MITOS ISLÂMICOS

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segunda-feira, 28 de abril de 2014

Portugueses combatem na facção mais violenta da Al-Qaeda

No nordeste de Londres, em Leyton, as ruas tresandam a fritos das minúsculas casas de kebab onde a gordura das pita-shoarmas se cola às paredes e ao chão. Os videoclubes só alugam filmes de ‘Bollywood’, as lojas de vestidos árabes têm escrito na montra que os perfumes são “100% livres de álcool” e nos cabeleireiros há fotos com os 42 tipos de corte de cabelo que são “a última moda afro”. 

Há lavandarias polacas, frutarias caribenhas, tabacarias romenas e restaurantes portugueses. O bairro, um dos mais multiétnicos e pobres da cidade, fica nas traseiras da Londres que vem nos postais turísticos.

As estatísticas oficiais dão algumas pistas sobre esta zona, que ganhou um novo fôlego em 2012 ao acolher os atletas olímpicos e paraolímpicos no Parque Olímpico Rainha Isabel. Residem aqui mais de 40 mil pessoas. Entre 61% a 69% pertencem a uma minoria étnica, um rácio muito superior ao da Grande Londres. Entre os grupos de imigrantes predominam os russos, marroquinos, argelinos, ganeses, nigerianos, jamaicanos ou irlandeses.


Mas há também muitos portugueses, italianos, polacos ou bósnios. O caldo de culturas nem sempre é pacífico. A extrema-direita aproveita os altos índices de criminalidade para ali fazer campanha de contornos xenófobos. A pobreza é espelhada por um outro dado: o Governo estima que cerca de um terço das crianças de Leyton e arredores vivam na pobreza.

Os cerca de dez portugueses monitorizados pelos serviços secretos portugueses e ingleses – suspeitos de pertencer ao exército jihadista Kataib al Muhajireen, aliado do poderoso Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL) – vivem nestas ruas. Alguns deles já não se encontram em Londres e neste momento combatem no norte da Síria ao lado de centenas de guerrilheiros ocidentais. A mesquita local, situada na rua principal, é investigada há alguns anos pelas secretas inglesas.

Alguns documentários e reportagens da comunicação social britânica dão conta de donativos suspeitos para a Síria e de extremismo religioso. Lá dentro, ninguém se recorda de ali passarem fiéis de nacionalidade portuguesa. Entre a comunidade portuguesa muçulmana a residir na Grande Londres o assunto é considerado tabu.

Um responsável, que pediu para não ser identificado, garante que os casos foram “já identificados” e que os “elementos mais radicais têm sofrido pressões para se afastarem”.

Apesar de a chamada ‘working class’ (classe trabalhadora) ser a que mais ordena em Leyton, tem havido sinais de alguma mudança na fisionomia destes bairros. Os artigos de lazer das edições dominicais da imprensa inglesa fazem eco de uma nova tendência social: jovens profissionais e com estudos superiores, bem como artistas em rápida ascensão, estão a mudar-se para aquela zona da cidade.

Sem dinheiro suficiente para poder pagar as rendas (escandalosamente) altas das casas situadas no centro de Londres, acabaram por se render aos apartamentos (um pouco) mais espaçosos e (muito) mais baratos, sejam os lofts modernos da Brisbane Road ou as casas vitorianas que dominam a paisagem urbana. Outro dado oficial: mais de metade dos habitantes de Leyton tem menos de 30 anos, de acordo com os últimos censos.

Os acessos rápidos, via underground (metro), overground (comboio), carro ou autocarro (pela movimentada A12), também têm contribuído para atrair mais gente para Leyton. A linha de metro que passa pelo subsolo (Central Line) tem ligação direta com Oxford Circus, Liverpool Street ou Notting Hill. Em pouco mais de trinta minutos qualquer um pode ir ver o Big Ben. Mas há também atrações turísticas em Leyton.

O Mercado de Spitalfieds é um dos mais importantes da área da horticultura, frutos exóticos e vegetais. E não faltam pubs de renome, como o King William IV, situado na High Road, ou o mais recente Leyton Technical pub.

