MITOS ISLÂMICOS

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terça-feira, 25 de novembro de 2014

Este país está a expulsar os muçulmanos e o crime está a diminuir

Existe um país que finalmente aprendeu que o fluxo de imigrantes maometanos gera problemas. Não só problemas, mas também crimes horríveis. Juntamente com a introdução do islão nos países Europeus, ocorre um aumento drástico de violações, abuso sexual de menores, assassinatos, violência e protestos - tudo isto actos perfeitamente de acordo com o Alcorão e as hadiths.

Os jihadistas, colectivamente conhecidos como mujahideen, criam grupos terroristas e patrulham as estradas e as zonas tidas por eles como "zonas islâmicas", como forma de fazer cumprir a lei islâmica com o nome de Sharia.

Os Noruegueses sofreram os horrores da integração islâmica, e em vez de apaziguarem os maometanos, temendo serem chamados de politicamente incorrectos, eles agiram. Segundo o The Local, começando no ano passado, um número recorde de imigrantes - nomeadamente muçulmanos - foi deportado da Noruega. Com a deportação dos muçulmanos, e para grande alegria das forças policiais, veio uma redução dramática no crime.

Cerca de 5,198 cidadãos estrangeiros foram expulsos da Noruega durante o ano de 2013. Frode Forfrand, chefe do Directorate of Immigration (UDI), disse o seguinte ao NRK:

É o número mais elevado que alguma vez tivemos. Somos de opinião de que um dos motivos por trás do aumento é o facto da polícia se ter tornado mais ciente do uso da deportação como arma de combate ao crime. Os cidadãos Nigerianos encabeçam a lista daqueles que foram expulsos por cometerem crimes, com 232 cidadãos expulsos como castigo em 2013, seguidos dos Afegãos com 136 cidadãos expulsos, e os Marroquinos, com 76 cidadãos expulsos como castigo.

Por outro lado, os Afegãos encabeçam a lista daqueles expulsos por violarem o Immigration Act, com 380 pessoas expulsas por esse motivo, seguidos dos cidadãos Iraquianos, com 234 pessoas expulsas pelo mesmo motivo.

Saudamos a Noruega por se recusar a ser envergonhada pelos esquerdistas e forçada a manter criminosos no seu país. Talvez os Estados Unidos sejam igualmente corajosos para fazer o mesmo.


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Os esquerdiotas profissionais muito provavelmente avançarão com a frase "correlação não significa causalidade", mas os dados apurados (aquilo que as pessoas normais chamam de "realidade") claramente demonstram que, neste caso, a correlação tem fortes ligações com a causalidade. Dito doutra forma, até prova em contrário, pode-se afirmar que o que está a causar a diminuição da criminalidade é precisamente a deportação dos membros do grupo ideológico mais susceptível de cometer acções criminosas.

sábado, 31 de maio de 2014

Não são só as feministas e os activistas homossexuais que gostam de invadir igrejas

Qualquer objecção ao avanço do islão é imediatamente classificado de "islamofóbico", mas é um facto bem simples de entender que, à medida que o islão avança, ele vai-se tornando mais agressivo, mais confrontacional e mais intolerante (isto é, vai-se tornado mais perto do verdadeiro islão).

No Reino Unido, os Cristãos da Igreja "New Life" são tão incrivelmente intolerantes que colocaram objecções ao incidente onde um maometano interrompeu o culto gritando "voltem-se para Alá". (Como se sabe, "Alá" é o nome pessoal do deus que os maometanos servem.)
Derby Telegraph—Os congregantes ficaram aterrorizados depois de terem pensado que um homem de 52 anos que entrou na sua igreja "vestido como um terrorista" no Remembrance Sunday "pudesse estar armado com um bomba". 
Mohamed Dar cobriu a sua cara com um cachecol e a sua cabeça com uma bandana que tinha as palavras "Alá é o maior" em arábico escrito sobre ele quando entrou na Igreja "New Life", em Alfreton. 
Poucos minutos depois, ele estava a gritar "Voltem-se para Alá!" e que os islão "envia rapazes com 10 anos para a guerra". 
Os magistrados de "North East" e "Dales" ouviram como poucos minutos antes ele havia perturbado a parado do Remembrance Day no cenotáfio em Alfreton. (Fonte.)
Num culto em França, os presentes foram ainda mais racistas e intolerantes ao colocarem objecções aos propósitos dum maometano de estender um tapete de rezas e recitar versos do Alcorção durante a Missa.
Diversity Macht Frei—Os adoradores presentes no local ficaram estupefactos. Neste Domingo de manhã, numa igreja colegial cheia de congregantes, um homem vestindo um djellaba e chapelaria para as rezas entrou, e colocou o tapete à esquerda do altar precisamente no momento em que decorria a Missa da Páscoa. O homem, visivelmente perturbado, leu versos do Alcorão antes de escrever algumas linhas em arábico no caderno de registo da paróquia.

