MITOS ISLÂMICOS

Mostrar mensagens com a etiqueta Liberdade de Expressão. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Liberdade de Expressão. Mostrar todas as mensagens

sábado, 30 de novembro de 2013

O erro de Conan O'Brien

O comediante e apresentador dum "talk-show" Conan O'Brien fez um erro crasso ao assumir que ele era livre para fazer piadas em torno do islão tal como é livre para fazer piadas em torno do Cristianismo. Por esse "erro", ele está a ser chamado de "racista" porque como toda a gente sabe, o islão é uma raça. Depois de ficar a saber da nova super-heroína maometana, Conan escreveu no seu Twitter:


O seu tweet, obviamente, faz referência humorística à Surah 4:3 no Alcorão, que permite que os maometanos se casem até quatro mulheres. (Maomé, obviamente, era a excepção visto que ele recebeu permissão para "casar" com muito mais do que quatro mulheres).

Sem surpresa alguma, os esquerdistas que seguem Conan não ficaram nada contentes com o facto duma religião que não o Cristianismo ser o alvo de piadas.


Alguns idiotas úteis claramente não sabem muito sobre o islão, uma vez que eles pensam que o mesmo proíbe relações sexuais com menores: 


Como é normal, não faltaram as normais acusações de "racismo":

 
Previsivelmente, Conan removeu o tweet e é seguro afirmar que ele aprendeu a lição: nunca mais gerar humor que possa ofender os perpétuamente-ofendidos maometanos.

Semelhantemente, os defensores do maometanismo enviaram por este meio mais uma mensagem ao Ocidente: o islão não está aqui para ser tratado como as outras confissões religiosas, mas sim para ser respeitado. 

Portanto, ò Ocidentais, aprendam a respeitar o islão mesmo que ele promova a poligamia (Alcorão 4:3), o abuso sexual de cativas de guerra (4:24), a violência contra as mulheres (4:34), e o sexo com meninas pré-púberes. 

Se tu és contra estas coisas, então és um "racista", um "intolerante", um "gerador de ódio" e um "islamofóbico".

Moral da história: os mesmos esquerdistas e muçulmanos que se alegram com os ataques feitos aos Cristãos, são as mesmas pessoas que ficam "ofendidas" quando Conan O'Brien faz uma menção cheia de humor à práctica da poligamia aprovada pelo islão.

(É de admirar que o muçulmano na Casa Branca não se tenha manifestado contra Conan.)

Jihad no Twitter

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

A liberdade de expressão segundo o islão

Tribunal da capital do Bangladesh acusou 4 blogueiros por alegadamente terem escrito textos "inflamatórios" contra Maomé, o profeta do maometanismo. 

O Juiz Zahurul Haque disse que havia aceite as acusações solicitadas pela polícia em dois casos distintos, o primeiro a ser julgado segundo o recentemente emendado "Information and Communication Technology Act" do país.

O início do julgamento está agendado para o dia 6 de Novembro. Se os blogueiros, que se declararam inocentes, forem considerados culpados, enfrentam penas de prisão que podem ir até os 14 anos.

Os acusados - Moshiur Rahman Biplob, Subrata Odhikary Shuvo, Russel Parvez e Asif Mohiuddin - encontram-se actualmente livres, após fiança paga, depois de passarem mais de 3 meses na prisão. Ao mesmo tempo que o grupo "Human Rights Watch", sediado em New York, condenava as apreensões, o grupo islamita Hefazat-e-Islam levo a cabo uma campanha vigorosa em favor da prisão dos blogueiros.



* * * * * * *

Incidentes como este talvez expliquem o porquê da militância ateísta ser virtualmente inexistente nos países maometanos. Ao contrário dos países chamados Cristãos, os maometanos não aceitam que a sua maior figura religiosa seja alvo de ataques.

Convém ressalvar que punir quem fala mal de Maomé é uma práctica em perfeito acordo com a teologia islâmica uma vez que o fundador dessa fé ordenou a matança de (pelo menos) duas pessoas pelo "crime" de falarem mal dele: Asma bint Marwan e Abu Afak. Asma era uma mulher, mãe de 5 crianças, e não constituia qualquer perigo para Maomé. Abu Afak era um judeu com mais de 100 e também ele era fisicamente inofensivo para o "profeta" do islamismo. 

