MITOS ISLÂMICOS

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sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Auditor da NATO encontrado morto depois de investigar quem financia o Estado Islâmico.

Por Zero Hedge

A polícia Belga está a investigar as circunstâncias suspeitas em volta da morte dum oficial de alto escalão da NATO - o auditor chefe cujas responsabilidades incluíam investigar o financiamento de grupos terroristas - depois do seu corpo ter sido descoberto no seu carro com um ferimento de bala na cabeça. Como reporta a SudInfo, estão-se a acumular elementos perturbadores em torno da morte Yves Chandelon, oficial sénior da NATO sediado no Luxemburgo, e que vivia em Lens perto e Tournai:

O homem foi encontrado morto na Sexta-Feira em Andenne, com uma bala na cabeça. Foi levada uma autópsia na Terça-Feira, mas a família não acredita que tenha sido um suicídio, como está a ser reportado por muitos.

Será que Yves Chandelon tinha inimigos? Foi ele alvo de ameaças durante o período em que levava a cabo o seu trabalho na NATO? Será que este foi um crime odioso feito de modo a parecer um suicídio, ou será que o homem passou por momentos conturbados? Para os familiares, a incompreensão é total.

No dia 16 de Dezembro, o auditor-chefe de 62 anos foi encontrado na povoação Belga com o nome de Andenne, 62 milhas distante da sua casa e do seu escritório em Lens. Como salienta o The Express:

Como auditor-chefe, o Sr Chandelon era responsável pela contabilidade interna da NSPA bem como investigações externas a actividades em torno de lavagens de dinheiro e financiamento de grupos terroristas - e ainda mais bizarro é que foi reportado localmente que a arma que o matou estava no porta-luvas do seu carro.

Segundo notícias de jornais locais, foi alegado que o Sr. Chandelon tinha registado três armas no seu nome, no entanto a arma encontrada no local não lhe pertencia. A polícia está a investigar se ele havia recebido alguma ameaça que pudesse estar relacionada com o seu trabalho, e salientou que a arma usada não estava registada no seu nome.

Segundo o jornal Flamengo "The Morning", os parentes do Sr Chandelon afirmaram que ele havia estado presente na festa de Natal que havia ocorrido no dia anterior, no seu local de trabalho.

A informação em relação a este incidente fica ainda mais confusa visto que  LaMeuse publicou mais duas notícias com factos em torno da morte de Chandelon. O primeiro declara que a "carta de despedida" foi encontrada no carro de Chandelon. O segundo salienta que a arma usada para o aparente suicídio foi encontrada na sua mão direita, apesar do facto de Chandelon ser canhoto.
- http://bit.ly/2iBN4y8
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Um comentário perspicaz:

Provavelmente não têm a menor ideia de quem se trata este homem, o que é mais que natural, mas eu vou fazer o que seria a obrigação dos meios de comunicação social. Este senhor belga foi Yves Chandelon, um enviado da NATO à Síria para averiguar o financiamento que o Estado Islâmico recebia. Algo correu muito mal pois aquilo que era para permanecer encoberto não ficou totalmente camuflado, e Chandelon descobriu que, afinal, quem financia o Estado Islâmico (ISIS) não são nada mais, nada menos (e por esta ordem) que, Israel, Arábia Saudita, EUA, Qatar, Emirados Árabes e vários países europeus (não mencionou quais).

Mas porque trago eu este assunto à superfície? Bem, primeiramente porque Chandelon foi "suicidado" há pouco mais de uma semana; foi encontrado morto no seu carro com um tiro no crânio. Aparentemente ficou tão indignado com a sua descoberta que decidiu colocar termo à própria vida.. foi o que o patologista disse e claro, não deveríamos ousar duvidar dele. E segundamente porque a imprensa internacional, na sua grande maioria, como já seria de esperar, recusa-se a falar do assunto, ou seja, é a prova concreta de que a mesma trabalha em conjunto com os governos dos mais variados países, sendo apenas uma das várias ramificações dos mesmos.

Enquanto isso a sua família protesta, alegando que se trata de um assassinato, mas a morte de George Michael é o assunto quente do momento, então, o que importa este enviado da NATO que descobriu o que realmente ocorre nos bastidores do que se passa no Médio Oriente?  Pff, George Michael.

sábado, 8 de novembro de 2014

O propósito da "caridade" islâmica

Por Sharyl Attkisson

Pela primeira vez, detalhes surpreendentes sobre os milhões de dólares canalizados para as agências de caridade do Médio (para terroristas islâmicos e para as suas famílias) estão a chegar ao conhecimento público. Entre 2000 e 2005 o dinheiro foi usado para recompensar os terroristas e as suas famílias depois de ataques a Israelitas e Americanos que se encontravam em visita a Israel.

As evidências foram apresentados hoje durante um caso histórico que ocorreu no tribunal federal de Nova York. Trezentos Americanos alegam que o Arab Bank propositadamente providenciou serviços financeiros a terroristas e aos seus financiadores, uma clara violação da lei anti--terrorismo dos Estados Unidos. O Arab Bank responde, dizendo que não serviu os terroristas conscientemente.