Depois de pela primeira vez ter perturbado a missa do Domingo de Ramos uma semana antes em la Bedugue, na igreja colegial, alguns congregantes haviam avisado a polícia. Uma equipa chegou e calmamente pediu que ele abandonasse as instalações. O vice-comissário, que havia sido notificado desta perturbação da ordem pública, insistiu em especificar que "Não é preciso generalizar. Esta atitude imprópria vem só dum indivíduo que está claramente perturbado." (Fonte)
Longe de estar perturbado, o maometano foi suficientemente gentil para escrever a surah 112 no caderno de registo da igreja:


A surah 112 é um "aviso" para os Cristãos, e nela lê-se:
Dize: Ele é Deus, o Único! Deus! O Absoluto! Jamais gerou ou foi gerado! E ninguém é comparável a Ele!
Será que não se pode fazer nada a estes Cristãos islamofóbicos que impedem que os seus cultos sejam interrompidos em nome de Alá?

Fonte

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Detectando os homossexuais no aeroporto

Oficial ligado ao governo do Kuwait anunciou que este país, bem como outros estados locais, irão levar a cabo testes médicos para tentar "detectar" homossexuais que tentam entrar nos estados do Golfo Pérsico.

Segundo Yousouf Mindkar, serão introduzidas novas propostas que levarão a cabo monitorizações clínicas de rotina junto dos estrangeiros que tentam entrar nos países que fazem parte do grupo "Gulf Cooperation Countries" (GCC). A entrada de pessoas que sejam identificadas como pertecendo ao grupo lgbt será então recusada. Um comité central encarregado de analisar o estatuto dos expatriados irá levar a cabo uma análise à proposta no dia 11 de Novembro.

Falando para o jornal diário local com o nome de Al Rai, o director da saúde pública da Ministério da Saúde do Kuwait afirmou que, embora os centros médicos já levem a cabo testes para apurar a saúde daqueles que entram no país, eles irão ao mesmo tempo "levar a cabo medidas mais rigorosas que nos ajudarão a detectar os homossexuais, e impedi-los de entrar no Kuwait ou em qualquer outro membro dos estados da GCC.

Mindkar não disse no entanto como é que essa averiguação seria feita.


Actualmente, aqueles que se encontram a viver no Kuwait com idades inferiores a 21 anos, e que sejam apanhados envolvidos em actos homossexuais, enfrentam uma pena de prisão que pode chegar aos 10 anos. Os actos homossexuais são banidos em todos os países-membros da GCC (Arábia Saudita, Omã, e os Emiratos Árabes Unidos).

Há alguns dias atrás, no Omã, o jornal "The Week" foi suspenso alegadamente por ter impresso um artigo considerado simpatético em relação aos homossexuais.

O homossexualismo é ilegal em 78 países do mundo, e é ainda punível com a morte em cinco países, que incluem o Irão, o Iémen e a Arábia Saudita.


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Note-se a hipocrisia das organizações lgbt: quando a Rússia proíbe a propaganda  de "relações sexuais não-tradicionais", eles colocam a hipótese de banir os Jogos de Inverno que se aproxima (bem como deixar de visitar esse país) mas quando os países maometanos consideram impedir a presença (e não a promoção) de homossexuais, esses mesmos grupos lgbt permanecessem num silêncio sepulcral. Isto demonstra de forma cabal que o movimento homossexual em nada está relacionado com os direitos os homossexuais, mas sim com um ataque organizado à civilização Ocidental, e em especial ao Cristianismo e a tudo o que essa ideologia religiosa defende.

Se por acaso tu és homossexual, pergunta aos líderes do movimento homossexual o porquê deles não fazerem manifestações e eventos de condenação aos países islâmicos que executam quem é apanhado em actos homossexuais.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Tribunal sueco promove a violação de mulheres suecas

Seis maometanos foram condenados a serviço comunitário depois de terem tomado parte numa violação em grupo a uma rapariga sueca de 15 anos. Os seis adolescentes, que foram colocados num julgamento pela violação, representam um arco-iris da diversidade maometana: eles são Turcos, Árabes e Africanos.

Devido a isso, obviamente que, depois do julgamento, o juiz lhes atirou com um livro de uma forma que só um juiz Sueco pode atirar um livro a um imigrante maometano que está a contribuir para a rica diversidade do país. Cinco dos adolescentes foram declarados culpados de violação agravada pelo Solna District Court, e o sexto foi declarado culpado de tentative de violação agravada.

O ataque ocorreu em Março último num apartamento de Tensta, onde um dos adolescentes geriu os preservativos enquanto os outros violavam a rapariga de 15 anos.

O tribunal levou em consideração o facto do relato da rapariga incluir informação "coesa, longa e relativamente detalhada" do incidente, e a masma não incluir "qualquer tipo de contradição ou elementos na história que se poderiam considerar inexplicáveis".

Apesar de terem negado o incidente aquando do início do julgamento, os quatro rapazes, entretanto, confessaram ter tido relações sexuais com a rapariga na altura, mas negaram ter cometido qualquer tipo de crime. O rapaz que alegadamente ofereceu os preservativos  negou tudo.

