MITOS ISLÂMICOS

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segunda-feira, 20 de abril de 2015

Terrorismo islâmico na Austrália...outra vez.

Por Bill Muehlenberg

Está a passar a ser uma rotina, agora, tal como ne Inglaterra e em muitas partes da Europa: mais um ataque planeado pela religião pacífica; mais um grupo de repostas dhimmi; e mais cabeças enterradas na areia. Desta vez foi mais um incidente assustador em Melbourne. Por esta altura, todos os Australianos já têm que estar cientes do macabro ataque terrorista e sanguinário planeado para um dia especial: Dia Anzac day. Uma agência noticiosa reporta a história desta forma:

A polícia contra-terrorista alegou que dois dos cinco homens que eles prenderam numa operação  no Sábado de manhã, planeavam um ataque inspirado pelo Estado Islâmico nas cerimónias do Dia Anzac. Sevdet Besim, de 18 anos e de Hallam, foi acusado de conspirar para cometer um acto terrorista e apareceu no Melbourne Magistrates Court. Ele não pediu fiança e permanecerá em custódia até à próxima Sexta-Feira. No entanto, os advogados de defesa disseram que Besim irá, mais tarde, pedir fiança.

Um segundo homem. de 18 anos e proveniente de Hampton Park, foi também preso devido a ofensas relacionadas com o terrorismo durante esta manhã, e durante uma importante operação anti-terrorismo. Um terceiro homem foi também preso devido a infracções legais relacionadas com armas, e dois outros homens estavam em custódia a ajudar a polícia com as suas averiguações depois de terem sido emitidas 7 ordens de vistoria. Três dos cinco homens aprisionados foram feridos durante a operação.

Embora algumas fontes noticiosas foram fortemente pressionadas para minimizar a óbvia ligação islâmica, nós ainda temos líderes e políticos completamente ignorantes ou a agirem como dhimmis e a mentirem descaradamente em relação a isto. Tomemos como exemplo as idióticas e totalmente inúteis declarações do Premier Victoriano, Daniel Andrews:

Estas pessoas que foram presas hoje não são pessoas de fé, não representam cultura alguma em particular. Isto não é um assunto relativo à forma como rezam ou onde nasceram - isto não é nada disso. Isto é maligno, nada mais.

Como assim, isto não está relacionado com a fé? Como assim isto não faz parte de cultura alguma? Como assim isto não tem nada a ver com a forma como rezam? (...) Um aviso para o Andrews: é precisamente devido a pessoas sem coragem e apaziguadores como tu que estamos a ter este tipo de problemas. É precisamente devido a pessoas como tu e muitas outras que se recusam a identificar o problema que continuamos a ter que lidar com estes ataques planeados. É precisamente porque tu vives no reino da fantasia, e não o planeta Terra, que tu continuas a fazer estas declarações completamente idióticas e perigosas.

Porque é que ele não presta atenção às pessoas que trabalham de perto com ele, em vez de repetir mentiras? Ele pode começar por prestar atenção ao Comissário Chefe Interino Tim Cartwright, que diz:

Sem surpresa alguma, isto foi inspirado pelo Estado Islâmico, e sou de opinião de que, de alguma forma, a maior parte destas actividades pode ser rastreada até ao Estado Islâmico no Iraque na Síria.

E estes cinco adolescentes eram  conhecidos associados do suspeito de terrorismo de Melbourne Numan Haider. Este é, claro está, o terrorista adolescente Abdul Numan Haider que levou a cabo um acto terrorista numa estação policial de Melbourne em Setembro de 2014, armado com duas facas e uma bandeira do Estado Islâmico. Ele foi morto pela polícia.

Mas, hey, quem somos nós que isto estava de alguma forma relacionado com o islão?  "Abdul" é um nome comum e pode muito bem referir-se a um professor de Escola Dominical Baptista. Não podemos ser rápidos a fazer algum tipo de julgamento. E, quem sabe? - é possível que haja diáconos presbiterianos a andar por aí com facas e com bandeiras do Estado Islâmico.

O mesmo pode ser dito destes cinco. Que somos nós para afirmar que isto está de alguma forma relacionado com a fé - e especialmente a fé islâmica? É bem provável que eles sejam lobos solitários, e eles podem muito bem ser Budistas. Ou podem ser membros da comunidade Amish. 

Como é que podemos ter a certeza de que eles têm algum tipo de relação com o islão? E, mais ainda, só porque se ficou a saber que um certo número de homens presos ontem frequentavam o centro de estudo "Al Furqan Islamic" em South Springvale, isso não quer dizer nada. Eles podem até ser Anglicanos devotos com problemas de leitura ou com problemas nos olhos, o que os levou a pensar que o centro de estudo Al Furqan Islamic era, na verdade, o centro de estudo Anglican Bible.

Mas e se todos os terroristas que temos tido que lidar na Austrália forem todos muçulmanos? E se a religião islâmica claramente ensina nos seus escritos santos que a matança dos infiéis é um dos maiores deveres do o muçulmano pode levar a cabo? E se eles seguem um líder islâmico que um chefe militar que pessoalmente levou a cabo numerosos actos de terror - matando e derramando sangue? E se o muçulmano devoto for aquele que segue o exemplo de Maomé fielmente? E se a única garantia que o muçulmano tem de entrar no céu islâmico, e obter as suas virgens, for lutando pela causa de Alá, matando infiéis?

Embora nós tenhamos líderes desmiolados e políticos ineptos que tropeçam uns nos outros nos seus esforços de exonerar o islão, e para, de facto, defender o islão apesar da montanha de evidências que se encontra bem à sua frente, algumas pessoas não estão assim tão enganadas, e elas estão dispostas a falar a verdade sobre isto.

Um colunista de Melbourne com o nome de Andrew Bolt é uma das poucas vozes a ser ouvidas em relação a isto que não se encontra estrangulada pelo Politicamente Correcto e pela islamofilia. A sua coluna de hoje está 100% certa. Permitir que alguém e todos entre no nosso país tem sido uma política desastrosa, e estamos agora a pagar o preço disto. Ele escreve:

Acuso a classe política da Austrália pelo crime, Por deliberadamente terem colocado em risco a vida dos Australianos. Eles - com muita ajuda dos média - colocaram os Australianos em perigo através de anos de imigração imprudente e políticas e asilo. E isto causou o que vimos no Sábado - a polícia anti-terrorismo em Melbourne a prender mais cinco jovens de famílias muçulmanas, dois deles alegadamente por planearem ataques contra a polícia no Dia Anzac.

Ele salienta algumas verdades inconvenientes em torno da identificação religiosa:

A maior parte dos muçulmanos quer a paz, mas os factos permanecem. Dos 21 Australianos já presos por violações associadas ao terrorismo, todos são muçulmanos, e a maior parte deles nasceu fora do país. A maior parte dos outros são filhos de imigrantes que vieram de países muçulmanos. A isso, acrescente-se o seguinte: cerca de 150 muçulmanos Australianos alistaram-se junto de grupos islâmicos bárbaros do Médio Oriente, principalmente o Estado Islâmico. Outros 100 Australianos que se cria estarem em vias de se alistarem viram os seus passaportes confiscados, e 200 foram retirados dos aviões.

Entretanto, a ASIO está a investigar 400 outros casos envolvendo ameaças islamitas. Isto é uma surpreendente colheita de perigo proveniente da comunidade muçulmana que se encontra aqui, e que são menos de 500,000 pessoas. Compare-se: temos mais de 400,000 Budistas, no entanto nenhum Budista foi condenado por violações associadas ao terrorismo, e nenhum Budista disparou sobre reféns num café em Sydney em nome da sua fé.

Há algo inquestionavelmente diferente no islão, ou pelo menos na forma como essa fé é interpretada.

Há também outro perigo: pelo menos cinco proeminentes jornalistas Australianos e cartonistas foram sujeitos a ameaças de morte por parte de islamistas, o que requereu dois ou mais que se mudassem das suas casas. Se por acaso se questionam do porquê tão poucos jornalistas falarem destes assuntos, eis aí uma pista. Mas com o perigo tão óbvio, chegou o momento de identificar as pessoas que tão cegamente nos expuseram ao mesmo.

A isto, eu digo um sentido "amén". Há algo diferente em relação ao islão (...). Ate nós acordarmos para a realidade do islão, continuaremos a ter ataques terroristas a serem planeados neste país. E, infelizmente, nem todos eles serão descobertos a  tempo. Até nós paramos de mentir em relação ao islão e como ela é uma ideologia política banhada em sangue, nunca iremos estaremos em segurança, nunca estaremos seguros, e nunca seremos poupados destes planos terroristas.  Chegou a hora de acordar e enfrentar a realidade.

