Médio Oriente, pobre, violento e retrógrado, o continente está em vias de entrar num momento bastante colorido da sua história onde a população nativa irá reclamar o seu território de forma violenta depois de se ver livre da elite politica - tanto da esquerda como da direita - que os traiu .
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Por incrível que pareça, as coisas estão a evoluir tal como a elite esquerdista pretende. Eles sabiam que a imigração maciça de pessoas não assimiláveis traria desorganização social, e como tal, deram o seu apoio activo a essa traição dos europeus.
O multiculturalismo foi instalado não para acomodar as várias culturas no ocidente, mas sim para destruir a unidade social ocidental. Depois dessa unidade social ter sido reduzida a cacos, a elite esquerdista irá usar a força policial para "restaurar a ordem" - ordem essa que foi destruída pelas suas políticas.
É assim que funciona o esquerdismo. Eles criam os problemas e depois colocam-se a eles mesmos como agentes capazes e de resolver os problemas que eles mesmos criaram.
Omar al-Haddouchi, líder ideológico do movimento jihadista marroquino, publicou uma fatwa afirmando que todos os maometanos deveriam abandonar a França e regressar ao norte de África.Al-Haddouchi afirma que os muçulmanos não possuem motivos válidos para ficar em França, citando a proibição das burqas, as limitações nos chamamentos para as rezas de Sexta-Feira, e o controle mais rigoroso feito sobre os muçulmanos radicais como consequência dos ataques de Toulouse.
Ele disse ainda que os países não-islâmicos são como as casas de banho, onde se entra para fazer o que se tem a fazer, mas depois sai-se
O seu vídeo de 14 minutos circula actualmente nos sites jihadistas.
Al-Haddouchi foi sentenciado a 30 anos de prisão devido às suas ligações com os ataques terroristas a Casablanca (Maio de 2003) mas no ano passado o Mohammed VI revogou a sentença.
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Se os países civilizados são como casas de banho, e uma vez que os maometanos viajam de livre vontade e aos milhões para esses países, o que é que isso faz deles?