A falta de espaços verdes é ainda um dos argumentos de peso contra Leyton e arredores. Apesar do esforço feito em 2012, para tornar toda a zona mais aprazível para os Jogos Olímpicos, o contraste – neste campeonato dos parques, lagos e outras zonas de lazer – com o centro da cidade não podia ser maior.

Ao caminhar pelas ruas principais e secundárias há uma sucessão, que chega a ser por vezes monótona, de casas e prédios, sem grande preocupação estética. Leyton não é assim tão diferente de Stratford, que por sua vez tem semelhanças gritantes com Walthamstow (todas elas zonas vizinhas do nordeste).

A mística que a cidade de Londres transmite a milhões de visitantes dificilmente passará por estas zonas, embora possa haver quem encontre por aqui alguns encantos escondidos. Os maiores estão mesmo à vista: o sobe e desce de pessoas provenientes de todos os continentes que tentam a sorte numa das mais importantes metrópoles do mundo.

Expresso

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Jihadistas "Ingleses" e a Síria

Figura de relevo do MI5 revelou que os serviços secretos ingleses já impediram 34 ataques terroristas desde 7 de Julho de 2005, dia em que maometanos levaram a cabo o terrível ataque em Londres.

Numa aparência conjunta sem precedentes perante o "Intelligence and Security Committee" do Parlamento, os líderes do MI5 e do MI6  responderam a perguntas feitas em público.

O comité ficou a saber que a Síria tornou-se num refúgio para os jihadistas desde que a guerra civil teve início, e que, consequentemente, centenas de cidadãos Britânicos já viajaram para esse país.

O chefe do MI5 Andrew Parker disse que existiam milhares de pessoas a viver na Grã-Bretanha actualmente que apoiam a al-Qaida, e o chefe do MI6 Sir John Sawers avisou que a ameaça dum ataque terrorista contra a Grã-Bretanha está a aumentar.


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Impressionante como nunca ouvimos os serviços secretos de algum país Europeu a falar da "ameaça" que os Hindus são, ou a "ameaça" que os Budistas são para a segurança europeia. São sempre os aderentes da mesma fé religiosa-política que parecem ser o grande problema.

domingo, 28 de julho de 2013

Os taxistas islâmicos

Um juiz britânico emitiu um alarmante aviso afirmando que já não é seguro as pessoas esperarem viajar com tranquilidade dentro dum táxi. 

Enquanto prendia um requerente de asilo por 8 anos por este ter abusado sexualmente duma secretária, Michael Sayers, QC, afirmou que aqueles que mandam vir um táxi não têm forma de saber a descendência do taxista. Sayers apelou ao licenciamento compulsório de todos os taxistas depois da polícia ter investigado a empresa onde o violador trabalhava e ter descoberto que nenhum dos taxistas se encontrava legalmente empregado. 

O juiz afirmou:

Parece que ninguém pode viajar num destes mini-táxis com qualquer tipo de segurança ou traquilidade, tal como demonstrado pelos factos deste caso.

Números trazidos ao público pela polícia inglesa revelaram que 214 mulheres foram sexualmente abusadas na capital londrina durante o ano passado (e 54 foram violadas) após terem entrado num dos mini-táxis ilegais.

Razaq Assadullah, de 31 anos, e que trabalhava para a Speedline Cars em Stratford, Este de Londres, era um requerente de asilo que chegou à Grã-Bretanha (proveniente do Afeganistão) no ano 2000. Em Dezembro último (2012) ele foi condenado por ter violado uma secretária de 28 anos, e há alguns dias atrás foi sentenciado.

Em referência às origens étnicas e religiosas do violador, o juiz disse-lhe:

Certamente que você está ciente da gravidade do crime da violação uma vez que ela seria motivo para a execução por  apedrejamento.

No mês de Julho de 2012, a mulher entrou no táxi depois duma saída nocturna num bar em Stratford. Depois de ter deixado a sua melhor amiga, Assadullah estacionou o carro, desligou o motor e atacou a mulher no banco de trás. Ele só parou quando foi perturbado por dois ciclistas. 

