MITOS ISLÂMICOS

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sábado, 19 de abril de 2014

Embaixador Israelita: "Chegou o Holocausto dos Cristãos"

O embaixador Israelita para as Nações Unidas escreveu um artigo de opinião para o Wall Street Journal que ecoa muito do que se tem dito sobre a perseguição de Cristãos no Médio Oriente. 

Resumidamente, o que está a acontecer aos Cristãos actualmente está a tornar-se rapidamente numa repetição do que aconteceu aos Judeus durante a 2ª Grande Guerra. O artigo tem que ser lido:
Durante esta semana, à medida que os Judeus celebram as festividades relacionadas com a Passagem, eles comemoram a história Bíblica do Êxodo que descreve uma série de pragas infligidas ao antigo Egipto que libertou os Israelitas, permitindo que eles voltassem para a Terra Prometida. Mas durante o último século, outro êxodo, levado a cabo através duma praga de perseguições, tem afligido o Médio Oriente e esvaziado a região da sua população Cristã. Esta perseguição está particularmente virulenta nos dias de hoje. 
O Médio Oriente pode ser o local de nascença de três religiões monoteístas, mas algumas nações Árabes estão determinadas em tornar este mesmo Médio Oriente no cemitério duma delas. Por 2000 anos as comunidades Cristãs fizeram parte da região, enriquecendo o mundo Árabe [sic] com literatura, cultura e comércio. Ao virar do século 20, os Cristãos eram 26% da população do Médio Oriente, Hoje, esse número baixou para menos de 10%. Os governos extremistas e intolerantes têm expulsado as comunidades Cristãs que têm vivido no Médio Oriente desde que a sua fé nasceu. 
Nos escombros de cidades Sírias tais como Aleppo e Damasco, os Cristãos que se recusaram a converter ao islão foram raptados, baleados e decapitados pelos combatentes islamitas da oposição. No Egipto, turbas de membros da Irmandade Muçulmana queimaram igrejas Cristãs da mesma forma que eles destruíram sinagogas Judaicas. No Iraque, os terroristas propositadamente atacaram os congregantes Cristãos. No último Natal, 26 pessoas foram mortas quando uma bomba rasgou através duma multidão de adoradores quando esta saía duma igreja numa vizinhança do sul de Bagdade com o nome de Dora. 
Por todo o Médio Oriente, os Cristãos estão a perder as suas vidas, as suas liberdades, os seus negócios e os seus locais de adoração. Não é de admirar que os Cristãos nativos tenham buscado refúgio nos países vizinhos - mas em muitos casos eles puderam constatar que eram igualmente mal-vindos. Durante os últimos 10 anos, cerca de 2/3s da população de 1,5 milhões do Iraque foi expulsa das sus casas. Muitos fixaram-se na Síria antes de, mais uma vez, se tornarem vítimas da perseguição infindável. A população Cristã na Síria baixou de 30% durante a década 20 do século passado para menos de 10% nos dias actuais. 
Em Janeiro último, um relatório da organização não-confessional sem fins lucrativos "Open Doors"  documentou que dos 10 países que mais oprimem os Cristãos no mundo, 9 eram países com maioria islâmica (e o 10% era a Coreia do Norte). Estes regimes tirânicos fomentam leis arcaicas de blasfémia e de difamação-de-religião sob o pretexto de proteger a expressão religiosa. Na verdade, estas medidas nada mais são que repressão sistemática feita aos grupos não islâmicos.
Claro que, embora a perseguição feita aos Cristãos esteja a ocorrer por todo o Médio Oriente, a maior parte dela está a ser dirigida a partir da Turquia, país que os EUA ainda consideram com um aliado.

sábado, 16 de março de 2013

Clérigo líbio emite fatwa contra documento da ONU

O mufti al-Sadiq al-Ghiryani, o líder religioso supremo da Líbia, emitiu uma fatwah contra um recente documento das Nações Unidas - centrado nos direitos das mulheres - alegando que o mesmo é contra a Shariah.

O documento será assinado pelas nações na 57ª sessão da "Comissão do Estatuto da Mulher" este mês, segundo a Associated Press.

O ponto de argumento central do clérigo é o facto da lei islâmica favorecer as testemunhas para o divórcio, enquanto que o documento da ONU exige envolvimento judicial. Outro ponto de discórdia é a provisão do documento da ONU no que toca aos assuntos da herança, onde este declara que a mulher é igual ao homem.

Embora Al-Ghiryani afirme que a sua preocupação seja a sua ideia de que o documento coloque sobre as mulheres o fardo de também parilhar as despesas domésticas, é mais provável que ele apenas e só se sinta incomodado com o facto do documento da ONU garantir estuto idêntico entre o homem e a mulher.