"Segundo o tribunal, as suas explicações em torno dos motivos que lhes levou a modificar a sua história eram insustentáveis, mas sugeriram que eles escondiam algo," escreveu o tribunal.

Cinco dos rapazes foram condenados a 100 horas de serviço comunitário cada uma, e foram ordenados a pagar  55,000 kronor ($8,500) cada em danos causados à vitima. O castigo foi menos severo do que poderia ter sido uma vez que os rapazes são menores, e o tribunal concluiu que eles haviam já sido punidos de alguma forma por terem as suas fotos e os seus detalhes pessoais expostos pela internet.

"Menos severo"? Isso é algo "surpreendente".

Mas não há problemas uma vez que a ONU coloca a Suécia num lugar bastante elevado, no que toca os direitos das mulheres. Infelizmente, o direito de não ser violada por imgrantes não é um deles. Mas se eles fossem para a "prisão", as coisas não seriam assim tão más.
 
"Prisão" sueca.
 
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Os direitos das mulheres pasam para o segundo lugar sempre que estes entram em rota de colisão com o multiculturalismo.
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terça-feira, 19 de março de 2013

O preenchimento do vazio deixado pelo esquerdismo


Para o interior da espiritualmente e moralmente morta zona criada pelo esquerdismo e relativismo entra o islão.


Izzadeen, o auto-nomeado ‘Director dos Muçulmanos de Waltham Forest’, marchará com os seus apoiantes - muitos deles novos recrutas do islão - como parte da sua campanha de tornar o bairro suburbano na primeira zona da Grã-Bretanha regida pela lei Shariah. Debaixo da sua brutal lista de regras, haverá uma proibição do álcool, do tabaco e do homossexualismo, bem como da mistura pública entre homens e mulheres.

Todos estes passos fazem parte da campanha concertada de Izzadeen de derrotar a "decadência Ocidental" (mas não a tecnologia, ciência, medicina Ocidental)   e transformar largas partes da Grã-Bretanha - onde, segundo os seus apoiantes, "as pessoas vivem como animais numa selva" - num Emirado Islâmico.

Durante esta semana (ed: 29 de Julho de 2011) Choundry alegou que a área Shariah proposta para Waltham Forest seria patrulhada por jovens islamistas:

Temos centenas, senão milhares, de pessoas dispostas a sair pelas ruas e garantir que as nossas leis sejam obedecidas. Esta é a melhor forma de lidar com as bebedeiras, o boçalismo, a prostituição e o tipo de vida vilão que temos na Grã-Bretanha.

Izzadeen afirmou que largos números de jovens ingleses se estão a converter ao islão. De facto, um largo número de meninas que caminham por algumas zonas de Inglaterra parecem ser brancas e com descendência inglesa. Uma delas, quando aproximada por um dos jornalistas que levou a cabo esta notícia, afirmou que o seu nome era "Abi", e que ela tinha 18 anos. Inicialmente, ela estava relutante em falar connosco. Depois, e com um sotaque Cockney, ela disse:

Eu não fui forçada a nada. Eu era mais ou menos Cristã, mas, tal como muitas das minhas amigas, converti-me ao islão. Isto faz-me sentir melhor com a minha vida. Eu estava numa escola cheia de raparigas muçulmanas, e elas ajudaram-me a tomar  uma decisão. Eu acho que a Shariah pode funcionar aqui. 

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Eis aí o resultado do multiculturalismo. Em nome da aceitação de todas as culturas e de todas as formas de vida, a elite esquerdista Britânica fomentou uma cultura neo-pagã que deixou os seus cidadãos em busca de direcção e significado. Não é surpreendente, portanto, que muitos ingleses e muitas inglesas tenham rejeitado o estilo de vida sujo, doente, puído, lascivo, libertino, tudo-vale, e cheio de instabilidade pessoal familiar, e adoptado no seu lugar o estilo de vida proposto pelo islão - mais estruturado, mais legal e relativamente mais limpo que a alternativa pagã inglesa.

Para os homens e para os rapazes, o islão promete a restauração da masculinidade, uma ligação com a comunidade que os valoriza como homens e fornece-lhes um bem definido papel a desempenhar. Para as mulheres e para as raparigas, o islão fornece uma vida de auto-valorização como mulher, algo totalmente diferente do estilo de vida lascivo, cheio de sexualidade e promiscuidade fornecido às mulheres pelo esquerdismo.

Ambos os sexos, profundamente enojados com o materialismo e imoralidade da cultura secular e esquerdista, encontram no islão uma resposta melhor para o vazio espiritual que se encontra no interior das suas almas do que aquela que encontrariam junto do esquerdismo - vazio esse que o secularismo não prencheu e nem pode preencher.

