Já há idiotas o suficiente a processar outras pessoas por motivos frívolos. Isto não é nada de estranho.
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Já há idiotas o suficiente a processar outras pessoas por motivos frívolos. Isto não é nada de estranho.
Os motoristas muçulmanos são agressivos e pouco simpáticos com os passageiros. Eles recusam-se a apertar a mão das colegas de trabalho. A gerência recusa-se a intervir e apoiar as mulheres atacadas pelos muçulmanos como forma de manter a "paz social".
Alguns muçulmanos recusam-se a conduzir um autocarro se uma mulher conduziu-o antes dele. Os muçulmanos fazem as suas rezas nas horas de trabalho, e no local de trabalho. Os racistas e fascistas muçulmanos tratam os seus colegas brancos com desdém e como seres inferiores; gradualmente eles estão a impor o islão na RATP.
Imigrantes muçulmanos duma cidade próxima de Copenhague forçaram o cancelamento das tradicionais exposições de Natal deste ano ao mesmo tempo que investiram generosamente para as festividades envolvidos na celebração do Eid - que marca o fim do Ramadão.
A controvérsia escalou até se tornar num debate nacional em torno do papel do islão na Dinamarca pós-Cristã, onde uma florescente população muçulmana está-se a tornar cada vez mais assertiva na imposição da sua vontade em questões de vasto alcance social e cívico.
Um porta-voz do Partido Conservador Dinamarquês, Tom Behnke, afirma que teme que as pessoas estejam a tentar converter a Dinamarca num país muçulmano. Numa entrevista dada à DR News, Behnke disse:
"É profundamente alarmante que os nossos esforços de integração sejam tão ineficazes e que, mal haja uma maioria muçulmana, as antigas tradições dinamarquesas sejam colocadas de parte, e as muçulmanas sejam introduzidas. Vivêmos na Dinamarca e as pessoas têm que se adaptar à situação que se aplica aqui."
Quando questionado se as associações de habitação com minorias islâmicas deveriam apoiar as festividades em torno do Eid, Behnke respondeu:
"Temos que levar em conta que, no passado, o festival Eid era a celebração levada a cabo por muçulmanos depois de terem chacinado Cristãos, portanto não sei quanto disso há para celebrar na Dinamarca. Mesmo assim, as pessoas deveriam ter permissão para celebrar qualquer que seja a festividade, mas deveriam ao mesmo tempo respeitar as festividades existentes no país para onde imigraram."
Behnke acrescentou ainda:
"Não faz sentido nenhum tentar converter a Dinamarca num país islâmico só porque se tem origens muçulmanas. Isso não pode acontecer de maneira nenhuma. Pelo contrário, temos que ter respeito mútuo uns pelos outros. Isto [supressão do Natal/imposição do islão] é falta de respeito pelas tradições e cultura dinamarquesas. Não podemos aceitar a existência duma Dinamarca onde as tradições dinamarquesas desapareçam mal haja maioria muçulmana."
Uma vez que o multiculturalismo já está perfeitamente enraizado na Europa, é altura de se fazer uma avaliação do seu "sucesso". Para quem não sabe, o multiculturalismo apela a imigração em massa de pessoas com culturas distintas e impede ao mesmo tempo que sejam feitos movimentos que visem a assimilação das mesmas.
Eis então a forma como isso está a funcionar na Europa.
Grã-Bretanha:
Na área Tower Hamlets do Este de Londres (também conhecida como "A República Islâmica de Tower Hamlets"), clérigos maometanos, conhecidos como Talibãs de Tower Hamlets, regularmente emitem ameaças de morte dirigidas às mulheres que se recusam a usar o véu. As estradas foram invadidas por cartazes contendo frases como:
Acabou de entrar numa área controlada pela sharia. As leis islâmicas estão em operação.Em Luton os maometanos foram acusados de levar a cabo uma "limpeza étnica" ao assediarem os não-muçulmanos ao ponto de muitos deles simplesmente se mudarem para fora das áreas muçulmanas.
