MITOS ISLÂMICOS

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sábado, 25 de agosto de 2012

Itália: muçulmano recusa-se a receber ordens duma mulher

Nomeado um dos 500 hotéis de topo do planeta, o Hotel de 5 estrelas Danieli de Veneza já teve nas suas instalações nomes sonantes como Johann von Goethe, Richard Wagner, Honoré de Balzac, Charles Dickens, e Emile Zola. A estadia diária neste hotel extravagante varia dos $12,198.88 aos $308.05.

Deve custar essencialmente o mesmo contratar um intermediário que comunique as ordens a um empregado muçulmano que se recusa a receber ordens duma mulher.

Como reportado pelo jornal Italiano Il Gazzetino, um porteiro maometano não-nomeado - com origens egípcias - foi citado como tendo declarado, "Eu não recebo ordens de mulheres." Devido a isto, como forma de garantir o normal funcionamento do centenário hotel, o maometano foi despedido e aconselhado a arranjar um emprego onde não tivesse que receber ordens duma mulher os responsáveis do hotel Danieli cederam e comprometeram-se a agir de acordo com a "visão religiosa rígida" do empregado. Como consequência, contrataram um homem cuja função única é a de servir de mensageiro das ordens da patroa para o maometano.

O Il Gazzetino reporta:
Decidimos, portanto, garantir que, durante as suas horas de serviço, a sua patroa tenha um colega masculino ao seu lado que servirá de liaison com o egípcio de modo a comunicar a este as tarefas a serem levadas a cabo.

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Onde estão as feministas quando as mulheres são tratadas deste modo pelos muçulmanos? Se elas se podem mobilizar a nível mundial para colocarem pressão sobre Putin para que este liberte mulheres que levaram a cabo um crime de ódio contra os Cristãos, será que elas não podem fazer o mesmo em favor desta pobre e humilhada mulher?

Para se perceber o silêncio das feministas, é preciso saber quem as financia: os grandes grupos globalistas e esquerdistas - os mesmos que tentam a todo o custo manter boas relações com os países islâmicos. Uma vez que não é do seu interesse abrir uma frente de batalha contra o bloco islâmico, certamente que esta mensagem foi passada entre as hostes feministas, e estas rapidamente se aperceberam que estavam virtualmente sozinhas (sem a imprensa, sem a publicidade, etc).

É precisamente por isto que uma mulher ocidental pode ser violada por muçulmanos nas ruas de Londres (ou Oslo), e os violadores contarem com o silêncio das feministas, mas um político republicano americano não pode dizer que as mulheres que são violadas raramente engravidam (que é um facto científico).

Como diz o filósofo Olavo de Carvalho, para nós entendermos o propósito dum movimento social/político/ideológico, basta saber quem o financia. Quando nós ficamos a saber quem financia o feminismo, o gayzismo, o aborcionismo e o anti-Cristianismo, ficamos logo a saber quais os seus propósitos.

Este incidente, por sua vez, abre um precedente gravíssimo uma vez que basta outro muçulmano citar outra ayah do Alcorão - 4:141, que diz que os descrentes nunca terão supremacia sobre os muçulmanos - para ele que se recuse a receber ordens dum não-muçulmano.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Prisão perpétua para mais um crime de honra

Um pai afegão, a sua esposa e o seu filho foram condenados a prisão perpétua depois do júri os determinar como culpados do assassínio de 3 irmãs adolescentes e a segunda mulher, num crime que o juiz catalogou de "desprezível" e "hediondo".

O júri demorou 15 horas a determinar que Mohammad Shafia, 58 anos, a sua esposa Tooba Yahya, 42, e o seu filho Hamed, 21, eram culpados de assassínio em primeiro-grau.

Os quatro corpos foram encontrados em Junho de 2009 num carro submerso no canal em Kingston, Ontario (onde a família havia parado durante uma noite durante a sua viagem de regresso a casa depois duma visita às cataratas Niagara).