Temos também enfrentar a verdade sobre as políticas falhadas do multiculturalismo. O multiculturalismo tem sido a causa maior dos nossos problemas porque os nossos líderes recusaram-se a admitir a verdade de que nem todas as culturas são iguais. Algumas culturas são bárbaras; bárbaras, sanguinárias e do século 7, o que as torna totalmente incompatíveis com as democracias do século 21. Mais ainda, quando uma seita religiosa e ideologia política diz que tenciona matar-te, nós temos mesmo que fazer oposição e ficar alerta. A verdade simples é que não é possível coexistir com uma cultura que diz que tem planos para te matar. 

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Quando a sharia chega à cidade

Por Bill Muehlenberg

Se por acaso tu pensas que se pode permitir uma enorme quantidade de imigração muçulmana para dentro das nações Ocidentais, mas mesmo assim ser poupado dos problemas que existem nos países muçulmanos, então estás a viver no mundo da fantasia. Obviamente que onde quer que um grupo de muçulmanos viva, lá se irão manifestar os comportamentos e as actividades tipicamente muçulmanas. Logo, se o islão permite coisas como o "casamento" com crianças, a jihad violenta contra os infiéis, e a propagação da lei sharia por toda a terra, então é claro que encontraremos estas coisas a serem promovidas onde quer que os muçulmanos se encontrem - mesmo que eles vivam em nações Ocidentais - livres e democráticas. 

Levando isto em conta, não há nada de errado com o acto das nações Ocidentais exigirem requerimentos mínimos às pessoas que buscam viver no Ocidente. Coisas simples tais como disposição para aprender a língua e adoptar os valores e os princípios centrais da cultura para onde se mudaram não são coisas onerosas, mas sim totalmente razoáveis.

Se por acaso um imigrante se recusa a aceitar estes requerimentos básicos, então a nação Ocidental tem todo o direito de lhes barrar a entrada. Infelizmente, pelo menos até recentemente, a maior parte das nações Ocidentais tem estado mais preocupada em não ser acusada de "racismo" ou "islamofobia" do que colocar em prácticas as condições razoáveis listadas em cima.

Para além disso, eles adoptaram de modo irracional o politicamente correcto e as políticas fracassadas do multiculturalismo, o que lhes impede de tomar os passos necessários para se protegerem. Como resultado, temos observado o lento crescimento da sharia e da jihad oculta por todo o mundo ocidental. E as coisas estão feias. Neste preciso momento, temos muçulmanos a causar tumultos nas ruas de Paris, com fogos a escaldar a capital, e protestos violentos estão a ocorrer noutras cidades importantes tais como em Londres (Inglaterra). Para além disso, a Europa tem passado por estes tipo de problemas relacionados com o islão há anos. 

Mas por agora, vamos dar uma vista de olhos à cena Australiana. Também aqui o influxo de muçulmanos, com pouca ou nenhuma preocupação em torno da zona onde se encontra a sua lealdade principal, tem causado vários problemas. Embora muitos muçulmanos queiram viver por aqui em paz, um demasiado número deles simplesmente se recusa a integrar dentro da cultura Australiana, preferindo em vez disso continuar com as guerras em torno da sharia que decorrem nos seus países de origem.

Deixem-me oferecer três exemplos recentes disto mesmo. Em Sydney temos mais um caso trágico de noiva-criança e mais uma instância onde é exigido que a lei sharia se sobreponha à lei Australiana. Assim é reportado por uma fonte noticiosa:
Documentos legais revelam que foi dito a uma noiva-criança, alegadamente casada com a idade de 12 anos, que a lei sharia "sobrepõe-se" à lei Australiana. Num caso que alertou as consciências para o torno do tópico das noivas-crianças secretas existentes na Austrália,em Fevereiro último o pai da criança e o homem de 26 com quem ela se "casou" foram acusados de múltiplas crimes envolvendo sexo com crianças. 
Documentos que fizeram parte duma aprendida e bem sucedida "violence order application" por parte da polícia no momento em que o "marido" da criança declaram que a jovem rapariga "acreditava ou havia sido informada que a lei sharia suplanta a lei Australiana”. Os documentos legais declaram que “Ela declarou que, juntamente com o acusado, eles haviam tentado que ele a registasse como guardião legal junto do Centrelink de modo a poderem obter os benefícios previdenciários que fossem possíveis”. 
A polícia alega no documento AVO que o homem de 26 anos, que foi acusado de 25 instâncias de relação sexual com a criança, admitiu junto dos oficiais no dia em que foi preso que ele teve relações sexuais diariamente desde o dia da cerimónia religiosa que decorreu no sala da casa da rapariga em Hunter Valley no dia 12 de Janeiro.
Exactamente; a lei sharia tem sempre que suplantar a lei Australiana. E isto não é um incidente isolado; os muçulmanos genuínos acreditam que só as leis de Alá são válidas, e que as leis Ocidentais não o são. Portanto, temos aqui um exemplo perfeito duma cultura do século 6º a entrar em contacto com o Ocidente moderno e a tentar implementar a sua cultura arcaica.

O meu segundo exemplo não é muito melhor:
Um xeque de Sydney foi acusado de financiar uma figura central do conflito Sírio, um Australiano-Libanês com ligações à Al-Qaeda que gere uma bem armada milícia no norte do Líbano. Zouheir Issa já prega na mesquita Al-Azhar Belmore (Sudoeste do Sydney) desde que se mudou para a Austrália em 2005. Aderente do vertente ultraconservadora Salafi, ele não tem amigos dentro do governo Sírio de Bashar al Assad. Mas o que não havia sido revelado até agora é que as autoridades Australianas acreditam que ele andava a disponibilizar fundos monetários a Houssam Sabbagh – homem Libanês que viveu em Sydney por duas décadas mas que é, actualmente, um poderoso líder duma milícia em Tripoli, cidade no norte do Líbano. 
Sabbagh é procurado pela polícia sob acusações envolvendo armas. Ele é regularmente descrito pela impresna Libanesa como alguém que está envolvido com a Al Qaeda, e alguém que está a ajudar a providenciar combatentes e armas para os grupos jihadistas a lutar na Síria - incluindo o grupo com ligações à Al Qaeda com o nome de Jabhat Al-Nusrah. Financiar organizações tais como a Al-Nusrah, que é um grupo terrorista proscrito na Austrália, é crime. 
As alegações irão preocupar as autoridades, que já se encontram em alerta devido às dúzias de jovens Australianos que viajaram para a Síria para se juntarem  a grupos tais como a Al-Nusrah e o Estado Islâmico do Iraque e da Síria (EIIS). Falando para o canal televisivo ABC, Nick O'Brien, antigo líder duma equipa de combate ao terrorismo da Scotland Yard, disse que "Esta é a maior ameaça à segurança da Austrália deste século”.
Mais uma vez, isto não é um caso isolado. As mesquitas são frequentemente usadas como centros de recrutamento para os jihadistas e para guerra santa - tanto internamente como fora do pais. A mesquita não é igual à igreja Cristã, mas muito mais como um centro político, um tribunal da lei sharia, uma escola, um centro de treinamento militar. Ver mais sobre isso aqui.

O meu terceiro exemplo é igualmente assustador. Os jovens muçulmanos Australianos estão a viajar para o exterior para lutarem e morrerem por Alá.
Um jovem adolescente de Sydney Ocidental tornou-se no segundo suicida bombista Australiano, explodindo-se a ele mesmo num ataque terrorista que matou pelo menos cinco pessoas e feriu outras 90 num mercado de Bagdad. O Saturday Telegraph apurou que o rapaz tinha 16 anos quando abandonou Sydney para o Iraque no ano passado para se juntar aos insurgentes terroristas na Síria; entretanto, ele fez anos e passou a ter 17. Os serviços secretos confirmaram a idade do rapaz e confirmaram também que ele era de Sydney Ocidental. 
Acredita-se que ele viajou com outros jovens que buscavam alistarem-se às forças do EIIS (Estado Islâmico do Iraque e da Síria) a combater na Síria e no Iraque, para além de se ficar à saber que ele tinha ligações familiares com o famoso terrorista condenado Khaled Sharrouf. Acredita-se que membros da família sabiam das suas intenções mas que não puderam impedi-lo.
Um artigo posterior revelou que ele era, na verdade, de Melbourne. Mas mais uma vez, ele não foi o primeiro muçulmano Australiano a fazer isto, e nem será o último. Estes tristes casos ilustram mais uma vez a verdade que tenho tentado salientar aqui: Podem tirar o muçulmano do país muçulmano, mas não se consegue extrair o islão de dentro dele.

É por isso que temos que começar a ficar mais inteligentes e mais cuidadosos. Permitir que qualquer pessoa entre no nosso país sem no entanto tomar cuidados em torno de quem eles são e no que é que eles acreditam, é receita para o desastre. E é isso que estamos a observar virtualmente todos os dias.


segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

A importância da mesquita

Por Bill Muehlenberg

As mesquitas estão a aparecer um pouco por todo o Ocidente. É isto algo a ser aplaudido - um indicador dum multiculturalismo saudável, ou é algo a ser temido - mais um exemplo da sharia emergente e da jihad oculta? De modo a que esta questão possa ser respondida de forma correcta, temos que olhar para o papel que a mesquita tem dentro da cultura, história e teologia islâmica.