Os corações e as mentes dos nativos britânicos, havendo sido convertidos pelo crescente número de imigrantes do Médio Oriente e de África para o que eles acreditam ser um estilo de vida superior, estão a abandonar o esquerdismo cultural.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

A tormento da mulher sueca

Durante os últimos anos a Suécia importou um largo número de imigrantes muçulmanos, o que tem tido efeitos catastróficos. A população sueca aumentou de 9 milhões para 9,5 milhões durante os anos 2004-2012 - muito devido à imigração de países como o Afeganistão, Iraque e Somália. 16 porcento de todos os recém-nascidos têm uma mãe que nasceu num pais não-ocidental.

A Suécia tem hoje a segunda maior taxa de violações do mundo, logo depois da África do Sul, que, com 53.2 por cada 100.000, é seis vezes mais elevada que a taxa dos Estados Unidos. As estatísticas sugerem que 1 em cada 4 mulheres suecas será vítima de abuso sexual.

Por volta de 2003, a estatística de violações da Suécia já era mais elevada que a média quando se encontrava à volta dos 9.24, mas em 2005 ele explodiu para 36.8 e por volta de 2008 ela atingiu os 53.2. Actualmente, ele deve ser ainda mais alta à medida que os imigrantes muçulmanos continuam a aumentar a sua presença junto da população.

Com os muçulmanos a representarem cerca de 77% de todas as violações, e existindo uma equivalência entre o aumento das violações e o aumento da população muçulmana, o resultado da imigração muçulmana é uma epidemia de abusos sexuais levados a cabo por uma ideologia misógina.

As estatísticas encontram-se focadas nos centros urbanos, onde os colonistas islâmicos se concentram. Em Estocolmo, neste Verão, ocorreram em média 5 violações por dia. A Suécia deixou de ser uma cidade sueca e passou a ser uma cidade onde 1/3 das pessoas são imigrantes, e onde entre 1/5 a 1/4 dos locais adere a fé de Maomé.

Fonte

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Entretanto, e como demonstração clara da total subversão do senso comum europeu, em vez de se lidar com as causas da violação de mulheres (a imigração islâmica), os europeus constroem
cintos anti-violação.

domingo, 11 de novembro de 2012

Ajudando o inimigo

Graças à inteligente ocupação duma mesquita há algumas semanas atrás, a Génération Identitaire recebeu extensiva cobertura mediática por parte dos órgãos de informação franceses. Proeminente na cobertura tem sido o inteligente e articulado Damien Rieu, um dos porta-vozes do grupo.

Até a alguns dias atrás, ele trabalhava como estagiário numa editora de Lyon (responsável pelas comunicações). Ele foi agora despedido dessas posição como resultado do seu activismo político. 


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Há alguns dias atrás um documentário feito pela Sharia4Belgium foi transmitido pela televisão belga. Presente no documentário encontravam-se frases ditas pelo porta-voz do movimento Fouad Belkacem tais como o facto dele não ter "uma grama de respeito" pelos belgas não maometanos.
A nossa religião é superior à vossa. O nosso sistema é superior ao vosso. Os nossos valores são superiores aos vossos.
Em resposta a isto, Stéphanie Gilson, estudante no colégio IPES (Verviers) na sua página do Facebook:  "Superiores a nós? Desculpa? LOL e um grande LOL". Ela disse também que na sua turma, no colégio, encontravam-se presentes duas raparigas que afirmavam as mesmas coisas, o que lhe deixava assustada.


No dia seguinte as tais duas raparigas, que obviamente leram o que ela escreveu na sua página do Facebook, atiraram-lhe bancos e cadeiras e as três raparigas foram suspensas por um dia. Para além disso, a gerência disse à Stéphanie que ela não tinha o direito de expressar a sua opinião em relação aos maometanos na sua conta de Facebook.

Sim, leram bem. Uma cidadã belga não pode escrever na sua conta pessoal o que ela pensa sobre um vídeo onde se vê estrangeiros a dizer que a sua cultura (a belga) é inferior à cultura dos estrangeiros. Como as coisas já estão.

Recusando-se a aceitar isto, Stéphanie anulou a sua matrícula neste colégio e apresentou queixa à polícia (boa sorte!). Ela disse ainda:
Eu é que sou a vítima mas tudo o que fiz foi dar a minha opinião.
Um estrangeiro humilha a cultura local, mas a pessoa que vê a sua liberdade de expressão limitada é a pessoa ofendida e não quem ofendeu a cultura belga? "Fantástico"

Este incidente revela também o complexo de inferioridade que os maometanos têm em relação à  (por enquanto) superior cultura europeia. Bastou uma crítica por parte uma rapariga para que outras raparigas se sentissem "ofendidas" e tomassem medidas de intimidação em relação a isso.. As muçulmanas, melhor que ninguém, sabem que a sua cultura é claramente inferior à europeia, mas elas nada podem fazer contra isso, e como tal viram a sua falsa indignação contra a pessoa que diz "o rei vai nu!".

Sinceramente, de que forma é que a civilização islâmica é superior à europeia? Ciência? Liberdade? Direitos Humanos? Artes e outras áreas culturais?

