MITOS ISLÂMICOS

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sábado, 10 de janeiro de 2015

O ataque terrorista de Paris está de acordo com os ensinamentos de Maomé?

Sempre que ocorre um ataque terrorista levado a cabo por muçulmanos, as vozes de costume levantam-se para 1) desculpar a violência islâmica, 2) usar de relativismo moral, afirmando que os "Cristãos são tão violentos", e 3) afirmar que "a  maioria dos muçulmanos está chocada" com mais um acto jihadista.

Embora a última destas três linhas de argumentação possa estar correcta, ela é irrelevante, e as duas primeiras são claramente falácias lógicas (ou deturpações da realidade). Para se ver isso, basta olhar de forma mais atenta para a forma como o fundador da religião política com o nome de islão (Maomé) agiu quando foi alvo de críticas.

O ASSASSINATO DE ASMA BINT MARWAN

Quando Maomé fugiu de Meca para Medina com o seu grupo de seguidores, ele rapidamente descobriu que a comunidade local não seria mais mais susceptível de acreditar nas suas "revelações" que os habitantes de Meca. Várias pessoas levantaram os seus dedos acusadores ao auto-denominado "profeta de Alá", mostrando descontentamento claro pela forma ele agia no seu novo lar.

Uma das vozes que se levantou contra Maomé foi uma mulher, mãe de cinco crianças, com o nome de Asma bint Marwan. O livro de Ibn Sa`d com o nome de "Kitab al-Tabaqat al-Kabir", traduzido por S. Moinul Haq, (volume 2, páginas 30-31), diz:

Asma' era a esposa de Yazid Ibn Zayd Ibn Hisn al-Khatmi. Ela tinha o costume de falar mal do islão, ofender o profeta e instigar as pessoas contra ele. Ela compôs alguns versos [atacando Maomé].  
Umayr Ibn Adi veio até ela durante a noite, e entrou na sua casa. Os seus filhos encontravam-se a dormir em seu redor e  havia um que se encontrava a mamar no seu peito. "Umayr, que era cego, foi tacteando com a mão, e separou a criança da sua mãe. Depois disto ele inseriu a sua espada no peito dela até que a mesma saiu pelas costas. 
Depois disto ele fez as rezas da manhã com o profeta em Medina. "O apóstolo de Alá [Maomé] disse-lhe: "Mataste a filha de Marwan?" Ele disse: "Sim. Há mais alguma coisa que queres que eu faça?" Ele [Maomé] disse: "Não. Nem duas cabras se irão importar com ela."  
Estas foram as primeiras palavras que foram ouvidas por parte do apóstolo de Alá. Depois disto, Maomé deu a `Umayr a alcunha de 'o visionário'.
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Note-se que Asma bint Marwan não era uma ameaça física para Maomé nem para os maometanos, mas sim uma mulher que colocava em causa a credibilidade do islão. Sem querer defender os actos de Charlie Hebdo (que  criou imensas imagens ofensivas para os Cristãos), as suas imagens tinham como propósito ridicularizar e afectar a credibilidade do islão e do seu "profeta" - exactamente o que Asma bint Marwan fazia com os seus versos.

Isto leva-nos a concluir que os maometanos que levaram a cabo o ataque contra a revista, não "perverteram" o islão, e nem "deturparam os ensinamentos pacíficos" de Maomé, mas agiram em total conformidade com o exemplo do fundador (sunnah). 

Quem alega que os jihadistas "distorceram" o islão, tem que explicar de que forma é que eles "distorceram", visto que o que eles fizeram está em total acordo com a jurisprudência islâmica.

A ler: 
"O terrorismo dos grupos islâmicos está acordo com o exemplo de Maomé?" - http://goo.gl/jW1qN3 

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Homem que atacou polícias era um francês convertido ao islão

O homem que sábado foi morto pela polícia francesa, depois de agredir vários agente com uma faca, era um francês convertido ao islão. Na sua conta de Facebook exibia uma bandeira do Estado Islâmico.

Bertrand Nzohabonayo, de 20 anos, nasceu no Burundi, mas era um cidadão francês que, recentemente, se converteu ao islão, passando a chamar-se Bilal.

O jovem entrou na esquadra de polícia de Joué-lès-Tours, no oeste de França, no sábado, e feriu no rosto um dos polícias que estavam à entrada e depois mais dois, até ser abatido pelos agentes.

«[Bertrand Nzohabonayo] gritou `Alá é grande desde que entrou até ser morto´», disseram as fontes consultadas pela agência France Presse, que afirmaram que o inquérito à investigação passou para as mãos do departamento antiterrorista da Procuradoria francesa.

Atualmente, mais de 1200 franceses ou pessoas que moram em França estão associados a redes jihadistas ligadas à Síria ou ao Iraque, número que duplicou desde o início do ano. 

- Fonte

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Comunidade islâmica de Lisboa atribui texto jihadista a ataque informático

A comunidade islâmica de Lisboa atribuiu este domingo a um ataque informático o texto jihadista apelando à violência, publicado no seu site com a data de quarta-feira.

Numa mensagem publicada no site da comunidade islâmica de Lisboa, pode ler-se que aquela página da Internet foi alvo de um “ataque de hackers com introdução de um texto jihadista apelando à violência”.

“Não conheço ninguém da nossa comunidade ou qualquer muçulmano residente em Portugal que possa ter esse tipo de atitude, parecendo mais uma acção de um agente provocador”, afirma o presidente da direcção da comunidade islâmica, Abdool Vakil, numa mensagem divulgada no referido site.

