MITOS ISLÂMICOS

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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Itália: Imigrantes cometem 40% das violações

Ele era horrível; não tinha dentes e a sua estava desfigurada com cicatrizes.
Esta foi a forma que uma vítima de violação, uma mulher de negócios de 42 anos, descreveu  o violador,  Mohamed K., de 32 anos e um imigrante ilegal já condenado previamente por roubo, agressão e danos físicos. 

Durante a semana passada, quando ela tinha saído para ir ter com uma amiga com quem esperava preparar o Natal, Mohamed K. seguiu-a, agarrou-a no jardim público onde ela tinha tentado esconder, atirou-a para o chão, espancou-a e violou-a ao mesmo que gritava "italiana p--a suja". Depois de a ter violado, roubou a sua carteira. 

Os carabinieri foram capazes de o encontrar e prender; ele tinha ainda a carteira da vitima consigo.

O caso provocou uma discussão enorme junto do público italiano, com os multiculturalistas a desdobrarem-se para defender a reputação dos imigrantes. Um blogue esquerdista amigo da imigração afirmou:
Os perpetradores das violações não são os imigrantes mas sim os italianos!
Para além disso, este blogue multiculturalista citou estatísticas de 2009 que mostravam como 60% das violações ocorridas em solo Italiano eram feitas por Italianos. Mas como os imigrantes são "só" 6% da população Italiana, isto significa que os imigrantes estão desproporcionalmente representados nas estatísticas.

* * * * * * *
O esquerdismo não se preocupa assim tanto com a integridade física das mulheres, como muitas delas pensam. Para o esquerdismo é mais importante usar os imigrantes para a subversão da ordem social do que proteger as mulheres do seu próprio país.

Levando isto em conta, não deixa de ser curioso que a maior parte das mulheres, principalmente as solteiras jovens, continuem a dar o seu apoio a movimentos multiculturalistas e afins quando estes não defendem os seus interesses. (A menos que os interesses das mulheres se resumam ao aborto "gratuito" e acesso a contraceptivos.)

Seria interessante ver o que aconteceria se os grupos que lutam contra a imigração colocassem a segurança das mulheres em plano mais destacado.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Vídeo de mulher esfaqueada no Egipto [Gráfico]



Com a Primavera Árabe, tão querida pela Esquerda, pelos liberais e pelos “progressistas” — incluindo as feministas, os gueis, etc. — os chamados “crimes de honra” islâmicos, perpetrados em público, tornaram-se legais no Egipto, resultado da validação da lei islâmica (Sharia). Neste vídeo vemos o assassinato público de uma mulher por esfaqueamento.


¡ Tudo legal ! A Esquerda e os liberais devem estar muito orgulhosos.



domingo, 12 de agosto de 2012

O sucesso do multiculturalismo belga

A história duma mulher belga tornou-se notícia das manchetes depois dela ter filmado o que aconteceu quando ela andou pelas ruas de Bruxelas. Homens de origem africana (muçulmanos?) assediaram-na, quer seja com piropos rudes ou chamando-lhe nomes como "prostituta" ou "vadia".

As imagens que ela recolheu foram gravadas numa tarde, e num "quarteirão problemático" de Bruxelas chamado de Anneessenswijk.

Na versão do filme exibido no Daily Mail, ela entrevista um dos imigrantes, que começa por colocar culpas em alguns aspectos da sua própria cultura (as mulheres cobrem-se demasiadamente, o que alegadamente causa frustração) , mas depois culpa a cultura ocidental (a objectivação da mulher). Mais para o final da entrevista, um bode de expiação é encontrado: as mulheres ocidentais não estão emancipadas o suficiente, e como tal, precisamos de mais feminismo.

Mas isto evita duas conclusões óbvias.

Primeiro: no que toca o tratamento diário da mulher, os homens ocidentais (brancos, heterossexuais, Cristãos ou Judeus) não são assim tão maus, como nos é dito 24/7.

Segundo: uma percentagem de africanos a viver em Anneessenswijk nutre muito pouco respeito pela mulher ocidental, criando efectivamente uma área "no-go" (barrada aos não-locais) para as mulheres belgas que não queiram ser assediadas em plena rua.

