MITOS ISLÂMICOS

quarta-feira, 23 de Abril de 2014

O desaparecimento de Samra Kesinovic e de Sabina Selimovic

Duas raparigas Austríacas que se pensa terem sido enganadas para viajar para o meio do conflito na Síria estão actualmente a ser buscadas pela Interpol.

Samra Kesinovic, de 16 anos, e Sabina Selimovic, de 15, desapareceram das suas casas na capital Austríaca de Viena no dia 10 de Abril deste ano, reporta o Daily Mail. No entanto, os pais encontraram imensos posts nas redes sociais que sugerem que elas foram combater uma "guerra santa" na Síria.


Os pais das raparigas, que são refugiados Bósnios que se estabeleceram na Áustria depois dos conflitos étnicos dos anos 90, alegam que as tais mensagens presentes na internet nâo estão a ser escritas por elas. Eles alegam também que as duas meninas haviam começado há pouco tempo a frequentar uma mesquita liderada pelo clérigo radical Ebu Tejma.

Acredita-se que os pais das raparigas se encontrem no estrangeiro em busca das filhas - filhas essas que não têm estado em contacto com os pais. 

As fotos que se encontram no Facebook mostra as raparigas segurando em espingardas AK47. Numa das postagens as raparigas anunciam planos de casar como forma de se tornarem "guerreiras santas" enquanto que noutra postagem afirma que "a morte é o nosso objectivo".

Os oficiais Austríacos afirmam que não só o par muito provavelmente já se encontra num campo de treino jihadista, como é bem provável que elas já estejam casadas com maridos que fazem parte dos rebeldes.
Samra Kesinovic e Sabina Selimovic convertidas ao islão

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Mais duas meninas engolidas pela ideologia islâmica. E mesmo que elas voltem para os seus lares, o problema vai-se manter visto que o problema não são elas, e nem é o pregador "radical" Ebu Temja, mas sim a própria ideologia islâmica que ensina a jihad e o martírio como coisas nobres e merecedoras da vida eterna.

Curiosamente, se alguém dissesse a estas meninas como é o "céu" islâmico, é bem provável que elas tomassem outra decisão.

terça-feira, 22 de Abril de 2014

Condenados à morte


Tribunal do sul do Egipto condenou 529 apoiantes do entretanto removido presidente Mohammed Morsi à morte sob acusações de assassinarem um policia e atacarem outros policias.

O tribunal de Minya emitiu a sua decisão na 2º Feira depois de apenas duas sessões onde os advogados dos acusados se queixaram de não terem tido a chance de apresentar o seu caso.

Aqueles condenados fazem parte dum grupo de 545 pessoas sob julgamento pelo assassinato dum polícia, tentativa de assassinato de outros dois, ataque a uma esquadra de polícia, e outros actos de violência.

Mais de 150 suspeitos estiveram no julgamento, outros julgados in absentia, e 16 foram declarados inocentes.

Os acusados foram presos depois de demonstrações violentas que foram uma consequência do ataque policial às manifestações pró-Morsi no Cairo que mataram centenas de pessoas.

A decisão legal pode ser apelada.

Fonte

segunda-feira, 21 de Abril de 2014

Muçulmanos profanam o Alcorão.

Walid Shoebat

Quando o Pastor Jones foi preso no último 11 de Setembro vitima de acusações criminais e depois de ter rebocado mais de 3,000 cópias do Alcorão para um parque em  Mulberry, o mundo ficou extremamente agitado porque ele tencionava queimá-los a todos. A acusação criminal que ele enfrenta agora é o transporte ilegal de material inflamável - isto é, cerca de 3,000 cópias do Alcorão regadas com querosene prontas para serem queimadas. Jones ficará em liberdade vigiada durante seis meses e está proibido de entrar em Polk County. Isto significa que ele não poderá levar a cabo os seus planos de queimar as cópias do Alcorão no dia 11 de Setembro de 2014.