Abdool Vakil salienta que “o que se está a passar [referindo-se aos actos de violência do autodenominado Estado Islâmico] nada tem a ver com os muçulmanos portugueses e apenas traz uma ideia errada do que de facto é o Islão”.

“Não passa de uma tentativa de provocar reacções contra muçulmanos e de denegrir a imagem da sua religião”, observa. Na mesma mensagem, Abdool Vakil sublinha ainda que os muçulmanos estão “todos bem integrados na sociedade portuguesa” e defendem “uma harmonia e respeito mútuo entre todas as religiões”, promovendo até “frequentes diálogos entre todas elas”.

O dirigente muçulmano recorda ainda que “todos os supostos jihadistas portugueses mencionados nos jornais já viviam fora de Portugal há algum tempo, antes de serem aliciados por esses movimentos”.

A mensagem alegadamente publicada por piratas informáticos no site da comunidade islâmica de Lisboa, e entretanto retirada, dizia que “está na hora de demonstrar ao mundo a força do islamismo e de combater os infiéis”.

“O plano está traçado e preparado. Iremos tomar conta de Portugal e deste povo fraco e levaremos o nosso Islão ao mais elevado patamar do desejo do Senhor!”, podia ler-se no texto datado de quarta-feira, e que esteve disponível até cerca das 19h deste domingo...

PÚBLICO http://bit.ly/1x5X32Q

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Irmandade Muçulmana lança mais "terrorismo de retaliação" contra os Cristãos

Entre outras formas de "terrorismo de retaliação", cerca de 80 igrejas Cristãs foram atacadas imediatamente após a Revolução do dia 30 de Junho, que testemunhou a remoção do presidente Morsi, membro da Irmandade Muçulmana.

E agora que o Egipto sentenciou à morte centenas de apoiantes da Irmandade Muçulmana por terem lançado terror na nação depois da revolução popular, a Irmandade e os seus apoiantes, mais uma vez, estão a retaliar atacando a minoria de Cristãos Coptas e as suas igrejas.

Ontem, Sexta-Feira - o dia em que o maometanos se encontram para as suas rezas  e o dia em que os seus imãs incitam ataques contra as igrejas, para além de outras formas de terrorismo - num subúrbio do Cairo com o nome de  Ain Shams, "protestantes muçulmanos atacaram uma igreja Cristã Ortodoxa Copta. Quatro pessoas foram mortas no ataque à igreja, dedicada à Virgem Maria e ao Arcanjo Miguel. Entre os mortos encontravam-se um jornalista de 25 anos e um congregante Copta Cristão. Quando as forças de segurança Egípcias intervieram, a violência propagou-se pelas zonas circundantes. É bastante comum os radicais muçulmanos ficarem frenéticos sempre que se reúnem para as suas rezas.

Entre outras coisas, os atacantes incendiaram os carros que se encontravam no parque e abriram fogo à igreja. Segundo a testemunha Sameh Merry, uma mulher Copta Cristã  foi “assassinada pelos protestantes muçulmanos quando eles repararam que ela tinha uma pequena cruz a agitar-se no espelho retrovisor do carro. Outras testemunhas alegam que ela foi morta porque estava na posse de armas de fogo. O Bispo Copta Ortodoxo espressou condolências pelas mortes.”

Certamente que é plausível acreditar que esta mulher foi atacada especificamente por ter uma cruz Cristã com ela. Exemplos de casos onde os Cristãos são atacados e vitimizados precisamente por serem Cristãos são muitos e eles ocorrem em todo o mundo islâmico (ver as páginas 84-94 do livro Crucified Again). Exemplos recentes podem ser lidos aqui, aqui e aqui.



domingo, 12 de janeiro de 2014

Muçulmano ataca enteadas com ácido

Homem da província do Punjab atacou as suas duas enteadas com ácido por estas se recusarem a casar com os homens escolhidos por ele.

Muhammad Aslam atirou ácido nas enteadas Malaika, 19 anos, e Javeria, 23 anos, enquanto elas dormiam.

Ambas as vitimas foram levadas para o hospital "Jinnah", em Lahore, onde os médicos descreveram o seu estado como crítico.

A polícia afirmou que Aslam discutia frequentemente com as enteadas. "Ele queria que elas se casassem com os homens que ele havia escolhido".

Alegadamente, Aslam havia já aceite dinheiro por parte dum homem da sua vizinhança depois de prometer casar uma das enteadas com ele. A polícia disse que, "Quando ambas as raparigas se recusaram a casar com o homem, Aslam atirou ácido nelas para lhes ensinar uma lição.

Foi aberto um caso policial contra Aslam e a polícia estão a levar a cabo raids policiais com o propósito de o prender.

sábado, 2 de novembro de 2013

Quem foi Naida Asiyalova?

Segundo o Comité de Investigação Russo, dados preliminares sugerem que uma bombista suicida levou a cabo o ataque no autocarro em Volgograd, Rússia central, matando seis pessoas e ferindo 37.

Um representante do Comité Anti-terrorista declarou que hoje, por volta das 14:05 hora de Moscovo, e dentro dum autocarro em Volgograd, ocorreu uma explosão causada por dispositivos explosivos desconhecidos, originando casualidades.

Quarenta passageiros encontravam-se no autocarro, e pelo menos 8 encontram-se em estado crítico. Um bebé com 20 meses encontra-se junto dos que estão em estado grave.