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Muitos outros exemplos poderiam ser dados que demonstram como a elite europeia se coloca do lado dos muçulmanos sempre (ou quase sempre) que há diferenças de opinião entre europeus e maometanos. Os europeus indígenas estão a ser perseguidos como criminosos ao mesmo tempo que pessoas que atacam a cultura europeia recebem permissão para emitir os seus programas sem qualquer tipo de constrangimento.

A traição não poderia ser mais óbvia.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Vídeo de mulher esfaqueada no Egipto [Gráfico]



Com a Primavera Árabe, tão querida pela Esquerda, pelos liberais e pelos “progressistas” — incluindo as feministas, os gueis, etc. — os chamados “crimes de honra” islâmicos, perpetrados em público, tornaram-se legais no Egipto, resultado da validação da lei islâmica (Sharia). Neste vídeo vemos o assassinato público de uma mulher por esfaqueamento.


¡ Tudo legal ! A Esquerda e os liberais devem estar muito orgulhosos.



quinta-feira, 17 de maio de 2012

Gangues muçulmanos e não " gangues asiáticos"

Por Glen Jenvey

As recentes reportagens da imprensa britânica em torno do escândalo sexual de Rochdale foram injustas e ofensivas ao descreverem os violadores de "asiáticos". O uso deste termo pelos média, como forma de descrever estes criminosos, cataloga todos os asiáticos como potenciais infractores e, de modo implícito (ou mesmo explícito), atribui este tipo de comportamentos a todos os asiáticos no geral, o que é racista e ofensivo para uma larga secção da comunidade asiática obediente à lei.

Porque é que a imprensa nacional não consegue usar as palavras "gangues sexuais paquistaneses" ou "afegãos" quando reporta estes casos? Melhor ainda, porque é que não os descrevem como "gangues sexuais muçulmanos" ? Porque é que ao tentarem ser politicamente correctos, eles têm que publicar manchetes que não só distorcem e escondem a verdade, como difamam todos os indianos e todos os asiáticos com estigmas raciais e criminosos da pior espécie?

Tal como os gangues criminosos prévios, os infractores de Rochdale agiram segundo uma perspectiva cultural inspirada pela sua religião - incompatível com a sociedade britânica - e que não é partilhada pela comunidade asiática. O Hinduísmo, o Budismo, o Sikhismo e o Cristianismo não só possuem tradições culturais e religiosas mais antigas que o islamismo na Ásia, como possuem um código moral compatível com a lei e os valores britânicos. É uma desgraça que os média usem um termo racial como forma de fazer ligação entre estes crimes (perpetuados por muçulmanos) e todos os asiáticos.

Falo como alguém que faz parte duma família Tamil cujos membros lutaram de forma brava na 2ª Guerra ao lado dos britânicos, e que estão orgulhosos da sua herança cultural e do lugar que conquistaram na sociedade britânica. As pessoas da minha comunidade estão fartas dos problemas associados aos gangues de narcotráfico muçulmanos, aos gangues sexuais muçulmanos e aos muçulmanos que apoiam grupos terroristas. As verbas angariadas pelos muçulmanos em favor dos terroristas muçulmanos são usadas como forma de financiar ataques aos indianos inocentes como aos britânicos inocentes; tanto em Londres como em Mumbai.

As contribuições da comunidade Sikh para a cultura e sociedade britânica têm sido leais e honradas. Quão injusto é associá-los com o tipo de comportamento levados a cabo por muçulmanos?

Os Sikhs possuem também uma longa e orgulhosa história tanto nas forças militares britânicas como nas forças militares indianas - como também como parte da sociedade britânica. Um Sikh contou-me hoje que "o problema reside na comunidade muçulmana , na impressa esquerdista politicamente correcta e numa liderança fraca demais para fazer alguma coisa em relação a isto".

Falei também com um amigo Cristão de Goa (índia) e ele disse-me o quão perturbado ele está pelo facto do seu irmão estar a ser qualificado de "besta sexual" pela imprensa britânica.

Os budistas estão também chateados com a imprensa britânica - qualificando-a de racista - devido ao seu uso descuidado e francamente imprudente do termo "asiático" nas suas reportagens. Não só isto coloca um injustificado ângulo racial na história , como demoniza toda a comunidade asiática britânica.

Os asiáticos britânicos estão enojados com os insultos raciais e com a forma como os média estão a reportar o caso. Porque é que eles insistem em acrescentar um elemento racial quando não existe um? Porque é que eles não reportam os genuínos problemas existentes dentro da comunidade muçulmana e dentro da religião islâmica?

Eu mesmo já me queixei à comissão de queixas da imprensa e apelo a todos os asiáticos britânicos que levem a cabo o mesmo esforço de modo a dar um término a estes insultos raciais.

Asian Tribune

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Há motivos bem claros para o uso do termo "asiático" em vez de "muçulmano": votos e petróleo. A esquerda militante depende do voto islâmico para continuar a ter capacidade de influência na política inglesa e o governo inglês não quer ver as suas relações com os países árabes deterioradas.

