MITOS ISLÂMICOS

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sexta-feira, 7 de outubro de 2016

A posição Bíblica em relação à imigração

Por John Horvat II

Olhando para o debate em torno da imigração, é assumido automaticamente que a posição da Igreja é uma de caridade incondicional para com aqueles que querem entrar na nação - legalmente ou ilegalmente. No entanto, será que isso é a verdade? O que é que Bíblia diz em relação à imigração?

O que é que os estudiosos da Igreja e os teólogos dizem? Acima de tudo, o que é que o maior de todos os doutores, São Tomas de Aquinas, diz em relação à imigração? Será que a sua opinião oferece algumas ideias em torno da questão candente que assola a nação e a obscurecer as fronteiras nacionais?

A imigração é um problema moderno, e como tal, algumas pessoas podem pensar que o medieval São Tomás não teria qualquer opinião em relação ao problema. Mas ele tem.

Nós nada mais temos que fazer que olhar para a sua obra-prima, a Summa Theologica, na segunda parte da primeira parte, questão 105, artigo 3 (I-II, Q. 105, Art. 3).

Lá encontramos a sua análise fundamentada em pontos de vista Bíblicos que pode ser acrescentada ao debate nacional visto que ela é totalmente aplicável ao presente.

Diz São Tomás:

A relação dum homem com os estrangeiros pode ser uma de duas: pacífica ou hostil; e ao orientar ambos os tipos de relação a Lei [de Moisés] continha preceitos ajustados.

Ao fazer esta afirmação, São Tomás afirma que nem todos os imigrantes são iguais. Todas as nações têm o direito de decidir quais os imigrantes que são benéficos - isto é, "pacíficos" - para o bem comum. Como assunto de defesa-própria, o Estado pode rejeitar aqueles elementos criminosos, traidores, inimigos e outros que ele considere prejudiciais ou "hostis para os seus cidadãos.

A segunda coisa que ele afirma é que a forma como se lida com a imigração é determinada pela Lei em ambos os tipos de imigrantes (hostis ou pacíficos). O Estado tem o direito de aplicar a sua lei.

Aos Judeus foram oferecidas três oportunidades de relações pacíficas com os estrangeiros. Primeiro, quando os estrangeiros passavam pelas suas terras como viajantes. Segundo, quando eles vinham para habitar nas suas terras como recém-chegados.

E em ambos estes casos a Lei, nos seus preceitos, fazia o tipo de provisão apropriado: porque está escrito (Êxodo 22:21): ’O estrangeiro não afligirás, nem o oprimirás [advenam]’; e mais uma vez (Êxodo 22:9): ’Também não oprimirás o estrangeiro [peregrino].’”

Aqui, São Tomás reconhece o facto de que os outros irão querer visitar ou mesmo vir viver na terra por algum tempo. Tais estrangeiros merecem ser tratados com caridade, respeito e cortesia, algo que se deve dar a qualquer ser humano de boa índole. Nestes casos, a lei pode e deve proteger os estrangeiros de serem maltratados ou incomodados.

Terceiro: quando qualquer estrangeiro deseja ser admitido de todo à sua comunhão e ao modo de adoração. Em relação a isto, tem que ser observada uma certa ordem, porque eles não são admitidos imediatamente à cidadania (tal como ocorria em algumas nações onde ninguém era considerado cidadão excepto após terem passado duas ou três gerações, tal como o disse o Filósofo (Polit. iii, 1)).

São Tomas reconhece que existirão aqueles que desejarão ficar e passar a ser cidadãos da terra onde se encontram a visitar. No entanto, São Tomás estabelece como primeira condição de aceitação o desejo de integrar totalmente na que hoje pode ser considerada a cultura e a vida da nação.

A segunda condição é que a concessão de cidadania não poderia ser imediata visto que o processo de integração demora o seu tempo; antes de mais, as pessoas têm que se adaptar à nação. Ele cita o filósofo Aristóteles como havendo dito que este processo demorava duas ou três gerações. São Tomás não dá um enquadramento temporal para esta integração, mas ele admite que pode demorar muito tempo.

O motivo para isto foi o de que, se fosse dada aos estrangeiros a permissão para se envolverem nos assuntos da nação mal se estabelecessem nela, muitos perigos poderiam ocorrer visto que o facto dos estrangeiros não terem ainda o bem comum firme nos seus corações poderia-lhes levar a tentar fazer algo que prejudicasse os locais.

O senso comum de São Tomás certamente que não é politicamente correcto mas é bem lógico. O teólogo salienta que viver numa nação é algo de complexo, que exige tempo até que se entendam os pontos que afectam a mesma. Aqueles que se encontram familiarizados com a longa história da sua nação encontram-se em melhor posição para tomar decisões a longo prazo para o seu futuro.

É prejudicial e injusto colocar o futuro da nação nas mãos daqueles acabados de chegar, e que, embora sem culpa própria, pouca ideia fazem do que está a acontecer ou aconteceu na nação. Tal política pode levar à destruição da nação.

Como ilustração para este ponto, São Tomás de Aquinas ressalva posteriormente que os Israelitas não trataram todas as nações de igual modo, visto que as nações mais próximas deles eram mais facilmente integradas dentro da população do que aquelas mais distantes. Alguns povos hostis nunca receberam permissão para serem admitidos dentro da nação dada a sua inimizade para com os Israelitas [ed: exemplo disto são os Amalequitas].

Mesmo assim, é possível, através duma dispensação, que um homem possa ver-lhe conferida a cidadania devido a algum acto de virtude: como tal, é reportado (Judite 14:6 que Aquior, o capitão dos filhos de Amom, "foi incorporado ao povo de Israel, assim como toda a sua descendência até o dia de hoje".

Dito de outra forma, as regras nem sempre eram rígidas devido à existência de excepções que eram conferidas com base nas circunstâncias. No entanto, tais excepções não eram arbitrárias, mas tinham em mente o bem comum. O exemplo de Aquior descreve a cidadania conferida ao capitão e à sua família devido aos bons serviços prestados à nação de Israel.

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Estes são alguns dos pensamentos de São Tomás de Aquino em relação à imigração, e todo ele tem como base princípios Bíblicos. Torna-se claro que a imigração tem que ter duas coisas em mente: 1) a unidade da nação e 2) o bem comum da nação.

A imigração tem que ter como propósito a integração plena dos imigrantes, e não a desintegração e nem a segregação. Esta imigração não só deveria tomar como base os benefícios mas também as responsabilidades de se unir em pleno à cidadania da nação. Ao se tornar num cidadão, a pessoa torna-se, a longo prazo, parte da família mais alargada, e não se torna alguém com acções da bolsa duma companhia que busca apenas o interesse imediato e de curta duração.

Mais ainda, São Tomas ensina que a imigração tem que ter em mente o bem comum dos nativos; ela não pode sobrepujar e nem destruir a nação.

Isto explica o porquê de tantos Americanos estarem tão pouco à vontade com a entrada maciça e desproporcional de imigrantes. Tal política introduz de modo artificial uma situação que destrói os pontos comuns de união, e varre por completo a habilidade social de absorver organicamente os novos elementos para dentro da cultura unificada. Este tipo de imigração já não tem como ponto orientador o bem comum.

Uma imigração proporcional sempre foi um desenvolvimento saudável para a sociedade visto que injecta nova vida e novas qualidades para o corpo social. Mas quando ela perde a proporção e fragiliza o propósito do Estado, isso ameaça o bem-estar da nação. Quando isto acontece, a nação faria bem em seguir o conselho de São Tomas de Aquinas e os princípios Bíblicos.

A nação deve practicar a justiça e a caridade com todos, incluindo com os estrangeiros, mas acima de tudo, ela deve proteger o bem comum e a sua unidade sob o risco de , de outro modo, deixar de existir.

~ http://bit.ly/2cS2D6d

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Ao contrário do que a elite pseudo-Cristã (tanto Protestante como Católica) afirma, o ensino tradicional Cristão em relação aos imigrantes é aquele que se centra em primeiro lugar no bem comum dos Nativos, e não nos sentimentos ou no benefício subjectivo dos "imigrantes".

Esta análise de São Tomas de Aquinas deixa bem claro que o que os filhos de Laodicéia - isto é, os falsos Cristãos - estão a fazer e a dizer em relação à imigração nada tem de Cristão, mas serve muito bem os interesses das personalidades globalistas a quem eles servem.


terça-feira, 17 de março de 2015

Nicolae Sennels e a psicologia dos muçulmanos

Por Andrew McIntyre

A estatística é chocante: cerca de 70% dos jovens presos na Dinamarca são muçulmanos. Tal como o psicólogo Nicolae Sennels apurou quando ele se determinou a descobrir o porquê, os motivos tem muito mais a ver com o insular desdém da comunidade por tudo o que as nações modernas e liberais Ocidentais representam (excepto os benefícios sociais).

Como um visitante regular da Europa, há já muito tempo que ponderei sobre a delicada questão da habilidade dos imigrantes muçulmanos de se integrarem no Ocidente - especialmente na França, na Holanda, Grã-Bretanha e Escandinávia. 