Os documentos do Arab Bank revelam um elaborado sistema dentro do qual Amã, a sede na Jordana do Arab Bank, serviu como ponto central. Alguns Israelitas referem-se ao banco como o "Grand Central Station do financiamento terrorista".  Por exemplo, documentos do banco alegadamente mostram que uma dúzia de caridades do Médio Oriente com ligações ao grupo terrorista Hamas bem como a outros grupos radicais islâmicos, transferiram $32 milhões para o Arab Bank durante a segunda intifada. O dinheiro era alegadamente entregue às famílias dos suicidas bombistas bem como a outros palestinos que se haviam envolvido em actos de terrorismo contra os Judeus.

Outra agência de caridade, a Saudi Committee for the Support of the Intifada al Quds, enviou quase $100 milhões através do Arab Bank. A análise dos queixosos aos registos do banco indicam que $32 milhões dos $100 milhões foram distribuídos como pagamentos em numerário aos "mártires" e às suas famílias, incluindo as famílias dos bombistas suicidas, e o resto foi distribuído entre outras agências de caridade controladas pelo Hamas.

Segundo evidências hoje apresentadas pelos queixosos, e tendo como base os documentos do banco, as famílias dos bombistas suicidas receberam $5,300 em pagamentos, cerca de quatro vezes mais do que rendimento médio anual dos palestinos (~ $1,600).  Se o mártir acabasse ferido mas vivo, ele receberia $2,655. Se o mártir fosse preso e encarcerado, a sua família receberia $1,325. Os recipientes simplesmente apresentavam-se na filial do Arab Bank, mostravam a identificação e recebiam o dinheiro.

Segundo a lei anti-terrorismo, é ilegal os bancos levarem a cabo negócios com entidades designadas como terroristas ou grupos que eles saibam ou tenham motivos para acreditar que tenham ligações com actividade terrorista. É neste ponto que as duas partes entram em rota de colisão.

Na sua declaração inicial, o advogado do Arab Bank disse aos jurados que o Saudi Committee era um grupo humanitário legítimo e que nunca havia sido designado pelos Estados Unidos como organização terrorista. O Arab Bank alegou também que qualquer negócio que tenha sido levado a cabo com terroristas ou com grupos terroristas era limitado em natureza, e, devido aos erros de escrita ou erros de averiguação, totalmente não-intencionais.

Em 2005 o Arab Bank chegou a um acordo extra-judicial em relação a uma investigação levada a cabo pelo U.S. Treasury Department devido a alegações de lavagem de dinheiro e financiamento de terrorismo pagando uma multa de $24 milhões sem no entanto admitir ter feito qualquer infracção. Os queixosos do julgamento em Nova York buscam compensações e penalidades financeiras junto do Arab Bank.


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Seria interessante ver os líderes Ocidentais a levar mais a sério a questão da lavagem de dinheiro levada a cabo por agências de "caridade" islâmicas. Uma coisa, no entanto, é bem óbvia: em qualquer situação, é seguro afirmar que o lado do mal é aquele que disponibiliza elevadas somas de dinheiro às famílias de pessoas que explodem bombas em locais onde estão mulheres e crianças.


sábado, 26 de julho de 2014

O profeta iletrado

O Alcorão diz em 7:156-158:

Concede-nos uma graça, tanto neste mundo como no outro, porque a Ti nos voltamos contritos. Disse: Com Meu castigo açoito quem quero e Minha clemência abrange tudo, e a concederei aos tementes (a Deus) que pagam o zakat, e crêem nos Nossos versículos.

São aqueles que seguem o Mensageiro, o Profeta iletrado, o qual encontram mencionado em sua Tora e no Evangelho, o qual lhes recomenda o bem e que proíbe o ilícito, prescreve-lhes todo o bem e veda-lhes o imundo, alivia-os dos seus fardos e livra-os dos grilhões que o deprimem. Aqueles que nele creram, honraram-no, defenderam-no e seguiram a Luz que com ele foi enviada, são os bem-aventurados.

"Dize: Ó humanos, sou o Mensageiro de Deus, para todos vós; Seu é o reino dos céus e da terra. Não há mais divindades além d’Ele. Ele é Quem dá a vida e a morte! Crede, pois, em Deus e em Seu Mensageiro, o Profeta iletrado, que crê em Deus e nas Suas palavras; segui-o, para que vos encaminheis."

Em nenhuma outra parte o Alcorão menciona "o profeta iletrado", que foi erradamente entendido como "o profeta que não sabia ler". No entanto, o Alcorão vangloria-se da forma da sua narrativa, que é caracterizada por repetições de várias frases e ideias como forma de estampar de modo permanente a história na mente dos ouvintes; pelo menos isto é o que os maometanos alegam.

O "profeta iletrado" na sura al-A`raf 7 está escrito em contraste com Moisés e o seu povo. Moisés e o seu povo, no seu tempo, foram capturados por uma trepidação e começaram a orar, afirmando:

Concede-nos uma graça, tanto neste mundo como no outro, porque a Ti nos voltamos contritos.

