MITOS ISLÂMICOS

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terça-feira, 5 de abril de 2016

Como reagiriam os muçulmanos se os terroristas fossem cristãos?


A jornalista saudita Nadine Al-Budair - que, obviamente, vive fora do reduto fundamentalista que é a Arábia Saudita - questiona como reagiriam os islamitas se terroristas cristãos se fizessem explodir no meio deles. Leitura recomendada (via O Insurgente):

A jornalista saudita Nadine Al-Budair, que reside no Qatar, escreveu um artigo no jornal diário Al-Rai do Koweit em que questiona como reagiriam os muçulmanos se cristãos se tivessem feito explodir no meio deles ou tentado impor-lhes a sua fé. Ela apelou ao Mundo Muçulmano para que olhasse para si próprio e implementasse reformas, em vez de condenar as atitudes do Ocidente perante ele.

Seguem-se excertos do seu artigo: [1]

“Imaginem um jovem ocidental a vir aqui e a levar a cabo uma missão suicida numa das nossas praças públicas em nome da Cruz. Imaginem que dois arranha-céus haviam colapsado numa capital árabe, e que um grupo extremista cristão, vestindo roupas do milénio passado, haviam assumido responsabilidade pelo evento enquanto destacavam a sua determinação em ressuscitar ensinamentos cristãos ou decisões cristãs, de acordo com a sua percepção, para viver como no tempo [de Jesus] e dos discípulos, e para implementar certos edictos de teólogos cristãos…

“Imaginem ouvir as vozes dos monges e dos padres nas igrejas e lugares de oração, dentro e fora do Mundo Árabe, gritando em altifalantes e fazendo acusações contra muçulmanos, chamando-os de infiéis, e cantando: ‘Deus, elimina os muçulmanos e derrota-os a todos.’

“Imaginem que havíamos oferecido a um número incontável de grupos de estrangeiros vistos de turismo e residência, cartões de identidade, cidadania, bons empregos, educação gratuita, cuidados de saúde modernos gratuitos, segurança social, e por aí fora, e depois disso um membro de um desses grupos surgia, consumido por ódio e por sede de sangue, e matava os nossos filhos nas nossas ruas, nos nossos prédios, nos escritórios dos nossos jornais, nas nossas mesquitas e nas nossas escolas.

“Imaginem um francês ou um alemão em Paris ou Berlim levando o seu vizinho muçulmano [algures] para o matar e depois congelar a sua cabeça numa embalagem de gelo, de forma fria e calculada… como um terrorista fez com a cabeça de um americano em Riade há alguns anos atrás.[2]

“Imaginem que visitávamos os seus países como turistas e eles disparavam contra nós, explodiam carros armadilhados junto a nós, e anunciavam a sua oposição à nossa presença [lá] proclamando: ‘Expulsem os muçulmanos da terra da cultura.’

“Estas visões estão longe da mente do terrorista muçulmano ou árabe porque ele tem a certeza, ou costumava ter a certeza, de que o Ocidente é humanista e de que o cidadão ocidental rejeitaria responder [desta forma] aos crimes bárbaros [dos terroristas muçulmanos]. Apesar dos ataques terroristas da Al-Qaeda e do Estado Islâmico, nós [muçulmanos] temos estado em solo [ocidental] durante anos sem qualquer medo ou preocupação. Milhões de muçulmanos turistas, imigrantes, estudantes, e em busca de emprego [encontram o Ocidente] de portas abertas [para eles] e com ruas seguras [para eles].

“Mas por quanto mais tempo? Actualmente as coisas estão diferentes. A fúria [ocidental para com os muçulmanos] é notória, e eles fazem declarações assustadoras. Um dos que defendeu [essas ideias] é Donald Trump, que exigiu a proibição dos muçulmanos entrarem nos EUA.

“É estranho que nós [muçulmanos] acreditemos que temos o direito de condenar tais declarações em vez de considerarmos as implicações de parte dos nossos currículos educativos extremistas, da nossa educação, e dos nossos regimes, e de termos vergonha [deles]… É estranho condenarmos [o Ocidente] em vez de olharmos para aquilo que acontece no nosso meio — as formas extremistas como interpretamos a Sharia e as nossas atitudes reaccionárias entre nós próprios e para com o mundo. É estranho que condenemos o mundo em vez de lhe pedirmos desculpa.