Durante o período em que me preparava para uma viagem até à Dinamarca durante o ano passado, cruzei-me com o espantoso trabalho de Nicolai Sennels (na foto), psicólogo clínico a trabalhar junto dos jovens nas prisões de Copenhaga, e com o seu instigante livro "Among Criminal Muslims. A Psychologist’s Experiences from Copenhagen Municipality".

Não estando ainda publicado em Inglês, o livro fundamenta-se em 10 anos de trabalho clínico intenso junto de 150 jovens muçulmanos e 100 jovens não-muçulmanos. O livro disponibiliza um entendimento da cultura e da mente dos infractores jovens muçulmanos, o seu frequente comportamento violento e as elevas taxas de crime que normalmente caracterizam as suas comunidades.

A altamente controversa publicação dos desenhos satíricos de Jyllands-Posten (sobre Maomé) colocou, subitamente, a Dinamarca no palco mundial, mas isso aconteceu há quase uma década e como tal, fui para Copenhaga para dar uma vista olhos mais próxima à forma como as coisas se desenvolveram desde então. 

Tive a chance de falar por poucos instantes com Sennels telefonicamente, seguindo-se posteriormente  uma troca de perguntas por email. Depois da nossa breve conversa e da subsequente troca de emails, descobri que é difícil não pensar no Marcellus de Shakespeare e a sua observação de que existem de factos coisas pobres no reino da Dinamarca.

O próprio Sennels encontra-se numa missão de descobrir o porquê da violência e criminalidade serem tão proeminentes dentro da comunidade muçulmana, o porquê de parecer ser, de modo geral, difícil os muçulmanos integrarem-se na sociedade Ocidental. Segundo o "Denmark’s Bureau of Statistics", cerca de 70% dos jovens que se encontram nas prisões Dinamarquesas têm origens imigrantes, e quase todos estes foram educados dentro duma família muçulmana. Em termos numéricos, as 7 primeiras nacionalidades listadas por comportamento violento são de países muçulmanos.

Depois de horas e horas dentro dum ambiente clínico, Sennels apercebeu-se que ele tinha que entender as diferenças psicológicas entre os muçulmanos e os ocidentais de modo a entender uma estatística tão desproporcional. Ele direccionou a sua análise dos problemas comportamentais segundo 4 linhas orientadoras:

- raiva contra fraqueza
- honra contra segurança
- complexo de vítima contra responsabilidade pessoal
- Muçulmanos contra não-muçulmanos.

Sennels explicou que nestas 4 áreas, os Ocidentais e os muçulmanos eram bastante diferentes - chegando até a ser diametricamente opostos nas suas atitudes.

Na primeira área, relativa à raiva, nós no Ocidente olhamos para as expressões de raiva como a forma mais rápida de perder a credibilidade. No entanto, junto dos muçulmanos, Sennels apurou que a raiva não só é aceite, como é vista como um sinal de força; de facto, a raiva nela própria é vista como um argumento. Nas suas aulas de  gestão da raiva, Sennels observou que os seus clientes muçulmanos acreditavam, tal como lhes havia sido ensinado, que a "agressividade é aceite e é o comportamento esperado durante os conflitos.”

Para além das suas observações, Sennels baseou-se num recente estudo levado a cabo pelo "Criminal Research Institute of Lower Saxony" na Alemanha, onde foram entrevistados 45,000 adolescentes tanto de lares muçulmanos como jovens com origens não muçulmanas. “Os rapazes que haviam crescido dentro de famílias muçulmanas religiosas eram mais susceptíveis de serem violentos,” afirmou Sennels.

A segunda área estudada por Sennels centrava-se na auto-confiança. Ele salienta que de modo geral, os Ocidentais olham para as críticas, embora desagradáveis, como uma coisa honrada quando oferecida de modo honesto e segundo os seus méritos. A aceitação de críticas válidas é, dito de outra forma, um sinal de confiança em si próprio e no que a pessoa defende. Consequentemente, os Ocidentais conseguem lidar com a crítica duma forma relativamente vazia de emotivismo - talvez até com uma expressão de gratidão se o crítico estiver correcto, ou com um encolher de ombros se o crítico estiver errado.

Por contraste, no islão e dentro da cultura muçulmana no geral, a crítica é vista como um ataque a honra da pessoa, com a falta duma resposta agressiva a ser vista como algo desonrado. No Ocidente, o que nós olhamos como uma insegurança e um comportamento infantil perante uma crítica, é visto como algo justo dentro da comunidade muçulmana. A experiência profissional de Sennels levou-o a entender que as exigências por uma maior integração na sociedade levam muitos muçulmanos a sentirem-se criticados, levando a que eles desenvolvam uma inimizade maior contra a sociedade não-muçulmana que os rodeia.

A terceira diferença psicológica que Sennels fala centra-se na  auto-responsabilidade e o que, em termos psicológicos, é chamado de "locus de controle". Os Locus de Controle internos são fomentados nas sociedades Ocidentais, onde as pessoas olham para as suas vidas como resultado das suas escolhas. No Ocidente nos temos toda uma indústria, da qual ele faz parte, que tem pessoas a pagar boas somas a terapeutas em troca de conselhos em relação à melhor forma de resolver os problemas e a melhor forma de atingir os objectivos.

No islão, toda a vida é ins’Allah — estabelecida por Alá e não pelo indivíduo. Entretanto, as vidas diárias dos muçulmanos que ele aconselhou eram principalmente governadas pela sharia, pelas tradições culturais, e pelos membros familiares. A experiência é de estar sob controle. Os desejos pessoais, os impulsos democráticos e as escolhas individuais eram rejeitados e até punidos.

Sennels disse-me que perguntar a um muçulmano sobre as suas escolhas era pouco relevante visto que os seus clientes não viam como responsabilidade sua integrar na sociedade Dinamarquesa. De alguma forma, eles esperavam que fosse o Estado a fazer com que isso acontecesse, alterando o seu normal funcionamento de modo a que este se ajustasse ao estilo de vida dos muçulmanos.

Em relação aos crimes feitos pelos jovens que ele estudou, os muçulmanos tendiam a olhar para a vítima como a entidade responsável por ter "provocado" a sua resposta. Sennels está bem ciente do argumento que existe dentro de vários círculos profissionais que levanta a questão se a cultura muçulmana - ao gerar um locus de controle fora do indivíduo - não cria tendências psicóticas, ou se a falta de empatia pelos outros, juntamente com a abrogação da responsabilidade pessoal, são fenómenos superficiais.

Finalmente, há o assunto da identidade muçulmana versus a identidade não-muçulmana - o assunto que está no centro do 4º ponto relativo à tolerância. Os Ocidentais são ensinados que a tolerância é nela mesma boa e algo que define um cidadão decente. Dentro do islão, intolerância para com os não-muçulmanos, minorias sexuais [sic], mulheres, autoridades não-muçulmanas, e leis seculares é algo esperado. Isto gera sociedade paralelas, para além de estatísticas criminais alarmantes, actividade terrorista, e a amplamente difundida supressão e opressão das mulheres.

Tal como muitos outros antes de Sennels já salientaram, incluindo o escritor Australiano Mark Durie, as escrituras islâmicas sublinham o conceito do "infiel". Junto dos seus clientes muçulmanos, muito poucos olhavam para si como Dinamarqueses; a maioria via-se como Marroquinos, Somalis, Paquistaneses, etc, que por acaso se encontravam a viver num outro país.

Quase todos eles sentiam-se alienados perante os Dinamarqueses, para além de afirmaram que se encontravam em oposição à sociedade Dinamarquesa. Isto chocou Sennels visto que muitos deles imigrantes de segunda ou de terceira geração.

As estatísticas confirmam tudo isto. Na Dinamarca 14% dos muçulmanos residentes se identificam com a organização Muçulmanos Democráticos, cuja carta de estatutos afirma que se pode ser, ao mesmo tempo, Dinamarquês e muçulmano. 

Sennels salienta que esta forte experiência do "nós" e "eles" tem consequências concretas visto que a maioria das pessoas que são vítimas de violência, assalto e tentativas de homicídios são não-muçulmanas. As excepções são os actos de violência dirigidos a gangues muçulmanos rivais ou a assim-chamada violência de honra.

Sennels recolheu alguns dados bastante confirmadores. Embora ele reconheça uma ligação entre o comportamento anti-social e a pobreza, ele é bastante enfático ao afirmar que o crime e o comportamento anti-social levam à pobreza, e  não o contrário.

Pesquisas levadas a cabo pelo "Danish Centre for Knowledge" sobre a Integração  (Randers, Youth, "Education and Integration”, Maio de 2005) revelou que 64% de todas as crianças em idade e com origens Árabes são tão fracas na leitura e na escrita depois de passarem 10 anos no sistema escolar Dinamarquês, que são incapazes de prosseguir com a sua educação - o dobro da taxa que se encontra junto dos outros estudantes Dinamarqueses. Para além disso, o falhanço muçulmano de atingir os requerimentos de QI mínimo para recrutamento militar é três vezes maior que o falhanço dos candidatos Dinamarqueses.

Sennels discute outros factores culturais, tais como o facto dos seus países de origem colocarem pouco ênfase no conhecimento e na educação. Segundo um artigo da Nature de 2003, a média mundial para a produção de artigos publicados por cada milhão de habitante é de 137, enquanto que entre os países que fazem parte da Organização da Conferência Islâmica o número é de 13.

