Domingo, 19 de Maio de 2013

Turco exige que crucifixo seja removido duma sala de tribunal . . . . na Alemanha.


Depois do início do julgamento em torno do grupo NSU [National Socialist Underground], um político turco exigiu que o "Upper Regional Court" em Munique removesse o crucifixo da sala de tribunal. Segundo informação veiculada pela imprensa, Mahmut Tanal alegou que o símbol Cristão era "uma violação dos princípios seculares do Estado".

Para além disso, a cruz era também uma "ameaça" para todos os não-Cristãos, afirmou Tanal, em referência aos familiares muçulmanos das vítimas turcas de NSU. Devido a isto, a cruz "tem que desaparecer imediatamente".

Tanal pertence ao partido da oposição secular CHP, e foi um dos seis membros da delegação parlamentar de Ankara que esteve presente no tribunal no início do julgamento.

O político deu o seu apoio à suspeita - previamente vocalizada na Turquia - de que o assim conhecido grupo "National Socialist Underground" tem o apoio de forças próximas do aparato estatal alemão. 
Quando um gang consegue matar 8 turcos e um grego em diferentes partes da Alemnha com a mesma arma sem ser detectado, isso significa que as forças policiais estão por trás.
Segundo Tanal, sem a protecção das forças de segurança do establishment alemão, o grupo NSU nunca teria conseguido agir desta forma.

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Quinta-feira, 16 de Maio de 2013

O memorial ofensivo

Provavelmente o mais famoso arménio contemporâneo, o cantor Charles Aznavour, encontrava-se presente no momento em que a cidade de Genebra apresentava os seus planos para o memorial. 
 
O mesmo tinha como propósito comemorar o genocídio levado a cabo pelos turcos contra os arménios Cristãos que vitimizou cerca de 1 500 000 de pessoas durante a Primeira Grande Guerra.

A reacção turca não se fez esperar: eles protestaram junto do departamento dos negócios estrangeiros, e o assunto em torno do memorial acalmou. Basicamente, o veto levado a cabo pela comissão cantonal responsável pelo memorial só se aplicava à localização (na parte antiga de Genebra). Mas agora os promotores do memorial encontraram um novo local para as "Lanternas de Lágrimas" que - em vez de lâmpadas - terá lágrimas feitas de aço.

Segundo se sabe, o memorial será construído no parque Ariana, bem junto do edifício das Nações Unidas.

Nas últimas semanas, as entidades turcas não só intercederam junto das autoridades de Genebra, como tentaram mobilizar a gerência do edifício da ONU contra o projecto. Celâl Bayar, presidente da "Union of Turkish Associations of Suisse Romande", confirmou que entidades oficias turcas haviam intervido junto da ONU.  Segundo Bayar, o novo local é uma provocação e o memorial viola os princípios da ONU uma vez que, segundo a Convenção de Genebra, o Genocídio Arménio nunca ocorreu.

A embaixada turca em Berna condenou também o projecto, alegando que o memorial é "uma expressão de ódio", e que um tópico tão controverso deveria ser lidado num "debate académico, aberto e objectivo", e não de uma forma unilateral. Segundo uma formulação oficial, a Turquia não aceita os "Eventos de 1915" como um genocídio.

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Segunda-feira, 13 de Maio de 2013

Se estás mal, muda-te


O presidente da "Asociación de Amigos del Pueblo Marroquí" (ITRAN), Alami Susi, anunciou recentemente que a situação difícil em que se encontram os marroquinos a viver em Espanha, onde 60% deles se encontra desempregado, o que leva a desmantelação das famílias visto que as crianças nascidas em solo espanhol vêem-se forçadas a viajar com as mães para Marrocos.

Numa carta enviada à EFE, o presidente desta associação denunciou o facto da comunidade marroquina residente em Espanha ser a mais afectada pela crise económica, e que "existem milhares de famílias que foram separadas e que decidiram que a esposa e os filhos deveriam regressar a Marrocos ao mesmo tempo que o marido permanece na Espanha, dividindo um quarto com outra pessoa, esforçando-se para ganhar a vida."

As crianças são as mais afectadas quando elas regressam a Marrocos uma vez que não encontram nenhuma escola que utilize o espanhol (visto que a maioria delas casceram e cresceram em Espanha).