O Ministro da Saúde da Rússia indicou que a maior parte das vítimas da explosão têm feridas análogas às feridas causadas por minas, o que aconteceu devido ao facto do vidro e dos painés do autocarro terem partido. O Primeiro-Ministro Russo Minister Dmitry Medvedev deu instruções ao Ministério das Emergências e ao Ministério da Saúde para que estes disponibilizassem a ajuda necessária para ajudar as vítimas da explosão.

Foram declarados 3 dias de luto em Volgograd Oblast.

Um jovem chamado Ilya, testemunha do acto de terrorismo e que se encontrava noutro autocarro mas na mesma trajectória, descreveu a cena ao RT:

Inicialmente, vi vários bocados de vidro partido espalhados pela estrada..... Claramente tinha acontecido uma explosão no autocarro uma vez que as suas janelas explodiram para fora, arremessando o vidro para uma distância considerável, mas não havia qualquer indício de fogo.

Havia por lá muitos polícias e muitas pessoas que haviam parado para ajudar, trazendo kits médicos para o local. Havia pessoas dos serviços médicos de emergência a ajudar os feridos, mas eu vi uma mulher que estava sentada dentro do autocarro. Ela estava coberta de sangue mas eu não conseguia saber se ela estava viva ou não. Ela só estava ali sentada, parada.

De acordo com Ilya, muitos estudantes usam este autocarro para casa, uma vez que ele pára na Universidade Estatal de Volgograd, e aparentemente haviam alguns estudantes na cena da explosão. (...) Um familiar de um dos sobreviventes disse à emissora de rádio "Echo of Moscow" que a explosão ocorreu no centro corredor do autocarro. Segundo ele, havia um número considerável de jovens no autocarro quando a explosão ocorreu.

As vítimas reportaram que a parte da frente do veículo ficou fortemente danificado, e que os carros que se encontravam por perto viram as suas janelas partirem-se.

O Comité de Investigação já identificou a mulher que era a bombista suicida: alegadamente ela chamava-se Naida Asiyalova, do Daguestão. As informações preliminares indicam que "a mulher bombista suicida converteu-se recentemente ao islão e era a esposa dum líder militante."


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Naida Asiyalova converteu-se ao islão, casou-se com um perito em explosivos, e depois fez isto:


Se isto tivesse acontecido em Londres, David Cameron teria organizado uma conferência de imprensa para alertar ao mundo que tais ataques em nada estão relacionados aos versos do Alcorão que ordenam os maometanos (e as maometanas) a matar os descrentes. Se o mesmo ataque tivesse ocorrido em New York, Barack Obama teria feito o mesmo que Cameron, ressalvando das "inúmeras contribuições" que o islão fez ao mundo, e que o mesmo ataque não está relacionado com os versos do Alcorão que ordenam a matança de infiéis.

Vamos ver o que o Presidente Vladimir Putin diz, e se ele tem mais coragem que os efeminados líderes ocidentais.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

O terror em nome de Deus abateu se sobre Nairobi

 
Um grupo de homens armados decidiu que tem autoridade para executar a justiça divina. De decidir quem deve viver, se conhecer as preces da sua religião, e quem deve morrer por ser “infiel”.

Os “infiéis” mortos não precisaram de ter qualquer culpa, não precisaram de ter qualquer participação nos actos de que se diziam vingar.  Bastava que não fossem muçulmanos. Nem a inocência das crianças foi poupada. 

O Islão é uma religião da paz, como não se cansam de explicar alguns fiéis, cheios de boas intenções, homens verdadeiramente de paz e amantes da concórdia. 

O Islão é uma religião da paz, mas os seus seguidores não o são todos. E o pior é que não há como distinguir um terrorista. Eles andam camuflados, convivem com as suas vítimas, sorriem, podem ser simpáticos. O pior é que não se pode adivinhar o que lhe vai na alma. O que anda a tramar.

O Islão é uma religião de paz, conceptualmente, mas não é esta a imagem que projecta de si mes mo. Ou porque é intolerante com opiniões que não lhe são favoráveis, ou porque não consegue apartar-se claramente dos crimes cometidos em seu nome. 

Uma coisa é a causa dos povos dos países árabes. A causa da Palestina colhe simpatias de todas as partes do mundo. Outra coisa é a matança tresloucada e insana em nome de um deus que começa a pintar-se de ver melho. O Islão começa a confundir se com o medo. O medo, sabe-se é perigoso. 

Em Angola há cerca de um milhão de muçulmanos, segundo os responsáveis da comunidade.
Uma acção como a de Nairobi, onde militantes islâmicos mataram indiscriminadamente civis num centro comercial, faz já acender algumas luzes. Há preocupação. Desnecessá ria? Não se sabe. Há um ditado que diz que quando a barba do vizinho arde deve-se pôr a nossa de molho. 

É o que se ouve pelas ruas e nas redes sociais. Há já alguma preocupação. 

Se o Islão é uma religião de paz, os seus líderes devem assumir que a religião está em crise. Devem fazer tudo para resolver tal crise, afastan do-se dos matadores, respeitando as outras religiões e os Estados laicos. 

Respeitando outras formas de ver a vida. O Islão não deve permitir que continue a morrer gente por sua causa ou em seu nome. 

O massacre de Nairobi não foi perpetrado e reivindicado por razões políticas. Escolheu-se a dedo quem deveria morrer. Isso é inadmissível, em nome de que deus for. 

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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

A jihad contra os universitários

Terroristas maometanos atacaram uma universidade agrícola pela calada da noite, matando dezenas de estudantes enquanto eles se encontravam a dormir nos seus dormitórios. Para além disso, e num gesto que se torna cada vez mais comum na Nigéria devido à revolta em curso no nordeste do país, os terroristas incendiaram salas de aulas.