Segundo uma pesquisa de proporções consideráveis levada cabo na Turquia, "70% dos cidadãos Turcos nunca chegam a ler um livro". Pesquisas publicadas pela "Arab Human Development Reports" das Nações Unidas salienta que o "total cumulativo dos livros traduzidos desde o tempo do Califa Maa’moun (século 9) é de 100,000, quase tantos como a média anual Espanhola.”

Sennels faz a dedução óbvia: não ser capaz de ler e escrever, abandonar a escola, e vir duma cultura que, de modo geral, tem pouco interesse pela ciência e pelo conhecimento, minimizam de modo severo as chances de se vir a ter um emprego bem remunerado - ou qualquer emprego. Isto leva ao comportamento anti-social e criminoso, e por fim à pobreza e à dependência estatal

Sennels salienta que os imigrantes precisam de três coisas para se integrarem: Eles têm que querer integrar na sociedade anfitriã, eles têm que ter a permissão para se integrarem, e eles têm que ter a capacidade para se integrarem. Muito poucos muçulmanos atingem estes três critérios.

O governo Dinamarquês não tem estado totalmente inactivo no que toca ao problema da não-assimilada minoria propensa ao crime. Sem qualquer tipo de fanfarra, ele introduziu duas medidas básicas: a repatriação individual e a redução da pensão para crianças. A política de repatriação tem como alvo os imigrantes não-integrados, e paga-lhes 1,000 euros, um bilhete só de ida para o seu país, assistência médica durante um ano, e dinheiro extra se por acaso quiserem começar um negócio.

Crê-se que esta despesa seja mais económica que que pagar os mais de 300,000 euros que se estima que se tenha que pagar durante a estadia dum imigrante por toda a sua vida. A política é administrada através das municipalidades locais e já testemunhou o regresso anual de centenas de volta para os seus países.

A segunda política, limitar a pensão infantil para não mais de duas crianças - a média das famílias Dinamarquesas - foi introduzida como forma de desencorajar a imigração e a dependência estatal. No entanto, esta política foi colocada de parte mal o Governo Social Democrata assumiu o poder numa coligação minoritária em 2011.

Embora outros países Ocidentais enfrentem dificuldades semelhantes às que sentem os países Europeus, parece que o problema é menos grave nos Estados Unidos, na Austrália e noutros destinos migratórios. Mesmo assim, e com notícias de jihadistas muçulmanos-Australianos a cortar cabeças na Síria e no Iraque, e com o número de atiradores de carro a tornarem-se cada vez mais comuns em  Ocidente de Sydney, as ideias de Sennels podem parecer ter uma relevância Australiana, especialmente junto de qualquer debate em torno da sabedoria da imigração muçulmana.

- http://goo.gl/xRdvJj.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Quando a sharia chega à cidade

Por Bill Muehlenberg

Se por acaso tu pensas que se pode permitir uma enorme quantidade de imigração muçulmana para dentro das nações Ocidentais, mas mesmo assim ser poupado dos problemas que existem nos países muçulmanos, então estás a viver no mundo da fantasia. Obviamente que onde quer que um grupo de muçulmanos viva, lá se irão manifestar os comportamentos e as actividades tipicamente muçulmanas. Logo, se o islão permite coisas como o "casamento" com crianças, a jihad violenta contra os infiéis, e a propagação da lei sharia por toda a terra, então é claro que encontraremos estas coisas a serem promovidas onde quer que os muçulmanos se encontrem - mesmo que eles vivam em nações Ocidentais - livres e democráticas. 

Levando isto em conta, não há nada de errado com o acto das nações Ocidentais exigirem requerimentos mínimos às pessoas que buscam viver no Ocidente. Coisas simples tais como disposição para aprender a língua e adoptar os valores e os princípios centrais da cultura para onde se mudaram não são coisas onerosas, mas sim totalmente razoáveis.

Se por acaso um imigrante se recusa a aceitar estes requerimentos básicos, então a nação Ocidental tem todo o direito de lhes barrar a entrada. Infelizmente, pelo menos até recentemente, a maior parte das nações Ocidentais tem estado mais preocupada em não ser acusada de "racismo" ou "islamofobia" do que colocar em prácticas as condições razoáveis listadas em cima.

Para além disso, eles adoptaram de modo irracional o politicamente correcto e as políticas fracassadas do multiculturalismo, o que lhes impede de tomar os passos necessários para se protegerem. Como resultado, temos observado o lento crescimento da sharia e da jihad oculta por todo o mundo ocidental. E as coisas estão feias. Neste preciso momento, temos muçulmanos a causar tumultos nas ruas de Paris, com fogos a escaldar a capital, e protestos violentos estão a ocorrer noutras cidades importantes tais como em Londres (Inglaterra). Para além disso, a Europa tem passado por estes tipo de problemas relacionados com o islão há anos. 

Mas por agora, vamos dar uma vista de olhos à cena Australiana. Também aqui o influxo de muçulmanos, com pouca ou nenhuma preocupação em torno da zona onde se encontra a sua lealdade principal, tem causado vários problemas. Embora muitos muçulmanos queiram viver por aqui em paz, um demasiado número deles simplesmente se recusa a integrar dentro da cultura Australiana, preferindo em vez disso continuar com as guerras em torno da sharia que decorrem nos seus países de origem.

Deixem-me oferecer três exemplos recentes disto mesmo. Em Sydney temos mais um caso trágico de noiva-criança e mais uma instância onde é exigido que a lei sharia se sobreponha à lei Australiana. Assim é reportado por uma fonte noticiosa:
Documentos legais revelam que foi dito a uma noiva-criança, alegadamente casada com a idade de 12 anos, que a lei sharia "sobrepõe-se" à lei Australiana. Num caso que alertou as consciências para o torno do tópico das noivas-crianças secretas existentes na Austrália,em Fevereiro último o pai da criança e o homem de 26 com quem ela se "casou" foram acusados de múltiplas crimes envolvendo sexo com crianças. 
Documentos que fizeram parte duma aprendida e bem sucedida "violence order application" por parte da polícia no momento em que o "marido" da criança declaram que a jovem rapariga "acreditava ou havia sido informada que a lei sharia suplanta a lei Australiana”. Os documentos legais declaram que “Ela declarou que, juntamente com o acusado, eles haviam tentado que ele a registasse como guardião legal junto do Centrelink de modo a poderem obter os benefícios previdenciários que fossem possíveis”
A polícia alega no documento AVO que o homem de 26 anos, que foi acusado de 25 instâncias de relação sexual com a criança, admitiu junto dos oficiais no dia em que foi preso que ele teve relações sexuais diariamente desde o dia da cerimónia religiosa que decorreu no sala da casa da rapariga em Hunter Valley no dia 12 de Janeiro.
Exactamente; a lei sharia tem sempre que suplantar a lei Australiana. E isto não é um incidente isolado; os muçulmanos genuínos acreditam que só as leis de Alá são válidas, e que as leis Ocidentais não o são. Portanto, temos aqui um exemplo perfeito duma cultura do século 6º a entrar em contacto com o Ocidente moderno e a tentar implementar a sua cultura arcaica.

O meu segundo exemplo não é muito melhor:
Um xeque de Sydney foi acusado de financiar uma figura central do conflito Sírio, um Australiano-Libanês com ligações à Al-Qaeda que gere uma bem armada milícia no norte do Líbano. Zouheir Issa já prega na mesquita Al-Azhar Belmore (Sudoeste do Sydney) desde que se mudou para a Austrália em 2005. Aderente do vertente ultraconservadora Salafi, ele não tem amigos dentro do governo Sírio de Bashar al Assad. Mas o que não havia sido revelado até agora é que as autoridades Australianas acreditam que ele andava a disponibilizar fundos monetários a Houssam Sabbagh – homem Libanês que viveu em Sydney por duas décadas mas que é, actualmente, um poderoso líder duma milícia em Tripoli, cidade no norte do Líbano. 
Sabbagh é procurado pela polícia sob acusações envolvendo armas. Ele é regularmente descrito pela impresna Libanesa como alguém que está envolvido com a Al Qaeda, e alguém que está a ajudar a providenciar combatentes e armas para os grupos jihadistas a lutar na Síria - incluindo o grupo com ligações à Al Qaeda com o nome de Jabhat Al-Nusrah. Financiar organizações tais como a Al-Nusrah, que é um grupo terrorista proscrito na Austrália, é crime. 
As alegações irão preocupar as autoridades, que já se encontram em alerta devido às dúzias de jovens Australianos que viajaram para a Síria para se juntarem  a grupos tais como a Al-Nusrah e o Estado Islâmico do Iraque e da Síria (EIIS). Falando para o canal televisivo ABC, Nick O'Brien, antigo líder duma equipa de combate ao terrorismo da Scotland Yard, disse que "Esta é a maior ameaça à segurança da Austrália deste século”.
Mais uma vez, isto não é um caso isolado. As mesquitas são frequentemente usadas como centros de recrutamento para os jihadistas e para guerra santa - tanto internamente como fora do pais. A mesquita não é igual à igreja Cristã, mas muito mais como um centro político, um tribunal da lei sharia, uma escola, um centro de treinamento militar. Ver mais sobre isso aqui.