Segundo a AP, outro item proibido que irritou o clérigo centra-se na forma como o documento definiu as "liberdades sexuais" e os direitos das crianças geradas fora do matrimónio.

Com o número de activistas da al-Qaeda a aumentar e a preencher o vazio deixado por Moammar Gadhafi, é muito provável que o avanço dos direitos das mulheres se tenha tornado numa batalha perdida.  

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Uma guerra entre os globalistas que controlam a ONU e o mundo islâmico vai ser interessante de seguir.

terça-feira, 6 de março de 2012

Israel usa hospitais para torturar muçulmanos

Aliás, é a Síria que usa hospitais para torturar a sua própria população. Se Israel fizesse algo remotamente parecido com isto, a ONU, os EUA e a Rússia bombardeariam o Estado Judaico.

Esperamos ansiosamente que os muçulmanos e os esquerdistas que são rápidos a criticar Israel quando eles se defendem do terrorismo islâmico, sejam igualmente lestos a criticar as acções da Síria.

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O Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos assegurou hoje que alguns hospitais sírios converteram-se em centros de tortura dos feridos nos protestos contra o regime de Bashar Al-Assad.

"Em vários casos, as missões de investigação da ONU puderam comprovar que os hospitais se converteram, de facto, em centros de tortura dos feridos nos distúrbios", afirmou em conferência de imprensa Rupert Colville, porta-voz do Alto Comissariado para os Direitos Humanos.

Colville confirmou que as autoridades exigem ao pessoal sanitário que "não trate, não cure" os feridos que chegam ao hospital e que participaram nos protestos.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Líbios contra o gayzismo

Delegado para as Nações Unidas do novo governo líbio afirmou perante um recentemente formado painel em torno dos direitos humanos que os homossexuais e outros grupos ameaçam a "reprodução da raça humana" - declarações que geraram uma condenação "firme" do dito painel.

As declarações, reportadas pela "U.N. Watch", chegam alguns meses depois da qualidade de membro do país ter sido restaurada no "U.N. Human Rights Council". A re-admissão foi feita depois do novo governo ter dado garantias de que os novos corpos directivos do pais não violariam os direitos humanos.

(Aparentemente ainda há muitas pessoas ingénuas nas Nações Unidas. Será que algum deles está familiarizado com o conceito de "taqqyyah" ?)

Apesar das "garantias" fornecidas pelo país, o representante governamental afirmou perante o painel - onde se discutia a violência baseada na orientação sexual - que lésbicas, gays, bissexuais, transgéneros ou tópicos LGTB "afectam a religião e a continuação e reprodução da raça humana".

Fonte

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Os gayzistas das Nações Unidas certamente que terão o choque das suas vidas quando se aperceberem que a aversão natural que o ser humano tem em relação à homossexualidade (especialmente à sodomia) é mais forte nos países e nas culturas que eles promoveram como forma de reduzir a influência do Cristianismo no ocidente.

A diferença (fulcral) é que enquanto a crítica que os Cristãos fazem se limita à crítica filosófica e ideológica, os maometanos vão bem mais além do que meras palavras.


sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Nações Unidas resiste ao bloco islâmico


Pela primeira vez em mais de dez anos, a Assembleia Geral das Nações Unidas (NU) condenou a intolerância religiosa sem apelar aos estados que criminalizassem a "difamação das religiões", algo que os críticos afirmavam abrir as portas às leis da "blasfémia".

O apelo lançado aos países para que estes proibissem a "difamação" tinha sido incluída numa resolução não-vinculativa levantada como forma de combater a intolerância religiosa aprovada anualmente pela assembleia composta pelos 193 estados.

A versão aprovada em anos anteriores vinha a perder apoio nas assembleias de voto ultimamente devido à oposição dos ocidentais e dos sul-americanos à ideia da "difamação". A resolução recebeu voto maioritário em 2010 por escassa margem.

A organização Human Rights First (com sede em Nova York) recebeu com agrado a resolução antes da sua adopção, descrevendo a nova versão como "um corte decisivo com o foco polarizador prévio em torno da difamação das religiões". O mesmo grupo acrescenta:

Os governos devem, agora, focar-se em medidas concretas que visem combater a violência motivada por motivos religiosos, descriminação e outras formas de intolerância, ao mesmo tempo que reconhecem a importância da liberdade de expressão.

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Por agora o bloco islâmico foi controlado, mas, tal como todas as outras ideologias esquerdistas, eles voltarão mais tarde com os mesmos propósitos. Essencialmente o que os maometanos querem é impôr em todo o mundo aquilo que acontece nos países islâmicos: ninguém tem a liberdade para criticar o islão.