Molima Idi Mato, reitor da "Yobe State College of Agriculture" afirmou à Associated Press que o número de mortos pode atingir os 50 estudantes, num ataque que teve início por volta da uma da madrugada. Ele afirmou ainda que não podia ainda dar o número certo de mortos porque as forças de segurança se encontravam ainda a recoler os corpos.

Os outros 1,000 alunos inscritos abandonaram as instalações da universidade que se encontra a cerca de 40 quilómetros a norte dum local escolar onde também ocorreram ataques (perto de Damaturu).

Segundo Mato, não havia forças de segurança dentro da universidade, apesar das garantias do governo. Há cerca de duas semanas atrás, Mohammmed Lamin (comissão estatal para a educação) convocou uma conferência de imprensa apelando a todas as escolas que voltassem a abrir e prometendo protecção por parte de soldados e forças policiais.

A maior parte das escolas desta área fecharam depois de terroristas maometanos terem morto 29 alunos e um professor num ataque que ocorreu no dia 6 de Julho em Mamudo, perto de Damaturu. Segundo se sabe, algumas das vítimas foram queimadas vivas no local.

O nordeste da Nigéria encontra-se num estado de emergência militar devido à revolta levada a cabo pelo grupo terrorista maometano com o nome de Boko Haram. Este grupo é responsável pela morte de pelo menos 1,700 pessoas inocentes desde que anunciaram a sua jihad em favor da criação dum estado islâmico.

"Boko Haram" em português significa algo do tipo "a educação não-islâmica é proibida".


Fonte: http://arabnews.com/news/466176

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Os grupos terroristas muçulmanos são os mesmos covardes de sempre: em vez de enfrentarem exércitos armados e bem preparados, os muçulmanos lançam as suas ofensivas de "guerra" cobardes contra mulheres, crianças e pessoas indefesas. Aparentemente, o seu deus Alá não se sente confiante para enfrentar homens armados.

domingo, 29 de setembro de 2013

O ataque em Nairobi confirma o que já se sabia sobre o islão

Fonte

No passado Sábado, no Quénia, atiradores maometanos lançaram granadas e abriram fogo num centro comercial, matando pelo menos 10 pessoas. Segundo algumas testemunhas, durante o momento em que ocorreu o ataque, decorriam no centro comercial celebrações em torno dum dia para as crianças.

Um hospital local, sobrepujado com o número de feridos que foram trazidos para as sus instalações durante as horas que se seguiram ao ataque, viu-se forçado a desviar alguns dos pacientes para outras instalações.

Elijah Kamau, que se encontrava no centro comercial quando o atentado aconteceu, disse que os terroristas declararam que os não-maometanos seriam atacados.

Os atiradores disseram aos muçulmanos para se levantarem e saírem. Eles estavam a salvo uma vez que só os não-muçulmanos seriam o seu alvo.

Manish Turohit, de 18 anos, disse que viu homens armados com AK-47 e com cintos contendo granadas manuais dentro do centro comercial antes de ter escapado e se ter escondido no parque de estacionamento durante duas horas. Depois de ter sido marchado para fora do centro comercial em fila - com outras 15 pessoas - com as mãos no ar, Turohit afirmou:

Eles entraram e atiraram granadas. Nós começamos a correr e eles abriram fogo. Eles gritavam e disparavam.

Rob Vandijk, que trabalha na embaixada Holandesa, disse que se encontrava a comer dentro do centro comercial quando os atacantes lançaram granadas para dentro do edifício. Ele disse ainda que os tiros tiveram então início e as pessoas começaram a gritar à medida que caíam no chão.

Segundo algumas testemunhas, aparentemente o ataque teve início na área de estar ao ar livre com o nome de Artcaffe (em frente ao centro comercial). Patrick Kuria, empregado no Artcaffe, disse:

Começamos por ouvir tiros no andar inferior e lá fora. Mais tarde, ouvimo-los a entrar cá dentro. Refugiamo-nos. Foi então que vimos dois atiradores usando um turbante preto. Eu vi-os a disparar.

Algumas pessoas foram atingidas quando se encontravam à entrada do centro comercial depois de alguns atiradores se terem dirigido para fora quando tiveram início os confrontos com a polícia. As ambulâncias continuaram a chegar e a abandonar o local, transportando os feridos que gradualmente começaram a emergir de dentro do centro comercial.

Muitos daqueles que iam saindo, traziam consigo pequenas crianças pela mão. Outros choravam. Os guardas do centro usaram carrinhos de compra para transportar as crianças que os terroristas maometanos feriram.




segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Ataques com ácido aumentam à medida que aumenta devoção islâmica

Padre católico que foi atacado com ácido na ilha africana de Zanzibar - naquele que foi o terceiro ataque não provocado em apenas dois meses - continua hospitalizado. O Rev. Joseph Anselmo Mwagambwa afirmou que ele foi atacado na Sexta-Feira à tarde quando saia dum café com acesso a internet em Mlandenge (uma comunidade na cidade de Zanzibar).

Segundo fontes locais, para além do clérigo estar a receber tratamento na cidade de Dar es Salaam, a polícia continua com as suas investigações e até ao momento nenhuma prisão foi feita.

Durante o mês passado, em Zanzibar, duas mulheres britânicas (ambas com 18 anos) caminhavam sem companhia na rua quando ácido foi lançado para as suas caras, peito e mãos; segundo se sabe, o ataque foi levado a cabo por dois homens numa mota.