Para além disso, temos que entender que, em muitos aspectos, o islão não é como as outras religiões. Isto prende-se com o facto do islão ser, na verdade, uma ideologia política determinada a dominar o mundo inteiro. Sendo radicalmente diferente das outras religiões, podemos consequentemente esperar que os traços particulares sejam também radicalmente distintos.

Tomemos como exemplo as mesquitas islâmicas. Para a maior parte das pessoas, desconhecedoras da forma de pensar islâmica, a mesquita simplesmente é um local de oração, semelhante à igreja Cristã ou à sinagoga dos Judeus. Infelizmente, isto não é verdade, visto que, por vários motivos, a mesquita é totalmente diferente duma igreja ou duma mesquita.

Mas antes de falarmos detalhadamente, irei alargar a área de análise das minhas deliberações. A verdade dos factos é que, quando o islão chega a um país não-muçulmano, muitas coisas começam a ocorrer e maior parte das pessoas nem ficam a saber. Embora muitos muçulmanos possam imigrar para os países não-islâmicos para fugir à pobreza, ou por motivos pessoais e económicos, nem todos imigram por estes motivos.

Muitos muçulmanos chegam ao Ocidente como parte da da’wa islâmica, ou em missão; eles têm como propósito atingir o mundo inteiro para o islão, mas ao contrário dos Cristãos, que também querem atingir o mundo inteiro para a sua fé, o islão não aceita uma separação entre a igreja e o estado, ou entre a mesquita e o estado. No islão, é tudo a mesma coisa, e como tal, propagar o islamismo significa propagar um estilo de vida total, incluindo os aspectos políticos, culturais e legais. Logo, a imigração islâmica não é idêntica à imigração de pessoas com outra religião.

Um livro importante em torno disto tudo chama-se "Modern Day Trojan Horse: The Islamic Doctrine of Immigration." Escrito por ex-maometano, Sam Solomon, e por E. Al Maqdisi (ANM Publishers, 2009), o mesmo é um livro muito revelador sobre a forma como os muçulmanos no Ocidente estão a estabelecer uma base de poder político como forma de trabalhar para a futura tomada do poder na nação anfitriã.

A estratégia, tal como detalhada pelos autores, é bastante simples: estabelecer uma praça de armas na nação não-islâmica, consolidar os ganhos, forçar por uma cultura distinta e isolada, e trabalhar em favor da criação dum sistema legal distinto, dum sistema financeiro distinto, por um sistema dietético distinto, e assim por adiante. O propósito é impedir a adaptação e a adopção dos valores e das crenças da cultura anfitriã, e em vez disso, obter o poder total na nação, e impingir os valores e as crenças nos kaffirs (infiéis). O propósito é, essencialmente, o estabelecimento dum califado universal, e a propagação da lei islâmica por todo o globo.

O papel da imigração é, portanto, crucial, algo que remonta até aos dias de Maomé. É preciso levar em conta que a imigração (Héjira) de Maomé de Mecca para Medina (em 622 AD) é o evento mais imporatnte do calendário islâmico visto que foi por essa altura que teve início a propagação do islão através da espada e da conquista. A Héjira "alterou o estatuto do islão como religião, e dos muçulmanos como comunidade, transformando-os da posição de pessoas fracas para um poderosa entidade política . . . e, por fim, num poderoso estado político soció-religioso". Portanto, a imigração islâmica ainda é vista como bastante importante nos dias de hoje.

Um papel importante no meio disto tudo é desempenhado pela mesquita. Tal como escrevem os autores, "as mesquitas são o coração da comunidade. A mesquita é a infraestrutura mais crucial para o desenvolvimento da comunidade islâmica, Construir mesquitas é uma estratégia que tem em vista a emulação e a imitação de Maomé." Eles detalham a forma como o processo funciona:

O sistema de consolidação da comunidade islâmica opera através de redes de voluntários e outras pessoas "piedosas" pagas que agem como oficiais de conexão da comunidade ou da mesquita, e que observam atentamente a comunidade, policiando a chegada de novos imigrantes. O propósito maior é inicialmente e principalmente o de consolidar a comunidade islâmica já existente, e só depois de serem bem sucedidos nesta fase é que será possível declarar e militar em favor da sharia e em favor da obtenção de estatuto especial para a comunidade islâmica.O primeiro princípio fundamental para a criação duma bem sucedida e visível sociedade islâmica é ser distinto e separado.

Embora eu recomende a todos os cidadãos preocupados que obtenham uma cópia deste livro, um curto artigo em torno do mesmo tema pode ser disponibilizado aqui. Janet Levy escreveu um artigo importante com o título de “A Mosque Is Not Like a Church or a Synagogue”. Discutindo a situação Americana, ela escreve:

A mesquita é um símbolo desta autoridade máxima, e tem como função organizar todos os aspectos da comunidade muçulmana. As mesquitas são feitas segundo o modelo da primeira mesquita feita por Maomé em Medina - que era local de governo, centro de comando, tribunal, escola, centro de treino militar, e depósito de armas.  Hoje em dia, os líderes das mesquitas emitem decretos religiosos, fazem cumprir a doutrina islâmica, monitorizam os comportamentos, disponibilizam treinamento, punem os transgressores, comandam as acções, incluindo o requerimento de levar a cabo a jihad.

Devido a isto, a mesquita "é totalmente diferente das igrejas e das sinagogas, entidades que servem as suas comunidades segundo a leu da terra, e ambas são fortalecidas e controladas pela Primeira Emenda da Constituição. Segundo a Establishment Clause dessa emenda, o governo está proibido de estabelecer uma religião estatal ou de dar tratamento preferencial a uma religlião sobre a outra."

Mas nos...

....países muçulmanos, não existe uma separação entre a mesquita e o estado. A doutrina islâmica, ou a sharia, controla todos os aspectos da existência duma pessoa - desde a forma certa de usar a casa de banho até às formas permitidas de se dizer mentiras, ou taquiya. Para os muçulmanos, Maomé é o homem perfeito, cujos exemplos têm que ser emulados, embora segundo os padrões Judaico-Cristãos ele tenha sido um genocida, um pedófilo, um violador, um torturador, e um saqueador.

Para além disso, a doutrina islâmica é imutável, e qualquer crítica às tradições e às prácticas de Maomé são qualificadas de apostasia, puníveis com a morte. Não existe um livre arbítrio individual, nem é permitido, quando se fala nas prácticas e nas observâncias. A sharia tem que ser rigorosamente seguida.

Ela conclui:

A natureza radical das mesquitas Americanas foi confirmada em 2005 com um estudo levado a cabo pela Freedom House, ‘Saudi Publications on Hate Ideology Invade American Mosques,’ onde se ficou a saber que 80% das mesquitas Americanas encorajam os muçulmanos a trabalhar para o estabelecimento dum estado islâmico, e promovem o ódio e a intolerância para com os não-muçulmanos.

Segundo um antigo agente do FBI e perito no islão - John Guandolo - temos mais de 2,000 assim-chamados centros islâmicos por toda a América construídos à imagem da primeira mesquita em Medina. Estes centros islâmicos podem ser comparados a centros de comando militar que propagam a ideologia da jihad e servem como centros de processamento para treinamento jihadista, afirma Guandolo.

Tendo em vista o propósito declarado e a ideologia de apoio da proliferação de mesquitas, sería aconselhável levarmos em conta as palavras do antigo muçulmano e professor da lei sharia, Sam Solomon, que declara:  'Nunca nos podemos esquecer que o islão é um sistema ideológico abrangente, e como tal, onde quer que exista uma comunidade muçulmana, existirá a sharia, e onde quer que a sharia exista, existirá a islamização do território e, por fim, da nação.'

Em vez de permitirmos a construção de mega-mesquitas aqui nos Estados Unidos, deveríamos colocar um ponto final nos projectos de construção actuais, e considerar de modo sério o encerramento das já existentes como forma de impedir a proliferação duma ideologia que publicamente se comprometeu em destruir os Estados Unidos.

A situação dos Estados Unidos não é diferente do que ocorre aqui na Austrália. A natureza radicalmente diferente da mesquita significa que temos que olhar para ela de modo crítico, e olharmos com suspeição os planos de construção de novas mesquitas. A liberdade, a democracia, e a separação entre o estado e a religião encontram-se em risco aqui se não nos mantivermos vigilantes em relação a isso.

- http://goo.gl/s6eYAh.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

O porquê dos jihadistas estarem a vencer

Por Bill Muehlenberg

Ok. Como uma nação Ocidental, foi nisto que nos tornamos: um maometano devoto, motivado por uma ideologia islâmica, comete um acto de terror nas estradas duma cidade Australiana, matando duas pessoas inocentes, mas os média conseguem transformar isto num caso dum maometano incompreendido alvo de intimidação dos Australianos malignos!