Como tal, é mais conveniente usar um termo absolutamente racista e ridículo para qualificar os infractores em vez de se usar o único termo que une os gangues de narcotráfico, os gangues sexuais e gangues de angariam dinheiro para grupos terroristas: muçulmanos.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Inglaterra financia a sua própria destruição

Os contribuintes ingleses estão a financiar aulas privadas aos filhos dos imigrantes de modo a que estes possam aprender inglês a língua nativa dos seus antepassados, pese embora o facto de muitos mal saberem falar inglês.

(Por favor, voltem a ler o parágrafo anterior e pensem no que vai na cabeça de quem promove e defende medidas deste género.)

Alguns dos concílios mais pobres de Inglaterra já gastaram milhões de libras para providenciar aulas de ensino de línguas tais como bengali, urdu e árabe nas mesquitas e centros comunitários.

Apesar de existirem problemas com a literacia inglesa nas suas áreas, os responsáveis pela política alegam que a mesma "celebra a diversidade", promove "coesão comunitária" e ajuda as crianças a estarem prontas para testes na língua nativa dos seus pais.

Em Tower Hamlets, Londres oriental, onde o nível de conhecimento de inglês é tão pobre entre os pupilos que entram nas escolas primárias que são necessários tradutores, o concílio gasta £185,000 por ano para providenciar lições de bengali depois das aulas.

Fonte

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A "coesão comunitária" e a "diversidade" não são motivos suficientes para que os contribuintes sejam obrigados a pagar o ensino privado de línguas estrangeiras. Numa sociedade normal, são os estrangeiros que têm que aprender a língua do país para onde viajaram - e não o contrário.

No entanto, como o avanço do esquerdismo depende em larga escala do voto não-europeu, medidas como esta são perfeitamente "normais".

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Judeus anti-Israel atacados por muçulmanos enquanto se manifestavam em favor dos muçulmanos

Série de comícios e demonstrações que deveriam ocorrer no mundo árabe, e que supostamente atrairiam cerca de 2 milhões de participantes em favor da suposta "Marcha Global para Jerusalém, foi um fracasso total na medida em que a "Marcha Global" resumiu-se a demonstrações localizadas pela Jordânia, Síria, e Líbano.

Embora as zonas fronteiriças do Norte e do Este de Israel tivessem sido áreas pacíficas, e os comícios tivessem sido em larga escala tranquilos, verificarem-se actos violentos no evento que se realizou na Jordânia. Os órgãos de comunicação locais reportaram que 4 rabinos americanos, membros do grupo radical anti-zionista Karta, foram verbalmente atacados por participantes locais logo no início do evento. Eles foram entretanto ajudados por outros participantes.

Fonte

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A ironia não poderia ser mais óbvia. Este grupo de judeus esquerdistas uniu-se aos maometanos no seu ódio a Israel só para descobrir que os maometanos odeiam os judeus não por causa de Israel mas apenas e só por serem judeus.

Mas não esperem que estes rabinos-ao-serviço-do-esquerdismo abram os olhos e tomem consciência da verdadeira motivação por trás do ódio a Israel (anti-semitismo). Quando estes mesmos judeus anti-Israel voltarem para o conforto dos EUA, eles darão continuidade à sua retórica anti-Israel como se nada tivesse acontecido.

Idiotas úteis.

domingo, 25 de março de 2012

Comparem e contrastem

O vídeo mais embaixo discute a dualidade de critérios com que os órgãos de comunicação esquerdistas lidaram com dois casos populares.

Agradecimentos ao site Vlad Tepes por ter feito upload do vídeo.

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terça-feira, 20 de março de 2012

O mistério

A mente dum esquerdista nunca pára de nos surpreender e divertir:
Decapitações Lançam Dúvidas Se os Talibãs Mudaram

Segundo oficiais governamentais regionais, os talibãs levaram os quatro homens para o bazar principal dum distrito da zona sul do Afeganistão, denunciaram-nos como espiões do governo por levarem consigo telefones por satélite, e posteriormente decapitaram-nos em frente aos residentes locais que haviam sido chamados para observar.

Três dias depois, numa Quarta Feira de manhã, o director duma estação de rádio relativamente progressiva na zona este do Afeganistão foi encontrado no seu carro, esfaqueado até à morte.

Segundo o irmão do homem assassinado, as suas costas, estômago e peito haviam sido retalhados, o seu pescoço cortado e a sua cabeça havia sido practicamente cortada do seu corpo.

Apenas "dúvidas", como se pode ver. Sim, eles andam a decapitar pessoas por andarem com telemóveis, mas não sabemos ainda se eles são totalitários fanáticos plantados num regime político e militar do século 7 Anno Domini.

O artigo do NYT (New York Times) levanta uma questão óbvia: se decapitações públicas não são suficientes para que os esquerdistas vejam que os talibãs não mudaram nada após 11 anos de ocupação americana, então o que será suficiente?