Segundo os linguístas Árabes dessa altura, os Judeus derivavam o seu nome da palavra "huda" (que significa "orientação"), que era também o epíteto do Torah. Foi um brilhante jogo de palavras no verso 156 dizer "a Ti nos voltamos contritos" visto que o verbo usado aqui (haad, yahuud) tem uma semelhança impressionante com a palavra Árabe para Judeus (yahuud).

Moisés e o seu povo, orando na altura para que Deus olhasse para o seu Judaísmo como justiça da sua parte, receberam a resposta de Deus onde Ele alegadamente disse:

Com Meu castigo açoito quem quero e Minha clemência abrange tudo, e a concederei aos tementes (a Deus) que pagam o zakat, e crêem nos Nossos versículos. São aqueles que seguem o Mensageiro, o Profeta iletrado, o qual encontram mencionado em sua Tora e no Evangelho,

Portanto, Moisés e o seu povo teriam que esperar mais de mil anos de modo a que recebessem o que o Alcorão lhes diz que receberiam, através da fé me Maomé!

Será razoável da parte de Deus responder à oração de Moisés e do seu povo dizendo que a sua orientação não seria encontrada na Lei Mosaica mas na adopção de Maomé como "o profeta iletrado", que significa que ele seria o profeta do Gentios para os Judeus, que ainda estava para chegar? Como é que "Deus" pôde responder à oração de Moisés afirmando que Maomé se encontra mencionado no Torah e nos Evangelhos? Onde é que estavam os Evangelhos durante a altura de Moisés de modo a que Deus pudesse falar deles para Moisés e para o seu povo?

O significado de "Iletrado" no Alcorão.

Segundo o Alcorão, a palavra ummi que ocorre no texto em questão não significa não saber ler nem escrever, mas sim aquele que não tinha um Livro revelado por Deus,

Os Judeus, que precediam de Isaque, filho de Abraão, eram o Povo do Livro, enquanto que os Árabes, que se consideravam descendentes de Abraão através de Ismael, eram o povo "comum" (ummiyoon) ou Gentios (umam)

O Alcorão revelou claramente e abertamente esta distinção em muitas passagens, quando convidou tanto o povo do Livro como os comuns ["iletrados"] para que seguissem o islão:

E se eles discutirem contigo (ó Mohammad), dize-lhes: Submeto-me a Deus, assim como aqueles que me seguem! Pergunta aos adeptos do Livro e aos iletrados: Tornai-vos-ei muçulmanos? Se se tornarem encaminhar-se-ão; se negarem, sabe que a ti só compete a proclamação da Mensagem. E Deus é observador dos Seus servos. (3:20)

Esta ayah revela a frma como o povo comum desejava conhecer o Livro, tal como revela a sura 2:78:

Entre eles há iletrados que não compreendem o Livro, a não ser segundo os seus desejos, e não fazem mais do que conjecturar.

O Alcorão orgulha-se (na sura 62:2) de que Deus enviou um mensageiro que não fazia parte do povo do Livro.

Ele foi Quem escolheu, entre os iletrados, um Mensageiro da sua estirpe, para ditar-lhes os Seus versículos, consagrá-los e ensinar-lhes o Livro e a sabedoria, porque antes estavam em evidente erro.

Se "iletrados" significa que "não sabe ler nem escrever", isso significa que Alá escolheu um profeta que não sabia ler nem escrever, do meio de um povo não que não sabia ler nem escrever (o que é ridículo). Se, por outro lado, o termo "iletrado" significa "aquele que não faz parte do Povo do Livro", então já se entendes melhor seu significado da palavra "iletrado" dentro do contexto Alcorânico.

Entre os adeptos do Livro há alguns a quem podes confiar um quintal de ouro, que te devolverão intacto; também há os que, se lhes confiares um só dinar, não te restituirão, a menos que a isso os obrigues. Isto, porque dizem: Nada devemos aos iletrados. E forjam mentiras acerca de Deus, conscientemente." (3:75)

À luz desta ayah temos que entender que o Alcorão qualifica Maomé de ummi. O povo Gentio/Iletrado ("ummi") do Alcorão são os Árabes que descendem de Ismael, e o povo do Livro são os Judeus que descendem de Isaque. Consequentemente, a palavra ummi não significa um homem iletrado (analfabeto) mas alguém que pertencia ao povo Árabe, os descendentes de Ismael que não tinham um Livro revelado. Al-Shahristaani escreve:

O povo do Livro mantinha a religião das Tribos (de Israel) e viviam como os Filhos de Israel. O povo comum mantinha a religião tribal e viviam como os filhos de Ismael.
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sábado, 19 de abril de 2014

Embaixador Israelita: "Chegou o Holocausto dos Cristãos"

O embaixador Israelita para as Nações Unidas escreveu um artigo de opinião para o Wall Street Journal que ecoa muito do que se tem dito sobre a perseguição de Cristãos no Médio Oriente. 