Quem estiver interessado em ver o vídeo na totalidade, pode vê-lo aqui. O mesmo termina duma forma interessante: um certo número de mulheres reconta como foram vítimas nessas áreas, e como se sentiram pressionadas para mudar de residência.

Fonte

* * * * * * *

Como já foi dito noutro post, "Os bárbaros agirão como bárbaros. Foi assim com os bárbaros vikings, foi assim com os bárbaros germânicos, foi assim com os bárbaros mongóis, e vai ser assim com todos os bárbaros que foram importados pelos marxistas culturais como forma de obter um bloco permanente de votantes . Os bárbaros reproduzem-se, alimentam-se e destroem. Mais nada."

"eles são cruéis, e não usarão de misericórdia"
Jeremias 6:23

O que está a acontecer com a Bélgica acontecerá com todos os países Europeus que importaram para o seu seio culturas não assimiláveis . O que muitos não sabem é que foi mesmo com esse propósito que essas minorias foram importadas.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

"A minha sogra arrancou-me as unhas"

Um vídeo fornecido pela BBC mostra a dimensão das lesões sofridas por uma menina afegã de 15 anos, vítima de aprisionamento e tortura por parte do marido.

A pequena Sahar Gul disse que "a minha sogra arrancou-me as unhas".

As feministas, obviamente, vão ignorar mais este caso de abuso contra mulheres visto que o mesmo não tem qualquer tipo de utilidade política para elas.


quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Muçulmano mata 6 das suas filhas para manter a "honra".

Um muçulmano matou seis das suas filhas devido a suspeitas de que duas delas mantinham relacionamentos com rapazes da vizinhança.

Numa Terça-feira de manhã, Arif Mubashir chamou as suas filhas adolescentes para o seu quarto e matou-as enquanto o resto da família, incluindo a mãe, observava. Mais tarde a sua esposa Musarrat chamou a polícia.

Mubashir matou as raparigas depois do irmão ter dito que duas delas mantinham um relacionamento. Ele disse que ele matou as filhas porque elas estavam ambas "sem honra".

O homem disse que as filhas Sameena, 14 anos, e Razia, 16 anos, estavam num relacionamento com rapazes universitários e as irmãs as haviam ajudado.

Mubashir disse à polícia:

Eu deveria ter sido notificado imediatamente mas as raparigas colocaram-se umas ao lado das outras.

Ambas estavam corruptas.

A polícia paquistanesa afirma que "ele não se arrepende do que fez. Ele afirmou com presunção que faria tudo de novo se tivesse que ser".

O Paquistão foi várias vezes identificado como o país mais hostil para as mulheres. Em Junho a Thompson Reuters Foundation classificou o Paquistão como o país do terceiro mundo mais perigoso para as mulheres.

Fonte

Onde estão as feministas quando as mulheres muçulmanas tanto precisam delas? A julgar pelo que as feminazistas dizem do homem ocidental, seria de pensar que as mulheres são constantemente atiradas de prédios altos pelo crime de usarem baton. No entanto, onde há verdadeira opressão das mulheres (nos países islâmicos) as feministas fazem-se notar pela sua ausência.

Se mais evidências fossem necessárias, este facto seria suficiente para se vêr que o feminismo não tem como propósito ajudar as mulheres mas sim usar as mulheres para avançar com uma ideologia política e sexual que fortaleça a esquerda política.