Enquanto os média ocidentais se focam em Jones, fontes obtidas pelo site Shoebat.com revelam que alguns maometanos ficaram fartos do Alcorão e como tal, resolveram deitá-los fora. Desde a Arábia Saudita até ao Paquistão existem vários casos de maometanos a lançar cópias do Alcorão nas lixeiras, e até mesmo nos esgotos locais, tal como acontece no local mais sagrado do islão, a Arábia Saudita.

Durante o ano passado várias cópias do Alcorão foram encontradas nos esgotos locais de Taef, na Arábia Saudita, mas muito poucas agências noticiosas reportaram o incidente. Imaginem a comoção internacional que seria se várias cópias da Bíblia Sagrada (A Palavra de Deus) fossem encontradas nos esgotos locais duma cidade quase 100% Cristã.

A história começou com uma queixa que foi feita quando uma criança encontrou um Alcorão no esgoto local. A polícia Saudita deu início a investigações e encontrou várias cópias do Alcorão cobertas de excremento nos esgotos locais. O governo Saudita teve que retirar largas quantidades de material de esgoto até dar início ao processo de restauro das cópias do Alcorão. No Paquistão o problema foi semelhante visto que uma quantidade enorme de cópias do Alcorão foram encontradas nas lixeiras locais.


Quando um americano decide queimar cópias do Alcorão, o mundo inteiro foca-se nos Estados Unidos, mas quando no mundo islâmico centenas de cópias do Alcorão são misturadas com excremento humano, os média ocidentais nada dizem. Porque será?

Quando um homem decide queimar cópias do Alcorão nos EUA, quase todos os Americanos colocam-se contra ele mas isto não impede os maometanos de apelar à destruição dos EUA. Os maometanos deveriam levar a cabo demonstrações de agradecimento pelo facto de quase todos os Americanos serem contra a queima de cópias do Alcorão.

A hipocrisia islâmica é gritante: aparentemente queimar cópias do Alcorão é pior do que lançar cópias para a lixeira ou para o esgoto. Se calhar tudo depende de quem faça estas  coisas: se for um muçulmano a fazer isto, não há problemas.

O mais engraçado é que muito provavelmente os donos das cópias do Alcorão que foram lançadas nas lixeiras e nos esgotos estariam disponíveis para se manifestar publicamente contra os Americanos se por acaso Jones viesse a queimar as cópias do Alcorão no dia 11 de Setembro de 2014, mesmo sendo eles capazes de lançar as SUAS cópias do Alcorão no lixo e no esgoto.

Hipocrisia islâmica: sente-se à distância.

video

sábado, 19 de Abril de 2014

Embaixador Israelita: "Chegou o Holocausto dos Cristãos"

O embaixador Israelita para as Nações Unidas escreveu um artigo de opinião para o Wall Street Journal que ecoa muito do que se tem dito sobre a perseguição de Cristãos no Médio Oriente. 