Resumidamente, o que está a acontecer aos Cristãos actualmente está a tornar-se rapidamente numa repetição do que aconteceu aos Judeus durante a 2ª Grande Guerra. O artigo tem que ser lido:
Durante esta semana, à medida que os Judeus celebram as festividades relacionadas com a Passagem, eles comemoram a história Bíblica do Êxodo que descreve uma série de pragas infligidas ao antigo Egipto que libertou os Israelitas, permitindo que eles voltassem para a Terra Prometida. Mas durante o último século, outro êxodo, levado a cabo através duma praga de perseguições, tem afligido o Médio Oriente e esvaziado a região da sua população Cristã. Esta perseguição está particularmente virulenta nos dias de hoje. 
O Médio Oriente pode ser o local de nascença de três religiões monoteístas, mas algumas nações Árabes estão determinadas em tornar este mesmo Médio Oriente no cemitério duma delas. Por 2000 anos as comunidades Cristãs fizeram parte da região, enriquecendo o mundo Árabe [sic] com literatura, cultura e comércio. Ao virar do século 20, os Cristãos eram 26% da população do Médio Oriente, Hoje, esse número baixou para menos de 10%. Os governos extremistas e intolerantes têm expulsado as comunidades Cristãs que têm vivido no Médio Oriente desde que a sua fé nasceu. 
Nos escombros de cidades Sírias tais como Aleppo e Damasco, os Cristãos que se recusaram a converter ao islão foram raptados, baleados e decapitados pelos combatentes islamitas da oposição. No Egipto, turbas de membros da Irmandade Muçulmana queimaram igrejas Cristãs da mesma forma que eles destruíram sinagogas Judaicas. No Iraque, os terroristas propositadamente atacaram os congregantes Cristãos. No último Natal, 26 pessoas foram mortas quando uma bomba rasgou através duma multidão de adoradores quando esta saía duma igreja numa vizinhança do sul de Bagdade com o nome de Dora. 
Por todo o Médio Oriente, os Cristãos estão a perder as suas vidas, as suas liberdades, os seus negócios e os seus locais de adoração. Não é de admirar que os Cristãos nativos tenham buscado refúgio nos países vizinhos - mas em muitos casos eles puderam constatar que eram igualmente mal-vindos. Durante os últimos 10 anos, cerca de 2/3s da população de 1,5 milhões do Iraque foi expulsa das sus casas. Muitos fixaram-se na Síria antes de, mais uma vez, se tornarem vítimas da perseguição infindável. A população Cristã na Síria baixou de 30% durante a década 20 do século passado para menos de 10% nos dias actuais. 
Em Janeiro último, um relatório da organização não-confessional sem fins lucrativos "Open Doors"  documentou que dos 10 países que mais oprimem os Cristãos no mundo, 9 eram países com maioria islâmica (e o 10% era a Coreia do Norte). Estes regimes tirânicos fomentam leis arcaicas de blasfémia e de difamação-de-religião sob o pretexto de proteger a expressão religiosa. Na verdade, estas medidas nada mais são que repressão sistemática feita aos grupos não islâmicos.
Claro que, embora a perseguição feita aos Cristãos esteja a ocorrer por todo o Médio Oriente, a maior parte dela está a ser dirigida a partir da Turquia, país que os EUA ainda consideram com um aliado.

sábado, 30 de março de 2013

Activistas pró-Palestina violadas na Líbia

Duas mulheres de origem paquistanesa foram "brutalmente violadas em frente ao pai", reporta Awadh al-Barassi na sua conta de Facebook, condenando "o terrível acto." 

Barassi afirmou que havia visto as duas vítimas em Benghazi na Terça-Feira, e que a família "se encontrava num estado psicológico muito mau."

As mulheres acompanharam o pai numa iniciativa organizada pela ONG Turca "NGO IHH", e dirigiam-se ao conclave palestino que se encontra numa zona bloqueada por Israel quando foram barradas de abandonar a Líbka e entrar no Egipto.

Os três determinaram então voltar a Benghazi acompanhados por mais dois britânicos, com o expresso propósito de apanharem um avião e voarem para casa. No entanto, quando chegaram à segunda maior cidade da Líbia, foram raptados por 5 homens não identificados. 

Outras fontes afirmam que a família encontra-se agora sobn os cuidados do consulado turco em Benghazi.


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Isto é o tipo de coisa que acontece com muito mais frequência mas que pouco é reportada. Mulheres (muçulmanos ou não) que têm o azar de cair nas mãos de terroristas muçulmanos, podem contar com várias horas de abuso sexual. 

O mais horrível é que este tipo de comportamento tem suporte na teologia islâmica uma vez que Maomé, o "profeta" do maometanismo, abusou sexualmemte de uma criança (Aisha) e de uma judia. A judia foi sexualmente abusada quando Maomé invadiu Khaybar, matou muitos homens, torturou um deles para obter o seu ouro, e "casou-se" com uma judia cujo marido tinha sido assassinado por ele e pelos seus fiéis devotos.