terça-feira, 26 de abril de 2011

Multiculturalismo força vítimas de abuso sexual a não tomarem medidas

Liberalism claims to encompass many causes, but there is only one cause in the end. Since 9/11, this cause has been advanced by supporting Muslims. When an alleged commitment to the welfare of women gets in the way of sucking up to the Religion of Peace, feminism goes overboard faster than you can say Juanita Brodderick. Useful idiots in Israel provide more proof:
Two activists have exposed a disturbing phenomenon that they say is an open secret within the "peace camp": female "peace" activists are routinely harassed and raped by the Arabs of Judea and Samaria with whom they have come to identify. They say the phenomenon has gotten worse lately and that many foreign women end up as wives of local Arabs against their will, but cannot escape their new homes.
Roni Aloni Sedovnik, a feminist activist, penned an article in News1 — an independent website run by respected investigative reporter Yoav Yitzchak — under the heading "The Left's Betrayal of Female Peace Activists Who were Sexually Assaulted."
"A nauseous atrocity has been going on for a long time behind the scenes at the leftists' demonstration at Bil'in, Naalin and Sheikh Jarrah [Shimon HaTzaddik]," she writes. "A dark secret that threatens to smash the basic ideological values upon which the demand to end the occupation of the Territories rests."
It turns out, she explains, that when female peace activists from Israel and abroad come out to Judea and Samaria and demonstrate against the Israeli "occupation," they are assaulted sexually by the Arab men whom they have come to help. These are not isolated incidents, Aloni-Sedovnik stresses. Rather, this is an "ongoing and widespread" phenomenon that includes verbal and physical abuse. She accuses the 'peace' camp of purposely covering up the trend so as not to offend "the Palestinians and their heritage, which sees women as sexual objects."

Activists who manage to escape their rapists instead of being kept as slaves are encouraged not to press charges, so as not to undermine the grand struggle against oppression. Once again we see that leftists have zero moral credibility.


Tal como seria de esperar, os esquerdistas não se preocupam com as mulheres e com o seu sofrimento. Para eles o mais importante é colocar os palestinos numa boa luz de forma a poderem usar o seu não-existente ou auto-infligido "sofrimento" como arma política dirigida a Israel.

Agora imaginem pessoas com esta mentalidade a controlarem os destinos da política internacional. O que dizer de pessoas que pactuam com o sofrimento de mulheres como forma de não perturbar o avanço da ideologia esquerdista?

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Muçulmano condenado a 18 anos de prisão por matar a filha

O jornal The Local, informa-nos que um muçulmano a viver na Suécia foi condenado a 18 anos de prisão por ter morto a própria filha numa "matança de honra".

Subhi Othman, que admitiu em Novembro último ter esfaqueado a filha até a morte, foi sentenciado a 18 anos de prisão pelo tribunal distrital de Nyköping (a sul de Estocolmo).

Depois de ter morto a filha nas escadas da casa familiar, Othman entregou-se às autoridades policiais. Quando a polícia chegou ao local do assassinato, encontraram a filha na base das escadas deitada na posição fetal. Ela havia sido esfaqueada 53 vezes.

Durante o seu interrogatório, Othman alegou que não viu solução alternativa uma vez que a sua filha mantinha um estilo de vida que ele considerava de "indecente".

De acordo com o tablóide Aftonbladet, Othman começou a odiar a sua filha depois do seu marido ter iniciado com o processo de divórcio devido a rumores de infidelidade.

(Fonte)


A mulher muçulmana é das pessoas mais oprimidas que existe neste mundo. A sua condição é algo que ramifica da visão que Maomé tinha delas e isso é algo que não pode ser negado. Os apologistas ocidentais, principalmente as feminazis que gostam de apontar o dedo aos ocidentais pelo "sofrimento" das mulheres, nada fazem para aliviar o seu tormento.

Coisas como as descritas em cima vão continuar a acontecer enquanto não houver coragem popular para acabar com ela.

Vêr também:
1. Muçulmana linda de morrer ameaçada de ir para o inferno por "ofender o islão" .
2. Tratamento islâmico a mulheres desobedientes

terça-feira, 29 de março de 2011

O bordel ou o burkah?

As previsíveis consequências da sociedade pós-Cristã já se estão a fazer notar na Grã-Bretanha:
O que Alibhai-Brown expõe aqui não é o duplo standard sexual, mas o duplo standard étnico ou religioso onde os homens muçulmanos tem um padrão para as "suas raparigas" e outro padrão para as raparigas brancas - que são categoricamente presumidas como imorais.

Se Alibhai-Brown está disposto a analisar a cruel atitude existente entre (alguns) muçulmanos britânicos que ajudou a contribuir para o ambiente onde a violação em grupo floresceu, não seria justo examinar os problemas entre os britânicos brancos que contribuíram para tal horror?