Mas como o ocidente não vive no século 7, essas medidas não nos interessam. Se os muçulmanos querem propagar a sua ideologia política no ocidente, eles têm que se habituar a ser alvo de críticas. Se não querem ser alvo de críticas, tem uma solução bem simples: não tentem convencer o resto da população das virtudes da sua fé.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Países islâmicos usam o suborno para obter votos contra Israel

Arabs use bribery to gain UN votes against Israel

Embora haja muito pouca necessidade de oferecer incentivos financeiros à maioria das nações do mundo para votarem contra Israel nas assembleias gerais das Nações Unidas (ONU), alguns estados árabes estão, no entanto, a subornar países que tradicionalmente se alinham com o Estado Judaico de modo a que as resoluções anti-Israel sejam mais facilmente aprovadas.

Quem revelou isto foi Johnson Toribiong, presidente do Palau (ilha do pacifico) e alguém que esteve em visita a Israel na semana passada. Falando para um jornal local, Johnson revelou que os Emiratos Árabes Unidos (EAU) lhe ofereceram $50 milhões de dólares de modo a que ele começasse a votar contra Israel.

Em resposta a esta tentativa de suborno, o presidente do Palau disse:

Nós respondemos: 'Esqueçam isso. Por nada deste mundo nós iremos votar contra Israel'.
O Presidente Toribiong fez-se acompanhar por Iolu Johnson Abil, presidente de Vanuatu, outra nação e ilha do Pacífico. Palau, Vanuatu, Micronésia, as ilhas Marshall e um certo número de micro nações do Pacífico são firmes defensores de Israel nas Nações Unidas muito devido à sua forte fé Cristã.

O facto de países estarem a tentar comprar votos dentro das Nações Unidas revela de forma cabal o estado do mundo actual. Mais revelador ainda é o facto destas alegações em torno de comportamento impróprio de alguns líderes islâmicos estarem a ser ignoradas pela ONU-controlada-pelo-bloco-islâmico e pela comunidade internacional.

E não é a primeira vez.

Quando as ilhas Salomão, outra ilha do pacífico, subitamente começou a votar contra Israel em 2009, muitos ficaram surpresos. Tal como as outras nações Cristãs do pacífico, as ilhas Salomão sempre se posicionaram do lado do Estado Judaico.

Mais tarde veio-se a descobrir que o ministro dos negócios estrangeiros do Irão havia subornado as ilhas Salomão com um cheque de $200,000 dólares e com promessas de ajuda tecnológica.

Fonte


Quem tem a verdade do seu lado, e sabe disso, não precisa de oferecer dinheiro aos outros de modo a que estes suportem a sua causa. Os líderes de alguns países muçulmanos subornam países pobres porque sabem que a sua agenda política (impôr a Sharia em todo o mundo) nunca vai ser aceite de forma democrática.

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terça-feira, 19 de julho de 2011

Perito da comissão dos direitos humanos das Nações Unidas publica cartoon racista

Um grupo que monitoriza as acções das Nações Unidas apelou ao chefe dos direitos humanos da ONU para condenar a publicação duma caricatura racista e anti-semita por parte de Richard Falk, perito do Concílio dos Direitos Humanos da ONU em assuntos envolvendo a "Palestina".

Hillel Neuer, director executivo da UN Watch, enviou uma carta ao alto comissário para os direitos humanos dizendo:

Para que o sistema dos direitos humanos da ONU tenha credibilidade na luta contra o racismo, os seus representantes não podem ter permissão para incitar o ódio e a descriminação racial com impunidade.

Caracterizar os Judeus como cães e sedentos de sangue é algo com uma história sombria. . . . Apelamos ao sr Pillar para condenar este incitamento ao racismo por parte dum oficial dos direitos humanos, e exigimos que o sr Falk remova imediatamente a caricatura ofensiva e peça desculpas.


Eu iria mais longe: eu exigiria que ele fosse removido do cargo de perito mas não antes de tomar parte em "aulas de sensibilidade" em favor da cultura Judaica e viagens (pagas por ele) ao Yad Vashem para ver o que pessoas com a sua ideologia causaram.

Entretanto, o anti-semita Richard Falk "respondeu" ao incidente.