Maomé mandou-os matar porque eles eram uma ameaça para a sua credibilidade (e não para a sua vida).
....

sábado, 2 de março de 2013

Os 10 Mais Procurados

A Al-Qaeda publicou um poster Wanted: Dead or Alive listando várias pessoas por "crimes contra o islão."

Segundo o poster, os maometanos têm a obrigação de "defender o islão" assassinando Ayaan Hirsi Ali (que ajudou a realizar o filme "Submission"), Terry Jones (queimador do Alcorão), Molly Norris ("Everybody Draw Muhammad Day") e muitos outros.

Uma frase do poster diz "A Bullet a Day Keeps the Infidel Away." ["Uma Bala Por Dia Mantém o Infiél Longe"]

Aparentemente, a Al Qaeda não sabe que o islão é uma religião pacífica que apregoa a tolerância e rebuçados a cair do céu.

Esperamos ansiosamente que os grupos ligados ao activismo islâmico entrem em acção e condenem este gesto da Al Qaeda.

Vai ser uma longa espera.

......

sábado, 6 de outubro de 2012

Blasfémia vegetal

Fonte

Um grupo de estudantes ateu foi removido dum evento universitário depois de ter exibido um ananás com o nome de "Mohammed". A "Atheist, Humanist and Secularist Society" (RAHS) da Universidade de Reading afirmou que queria celebrar a liberdade de expressão e promover o debate que se aproxima com o nome de "Será que nós devemos respeitar a religião?"

Para sua surpresa, o grupo foi ordenado pelas entidades competentes a remover a peça de fruta ofensiva  uma vez que estava a causar "comoção" junto de alguns estudantes muçulmanos (e junto de outras associações). A RAHS recusou-se a remover a peça de fruta, alegando que a haviam identificado com o nome do profeta do islão como forma de "encorajar uma discussão em torno da blasfémia, religião e liberdade".

Um dos responsáveis da associação ateísta afirmou:

Queríamos celebrar o facto de vivermos num país onde a liberdade de expressão se encontra protegida e onde é legal identificar um ananás com o nome que nós bem entendermos.

Eles afirmaram que os responsáveis do evento universitário forçaram-nos a escolher entre "ou o ananás sai, ou vocês saem".

* * * * * * *

O mais irónico desta notícia é que esse número de muçulmanos "comovidos" não se encontraria no Reino Unido se os secularistas e marxistas culturais que controlam a Inglaterra não tivessem aberto as portas da imigração de forma auto-destrutiva. Portanto, a elite esquerdista trouxe os maometanos, e o esquerdista comum (= idiota útil) não se apercebe que foi enganado.

Tal como as feministas, os militantes ateus foram usados pela elite esquerdista como forma de atacar o Cristianismo. Uma vez terminado o seu serviço, a elite vai-se ver livre deles, tal como se vai ver livre das feministas.

Parece que a sociedade pós-Cristã, brilhante, sexy, secularista e "livre de dogmas religiosos" que os militantes ateus tanto esperam não vai chegar tão cedo. Pode ser que à medida que eventos como este se multipliquem eles tentem entender o que a expressão "nature abhors a vaccum" significa.
....

terça-feira, 18 de setembro de 2012

França: aluno maometano agride professor

Um professor de Bordéus foi espancado por um dos seus alunos (18 anos) depois de terem surgido diferenças de opinião em torno do sistema político marroquino. O aluno da escola de Trégey esbofeteou e esmurrou o professor antes de ter sido preso pela polícia.

A directora da escola afirmou que o incidente ocorreu devido a diferenças de opinião que se geraram durante um debate em torno do "sistema político do qual provém o aluno, Marrocos" e que isto foi "uma situação educação mundana que nada teve a ver com a religião."

Segundo ela, o aluno queria aprofundar o debate mas o professor não só se recusou, como ameaçou contar tudo ao pai do pupilo. Segundo uma fonte próxima da situação, "gerou-se um desentendimento em torno de alguns personalidades do mundo árabe", "mas não parece que tenha havido qualquer tipo de provocação" por parte da professora.

O pupilo de Bordéus aparecerá junto do magistrado de local dentro dos próximos meses por motivos de "violência contra uma pessoa que leva a cabo um serviço público" e por ter causado danos físicos.