Katie Gee e Kirstie Trup foram atacadas em Stone Town, o centro histórico da ilha, e, segundo a firma i-to-i Travel, ambas trabalhavam como professoras voluntárias na ilha.  O ataque contra as duas mulheres chega numa altura em que o extremismo islâmico se encontra em crescimento na ilha.

O governo local, para além de considerar regulamentar a aquisição de ácido e de outro material relacionado, avisou que tais ataques podem danificar a indústria turística da ilha.

Noutro incidente ocorrido em Julho, um homem de negócios de origem árabe que havia construído um centro comercial junto a embaixada Americana em Dar es Salaam foi ele também ferido noutro ataque com ácido.


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Em vez das forças governamentais se preocuparem com a regulamentação de ácido, elas deveriam-se preocupar com o aumento do assim-chamado "extremismo islâmico" (que não é extremismo algum, mas sim o islão verdadeiro). 

Se os maometanos começarem a atacar as mulheres com água quente, o governo local provavelmente vai querer regular a venda de esquentadores.

Note-se também o relativismo moral deste governo: o seu problema com os ataques de ácido não é o facto do mesmo deixar pessoas marcadas (literalmente) para o resto das suas vidas, mas sim a forma como isso pode danificar o rendimento local que provém do turismo.

sábado, 1 de junho de 2013

Líder islamista identifica suspeito do ataque de Woolwich como discípulo

O líder da organização islamista Al-Muhajiroun, desmantelada pelo Governo do Reino Unido, confirmou em entrevista ao jornal inglês The Independent que um dos suspeitos do ataque de Woolwich, Michael Adebolajo, foi um dos seus discípulos britânicos.

Omar Bakri Muhammed, o fundador do grupo Al-Muhajiroun, está refugiado no Líbano desde 2005. Ao ver o vídeo do ataque brutal ao fuzileiro Lee Rigby, numa rua do sul de Londres, reconheceu de imediato Michael Adebolajo, que terá ouvido os apelos à decapitação dos inimigos do islão que eram frequentes nos seus sermões. 

Quando se cruzarem com os ocidentais, cortem-lhes o pescoço”, sugeria Omar Bakri Mohammed aos seus seguidores, dizendo-lhes que essa era a obrigação dos jihadistas que lutam em nome da Alá.

Numa entrevista exclusiva por telefone com o diário inglês The Independent, Omar Bakri Muhammed confirmou que foi no seio do grupo Al-Muhajiroun que começou a educação islâmica de Michael Adebolajo, o homem de 28 anos que foi filmado por dezenas de testemunhas a justificar a morte do soldado Lee Rigby, brutalmente assassinado numa rua do sul de Londres.

“Vi a gravação e percebi logo que se tratava de um acto de grande coragem. O que ele fez respeita totalmente o que nos ensina o islão. Não foi uma violência contra civis, foi uma operação contra um militar. No Médio Oriente, [Michael Adebolajo] é um herói pelo que fez”, declarou o islamista. O jornal avisou os seus leitores que as palavras do entrevistado eram "ultrajantes".

“Conheci-o como Michael quando ele começou a aparecer nas nossas reuniões, depois converteu-se e passou a dar pelo nome de Abdullah. Agora vejo que se chamava Mujahid”, apontou Omar Bakri Muhammed.

“Ele era um rapaz curioso e que fazia muitas perguntas sobre a religião. Quando começou a frequentar as nossas reuniões, havia muita raiva por causa da invasão do Iraque e da guerra contra o terror. Não sei se o influenciei ou não, mas alguma coisa aconteceu porque ele era um rapaz pacato”, observou.

Gravações antigas das “palestras” londrinas de Omar Bakri Mohammed, que é natural da Síria, parecem uma descrição passo a passo dos movimentos de Michael Adebolajo na quarta-feira. “No massacre do inimigo, lembrem-se de atingir o pescoço. Usem a espada para decapitar a cabeça do inimigo”, instruiu, aconselhando a “deixar o sangue correr por todo o lado”.

O Governo britânico classificou as actividades do grupo Al-Muhajiroun como extremistas e desmantelou a organização ao abrigo da legislação antiterrorista. Omar Bakri Muhammed abandonou Londres em 2005 e está impedido de voltar a entrar em território britânico. Na entrevista ao The Independent, o líder islamista não faz qualquer referência ao segundo suspeito do ataque de Woolwich, Michael Adebowale, de 22 anos.

Os dois atacantes, que foram alvejados a tiro pela polícia no local do crime, permanecem hospitalizados sob detenção, em estado considerado estável. Um terceiro indivíduo está  sob custódia policial por suspeita de envolvimento na conspiração para a morte do militar. Duas mulheres, detidas na quinta-feira no âmbito da investigação, foram interrogadas e libertadas sem acusação.

Tanto Adebolajo como Adebowale estavam referenciados pelos serviços de informação interna pela sua ligação a grupos radicais islamistas, nomeadamente ao Al-Muhajiroun. Muito provavelmente os seus nomes constavam da lista de indivíduos que “potencialmente” podem representar um risco para a segurança nacional – e que terá cerca de 3000 entradas

“Os serviços não podem vigiar individualmente todos os nomes desta lista, isso seria não só impossível como indesejável”, notou uma fonte do Governo citada pelo The Guardian sob anonimato. Uma vez que os recursos são limitados, agências como o MI5 ou as unidades especiais de contraterrorismo da polícia metropolitana estabelecem prioridades – “Isso não é equivalente a desvalorizar uma potencial ameaça”, observou a mesma fonte.