Ele queixou-se também do facto dos governos marroquinos e espanhóis "não fazerem nada para aliviar este drama humano, visto a maior parte deles ter nacionalidade espanhola".

O presidente da ITRAN ressalva o facto de muitos marroquinos residentes em Espanha não saberem a língua, "apesar de já estarem por lá há muitos anos".

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Apesar de não saberem a língua local, e de não terem qualquer tipo de qualificação que os torne úteis em alguma actividade laboral, o presidente da associação diz aos marroquinos de que eles deveriam ter "orgulho nas suas origens"...

Sábado, 11 de Maio de 2013

A cegueira dos líderes ocidentais

 
O "Foreign Office" reportou que o Reino Unido retirou algumas pessoas do quadro de funcionários da sua embaixada da Síria como resposta à "decorrente incerteza política" que existe no país:

A Embaixada Britânica retirou temporariamente um pequeno número de pessoas dos seus quadros, na sua maioria pessoas que dão apoio aos ministérios governamentais que foram afectados com os desenvolvimentos recentes..

No entanto, o mesmo documento acrescenta ainda que a sua missão na capital líbia - Tripoli - permanecerá "aberta como sempre", incluindo para serviços de consulado e de oficialização de vistos.

Durante o último mês, milícias fortemente armadas têm estado a sitiar os edifícios governamentais de Tripoli, bloqueando o acesso aos ministérios como forma de avançar com as suas exigências políticas.

No mês passado uma bomba explodiu perto da embaixada francesa localizada em Tripoli, ferindo dois guardas franceses e vários residentes.

Este foi o primeiro ataque a uma embaixada estrangeira no capital da Líbia.

Fonte

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Analisemos a lógica dos líderes ocidentais à luz do que as pessoas que entendem a natureza do maometanismo sempre defenderam:

LÍDERES OCIDENTAIS: "Têmos que apoiar a Primavera Árabe! Não seria excelente se fundamentalistas muçulmanos controlassem países inteiros?"

PESSOAS QUE CONHECEM A JIHAD: "Somos de opinião de que vocês não entendem o islão. Isso não vai acabar bem."

LÍDERES OCIDENTAIS: "Racistas! Toda a gente sabe que o islão é uma religião pacífica e tolerante! Certamente que se deixarmos que os aderentes mais devotos dessa religião controlem os governos, a paz e a tolerância propagar-se-á como fogo!"

PESSOAS QUE CONHECEM A JIHAD: "Isso não será a única coisa em fogo, se nós dermos apoio à Primavera Árabe. Esperamos bem que vocês tenham uma boa segurança nas vossas embaixadas."

[MAIS TARDE] . . . .

LÍDERES OCIDENTAIS: "Temos que começar a evacuar os nossos conterrâneos dos países que ajudamos a libertar uma vez que eles estão-se a tornar demasiado violentos e intolerantes. Mas não se preocupem! Foquemo-nos agora em libertar a Síria e em instalar um governo controlado pela Irmandade Muçulmana!"

Terça-feira, 30 de Abril de 2013

Chechenos manifestam-se em favor dos terroristas

Através do Facebook, os chechenos residentes em Viena apelaram aos seus compatriotas que se manifestassem em frente à embaixada dos EUA. 

Nesta manifestação, e devido ao facto de existirem alegações de que o FBI falsificou evidências contra os dois irmãos, eles apelaram à solidariedade para com os atacantes de Boston, solidariedade para com os muçulmanos e para com os chechenos. 

O grupo "Pro Tsarnaev" publicitou a demonstração através do Facebook.

Durante a tarde a polícia assumiu que a demonstração seria de pequena escala; nenhuma estrada foi bloqueada.

Finalmente, por volta das 16:30, aproximadamente 40 manifestantes pacíficos entrou em confronts com uma força polícial de dimensões consideráveis.

Os homens e as mulheres manifestaram-se separados uns dos outros, havendo até mulheres que se manifestaram de véu ao mesmo tempo que outras se manifestaram com indumentária ocidental.

"Estamos convencidos da inocência no nosso irmão. Não há qualquer evidência da sua culpabilidade. A América precisa dum novo inimigo," afirmaram os chechenos.

Fonte
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