Resumidamente, o que está a acontecer aos Cristãos actualmente está a tornar-se rapidamente numa repetição do que aconteceu aos Judeus durante a 2ª Grande Guerra. O artigo tem que ser lido:
Durante esta semana, à medida que os Judeus celebram as festividades relacionadas com a Passagem, eles comemoram a história Bíblica do Êxodo que descreve uma série de pragas infligidas ao antigo Egipto que libertou os Israelitas, permitindo que eles voltassem para a Terra Prometida. Mas durante o último século, outro êxodo, levado a cabo através duma praga de perseguições, tem afligido o Médio Oriente e esvaziado a região da sua população Cristã. Esta perseguição está particularmente virulenta nos dias de hoje. 
O Médio Oriente pode ser o local de nascença de três religiões monoteístas, mas algumas nações Árabes estão determinadas em tornar este mesmo Médio Oriente no cemitério duma delas. Por 2000 anos as comunidades Cristãs fizeram parte da região, enriquecendo o mundo Árabe [sic] com literatura, cultura e comércio. Ao virar do século 20, os Cristãos eram 26% da população do Médio Oriente, Hoje, esse número baixou para menos de 10%. Os governos extremistas e intolerantes têm expulsado as comunidades Cristãs que têm vivido no Médio Oriente desde que a sua fé nasceu. 
Nos escombros de cidades Sírias tais como Aleppo e Damasco, os Cristãos que se recusaram a converter ao islão foram raptados, baleados e decapitados pelos combatentes islamitas da oposição. No Egipto, turbas de membros da Irmandade Muçulmana queimaram igrejas Cristãs da mesma forma que eles destruíram sinagogas Judaicas. No Iraque, os terroristas propositadamente atacaram os congregantes Cristãos. No último Natal, 26 pessoas foram mortas quando uma bomba rasgou através duma multidão de adoradores quando esta saía duma igreja numa vizinhança do sul de Bagdade com o nome de Dora. 
Por todo o Médio Oriente, os Cristãos estão a perder as suas vidas, as suas liberdades, os seus negócios e os seus locais de adoração. Não é de admirar que os Cristãos nativos tenham buscado refúgio nos países vizinhos - mas em muitos casos eles puderam constatar que eram igualmente mal-vindos. Durante os últimos 10 anos, cerca de 2/3s da população de 1,5 milhões do Iraque foi expulsa das sus casas. Muitos fixaram-se na Síria antes de, mais uma vez, se tornarem vítimas da perseguição infindável. A população Cristã na Síria baixou de 30% durante a década 20 do século passado para menos de 10% nos dias actuais. 
Em Janeiro último, um relatório da organização não-confessional sem fins lucrativos "Open Doors"  documentou que dos 10 países que mais oprimem os Cristãos no mundo, 9 eram países com maioria islâmica (e o 10% era a Coreia do Norte). Estes regimes tirânicos fomentam leis arcaicas de blasfémia e de difamação-de-religião sob o pretexto de proteger a expressão religiosa. Na verdade, estas medidas nada mais são que repressão sistemática feita aos grupos não islâmicos.
Claro que, embora a perseguição feita aos Cristãos esteja a ocorrer por todo o Médio Oriente, a maior parte dela está a ser dirigida a partir da Turquia, país que os EUA ainda consideram com um aliado.

quinta-feira, 17 de Abril de 2014

Os terroristas ateus

A Arábia Saudita deu entrada a uma série de novas leis que definem os ateus como terroristas, segundo um relatório da "Human Rights Watch".

Numa série de decretos reais, e após uma porção de legislação com um alcance amplo ter sido feita para lidar com o terrorismo no geral, o rei Saudita  Abdullah limitou todas as formas de dissidência política que podem "prejudicar a ordem pública".

As novas leis foram largamente instaladas para combater o crescente número de Sauditas que viaja para tomar parte da guerra civil na Síria, e regressa com treino recém adquirido e com ideias de derrubar a monarquia.

Como forma de combater isso, o Rei Abdullah emitiu o Decreto Real 44 que criminaliza a "participação em hostilidades fora do Reino" com penas de prisão que variam dos 3 aos 20 anos. No entanto, no mês passado mais normas foram emitidas pelo Ministério do Interior, identificando uma extensa lista de grupos que o governo qualifica de organização terrorista - incluindo a Irmandade Muçulmana.

O primeiro artigo das novas provisões definem o terrorismo como "apelar ao pensamento ateu de alguma forma, ou colocar em causa os fundamentos da religião islâmica sobre os quais este país foi fundado".