Durante a audiência ficou-se a saber que Assadullah, de Plaistow, Este de Londres, fingiu ser um taxista depois de ter comprado uma falsa licença de condução por £200 e após ter usado um nome falso. Investigações policiais não só revelaram que ele conduzia sem seguro, como revelaram que os 32 taxistas da firma onde o violador trabalhava se encontravam a trabalhar ilegalmente - quer seja através do seu estatuto de imigrante, quer seja através do facto de estarem a trabalhar ao mesmo tempo que recebiam benefícios estatais.


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Ninguém parece interessado em averiguar o porquê dos maometanos estarem disproporcionalmente representados nos casos de abuso sexual. 
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sábado, 1 de junho de 2013

Líder islamista identifica suspeito do ataque de Woolwich como discípulo

O líder da organização islamista Al-Muhajiroun, desmantelada pelo Governo do Reino Unido, confirmou em entrevista ao jornal inglês The Independent que um dos suspeitos do ataque de Woolwich, Michael Adebolajo, foi um dos seus discípulos britânicos.

Omar Bakri Muhammed, o fundador do grupo Al-Muhajiroun, está refugiado no Líbano desde 2005. Ao ver o vídeo do ataque brutal ao fuzileiro Lee Rigby, numa rua do sul de Londres, reconheceu de imediato Michael Adebolajo, que terá ouvido os apelos à decapitação dos inimigos do islão que eram frequentes nos seus sermões. 

Quando se cruzarem com os ocidentais, cortem-lhes o pescoço”, sugeria Omar Bakri Mohammed aos seus seguidores, dizendo-lhes que essa era a obrigação dos jihadistas que lutam em nome da Alá.

Numa entrevista exclusiva por telefone com o diário inglês The Independent, Omar Bakri Muhammed confirmou que foi no seio do grupo Al-Muhajiroun que começou a educação islâmica de Michael Adebolajo, o homem de 28 anos que foi filmado por dezenas de testemunhas a justificar a morte do soldado Lee Rigby, brutalmente assassinado numa rua do sul de Londres.

“Vi a gravação e percebi logo que se tratava de um acto de grande coragem. O que ele fez respeita totalmente o que nos ensina o islão. Não foi uma violência contra civis, foi uma operação contra um militar. No Médio Oriente, [Michael Adebolajo] é um herói pelo que fez”, declarou o islamista. O jornal avisou os seus leitores que as palavras do entrevistado eram "ultrajantes".

“Conheci-o como Michael quando ele começou a aparecer nas nossas reuniões, depois converteu-se e passou a dar pelo nome de Abdullah. Agora vejo que se chamava Mujahid”, apontou Omar Bakri Muhammed.

“Ele era um rapaz curioso e que fazia muitas perguntas sobre a religião. Quando começou a frequentar as nossas reuniões, havia muita raiva por causa da invasão do Iraque e da guerra contra o terror. Não sei se o influenciei ou não, mas alguma coisa aconteceu porque ele era um rapaz pacato”, observou.

Gravações antigas das “palestras” londrinas de Omar Bakri Mohammed, que é natural da Síria, parecem uma descrição passo a passo dos movimentos de Michael Adebolajo na quarta-feira. “No massacre do inimigo, lembrem-se de atingir o pescoço. Usem a espada para decapitar a cabeça do inimigo”, instruiu, aconselhando a “deixar o sangue correr por todo o lado”.

O Governo britânico classificou as actividades do grupo Al-Muhajiroun como extremistas e desmantelou a organização ao abrigo da legislação antiterrorista. Omar Bakri Muhammed abandonou Londres em 2005 e está impedido de voltar a entrar em território britânico. Na entrevista ao The Independent, o líder islamista não faz qualquer referência ao segundo suspeito do ataque de Woolwich, Michael Adebowale, de 22 anos.