Os advogados de acusação afirmaram que as filhas haviam sido mortas por terem desonrado a família ao violarem as regras familiares em torno do vestuário, socialização, encontros românticos e acesso à internet.

Depois do veredicto ter sido lido, os três acusados declararam mais uma vez a sua inocência na matança das irmãs Zainab, 19, Sahar 17, e Geeti, 13, e na matança de Rona Amir Mohammad, 52, a primeira mulher de Shafia do seu casamento polígamo. Ela morreu sem deixar filhos ou filhas.

Depois do júri ter declarado o veredicto, Mohammad Shafia, falando através dum tradutor, disse:

Não somos criminosos, não somos assassinos. Nós não cometemos este crime e isto é injusto.
A sua esposa chorosa, Tooba, declarou também que o veredicto era injusto:
Não sou uma assassina, e sou uma mãe. Uma mãe!
O seu filho, expressando-se em inglês, disse:
Não afoguei as minhas irmãs em lado nenhum.
No entanto, o juiz afirmou que as evidências claramente suportavam a sua condenação pelo "planeamento e assassínio deliberado de 4 membros da vossa família".

Ele acrescentou ainda:

É difícil imaginar um crime mais desprezível e hediondo que este . . . . O motivo aparente para estes assassínios vergonhosos e a sangue-frio foi o das quatro vítimas inocentes terem ofendido o vosso conceito de honra . . . que não tem qualquer lugar em sociedades civilizadas.

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Como é normal, as feministas, as alegadamente "defensoras dos direitos das mulheres", nada fazem para confrontar a genuína opressão que as mulheres muçulmanas sofrem.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Muçulmano mata a esposa por esta dar à luz uma menina e não um rapaz

Uma mulher afegã foi estrangulada pelo próprio marido e pela sogra devido ao facto de ter dado à luz uma menina pela 3ª vez. Storay, uma mãe de 3 com 30 anos, foi morta na vila remota do distrito de Khanabad da província de Kunduz.

O governador do distrito de Khanabad Sofi Habib disse que o marido, Sher Mohammad, é um membro activo duma milícia pró-governamental composta por cerca de 20 a 30 homens locais.

Um oficial policial com o nome de Hussaini afirmou:

O marido avisou-lhe que se ela desse à luz outra menina, ele matava-a.
A mulher deu à luz a 3ª menina há cerca de 3 meses.
Prendemos a sogra da falecida e estamos em busca do marido, que continua em fuga.
O governo afegão, com o suporte de forças internacionais, armou habitantes de algumas vilas como forma de destes resistirem às investidas dos talibãs. Esta medida foi largamente criticada pelos activistas dos direitos humanos visto que as milícias pró-governamentais são frequentemente acusadas de extorsão de dinheiro, abusos sexuais e assassínio de rivais.

Em Novembro último membros de milícias atacaram com ácido uma família inteira por esta se ter recusado a entregar a filha mais velha em casamento com um líder miliciano local.

No passado uma jovem afegã foi salva pela polícia depois dos sogros lhe terem torturado e a terem mantido numa casa de banho durante seis meses por esta se recusar a prostituir.

Os activistas pelos direitos humanos levantam com frequência preocupações em torno do tratamento das mulheres na sociedade afegã. Uma reportagem das Nações Unidas de 2010 disse que aproximadamente 1/3 das mulheres afegãs estão expostas a algum tipo de violência física ou psicológica, e cerca de 25% sofre abuso sexual.

Fonte

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Enquanto as mulheres muçulmanas sofrem genuíno abuso aos seus direitos humanos, as feministas ocidentais demonstram que a sua ideologia é uma farsa ao não se unirem de forma concreta para libertar a mulher muçulmana do opressivo jugo islâmico.