Joe Stork, (Human Rights Watch) firmou:
As autoridades Sauditas nunca toleraram qualquer tipo de crítica às suas políticas, mas estas leis e normas recentes quase que tornam qualquer expressão crítica ou associação independente num crime de terrorismo. Estes regulamentos cortam qualquer esperança que o Rei Abdullah tencione abrir o espaço para vozes dissidentes e grupos independentes.
A "Human Rights Watch" afirmou que estes novos regulamentos eram também um retrocesso às campanhas levadas a cabo para a protecção e liberdade de um certo número de activistas pelos direitos humanos que se encontram actualmente presos na Arábia Saudita. A organização disse ainda que Waleed Abu al-Khair e Mikhlif al-Shammari perderam recentemente os seus recursos legais, e irão dentro em breve dar início a penas de 3 meses e 5 anos (respectivamente) por terem criticado as autoridades Sauditas.

A organização disse que as novas provisões em torno do "terrorismo" tem dentro de si linguagem que o Ministério Público e os juízes já estão a usar para processar e condenar activistas independentes e dissidentes pacíficos.


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Se estas medidas tivesse sido implementadas no Vaticano ou num país declaradamente Cristão, os grupos ateus de todo o mundo fariam manifestação atrás de manifestação como forma de acabar com a discriminação.

Mas como este tipo de combate não pode ser instrumentalizado contra o Cristianismo, os militantes ateus do mundo inteiro deixam que os ateus Sauditas sejam vítimas de discriminação.

domingo, 13 de Abril de 2014

Mulher converte-se ao islamismo e descobre o que o islão pensa das mulheres

Quando Matea se converteu ao islão, em Dezembro de 2013, ela ansiava juntar-se à vida da sua mesquita local. Hoje, Matea, e tal como muitas mulheres muçulmanas, está desapontada.

Falando para a "Women's eNews" durante uma discussão organizada na semana passada pela "Women in Islam" (organização que luta por melhorar as mulheres maometanos através da práctica e do conhecimento do islão), ela afirma:

Quando me converti ao islão, queria fazer parte do ambiente da mesquita. Mas fui para a mesquita e o que descobri foi um ambiente não muito acolhedor para as mulheres.

Matea não queria que o seu nome fosse revelado.

Os espaços são separados, há quartos diferentes e por vezes esses quartos são no porão... E como convertida, isto tudo parece-te estranho. Estou habituada a ir à igreja onde todos fazem parte da mesma comunidade. Pode-se ver o pregador, e podemos ouvir muito bem o sermão.

Está-se a gerar um momentum que visa melhorar os espaços de reza destinados às mulheres dentro das mesquitas. Durante o ano passado, Hind Makki, residente de Chicago que se identifica como educadora inter-religiosa e activista comunitária, deu início a um projecto no Tumblr e no Facebook com o nome de Side Entrance, convidando pessoas de todo o mundo a partilhar fotos das mesquitas onde congregam de forma a mostrar as diferenças entre as áreas reservadas aos homens e as áreas destinadas às mulheres. A nota introdutória do projecto Side Entrance no Tumblr diz:

Mostramos o bonito, o adequado e o patético.

Makki está esperançosa que o site Side Entrance ajude mais homens muçulmanos a tomar consciência do estado dos espaços para rezas para as mulheres, e encorajá-los a juntarem-se ao apelo das mulheres para que se tomem medidas e as coisas mudem.

Numa entrevista por email, Makki disse que a chave para melhorar o tratamento dado às mulheres nas mesquitas é levar a cabo discussões alargadas que incluem líderes religiosos, arquitectos das mesquitas e maometanos comuns.

Todas as vezes que visito uma mesquita, assumo que tenho que entrar pela porta traseira ou pela porta lateral. Assumo também que o meu local de oração não é o mesmo que os homens usam, e que tenho que buscar por sinais que me levam ao porão ou ao andar da mezanino. Isto tem acontecido em quase toda as mesquitas que visitei no Canadá, nos EUA e na Europa Ocidental.

Fonte

segunda-feira, 7 de Abril de 2014

Cristão condenado à morte no Paquistão

Naeem Shakir, o advogado de Sawan Masih, afirmou que um juiz havia anunciado o veredicto durante a audiência que ocorreu na prisão onde o julgamento se realizou (devido aos receios de que Masih pudesse ser atacado a caminho do tribunal).