["Publiquei o cartoon, mas com a intenção de ilustrar a dualidade de critérios em relação à responsabilidade criminal no contexto das autorizações legais para a prisão de Qaddafi. Não descortinei conotações racistas, e certamente nenhuma implicação anti-semita, e uma vez que ofende as pessoas, removi o cartoon sem entender bem porquê"]

Esta palhaço não entende bem porquê as pessoas normais ficarem ofendidas com uma imagem que mostra um cão com vestimenta Judia devorando ossos e urinando sobre a mulher que simboliza a justiça. Atenção que ele não removeu a imagem porque ele a veja como ofensiva; ele removeu-a porque OS OUTROS pensam que ela é ofensiva. Ele pelos vistos não vê nada de mal nela

Das duas uma: ou o homem é burro que nem uma porta, ou então está a mentir de forma descarada. Fico-me mais pela segundo opção embora não exclua a conclusão da primeira.

Este incidente demonstra de forma clara (e gráfica) de que lado é que as Nações Unidas estão no que toca ao fictício e auto-gerado "problema palestino".

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Esquerdaria internacional tenta instalar muçulmano na presidência da Costa do Marfim

O massacre de não muçulmanos na Costa do Marfim tem uma explicação muito simples.

Segundo as leis da Costa do Marfim, quem quiser ser eleito presidente do país não só tem que ter nascido no país, mas os seus pais também tem que ter nascido na Costa do Marfim. Alassane Ouattarra , o muçulmano, nasceu no país mas os seus pais não. Devido a isso, Ouattarra legalmente nunca poderia ser presidente.

Para evitar este "pequeno" detalhe, Ouattarra apresentou documentos falsos, o que resultou num mandado de busca. Mas ele tentou outra vez ser presidente, mas desta vez trouxe um largo número de imigrantes muçulmanos que não estavam legalmente capacitados para votar.

Numericamente, ele "venceu" as eleições" mas os votos inválidos foram rejeitados pelo Concílio Constitucional. Laurent Gbagb é, portanto, o presidente legítimo do país.

A "comunidade internacional" - que tem um fraco por muçulmanos - resolveu ignorar as leis e normas internas da Costa do Marfim, e resolveu apoiar Ouattarra (que não tem direito legal nenhum para estar no lugar de presidente) na sua jihad contra os Cristãos e os animistas.

Muito graças a este "apoio", os muçulmanos tem cometido actos bárbaros que normalmente acompanham os muçulmanos para onde quer que eles se movam.

O candidato não-muçulmano, Gbago, não é nenhum santo (poucos líderes africanos o são) mas a Constituição do país é absurdamente clara nesse ponto: Alassane Ouattarra não é elegível para ser presidente.

Ele e os assassinos muçulmanos estão a levar a cabo mais um genocídio que pode acabar em algo parecido com o que ocorreu no Sudão. A "comunidade internacional", que é sempre tão rápida a criticar Israel quando os Judeus se defendem dos assassinos muçulmanos, colocaram-se do lado do homem que roubou as eleições.

O mais irritante neste ponto (deixando de lado as mortes de Cristãos e animistas) é que os franceses e Obama estejam a ver o que acontece sempre que os muçulmanos atingem um certo número e nada façam para controlar as suas fronteiras. Será que eles pensam mesmo que isto não vai acontecer nos seus países?

Há algumas décadas atrás a população muçulmana na Costa do Marfim não passava dos 20%, mas hoje está a volta dos 50%. Como acontece com frequência, o aumento da população muçulmana coincidiu com o aumento da tensão social.

O Obama, marxista de todo o tamanho e com um fraco pelo islão, quer usar os muçulmanos como forma de atacar a cultura Cristã americana (na expectativa de transformar os EUA algo que se pareça com a Europa Ocidental). Sarkozy deve ter grandes interesses financeiros enormes para ignorar as leis dum país livre e democrático.


Parece que nem todo o imperialismo é mau. Segundo as Nações Unidas, o Obama e a França tem todo o direito de perturbar o normal funcionamento do sistema legal dum país africano desde que seja em favor do "candidato" que agrade à elite mundial. O imperialismo de esquerda é aceitável.

Esta guerra civil foca-se na tentativa dos imigrantes muçulmanos de se apoderarem dum país. As Nações Unidas dizem que sim, a França diz que sim, e o marxista Obama diz que sim, O que estes burros não entendem é que isto é uma amostra do que vai acontecer na Europa e nos EUA.

Mas acho que por esta altura já sabemos que é isso mesmo que os marxistas culturais querem: destruir a civilização ocidental.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Mais um Alcorão transformado em cinzas

Queimar o Alcorão está a tornar-se uma moda um pouco por todo o lado. Se calhar só falta aqui em Portugal.

No vídeo seguinte vemos dois homens (um iraniano e um afegão) cansados de viver no século 7:

O Washington Times informa que dois homens anónimos queimaram o Alcorão como forma de protesto. O vídeo com cerca de 7 minutos e meio mostra os dois homens, com as caras obscurecidas, lendo um pequeno discurso antes de queimarem o livro sagrado dos maometanos.