Nós temos agora uma nova vítima infeliz. São os dois Australianos inocentes assassinados? Claro que não! É o maometano tomador de reféns. Ele e toda a comunidade maometana são as verdadeiras vítimas deste evento todo, e, de alguma forma, nós, os Australianos, é que somos os maus da fita. É neste ponto que nos encontramos actualmente; os nossos líderes e os nossos média são dhimmis certificados.

A jihad chegou às nossas ruas mas tudo o que os media querem fazer é dizer-nos que a jihad não chegou às nossas ruas. Os média pegaram num evento real, e voltaram-no por completo: segundo eles, isto não foi um ataque islâmico e o mesmo de maneira alguma está relacionado com o islão. Isto deve ser verdade porque os média têm reportado apologista atrás de apologista a afirmar que esta é a verdade, e como tal, deve ser verdade.

Nós temos assassinos maometanos a matar em nome de Alá, mas tudo o que os média podem repetir constantemente é como os Australianos são "racistas" e "xenófobos". De que lado é que os média estão? Claro que esta é uma pergunta retórica.

Enquanto o drama de 16 horas decorria, escrevi dois artigos em torno desta situação trágica. Agora que tudo acabou, um certo número de artigos começou a aparecer. Deixem-me focar a vossa atenção a alguns deles. Larry Pickering, entre outros, salientou a loucura da teoria de que Man Monis nada mais era que um "lobo isolado":
As gritos de "ataque de lobo solitário" ecoam através dos média como uma alternativa politicamente correcta à expressão "terrorismo islâmico". Mas a distorcida mente islâmica de Sheik Man Haron Monis está à vista de todas as pessoas na sua conta do Facebook com mais de 14,000 "likes"..... bem, estava à vista até a sua página ter sido removida por alguma pessoa embaraçada. 
Não é estranho que um lobo solitário possa ter outros tantos lobos a seguirem-no, prontos e dispostos a juntarem-se na matança? Não, não é, se por acaso queres acreditar na existência de lobos solitários. 
Sabes quem são os lobos solitários, certo? São aqueles que pertecem à mente débil da extrema-esquerda e dos apologistas do terrorismo islâmico. A realidade dos factos é que o lobo solitário pertence a contos de fada tais como "Os Três Porquinhos"; se nós esperarmos um bocado, veremos que por trás do "lobo solitário" vem o resto da matilha.
Outras pessoas salientaram outra verdade inconveniente em tornos ds seguidores do Facebook:
Premier Mike Baird – 11,500 likes 
Clover Moore – 6,500 likes 
Man Haron Monis – 14,725 likes (antes da sua página ter sido apagada ontem; um "pária" da comunidade islâmica".)
E a ideia idiótica de que o islão é a vítima deste incidente, e que nós temos que nos preocupar com os pobrezinhos dos maometanos se encontrarem expostos a alguma campanha de ódio por parte daqueles que estão a ser mortos, está a ser brilhantemente confrontada por Chris Kenny, que diz:
Temos que aceitar a realidade contundente: os extremismo islâmico, quer seja levado a cabo por grupos altamente organizados ou por solitários dementes, quer seja importado ou com origem local, é real e é um perigo. A nossa comunidade alargada e os média têm que lidar com esta realidade como um facto consumado tal como os fazem as nossas forças de segurança. 
Os poucos casos isolados de respostas islamofóbicas normalmente são lidadas de maneira assertiva e denunciadas pelos nossos cidadãos - sem falar nas nossas autoridades. Esses casos são sempre repreensíveis e intoleráveis, mas estão bem longe de serem a norma - algo que não faz parte da maneira de ser Australiana - e qualquer tentativa de estabelecer algum tipo de equivalência entre esses actos e os ataques terroristas mortíferos são um insulto para as vítimas do terror. 
No entanto, enquanto os nossos compatriotas Australianos ainda se encontravam encolhidos à mercê dum atirador extremista, as redes sociais já se encontravam agitadas com uma campanha hashtag sugerindo que os muçulmanos Australianos estariam seguros nos nossos transportes públicos. 
Os muçulmanos estão seguros nos nossos transportes públicos todos os dias. Ontem, nas amontoadas multidões de Martin Place, havia mulheres muçulmanas com lenços nas suas cabeças, misturando-se com as outras pessoas e a expressar as suas preocupações lado a lado com os Australianos não-muçulmanos. Esta é a nossa forma de ser. A ideia de que a Austrália precisa de provar a sua pluralidade e a sua tolerância é uma sugestão equivocada e idiota.
Finalmente, Bernard Gaynor disponibiliza-nos algumas verdades que temos que levar em conta. Ele apresenta-nos "cinco coisas que os média mainstream estão a distorcer" em torno da adição islâmica às festividades Natalícias durante as últimas 24 horas:
1. Nós nunca poderíamos aguardar algo como isto. 
Aparentemente, isto é algo que nunca pensamos que poderia ocorrer em Sydney. Pelo menos foi isso que o Premier de New South Wales, Mike Baird, disse esta manhã. Está lá? Mike? Está alguém em casa? Os Australianos não são peixes-dourados. Nós temos a capacidade de nos lembrar-mos de coisas que aconteceram para lá dos últimos 3 segundos. 
Por exemplo, o facto de 800 polícias terem descido sobre Sydney há apenas algumas semanas atrás para impedir que um pacífico seguidor da religião pacífica pacificamente cortasse a cabeça dum Australiano aleatório. Em Martin Place, exactamente onde está o Lindt Café. Se por acaso alguém não viu que isto poderia acontecer, certamente que tinha a sua cabeça na areia e o seu traseiro a apontar para o céu, quase como se já tivesse abraçado o islão. 
Muito provavelmente, no entanto, a maior parte das pessoas não esperaria receber notícias de que um atirador demente se encontrasse sob fiança devido a uma multitude de ofensas sexuais e em relação ao assassinato da sua esposa (ela foi pacificamente queimada viva). Ou então que este rapaz tinha o hábito de enviar cartas abusivas às famílias de soldados Australianos que haviam morrido no Afeganistão. 
Quem é que precisa de se preocupar com a ameaça islâmica quando o próprio sistema legal Australiano tem tão pouca consideração pelas vidas Australianas ao permitir que este homen andasse livremente pelas ruas? Mas eu não consigo encontrar melhor publicidade para a verdade do islão do que facto deste desviado sexual assassino andar pelo coração de Sydney sob a sombra das mais famosas palavras de Maomé. (...)
4. Os líderes islâmicos condenaram a violência. 
Aparentemente o Grão-Mufti da Austrália condenou o cerco ao Lindt Café. E com isso, os média esforçaram-se para falar da forma como os muçulmanos temem pelas suas vidas, vivendo num país tão racista como a Austrália. Mas a realidade dos factos é que o Grão-Mufti Ibrahim Abu Mohamed tem muito que esconder para emitir essa declaração. 
Este é mesmo homem que em Outubro último enviou uma carta ao Senado Federal, alegando que as novas leis anti-terrorismo inibiam a sua liberdade religiosa. Não é preciso dizer mais nada porque a declaração do Grão-Mufti diz tudo: ela é uma admissão clara que o islão promove o terrorismo. A verdadeira questão é: porque é que os média quase nem reportaram isto? 
5. A comunidade islâmica sofre com isto. 
Se formos acreditar nos média, as últimas 24 horas estão a causar danos terríveis junto da comunidade islâmica. Por favor. Esta é a rotina bom polícia/mau polícia. Alguém entra para dentro dum café e mata duas pessoas. Em resposta a isto, os apologistas islâmicos recebem uma enorme quantidade de tempo de antena. 
O Premier de New South Wales faz conferências junto do homem que disse que as novas leis anti-terrorismo colidem com a liberdade religiosa e com os serviços religiosos interconfessionais que são levadas a cabo nas mesquitas por toda a nação. Os políticos estão a fazer todos os esforços possíveis para promover o islão. E isto porque dois Australianos foram mortos sob a bandeira islâmica. Tal como disse, por favor! 
E, obviamente, os idiotas das redes sociais ficaram doidos. A hashtag #illridewithyou ganhou forma, e, obviamente, é um gesto totalmente vazio criado apenas e só para reforçar os sentimentos arrogantes de superioridade moral mantidos por aqueles que promovem a tolerância à custa da segurança da nossa nação. E nada revela a natureza vazia dos bem-feitores morais que o facto deles não fazerem nada de bom. Eles apenas "tuitam" o bem, tal como deuses nos lugares mais elevados. 
Se por acaso tu defendes a ideia do domínio islamico e da lei sharia, as últimas 24 horas revelaram que assassinar dois Australianos é practicamente tudo o que é preciso para que todos os outros exibam deferência e submissão. Claro que não é assim tanta deferência. Esperem que mais violência ocorra.
Fico feliz que algums outras vozes sóbrias e sensíveis estão a ser ouvidas em relação a isto. Com os média mainstream a ter practivamente vendido a sua alma ao diabo - neste caso, ao diabo islâmico - é refrescante ouvir algumas outras pessoas que não perderam a sua cabeça e nem se juntaram às hordes de zombies.