Os dois atacantes, que foram alvejados a tiro pela polícia no local do crime, permanecem hospitalizados sob detenção, em estado considerado estável. Um terceiro indivíduo está  sob custódia policial por suspeita de envolvimento na conspiração para a morte do militar. Duas mulheres, detidas na quinta-feira no âmbito da investigação, foram interrogadas e libertadas sem acusação.

Tanto Adebolajo como Adebowale estavam referenciados pelos serviços de informação interna pela sua ligação a grupos radicais islamistas, nomeadamente ao Al-Muhajiroun. Muito provavelmente os seus nomes constavam da lista de indivíduos que “potencialmente” podem representar um risco para a segurança nacional – e que terá cerca de 3000 entradas

“Os serviços não podem vigiar individualmente todos os nomes desta lista, isso seria não só impossível como indesejável”, notou uma fonte do Governo citada pelo The Guardian sob anonimato. Uma vez que os recursos são limitados, agências como o MI5 ou as unidades especiais de contraterrorismo da polícia metropolitana estabelecem prioridades – “Isso não é equivalente a desvalorizar uma potencial ameaça”, observou a mesma fonte.

A avaliação envolve especialistas em ciências do comportamento, que estudam a informação disponível e os perfis dos sujeitos para estabelecer uma separação entre os “simpatizantes da causa” e aqueles que já cruzaram a linha da jihad e estão preparados para atacar.

Poderá ter sido no âmbito desse trabalho que um dos dois suspeitos foi impedido de viajar para a 
Somália, onde alegadamente pretendia juntar-se ao grupo militante al-Shabaab.

Fonte
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quarta-feira, 22 de maio de 2013

Militar decapitado por muçulmanos em ataque terrorista

Um militar terá sido morto à facada por dois homens esta quarta-feira à tarde em Woolwich, na zona sul de Londres. Testemunhas dizem que o homem foi decapitado.

O Governo britânico admite a possibilidade de se tratar de um ataque terrorista, pelo que pediu uma reunião de emergência do gabinete responsável pela gestão de crises, conhecido como Cobra (Cabinet Office Briefing Rooms).

Armas e poças de sangue podem ser vistas ao longo da rua John Wilson, em Woolwich.

Segundo o Ministério da Defesa, o militar morreu após ter sido esfaqueado.

Algumas testemunhas dizem que o homem foi decapitado. De acordo com a BBC, os responsáveis pelo ataque gritavam 'Allahu Akbar' (Deus é Grande, em árabe) enquanto esfaqueavam a vítima.

Um vídeo divulgado pela 'ITV News', mostra um homem a segurar duas facas, com as mãos ensanguentadas, que profere: "Juro pelo Alá-todo-poderoso que nunca iremos parar de lutar contra vocês".

"A única razão que nos levou a matar este homem, é porque muçulmanos morrem diariamente. Este militar britânico é um olho por olho, dente por dente", continuou o suspeito.

"Aqueles tipos estavam doidos. Eram autênticos animais. Arrastaram-no [ao homem morto] do passeio e deixaram o corpo dele no meio da estrada", disse uma testemunha, identificada apenas como James, à rádio LBC.

A mesma testemunha disse que os atacantes – que aparentavam ter ambos cerca de 20 anos, tal como a vítima mortal – balançavam as armas (entre as quais várias armas brancas e uma pistola) e pediam que lhes tirassem fotografias, "como se quisessem aparecer na televisão".

Segundo o canal de televisão Sky News, as testemunhas asseguraram que o terror só terminou quando agentes armados chegaram ao local e, respondendo à resistência dos suspeitos do ataque, dispararam contra os dois homens. Neste momento, os indivíduos encontram-se no hospital com ferimentos de bala.
O comandante policial, Simon Letchford, disse os "dois homens foram alvejados pela polícia. Foram levados para hospitais diferentes em Londres, onde estão a receber tratamento".

Acrescentou ainda que iria haver uma presença policial reforçada na área e apelou aos residentes para que mantivessem a calma.