“Como é que vocês reagiriam se um europeu se explodisse num teatro na vossa cidade ou num café que o vosso filho frequenta? O que é que vocês fariam se ouvissem insultos contra a vossa religião e a vossa fé a cada domingo, como eles ouvem [contra a deles] de alguns dos nossos imãs às sextas-feiras e noutros dias?

“Imagine estar em Amesterdão, Londres, ou Nova Iorque e saber que os estudantes [lá] aprendem nos seus currículos que você é um infiel, que matá-lo a si é jihad que conduz às virgens do paraíso. Você iria extender a sua estadia até ao fim do verão ou ficaria longe? [Iria] explodir-se [como fazem os terroristas muçulmanos], ou talvez menos do que isso: [simplesmente] controlaria a sua raiva e exigiria a proibição dos cristãos de entrarem em países árabes. O que é que você faria?

“[Imagine] a guerra que se iniciaria se os ocidentais tivessem largado os seus valores perante os crimes sangrentos cometidos por estrangeiros, e se um contra-radicalismo ocidental ou cristão tivesse emergido nas nossas cidades árabes?

“Depois de todas estas farsas, um qualquer comentador árabe aparece a papaguear uma mensagem patética, e a recitar nos ouvidos do seu amigo as mesmas palavras que já repetiu milhões de vezes: ‘Aqueles [muçulmanos que cometem terrorismo] não representam o Islão mas apenas a si próprios.’

“É só isto que nós [sabemos fazer] — absolver[-nos] da culpa.

Notas de rodapé:

[1] Al-Rai (Koweit), 15 de Dezembro de 2015

[2] Referência ao engenheiro americano Paul Marshall Johnson que foi raptado e decapitado por operacionais da Al-Qaeda na Arábia Saudita em 2004. A sua cabeça cortada foi encontrada numa embalagem de gelo num apartamento de Riade cerca de um mês mais tarde.

Este artigo é uma tradução: original aqui. Tradução por Romeu Monteiro.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Activista do grupo "No Borders" violada por um grupo de imigrantes.

Durante mais de um mês a jovem mulher, que pertence ao grupo "No Borders" e que trabalhava num campo de imigrantes que se encontra junto da fronteira entre a França e a Itália, permaneceu calada em relação à sua horrível violação (levada a cabo por um grupo de imigrantes Sudaneses) porque, segundo ela, "os outros pediram-me para ficar calada em relação ao assunto". 

Alegadamente, os seus colegas disseram-lhe que reportar o crime seria "um passo atrás" na luta por um mundo sem fronteiras.

A activista do grupo "No Borders" dedicou um mês da sua vida a ajudar os imigrantes. O seu grupo encontrava-se sediado entre a Itália e a França em Ponte San Ludovico, em Ventimiglia, quando a atrocidade ocorreu. Num Sábado, enquanto música alta era tocada numa festa próxima, a mulher foi alegadamente encurralada num bloco de duches instalado num pinhal conhecido como "Red Leap".

Alegadamente um grupo de imigrantes Africanos violou-a ali, e os seus gritos de ajuda não foram ouvidos devido ao volume da música.

O "La Stampa" reporta que a mulher teria reportado o horrível  crime mais cedo se não tivesse sido impedida pelos seus colegas esquerdistas, que lhe convenceram que, se ela viesse a publico com a verdade, isso iria causar danos à sua visão utópica dum mundo sem  fronteiras. 

- -  http://bit.ly/1Z7MPeN.

domingo, 2 de agosto de 2015

Muçulmanos matam mulher Cristã por esta ter uma cruz consigo

Por Raymond Ibrahim

Na Sexta-Feira, dia 28 de Março, em Ain Shams (subúrbio do Cairo), manifestantes da Irmandade Muçulmana atacaram A Igreja Copta Ortodoxa Virgem Maria e Arcanjo Miguel, chegando a abrir fogo contra ela e incendiando carros que se encontravam estacionados. Quatro pessoas morreram. Uma das pessoas assassinadas, uma jovem mulher Copta, foi barbaramente abusada antes de ter sido morta - tudo isto só porque a sua cruz identificava-a como Cristã aos olhos dos manifestantes da Irmandade Muçulmana.