- http://goo.gl/xsx6sh.

domingo, 21 de dezembro de 2014

Taqiyya, Dhimmitude e o Terrorismo em Sydney

Por Bill Muehlenberg

Tornou-se agora bem claro que os meios de comunicação mainstream têm uma aliança total com o islão, o que lhes impede de publicar algo contrário à essa "religião",  preferindo em lugar disso aceitar sem questionar tudo aquilo que os apologistas islâmicos lhes dizem. Estas pessoas encontram-se num perfeito estado de dhimmitude, o que permite que o islão tenha um controle total na cobertura da crise de reféns em Sydney.

Por todos os média "lamestream"  [ed: jogo de palavras com a palavra "lame" e "mainstream"] estão a ser exibidos apologistas atrás de apologistas sem que haja uma voz contrária. Em tempos idos, os jornalistas buscavam por factos, faziam as perguntas difíceis, e disponibilizavam todos os lados dum debate. Hoje, parece que os MSM [média "mainstream"] decidiram que o islão está sempre certo, que os críticos estão errados, e que não pode existir qualquer tipo de cobertura negativa do islão.

Tenho estado totalmente estarrecido com os estúpidos dhimmis que estão a fazer todos os possíveis para promover o islão e propagar a sua mensagem. Pode-se perguntar de modo sério se a maioria dos MSM se encontram totalmente sob o controle do islão visto que eles são totalmente incapazes de fazer uma reportagem objectiva, preferindo em seu lugar repetir o que os seus senhores muçulmanos lhes dizem para reportar.

Temos que levar em contra que dentro da doutrina islâmica é permitido usar dissimilitude e a decepção junto dos infiéis se isto servir para avançar com a causa islâmica; isto tem o nome de taqiyya, e não só parece estar a ser usada com regularidade crescente, como parece que os tolos presentes dentro do MSM acreditam nela. Durante os últimos dias vimos isto em proporções gigantescas quando vimos e ouvimos vários líderes muçulmanos a afirmar que a bandeira usada durante a crise de reféns é uma bandeira amigável, com uma mensagem genérica sobre Deus.

Claro que o texto presente nessa bandeira é a shahada, o credo islâmico que todos os maometanos têm que professar como o primeiro pilar do islão. Para além disso, esse é também o texto encontrado em muitas bandeiras de grupos terroristas e bélicos islâmicos. Uma bandeira como esta significa a tomada dum território e o estabelecimento do domínio do islão. Mas não só os média crédulos aceitam o que quer que os líderes islâmicos lhes dizem, como estes mesmos média parecem ter conseguido encontrar todos os líderes muçulmanos do país.

Mas para se ver o quão profunda é a deplorável dhimmitude das elites mediáticas, imaginemos por um momento o que estaria a acontecer por agora se o homem que retém os reféns fosse um professor de Escola Dominical Presbiteriano, agitando no ar uma Bíblia e cantando hinos Cristãos. As agências mediáticas estariam a repetir a palavra "C" ["Cristão"] ad infinitum e ad nauseam, e estariam a alegar que certamente que havia chegado a hora de reprimir esta religião maligna - que é tão intolerante, odiosa e fanática.

Acham mesmo que os média iriam apresentar dúzias de apologistas Cristãos a afirmar que esta pessoa é maluca, extremista, e que de maneira alguma ela está de acordo com os ensinamentos Cristãos? Claro que não. Em vez disso, eles iriam exibir um ateu e humanista secular a seguir a outro a atacar o Cristianismo. Seriam feitos apelos para uma maior monitorização de todas as pregações das igrejas, de todas as escolas Cristãs, e de todos os sites Cristãos. Um site como o meu certamente que seria alvo de ataques e a liberdade para se propagar o Evangelho seria corroída ainda mais; dito de outra forma, estaria aberta a época de caça ao Cristianismo.

Mas como quem fez isto foi um muçulmano, todo o foco dos MSM é avançar com a filosofia politicamente correcta de que este acto em Sydney de maneira alguma está relacionada com o islão. Deixemos de lado as credenciais islâmicas do tomador de reféns.

O tomador de reféns.

Sabemos hoje que o raptor é um refugiado Iraniano de 49 anos chamado Man Monis, e tem um passado sombrio no seu país de origem - algo que torna ainda mais notável o facto dele ter recebido autorização para entrar na Austrália. Ainda ontem [14 de Dezembro] ele postou online o seguinte:
O islão é a religião pacífica e é por isso que os muçulmanos lutam contra a opressão e o terrorismo dos Estados Unidos e do seus aliados incluindo a Inglaterra e a Austrália. Se ficarmos silenciosos perante os criminosos nunca poderemos ter uma sociedade pacífica. Quanto mais e combate o crime, mais pacífico se fica. O islão quer a paz na Terra, e é por isso que os muçulmanos querem acabar com o terrorismo da América e dos seus aliados. Quando falamos contra o crime, tomamos um passo na direcçâo da paz.
Há dois meses atrás uma notícia em torno dele dizia o seguinte:
Um homem de Sydney que enviou mensagens ofensivas às famílias dos soldados Australianos mortos foi acusado de mais 40 acusações de indecências e violência sexual relacionadas ao tempo em que ele passou omo "líder espiritual". Man Haron Monis, de 49 anos, foi preso em Abril último por detectives da polícia de crimes sexuais e acusado por indecência e agressão sexual duma mulher em 2002 e em Sydney Ocidental. Durante o seu aparecimento no tribunal em  Penrith na passada Sexta-Feira, ele foi acusado com ofensas adicionais, incluindo 22 instâncias de agressão sexual agravada e 14 instâncias de atentado violento ao pudor agravado relativo a seis outras mulheres.
Uma notícia de hoje diz o seguinte:
Monis nasceu com o nome Manteghi Bourjerdi e fugiu do Irão para a Austrália em 1996, onde mudou o nome para Man Haron Monis e assumiu o título de Xeque Haron. 
Ele obteve atenção mediática no passado devido à campanha das "mensagens de ódio" onde ele protestava a presença de tropas Australianas no Afeganistão. 
Durante essa campanha, ele e o seu parceiro Amirah Droudis postaram mensagens de ódio dirigidas às famílias dos soldados Australianos mortos. 
A família de Brett Till, soldado Australiano morto por uma bomba na estrada em 2009, foi apenas uma das que recebeu as cartas.

Por todo o MSM os apologistas islâmicos alinham-se para nos garantir que de maneira nenhuma Monis está relacionado com o islão, e que nós podemos voltar à nossa vida normal com nada com que nos preocupar. A hipnose em massa e a decepção em massa parecem ter tomado conta de todos nós. Nós somos, actualmente, uma nação de zombies que realmente acreditam que um muçulmano a aterrorizar infiéis em nome do islão de maneira alguma está relacionado com o islão.
Quando nos recusamos a identificar o inimigo já perdemos a guerra.



sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

A dhimmitude desprezível

Por Bill Muehlenberg

Numa era de decepção generalizada, a urgência de se dizer e repetir a verdade torna-se no nosso maior dever. Uma das mais importantes verdades que tem que ser dita repetidamente é esta: sob o islão, os infiéis só têm uma das seguintes três opções: converter, morrer, ou viver como dhimmis. Temos 1400 anos de história islâmica para ver a forma como isto se desenrolou, para além de termos entre nós bastantes dhimmis, ou cidadãos de segunda classe a viver um pouco melhor que escravos sob o imperialismo islâmico. Estes dhimmis são forçados a viver em condições deploráveis de servidão e auto-depreciação.

Mas infinitamente pior é quando Ocidentais não-muçulmanos assumem voluntariamente o papel de dhimmis. Quando eles voluntariamente assumem o papel de escravos, ou apologistas, do islão, então podemos ter a certeza que estamos em maus lençóis. E tal como já documentei por vária vezes aqui, isso é coisa que acontece com bastante frequência. Vou citar três exemplos recentes disto, coisa que vai fazer com que as vossas cabeças girem (e é se elas não saltarem para fora do vosso pescoço, se nós continuarmos a caminhar nesta direcção).

O primeiro exemplo chega-nos da Igreja de Inglaterra e do Príncipe Carlos. Claro que Carlos já tem uma longa história de tolamente fazer campanha em favor do islão ao mesmo tempo que denigre a Fé (Cristianismo) que é suposto ele defender. Tal como escrevi noutro post:

Esta aversão pela religião local [Cristianismo] é exemplificada da melhor forma pelo Príncipe Carlos, que se esforça para louvar o islão como uma religião pacífica, ao mesmo tempo que minimiza e denigre o Cristianismo, a Fé que é suposto ele proteger. De facto, ele disse que o rei não deveria ser o Defensor da Fé (Cristianismo) mas sim um "defensor da fé". Curiosamente, ele já viajou extensivamente pelo mundo islâmico mas nunca visitou Israel.