Durante o discurso ele afirmam que os árabes maquinaram este livro e devido a isso, eles vivem 1400 anos atrasados.

Eles afirmam que não gostam do Alcorão e querem que o mesmo desapareça. Bem vindos ao clube.

Esperemos que Ban Kin Moon (o socialista que está a frente da ONU), Lindsey Graham (o falso republicano que prefere perder a liberdade de expressão do que ofender os muçulmanos) sejam tão vocais nas condenações tal como o foram quando Terry Jones queimou o Alcorão.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Terry Jones: Não tenho culpa nenhuma. Os muçulmanos são violentos porque querem.

O Pastor da Flórida, Terry Jones, ainda não pediu e nem tem que pedir desculpas por ter queimado um dos livros que Satanás enviou ao mundo. Segundo o Daily Mail, foram as acções deste homem que fizeram com que muçulmanos piedosos a viver no outro canto do mundo resolvessem matar 20 pessoas inocentes no Afeganistão.

Corajosamente, o líder do "Dove World Outreach Center", o homem que muitos consideram responsável por instigar esta onda de protestos, permanece desafiador em relação à sua decisão, afirmando que já era tempo do "islão prestar contas"

Pelo menos 7 trabalhadores das Nações Unidas forma assassinados - dois decapitados - depois dos extremistas terem invadido as suas instalações em Mazar-i-Sharif.

Como sempre acontece, estes escravos de Alá são muito corajosos no que toca a atacar pessoas sem treino militar específico ou mulheres, mas totalmente cobardes em enfrentar um exército ocidental numa guerra convencional.

A multidão decapitou 2 guardas das Nações Unidas, tomou posse das suas armas e começou a atirar contra as pessoas que se encontravam nas instalações depois da demonstração contra a queima do Alcorão se ter tornado violenta.

O sr Jones, que justificadamente ignorou os "avisos internacionais" acerca das consequências das suas acções, disse que os culpados são aqueles que decapitam pessoas que nada tem a ver com a queima do Alcorão.

Qualquer pessoa sensata concordaria com ele, mas como sabemos, quem controla os destinos políticos do planeta Terra não usa da sua sensatez.

Nós temos que levar estes países a prestar contas por aquilo que fizeram e por todas as desculpas que usam para promover as suas actividades terroristas. Chegou a hora de responsabilizar o islão.

O nosso governo e o nosso Presidente tem que olhar com mais atenção aos elementos radicais do Islão. O islão não é uma religião pacífica.

Exigimos que as Nações Unidas tomem acções. Países dominados por muçulmanos não podem ter permissão para propagar o seu ódio contra Cristãos e contra as minorias.


A forma como os esquerdistas ocidentais reagem à matança que os muçulmanos estão a levar a cabo contra civis inocentes é muito revelador. Para a esquerdalha, os culpados das decapitações, dos baleamentos e de toda outra violência física não são as pessoas que levam acabo tais prácticas, mas sim um velhote que vive a milhares de quilómetros de distância, pertencente a um pequena igreja na Florida.

Sim, para o esquerdume, isto é "lógico".

Uma vez que os líderes ocidentais pensam assim, os muçulmanos vão continuar com o seu comportamento assassino e violente. Ironicamente, as suas acções confirmam o que Terry Jones afirma, nomeadamente, que o islão não é uma religião pacífica.

domingo, 20 de março de 2011

Campo de jovens com aprovação das Nações Unidas apadrinha torneio dedicado a bombista suicida

Um centro de jovens com o apoio das Nações Unidas anunciou planos de dar o nome de uma terrorista palestina a um torneio de futebol para jovens.

No ano de 2002, Wafa Idris tornou-se mundialmente famosa por ter sido a primeira mulher a torna-se bombista suicida. Wafa, vestida de voluntária duma ambulância do crescente vermelho (uma não muito subtil cópia da organização Cruz Vermelha), infiltrou-se na baixa de Jerusalém e matou-se com uma bomba que tinha junto a si. A explosão causada pela bomba matou pelo menos um Judeu de 81 anos, e feriu outros 100 inocentes.

Agora ficamos a saber que as Nações Unidas aprovam eventos desportivos que ensinam o ódio aos Judeus. Este não só é mais um exemplo da falta de espinha moral por parte desta organização esquerdista, como também serve de exemplo vivo da forma como os palestinos canalizam o dinheiro oferecido pelos países ocidentais como forma de programar a geração seguinte de crianças a odiar os Judeus.

Wafa Idris: assassina.
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