Portanto, criticar este tipo de comportamento sem fazer a ligação com o comportamento do fundador da religião islâmica é insuficiente.
O apóstolo de Alá (que a paz esteja com ele) enviou uma expedição militar até Awtas por ocasião da batalha de Hunain. Eles depararam-se com o inimigo e combateram-no. Depois de os terem vencido, levaram consigo os cativos.
Alguns dos Companheiros do apóstolo de Alá (que a paz esteja com ele) estavam relutantes em ter relações sexuais com as cativas na presença dos seus esposos, que eram descrentes. Então Alá, o exaltado, enviou o verso alcorânico onde se lê:
"Também vos está vedado desposar as mulheres casadas, salvo as que tendes à mão." (4:24)  Abu Dawud 2150 e Muslim 3433

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Autoridades búlgaras expulsam delegação do Hamas

Fonte

Na 6ª Feira passada as forças de segurança da Bulgária fizeram um raid às instalações temporárias da delegação do Hamas localizada em Sofia, e expulsaram-na do país. A delegação chegou à Bulgária na 4ª Feira para apresentar "a narrativa palestina e expôr a falsa narrativa israelita em torno dos palestinos e do Hamas." Esta visita foi a primeira deste tipo por parte dos oficiais do Hamas a um país da União Europeia (UE).

A agência noticiosa palestina Ma'an citou uma declaração emitida pela lista parlamentar do Hamas "Change and Reform" onde se lia que o gesto dos Búlgaros foi parcialmente motivado pela pressão Israelita, Americana e Britânica.

O Hamas rapidamente atacou o gesto dos Búlgaros, acusando-os de ceder à pressão Israelita. Taher al-Nunu, porta-voz do governo, afirmou:

Condenamos este acto, que reflecte o nivel de submissão às pressões Sionistas.

O grupo acrescentou que exige um pedido de desculpas formal por parte da Bulgária, e que os seus oficiais [do Hamas] deveriam estar protegidos com a imunidade diplomática.

Segundo a Sofia News Agency, fontes ligadas às autoridades oficiais Búlgaras afirmaram mais tarde que haviam expulso a delegação do Hamas devido ao facto dos terroristas ameaçarem a segurança nacional. "Os quatro palestinos expulsos da Bulgária eram uma ameaça séria à segurança nacional," afirmou a Agência Estatal Búlgara para a Segurança Nacional, acrescentando que eles haviam agido de acordo com o Artigo 42 do "Bulgaria's Foreigners Act", que permite a expulsão de estrangeiros se estes forem uma ameaça à ordem pública ou à segurança nacional.

Na 5º Feira, o governo Búlgaro rejeitou terminantemente alegações em torno de encontros que supostamente haviam ocorrido entre representantes oficiais do governo e os oficiais do Hamas.

Ismail al-Ashkar, chefe da lista parlamentar do Hamas, liderou a delegação. Os legisladores do Hamas Salah Bardaweel e Mushir al-Masri (que é também um porta-voz do grupo islamita na Faixa de Gaza) acompanharam al-Ashkar.

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Bulgária, Vessela Tcherneva, afirmou ao Jerusalem Post que “a Bulgária faz parte da política da União Europeia ao listar o Hamas como uam organização terrorista.
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Obviamente, há sempre uma forma rápida de impedir que os terroristas maometanos sejam expulsos de países como a Bulgária. Para tal, basta que eles parem de apoiar directamente actividades terroristas e genocidas contra mulheres e crianças israelitas.
Aprovado pelo Hamas

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

"Adormeço como membro da Fatah, acordo como membro do Hamas"


Ao contrário do que muitas pessoas pensam, não existe uma divisão profunda entre a Fatah e o Hamas. Os "palestinos" frequentemente trocam entre um e outro e membros da mesma família pertencem a grupos diferentes. Jibril Rajoub, por exemplo, é frequentemente entrevistado pelos média israelitas como representante da Fatah (AP) enquanto o seu irmão, Naif, foi um ministro da administração do Hamas.

Antes de 2007, altura em que o Hamas tomou conta da Faixa de Gaza e suprimiu a presença local da Fatah, havia uma considerável troca entre as organizações. Numa ocasião, umaprisionado militante da Fatah sorriu e disse que era difícil para ele dizer a qual das organizações ele pertencia. " Às vezes acontece," diz ele, "eu adormecer como membro da Fatah e acordar como membro do Hamas . . ."

Durante a semana passada várias pessoas marcharam pelas estradas da Judeia e Samaria ("West Bank") munidas de cartazes aprovadas pelo Hamas, e abençoadas pela Fatah, gritando coisas como "morte aos Judeus!" e "morte a Israel!". Tal como afirmou um membro veterano da Fatah, "Nos nossos corações, todos nós somos membros do Hamas."

O suposto "pragmatismo" de Mahmoud Abbas é música para os ouvidos ocidentais mas não tanto para os ouvidos árabes. Devido a isto, quando ele voltou da ONU com título de "Presidente da Palestina" no seu bolso, permitiu que o Hamas e outros levassem a cabo desfiles e comícios, libertou prisioneiros do Hamas, e deu instruções para que fossem deixados em paz aqueles que tencionassem levar a cabo ataques contra Israel.

Actualmente, a Autoridade Palestina [AP] mal pode manter-se à tona, e todas as grandes marchas organizadas para desculpar ou suavizar a imagem do Hamas podem levar a violência faccionária palestina e a ataques terroristas contra Israel.