O tom da conversa foi elevado de forma confrontacional entre o aluno e o professor e no seguimento, o aluno atacou inicialmente a mobília da sala. Os outros alunos foram entretanto evacuados e o aluno foi chamado para os escritórios da directora.

Bastante zangado, ele atacou a mobília quando soube que os seus pais haviam sido notificados do incidente. Quando ele saía da escritório, cruzou-se com o professor e aproveitou a ocasião para desferir golpes contra ele antes de atacar um supervisor que tentou intervir.

Fonte: Le Monde

* * * * * * *

Não deixa de ser curioso que a directora faça todos os possíveis para ressalvar que a religião não foi a causa da violência. No entanto, isto pode nem ser verdade. A Frente Nacional (FN), por exemplo, parece ter mais informação em torno da discussão.

De facto, a FN insistiu em oferecer "todo o seu apoio" ao professor de Bordéus "espancado por um dos seus alunos depois duma lição de religião, bem como a todos os professores confrontados com o mesmo tipo de violência", afirmou Florian Philippot, vice-presidente do partido.

Ao mesmo tempo, os professores do colégio Jules-Verne em Buxerolles decidiram na passada Quinta-Feira, e depois duma assembleia-geral, não continuar com as lições, como forma de protesto à agressão sofrida por um dos seus colegas.

Segundo a Le Sud-Ouest, e contrariando a directora da escola, a agressão gerou-se durante uma lição em torno do slão:

A lição centrava-se na religião muçulmana.

Portanto, temos um muçulmano a agredir professores e temos professores a tentar desculpabilizar o motivo da agressão [o islão].

De facto, a França merece o castigo que se avizinha. Aliás, se há país que o merece, esse é sem duvida a França - país onde os Católicos são agredidos em plena luz do dia por lésbicas e homossexuais, mas os maometanos são levados ao colo pelas mesmas pessoas a quem eles agridem.

Claro que quando o caos total estiver instalado no país, e a população pedir por um governo que "normalize" o país, a elite esquerdista terá de mão beijada aquilo que a levou a importar os maometanos.


..

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

O politicamente correcto e o fundamentalismo islâmico.

The Telegraph, 14 Setembro de 2012 - Fonte

É refrescante ler palavras tão claras e inequívocas no editorial do jornal Telegraph de hoje:

O realidade dos factos é que os fundamentalistas islâmicos são irreconciliáveis. Para eles, os EUA permanecerão como o Grande Satanás.

Isto, claro, foi um comentário ao assassinato do embaixador americano colocado na Líbia.

Pergunto-me se no meio deste horror poderemos ver sinais de esperança? Será que, finalmente, começamos a escapar do mundo delicado onde há muito tempo algumas coisas não poderiam ser ditas? Se calhar existem limites para o politicamente correcto.

Atrevo-me a inalar a esperança de que talvez os sistemas ocidentais não morram por baixo de mil eufemismos. Pensei que tinha detectado sinais de sanidade logo após o 11 de Setembro. Por essa altura, estavamos chocados com a realidade. E estávamos prontos para a guerra. As pessoas esperavam isso mesmo. Havia um silêncio assustador nas ruas de Londres. Havia sinais que confirmaram a seriedade.

Foi então, e no espaço de algumas semanas, e após uma inundação de propaganda dos média a reportar que o 11 de Setembro nada teve a ver com o islão, que a ortodoxia eufemistica e a fatal doença do apaziguamento voltou.

O Ministério da Verdade controlado pelos Guardianistas [referência aos esquerdistas do jornal "The Guardian"] e pela BBC alegraram-se com o que eles qualificaram de "Primavera árabe", como se isto fosse o princípio da democracia por todo o Norte de África e pelo Médio Oriente. Como viémos a aprender com os eventos que se desenrolaram no Egipto, na Síria, no Iémen e no Sinai - e mais recentemente na Líbia - isto sempre foi uma desilusão, uma perversão da realidade perante os factos concretos.

A realidade dos factos é que o fundamentalismo islâmico anti-ocidente, militante e ressurgente, é a maior ameaça à civilização. Isto, obviamente, são más notícias. Mas as boas notícias são as de que finalmente temos permissão para nomear o perigo por aquilo que ele é.