Embora o Paquistão nunca tenha executado ninguém segundo esta lei, as multidões enraivecidas devido às acusações blasfemas são conhecidas por tomarem a lei nas suas mãos e matarem quem quer que se suspeite que tenha violado essa dita lei.

Mal uma acusação deste tipo é feita, é muito difícil revertê-la, principalmente porque as pessoas envolvidas na execução da lei não querem passar a imagem de que estão a ser brandas com os suspeitos.

Tal vigilantismo criou uma clima de medo levando a que juízes atemorizados realizem julgamentos dentro das prisões e fazendo com que as testemunhas de defesa se manifestem em favor dos acusados.

Muitos activistas dos direitos humanos afirmam que as leis da blasfémia, que permitem a prisão perpétua ou a pena de morte, estão a ser usadas de forma a atingir as pessoas como forma de obter algum ganho material, ou levar a cabo uma vingança.

O incidente que levou à condenação de Sawan Masih teve início no dia 7 de Março do ano passado quando um jovem maometano acusou Masih de falar mal de Maomé. A policia prendeu Masih, mas no dia seguinte uma multidão atacou a povoação onde Masih e outros Cristãos vivem, incendiando casas e destruindo propriedades.

vem mesmo a hora em que qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a Deus.

João 16:2
 "vem mesmo a hora em que qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a Deus."
João 16:2

Fonte.

sábado, 5 de Abril de 2014

A sociedade inglesa sob a maldição do politicamente correcto

Uma reportagem da ITV News Tyne Tees revelou que a violência fundamentada na honra e os casamentos forçados dentro das comunidades por todo o Nordeste da Inglaterra não são reportados porque as vítimas não querem ser classificadas de "racistas". A violência baseada na honra é uma forma de violência doméstica que ocorre quando as vítimas, maioritariamente mulheres, são castigadas (normalmente pelos parentes) quando envergonham a família.

Claire Phillipson da "Wearside Women in Need" disse que embora o número de pessoas que entram em contacto com ela pedindo ajuda seja alarmante, o mais alarmante é o número de pessoas que não entram em contacto com ela:

Não tenho dúvidas nenhumas de que por todo o Nordeste [da Inglaterra] inglesas da primeira, segunda e da terceira geração estão a ser forçadas para dentro de  casamentos. As escolas e as comunidades não dizem nada porque temem ser classificadas de "racistas" ou "islamofóbicas". Eles pura e simplesmente não sabem onde é que a linha divisória entre cultura, religião e direitos humanos deve ser traçada.

Segundo a "Domestic Violence London", o abuso não é só levado a cabo por homens:

Por vezes, mulheres da mesma família irão apoiar, incitar ou prestar assistência. Não é fora do comum os jovens serem seleccionados para levar  a cabo o abuso como forma de proteger os membros mais velhos da família. Por vezes são usados assassinos contratados e caçadores de recompensas.

Uma das mulheres entrevistadas pela ITV explicou que ela havia sido enviada para o Paquistão para se casar com um homem muito mais velho que ela:

A minha família disse que me mataria, que disparariam contra mim. Isso é o que aconteceria se eu não o fizesse. Quando eu disse que não o faria, o meu irmão e a minha irmã tentaram que eu tocasse em tomadas eléctricas com as minhas mãos molhadas como forma de eu morrer electrocutada e parecer que havia sido um acidente.

Segundo o Halo Project, existem pelo menores 12 matanças de honra por ano que não são reportadas à polícia. Isto não leva em conta as imensas pessoas que são levadas para o estrangeiro cujo o paradeiro é desconhecido.