Mas são os totalmente apóstatas bobos da Igreja de Inglaterra que merecem a maior censura. Levemos em conta a forma como esta notícia começa:

Os serviços religiosos da coroação do Príncipe Carlos têm que ser iniciados com uma leitura do Alcorão, afirmou o Bispo-sénior da Igreja de Inglaterra. Este gesto seria um "criativo acto de acomodação" que faria com que os muçulmanos se sentissem mais "abraçados" pela nação, disse Lord Harries de Pentregart.

Como assim? Por favor, repete lá isso. O artigo continua:

O antigo Bispo de Oxford, que continua a servir de bispo-assistente na diocese de Southwark, fez a sugestão em torno da leitura do Alcorão durante um debate que ocorreu na Câmara dos Lordes. Ele disse aos seus pares que a Igreja de Inglaterra deveria tomar posição de liderança no "exercício da sua posição histórica duma forma hospitaleira". Ele disse que, durante um evento cívico que decorreu na Catedral de Bristol no ano passado, as autoridades concordaram com a leitura da passagem inicial do Alcorão antes de continuarem com o ritual Cristão. Ele dissse:

"Foi um brilhante acto de acomodação que fez com que a xerife-principal muçulmana se sentisse, nas suas próprias palavras, calorosamente abraçada sem no entanto alienar o cerne da congregação. Este princípio de hospitalidade pode e deve ser reflectido nas cerimónias públicas, incluindo o próximo serviço religioso que ocorrerá durante a coroação".

Felizmente que existem alguns poucos líderes da igreja que ainda não foram mentalmente e espiritualmente lobotomizados. Simon Calvert, do grupo de reflexão com o nome de Christian Institute, afirmou:

A maior parte das pessoas ficará surpresa com a ideia dum líder Cristão a sugerir o uso do Alcorão durante uma cerimónia religiosa Cristã, numa abadia Cristã. As pessoas ficam desapontadas quando figuras principais da Igreja de Inglaterra perdem a confiança nas alegações da fé Cristã. Andrea Minichiello Williams, membro do parlamento da Igreja de Inglaterra, do Sínodo Geral, e líder do grupo de pressão Cristão Christian Concern, disse:

"Numa altura em que tentamos saber o que significam os valores Britânicos, não podemos ter valores no vazio. Os valores Britânicos emanam da nossa herança Cristã. Não podemos fingir que todas as confissões religiosas são idênticas, ou que têm os mesmos benefícios e resultados para a nação."

Douglas Murray, editor-associado do "The Spectator", disse que se os muçulmanos forem incluídos nos serviços religiosos da coroação, então tem que haver espaço para os Hindus, para os Sikhs e para os ateus. Ele disse ainda:

"Se é para lermos o Alcorão durante a cerimónia de coroação, então como gesto de reciprocidade, todas as mesquitas do Reino Unido têm que oferecer orações para o Rei e para as Forças Armadas todas as semanas durante as orações de Sexta-Feira."

Exactamente. A dhimmitude é sempre unidireccional: é suposto os Cristãos fazerem concessões gigantescas aos muçulmanos mas o favor nunca é retribuído. Isto nada mais é que apaziguamento e uma traição à fé Cristã. Isto é apostasia pura e simples e os líderes renegados tais como Harries já deveriam ter sido expulsos há muito tempo atrás, e não terem permissão para propagar este veneno anti-Cristão.

Mas há já muito tempo que a Inglaterra se encontra no mau caminho. Os assim-chamados líderes conservadores são também dhimmis ludibriados da mais elevada patente. Levemos em conta esta insanidade proveniente dos Tories de Cameron:

Qualquer pessoa que critique a lei Sharia ou o casamento homossexual [sic] pode ser classificada de "extremista" segundo os novos e amplos poderes planeados pelos Conservadores como forma de combater o terrorismo, algo que uma aliança de ateus e Cristãos teme. Durante o mês passado, Theresa May, Ministra da Administração Interna, revelou planos para o assim-chamado "Extremism Disruption Orders", que iria permitir aos juízes que banir as pessoas consideradas extremistas de transmitir publicamente, protestar em alguns lugares, ou até de postar mensagens no Facebook e no Twitter sem autorização. Theresa May delineou a proposta durante um discurso feito aquando duma conferência partidária do Partido Conservador.

Mais uma vez, algumas poucas vozes de sanidade fizeram-se ouvir, e mais uma vez o infatigável Christian Institute tomou o seu lugar na brecha:

Simon Calvert, Vice-Director do Christian Institute, disse que os evangélicos tradicionalistas que lançam críticas ao casamento homossexual [sic] ou que alegam que nem todas as religiões são iguais, podem dar por si a serem acusados de extremismo:

"Qualquer pessoa que expresse uma opinião que não está de acordo com o Equality Act pode ser colocada ao mesmo nível que pessoas tais como Anjem Choudary, o Estado Islâmico ou o Boko Haram. Quantas vezes por dia os activistas políticos intelectualmente preguiçosos acusam os seus adversários de 'propagar o ódio'?"

Um exemplo final da sharia rastejante e da dhimmitude do mais elevado calibre chega-nos daqui, da Austrália. Levemos em conta esta manchete chocante:

Apoiantes da mesquita de Bendigo pedem aos não-muçulmanos que ajudem a financiar o projecto.

Sim, leram bem. A história continua:

Os apoiantes do plano controverso para a construção duma mesquita em Bendigo querem que os não-muçulmanos financiem o projecto. O porta-voz do Australian Islamic Mission, o Dr Seyed Sheriffdeen, disse que este grupo irá pedir às autoridades governamentais, aos empresários locais, e a outras organizações por assistência:

"Se olharmos para as instalações, veremos que elas são uma mais-valia para a comunidade. Iremos pedir à comunidade local que apoie este projecto, visto que ela é parte interessada."

O Condado de Greater Bendigo já aprovou o plano mas os opositores apelaram junto do Victorian Civil and Administrative Tribunal e têm uma audiência planeada para esta semana.

Pois. Muito boa ideia. Deixem-me retribuir: quero ir à Arábia Saudita e abrir uma igreja por lá. Ah, sim, e espero que os Sauditas me ajudem a subsidiar a igreja. Claro que isto soa perfeitamente razoável visto que todas as religiões são iguais e todos nós vivêmos num mundo multi-confessional.

A verdadeira loucura disto tudo é que existem muitas pessoas Australianas importantes, políticos e até líderes de igrejas, que pura e simplesmente concordarão com este plano, e estão totalmente dispostos em pegar no dinheiro dos contribuintes e financiar este projecto.

Existe um bom motivo para não permitir que todo este esquerdismo receba permissão para avançar. Tal como já escrevi no passado, a mesquita não é de todo como uma igreja Cristã, e nem como uma sinagoga judaica. Para se ter mais informação em relação a isto, leiam aqui mais sobre Gavin Boby e dos seus bem-sucedidos esforços em impedir a proliferação de mesquitas no Reino Unido.

* 

Portanto, temos aqui três exemplos da descontrolada sharia rastejante que existe nos locais de maior destaque social e político. O mundo Ocidental pode muito bem içar a bandeira branca da rendição e permitir que as nossas terras comecem a fazer parte do califado mundial. Não precisamos de esperar que os islamitas tomem conta de tudo visto que nós já estamos a fazer isso a nós próprios.

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domingo, 14 de dezembro de 2014

Boas notícias para os muçulmanos

Por Bill Muehlenberg

Todos nós sabemos sobre o Estado Islâmico e sobre o seu reino de terror, bem como sobre as pessoas um pouco por todo o mundo que têm sido mortas, torturadas, e escravizadas em nome da ideologia política com o nome de islão. E com o crescimento oculto da Sharia no Ocidente, não temos ilusões algumas de facto de estamos dentro duma guerra.

Mas por trás de tudo isto encontra-se, obviamente, uma guerra espiritual, e existem algumas coisas importantes que temos que levar em conta. De facto, no meio disto tudo existem notícias tremendas. Naturalmente que Deus ama os muçulmanos, e busca formas de os atrair para Si; surpreendentemente, muitos muçulmanos estão-se a converter a Cristo - e em números recorde (embora muitos deles estejam a pagar um preço elevado por aceitarem Jesus Cristo como Salvador, incluindo o preço maior da morte), Deus está a fazer um trabalho maravilhoso no mundo islâmico, e histórias de conversões do islão para o Cristianismo são ouvidas todos os dias.

Claro que testemunhos de muçulmanos a converterem-se a Cristo não são novos visto que sempre existiram histórias notáveis de conversão. Em tempos mais recentes, podemos levar em conta o caso da mulher Paquistanesa Begum Bilquis Sheikh, tal como reportada no seu livro clássico de 1978 com o título de "I Dared To Call Him Father". Ela, tal como muitos outros ex-muçulmanos, veio a Cristo especialmente devido a sonhos e visões.