Onde quer, e quando quer, que o fanatismo militante apareça, ele tem que ser resistido, e derrotado. Foi derrotado na Batalha de Tours em 732AD, no cerco de Malta em 1565, na Batalha de Lepanto em 1571, e não foi há muitos séculos que os bárbaros se encontravam às portas de Viena. Sem a nossa resistência, mais cedo ou mais tarde eles encontrar-se-ão lá outra vez.

Mas não acreditem nisto só porque eu o digo. Há não muito tempo atrás, Samuel Taylor Coleridge descreveu a cena como:

A instalação dum monarca temporal sob a pretensão de ser uma autoridade espiritual, o que não não era possível na Cristandade sem a extinção ou colocação num estado de transe o espírito do Cristianismo: isto foi colocado em práctica por Maomé, até ao estabelecimento do nepotismo mais extenso e mais déspota que alguma vez guerreou a civilização e os interesses da humanidade.

Será que aprendo a partir do editorial desta manhã que, finalmente, temos permissão para reconhecer e declarar a verdade? Se sim, então por mais sombria que seja a hora, ainda há espaço para a esperança.

domingo, 8 de julho de 2012

Autoridades indonésias ordenam a destruição de 20 igrejas


No dia 1 de Julho deste ano os Cristãos da região indiana semi-autónoma de Aceh depararam-se com uma situação tensa depois das autoridades ordenarem a demolição de 20 igrejas. Razali Abdul Rahman, o agente responsável da "Aceh Singkil Regency" em Aceh, havia já assinado a carta no dia 30 de Abril, mas os detalhes só agora emergiram..

Ele ordenou o encerramento de 17 igrejas Protestantes, duas igrejas Católicas e um local de oração pertencente a uma fé sem denominação.

Activistas pelos direitos humanos afirmaram que o anúncio chegou depois de 16 locais de oração de menores dimensões terem sido recentemente fechadas no mesmo distrito.

Rahman ordenou que fossem os membros das congregações visadas a "desmantelar" eles mesmos as igrejas.

O ministro Gamawan Fauzi alegadamente disse que não estava ciente dos planos de encerramento e que iria contactar Razali para um esclarecimento. Ele disse também que os cidadãos tinham o "direito de adorar desde que se mantivessem de acordo com os regulamentos." No entanto, os Cristãos alegam que as autoridades locais, apoiadas pelos radicais muçulmanos, muitas vezes interpretam as leis de forma diferente.

Fonte

* * * * * * *

Enquanto que os Cristãos são impedidos de adorar o Senhor Jesus Cristo em locais onde já moram há séculos, os maometanos vão construindo mesquitas um pouco por toda a Europa, com o apoio da elite política europeia. Como é normal, os maometanos exigem o que eles mesmos não são capazes de respeitar: liberdade religiosa.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Ateísmo é proibido na Indonésia

Ateu indonésio foi condenado a 30 meses de prisão depois de escrever "Deus não existe" na sua página do Facebook. Alexander Aan, de 30 anos, foi preso na Quinta Feira por partilhar online material explícito em torno de Maomé, o "profeta" do islão.

Durante a audiência no tribunal de Sumatra, ficou-se a saber que ele deu início a um grupo ateu onde partilhou material cómico exibindo Maomé a ter relações sexuais com o seu servo.

Segundo o que o juiz-presidente Eka Prasetya Budi Dharma disse ao tribunal do distrito de Muaro Sijunjung, Alexander foi declarado culpado de deliberadamente propagar informação que incitava o ódio religioso e a animosidade.

Para além do material explícito acima referido, Aan fez upload de 3 artigos na sua conta de Facebook, incluindo um que descrevia a atracção que o "profeta" teve pela sua nora.

Dharma disse:

Segundo a lei em torno das "Informações e Transacções Electrónicas", nós sentencia-mo-lo a um período de 2 anos e 6 meses na prisão. O que ele fez causou ansiedade à comunidade e manchou o islão.

* * * * * * *

É por notícias como esta que podemos prever como o ateísmo europeu vai "prosperar" à medida que o maometanismo continuar a crescer na Europa. Num futuro não muito longínquo, a aliança estratégica que os militantes ateus fizeram em favor do avanço do islamismo europeu vai ser qualificado como um dos maiores erros históricos que os anti-Cristãos alguma vez fizeram.