A avaliação envolve especialistas em ciências do comportamento, que estudam a informação disponível e os perfis dos sujeitos para estabelecer uma separação entre os “simpatizantes da causa” e aqueles que já cruzaram a linha da jihad e estão preparados para atacar.

Poderá ter sido no âmbito desse trabalho que um dos dois suspeitos foi impedido de viajar para a 
Somália, onde alegadamente pretendia juntar-se ao grupo militante al-Shabaab.

Fonte
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quarta-feira, 22 de maio de 2013

Militar decapitado por muçulmanos em ataque terrorista

Um militar terá sido morto à facada por dois homens esta quarta-feira à tarde em Woolwich, na zona sul de Londres. Testemunhas dizem que o homem foi decapitado.

O Governo britânico admite a possibilidade de se tratar de um ataque terrorista, pelo que pediu uma reunião de emergência do gabinete responsável pela gestão de crises, conhecido como Cobra (Cabinet Office Briefing Rooms).

Armas e poças de sangue podem ser vistas ao longo da rua John Wilson, em Woolwich.

Segundo o Ministério da Defesa, o militar morreu após ter sido esfaqueado.

Algumas testemunhas dizem que o homem foi decapitado. De acordo com a BBC, os responsáveis pelo ataque gritavam 'Allahu Akbar' (Deus é Grande, em árabe) enquanto esfaqueavam a vítima.

Um vídeo divulgado pela 'ITV News', mostra um homem a segurar duas facas, com as mãos ensanguentadas, que profere: "Juro pelo Alá-todo-poderoso que nunca iremos parar de lutar contra vocês".

"A única razão que nos levou a matar este homem, é porque muçulmanos morrem diariamente. Este militar britânico é um olho por olho, dente por dente", continuou o suspeito.

"Aqueles tipos estavam doidos. Eram autênticos animais. Arrastaram-no [ao homem morto] do passeio e deixaram o corpo dele no meio da estrada", disse uma testemunha, identificada apenas como James, à rádio LBC.

A mesma testemunha disse que os atacantes – que aparentavam ter ambos cerca de 20 anos, tal como a vítima mortal – balançavam as armas (entre as quais várias armas brancas e uma pistola) e pediam que lhes tirassem fotografias, "como se quisessem aparecer na televisão".

Segundo o canal de televisão Sky News, as testemunhas asseguraram que o terror só terminou quando agentes armados chegaram ao local e, respondendo à resistência dos suspeitos do ataque, dispararam contra os dois homens. Neste momento, os indivíduos encontram-se no hospital com ferimentos de bala.
O comandante policial, Simon Letchford, disse os "dois homens foram alvejados pela polícia. Foram levados para hospitais diferentes em Londres, onde estão a receber tratamento".

Acrescentou ainda que iria haver uma presença policial reforçada na área e apelou aos residentes para que mantivessem a calma.

O primeiro-ministro britânico, David Cameron, que devia pernoitar em Paris após um encontro com o presidente francês François Hollande, antecipou o regresso a Londres.



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As palavras "islão" ou "muçulmano" fazem-se notar pela ausência.

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Evangélico invade delegacia policial gritando "Sola Scriptura!" e esfaqueia policial católico


Na verdade foi um maometano que invadiu uma esquadra policial, gritando "Alá é o maior!" (Allah akbar).

Por volta das 11:50 do dia 7 de Maio um homem invadiu uma delegacia policial localizada em Roussillon. Segundo as testemunhas presentes no local do drama, o homem entrou nas instalações gritando "Alá é o maior" antes de atacar um oficial da polícia que se encontrava na recepção, ferindo-o na zona do pescoço com uma faca. 

Outro polícia que se encontrava por perto disparou a sua arma, ferindo o atacante na coxa. No entanto, uma das balas fez ricochete e feriu o polícia na sua  perna.

As mazelas que se encontram nos três vão de ligeiras até sérias e todos eles foram transferidos para os hospitais da região.

Os oficiais não sabem ainda o que motivou este homem a invadir a delegacia desta forma mas as suas opiniões variam de 1) acto dum extremista islâmico ou 2) loucura. Actualmente, os investigadores encontram-se entretidos a investigar a personalidade do atacante.

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Sempre que um maometano leva a cabo um acto de jihad (claramente com motivações religiosas), os politicamente correctos oficias ocidentais coçam as suas cabeças de modo ostensivo e tentam saber, admirados, o que motivou o ataque (colocando até a possibildade do atacante estar louco). A explicação mais óbvia é demasiado terrível para eles contemplarem.

Uma testemunha afirma ter ouvido o homem dizer algumas coisas em árabe, para além de terem sido encontradas no seu quarto revistas com a frase "A vitória está próxima" escritas nelas. Para esclarecer ainda mais as motivações do homem, ficou-se a saber que ele havia feito recentemente uma peregrinação a Meca. 


segunda-feira, 15 de abril de 2013

Explosões na maratona de Boston fazem pelo menos dois mortos. Polícia deteve suspeito muçulmano

Pelo menos duas pessoas morreram nas explosões que ocorreram hoje à chegada da maratona de Boston, em Copley Square, avança a Fox News. As explosões aconteceram às 15 horas locais com apenas 10 segundo de intervalo e provocaram mais de 100 feridos, 23 em estado grave.  

António Santos, português que é professor no liceu Hudson, em Massachusetts disse ao i que uma das bombas explodiu a dois metros da porta do consulado português em Boston. “O consulado está entre as duas explosões", explicou. 