Muitas outras histórias incríveis são contadas em testemunhos longos como livros. Eu mesmo já coloquei algumas no meu site, incluindo a dum ex-guarda revolucionário Iraniano que é actualmente um tremendo evangelista Cristão e professor. Vejam aqui a história tremenda de Daniel Shayesteh.

Outras histórias mais recentes incluem o testemunho de Nabeel Qureshi no seu volume de 2014 com o nome de "Seeking Allah, Finding Jesus". Este é, de facto, um volume muito importante, visto que não só é uma biografia fascinante, como é um olhar profundo aos ensinamentos e às prácticas do islão com a ajuda de estudiosos e apologistas Cristãos de topo.

Também publicado este ano foi o livro "Face to Face With Jesus" por Samaa Habib. Educada numa nação do Médio Oriente, ela tem também uma história de conversão milagrosa. Existem muitas histórias como esta, e histórias de conversão estão disponíveis e são de leitura encorajadora. Uma destas é o volume de Faisal Malick, "10 Amazing Muslims Touched By God".

Deixem-me falar duma história encontrada por lá, a de Kamal Saleem, um jihadista libanês que adorava matar os infiéis. Eventualmente, ele foi para os EUA como jihadista secreto, mas um acidente de carro lançou-o para um hospital. Foi lá, em desespero e desesperado, e precisamente quando ele pensava em acabar com a sua vida, que o Senhor Jesus lhe apareceu e o curou por completo. Actualmente, ele tem um ministério a tempo inteiro sediado no EUA.

Outra colecção de histórias de muçulmanos a converterem-se ao Cristianismo é o "Dreams and Visions: Is Jesus Awakening the Muslim World?"  por Tom Doyle (2012). Nesse livro um certo número de histórias de conversão estão registadas, e mais importante ainda, Doyle só listou histórias que poderiam ser devidamente verificadas.

Para além de tais histórias pessoas de conversão existem também volumes que se dedicam a analisar o pano de fundo mais alargado. Dois livros recentes que discutem este agir tremendo de Deus entre os muçulmanos tem também que ser ressalvado aqui. O primeiro é "Miraculous Movements" por Jerry Trousdale (Thomas Nelson, 2012). Tal como ele escreve na sua nota introdutória:

Movimentos milagrosos estão a varrer algumas partes do mundo islâmico actual. O Espírito de Deus está a mover-Se duma forma poderosa - de facto, duma forma que nós pensamos ser sem precedentes - à medida que centenas de milhares de muçulmanos estão a entregar as suas vidas ao senhorio de Jesus Cristo. Antigos sheiks e imãs; homens que bombardeavam igrejas e perseguiam sem piedade os seguidores de Cristo; homens e mulheres comuns que haviam seguido os ensinamentos do islão durante toda a sua vida - estes e  muitos outros estão a encontrar a verdade da vida eterna através do Senhor Jesus Cristo, e o número cresce diariamente.

Muitos destes ex-muçulmanos chegam-se à Palavra de Deus através de formas dramáticas - através de sonhos, e visões, como resultado de testemunharem milagres, por verem homens e mulheres a serem curados de deficiências físicas e vícios, e através de grupos de rebeldes endurecidos que voluntariamente entregam as suas armas. Dezenas de milhares estão a testemunhar o Poder do Espírito de Deus nas suas vidas.

Outro volume também importante é "A Wind in the House of Islam" (WIGTake, 2014), de David Garrison. Este volume documenta também a forma como Deus a operar de forma poderosa no mundo islâmico. Ele começa a sua descrição agitante da seguinte forma:

Actualmente, em mais de 70 localizações separadas, e presentes em 29 nações, novos movimentos de seguidores de Cristo provenientes de famílias muçulmanos estão a ocorrer. Cada um destes novos movimentos já passou a marca de pelo menos 100 novas igrejas ou 1,000 membros baptizados - todos eles chegados a Cristo durante as últimas duas décadas.

Em alguns países o número destes movimentos cresceu para as dezenas de milhares. Embora o número de novos seguidores de Cristo - entre 2 a 7 milhões - possa ser estatisticamente uma gota no vasto oceano do islão, ele não é insignificante. Não estando limitado a zonas remotas do mundo islâmico, estas novas comunidades de crentes encontram-se propagadas - desde o Sahel da África Ocidental até às apinhadas ilhas da Indonésia - e todos os lugares pelo meio.

Embora muitas destas histórias  - talvez a maioria - lide com países com maioria muçulmana onde o evangelismo Cristão directo seja difícil e quando inexistente, Deus está também Preocupado com os nossos vizinhos muçulmanos que se encontram à nossa porta. É provável que nós sejamos incapazes de ir para tais estritos países islâmicos como missionários, mas podemos orar pelo mundo islâmico, e certamente que podemos tentar atingir os muçulmanos que vivem no Ocidente.

Garrison termina com estas palavras em torno dos "cinco passos prácticos que podemos levar a cabo agora como forma de nos alinharmos com a actividade redentora de Deus entre os muçulmanos." Ele cita cinco coisas-chave que nós podemos fazer:

- Orar pelos muçulmanos.
- Apoiar os movimentos que tentam alcançar os muçulmanos.
- Falar com muçulmanos.
- Ministrar aos muçulmanos da nossa comunidade.
- Partilhar o Evangelho com os muçulmanos.

Tal como já disse anteriormente, quando se fala no islão, temos duas obrigações claras. Publicamente, e politicamente, temos que resistir a jihad oculta e a Sharia rastejante. A liberdade e a democracia são dignas de serem defendidas, e nós estamos dentro duma guerra séria contra o islão político.

Mas ao nível pessoal e espiritual, temos que fazer todos os possíveis para exibir os amor de Cristo para com os nossos vizinhos muçulmanos. Temos que orar por eles, buscar formas de estabelecer laços de amizade, e fazer todos os possíveis para os trazer para o Reino. Deus claramente está a trabalhar no mundo islâmico. e Ele quer estar a trabalhar no Ocidente também.

Que papel é que tu vais desempenhar nisto tudo?
Fonte: http://bit.ly/1w6Wkyw.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Multiculturalismo, Islão e a Guerra ao Ocidente

Por Bill Muehlenberg

Por algum motivo estranho, o mundo Ocidental abraçou uma ideia estúpida a seguir a outra, a maioria das quais está a contribuir para o seu declínio. Muitas ideias poderiam ser mencionadas, mas a brigada multiculti [multicultural] tem que estar no topo da lista. O multiculturalismo pode ter tido boas intenções no início - tais como a coexistência pacífica, feliz e harmoniosa entre as pessoas - mas as intenções têm que se ajustar à realidade, e a realidade é que 1) nem todas as culturas são iguais, 2) nem todas as culturas são compatíveis, e 3) algumas culturas encontram-se dedicadas a destruir as outras.

O multiculturalismo tem sido especialmente desastroso quando tenta negar estas realidades no que toca ao islão. A cultura islâmica não é idêntica à Ocidental; o islão não é compatível com o Ocidente livre e democrático; o islão tem como intenção destruir o Ocidente. No entanto, as maravilhas desmioladas que lideram o Ocidente pensam que podemos ignorar estas verdades inconvenientes, e avançar a todo o gás com políticas multiculturalistas falhadas. Mas com o islão a causar todo o tipo de problemas no Ocidente - incluindo inúmeros casos de mortes e caos - algumas nações Ocidentais estão lentamente a despertar.

Alguns países estão a repensar profundamente as suas políticas em torno disto. Quatro artigos recentes provenientes de 3 nações distintas ressalvaram estas verdades e vale a pena partilhar algumas partes. Comecemos pelo comentador Americano Walter Williams. Ele não pouca nas palavras e diz, “O multiculturalismo é um falhanço”. Ele começa o artigo dizendo:

A chanceler Alemá Angela Merkel declarou que na Alemanha, o multiculturalismo foi "um falhanço total." Tanto o ex-primeiro ministro Australiano como o ex.primeiro ministro Espanhol  José Maria Aznar chegaram à mesma conclusão em torno do multiculturalismo nos seus países. O primeiro-ministro Britânico  David Cameron avisou que o multiculturalismo está a fomentar uma ideologia extremista e a contribuir de forma directa para o terrorismo islâmico doméstico.

O líder do partido inglês UK Independence Party Nigel Farage disse que o impulso do Reino Unido rumo ao multiculturalismo não uniu os Britânicos mas afastou-os uns dos outros, fazendo com que o islão emergisse apesar da cultura Judaico-Cristã da Grã-Bretanha. O antigo primeiro-ministro Britânico Tony Blair disse que as raízes do islão violento não são "superficiais mas profundas" e elas podem ser encontradas "na minoria extremista que actualmente prega o ódio contra o Ocidente e contra o nosso estilo de vida por toda a Europa."