Deve ser por isso que alguns ateus apercebem-se do erro que foi atacar e fragilizar o Cristianismo europeu. Mas agora pode ser tarde demais.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Mais um blogue apagado por ofender o islão

São 21:10 em Lisboa. Tentei aceder ao fantástico site "Bare Naked Islam" e apareceu a imagem que se vê mais abaixo. Quem acompanha o dito blogue, sabe o quão devastador ele é para o maometanismo. Será que foi por isso que as entidades competentes decidiram remove-lo?

Será que falar mal da ideologia maometana é motivo para que um blogue seja apagado? Como é que fica a liberdade de expressão em casos como estes?

Aparentemente a sharia já está em funcionamento e ninguém nos avisou.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Nações Unidas resiste ao bloco islâmico


Pela primeira vez em mais de dez anos, a Assembleia Geral das Nações Unidas (NU) condenou a intolerância religiosa sem apelar aos estados que criminalizassem a "difamação das religiões", algo que os críticos afirmavam abrir as portas às leis da "blasfémia".

O apelo lançado aos países para que estes proibissem a "difamação" tinha sido incluída numa resolução não-vinculativa levantada como forma de combater a intolerância religiosa aprovada anualmente pela assembleia composta pelos 193 estados.

A versão aprovada em anos anteriores vinha a perder apoio nas assembleias de voto ultimamente devido à oposição dos ocidentais e dos sul-americanos à ideia da "difamação". A resolução recebeu voto maioritário em 2010 por escassa margem.

A organização Human Rights First (com sede em Nova York) recebeu com agrado a resolução antes da sua adopção, descrevendo a nova versão como "um corte decisivo com o foco polarizador prévio em torno da difamação das religiões". O mesmo grupo acrescenta:

Os governos devem, agora, focar-se em medidas concretas que visem combater a violência motivada por motivos religiosos, descriminação e outras formas de intolerância, ao mesmo tempo que reconhecem a importância da liberdade de expressão.

. . . . . . .

Por agora o bloco islâmico foi controlado, mas, tal como todas as outras ideologias esquerdistas, eles voltarão mais tarde com os mesmos propósitos. Essencialmente o que os maometanos querem é impôr em todo o mundo aquilo que acontece nos países islâmicos: ninguém tem a liberdade para criticar o islão.

Mas como o ocidente não vive no século 7, essas medidas não nos interessam. Se os muçulmanos querem propagar a sua ideologia política no ocidente, eles têm que se habituar a ser alvo de críticas. Se não querem ser alvo de críticas, tem uma solução bem simples: não tentem convencer o resto da população das virtudes da sua fé.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Jornal francês atacado depois de ter Maomé como "editor convidado"


A AFP reportou que o escritório do jornal sátiro Charlie Hebdo, que publicou uma edição especial em torno da "Primavera Árabe" tendo o "profeta" Maomé como "editor" convidado, foi alvo de um ataque com uma bomba de petróleo durante a noite.

O fogo, que teve iniciou cerca da uma da manhã, não resultou em casualidades.

Charlie Hebdo publicou a edição especial na Quarta-Feira como forma de marcar a Primavera Árabe renomeando a revista para Charia (Sharia) Hebdo para a ocasião. A capa mostrou um desenho animado do "profeta" dizendo "100 chicotadas se não morreres de riso!"

A exibição de imagens do "profeta" são proibidas segundo a lei islâmica.

Uma testemunha do evento, Patrick Pelloux, disse à AFP que o cocktail molotov entrou pela janela e incendiou o sistema informático.

Foi tudo destruído.
O editor da revista, conhecido apenas como Charb, disse estava convencido que o fogo estava conectado com a edição especial. Ele afirma:
Através de Twitter e do Facebook, recebemos várias mensagens de protesto, ameaças e insultos.

Esta tipo de intimidação vai fazer com que as próximas revistas pensem duas vezes antes de usarem o islão para fazer humor.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Monty Python: "Receamos fazer humor em torno do islão"


O comediante Terry Jones admitiu publicamente que, devido ao clima politicamente correcto predominante nos dias de hoje, ele os seus colegas do grupo humorístico Monty Python ficariam "aterrorizados" e "pensariam duas vezes" antes de fazer algum tipo de humor em torno dos muçulmanos.