O meu terceiro exemplo é igualmente assustador. Os jovens muçulmanos Australianos estão a viajar para o exterior para lutarem e morrerem por Alá.
Um jovem adolescente de Sydney Ocidental tornou-se no segundo suicida bombista Australiano, explodindo-se a ele mesmo num ataque terrorista que matou pelo menos cinco pessoas e feriu outras 90 num mercado de Bagdad. O Saturday Telegraph apurou que o rapaz tinha 16 anos quando abandonou Sydney para o Iraque no ano passado para se juntar aos insurgentes terroristas na Síria; entretanto, ele fez anos e passou a ter 17. Os serviços secretos confirmaram a idade do rapaz e confirmaram também que ele era de Sydney Ocidental. 
Acredita-se que ele viajou com outros jovens que buscavam alistarem-se às forças do EIIS (Estado Islâmico do Iraque e da Síria) a combater na Síria e no Iraque, para além de se ficar à saber que ele tinha ligações familiares com o famoso terrorista condenado Khaled Sharrouf. Acredita-se que membros da família sabiam das suas intenções mas que não puderam impedi-lo.
Um artigo posterior revelou que ele era, na verdade, de Melbourne. Mas mais uma vez, ele não foi o primeiro muçulmano Australiano a fazer isto, e nem será o último. Estes tristes casos ilustram mais uma vez a verdade que tenho tentado salientar aqui: Podem tirar o muçulmano do país muçulmano, mas não se consegue extrair o islão de dentro dele.

É por isso que temos que começar a ficar mais inteligentes e mais cuidadosos. Permitir que qualquer pessoa entre no nosso país sem no entanto tomar cuidados em torno de quem eles são e no que é que eles acreditam, é receita para o desastre. E é isso que estamos a observar virtualmente todos os dias.


domingo, 21 de dezembro de 2014

Taqiyya, Dhimmitude e o Terrorismo em Sydney

Por Bill Muehlenberg

Tornou-se agora bem claro que os meios de comunicação mainstream têm uma aliança total com o islão, o que lhes impede de publicar algo contrário à essa "religião",  preferindo em lugar disso aceitar sem questionar tudo aquilo que os apologistas islâmicos lhes dizem. Estas pessoas encontram-se num perfeito estado de dhimmitude, o que permite que o islão tenha um controle total na cobertura da crise de reféns em Sydney.

Por todos os média "lamestream"  [ed: jogo de palavras com a palavra "lame" e "mainstream"] estão a ser exibidos apologistas atrás de apologistas sem que haja uma voz contrária. Em tempos idos, os jornalistas buscavam por factos, faziam as perguntas difíceis, e disponibilizavam todos os lados dum debate. Hoje, parece que os MSM [média "mainstream"] decidiram que o islão está sempre certo, que os críticos estão errados, e que não pode existir qualquer tipo de cobertura negativa do islão.

Tenho estado totalmente estarrecido com os estúpidos dhimmis que estão a fazer todos os possíveis para promover o islão e propagar a sua mensagem. Pode-se perguntar de modo sério se a maioria dos MSM se encontram totalmente sob o controle do islão visto que eles são totalmente incapazes de fazer uma reportagem objectiva, preferindo em seu lugar repetir o que os seus senhores muçulmanos lhes dizem para reportar.

Temos que levar em contra que dentro da doutrina islâmica é permitido usar dissimilitude e a decepção junto dos infiéis se isto servir para avançar com a causa islâmica; isto tem o nome de taqiyya, e não só parece estar a ser usada com regularidade crescente, como parece que os tolos presentes dentro do MSM acreditam nela. Durante os últimos dias vimos isto em proporções gigantescas quando vimos e ouvimos vários líderes muçulmanos a afirmar que a bandeira usada durante a crise de reféns é uma bandeira amigável, com uma mensagem genérica sobre Deus.

Claro que o texto presente nessa bandeira é a shahada, o credo islâmico que todos os maometanos têm que professar como o primeiro pilar do islão. Para além disso, esse é também o texto encontrado em muitas bandeiras de grupos terroristas e bélicos islâmicos. Uma bandeira como esta significa a tomada dum território e o estabelecimento do domínio do islão. Mas não só os média crédulos aceitam o que quer que os líderes islâmicos lhes dizem, como estes mesmos média parecem ter conseguido encontrar todos os líderes muçulmanos do país.

Mas para se ver o quão profunda é a deplorável dhimmitude das elites mediáticas, imaginemos por um momento o que estaria a acontecer por agora se o homem que retém os reféns fosse um professor de Escola Dominical Presbiteriano, agitando no ar uma Bíblia e cantando hinos Cristãos. As agências mediáticas estariam a repetir a palavra "C" ["Cristão"] ad infinitum e ad nauseam, e estariam a alegar que certamente que havia chegado a hora de reprimir esta religião maligna - que é tão intolerante, odiosa e fanática.

Acham mesmo que os média iriam apresentar dúzias de apologistas Cristãos a afirmar que esta pessoa é maluca, extremista, e que de maneira alguma ela está de acordo com os ensinamentos Cristãos? Claro que não. Em vez disso, eles iriam exibir um ateu e humanista secular a seguir a outro a atacar o Cristianismo. Seriam feitos apelos para uma maior monitorização de todas as pregações das igrejas, de todas as escolas Cristãs, e de todos os sites Cristãos. Um site como o meu certamente que seria alvo de ataques e a liberdade para se propagar o Evangelho seria corroída ainda mais; dito de outra forma, estaria aberta a época de caça ao Cristianismo.

Mas como quem fez isto foi um muçulmano, todo o foco dos MSM é avançar com a filosofia politicamente correcta de que este acto em Sydney de maneira alguma está relacionada com o islão. Deixemos de lado as credenciais islâmicas do tomador de reféns.

O tomador de reféns.

Sabemos hoje que o raptor é um refugiado Iraniano de 49 anos chamado Man Monis, e tem um passado sombrio no seu país de origem - algo que torna ainda mais notável o facto dele ter recebido autorização para entrar na Austrália. Ainda ontem [14 de Dezembro] ele postou online o seguinte:
O islão é a religião pacífica e é por isso que os muçulmanos lutam contra a opressão e o terrorismo dos Estados Unidos e do seus aliados incluindo a Inglaterra e a Austrália. Se ficarmos silenciosos perante os criminosos nunca poderemos ter uma sociedade pacífica. Quanto mais e combate o crime, mais pacífico se fica. O islão quer a paz na Terra, e é por isso que os muçulmanos querem acabar com o terrorismo da América e dos seus aliados. Quando falamos contra o crime, tomamos um passo na direcçâo da paz.
Há dois meses atrás uma notícia em torno dele dizia o seguinte:
Um homem de Sydney que enviou mensagens ofensivas às famílias dos soldados Australianos mortos foi acusado de mais 40 acusações de indecências e violência sexual relacionadas ao tempo em que ele passou omo "líder espiritual". Man Haron Monis, de 49 anos, foi preso em Abril último por detectives da polícia de crimes sexuais e acusado por indecência e agressão sexual duma mulher em 2002 e em Sydney Ocidental. Durante o seu aparecimento no tribunal em  Penrith na passada Sexta-Feira, ele foi acusado com ofensas adicionais, incluindo 22 instâncias de agressão sexual agravada e 14 instâncias de atentado violento ao pudor agravado relativo a seis outras mulheres.
Uma notícia de hoje diz o seguinte:
Monis nasceu com o nome Manteghi Bourjerdi e fugiu do Irão para a Austrália em 1996, onde mudou o nome para Man Haron Monis e assumiu o título de Xeque Haron. 
Ele obteve atenção mediática no passado devido à campanha das "mensagens de ódio" onde ele protestava a presença de tropas Australianas no Afeganistão. 
Durante essa campanha, ele e o seu parceiro Amirah Droudis postaram mensagens de ódio dirigidas às famílias dos soldados Australianos mortos. 
A família de Brett Till, soldado Australiano morto por uma bomba na estrada em 2009, foi apenas uma das que recebeu as cartas.

Por todo o MSM os apologistas islâmicos alinham-se para nos garantir que de maneira nenhuma Monis está relacionado com o islão, e que nós podemos voltar à nossa vida normal com nada com que nos preocupar. A hipnose em massa e a decepção em massa parecem ter tomado conta de todos nós. Nós somos, actualmente, uma nação de zombies que realmente acreditam que um muçulmano a aterrorizar infiéis em nome do islão de maneira alguma está relacionado com o islão.
Quando nos recusamos a identificar o inimigo já perdemos a guerra.



terça-feira, 25 de novembro de 2014

Este país está a expulsar os muçulmanos e o crime está a diminuir

Existe um país que finalmente aprendeu que o fluxo de imigrantes maometanos gera problemas. Não só problemas, mas também crimes horríveis. Juntamente com a introdução do islão nos países Europeus, ocorre um aumento drástico de violações, abuso sexual de menores, assassinatos, violência e protestos - tudo isto actos perfeitamente de acordo com o Alcorão e as hadiths.

