MITOS ISLÂMICOS

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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

A vitória do islão sobre a Noruega


O artigo de baixo fala do nível apocalíptico da violência culturalmente enriquecedora de Grønland, distrito da cidade de Oslo.

Grønland encontra-se a apenas duas paragens de metro do Parlamento, e a uma paragem da Estação Central - razoavelmente perto das instalações que foram bombardeadas por Breivik. Esta povoação parece Karachi, Basra e Mogadishu unidas numa só. As pessoas abertamente vendem drogas perto da estação de metro de Grønland.

Este sítio já não faz parte da Noruega e nem da Europa, excepto quando há dinheiro da assistência social a recolher. De modo geral, as forças policiais já desistiram. Em 2010 o Aftenposten reportou que existem patrulhas-Sharia por essa área, e os homossexuais são agredidos e expulsos.

A imigrante Fatima Tetouani diz que ‘Grønland é mais muçulmana que Morrocos.’

Os leitores têm que levar em conta que o jornal Aftenposten, que é o maior da Noruega, é normalmente muito pró-islâmico e muito Multicultural.

351ª vítima de roubo.

Sturla Nøstvik (36 anos) não suspeitava do perigo que corria quando a sua testa foi violentamente atingida pelo cano duma arma. Isso foi o princípio de 15 minutos de inferno como refém dos assaltantes.

Em Oslo as mulheres estão a ser violadas e os homens são cada vez mais assaltados. Só nos últimos 10 anos mais de 4,000 pessoas foram assaltadas na baixa da cidade e na área junto da estação policial de Grønland [um guetto imigrante]. A maior parte deles são homens jovens.

Sturla Nøstvik é a vítima número 351 de Grønland só no último ano - o mesmo período durante o qual 50 violações foram reportadas em Oslo. Os assaltantes usam o medo, a violência e as ameaças para deixar uma marca nas vítimas. O superintendente policial Inge Sundeng (Grønland) descreve estas pessoas como "as vítimas esquecidas".

Os polícias visitaram Sturla Nøstvik na ala de emergência depois do assalto, e disseram-lhe que o gangue de ladrões havia cometido muitos roubos semelhantes em Grünerløkka e nas áreas circundantes, só nas três semanas precedentes. Para além disso, os policiais disseram-lhe que todos têm o direito de se sentirem seguros mas que eles [os policias] não tinham forma de parar com os assaltos. "Perdemos a cidade," disseram eles...

Fonte

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Existem formas bem "fáceis" de reduzir a criminalidade na Noruega:
1. Armar os cidadãos
2. Penas pesadas para os ladrões
3. Expulsar do país os imigrantes e os filhos de imigrantes que repetidamente comentam crimes.

Infelizmente para os Noruegueses, o seu país é controlado por uma elite que vê com bons olhos o aumento da população maometana, e como tal, a menos que os Noruegueses se revoltem de modo firme e decidido, as coisas vão continuar a piorar.
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segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Detectando os homossexuais no aeroporto

Oficial ligado ao governo do Kuwait anunciou que este país, bem como outros estados locais, irão levar a cabo testes médicos para tentar "detectar" homossexuais que tentam entrar nos estados do Golfo Pérsico.

Segundo Yousouf Mindkar, serão introduzidas novas propostas que levarão a cabo monitorizações clínicas de rotina junto dos estrangeiros que tentam entrar nos países que fazem parte do grupo "Gulf Cooperation Countries" (GCC). A entrada de pessoas que sejam identificadas como pertecendo ao grupo lgbt será então recusada. Um comité central encarregado de analisar o estatuto dos expatriados irá levar a cabo uma análise à proposta no dia 11 de Novembro.

Falando para o jornal diário local com o nome de Al Rai, o director da saúde pública da Ministério da Saúde do Kuwait afirmou que, embora os centros médicos já levem a cabo testes para apurar a saúde daqueles que entram no país, eles irão ao mesmo tempo "levar a cabo medidas mais rigorosas que nos ajudarão a detectar os homossexuais, e impedi-los de entrar no Kuwait ou em qualquer outro membro dos estados da GCC.”

Mindkar não disse no entanto como é que essa averiguação seria feita.


Actualmente, aqueles que se encontram a viver no Kuwait com idades inferiores a 21 anos, e que sejam apanhados envolvidos em actos homossexuais, enfrentam uma pena de prisão que pode chegar aos 10 anos. Os actos homossexuais são banidos em todos os países-membros da GCC (Arábia Saudita, Omã, e os Emiratos Árabes Unidos).

Há alguns dias atrás, no Omã, o jornal "The Week" foi suspenso alegadamente por ter impresso um artigo considerado simpatético em relação aos homossexuais.

O homossexualismo é ilegal em 78 países do mundo, e é ainda punível com a morte em cinco países, que incluem o Irão, o Iémen e a Arábia Saudita.


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Note-se a hipocrisia das organizações lgbt: quando a Rússia proíbe a propaganda  de "relações sexuais não-tradicionais", eles colocam a hipótese de banir os Jogos de Inverno que se aproxima (bem como deixar de visitar esse país) mas quando os países maometanos consideram impedir a presença (e não a promoção) de homossexuais, esses mesmos grupos lgbt permanecessem num silêncio sepulcral. Isto demonstra de forma cabal que o movimento homossexual em nada está relacionado com os direitos os homossexuais, mas sim com um ataque organizado à civilização Ocidental, e em especial ao Cristianismo e a tudo o que essa ideologia religiosa defende.

Se por acaso tu és homossexual, pergunta aos líderes do movimento homossexual o porquê deles não fazerem manifestações e eventos de condenação aos países islâmicos que executam quem é apanhado em actos homossexuais.
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