Em West Midlands, dois Cristãos foram acusados de "crimes de ódio" por oferecerem panfletos Bíblicos nesta área predominantemente muçulmana de Birmingham.
Em Leytonstone, Este de Londres, o extremista maometano Abu Izzadeen perturbou o discurso público do Home Secretary John Reid dizendo “Como é que te atreves a vir para uma área islâmica?”
França:
Segundo contagem recente, existem cerca de 751 Zonas Urbanas Sensíveis (Zones Urbaines Sensibles, ZUS), como elas são eufemisticamente conhecidas. Cerca de 5 milhões de maometanos vivem nas ZUS, parte da França que o governo já perdeu o controle.
Os imigrantes maometanos estão, ao mesmo tempo, a tomar conta de outras partes da França. Em Paris e em outras cidades com elevada presença muçulmana - tais como Lyon, Marselha e Toulouse - milhares de muçulmanos fecham as estradas e as passadeiras - e, por extensão, fecham o comércio local, encerrando os não-maometanos nas suas casas e escritórios - de modo a acomodar as multidões que se juntam para as rezas de 6-Feira.
Algumas mesquitas começaram já a emitir sermões e gritos de "Alá é o maior" pelos megafones e altifalantes. Apesar das inúmeras queixas públicas, as autoridades declinaram levar a cabo qualquer tipo de iniciativa temendo dar início a tumultos.
Bélgica:
Na capital belga de Bruxelas (onde 20% da população é maometana) várias vizinhanças maometanas tornaram-se também em zonas "no-go" para a polícia local - onde são frequentemente atacados por pedras provenientes de jovens muçulmanos.
No distrito de Kuregem em Bruxelas, que aparenta ser uma zona de guerra urbana, a polícia é forçada a patrulhar a área com dois carros: um carro para fazer o serviço de patrulha e outro para prevenir que o primeiro seja atacado.
No distrito de Molenbeek em Bruxelas a polícia foi ordenada a não beber café ou comer sandwiches em público durante o mês islâmico do ramadão.
Alemanha:
Numa entrevista dada ao Der Westen, o Comissário policial Bernhard Witthaut revelou que os imigrantes estão a impor zonas “no-go por toda a Alemanha a um ritmo preocupante.
Itália:
Os maometanos têm vindo a ocupar a Piazza Venezia em Roma para as suas rezas de 6ª Feira. Em Bolonha os muçulmanos repetidamente ameaçam bombardear a catedral de San Petronio devido ao facto dela conter um fresco com 600 anos exibindo o Inferno de Dante e Maomé a ser atormentado no inferno.
Holanda:
Um tribunal ordenou ao governo que publica-se a politicamente incorrecta lista de 40 zonas “no-go” da Holanda.
Suécia:,
Largas zonas da cidade de Malmö -- que é mais de 25% muçulmana -- são agora zonas "no-go" para os não-maometanos. Por exemplo, os bombeiros e os serviços de emergência médica recusassem a entrar na predominantemente muçulmana área do distrito de Rosengaard sem escolta policial. Estima-se que a taxa de desemprego dos homens em Rosengaard seja superior a 80%. Na cidade sueca de Gotemburgo jovens muçulmanos têm estado a atirar bombas de petróleo aos carros policiais.
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Enquanto esta destruição vai ocorrendo, a elite esquerdista dominante continua a subsidiar os invasores e a propagandear em seu nome. Críticas à conquista islâmica têm que ser criminalizadas.
A menos que a Europa morra de forma tranquila e se torne em algo análogo ao Médio Oriente, pobre, violento e retrógrado, o continente está em vias de entrar num momento bastante colorido da sua história onde a população nativa irá reclamar o seu território de forma violenta depois de se ver livre da elite politica - tanto da esquerda como da direita - que os traiu .
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Por incrível que pareça, as coisas estão a evoluir tal como a elite esquerdista pretende. Eles sabiam que a imigração maciça de pessoas não assimiláveis traria desorganização social, e como tal, deram o seu apoio activo a essa traição dos europeus.