Hamas, com a recentemente recebida ajuda e aprovação de Mahmoud Abbas, obterá o poder, tal como o obteve em Gaza. Israel nunca poderá aceitar a existência dum emirato radical islâmico na Judeia e Samaria ("West Bank"), da mesma forma que Paris, Londres ou Washington nunca poderiam aceitar a  al-Qaeda ou os Talibás no Mónaco, País de Gales ou Virginia.

Desta vez, ninguém pode prometer que os soldados israelitas continuarão a agir como guarda-costas dos líderes 2palestinos" quando as suas vidas estiverem em risco.  Esse filme, como todos nós já vimos, já acabou.
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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Como os palestinos tratam os "colaboradores"

E estes são os bárbaros com quem Israel tem que fazer "acordos de paz"? 


Se esta é a forma como eles tratam os "traidores" em Gaza, imaginem a forma como tratariam os Judeus. Todas as vezes que eles apanham alguém que é acusado - e só isso - de ter "colaborado" com Israel, esta é a forma como "tratam do assunto".

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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

A dualidade de critérios do mundo ocidental

Incrível como estas vozes supostamente preocupadas pouco ou nada dizem e fazem em relação aos mortos civis que o governo Sírio tem amontoado nas ruas.

A diferença é que os Sírios não são Judeus.

domingo, 18 de novembro de 2012

A nobreza do "anti-sionismo"

Só para quem pensa que o "anti-sionismo" é algo distinto do anti-semitismo.

Na foto (Paris; Place de L'Opera) vemos alguns idiotas a manifestarem-se contra Israel por este pais se defender dos ataques assassinos do Hamas. Aparentemente, não é suposto Israel defender-se dos ataques que recebe, mas sim deixar que os terroristas muçulmanos destruam o seu país.

PERGUNTA: quantas destas pessoas se manifestaram contra os ataques que o governo sírio fez ao seu próprio povo?


Ódio dirigido a Israel é ódio dirigido aos Judeus.

sábado, 17 de novembro de 2012

De que lado estás?


- "Quem abandonar a fé islâmica deve ser morto". (Volume 9, Book 84, Number 57)


- "Jihad: guerra contra os não-muçulmanos como forma de os converter ao islão.("Islam and Christianity", impresso pela "Waqf Ikhlas Publications", página 316 - 7ª edição)

- "Foi narrado por 'Umar b. al-Khattib que ele ouviu o mensageiro de Allah (que a paz esteja com ele) dizer:
Vou expulsar os Judeus e os Cristãos da Península Árabe e não vou deixar mais ninguém a não ser muçulmanos." - Fonte

-
"Os árabes são o grupo cuja linhagem é a mais nobre, mais proeminente e a melhor em boas acções. Fomos os primeiros a responder ao chamamento do profeta. Somos os ajudantes de Allah e os vizires do seu mensageiro." (Tabari IX:69)    (Fonte)

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Ahmed Abu Jalal assassinado num ataque aéreo

Fonte


"Dize-lhes: Vivo Eu, diz o Senhor JEOVÁ, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho" - Ezequiel 33:11

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

O fim de Ahmed Jabari

Oficiais palestinos de Gaza afirmam que um ataque aéreo de Israel matou o comandante da sua facção militar. 

Ahmed Jabari torna-se assim no mais importante oficial do Hamas a ser morto desde a invasão a Gaza, há 4 anos. Há já muito tempo que Jabari encabeçava a lista israelita dos mais procurados.

Testemunhas afirmam que Jabari viajava no seu veículo em Gaza quando o seu carro explodiu.

Recentemente, os oficiais israelitas afirmaram que estavam a levar em consideração assassinar oficiais do Hamas importantes como resposta aos rockets que têm caído em Israel proveniente de Gaza.


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A tragédia deste incidente não é só a perda duma vida humana, mas o facto de haver muitos outros como Jabari que não aceitam de maneira nenhuma a existência de Israel na sua Terra histórica. 

Caiu um assassino, mas muitos outros estão prontos para continuar com o ódio, o anti-semitismo, a cristofobia e a violência.

Enquanto o mundo não aceitar que Israel tem todo o direito de existir, e que os palestinos não querem viver lado a lado com eles, esta guerra vai-se perpetuar.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Usando crianças para provocar soldados

Um dos aspectos mais perturbadores do conceito islâmico de guerra é o de considerar as crianças totalmente dispensáveis.

Devido a isto,  em lugares como o Paquistão nós vêmos devotos muçulmanos a manipular as crianças de modo a que elas se tornem em bombistas suicidas. Em locais mais próximos de Israel não é incomum os terroristas lançarem rockets a partir de áreas cheias de crianças.

O objectivo dos terroristas muçulmanos é provocar a morte de crianças no contra-ataque de Israel, e usar as fotos de crianças mortas como propaganda a ser usada por todos os órgãos de informação esquerdistas do mundo como evidência da "agressividade" de Israel. 

No vídeo que se segue, observamos uma táctica mais subtil, mas mais comum: empurrar crianças na direcção dos soldados israelitas.