Mais uma coisa dirigida aos maometanos que tenham planos para culpar a mulher pelo sexo dos filhos: quem determina se o bebé nasce macho ou fêmea . . . é o homem e não a mulher. Parem de matar as vossas mulheres porque elas não têm culpa nenhuma.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

"A minha sogra arrancou-me as unhas"

Um vídeo fornecido pela BBC mostra a dimensão das lesões sofridas por uma menina afegã de 15 anos, vítima de aprisionamento e tortura por parte do marido.

A pequena Sahar Gul disse que "a minha sogra arrancou-me as unhas".

As feministas, obviamente, vão ignorar mais este caso de abuso contra mulheres visto que o mesmo não tem qualquer tipo de utilidade política para elas.


quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Muçulmano mata 6 das suas filhas para manter a "honra".

Um muçulmano matou seis das suas filhas devido a suspeitas de que duas delas mantinham relacionamentos com rapazes da vizinhança.

Numa Terça-feira de manhã, Arif Mubashir chamou as suas filhas adolescentes para o seu quarto e matou-as enquanto o resto da família, incluindo a mãe, observava. Mais tarde a sua esposa Musarrat chamou a polícia.

Mubashir matou as raparigas depois do irmão ter dito que duas delas mantinham um relacionamento. Ele disse que ele matou as filhas porque elas estavam ambas "sem honra".

O homem disse que as filhas Sameena, 14 anos, e Razia, 16 anos, estavam num relacionamento com rapazes universitários e as irmãs as haviam ajudado.

Mubashir disse à polícia:

Eu deveria ter sido notificado imediatamente mas as raparigas colocaram-se umas ao lado das outras.

Ambas estavam corruptas.

A polícia paquistanesa afirma que "ele não se arrepende do que fez. Ele afirmou com presunção que faria tudo de novo se tivesse que ser".

O Paquistão foi várias vezes identificado como o país mais hostil para as mulheres. Em Junho a Thompson Reuters Foundation classificou o Paquistão como o país do terceiro mundo mais perigoso para as mulheres.

Fonte

Onde estão as feministas quando as mulheres muçulmanas tanto precisam delas? A julgar pelo que as feminazistas dizem do homem ocidental, seria de pensar que as mulheres são constantemente atiradas de prédios altos pelo crime de usarem baton. No entanto, onde há verdadeira opressão das mulheres (nos países islâmicos) as feministas fazem-se notar pela sua ausência.

Se mais evidências fossem necessárias, este facto seria suficiente para se vêr que o feminismo não tem como propósito ajudar as mulheres mas sim usar as mulheres para avançar com uma ideologia política e sexual que fortaleça a esquerda política.


sábado, 9 de julho de 2011

Dubai: 1 em cada 4 divórcios é via SMS

O site Markedmanner reportou que, no Dubai, registaram-se 555 divórcios em 2010, sendo que 150 foram feitos através do telemóvel.

Embora alguns peritos considerem tais divórcios islamicamente legais, outros sustentam que não é legítimo (ou defenitivo) devido ao facto dos maridos poderem fingir tais divórcios por outros motivos.

Segundo a lei islâmica ("sharia") os homens podem-se divorciar das mulheres bastando para isso dizer três vezes "estás divorciada". As mulheres, no entanto, já não podem fazer o mesmo.

Mohammed Abdul Rahman, responsável máximo da divisão dos assuntos pessoais nos tribunais do Dubai, disse ao diário ‘Emarat Al Youm’, que os divórcios electrónicos ("e-divórcio") são legais mas estão sujeitos a confirmação por parte dos tribunais.

Fonte


Como sempre acontece quando de mulheres não ocidentais se trata, as feministas estão totalmente silenciosas perante esta fragilização da condição da mulher. Aparentemente, o feminismo foi feito apenas e só para "defender" as mulheres ocidentais.

As outras, essas, que busquem outra tipo de ajuda porque as feministas estão demasiado ocupadas a ensinar as crianças onde fazer um aborto.



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