O multiculturalismo foi instalado não para acomodar as várias culturas no ocidente, mas sim para destruir a unidade social ocidental. Depois dessa unidade social ter sido reduzida a cacos, a elite esquerdista irá usar a força policial para "restaurar a ordem" - ordem essa que foi destruída pelas suas políticas.
É assim que funciona o esquerdismo. Eles criam os problemas e depois colocam-se a eles mesmos como agentes capazes e de resolver os problemas que eles mesmos criaram.
As recentes reportagens da imprensa britânica em torno do escândalo sexual de Rochdale foram injustas e ofensivas ao descreverem os violadores de "asiáticos". O uso deste termo pelos média, como forma de descrever estes criminosos, cataloga todos os asiáticos como potenciais infractores e, de modo implícito (ou mesmo explícito), atribui este tipo de comportamentos a todos os asiáticos no geral, o que é racista e ofensivo para uma larga secção da comunidade asiática obediente à lei.
Porque é que a imprensa nacional não consegue usar as palavras "gangues sexuais paquistaneses" ou "afegãos" quando reporta estes casos? Melhor ainda, porque é que não os descrevem como "gangues sexuais muçulmanos" ? Porque é que ao tentarem ser politicamente correctos, eles têm que publicar manchetes que não só distorcem e escondem a verdade, como difamam todos os indianos e todos os asiáticos com estigmas raciais e criminosos da pior espécie?
Tal como os gangues criminosos prévios, os infractores de Rochdale agiram segundo uma perspectiva cultural inspirada pela sua religião - incompatível com a sociedade britânica - e que não é partilhada pela comunidade asiática. O Hinduísmo, o Budismo, o Sikhismo e o Cristianismo não só possuem tradições culturais e religiosas mais antigas que o islamismo na Ásia, como possuem um código moral compatível com a lei e os valores britânicos. É uma desgraça que os média usem um termo racial como forma de fazer ligação entre estes crimes (perpetuados por muçulmanos) e todos os asiáticos.
Falo como alguém que faz parte duma família Tamil cujos membros lutaram de forma brava na 2ª Guerra ao lado dos britânicos, e que estão orgulhosos da sua herança cultural e do lugar que conquistaram na sociedade britânica. As pessoas da minha comunidade estão fartas dos problemas associados aos gangues de narcotráfico muçulmanos, aos gangues sexuais muçulmanos e aos muçulmanos que apoiam grupos terroristas. As verbas angariadas pelos muçulmanos em favor dos terroristas muçulmanos são usadas como forma de financiar ataques aos indianos inocentes como aos britânicos inocentes; tanto em Londres como em Mumbai.
As contribuições da comunidade Sikh para a cultura e sociedade britânica têm sido leais e honradas. Quão injusto é associá-los com o tipo de comportamento levados a cabo por muçulmanos?
Os Sikhs possuem também uma longa e orgulhosa história tanto nas forças militares britânicas como nas forças militares indianas - como também como parte da sociedade britânica. Um Sikh contou-me hoje que "o problema reside na comunidade muçulmana , na impressa esquerdista politicamente correcta e numa liderança fraca demais para fazer alguma coisa em relação a isto".
Falei também com um amigo Cristão de Goa (índia) e ele disse-me o quão perturbado ele está pelo facto do seu irmão estar a ser qualificado de "besta sexual" pela imprensa britânica.
Os budistas estão também chateados com a imprensa britânica - qualificando-a de racista - devido ao seu uso descuidado e francamente imprudente do termo "asiático" nas suas reportagens. Não só isto coloca um injustificado ângulo racial na história , como demoniza toda a comunidade asiática britânica.
Os asiáticos britânicos estão enojados com os insultos raciais e com a forma como os média estão a reportar o caso. Porque é que eles insistem em acrescentar um elemento racial quando não existe um? Porque é que eles não reportam os genuínos problemas existentes dentro da comunidade muçulmana e dentro da religião islâmica?
Eu mesmo já me queixei à comissão de queixas da imprensa e apelo a todos os asiáticos britânicos que levem a cabo o mesmo esforço de modo a dar um término a estes insultos raciais.