Soldados Judeus riem-se perante a "ameaça"
Os fotógrafos, esses, que deveriam ser os primeiros (ou os segundos, se levarmos em contra os pais das crianças) a afastar as crianças de locais onde confrontos armados podem ocorrer, esperam ansiosamente, quais abutres, que um soldado Judeu pegue na criança e a afaste.

Claro que se um desses soldados meramente tocar numa das crianças, ele estará nas notícias árabes nessa mesma tarde, e será tratado como um assassino de "inocentes" crianças árabes.

Que tipo de religião é esta que promove um comportamento tão cobarde? Historicamente falando, acho que nem os bárbaros nórdicos, no ponto mais baixo da sua barbárie, enviavam crianças para lutar as suas guerras - se eles tivessem a hipótese de enviar homens.

O pior de incidentes como este não é a existência de culturas bárbaras (essas vão existir até a consumação dos tempos) mas sim a complacência com que o mundo supostamente civilizado lida com eles. 

A barbárie só avança quando a civilização recua, e o mal só avança quando os agentes do bem se recusam a combater.

Fonte

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

O caçador

 
Ubaydullah Hussain (27), escrevendo para o grupo do Facebook ‘Prophet Ummah, diz o seguinte:

Eu dou-lhes ‘protecção’, eu, inshAllah. Mal obtenha a minha licença de caça e arranje uma AK47, adivinhem?!  Estes porcos pertencem a uma potência invasora. Para além disso, eles ocuparam a nossa mesquita Al-Aqsa.

Ele faz menção duma notícia da AP onde se lê que os Judeus noruegueses não têm protecção policial.

Fontes próximas de Hussain confirmaram a algumas agências noticiosas que ele quer "provocar" de modo deliberado a sociedade Norueguesa e que as declarações feitas online devem ser vistas nesses contexto.

Vários amigos seus foram já para a Síria para participar no conflito que se está a desenrolar por lá.

Hussein escreve:
Ó Alá, faz com que os sujos judeus saiam da mesquita e dá-nos oportunidade de rezar salah na mesquita Al-Aqsa antes da nossa morte. Amiin!! Eles mataram os nossos profetas. Quem mata profetas??

Fonte

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Ainda bem a população islâmica na Europa está em nítido decréscimo senão o futuro do Velho Continente seria sombrio.

Entretanto, e num acto culturalmente insensível, a polícia norueguesa prendeu o homem que se comprometeu a matar Judeus.

 Será que a islamofobia nunca terá um fim?


sábado, 27 de outubro de 2012

Diversidade selectiva



Fonte
Durante a planificação dos encontros do "Smag Verden – Mangfoldighedsfest", um evento que celebra a culinária e a cultura dos mais variados países, os participantes judeus foram avisados de que "algumas pessoas" poderiam interpretar a sua bandeira como uma provocação. Malgorzata H Hansen, que representava os Judeus nos encontros, disse o seguinte ao jornal Berlingske

Foi-nos dito que se calhar seria melhor não içar a bandeira.

Originalmente, os representantes da TaskForce Inklusion, o grupo responsável por comunicar com todos os grupos participantes do festival, disso aos representantes Judeus que todas as associações participantes receberam notificação para não trazer bandeiras. No entanto, não só muitas bandeiras foram exibidas normalmente durante o evento, como os outros grupos participantes afirmaram que ninguém lhes tinha dito para não exibir a bandeira do seu país.

A mayor de Copenhaga para o emprego e integração, Anna Mee Allerslev, disse que havia sido aconselhada a excluir por completo o grupo Sionista Dinamarquês do festival, mas recusou-se a dizer quem lhe tinha aconselhado a fazer isso mesmo.

Ela afirma:
Tínhamos alguns peritos que estavam profundamente preocupados com a situação, e que desconfiavam que a segurança era insuficiente.

As autoridades competentes enviaram 20 polícias adicionais para o sítio onde o festival se iria realizar, no multi-étnico distrito de Nørrebro.

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O marxismo cultural destruiu por completo a bravura do povo dinamarquês se nos lembrarmos que durante a 2ª Guerra Mundial, eles impediram que os Judeus dinamarqueses fossem enviados para os campos da morte da Nacional Socialista (com a excepção de 19 Judeus).

Para além disso, este é o povo que, por duas vezes, e em desafio ào ataque que os maometanos radicais fazem à liberdade de expressão, publicou os controversos cartoons sobre Maomé. Como se sabe, os maometanos responderam a estes gráficos com tumultos e ataques às embaixadas da Dinamarca.

Agora, totalmente emasculados, os dinamarqueses promovem um festival que celebra a diversidade, mas ao mesmo tempo recusam-se a celebrar aspectos da diversidade que ofendem um dos grupos que beneficia dessa mesma "diversidade."

Apaziguador o mal têm sempre as mesmas consequências.


Não deixa de ser irónico e trágico que os Judeus estejam a ser vítimas do Marxismo Cultural e do multiculturalismo, quando a maioria dos arquitectos da Escola de Frankfurt eram eles mesmos Judeus.

domingo, 21 de outubro de 2012

A história de Rachel Levy

Abigail Levy não se preocupou quando, no dia 29 de Março, a sua filha saiu do apartamento e se dirigiu de autocarro para o supermercado. Pouco antes das 2 da tarde, Rachel entrou no supermercado que se encontra na parte sul de Jerusalém, armada com a lista de compras que a sua mãe lhe havia dado.