Os jihadistas, colectivamente conhecidos como mujahideen, criam grupos terroristas e patrulham as estradas e as zonas tidas por eles como "zonas islâmicas", como forma de fazer cumprir a lei islâmica com o nome de Sharia.

Os Noruegueses sofreram os horrores da integração islâmica, e em vez de apaziguarem os maometanos, temendo serem chamados de politicamente incorrectos, eles agiram. Segundo o The Local, começando no ano passado, um número recorde de imigrantes - nomeadamente muçulmanos - foi deportado da Noruega. Com a deportação dos muçulmanos, e para grande alegria das forças policiais, veio uma redução dramática no crime.

Cerca de 5,198 cidadãos estrangeiros foram expulsos da Noruega durante o ano de 2013. Frode Forfrand, chefe do Directorate of Immigration (UDI), disse o seguinte ao NRK:

É o número mais elevado que alguma vez tivemos. Somos de opinião de que um dos motivos por trás do aumento é o facto da polícia se ter tornado mais ciente do uso da deportação como arma de combate ao crime. Os cidadãos Nigerianos encabeçam a lista daqueles que foram expulsos por cometerem crimes, com 232 cidadãos expulsos como castigo em 2013, seguidos dos Afegãos com 136 cidadãos expulsos, e os Marroquinos, com 76 cidadãos expulsos como castigo.

Por outro lado, os Afegãos encabeçam a lista daqueles expulsos por violarem o Immigration Act, com 380 pessoas expulsas por esse motivo, seguidos dos cidadãos Iraquianos, com 234 pessoas expulsas pelo mesmo motivo.

Saudamos a Noruega por se recusar a ser envergonhada pelos esquerdistas e forçada a manter criminosos no seu país. Talvez os Estados Unidos sejam igualmente corajosos para fazer o mesmo.


* * * * * * *

Os esquerdiotas profissionais muito provavelmente avançarão com a frase "correlação não significa causalidade", mas os dados apurados (aquilo que as pessoas normais chamam de "realidade") claramente demonstram que, neste caso, a correlação tem fortes ligações com a causalidade. Dito doutra forma, até prova em contrário, pode-se afirmar que o que está a causar a diminuição da criminalidade é precisamente a deportação dos membros do grupo ideológico mais susceptível de cometer acções criminosas.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Multiculturalismo, Islão e a Guerra ao Ocidente

Por Bill Muehlenberg

Por algum motivo estranho, o mundo Ocidental abraçou uma ideia estúpida a seguir a outra, a maioria das quais está a contribuir para o seu declínio. Muitas ideias poderiam ser mencionadas, mas a brigada multiculti [multicultural] tem que estar no topo da lista. O multiculturalismo pode ter tido boas intenções no início - tais como a coexistência pacífica, feliz e harmoniosa entre as pessoas - mas as intenções têm que se ajustar à realidade, e a realidade é que 1) nem todas as culturas são iguais, 2) nem todas as culturas são compatíveis, e 3) algumas culturas encontram-se dedicadas a destruir as outras.

O multiculturalismo tem sido especialmente desastroso quando tenta negar estas realidades no que toca ao islão. A cultura islâmica não é idêntica à Ocidental; o islão não é compatível com o Ocidente livre e democrático; o islão tem como intenção destruir o Ocidente. No entanto, as maravilhas desmioladas que lideram o Ocidente pensam que podemos ignorar estas verdades inconvenientes, e avançar a todo o gás com políticas multiculturalistas falhadas. Mas com o islão a causar todo o tipo de problemas no Ocidente - incluindo inúmeros casos de mortes e caos - algumas nações Ocidentais estão lentamente a despertar.

Alguns países estão a repensar profundamente as suas políticas em torno disto. Quatro artigos recentes provenientes de 3 nações distintas ressalvaram estas verdades e vale a pena partilhar algumas partes. Comecemos pelo comentador Americano Walter Williams. Ele não pouca nas palavras e diz, “O multiculturalismo é um falhanço”. Ele começa o artigo dizendo:

A chanceler Alemá Angela Merkel declarou que na Alemanha, o multiculturalismo foi "um falhanço total." Tanto o ex-primeiro ministro Australiano como o ex.primeiro ministro Espanhol  José Maria Aznar chegaram à mesma conclusão em torno do multiculturalismo nos seus países. O primeiro-ministro Britânico  David Cameron avisou que o multiculturalismo está a fomentar uma ideologia extremista e a contribuir de forma directa para o terrorismo islâmico doméstico.

O líder do partido inglês UK Independence Party Nigel Farage disse que o impulso do Reino Unido rumo ao multiculturalismo não uniu os Britânicos mas afastou-os uns dos outros, fazendo com que o islão emergisse apesar da cultura Judaico-Cristã da Grã-Bretanha. O antigo primeiro-ministro Britânico Tony Blair disse que as raízes do islão violento não são "superficiais mas profundas" e elas podem ser encontradas "na minoria extremista que actualmente prega o ódio contra o Ocidente e contra o nosso estilo de vida por toda a Europa."

O ponto principal é que a maior parte do mundo islâmico está em guerra contra a civilização Ocidental. Não existem dúvidas de que o Ocidente tem a força militar para contrariar a agenda islâmica. A pergunta é se temos a inteligência para reconhecer o ataque, e a vontade de nos defendermos da aniquilação. O multiculturalismo é o pé islâmico na nossa porta. No centro do multiculturalismo encontra-se um ataque a o Ocidente e aos valores Cristãos.

O multiculturalismo alega que os distintos valores culturais são moralmente equivalentes. Isto não faz sentido nenhum. A cultura Ocidental e os valores Ocidentais são superiores. Para aqueles que me acusam de Eurocentrismo, eu pergunto: é a mutilação genital feminina, tal como practicada em quase 30 países Africanos sub-saharanos bem como no Médio Oriente, um valor cultural moralmente equivalente?

A escravatura é practicada na Mauritânia, no Mali, no Níger, no Chade e no Sudão; é isto moralmente equivalente? Na maior parte do Médio Oriente existem várias limitações impostas às mulheres, tais como proibições em torno da condução, emprego e educação. Segundo a leu islâmica, em alguns países a mulher adúltera pode ser apedrejada, e os ladrões enfrentam castigos tais como ter a sua mão cortada. Em alguns países  o homossexualismo é punido com a morte. Serão estes valores culturais moralmente equivalentes, superiores on inferiores aos valores Ocidentais?

Daniel Greenfield alega que "Islão Moderado é Multuculturalismo Mal Escrito":

Desde o 11 de Setembro que procuro pelo islão moderado, e tal como a peúga perdida no secador, esse islão estava no lugar onde eu menos esperava que ele estivesse Não existe islão moderado nas mesquitas ou em Meca. Não o encontrarás no Alcorão ou nas Hadiths. Se queres encontrar o islão moderado, folheia os editoriais  jornalísticos depois dum ataque terrorista, ou toma parte dum curso de teologia islâmica ensinado por um Sociólogo Unitarista a usar jóias falsas.

Não encontrarás o islão moderado na Arábia Saudita ou no Irão, mas podes encontrar esse mesmo islão nas redes de notícias extra, nos artigos e nos livros que falam dos dois países e dos seus tipos respectivos de islão. Não encontrarás essa fábula do muçulmanos moderados no Oriente, e nem o no Ocidente. Tal como todos os mitos, o islão moderado existe na imaginação daquels que contam as histórias.

Não encontrarás o islão moderado no Alcorão mas o encontrarás nos imensos livros Ocidentais que falam do islão. O islão moderado não é o que a maior parte dos muçulmanos acredita, mas sim o que a maior parte dos esquerdistas acredita que os muçulmanos acreditam. A nova teologia multicultural do Ocidente é o islão moderado. O islão moderado é a religião perfeita para a era secular visto que nem chega a ser uma religião.

Os muçulmanos moderados genuínos são esquerdistas seculares com persuasões vagamente Cristãs e Judaicas que inventaram e acreditam num islão moderado que não existe fora das suas cabeças. Este islão secular, que confere valor a toda vida e se dedica à justiça social e à tolerância universal, é uma contrapartida às suas religiões degradadas, e eles estão demasiado assustados para acordar e ver que ele não existe.

Quando os líderes Americanos e Europeus insistem que o islão de maneira nenhuma está relacionado com a mais recente atrocidade islâmica, eles não estão a falar duma religião practicada pelos muçulmanos, mas sim a falar duma religião que eles imaginam que os muçulmanos devem practicat visto que a alternativa é o ponto final do que eles acreditam.

O seu islão moderado é vazio de detalhes - para além da justiça social, de combater o Aquecimento Global e de apoiar dos direitos dos homossexuais - uma vez que ele é, na verdade, o multiculturalismo com uma barba falsa. Quando um líder Ocidental alega que o mais recente lote de terroristas islâmicos não fala em nome do islão, ele não está a defender o islão mas sim o multiculturalismo. Ele assume que os muçulmanos acreditam no multiculturalismo só porque ele acredita. O islão moderado nada mais é que o multiculturalismo mal escrito. A sua existência é um firme artigo de fé para aqueles que acreditam no multiculturalismo.