O primeiro-ministro britânico, David Cameron, que devia pernoitar em Paris após um encontro com o presidente francês François Hollande, antecipou o regresso a Londres.



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As palavras "islão" ou "muçulmano" fazem-se notar pela ausência.

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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Muçulmanos tentam usar a violência em Londres para avançar com a sua ideologia


O fórum terrorista "Ansar Al Mujahedeen" está a apelar aos membros que usem as redes sociais para dessiminar slogans anti-britânicos. Os jihadistas, tentando capitalizar a partir dos distúrbios recentes, estão a inundar a internet com mensagens incentivando à violência.

Um muçulmano disse que os tumultos podem ser úteis para a causa jihadisra - sugerindo que a Grã-Bretanha poderia retirar as suas tropas do Afeganistão e enviá-las como forma de conter a violência.


Mais um exemplo que comprova que os muçulmanos são muçulmanos primeiro, e britânicos depois. Para eles, a sua primeira aliança é com a sua fé arábica e depois com a civilização ocidental.

O problema não é que uma pessoa esteja errada em não violar os seus princípios morais devido a pressões externas. O problema é, sim, que o código moral islâmico está em contradição com a superior civilização Judaico-Cristã. Deste modo, deixar que um grande número de pessoas com um código legal contraditório ganhe influência no ocidente vai ficar na História como um dos maiores erros que a esquerda ocidental cometeu (para além dos outros todos).

quinta-feira, 1 de janeiro de 1970

Muçulmanos obedecem a Maomé e espalham a morte e a violência pelo mundo inteiro

"E de quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois, aos fiéis!
Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!" - Alcorão 8:12


Modificado a partir do original de Bill Muehlenberg

Passou-se mais uma semana, e estamos actualmente na posse de mais histórias relativas à religião pacífica. Independentemente da parte do globo onde nos encontremos, temos muito mais notícias perturbadoras de actos levados a cabo em nome do islão e por parte de muçulmanos devotos. Embora muitos maometanos nominais sejam supostamente incapazes de aprovar este tipo de coisas, ou de as executarem eles mesmos, a triste realidade é que aqueles que são firmes crentes nos preceitos do islão estão a fazer estas coisas diariamente durante o ano inteiro, causando tormentos, mortes e destruições incontáveis.

Reportar estas inúmeras actividades não faz de mim um racista (o islão não é uma raça), nem uma pessoa intolerante (de que forma é que reportar factos é "intolerância"?), nem um causador de problemas (de que forma é que alertar as pessoas para um perigo eminente faz com que a pessoa que faz o alerta seja uma "causadora de problemas"?). Existem histórias que pura e simplesmente têm que ser contadas.

Os média tendem a fugir de todos estes assuntos, ou se não fogem, tratam de não fazer a ligação entre os actos levados a cabo por muçulmanos com os preceitos islâmicos que os motivam, ou garantem-nos que estes mesmos actos de maneira alguma estão relacionados com o islão (embora os seus practicantes sejam capazes de apontar para os versos do Alcorão e para os exemplos de Maomé que fundamentam os seus actos violentos).

É preferível lidar com a realidade, deixando de lado o politicamente correcto e a dhimmitude. Devido isto, deixem-me reportar mais cinco vinhetas dos últimos dias, todas elas girando em torno do maravilhoso mundo do islão. Todos estes exemplos falam por si, e como tal, não é preciso mais comentários da minha parte.