Segundo testemunhas que se encontravam no local, e que discutiram o evento num programa Egípcio com o nome de "90 Minutos", Mary Sameh George estava a estacionar perto da igreja para entregar medicamentos a uma mulher idosa e doente:

Mal eles [os muçulmanos] viram que ela era Cristã [devido à cruz que se encontrava no seu espelho retrovisor], saltaram para cima do carro de tal modo que o mesmo deixou de ser visível. O tejadilho do carro entortou-se para dentro. Quando eles se aperceberam que ela estava a começar a morrer, eles arrancaram-na para fora do carro, e começaram a agredi--la e a puxar o seu cabelo - de tal forma que partes do cabeço e do couro cabeludo foram arrancados.

Eles continuaram a agredi-la, dando-lhe pontapés, esfaqueando-a com o que quer que pudessem encontrar. Durante todo este episódio, ela tentou proteger a sua cara, dando as suas costas aos atacantes até que um deles chegou e esfaqueou-a pelas costas, junto ao coração, acabando com a sua vida.

Depois disto, outro muçulmano veio e agarrou-lhe pelos cabeços, agitando a sua cabeça, e coma a outra mão cortou-lhe o pescoço. Outro muçulmano puxou as suas calças de tal modo que ela ficou totalmente nua.

As testemunhas, bem como muitas outras pessoas que desde então aparecem nos vídeos, queixaram-se das acções da "Egyptian State Security" e como estes não intervieram - tal como aconteceu quando Morsi era presidente, quando a Catedral de São Marcos foi sitiada enquanto as forças de segurança nada faziam - embora eles saibam muito bem quem são os assassinos, e como um dos assassinos de Mary, que "toda a gente reportou junto da Segurança", pura e simplesmente estava a relaxar em casa (e nem precisou de se esconder). A testemunhas acrescentam:

Deixem-me dizer uma coisa; aqui em Ain Shams, nós [Cristãos] sabemos que todas as Sextas-Feiras são dias de morte, que no dia que se segue à Sexta-Feira, no Sábado, iremos transportar alguém para a morgue.

De facto, a maioria dos ataques contra os Cristãos no Egipto ocorre numa Sexta-Feira - o dia em que muçulmanos piedosos se encontram nas mesquitas para orações e para ouvir os sermões. A importância disto só pode ser entendida através duma analogia: o que é que aconteceria se os Cristãos ficassem particularmente violentos aos Domingos, logo após terem saído das igrejas? O que é que as pessoas diriam sobre o que ocorre dentro das igrejas? O que é que isso nos diz sobre o que ocorre dentro das mesquitas?

Um vídeo dos membros familiares de Mary exibe uma mulher a gritar as palavras que se seguem, que podem ser interessantes para alguns Americanos:

Uma mensagem para Obama, que está a apelar para que a Irmandade [Muçulmana] regresse ao poder mais uma vez. Quero-lhe dizer que tenha misericórdia. Já chega! O seu irmão encontra-se dentro da organização Al-Qaeda. Porque é que você quer destruir o Egipto?  O Egipto irá ficar, quer você, a Irmandade ou qualquer outra pessoa goste ou não!

Ela está a referir-se a algo que é bem sabido no Egipto mas pouco sabido nos Estados Unidos: que a administração Obama é uma patrocinadora da Irmandade Muçulmana, que está ela também unida a Al-Qaeda.

O resto do vídeo revela alguns dos membros familiares de Mary - muitos em lágrimas e quase em histeria - perguntando-se uns aos outros: Onde é que estavam os média Americanos? Ainda não vi uma única palavra sobre o mais recente ataque islâmico contra uma igreja e contra os Cristãos na BBC, nem na CNN, e nem na assim conhecida "média mainstream". Porquê? Eles não têm problemas em mostrar (vez após vez) o vídeo-clip dum histérica parente feminina duma das pessoas que se encontravam no vôo Malaio MH370.

Os média mainstream encontram-se silenciosos em relação à perseguição islâmica aos Cristãos no geral - e em relação à perseguição levada a cabo pela Irmandade Muçulmana que tem o apoio de Obama - porque isso coloca em causa toda a sua narrativa. Afinal, quantas pessoas ouviram falar do maior massacre de Cristãos Sírios por parte dos rebeldes (apoiados pela Administração Obama)?