O protagonista de "A vida de Brian" nunca acreditou que a comédia de 1979 em torno do Senhor Jesus alguma vez geraria a controvérsia que gerou. Ele nunca esperou também que o tal filme ainda fosse tema de conversa nos dias de hoje.

Isto, claro, é pura mentira. Todas as pessoas que tentam fazer humor envolvendo figuras Bíblicas fazem-no precisamente porque sabem que a polémica gerará mais publicidade.

Terry Jones, hoje um idoso de 69 anos, afirma:

Nunca pensei que geraria a controvérsia que gerou, embora durante a altura que a escrevíamos me lembre de ter dito que qualquer maluco religioso poderia muito bem lançar-nos críticas. No entanto os outros disseram 'Não''.

Eu adoptei a visão de que não era blasfemo. Naquela altura a religião [Cristianismo] parecia estar a desaparecer e portanto era pontapear um burro morto. No entanto, o filme gerou controvérsia e se fosse hoje, nós pensaríamos duas vezes antes de o fazer.

Questionado se alguma vez faria uma sátira focando-se nos muçulmanos, ele disse que "olhando para Salman Rushdie, provavelmente não. Acho que as pessoas ficariam aterrorizadas."


Parece que os muçulmanos descobriram a forma certa de evitar críticas a sua ideologia política: ameaçar a sua vida de quem "ofende" o islão e o profeta de Alá.

Onde é que os muçulmanos aprenderam esta táctica? Ora, dos lábios do seu "profeta" visto que o mesmo ordenou a morte dum Judeu (Abu Afak) por este ter escrito poemas criticando a Maomé e o islão.

A Wikipedia, sempre pronta a defender todas as crenças menos o Cristianismo, diz que "a autenticidade desta história é duvidosa". Curioso que só os eventos que mostram a natureza totalitária do islamismo é que sejam de historicidade "duvidosa".

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Militante ateu descobre que os muçulmanos não são pacíficos como os Católicos

Dois ateus resolvem fazer pouco do Cristianismo e do islão. Um deles vestiu-se como um papa e o outro como Maomé morto-vivo.

Depois desta "excelente ideia", ambos resolvem andar pelas ruas a exercer a sua liberdade de expressão. Para grande choque do ateu vestido de Maomé, os muçulmanos não gostaram do que viram e trataram de resolver as coisas islamicamente: com violência.

Não há informação do militante ateu vestido de papa ter sido atacado por Cristãos.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Geert Wilders ilibado

O político holandês Geert Wilders foi ilibado das acusações de "crime de ódio" levantadas contra si devido ao facto de ter exercido a sua liberdade de expressão em torno da ideologia política com o nome de islão.

O sr Wilders, que enfrentava cinco acusações de incitamento ao "ódio" contra os maometanos, recebeu a decisão do tribunal como uma vitória para a "liberdade de expressão".

Geert é sobejamente conhecido pela sua forte retórica, havendo previamente descrito o islão como uma ideologia "fascista" (vejam este postal e vejam como ele tem razão), e por ter comparado o livro sagrado dos maometanos (o Alcorão) como algo análogo ao livro do nacional socialista Adolf Hitler, o "Mein Kampf".

Mas agora o tribunal holandês decidiu que a retórica do sr Wilders "está no limite do que é legalmente permitido" mas não é ilegal. O juíz Marcel Van Oosten disse:

A bancada [jurídica] determina que as suas declarações são aceitáveis dentro do contexto do debate público.
O sr Wilders sempre manteve que ele visava o islão e não os muçulmanos como pessoas.

Numa entrevista dada fora do tribunal, o sr Wilders afirmou:

Isto não é só uma absolvição para mim, mas sim uma vitória para a liberdade de expressão na Holanda. Felizmente, nós temos permissão para se discutir o islão na praça pública e não seremos aí amordaçados.
O holandês é o líder do Partido da Liberdade - o terceiro maior partido no parlamento holandês .

Inicialmente, no ano passado, Wilders foi levado a um tribunal por incitamento ao ódio e descriminação mas o tribunal entrou em colapso quando se soube que os juízes tinham um preconceito contra o político holandês.

Um novo painel foi então arranjado.

(Fonte)


Um pequeno passo de Wilders (para fora da cadeira de acusado), um gigante passo para a liberdade de expressão. A pergunta é: como é possível que as coisas estejam tão à esquerda na Europa que agora seja "crime" falar mal do "livro sagrado" dum dos grupos protegidos pelo mesmo esquerdume?

