MITOS ISLÂMICOS

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sábado, 6 de outubro de 2012

Blasfémia vegetal

Fonte

Um grupo de estudantes ateu foi removido dum evento universitário depois de ter exibido um ananás com o nome de "Mohammed". A "Atheist, Humanist and Secularist Society" (RAHS) da Universidade de Reading afirmou que queria celebrar a liberdade de expressão e promover o debate que se aproxima com o nome de "Será que nós devemos respeitar a religião?"

Para sua surpresa, o grupo foi ordenado pelas entidades competentes a remover a peça de fruta ofensiva  uma vez que estava a causar "comoção" junto de alguns estudantes muçulmanos (e junto de outras associações). A RAHS recusou-se a remover a peça de fruta, alegando que a haviam identificado com o nome do profeta do islão como forma de "encorajar uma discussão em torno da blasfémia, religião e liberdade".

Um dos responsáveis da associação ateísta afirmou:

Queríamos celebrar o facto de vivermos num país onde a liberdade de expressão se encontra protegida e onde é legal identificar um ananás com o nome que nós bem entendermos.

Eles afirmaram que os responsáveis do evento universitário forçaram-nos a escolher entre "ou o ananás sai, ou vocês saem".

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O mais irónico desta notícia é que esse número de muçulmanos "comovidos" não se encontraria no Reino Unido se os secularistas e marxistas culturais que controlam a Inglaterra não tivessem aberto as portas da imigração de forma auto-destrutiva. Portanto, a elite esquerdista trouxe os maometanos, e o esquerdista comum (= idiota útil) não se apercebe que foi enganado.

Tal como as feministas, os militantes ateus foram usados pela elite esquerdista como forma de atacar o Cristianismo. Uma vez terminado o seu serviço, a elite vai-se ver livre deles, tal como se vai ver livre das feministas.

Parece que a sociedade pós-Cristã, brilhante, sexy, secularista e "livre de dogmas religiosos" que os militantes ateus tanto esperam não vai chegar tão cedo. Pode ser que à medida que eventos como este se multipliquem eles tentem entender o que a expressão "nature abhors a vaccum" significa.
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quinta-feira, 7 de julho de 2011

Violência contra homossexuais por parte de religiosos

Para grande descontentamento do esquerdume, os religiosos que atacam os sodomitas são os maometanos.

No dia 12 de Junho de 2011, um homossexual foi atacado por norte-africanos (muçulmanos) em Bruxelas. Os jovens agrediram-no e tentaram sufocá-lo.

De acordo com Bruno De Lille, (esquerdista), "a maior parte dos ataques homofóbicos são feitos por parte de membros da comunidade muçulmana, mas esses ataques não têm ligações com a religião mas sim com a cultura macho".

Ele disse que há também alguns ataques por parte de homens do Leste Europeu e que aqueles que expressam sentimentos contra as mulheres também os expressam contra os sodomitas.

O facto de haver ataques por parte de homens do leste não significa que os ataques feitos por muçulmanos nada tenham a ver com o islão, especialmente quando muitos deles enforcam homossexuais PRECISAMENTE por motivos islâmicos.

De acordo com Carim Bouzian, um imigrante sodomita de Antuérpia, a situação nesta cidade não é muito melhor que a situação de Bruxelas. Os sodomitas são reprimidos pela "polícia da moralidade" islâmica (mas eu pensava que o islão nada tinha a ver com os ataques?), um grupo composto por de homens mais velhos e jovens radicais que sentem ser seu dever avisar os homossexuais àcerca do seus comportamento erróneo.

Tudo começa com ofensas verbais e coisas como "Não sabes o que os islão diz? Tu vais o inferno!", e se tu não respondes de imediato, arriscas-te a ser esmurrado.

Bouzian diz que não há lugar seguro na cidade longe da polícia da moralidade. As duplas de sodomitas que vivem em vizinhanças de imigrantes recebem com regularidade cartas contendo versos do Alcorão juntamente com um rato morto. Mas nem mesmo aqueles que vivem em zonas mais abastadas escapam dos ataques. Um amigo de Bouzinan foi atacado em pleno dia na zona rica do sul de Antuérpia.

Mas os sodomitas não são as únicas vítimas. A polícia de Antuérpia diz que as raparigas imigrantes com saias curtas são também amaldiçoadas, na maior parte das vezes, por parte de muçulmanos radicais mais velhos.