É claro que os esquerdistas, não sendo totalmente ignorantes, estão bem cientes da verdadeira natureza dos talibãs. O problema é que os muçulmanos são seus aliados na luta conjunta contra a as instituições ocidentais. e como tal, os esquerdistas propositadamente se fazem de burros como forma de manter a união entre esquerdistas e maometanos intacta.

Pode ser que um dia eles mudem.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Traidor da BBC admite viés em favor dos maometanos

O director geral da BBC Mark Thompson alegou que o Cristianismo é tratado com menos sensibilidade que as outras religiões porque a mesma tem "ombros largos".

Ele sugeriu também que as outras confissões religiosas "possuem uma identidade muito próxima com minorias étnicas" e como tal eram tratadas com maior cuidado pela emissora.

Mas ele admitiu também que os produtores levam em consideração a possibilidade de "ameaças violentas" como consequência de certos tipos de sátiras. Thompson disse:

Sem dúvida que é diferente alguém dizer "Apresento as minhas queixas nos termos mais fortes possíveis" e outro alguém dizer "Apresento as minhas queixas nos termos mais fortes possíveis e fique sabendo que estou a carregar a minha AK47 enquanto falamos".

Sem dúvidas que isto aumenta o risco.

Mas ele afirmou também que a religião no seu todo nunca deveria receber a mesma "protecção e sensibilidade" oferecida à etnia.

Fonte


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Portanto, BBC = cobardes.

sábado, 3 de março de 2012

Esquerdismo é mais importante que a segurança de crianças


A Europa vai ser destruída pelo seu esquerdismo. Isto é um facto. Não é possível este estado de coisas manter-se por muito mais tempo. Veja-se na forma distinta como os dois incidentes seguintes são tratados pela polícia inglesa.

Uma rapariga inglesa de 15 anos foi usada como objecto sexual por mais de 20 homens (muçulmanos) depois da polícia inglesa não ter feito nada para a proteger depois dela ter dito aos oficiais que estava a ser passada de homem para homem dentro da comunidade paquistanesa.

A rapariga em idade escolar, que alegadamente estava sob o controle dum proxeneta de crianças, trocava sexo por comida, vodka e dinheiro. O abuso ocorreu em casas, apartamentos, carros e táxis. Quando ela resistiu às instruções de dormir com estranhos, a adolescente deparou-se com a possibilidade de violência física ou ameaças de que a sua mãe haveria de saber de tudo.

Quando a menor se recusou a dormir com um homem logo após ter tido sexo com o seu companheiro, ela disse ter sido agarrada pelo pescoço, encostada a uma parede e chamada de "p--a branca".

Pensei que não tinha escolha. Depois de algum tempo eu passei a agir como se já não me importasse. Era como se já não fosse eu.
A rapariga é uma das 5 adolescentes com idades entre 13 e 15, da área de Rochdale, Greater Manchester, que alegadamente foram "preparadas" e depois sujeitas a uma série de ofensas sexuais levadas a cabo por numerosos muçulmanos num período de 2 anos.

Numa entrevista filmada de Agosto de 2008, a rapariga forneceu aos polícias um relato detalhado das ofensas sexuais cometidas contra ela por parte dum homem com 59 anos - que não pode ser nomeado.

(Só uma à parte: sempre que o perpetuador dum crime na Europa ou nos EUA não "puder ser nomeado", quase de certeza que é alguém membro duma comunidade "protegida" pelo esquerdismo.)

Continuando: a menina disse também que o homem a violou e a forçou a ter relações com outros homens. Um júri no "Liverpool Crown Court" apurou que os detectives falharam ao não agirem em conformidade com as suas alegações.

Entre o tempo que decorreu desde a gravação do vídeo até que a rapariga engravidou (5 meses mais tarde) a adolescente foi forçada a dormir com cerca de 20 muçulmanos.

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Portanto, a rapariga inglesa de 15 anos foi ignorada durante o tempo em que ela era violada por muçulmanos. Mas quando se fala em crimes sérios do tipo, protestos à porta de lojas cujos donos são muçulmanos, podemos ter a certeza que a polícia e os seus patrões marxistas irão disponibilizar todos os recursos possíveis para proteger os seus preciosos muçulmanos.

Os polícias de Greater Manchester afirmaram que os oficiais "estavam bem cientes das tensões que vieram a lume devido ao caso judicial decorrente em Liverpool". Um dos polícias disse que significante força policial estaria presente durante as semanas seguintes. O mesmo apelou à comunidade para agir de forma responsável "durante esta altura de dificuldade".

O Superintendente Chris Hankinson descreveu alguns dos incidentes envolvendo as lojas como "inaceitáveis". A polícia está agora a verificar as imagens CCTV como forma de levar a cabo algumas prisões.

Quero assegurar as comunidades Heywood e Rochdale que uma maior presença policial estará nas estradas durante os próximos dias como forma de impedir a repetição das cenas de ontem à noite.
Hankinson afirmou ainda que a desordem não haveria de forma alguma fraccionar a longa história de parceria e coesão comunitária.