O ponto principal é que a maior parte do mundo islâmico está em guerra contra a civilização Ocidental. Não existem dúvidas de que o Ocidente tem a força militar para contrariar a agenda islâmica. A pergunta é se temos a inteligência para reconhecer o ataque, e a vontade de nos defendermos da aniquilação. O multiculturalismo é o pé islâmico na nossa porta. No centro do multiculturalismo encontra-se um ataque a o Ocidente e aos valores Cristãos.

O multiculturalismo alega que os distintos valores culturais são moralmente equivalentes. Isto não faz sentido nenhum. A cultura Ocidental e os valores Ocidentais são superiores. Para aqueles que me acusam de Eurocentrismo, eu pergunto: é a mutilação genital feminina, tal como practicada em quase 30 países Africanos sub-saharanos bem como no Médio Oriente, um valor cultural moralmente equivalente?

A escravatura é practicada na Mauritânia, no Mali, no Níger, no Chade e no Sudão; é isto moralmente equivalente? Na maior parte do Médio Oriente existem várias limitações impostas às mulheres, tais como proibições em torno da condução, emprego e educação. Segundo a leu islâmica, em alguns países a mulher adúltera pode ser apedrejada, e os ladrões enfrentam castigos tais como ter a sua mão cortada. Em alguns países  o homossexualismo é punido com a morte. Serão estes valores culturais moralmente equivalentes, superiores on inferiores aos valores Ocidentais?

Daniel Greenfield alega que "Islão Moderado é Multuculturalismo Mal Escrito":

Desde o 11 de Setembro que procuro pelo islão moderado, e tal como a peúga perdida no secador, esse islão estava no lugar onde eu menos esperava que ele estivesse Não existe islão moderado nas mesquitas ou em Meca. Não o encontrarás no Alcorão ou nas Hadiths. Se queres encontrar o islão moderado, folheia os editoriais  jornalísticos depois dum ataque terrorista, ou toma parte dum curso de teologia islâmica ensinado por um Sociólogo Unitarista a usar jóias falsas.

Não encontrarás o islão moderado na Arábia Saudita ou no Irão, mas podes encontrar esse mesmo islão nas redes de notícias extra, nos artigos e nos livros que falam dos dois países e dos seus tipos respectivos de islão. Não encontrarás essa fábula do muçulmanos moderados no Oriente, e nem o no Ocidente. Tal como todos os mitos, o islão moderado existe na imaginação daquels que contam as histórias.

Não encontrarás o islão moderado no Alcorão mas o encontrarás nos imensos livros Ocidentais que falam do islão. O islão moderado não é o que a maior parte dos muçulmanos acredita, mas sim o que a maior parte dos esquerdistas acredita que os muçulmanos acreditam. A nova teologia multicultural do Ocidente é o islão moderado. O islão moderado é a religião perfeita para a era secular visto que nem chega a ser uma religião.

Os muçulmanos moderados genuínos são esquerdistas seculares com persuasões vagamente Cristãs e Judaicas que inventaram e acreditam num islão moderado que não existe fora das suas cabeças. Este islão secular, que confere valor a toda vida e se dedica à justiça social e à tolerância universal, é uma contrapartida às suas religiões degradadas, e eles estão demasiado assustados para acordar e ver que ele não existe.

Quando os líderes Americanos e Europeus insistem que o islão de maneira nenhuma está relacionado com a mais recente atrocidade islâmica, eles não estão a falar duma religião practicada pelos muçulmanos, mas sim a falar duma religião que eles imaginam que os muçulmanos devem practicat visto que a alternativa é o ponto final do que eles acreditam.

O seu islão moderado é vazio de detalhes - para além da justiça social, de combater o Aquecimento Global e de apoiar dos direitos dos homossexuais - uma vez que ele é, na verdade, o multiculturalismo com uma barba falsa. Quando um líder Ocidental alega que o mais recente lote de terroristas islâmicos não fala em nome do islão, ele não está a defender o islão mas sim o multiculturalismo. Ele assume que os muçulmanos acreditam no multiculturalismo só porque ele acredita. O islão moderado nada mais é que o multiculturalismo mal escrito. A sua existência é um firme artigo de fé para aqueles que acreditam no multiculturalismo.

Voltando para o Reino Unido, citemos uma passagem que fala do líder do Independence Party, Nigel Farage:

Segundo Farage, a maior parte disso pode ser associado ao impulso do Reino Unido em favor do multiculturalismo, que não uniu os Britânicos mas dividiu-os. Tal como ele explicou, o multiculturalismo permitiu que o islão emergisse, apesar da cultura Judaico-Cristã da nação.

"Temos visto uma radicalização crescente dentro do Reino Unido, e a maior parte disso, sinto muito em dizer isto, é uma ferida auto-infligida. Nós tivemos q décadas de multiculturalismo apoiado pelo estado. Nós chegamos a encorajar as pessoas a não se unirem ao resto da sociedade, mas a permanecerem e a viverem de forma distinta.... Existem semelhanças [com os Estados Unidos]. Tivemos o último Arcebispo de Canterbury a sugerir que a lei Sharia fosse aceite nas cidades Britânicas, e como tal, temo que tenhamos sido fracos e não tenhamos sido mais musculares na nossa defesa, dizendo às pessoas, "Somos um país Cristão. Temos uma Constituição Cristã, e uma cultura Judaico-Cristã. Permitimos que as nossas escolas fossem infiltradas. Actualmente, as nossas prisões, como se sabe, são provavelmente o lugar onde o jihadismo se encontra a crescer mais rapidamente que em qualquer outro lugar. A maior parte disto nós fizemos a nós próprios."

Finalmente, o jornalista Australiano Piers Akerman explica o porquê de ter chegado a hora de abandonar o multiculturalismo:

A guerra contra o terror na Austrália de nada servirá a menos que se faça acompanhar com uma guerra à cultura que permite que o terrorismo se fixe no nossos país. E estou a falar da injusta política com o nome de multiculturalismo promovido pelo notório ministro da imigração de Whitlam, Al Grassby…. O multiculturalismo é um grande exemplo duma decisão política da elite que tem que ser abandonado.

Desde a altura em que a intelligentsia Esquerdista deu início à Revolução Francesa que as elites Esquerdistas têm dado início a revoluções cima-abaixo, com resultados na Rússia, na China, na Sudeste da Ásia e na América Central. Grassby e outros dentro do Partido Trabalhista e dentro do mundo académico têm promovido políticas  culturalmente destrutivas de equivalência moral, sendo o multiculturalismo apenas uma das manifestações.

Infelizmente para os Australianos Aborígenes, a ambição de criar uma forma de reconhecimento constitucional, quer seja através dum  preâmbulo, ou através de alterações na constituição, estão condenadas ao fracasso visto que a maior parte dos Australianos olharão para qualquer tentativa de gerar distinções entre os cidadãos Australianos com suspeição.justificada. No entanto, o multiculturalismo faz exactamente isso, e os contribuintes são obrigados a aceitar uma política injusta que encoraja a divisão e repele a integração.

A maior ironia disto tudo é que as revoluções da juventude dos anos 60 eram todas anti-autoritárias. Os jovens de então queriam políticas que acabavam com os fortes tabus culturais - e eles foram bem sucedidos. No entanto os jovens terroristas que caminham rumo à bandeira negra da seita da morte querem-se submeter à mais severa  forma de autoritarismo religioso.

Todos estes artigos valem uma leitura plena. Alguns comentadores e líderes Ocidentais estão a começar a ver as coisas tal como elas são, mas se nós não queremos que os sonhos falhados e perigosos da elite multiculti se materializem, precisamos que mais dos nossos líderes despertem, e despertem rapidamente.

Fonte: http://bit.ly/1tTPgCZ

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A frase mais importante do texto é: "Quando um líder Ocidental alega que o mais recente lote de terroristas islâmicos não fala em nome do islão, ele não está a defender o islão mas sim o multiculturalismo." O esquerdista comum pouco ou nada e importa com a vida que os maometanos levam ou podem vir a levar no Ocidente. O que lhe interessa é ter uma cultura com a qual ele pode atacar a civilização Cristã.  Por isso, quando o esquerdista "defende" o islão, ele está a defender o que ele acredita (multiculturalismo) e não o que os maometanos realmente acreditam.

A batalha da superior civilização Cristã não é tanto assim contra pessoas mas sim contra uma ideologia (Marxismo Cultural) que tem como propósito maior destruir tudo de bom que a Civilização Cristã produziu (família, ordem social, artes, sistema legal justo, etc), fazendo assim que as pessoas alienadas se tornem mais susceptíveis de se submeterem às invasivas políticas estatais.

É bem provável que um significativo número de pessoas ainda olhe para os seus líderes como agentes de protecção da sua cultura, mas o que eles não se apercebem é que quem fomenta a destruição da sua cultura é precisamente essa elite em quem ele depositou a sua fé. Não vão ser os líderes políticos que irão combater contra o multiculturalismo e contra o islamismo, mas sim a pessoa comum.


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