Fonte

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As matanças de honra, os casamentos forçados, a mutilação genital feminina, as violações e os abusos de raparigas não-maometanos, e outras consequências dos ensinamentos de Maomé, estão a florescer um pouco por toda a Europa. Mas o que nós ouvimos falar é só a ponta doo iceberg daquilo que realmente está a acontecer; as vítimas, os conselheiros e os líderes estão com tanto medo de serem chamados de "racistas", "intolerantes", "fomentadores de ódio", e "islamofóbicos" que eles escolhem não reportar os casos de abuso.

Estas coisas são o verdadeiro fruto da demonização que é feita a qualquer pessoa que se oponha à misoginia de Maomé. Um dos principais propósitos das organizações maometanos ocidentais é manter os críticos e as vítimas da Sharia calados, de modo a que a opressão prossiga sem que haja quem  lhe faça frente.

quarta-feira, 2 de Abril de 2014

Irmandade Muçulmana lança mais "terrorismo de retaliação" contra os Cristãos

Entre outras formas de "terrorismo de retaliação", cerca de 80 igrejas Cristãs foram atacadas imediatamente após a Revolução do dia 30 de Junho, que testemunhou a remoção do presidente Morsi, membro da Irmandade Muçulmana.

E agora que o Egipto sentenciou à morte centenas de apoiantes da Irmandade Muçulmana por terem lançado terror na nação depois da revolução popular, a Irmandade e os seus apoiantes, mais uma vez, estão a retaliar atacando a minoria de Cristãos Coptas e as suas igrejas.

Ontem, Sexta-Feira - o dia em que o maometanos se encontram para as suas rezas  e o dia em que os seus imãs incitam ataques contra as igrejas, para além de outras formas de terrorismo - num subúrbio do Cairo com o nome de  Ain Shams, "protestantes muçulmanos atacaram uma igreja Cristã Ortodoxa Copta. Quatro pessoas foram mortas no ataque à igreja, dedicada à Virgem Maria e ao Arcanjo Miguel. Entre os mortos encontravam-se um jornalista de 25 anos e um congregante Copta Cristão. Quando as forças de segurança Egípcias intervieram, a violência propagou-se pelas zonas circundantes. É bastante comum os radicais muçulmanos ficarem frenéticos sempre que se reúnem para as suas rezas.

Entre outras coisas, os atacantes incendiaram os carros que se encontravam no parque e abriram fogo à igreja. Segundo a testemunha Sameh Merry, uma mulher Copta Cristã  foi “assassinada pelos protestantes muçulmanos quando eles repararam que ela tinha uma pequena cruz a agitar-se no espelho retrovisor do carro. Outras testemunhas alegam que ela foi morta porque estava na posse de armas de fogo. O Bispo Copta Ortodoxo espressou condolências pelas mortes.”

Certamente que é plausível acreditar que esta mulher foi atacada especificamente por ter uma cruz Cristã com ela. Exemplos de casos onde os Cristãos são atacados e vitimizados precisamente por serem Cristãos são muitos e eles ocorrem em todo o mundo islâmico (ver as páginas 84-94 do livro Crucified Again). Exemplos recentes podem ser lidos aqui, aqui e aqui.



sexta-feira, 28 de Março de 2014

Khalid, a Espada de Alá

Por Raymond Ibrahim

A primeira vez que ouvi falar de Khalid bin al-Walid - o jihadista maometano do século 7 afectuosamente conhecido na história islâmica como "A Espada de Alá" - aconteceu quando eu estava na faculdade fazendo pesquisas para a minha tese em torno da Batalha de Yarmuk, onde os maometanos, sob a liderança de Khalid, derrotaram os Bizantinos (636) abrindo caminho para as históricas conquistas islâmicas.

Uma década e meia depois, Khalid, o jihadista por excelência, veio a tornar-se numa dicotomia para mim - a forma como a jihad é entendida no Ocidente, e o que ela realmente é: oficialmente, o mundo académico Ocidental, bem como os média e os políticos, caracterizam a jihad como uma guerra defensiva levada a cabo para proteger a honra islâmica; na realidade, a jihad frequentemente é pouco mais que uma palavra usada para justificar as paixões mais primitivas e bárbaras dos potenciais recrutas e dos practicantes.