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Quando a Europa for destruída e os Cristãos e todos os moradores locais - que amam e defendem a superior civilização Judaico-Cristã - sentarem os culpados em cadeiras de tribunal, não serão só os policiais que estarão lá, mas todos os traidores que deixaram que meninas (menores) europeias fossem violadas de forma impune por muçulmanos. Os culpados são jornalistas, políticos, artistas, professores e todos as bestas que se calaram perante a ocupação e nada fizeram para soar o alarme.

A questão aqui não é racial mas sim ideológica: não há relatos de problemas com hindus, nem se ouve dizer que grupos de budistas abusou sexualmente de meninas com 15 anos.

Os traidores esquerdistas (marxistas culturais) preferem manter a ilusão do multiculturalismo do que perturbar a mitológica "coesão comunitária". Nunca vai haver "coesão comunitária" onde quer que haja maometanos porque a sua ideologia tem um ódio palpável a todos os que o seu livro sagrado identifica como "kuffar".

Em caso de dúvidas, perguntem a todas as minorias que vivem nos países islâmicos.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Austrália: exigências islâmicas não têm fim


Aparentemente não é suficientemente mau que os australianos estejam a ser colonizados por povos do 3ª mundo com ajuda do seu próprio governo. Parece que eles agora vão ser obrigados subsidiar a sua própria obliteração.

Mas por mais que se disponibilize dinheiro público para suportar os caprichos dos colonistas, eles vão sempre exigir mais.

Grupo islâmico australiano afirmou junto do Governo Federal que os novos imigrantes deveriam receber subsídios do Estado para visitar os parentes que moram em outros países.

O grupo islâmico "Islamic Women’s Welfare Association" afirma também que os muçulmanos preferem viver próximos do seu povo e como tal a Austrália deveria considerar a "facilitação da aquisição de casas por parte dos novos migrantes".

Esta perda deveria ser compensada pelo Governo duma forma ou doutra como forma de reter os migrantes no seu país adoptivo.
Porque carga de água é que um governo dum país civilizado haveria de querer reter imigrantes que apenas gostam de viver "próximos do seu povo"? Ora, porque não tendo qualquer tipo de história cultural ou compreensão das liberdades individuais, este grupo é mais facilmente controlável pelo governo esquerdista.

Para isso basta ir aos bolsos de quem trabalha, roubar-lhes o dinheiro e subsidiar os caprichos dos migrantes como forma de os "acomodar". Estes irão para sempre votar de acordo com os desejos de quem lhes atira dinheiro que não lhes pertence.

Usando o dinheiro público para instalar o islamismo.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

A coragem esquerdista perante a ameaça islâmica

Sem surpresa alguma, os militantes ateus ingleses estão a descobrir que comentários engraçados e poses de superioridade intelectual não funcionam com todas as religiões.

Um grupo estudantil maometano está a exigir que uma imagem "ofensiva" do Senhor Jesus e de Maomé a partilhar uma bebida num bar, retirada dum sketch satírico online, seja removido do do site das redes sociais.

O presidente da associação Ateísta, Secularista e Humanista da "University College London" (UCL), Robbie Yellon, pediu demissão do cargo como resultado da controvérsia resultante.

O secretário da "National Federation of Atheist, Humanist and Secular Student Societies", Michael Paynter, disse:

O Robbie pediu demissão do cargo visto que ele alistou-se como presidente para organizar eventos e dirigir uma sociedade estudantil.

Ele não gostou muito do stress sob o qual estaria submetido durante a resolução desta controvérsia, e como tal, ele decidiu dar espaço a outro.

Certamente que ele não gostou de saber o que lhe esperava. Parece que ser um antagonista malcriado não é tão divertido quando as pessoas que estás a atacar estão motivadas para responder.

Quanto tempo demorará até que os militantes ateus europeus mais inteligentes comecem a olhar para o futuro distante, e comecem a lutar por uma re-implantação da Cristianismo?

A esta altura, até o mais militante dos ateus se deve ter apercebido que a sociedade pós-Cristã que eles tinham em vista, brilhante, sexy, tolerante, secular e científica, não só nunca se vai materializar, como na sua ânsia de acabar com o Cristianismo, tudo o que eles fizeram foi preparar o caminho para uma ideologia mais anti-ateísta que o Cristianismo.

Portanto, em termos prácticos, os esquerdistas e todos os grupos anti-Cristãos da Europa que deram o seu apoio ao marxismo cultural na esperança dum "mundo melhor", tudo o que fizeram foi dar início à sua morte lenta.

Os Cristãos nem sempre foram bem sucedidos em amar os seus inimigos, mas, tomando como exemplo os padrões históricos, eles foram espantosamente tolerantes. Agora, os militantes ateus do ocidente vão descobrir o que é a verdadeira intolerância.

Europa 2076: militante ateu prepara-se para um debate com um muçulmano

Fonte

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