A primeira história chega-nos de New York:
As autoridades policiais reportaram na Terça-Feira que um homem de Manhattan foi acusado de circuncidar a sua  muito-mais-nova esposa depois dela se ter recusado a ter relações sexuais com ele. Moussa Diarra, de 48 anos, queria ter sexo anal com a sua esposa de 24 anos, mas quando a vítima se recusou,e segundo afirmou a polícia, ele forçou-se sobre ela. Depois de ele a ter sodomizado, afirmou a vítima, por volta das 9 horas da noite do dia 14 de Setembro ele levou a cabo a horrível circuncisão. Segundo a polícia, a vítima reportou a agressão uma semana mais tarde. 
Diarra, que é originalmente de África, onde a circuncisão era comum, foi preso no dia 23 de Setembro. Segundo os registos legais, seis dias mais tarde ele foi indiciado por júri, sendo acusado de acto sexual forçado, abuso sexual agravado por compulsão, tentativa de agressão com a intenção de desfigurar ou desmembrar, e agressão com o propósito de causar ferimentos físicos com uma arma. Ele está retido no Manhattan Detention Center com uma fiança de 20 mil dólares (...). Está agendado ele aparecer no tribunal no dia 27 de Outubro.
A Inglaterra é palco da minha segunda histórica arrepiante:
Estudante de medicina suspeito de conspirar com o Estado Islâmico anunciou que "Sinto o cheiro de guerra" horas antes de ter sido preso. Tarik Hassane, de 21 anos, conhecido como "O cirurgião", estava a ser questionado durante a noite passada devido a alegações de que ele planeava trazer o terror para as estradas da Grã-Bretanha. Ele foi imobilizado com um Taser por parte de polícias armados que entraram de rompante no apartamento dum familiar onde ele se encontrava a dormir depois de ter voado para dentro do país. 
Este muçulmano devoto, que estudava no Sudão, é suspeito de viajar para a Síria e conspirar com o brutal grupo terrorista. Três dos seus amigos, todos com 20 ou com 21 anos, estavam também detidos pelos oficias de anti-terrorismo da Scotland Yard. Segundo o MET, os magistrados conferiram três dias adicionais aos polícias de modo a que eles possam questionar quatro homens suspeitos de planearem um ataque terrorista no Reino Unido. 
Um deles, Gusai Abuzeid, de 21 anos e estudante na Greenwich School of Management e funcionário da Primark em regime de part-time, foi preso em casa (em Central London). O seu irmão disse que ele [Gusai Abuzeid) não era religioso e que ele nunca poderia estar envolvido numa conspiração terrorista. 
Uma das linhas de investigação defende que os homens planeavam uma decapitação como forma de emular o assassino Jihadi John. Hassane foi preso na Terça-Feira em Princess Alice Estate, Londres Ocidental, onde dois dos bombistas do dia 21 de Julho haviam sido encontrados há 9 anos atrás. Polícias armados revistaram os apartamentos onde a sua tia e o seu tio vivem. Uma das testemunhas ouviu "três tiros" antes dele ter sido arrastado para fora. Ela disse: 
"A sua cara estava beligerante, zangada, de maneira alguma com remorso, e com um completo olhar de ódio" Horas antes, o suspeito tweetou que ele havia voado para o país, adicionando ‘Boas, rapazes . . . Sinto o cheiro de guerra’. Ele tem estado na University of Medical Sciences and Technology em Cartum desde Setembro de 2013. 
Os serviços de segurança acreditam que ele viajou até à Síria para se encontrar com os militantes de linha-dura locais.
E consideremos esta história que nos fala da forma como as mulheres muçulmanos Africanas são tratadas:
Oficias Sauditas deportaram 241 mulheres Nigerianas da peregrinação anual hajj e estão a ameaçar enviar de volta outras centenas de quem se diz que estão a viajar sem um acompanhante masculino, causando uma disputa diplomática entre os dois países. Os oficiais Nigerianos responsáveis por organizar a hajj disseram que três aviões foram retornados de volta, provenientes da cidade Saudita de Medina, enquanto que mais 1,000 mulheres se encontravam retidas em centros de detenção em Meca (algumas já há cinco dias). 