Tendo como base as fontes na lingua inglesa que pesquisei, Khalid foi um jihadista heróico e frontal - feroz mas razoável, firme mas justo. Ele foi o campeão das Guerras da Apostasia, onde ele chacinou inumeráveis Árabes por tentarem abandonar o islão após a morte de Maomé. Os maometanos modernos que escrevem sobre Khalid - por exemplo, o militar paquistanês A.I Akram e o seu livro The Sword of Allah - não têm mais nada a não ser louvor para ele, o flagelo dos infiéis e dos apóstatas.

Mas à medida que os anos foram passando, vim a saber de fontes mais arcaicas em Arábico que contam a história do "lado sombrio" da Espada - um lado depravado e sádico.

Por exemplo, recentemente deparei-me com um video dum Salafi Egípcio moderno explicando a forma como Khalid violou Layla, a esposa de Malik bin Nuwayra - mas só depois de ter cortado a sua cabeça, a ter queimado, e ter cozinhado o seu jantar sobre ela. Khalid foi convocado e questionado pelo califa - mas não por ter morto e ter jantado sobre a cabeça do apóstata, para além de ter "casado" com a sua esposa, mas sim porque algumas pessoas acreditavam que Malik ainda era um maometano, e não um apóstata para ser tratado como tal, e que Khalid o havia morto sob acusação de apostasia apenas como pretexto para tomar posse da sua esposa cuja beleza era conhecida.

Nas palavras do autoritário registo histórico de Ibn Kathir, "The Beginning and the End" (al-bidaya we al-nihaya), E ele [Khalid] ordenou a sua [de Malik] cabeça e combinou-a com duas pedras e cozinhou um pote sobre ela. E Khalid comeu dela nessa noite como forma de aterrorizar as tribos Árabes apóstatas e os outros. E diz-se que o cabelo de Malik criou uma tal chama que a carne foi cozinhada por completo.

Mais reveladora é a forma como uma gravação feita a um clérigo Egípcio reconta toda a narrativa com reverência e admiração - vangloriando, por exemplo, a forma como Khalid entrou na tenda do califa para ser questionado e como ele ainda tinha "a sua armadura coberta e enferrujada com sangue [dos seus inimigos], com setas ainda visíveis no seu turbante.

E quanto a refeição quase-canibal que a Espada de Alá ingeriu, o clérigo queixou-se que "As pessoas questionam como foi possível que o nosso senhor Khalid pudesse ter comido tal carne? Ele comeu-a, sim senhor! O nosso senhor Khalid tinha uma personalidade forte, um apetite voraz e tudo o mais. Tudo isto para aterrorizar Árabes do deserto [apóstatas]. O assunto exigia determinação, estes assuntos exigem força - terrorismo.

Claro que isto tudo estava de acordo com os inúmeros mandamentos do Alcorão que ordenam os maometanos a "infundir terror" nos corações dos descrentes, quer eles tenham nascido infiéis ou se tenham tornado apóstatas (ver Alcorão 3:151, 8:12, 8:60).

Avancemos agora para a era moderna da "Primavera Árabe" e para o apoio americano dado aos "guerreiros da liberdade" que tentam dar "liberdade" à Síria (pelo menos esta é a narrativa oficial entre os Ocidentais).

Pensemos um bocado na sua verdadeira natureza - desde um jihadista (ironicamente chamado Khalid) a morder o coração dum soldado (e desde logo, a infundir o terror nos corações dos apoiantes do regime "apóstata" de Assad) para os clérigos maometanos a justificarem a violação e a prostituição como formar de gratificar as muitas espadas de Alá.

E por fim, convém não esquecer que o batimento cardíaco da jihad - sexo, violência e depredação - não mudou quase nada durante quase 14 séculos..
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