Ao mesmo tempo que Rachel entrava, Ayat, de 18 anos, entrou também no supermercado, mas vinha armada com outra coisa: um cinto de explosivos amarrado à sua cintura. As duas raparigas entraram juntas no supermercado, e morreram juntas.

"Ouvi o som das sirenes," lembra-se Abigail. "Ouvi-os a pararem perto e disse 'Algo aconteceu aqui perto. Oh, meu Deus. A Rachel está naquele supermercado!'"

A bomba que Ayat trazia consigo matou o o guarda de segurança e a Rachel. Horas mais tarde, as autoridades pediram a Abigail se ela se importaria de se dirigir à morgue para reconhecer a sua filha.

Fonte

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No mundo civilizado as mulheres e as crianças são mantidas longe de sitiações que podem colocar as suas vidas em risco. Os palestinos, por outro lado, seduzem meninas de 18 anos de modo a que estas valorizem mais o mitológico "estado da Palestina" do que as suas preciosas vidas.

Este é o dia a dia de quem vive rodeado duma "cultura" que glorifica a morte, a opressão e o suicídio. Como é que pessoas minimamente inteligentes realmente esperam que Israel faça "acordos de paz" com bárbaros que enviam meninas para a sua morte?



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segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Muçulmanos manifestam-se em Jerusalém: “Vamos Expulsar os Judeus com Sangue e Fogo e Vamos Massacrá-los"

Durante três manhãs consecutivas muçulmanos manifestaram-se no Monte do Templo, tentando atacar grupos de Judeus que tentavam visitar o local mais sagrado do Judaísmo durante o Sukkot. Mais uma vez, as forças policias colocaram um largo número de homens no local como forma de impedir os muçulmanos de atacar os Judeus.

A polícia reportou que existiram alguns protestos ténues durante os dias antecedentes, mas um vídeo que entretanto veio a público mostrou dezenas de jovens muçulmanos tentando de modo activo atacar os Judeus que visitavam o Monte do Templo. Um oficial Wakf é visto tentando partir a câmara dum Judeu que filmava os manifestantes muçulmanos.

A Arutz Sheva reportou que uma manifestação muçulmana considerável recebeu os Judeus que tentavam visitar o Monte do Templo, durante o Chol Hamo’ed - os dias intermédios do Sukkot. Asaf Fried, um dos membros do grupo que visitou o Monte do Templo, disse:

Quando subimos o Monte do Templo, fomos recebidos com gritos que diziam "Alá é o maior." Mais uma vez a polícia nada fez, mesmo mais para o final da visita quando os Árabes realmente se aproximaram de nós e bloquearam a nossa saída gritando "Vamos expulsar os Judeus com sangue e fogo, e vamos massacrar os Judeus". Mesmo assim, a polícia não fez nada.

Felizmente, o grupo de Judeus conseguiu escapar sem qualquer tipo de dano físico.


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Pergunta interessante: Existe alguma parte do mundo onde os muçulmanos vivem lado a lado com outro grupo religioso em paz e harmonia? No ocidente, os Cristãos vivem em paz com Judeus, Hindus, Budistas e outros grupos - mesmo onde os Cristãos são a esmagadora maioria.

Por outro lado, em todos os locais onde os maometanos se tornam suficientemente numerosos, problemas e conflitos ocorrem. Este problema não se prende com a etnia das pessoas, visto que Árabes Cristãos não causam nem 1% dos problemas que os Árabes maometanos causam, mas sim com a ideologia.
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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Terrorista do Hamas assassinado na Síria


Segundo anúncio do grupo terrorista Hamas, emitido na 4ª feira, um operacional sénior do Hamas foi assassinado no seu apartamento de Damasco. De acordo com a declaração feito por um dos membros do grupo, a organização não sabe ainda quem foi responsável pela morte de Kamal Ranaja - conhecido como Nizzar Abu-Mujhad - mas mesmo assim, deu início a uma investigação como forma de descobrir quem está por trás de "crime desprezível."

Não se sabe de que forma é que Ranaja morreu e nenhum oficial culpou ainda qualquer outro grupo ou entidade, tal como Israel ou o regime de Assad.

No entanto, pouco depois da sua morte ter sido anunciada, o canal pan-arábico Al-Mayadeen reportou que ele [o assassinado] trabalhava junto com Mahmoud al-Mabhouh, outro membro sénior do Hamas que tomou parte em vários ataques e esteve também envolvido no rapto e assassínio de soldados do IDF.

Mabhouh foi assassinado no Dubai em 2012 e este acto foi depositado às portas da Mossad, que nunca desmentiu nem confirmou a acusação.

Fonte

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Israel não brinca em serviço. Se os governos ocidentais não estivessem controlados por esquerdistas, a ameaça islâmica seria muito menor. Israel, por outro lado, sabe que com esta ideologia não se brinca, e como tal, leva a cabo a execução dos membros do grupo assassino Hamas.

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