Uma terceira explosão ocorreu na Biblioteca JFK Library, mas as autoridades dizem que foi causada por uma falha eléctrica, sem ligação às duas explosões iniciais. 

A polícia deteve um suspeito, que está agora num hospital de Boston com ferimentos provocados por estilhaços.

As autoridades vasculham a área em busca de mais engenhos explosivos e as pontes da cidade estão todas encerradas, também as redes de telemóveis estão prestes a ser desligadas. Em Nova Iorque e em Washington D.C. as autoridades estão em alerta máximo.

Algumas testemunhas falam ainda em feridos graves, com membros amputados, e muito sangue no local. Chris Cassidy, um dos atletas, disse que depois de ouvir as explosões continuou a correr enquanto ia ouvindo vários estrondos. Dezasseis portugueses participavam na corrida, dos quais seis terminaram a prova. Entretanto  a maratona foi cancelada e as pessoas foram retiradas do local.

A comitiva portuguesa que acompanhou a atleta Dulce Félix na maratona de Boston estava próxima do local onde aconteceu o incidente, mas nenhum dos elementos foi afectado, disse à Lusa o empresário da desportista.

O Google lançou o "person finder", uma base de dados para ajudar as famílias a encontrar informações sobre as vítimas da explosão.

O incidente ocorreu no momento em que milhares de participantes terminavam a 117ª edicão da maratona, considerada a mais antiga do mundo, disputada desde 1897.

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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Ahmed Abu Jalal assassinado num ataque aéreo

Fonte


"Dize-lhes: Vivo Eu, diz o Senhor JEOVÁ, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho" - Ezequiel 33:11

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

O fim de Ahmed Jabari

Oficiais palestinos de Gaza afirmam que um ataque aéreo de Israel matou o comandante da sua facção militar. 

Ahmed Jabari torna-se assim no mais importante oficial do Hamas a ser morto desde a invasão a Gaza, há 4 anos. Há já muito tempo que Jabari encabeçava a lista israelita dos mais procurados.

Testemunhas afirmam que Jabari viajava no seu veículo em Gaza quando o seu carro explodiu.

Recentemente, os oficiais israelitas afirmaram que estavam a levar em consideração assassinar oficiais do Hamas importantes como resposta aos rockets que têm caído em Israel proveniente de Gaza.


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A tragédia deste incidente não é só a perda duma vida humana, mas o facto de haver muitos outros como Jabari que não aceitam de maneira nenhuma a existência de Israel na sua Terra histórica. 

Caiu um assassino, mas muitos outros estão prontos para continuar com o ódio, o anti-semitismo, a cristofobia e a violência.

Enquanto o mundo não aceitar que Israel tem todo o direito de existir, e que os palestinos não querem viver lado a lado com eles, esta guerra vai-se perpetuar.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

O politicamente correcto e o fundamentalismo islâmico.

The Telegraph, 14 Setembro de 2012 - Fonte

É refrescante ler palavras tão claras e inequívocas no editorial do jornal Telegraph de hoje:

O realidade dos factos é que os fundamentalistas islâmicos são irreconciliáveis. Para eles, os EUA permanecerão como o Grande Satanás.

Isto, claro, foi um comentário ao assassinato do embaixador americano colocado na Líbia.

Pergunto-me se no meio deste horror poderemos ver sinais de esperança? Será que, finalmente, começamos a escapar do mundo delicado onde há muito tempo algumas coisas não poderiam ser ditas? Se calhar existem limites para o politicamente correcto.

Atrevo-me a inalar a esperança de que talvez os sistemas ocidentais não morram por baixo de mil eufemismos. Pensei que tinha detectado sinais de sanidade logo após o 11 de Setembro. Por essa altura, estavamos chocados com a realidade. E estávamos prontos para a guerra. As pessoas esperavam isso mesmo. Havia um silêncio assustador nas ruas de Londres. Havia sinais que confirmaram a seriedade.

Foi então, e no espaço de algumas semanas, e após uma inundação de propaganda dos média a reportar que o 11 de Setembro nada teve a ver com o islão, que a ortodoxia eufemistica e a fatal doença do apaziguamento voltou.

O Ministério da Verdade controlado pelos Guardianistas [referência aos esquerdistas do jornal "The Guardian"] e pela BBC alegraram-se com o que eles qualificaram de "Primavera árabe", como se isto fosse o princípio da democracia por todo o Norte de África e pelo Médio Oriente. Como viémos a aprender com os eventos que se desenrolaram no Egipto, na Síria, no Iémen e no Sinai - e mais recentemente na Líbia - isto sempre foi uma desilusão, uma perversão da realidade perante os factos concretos.

A realidade dos factos é que o fundamentalismo islâmico anti-ocidente, militante e ressurgente, é a maior ameaça à civilização. Isto, obviamente, são más notícias. Mas as boas notícias são as de que finalmente temos permissão para nomear o perigo por aquilo que ele é.

Onde quer, e quando quer, que o fanatismo militante apareça, ele tem que ser resistido, e derrotado. Foi derrotado na Batalha de Tours em 732AD, no cerco de Malta em 1565, na Batalha de Lepanto em 1571, e não foi há muitos séculos que os bárbaros se encontravam às portas de Viena. Sem a nossa resistência, mais cedo ou mais tarde eles encontrar-se-ão lá outra vez.