Se Wilders tivesse dirigido os seus ataques ao Livro Sagrado dos Judeus e dos Cristãos, as coisas nunca chegariam a este ponto; mas como ele atacou uma das crenças cardinais dos esquerdistas - o multiculturalismo - ele foi vítima de perseguição legal por parte de pessoas que deveriam - isso, sim - defendê-lo contra a barbárie.

Os esquerdistas querem destruir a influência do Cristianismo na Europa, e uma das formas que eles encontraram para levar a cabo esse plano satânico é promovendo outras religiões e ideologias (de preferência diametralmente opostas ao Judaico-Cristianismo, como o é o islão). Por isso é que quando alguém critica o islão, os esquerdistas se sentem atingidos.

Eles não defendem o islão porque vêem alguma verdade Teológica nele, mas sim porque essa ideologia tem utilidade na guerra contra o Cristianismo.

Na Europa, outrora o bastião do Cristianismo, falar mal do islão pode ser perigoso, mas falar mal do Cristianismo (ou do Judaísmo) é perfeitamente aceitável.

Esta ilibação é uma boa notícia, mas o facto de termos eventos como este demonstra como o politicamente correcto está a destruir a Europa por dentro.

domingo, 5 de junho de 2011

A Constituição ainda opera no Michigan

De certo que todos se lembram do caso em que Cristãos ofereciam panfletos no Festival árabe de Dearborn no ano passado. Muito bem; o caso chegou ao tribunal de apelo federal e o chefe da polícia local vai ficar surpreso por saber que a 1ª Emenda (liberdade de expressão) ainda é vinculativa para quem vive no seu distrito.

A decisão 2-1 chega menos de um mês antes do próximo festival árabe em Dearborn. O mesmo atrai milhares de visitantes à Warren Avenue na comunidade densamente árabe.

Em 2010 o festival havia oferecido a George Saieg uma tenda gratuita mas ele afirmou que ele e os seus seguidores não se podiam movimentar livremente na calçada enquanto distribuíam literatura que visava converter maometanos ao Cristianismo.

Os juízes afirmaram que a restrição era sem nexo especialmente quando os vendedores e os pedestres tinham permissão para estarem na calçada durante o festival. Segundo os mesmos, Dearborn e o seu departamento policial violaram direitos à liberdade de expressão de Saieg e dos seus seguidores.


Já é horrível ter que enfrentar uma ideologia política que visa substituir o nosso superior modo de vida pela cultura árabe do século 7. Pior ainda quando as nossas próprias instituições dão ajuda e conforto ao inimigo ideológico.

Desde quando é que é crime distribuir literatura Cristã entre os maometanos? Se eles podem fazer "dawah" entre os Cristãos (tendo sempre o cuidado de esconder episódios chocantes da vida de Maomé), porque é que os seguidores do Verdadeiro Deus, o Senhor Jesus Cristo, estão proibidos de falar da Bíblia a quem quer que esteja interessado?

sexta-feira, 4 de março de 2011

Holanda move-se para banir a lei Sharia

O senador do partido "União Cristã" Roel Kuiper quer alterar a constituição holandesa de forma a banir qualquer tentativa de acomodar a Sharia, a lei islâmica. O senador fez a declaração numa entrevista para o jornal Trouw.

O político que banir a lei islâmica porque a mesma "não tem raízes nos princípios que formam a cultura holandesa. Os nossos direitos, a forma como tratamos o próximo, as nossas normas sobre o bem e o mal forma todas moldadas pelo Cristianismo."

Oh? A sério? Olhando para a degeneração que vai pela Holanda, nunca haveria de adivinhar que o Cristianismo tem alguma coisa a ver com este país.
O sr Kuiper argumenta que a lei islâmica ainda é fundamentada na retribuição enquanto que as leis duma democracia constitucional são voltadas para o perdão, correcção e reconciliação.

O senator Kuiper quer também que a quantidade de dinheiro que flui dos países árabes para as mesquitas holandesas seja regulado.

O político da União Cristã afirma que estas medidas são necessárias "para avançar com o debate em torno do islão na Holanda".

O líder do Partido da Liberdade Geert Wilders recebeu as propostas do senador Kuiper com entusiasmo.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

ShareThis