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Há motivos bem claros para o uso do termo "asiático" em vez de "muçulmano": votos e petróleo. A esquerda militante depende do voto islâmico para continuar a ter capacidade de influência na política inglesa e o governo inglês não quer ver as suas relações com os países árabes deterioradas.
Como tal, é mais conveniente usar um termo absolutamente racista e ridículo para qualificar os infractores em vez de se usar o único termo que une os gangues de narcotráfico, os gangues sexuais e gangues de angariam dinheiro para grupos terroristas: muçulmanos.
Os contribuintes ingleses estão a financiar aulas privadas aos filhos dos imigrantes de modo a que estes possam aprender (Por favor, voltem a ler o parágrafo anterior e pensem no que vai na cabeça de quem promove e defende medidas deste género.)
Alguns dos concílios mais pobres de Inglaterra já gastaram milhões de libras para providenciar aulas de ensino de línguas tais como bengali, urdu e árabe nas mesquitas e centros comunitários.
Apesar de existirem problemas com a literacia inglesa nas suas áreas, os responsáveis pela política alegam que a mesma "celebra a diversidade", promove "coesão comunitária" e ajuda as crianças a estarem prontas para testes na língua nativa dos seus pais.
Em Tower Hamlets, Londres oriental, onde o nível de conhecimento de inglês é tão pobre entre os pupilos que entram nas escolas primárias que são necessários tradutores, o concílio gasta £185,000 por ano para providenciar lições de bengali depois das aulas.
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A "coesão comunitária" e a "diversidade" não são motivos suficientes para que os contribuintes sejam obrigados a pagar o ensino privado de línguas estrangeiras. Numa sociedade normal, são os estrangeiros que têm que aprender a língua do país para onde viajaram - e não o contrário.
No entanto, como o avanço do esquerdismo depende em larga escala do voto não-europeu, medidas como esta são perfeitamente "normais".
Agradecimentos ao site Vlad Tepes por ter feito upload do vídeo.
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Um grupo estudantil maometano está a exigir que uma imagem "ofensiva" do Senhor Jesus e de Maomé a partilhar uma bebida num bar, retirada dum sketch satírico online, seja removido do do site das redes sociais.
O presidente da associação Ateísta, Secularista e Humanista da "University College London" (UCL), Robbie Yellon, pediu demissão do cargo como resultado da controvérsia resultante.
O secretário da "National Federation of Atheist, Humanist and Secular Student Societies", Michael Paynter, disse:
O Robbie pediu demissão do cargo visto que ele alistou-se como presidente para organizar eventos e dirigir uma sociedade estudantil.Certamente que ele não gostou de saber o que lhe esperava. Parece que ser um antagonista malcriado não é tão divertido quando as pessoas que estás a atacar estão motivadas para responder.Ele não gostou muito do stress sob o qual estaria submetido durante a resolução desta controvérsia, e como tal, ele decidiu dar espaço a outro.
Quanto tempo demorará até que os militantes ateus europeus mais inteligentes comecem a olhar para o futuro distante, e comecem a lutar por uma re-implantação da Cristianismo?
A esta altura, até o mais militante dos ateus se deve ter apercebido que a sociedade pós-Cristã que eles tinham em vista, brilhante, sexy, tolerante, secular e científica, não só nunca se vai materializar, como na sua ânsia de acabar com o Cristianismo, tudo o que eles fizeram foi preparar o caminho para uma ideologia mais anti-ateísta que o Cristianismo.
Portanto, em termos prácticos, os esquerdistas e todos os grupos anti-Cristãos da Europa que deram o seu apoio ao marxismo cultural na esperança dum "mundo melhor", tudo o que fizeram foi dar início à sua morte lenta.
Os Cristãos nem sempre foram bem sucedidos em amar os seus inimigos, mas, tomando como exemplo os padrões históricos, eles foram espantosamente tolerantes. Agora, os militantes ateus do ocidente vão descobrir o que é a verdadeira intolerância.
Europa 2076: militante ateu prepara-se para um debate com um muçulmano