Mas não acreditem nisto só porque eu o digo. Há não muito tempo atrás, Samuel Taylor Coleridge descreveu a cena como:

A instalação dum monarca temporal sob a pretensão de ser uma autoridade espiritual, o que não não era possível na Cristandade sem a extinção ou colocação num estado de transe o espírito do Cristianismo: isto foi colocado em práctica por Maomé, até ao estabelecimento do nepotismo mais extenso e mais déspota que alguma vez guerreou a civilização e os interesses da humanidade.

Será que aprendo a partir do editorial desta manhã que, finalmente, temos permissão para reconhecer e declarar a verdade? Se sim, então por mais sombria que seja a hora, ainda há espaço para a esperança.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Gritando "Allah akbar!", talibãns atacam autocarro cheio de muçulmanos xiitas


Esta não é a primeira vez que os sunitas atacam um autocarro cheio de peregrinos xiitas. Em Dezembro de 2011 os terroristas muçulmanos do grupo LeJ-SSP (Deobandis indoutrinados pela SaudiJihad Enterprise) mataram mais xiitas.

Vídeo gráfico.



sábado, 23 de junho de 2012

Talibãs invadem hotel em Kabul e matam 20 pessoas

Na passada 5ª-Feira terroristas maometanos afiliados aos talibãs atacaram um popular local de diversão perto de Kabul (Spozhmai Hotel) e envolveram-se numa troca de tiros com as forças de segurança afegãs até o romper da manhã. Este facto demonstra a contínua habilidade do grupo em desafiar as forças de segurança, mesmo na capital do país.

Perto das 23:10, mais de 7 muçulmanos invadiram o restaurante e fizeram reféns os convidados presentes, incluindo crianças. A polícia afegã disse que entre 250 a 300 convidados foram libertos nas primeiras horas do ataque, mas outros 40 só foram libertos na manhã seguinte.

Vários convidados saltaram para o lago, como forma de escapar ao ataque, mas incapazes de nadar, agarraram-se à parede de pedra até que a polícia os salvou pela manhã.

Pelo menos 20 pessoas morreram nos confrontos.

Os talibãs reivindicaram responsabilidade pelo ataque, alegando que os oficiais do governo e os estrangeiros bebiam álcool com frequência no hotel.

Zabiullah Mujahid, porta-voz dos talibã, disse:

Os mujahideen [cobardes maometanos que atacam pessoas indefesas e desarmadas, inclusive crianças, para a glória de Alá, o deus árabe] entraram num pequeno hotel e atacaram o hotel vizinho que era usado pelos estrangeiros para diversão ilícita e para festas. Era um hotel especial para os oficiais do governo afegão e para os estrangeiros.

* * * * * * *

Quem já conhece a retórica maometana sabe que a alegação em torno da "diversão ilícita" é uma forma de dar ao ataque terrorista um carácter piedoso e nobre. A verdade dos factos é que este ataque foi levado a cabo onde foi apenas e só porque se encontravam presentes pessoas afiliadas ao governo - e estrangeiros.

Sem dúvida que há muitos sítios em Kabul onde acontecem "diversões ilícitas" e "festas". Porque é que os talibãs não se focam nesses sítios?

Uma vez que os países muçulmanos são dos maiores consumidores de pornografia no mundo actual, todas as vezes que terroristas maometanos tentarem associar o seu ataque a instintos nobres e puros, podemos ter a certeza que as suas palavras não são dirigidas aos não-muçulmanos mas sim aos muçulmanos; eles estão-se a justificar perante os seus.

O islão é uma teoria política e como tal, os seus ataques são motivados pelo expansionismo da sua ideologia.

A moralidade que normalmente é associada aos seus ataques (por aqueles que os levam a cabo) é meramente uma manobra de diversão que visa "atirar areia" para os olhos de quem os analisa. A verdade dos factos é que, directa ou indirectamente, todos os ataques islâmicos têm em vista o mesmo fim: avanço da área de influência política do islão.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Maometano esfaqueia dois polícias no metro de Bruxelas

Islamita esfaqueou dois polícias na 6-Feira passada numa estação de metro de Bruxelas numa vizinhança que havia assistido há alguns dias confrontos.

As duas vítimas, um homem e uma mulher que foram atacados durante uma vistoria de rotina, não sofreram ferimentos graves. O atacante foi rapidamente subjugado e, após uma busca, verificou-se que tinha consigo documentos relacionados com a Shariah4Belgium, um grupo muçulmanos activo na Bélgica.

Para além de estar relacionado com grupos supremacistas islâmicos, o atacante confessou ter atacado a polícia "devido à atitude da Bélgica para com os muçulmanos".

Na semana anterior confrontos haviam sido gerados entre as forças policias e grupos muçulmanos depois duma muçulmana com véu ter sido presa.

Fonte

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Se as religiões são essencialmente iguais, porque é que nunca ouvimos falar de ataques Cristãos motivados pelo tratamento que eles sofrem no Egipto, ou de ataques Bahais motivados pela forma como eles são tratados no Irão? Porque é que nunca ouvimos falar de ataques bombistas hindus em países islâmicos devido à forma como eles são tratados no Paquistão?

Enquanto as pessoas (ocidentais) não se aperceberem que o islão é uma ideologia política totalitária - ao nível do nacional-socialismo e do comunismo - que usa a aparência religiosa para o seu avanço, incidentes como o de cima nunca vão ser entendidos.

O próprio nome de grupo a que ele alegadamente faz parte demonstra a natureza totalitária da ideologia: Shariah4Belgium. Ou seja, não são os muçulmanos que têm que se adaptar à Bélgica, mas sim a Bélgica que tem que se submeter politicamente à shariah - a mesma lei que tanto "sucesso" tem causado no médio oriente.

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