Voltando para o Reino Unido, citemos uma passagem que fala do líder do Independence Party, Nigel Farage:

Segundo Farage, a maior parte disso pode ser associado ao impulso do Reino Unido em favor do multiculturalismo, que não uniu os Britânicos mas dividiu-os. Tal como ele explicou, o multiculturalismo permitiu que o islão emergisse, apesar da cultura Judaico-Cristã da nação.

"Temos visto uma radicalização crescente dentro do Reino Unido, e a maior parte disso, sinto muito em dizer isto, é uma ferida auto-infligida. Nós tivemos q décadas de multiculturalismo apoiado pelo estado. Nós chegamos a encorajar as pessoas a não se unirem ao resto da sociedade, mas a permanecerem e a viverem de forma distinta.... Existem semelhanças [com os Estados Unidos]. Tivemos o último Arcebispo de Canterbury a sugerir que a lei Sharia fosse aceite nas cidades Britânicas, e como tal, temo que tenhamos sido fracos e não tenhamos sido mais musculares na nossa defesa, dizendo às pessoas, "Somos um país Cristão. Temos uma Constituição Cristã, e uma cultura Judaico-Cristã. Permitimos que as nossas escolas fossem infiltradas. Actualmente, as nossas prisões, como se sabe, são provavelmente o lugar onde o jihadismo se encontra a crescer mais rapidamente que em qualquer outro lugar. A maior parte disto nós fizemos a nós próprios."

Finalmente, o jornalista Australiano Piers Akerman explica o porquê de ter chegado a hora de abandonar o multiculturalismo:

A guerra contra o terror na Austrália de nada servirá a menos que se faça acompanhar com uma guerra à cultura que permite que o terrorismo se fixe no nossos país. E estou a falar da injusta política com o nome de multiculturalismo promovido pelo notório ministro da imigração de Whitlam, Al Grassby…. O multiculturalismo é um grande exemplo duma decisão política da elite que tem que ser abandonado.

Desde a altura em que a intelligentsia Esquerdista deu início à Revolução Francesa que as elites Esquerdistas têm dado início a revoluções cima-abaixo, com resultados na Rússia, na China, na Sudeste da Ásia e na América Central. Grassby e outros dentro do Partido Trabalhista e dentro do mundo académico têm promovido políticas  culturalmente destrutivas de equivalência moral, sendo o multiculturalismo apenas uma das manifestações.

Infelizmente para os Australianos Aborígenes, a ambição de criar uma forma de reconhecimento constitucional, quer seja através dum  preâmbulo, ou através de alterações na constituição, estão condenadas ao fracasso visto que a maior parte dos Australianos olharão para qualquer tentativa de gerar distinções entre os cidadãos Australianos com suspeição.justificada. No entanto, o multiculturalismo faz exactamente isso, e os contribuintes são obrigados a aceitar uma política injusta que encoraja a divisão e repele a integração.

A maior ironia disto tudo é que as revoluções da juventude dos anos 60 eram todas anti-autoritárias. Os jovens de então queriam políticas que acabavam com os fortes tabus culturais - e eles foram bem sucedidos. No entanto os jovens terroristas que caminham rumo à bandeira negra da seita da morte querem-se submeter à mais severa  forma de autoritarismo religioso.

Todos estes artigos valem uma leitura plena. Alguns comentadores e líderes Ocidentais estão a começar a ver as coisas tal como elas são, mas se nós não queremos que os sonhos falhados e perigosos da elite multiculti se materializem, precisamos que mais dos nossos líderes despertem, e despertem rapidamente.

Fonte: http://bit.ly/1tTPgCZ

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A frase mais importante do texto é: "Quando um líder Ocidental alega que o mais recente lote de terroristas islâmicos não fala em nome do islão, ele não está a defender o islão mas sim o multiculturalismo." O esquerdista comum pouco ou nada e importa com a vida que os maometanos levam ou podem vir a levar no Ocidente. O que lhe interessa é ter uma cultura com a qual ele pode atacar a civilização Cristã.  Por isso, quando o esquerdista "defende" o islão, ele está a defender o que ele acredita (multiculturalismo) e não o que os maometanos realmente acreditam.

A batalha da superior civilização Cristã não é tanto assim contra pessoas mas sim contra uma ideologia (Marxismo Cultural) que tem como propósito maior destruir tudo de bom que a Civilização Cristã produziu (família, ordem social, artes, sistema legal justo, etc), fazendo assim que as pessoas alienadas se tornem mais susceptíveis de se submeterem às invasivas políticas estatais.

É bem provável que um significativo número de pessoas ainda olhe para os seus líderes como agentes de protecção da sua cultura, mas o que eles não se apercebem é que quem fomenta a destruição da sua cultura é precisamente essa elite em quem ele depositou a sua fé. Não vão ser os líderes políticos que irão combater contra o multiculturalismo e contra o islamismo, mas sim a pessoa comum.


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

A deportação como forma de reduzir o crime

Numero recorde de cidadãos estrangeiros foi deportado da Noruega durante o ano passado, depois da polícia local ter dado inicio ao uso da deportação como forma de combater o crime.

Cerca de 5,198 cidadãos estrangeiros foram expulsos em 2013, um aumento de 31% em relação ao ano anterior, quando 3,958 foram deportados. Frode Forfang (Directorato da Imigração) disse o seguinte ao NRK:
Somos de opinião que um dos motivos para o aumento é a forma como a policia se tornou consciente de que as deportação era uma forma de combater o crime.
Os cidadãos nigerianos estão no topo da lista daqueles expulsos por cometerem crimes, com 232 cidadãos expulsos como castigo em 2013, seguidos dos cidadãos afegãos, com 136 expulsos, e seguidos por 76 marroquinos expulsos.

Os cidadãos afegãos lideram a lista daqueles expulsos por violarem o "Immigration Act", com 380 expulsos por esta razão, seguidos dos cidadãos iraquianos, com 234 expulsos por esta razão.

Khaled Ahmed Taleb arrisca-se a ser deportado


Fonte

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

O enriquecimento cultural Francês

Nas últimas semanas, um número extraordinário de episódios em Marselha confirmam que a cidade regride rapidamente para uma situação de terceiro mundo. Foi massivamente colonizada por muçulmanos, os quais impõem agora as condições existentes nos seus países de origem.

O primeiro incidente bizarro a fazer manchetes foi um assalto a um comboio ao estilo do velho oeste americano. Carrinhos de compras, pedras e pedaços de metal foram colocados numa linha férrea obrigando um comboio de passageiros a parar. Um comboio de carga chegou ao local pouco depois e encontrou o caminho barrado pelo de passageiros. Cerca de vinte muçulmanos encapuçados, "jovens" como lhe chama a elite francesa, apareceram então, invadindo o comboio e desaparecendo com alguma da sua carga. De acordo com as notícias, este não foi o primeiro incidente semelhante.

No último Domingo, entre as 4 e as 5 da manhã, cerca de 15 pessoas, “aparentemente em estado de alcoolizados” entraram num quartel de bombeiros, gritando contra os soldados de serviço, os quais reagiram. Sete bombeiros ficaram feridos, quatro deles levados para o hospital. Aparentemente, os "jovens" em festa eram um grupo de cabo-verdianos em viagem de autocarro desde Nice para se divertirem na "noite africana" de Marselha.

Esta semana, um condutor de autocarro foi atacado pelos passageiros quando se recusou a transportar duas mulheres vestidas com burcas. Em França, este traje muçulmano é ilegal. Quando uma mulher quis entrar no autocarro mostrando um cartão de viagem com fotografia, o condutor insistiu que ela destapasse o rosto para poder confirmar a sua identidade.Ela recusou fazê-lo e, após uma curta discussão, decidiu sair e esperar por outro autocarro. Então, alguns passageiros, "jovens", vieram em defesa da mulher e espancaram o condutor. Depois convidaram a mulher de burca a entrar novamente no autocarro.

Quando a polícia chegou, fugiram. A polícia acabou por multar a mulher pelo uso da burca.

Em resposta ao incidente, o presidente da Autoridade de Transportes de Marselha, responsável pelo autocarro, surgiu mostrando-se solidário com a passageira em vez de, como seria expectável, com o seu motorista. A reacção do motorista foi "desadequada", disse. Isto explica-se pelo nome do presidente: Karim Zéribi. Um inflitrado.

Os muçulmanos também têm agora vários postos de controlo rodoviário, ilegais, em vários locais de Marselha. Qualquer pessoa que entre nas "suas" zonas tem de parar e submeter-se a inspecção. Na última semana, o condutor de uma carrinha pertencente a um banco alimentar que distribui mantimentos a pessoas pobres, foi parado por um grupo de "jovens" quando tentava entrar no distrito marselhês de "Air-Bel". A estrada tinha sido cortada com blocos de cimento e caixotes cheios de areia. Eles revistaram o veículo, "como se fossem polícias exercendo a lei do território", de forma "a verificar se não se encontravam polícias no interior". Quando viram que apenas se transportava leite, deixaram a viatura prosseguir.

Jacques Ansquer, presidente do Banco Alimentar local, ficou indignado. of the local “Primeiro, atacavam polícias, bombeiros, motoristas de autocarros. Agora atacam aqueles que trazem auxílio aos mais desprotegidos! Ele apresentou queixa à polícia local mas muitas pessoas contactaram-no alertando ser melhorar retirar a queixa por sentirem que mantê-la iria complicar as futuras operações de rua do Banco Alimentar.