Segundo a Lei Saudita, as mulheres são menores que precisam de permissão dum parente masculino para trabalhar, deixar o país ou, em alguns casos, receber tratamento médico. O embaixador Nigeriano na Arábia Saudita, Abubakar Shehu Bunu, disse que os Nigerianos poderiam levar a cabo os rituais desde que se fizessem acompanhar por oficiais locais mal eles aterrassem na Arábia Saudita. Bunu deu entrada a uma queixa formal junto das autoridades Sauditas. 
Muitas das mulheres que foram enviadas de volta chegaram banhadas de lágrimas, algumas com os bebés amarrados nas suas costas. "Estamos tão tristes. Usei as minhas últimas poupanças, para completar o que o meu primo me tinha disponibilizado, como forma de pagar por um assento para a hajj, apenas e só para sermos tratadas como infiéis e não como companheiras muçulmanos," disse Halima Muhammad, que passou dias no centro de detenção. 
Falando desde Katsina por telefone, ela acrescentou, "Mal chegamos ao aeroporto, fomos presas e levadas para instalações que não são dignas para seres humanos. Ninguém nos ofereceu nada, e nós só tínhamos água e formos forçadas a dormir no chão".  
Outras disseram que passaram horas em aviões escurecidos e que foram enviadas para trás sem chegarem a desembarcar. Muitos Africanos poupam durante anos de modo a que possam pagar os £3,000 necessários para a peregrinação.
A Austrália não está imune a todas estas coisas:
Um líder islâmico da linha-dura pertencente a um grupo que milita por um califado islâmico afirmou que os muçulmanos se deveriam sacrificar para o materializar. "Somos de opinião que este mundo merece uma nova ordem mundial," afirmou Ismail Al-Wahwah num evento organizado pelo controverso grupo Hizb ut-Tahrir
Mais de 200 pessoas fizeram-se presentes durante a palestra que decorreu em Lakemba (Sidney) na passada Sexta-Feira, onde Al-Wahwah, sheik de  Bankstown, atacou o envolvimento Australiano na campanha liderada pelos Estados Unidos no Iraque e na Sìria, que tem como objectivo lutar contra os extremistas do EIIL.
E finalmente, notícias dos Estados Unidos:
Dick Costolo, CEO do Twitter, alegou que ele e a sua equipa receberam ameaças de morte por parte do EIIL. O grupo jihadista militante (também conhecido como Estado Islâmico) estava a usar este canal das redes sociais para partilhar as suas notícias, e devido a isso, as suas contas foram fechadas. 
"Depois de termos começado a suspender as suas contas, algumas pessoas afiliadas à essa organização usaram o Twitter para declarar que os empregados do Twitter, bem como a sua gerência, deveriam ser assassinados," afirmou Costolo. "Obviamente que isso é uma coisa chocante com a qual lidar e eu passei um bom bocado a falar com a empresa sobre isso." 
Falando para o Vanity Fair New Establishment Summit, Costolo discutiu a dificuldade de se balancear a liberdade de expressão com a propagação de conteúdo negativo e malévolo.
Isto é apenas uma amostra das muitas coisas que são semanalmente feitas por muçulmanos devotos um pouco por todo o mundo. Havia muitas outras histórias para contar. Se a isto adicionarmos as centenas de histórias que já se encontram documentadas neste site, ficaremos com a impressão de que há algo de errado com a ideologia política conhecida como "islão". E quem pensar assim, estará correcto.

* * * * * * *

Será que os jihadistas e os supremacistas estão correctos na sua interpretação da "teologia" islâmica? Ou será que os moderados é que têm a ortodoxia do seu lado? Para se averiguar isto, basta ir às fontes islâmicas, nomeadamente, o Alcorão:

9.29 . Combatei aqueles que não crêem em Alá e no Dia do Juízo Final, nem abstêm do que Deus e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro, até que, submissos, paguem o Jizya.

9.73 . Ó Profeta, combate os incrédulos e os hipócritas, e sê implacável para com eles! O inferno será sua morada. Que funesto destino!

9.123 . "Ó fiéis, combatei os vossos vizinhos incrédulos para que sintam severidade em vós; e sabei que Alá está com os tementes."

8.12 . "E de quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois, aos fiéis! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!"

47.4 . "E quando vos enfrentardes com os incrédulos, (em batalha), golpeai-lhes os pescoços, até que os tenhais dominado, e tomai (os sobreviventes) como prisioneiros.

5.33 . O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo.
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