Os "chulos" de Bradford que falaram com Alibhai-Brown àcerca das "fáceis" mulheres brancas não estavam a inventar um estereótipo do nada. Durante o ano de 2008 45% dos nascimentos na Inglaterra provinham de mulheres solteiras. Em algumas áreas a taxa de filhos ilegítimos* chega aos 68%.

Tais números certamente indicam que a atitude casual perante o sexo fora do casamento é comum no Reino Unido.

Todas aquelas noções seculares efémeras de sociedades multiculturais, igualdade sexual, sufrágio universal e sexo pré-marital estão finalmente a movimentarem-se contra a dureza da realidade histórica. Os vários hipotéticos "podes" e "deves" estão-se a transformar rapidamente em "não podes" e "não faças".

Agora que a moral Cristã foi abandonada em favor da relevância do vazio moral, não há forma racional de se criticar os "chulos" não-britânicos que alegremente se voltam para as promiscuas mulheres britânicas ao mesmo tempo que protegem as suas mulheres com o mesmo fervor que um dragão protege um tesouro.

Pondo de parte as nossas reacções morais instintivas, pensemos por um momento qual das duas culturas a) valoriza as suas filhas e b) é mais susceptível de sobrepujar a outra demograficamente. Será aquela que protege as suas mulheres do seu próprio comportamento, ou aquela que aborta-as, impede-as de ter um pai e que geralmente as abandona aos seus impulsos do momento? Há algum tipo de evidência que suporte a tese de que, do ponto de vista histórico, os aspectos positivos da libertinagem da mulher ocidental superam os aspectos negativos do mesmo estilo de vida?

Quanto ao argumento usado por aqueles que se apercebem do problema demográfico, a ideia de que o avanço científico do Ocidente vai de alguma forma permitir vencer a guerra inter-cultural, o mesmo não parece ser válido: as agências de serviços secretos não estariam a assassinar cientistas iranianos se ciência militar suficiente não estivesse a ser transladada através das culturas, e se as mesmas forças culturais que impedem que os pais de controlar as suas filhas não impedissem as Universidades ocidentais de controlar o acesso às suas tecnologias científicas.

Original

sábado, 12 de março de 2011

Egípcias assediadas sexualmente na Praça Tahrir no Dia Internacional da Mulher

A "Million Women March" foi agendada para Terça à tarde na Praça Tahrir de modo a coincidir com o dia Internacional da Mulher. As coisas não correram como planeado. As mulheres foram apalpadas e forçadas a fugir da praça.

O Washington Post reporta que as mulheres esperançosas na conquista de novos direitos no Egipto pós-revolucionário deram de caras com uma dura realidade. De acordo com uma testemunha, uma multidão composta por homens zangados espancou e assediou sexualmente as marchantes que exigem mais igualdade política e social. Dina Abou Elsoud, 35 anos, e uma das organizadoras da "Million Woman March" declarou:

Todas elas foram perseguidas. Algumas foram espancadas. Eles tocaram-nos em todos os sítios [do corpo].
Dina faz parte da meia-dúzia de mulheres que alegam terem sido apalpadas repetidamente pelos homens - uma forma comum de intimidação e assédio por aquelas áreas. Nenhuma das mulheres apresentou lesões graves.

A demonstração da Praça Tahrir no dia Internacional da Mulher atraiu apenas algumas centenas de mulheres ao epicentro da revolta contra Mubarak. De acordo com as organizadores, o espírito de igualdade e cooperação entre os sexos que marcou a maior parte das manifestações na praça fez-se notar pela sua ausência.

Talvez isto explique o porquê de só algumas centenas de mulheres terem arriscado estar presente na praça.

Relacionado… As Nações Unidas condenaram o tratamento que Israel dá às mulheres palestinas.


- "Ouve lá! Onde está o teu véu?"
- "Mas qual véu, pá? Agora somos livres? LIVRES!"
- "A sério? Então espero que não te importes que eu exerça um pouco da minha liberdade...."
- "HEY! Tira a mão daí!"


As feministas onde estão?
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