Ainda assim, insistiu Ansquer: "Políticos e autoridades administrativas devem assumir as suas responsabilidades pelo restabelecimento da ordem pública. Essas zonas sem-lei estão a tornar-se zonas governadas por outras leis que não as nossas, um tipo de lei de costumes."

Valérie Boyer, deputada local do maior partido francês de Direita (UMP), diz que estes "postos de controlo" sempre existiram em maior ou menor número, mas não com a "dimensão e regularidade" que têm agora. Ela diz que a cidade é agora um verdadeiro "tabuleiro de xadrez" com áreas pacíficas próximas de "enclaves" menos seguros. "Precisamos fechar um pouco os olhos ao problema porque iríamos ter um problema com os traficantes de droga", diz, falando abertamente de uma "guerra territorial".

Mais recursos têm sido recentemente destinados à polícia local, mas o porta-voz do sindicato diz que não têm comparação com os recursos dos "traficantes de droga extremamente armados". "Não estamos ao mesmo nível", diz, queixando-se da falta de pessoal e equipamento. "Deparando-nos contra metralhadoras AK-47, basicamente somos indefesos".



Por "Islão vs Europa." (Tradução: Jairo Filipe)
 
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De todas as nações ocidentais, a França é provavelmente a mais prejudicada pela imigração, estando no limiar de perder a sua identidade europeia para a população muçulmana em franco crescimento dentro das fronteiras francesas.

(As fotografias mostram a praga de motins constantes, carros a arder e violência física.)


sexta-feira, 15 de novembro de 2013

A vitória do islão sobre a Noruega


O artigo de baixo fala do nível apocalíptico da violência culturalmente enriquecedora de Grønland, distrito da cidade de Oslo.

Grønland encontra-se a apenas duas paragens de metro do Parlamento, e a uma paragem da Estação Central - razoavelmente perto das instalações que foram bombardeadas por Breivik. Esta povoação parece Karachi, Basra e Mogadishu unidas numa só. As pessoas abertamente vendem drogas perto da estação de metro de Grønland.

Este sítio já não faz parte da Noruega e nem da Europa, excepto quando há dinheiro da assistência social a recolher. De modo geral, as forças policiais já desistiram. Em 2010 o Aftenposten reportou que existem patrulhas-Sharia por essa área, e os homossexuais são agredidos e expulsos.

A imigrante Fatima Tetouani diz que ‘Grønland é mais muçulmana que Morrocos.’

Os leitores têm que levar em conta que o jornal Aftenposten, que é o maior da Noruega, é normalmente muito pró-islâmico e muito Multicultural.

351ª vítima de roubo.

Sturla Nøstvik (36 anos) não suspeitava do perigo que corria quando a sua testa foi violentamente atingida pelo cano duma arma. Isso foi o princípio de 15 minutos de inferno como refém dos assaltantes.

Em Oslo as mulheres estão a ser violadas e os homens são cada vez mais assaltados. Só nos últimos 10 anos mais de 4,000 pessoas foram assaltadas na baixa da cidade e na área junto da estação policial de Grønland [um guetto imigrante]. A maior parte deles são homens jovens.

Sturla Nøstvik é a vítima número 351 de Grønland só no último ano - o mesmo período durante o qual 50 violações foram reportadas em Oslo. Os assaltantes usam o medo, a violência e as ameaças para deixar uma marca nas vítimas. O superintendente policial Inge Sundeng (Grønland) descreve estas pessoas como "as vítimas esquecidas".

Os polícias visitaram Sturla Nøstvik na ala de emergência depois do assalto, e disseram-lhe que o gangue de ladrões havia cometido muitos roubos semelhantes em Grünerløkka e nas áreas circundantes, só nas três semanas precedentes. Para além disso, os policiais disseram-lhe que todos têm o direito de se sentirem seguros mas que eles [os policias] não tinham forma de parar com os assaltos. "Perdemos a cidade," disseram eles...

Fonte

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Existem formas bem "fáceis" de reduzir a criminalidade na Noruega:
1. Armar os cidadãos
2. Penas pesadas para os ladrões
3. Expulsar do país os imigrantes e os filhos de imigrantes que repetidamente comentam crimes.

Infelizmente para os Noruegueses, o seu país é controlado por uma elite que vê com bons olhos o aumento da população maometana, e como tal, a menos que os Noruegueses se revoltem de modo firme e decidido, as coisas vão continuar a piorar.
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sexta-feira, 4 de outubro de 2013

O que é o relativismo cultural?

Texto baseado no discurso de Azar Majedi feito numa conferência em Copenhaga (Dinamarca) em comemoração do dia 8 de Março de 2003

O relativismo cultural é um conceito racista, escondido por trás dum nome bonito, que justifica dois conjuntos de valores, de direitos e de privilégios para o ser humano segundo um conceito arbitrário e subjectivo como a cultura. Dito de forma mais directa, segundo este conceito, devido ao local onde nasci eu devo desfrutar de menos direitos do que uma mulher nascida na Suécia, na Inglaterra ou na França. Eu sou obrigada a ficar contente com o meu estatuto de segunda classe porque eu nasci num pais que está sob o domínio islâmico, e devido ao governo misógino e reaccionário que se encontra no poder. Isto vai mais longe e a segunda geração também se orna vítima desta política racista. Também elas são vítimas de discriminação devido ao sítio de nascimento dos seus pais.

Os defensores do relativismo cultural afirmaram-nos repetidamente que temos que respeitar a nossa assim-chamada cultura, a nossa assim-chamada religião, e aceitar respeitosamente e em silêncio o destino que essas instituições determinaram para nós. É-nos dito que toda a brutalidade, toda a depravação, e toda a opressão fazem parte da nossa cultura - que nós nos devemos submeter à mais brutal forma de misoginia, apartheid sexual, às chicotadas e aos apedrejamentos, porque isso foi-nos ditado pela nossa cultural.

Eu pergunto-me sempre: o que é que eles [os relativistas culturais] pensam de nós? Será que estas pessoas pensam que nós pertencemos a uma nação de masoquistas? Será que eles pensa que nós gostamos de practicar a "nossa cultura" não de livre vontade mas sendo sujeitas ao aprisionamento, tortura, chicotadas, enforcamentos e apedrejamentos?

Se esta é a cultura das pessoas, que foi escolhida livremente e é practicada voluntariamente, será que vocês já se perguntaram do porquê existir uma sofisticada forma de opressão? Porque é que os estados islâmicos são ditaduras brutais impostas sobre as pessoas? Porque é que os grupos islâmicos recorrem ao terror com frequência - sendo até o seu único método de terrorismo?

Vocês já se questionaram do porquê as mulheres estarem vazias de direitos dentro das comunidades islâmicas? Porque é que elas são mantidas na linha através da ameaça da faca, do ácido, dos espancamentos e das matanças de honra? Aquelas que se atrevem a questionar esta regra e questionar a assim-chamada cultural são punidas pelos "bravos" homens da sua família. A maioria silenciosa sofre sozinha?

Estas são perguntas bastante simples mas válidas que têm que ser respondidas. Temos a obrigação moral de as responder.

O terror sempre foi a arma principal do islâo político. [ed: não existe "islão político" porque isso assume a existência do islão não-político. Todo o islão - o islão ortodoxo - é um movimento político mascarado de filosofia religiosa]. Esta força já cometeu crimes incontáveis tanto nos sítios onde se encontra no poder - como a República do Irão, os Mujahedin e os Talibãs no Afeganistão, no Sudão, e na Arábia Saudita - como também nos sítios onde encontra na oposição - como na Argélia, no Paquistão e no Egipto. Aterrorizar a população é a política e a estratégia do islão político para obter o poder.

O 11 de Setembro e as suas consequências colocaram o islão político e o terrorismo islâmico no centro da politica mundial. Na sua forma actual, o islão político, como uma força poderosa dentro do mainstream dos conflitos políticos do Médio Oriente, é um produto do Ocidente. Toda a gente sabe como é que Bin Laden e os Talibãs chegaram ao poder. e obtiveram influência política. Isto é um facto tão comum como o apedrejamento. Mas este terrorismo não se limitou àquela região; ela veio fazer uma visita ao Ocidente também.

As mulheres são as vítimas principais do islão político e dos grupos terroristas islâmicos. O apartheid sexual, o apedrejamento, o véu islâmico obrigatório e a remoção de todos os direitos das mulheres, são os frutos deste movimento reaccionário. O islão político tem que ser relegado para o seu lugar - para a margem das sociedades antes que ele tem vindo a destruir. O islão político tem também que ser subjugado dentro das comunidades islâmicas do Ocidente através da defesa dos princípios básicas da liberdade, igualdade, do respeito pelos direitos das mulheres na sua forma universal, pela defesa dos direitos das crianças e pelo secularismo.

Voltando para o tópico da cultural, tenho que ressalvar que esta não é a cultura das pessoas que vivem no Médio Oriente e nos assim-chamados países muçulmanos; esta é, na verdade, a cultura e a política que está a ser forçada às pessoas pelo Ocidente, liderado pelos EUA. A cultura dominante em qualquer sociedade é a cultura do sistema dominante.

