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sábado, 17 de dezembro de 2016
domingo, 2 de dezembro de 2012
A meia-vida da utopia secular
"Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos, e sejamos sóbrios"
1 Tess 5:6
Por Vox Day
O pós-Cristianismo é secular e divertido até que o vazio seja preenchido. E todos nós sabemos como a natureza preenche o vazio:
Imigrantes muçulmanos duma cidade próxima de Copenhague forçaram o cancelamento das tradicionais exposições de Natal deste ano ao mesmo tempo que investiram generosamente para as festividades envolvidos na celebração do Eid - que marca o fim do Ramadão.
A controvérsia escalou até se tornar num debate nacional em torno do papel do islão na Dinamarca pós-Cristã, onde uma florescente população muçulmana está-se a tornar cada vez mais assertiva na imposição da sua vontade em questões de vasto alcance social e cívico.
Um porta-voz do Partido Conservador Dinamarquês, Tom Behnke, afirma que teme que as pessoas estejam a tentar converter a Dinamarca num país muçulmano. Numa entrevista dada à DR News, Behnke disse:
"É profundamente alarmante que os nossos esforços de integração sejam tão ineficazes e que, mal haja uma maioria muçulmana, as antigas tradições dinamarquesas sejam colocadas de parte, e as muçulmanas sejam introduzidas. Vivêmos na Dinamarca e as pessoas têm que se adaptar à situação que se aplica aqui."
Quando questionado se as associações de habitação com minorias islâmicas deveriam apoiar as festividades em torno do Eid, Behnke respondeu:
"Temos que levar em conta que, no passado, o festival Eid era a celebração levada a cabo por muçulmanos depois de terem chacinado Cristãos, portanto não sei quanto disso há para celebrar na Dinamarca. Mesmo assim, as pessoas deveriam ter permissão para celebrar qualquer que seja a festividade, mas deveriam ao mesmo tempo respeitar as festividades existentes no país para onde imigraram."
Behnke acrescentou ainda:
"Não faz sentido nenhum tentar converter a Dinamarca num país islâmico só porque se tem origens muçulmanas. Isso não pode acontecer de maneira nenhuma. Pelo contrário, temos que ter respeito mútuo uns pelos outros. Isto [supressão do Natal/imposição do islão] é falta de respeito pelas tradições e cultura dinamarquesas. Não podemos aceitar a existência duma Dinamarca onde as tradições dinamarquesas desapareçam mal haja maioria muçulmana."
Claro que a forma da Dinamarca evitar a perda das tradições dinamarquesas é evitar uma maioria muçulmana. Como eu [Vox Day] repetidamente tentei explicar aos ateus e agnósticos presentes no meio de nós, não existe nem nunca vai existir uma utopia secular baseada na ciência. É uma categoria de erro fundamental fingir que isso é remotamente possível.
Aquilo que nós pensamos ser secularismo mais não é que o estado transicional entre uma forma religiosa dominante e aquela que toma o seu lugar. A cultura pós-Cristã não é nem secular nem científica mas sim pagã e pré-Civilização Ocidental.
Há duas opções por onde escolher. O iluminismo secular não é uma delas. O que é tido como progresso é, na verdade, uma reversão social em larga escala de proporções significantes, e nem a tecnologia nem dívida em quantidades crescentes (que actualmente é interpretada como "riqueza") serão capazes de prevenir isso.
Tendo como base o que estamos a observar, a meia-vida da sociedade secular é de cerca de 20 anos.
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Uma das frases mais emblemáticas da falta de vontade de viver dos Europeus e quando Behnke diz"devemos ter respeito mútuo".
Mas não é por demais aparente que os invasores colonizadores imigrantes maometanos não querem viver num clima de "respeito mútuo" mas sim impor a sua ideologia neste país?
Mas não é por demais aparente que os invasores colonizadores imigrantes maometanos não querem viver num clima de "respeito mútuo" mas sim impor a sua ideologia neste país?
O pior é que tanto os dinamarqueses como os maometanos sabem que, mal haja maioria islâmica, o islão vai ser imposto à força, mas os dinamarqueses ainda tentam cordialmente chegar a um ponto de concordância - enquanto, anualmente, o número de muçulmanos aumenta de modo explosivo.
Se alguém diz "vou-te destruir" a nossa resposta só pode ser "não, não vais". Dizer "vamos chegar a um acordo" é estupidez e suicídio.
sábado, 27 de outubro de 2012
Diversidade selectiva
Fonte
Durante a planificação dos encontros do "Smag Verden – Mangfoldighedsfest", um evento que celebra a culinária e a cultura dos mais variados países, os participantes judeus foram avisados de que "algumas pessoas" poderiam interpretar a sua bandeira como uma provocação. Malgorzata H Hansen, que representava os Judeus nos encontros, disse o seguinte ao jornal Berlingske
Durante a planificação dos encontros do "Smag Verden – Mangfoldighedsfest", um evento que celebra a culinária e a cultura dos mais variados países, os participantes judeus foram avisados de que "algumas pessoas" poderiam interpretar a sua bandeira como uma provocação. Malgorzata H Hansen, que representava os Judeus nos encontros, disse o seguinte ao jornal Berlingske
Foi-nos dito que se calhar seria melhor não içar a bandeira.
Originalmente, os representantes da TaskForce Inklusion, o grupo responsável por comunicar com todos os grupos participantes do festival, disso aos representantes Judeus que todas as associações participantes receberam notificação para não trazer bandeiras. No entanto, não só muitas bandeiras foram exibidas normalmente durante o evento, como os outros grupos participantes afirmaram que ninguém lhes tinha dito para não exibir a bandeira do seu país.
A mayor de Copenhaga para o emprego e integração, Anna Mee Allerslev, disse que havia sido aconselhada a excluir por completo o grupo Sionista Dinamarquês do festival, mas recusou-se a dizer quem lhe tinha aconselhado a fazer isso mesmo.
Ela afirma:
Tínhamos alguns
peritos que estavam profundamente preocupados com a situação, e que
desconfiavam que a segurança era insuficiente.
As autoridades competentes enviaram 20 polícias adicionais para o sítio onde o festival se iria realizar, no multi-étnico distrito de Nørrebro.
* * * * * * *
O marxismo cultural destruiu por completo a bravura do povo dinamarquês se nos lembrarmos que durante a 2ª Guerra Mundial, eles impediram que os Judeus dinamarqueses fossem enviados para os campos da morte da Nacional Socialista (com a excepção de 19 Judeus).
Para além disso, este é o povo que, por duas vezes, e em desafio ào ataque que os maometanos radicais fazem à liberdade de expressão, publicou os controversos cartoons sobre Maomé. Como se sabe, os maometanos responderam a estes gráficos com tumultos e ataques às embaixadas da Dinamarca.
Agora, totalmente emasculados, os dinamarqueses promovem um festival que celebra a diversidade, mas ao mesmo tempo recusam-se a celebrar aspectos da diversidade que ofendem um dos grupos que beneficia dessa mesma "diversidade."
Apaziguador o mal têm sempre as mesmas consequências.
Não deixa de ser irónico e trágico que os Judeus estejam a ser vítimas do Marxismo Cultural e do multiculturalismo, quando a maioria dos arquitectos da Escola de Frankfurt eram eles mesmos Judeus.
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