O fenómeno é bastante diverso o que dificulta o trabalho da polícia. A polícia raramente recebe queixas oficiais a acusar a tal polícia da moralidade.

Não se sabe quantos homossexuais são ameaçados em Antuérpia. Há cerca de um ano atrás a comunidade sodomita avisou para esta situação no parque Middenvijver park, onde os homossexuais se reúnem para terem relações sexuais com jovens imigrantes. Esta situação foi demais para a polícia da moralidade e como tal, um grupo de imigrantes atacou os homossexuais.

Fonte


Nem sei o que dizer desta situação. Dum lado temos os sodomitas que esperavam que com a destruição da moralidade sexual Cristã, o caminho estava aberto para viver a sua sexualidade de forma aberta e sem críticas.

Do outro lado temos uma ideologia política mascarada de religião que normalmente enforca os homossexuais.

Olhando para as taxas de natalidade (e a importância do voto para os esquerdistas), parece que os sodomitas estão à beira de descobrir que uma cultura pós-Cristã não é o passeio que eles tanto esperavam.

Outra coisa "engraçada" é a forma como o dirigente esquerdista sente-se na obrigação de separar a violência feita por muçulmanos da crença islâmica. Obviamente que estas tentativas são infrutíferas quando os próprios muçulmanos têm o cuidado de conectar a sua ideologia com as suas prácticas.

terça-feira, 29 de março de 2011

O bordel ou o burkah?

As previsíveis consequências da sociedade pós-Cristã já se estão a fazer notar na Grã-Bretanha:
O que Alibhai-Brown expõe aqui não é o duplo standard sexual, mas o duplo standard étnico ou religioso onde os homens muçulmanos tem um padrão para as "suas raparigas" e outro padrão para as raparigas brancas - que são categoricamente presumidas como imorais.

Se Alibhai-Brown está disposto a analisar a cruel atitude existente entre (alguns) muçulmanos britânicos que ajudou a contribuir para o ambiente onde a violação em grupo floresceu, não seria justo examinar os problemas entre os britânicos brancos que contribuíram para tal horror?

Os "chulos" de Bradford que falaram com Alibhai-Brown àcerca das "fáceis" mulheres brancas não estavam a inventar um estereótipo do nada. Durante o ano de 2008 45% dos nascimentos na Inglaterra provinham de mulheres solteiras. Em algumas áreas a taxa de filhos ilegítimos* chega aos 68%.

Tais números certamente indicam que a atitude casual perante o sexo fora do casamento é comum no Reino Unido.

Todas aquelas noções seculares efémeras de sociedades multiculturais, igualdade sexual, sufrágio universal e sexo pré-marital estão finalmente a movimentarem-se contra a dureza da realidade histórica. Os vários hipotéticos "podes" e "deves" estão-se a transformar rapidamente em "não podes" e "não faças".

Agora que a moral Cristã foi abandonada em favor da relevância do vazio moral, não há forma racional de se criticar os "chulos" não-britânicos que alegremente se voltam para as promiscuas mulheres britânicas ao mesmo tempo que protegem as suas mulheres com o mesmo fervor que um dragão protege um tesouro.

Pondo de parte as nossas reacções morais instintivas, pensemos por um momento qual das duas culturas a) valoriza as suas filhas e b) é mais susceptível de sobrepujar a outra demograficamente. Será aquela que protege as suas mulheres do seu próprio comportamento, ou aquela que aborta-as, impede-as de ter um pai e que geralmente as abandona aos seus impulsos do momento? Há algum tipo de evidência que suporte a tese de que, do ponto de vista histórico, os aspectos positivos da libertinagem da mulher ocidental superam os aspectos negativos do mesmo estilo de vida?

Quanto ao argumento usado por aqueles que se apercebem do problema demográfico, a ideia de que o avanço científico do Ocidente vai de alguma forma permitir vencer a guerra inter-cultural, o mesmo não parece ser válido: as agências de serviços secretos não estariam a assassinar cientistas iranianos se ciência militar suficiente não estivesse a ser transladada através das culturas, e se as mesmas forças culturais que impedem que os pais de controlar as suas filhas não impedissem as Universidades ocidentais de controlar o acesso às suas tecnologias científicas.

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