Mas imaginemos, por alguns instantes, que este pressuposto é verdadeiro e que estas atrocidades fazem parte da cultura de certas pessoas. A minha pergunta é: será isso razão suficiente para voltarmos as nossas cabeças e ficarmos indiferentes ao que, para a nossa assim-chamada cultura, parece ser brutal, discriminatório e sexista?  Será que a palavra "cultural" santifica qualquer forma de brutalidade, opressão, violência e discriminação?

Porque é que o conceito de "cultural" é tão santificado que ensombra qualquer sentido de justiça, emancipação, e direitos humanos? Estas questões têm  também que ser respondidas. Todas as pessoas decentes, que amam a liberdade e com algum sentido de devoção à justiça e à equidade e à liberdade, têm que encontrar as respostas certas.

O nosso governo tem defendido valores progressistas, libertários e igualitários. Para nós, uma cultura que é opressora, que denigre as mulheres, que propõe a desigualdade, a violência, a misoginia, e que promove o apartheid sexual não tem qualquer tipo de santidade, não se encontra glorificada, e ela tem que mudar. Esta á a nossa resposta, e esta é a nossa luta. O secularismo é parte integrante desta cultural.

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Embora o texto esteja na sua esmagadora maioria correcto ao afirmar que o relativismo moral é um conceito racista, ele está errado ao afirmar que o islão político é produto das acções do Ocidente. 

Na verdade, o islão ortodoxo - aquele practicado por Maomé e defendido pelas quatro escolas de jurisprudência Sunita - sempre foi um movimento revolucionário (e não "reaccionário", como diz a autora do texto) tendo em vista a aquisição e a manutenção do poder total nas mãos duma minoria não-eleita e não representativa (mais ou menos como o Comunismo).

Para além disso a tese de que o secularismo é uma arma contra o islão é mais uma evidência da suprema ingenuidade da autora do texto; o secularismo que ela defende é o motivo que trouxe milhões de maometanos para a Europa e para outros países do Ocidente. Sem a adopção duma religião secularizante por parte da elite governamental do ocidente, a imigração em massa nunca teria sido adoptada como um dos artigos de fé para a destruição do sentimento patriótico e da homogeneidade cultural dos países ocidentais.

Por fim, ela diz que o relativismo cultural é um termo racista (e é) mas não se apercebe que o relativismo moral é consequência do secularismo que ela defende. Segundo os secularistas, não há forma absoluta para se determinar quais os comportamentos morais "certos" e quais os "errados", para além das nossas opiniões subjectivas, emotivas, prescritivas e utilitárias. Dado isto, um secularista não tem bases lógicas para criticar a forma como os maometanos tratam as mulheres porque segundo os secularistas, cada sociedade decide por si quais os caminhos morais a seguir.

Para além disso, é tremendamente irónico que ela afirme defender a "liberdade" ao mesmo tempo que defende que a sua visão secularista seja imposta sobre os maometanos.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

A quinta coluna da jihad na Europa

A Bélgica está longe de ser o primeiro país europeu cujas autoridades se começaram a preocupar com o recrutamento de cidadãos seus para os grupos armados da oposição síria. Contra as tropas governamentais, neste momento estão a combater cerca de uma centena de "voluntários" britânicos e de cinquenta a cem cidadãos franceses. Segundo diferentes informações, na guerra contra o regime de Bashar Assad participam várias centenas de cidadãos da UE.

O MRE do Reino Unido reforçou o controle sobre os indivíduos que viajam para fora do país em direcção à Síria. Também as autoridades francesas tentam monitorizar essa situação. Os órgãos policiais europeus não estão certamente preocupados com os danos que os seus compatriotas possam provocar a Bashar Assad.

O problema é que todos esses “voluntários”, apesar de possuírem passaportes europeus, são na sua esmagadora maioria originários dos países do Norte de África, do Oriente Médio e da Ásia Central. Por isso, os europeus de origem têm um sério receio do regresso desses mercenários islamitas vindos da guerra: o que irão fazer por cá esses “soldados da fortuna”? Porque esses homens, sobretudo jovens, nem tiveram tempo de aprender mais nada, nem tiveram essa aspiração, além de combater os infiéis.

Esse meio criou uma estrutura bem organizada de células e grupos extremistas, explicou à Voz da Rússia o coronel Lev Korolkov, perito em situações de crise e veterano dos Serviços de Informações Exteriores da Federação Russa:
Se trata de uma rede muito bem estruturada e desenvolvida pelo menos durante toda a última década com os seus pontos de recrutamento situados perto dos locais de concentração do contingente alvo, que são as diásporas gigantescas de pessoas originárias dos países islâmicos que se estabeleceram na Europa. A área da sua principal concentração é a Holanda, numa maior escala – a Bélgica e em menor escala – a Suécia. Na Noruega a dimensão ainda é menor, mas existem nos locais em que foram criadas condições mais favoráveis para os chamados refugiados-vítimas.

O mais importante é a base material para o recrutamento dos novos militantes islamitas, ou seja – o financiamento, diz Lev Korolkov. O perito considera que as actividades que visam o recrutamento de combatentes do Islão são financiadas, principalmente, pelos países do Golfo Pérsico.

Ao canalizar meios financeiros para o recrutamento de voluntários, por exemplo para a oposição síria, esses países visam o seu objectivo principal que é garantir uma bolsa de recrutamento para o caso de surgir alguma situação desfavorável para eles próprios. Os mercenários que regressam da guerra, que tiveram uma excelente preparação operacional e que absorveram o espírito da jihad, são um excelente material consumível, completamente pronto para ser utilizado. São pessoas que já ultrapassaram os limites da moral, do medo, armados com a ideologia perfeita, na sua opinião, do assassinato em nome de uma causa superior.

A política externa da União Europeia tem fomentado, nos últimos anos, a ameaça do terrorismo interno na Europa. Isso é especialmente favorecido pela ingerência interna da UE nos processos em curso no Oriente Médio, no Norte de África e na Ásia Central, considera o responsável pelo departamento de segurança europeia do Instituto da Europa da Academia das Ciências Russa Dmitri Danilov:
É totalmente compreensível que, nesse contexto, a ameaça terrorista não apenas se mantenha, mas que aumente. Quanto mais os Estados europeus se envolverem na luta contra o terrorismo internacional (não só fora da Europa, como também dentro dos seus próprios países), tanto maior será o perigo de haver ataques terroristas. Eu não associaria directamente o envolvimento militar dos países europeus no mundo árabe ao aumento de uma ameaça terrorista direta. Mas existe uma relação lógica entre ambos. Inicialmente, os europeus tentaram apresentar as coisas como se se tratasse de terrorismo internacional. Mas rapidamente se tornou evidente que é impossível dissociar o terrorismo internacional do terrorismo interno.

De acordo com uma série de especialistas, a quarta geração de imigrantes muçulmanos, actualmente activa, diz inequivocamente um “Não!” à civilização ocidental e está se preparando de forma deliberada para lhe fazer guerra. Esta geração é uma bomba-relógio depositada na Europa, ou a “quinta coluna” da jihad, mas a terminologia não altera a relação de causa-efeito entre o que se passa hoje e o que será altamente provável num futuro próximo.
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sábado, 20 de abril de 2013

A confissão dum policia dinamarquês


Kim Thyssen, que trabalha na unidade especial da Polícia de Odense, afirma que Bøgeparken (em Volssmose) é primordialmente habitada por árabes, e que este grupo de Palestinos sem nação determina a agenda criminosa da área. Muitos deles, afirma Thyssen, têm uma inteligência limitada. Os psicólogos da escola local chegam a caracterizar alguns destes jovens muçulmanos de "slow stage", tal como se chama a isso no vernáculo local.

Profissionais de Odense, com quem a polícia dinamarquesa falou, afirmaram de modo unânime que a negligência, a ausência de estímulo intelectual por parte dos pais, e os efeitos dos casamentos entre primos são as principais razões que levam a que muitos jovens locais sejam mentalmente atrasados e, desde logo, mais facilmente se tornem criminosos. Eles olham com admiração para os camaradas mais velhos, e buscam reconhecimento através do crime.

Kim Thyssen afirma:

Estes jovens têm um vocabulário limitado e são motivados pelos impulsos e não pelos resultados finais. Devido a isto, é complicado lidar com eles. Eles pura e simplesmente não têm as ferramentas para resolver os conflitos verbalmente. Para além disso, muitos deles têm uma fixação extrema pelo fogo. Durante o Verao, nós registamos mais de 100 fogueiras por trás de Bøgeparken. Para além disso, eles trazem com eles um ódio enorme pela autoridade.

A isto acresce-se o facto de existir por aqui racismo revertido, algo que se tem tornado cada vez mais visível nos últimos anos. Os dinamarqueses passam tempos difíceis em Bøgeparken. As crianças dinamarquesas não podem brincar na areia, os carros dinamarqueses são incendiados, os apartamentos dinamarqueses são vítimas de assaltos, os dinamarqueses são atingidos com armas de ar e são os dinamarqueses que são vítimas de assaltos de rua.

Sem contar que são as mulheres dinamarquesas que são as principais vítimas de violência sexual.
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