Falando sobre o mais recente assassinato duma Cristão, o Bispo Católico Raphael escreveu:

Ó, quão afortunada és tu, Mary, que és amada de Cristo. Eles rasgaram o teu corpo por causa da Cruz. No entanto, eles fizeram-te o maior serviço e deram-te um nome de honra como alguém que obteve a coroa do martírio.

De modo mais pungente, o bispo citou o aviso do Senhor Jesus:

Vem mesmo a hora em que, qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a Deus. - João 16:2

Isto é uma referência ao facto dos muçulmanos que estão a matar Cristãos um pouco por todo o mundo frequentemente acreditarem que estão a fazer a obra de Deus (ou de Alá). E é por isto que as histórias em relação às Sextas-Feiras estarem a ficar cada vez mais regulares no mundo muçulmano.

De facto, há apenas alguns meses atrás, duas raparigas Cristãs Coptas - ambas chamadas "Mary" - foram mortas por apoiantes da Irmandade Muçulmana quando estes abriram fogo a mais uma igreja.

Este é o mundo revelador e medieval fora das fronteiras Americanas que os "poderes estabelecidos" não querem que tu venhas a saber visto que só as narrativas self-serving muito bem construídas é que podem permanecer.

- http://goo.gl/Qfm1sv

* * * * * * * *

Claro que o muçulmano educado no Ocidente fica (esperamos nós) horrorizado com os feitos dos seus irmãos ideológicos que se encontram no Médio Oriente, e rapidamente se distancia destas prácticas. Mas o que o muçulmano  ocidental  é que os muçulmanos que estão a matar Cristãos estão apenas a seguir os ensinamentos de Maomé, e os exemplos deixados pelos califas e por Khalid ibn Walid.

O problema do islão não são os árabes, os paquistaneses nem os sudaneses: o problema do islão é Maomé.


domingo, 26 de julho de 2015

O ódio islâmico contra a Cruz

Por Raymond Ibrahim

Durante o passado mês de Maio, um rapaz muçulmano de origem Africana espancou uma rapariga durante o período escolar só porque ela usava uma cruz em volta do seu pescoço. O estudante Africano, que havia começado a frequentar a escola há cerca de três semanas antes dessa altura, começou a intimidar a rapariga Cristã, "insultando-a e metendo-se com ela só porque ela estava a usar uma cruz", antes de finalmente a agredir "esmurrando-a violentamente nas costas.”

O que é que faz com que alguns muçulmanos tenham este tipo de reacção quando estão perante uma cruz Cristã? A realidade dos factos é que a hostilidade islâmica para com a cruz é um inabalável facto da vida - um que atravessa continentes e séculos, um que é bem indicativo da hostilidade inata do islão para com o Cristianismo.

Doutrina e História.

Visto que a cruz Cristã é o símbolo por excelência do Cristianismo - para todas as denomiações, incluindo para a maioria das iconoclastas denominações Protestantes  - ela tem sido um símbolo desprezado pelo islão. Segundo as Condições de Omar - um texto Medieval que estabelece as muitas estipulações humilhantes que os Cristãos conquistados têm que aceitar como forma de preservar as suas vidas, texto esse que a história islâmica atribui ao segundo "califa justo" Omar al-Khattab - os Cristãos "Não podem exibir uma cruz [nas igrejas]"....e "Não podem exibir uma cruz ou livros [Cristãos] nos mercados para muçulmanos."

O motivo para esta animosidade prende-se no facto da cruz simbolizar o desacordo fundamental entre os Cristãos e os muçulmanos. Segundo o Dr. Sidney Griffith, autor do livro "The Church in the Shadow of the Mosque", "A cruz e os ícones declaram publicamente precisamente os pontos da  Fé Cristã que o Alcorão, segundo os muçulmanos, negam de forma explícita: que Cristo era o Filho de Deus e que Ele morreu na cruz.” Logo, "A práctica Cristã de venerar a cruz e os ícones de Cristo e dos santos frequentemente despertava a raiva dos muçulmanos," de tal modo que havia uma "campanha decorrente que tinha como propósito erradicar os símbolos públicos do Cristianismo, especialmente o anteriormente omnipresente sinal da cruz.”

A hostilidade islâmica para com a cruz, tal como todas as hostilidades islâmicas, teve início com o profeta islâmico Maomé. Alegadamente ele "tinha uma repugnância tão grande para com a forma da cruz que ele partia tudo que era trazido para a sua casa com essa figura sobre ela." A certa altura ele ordenou que uma pessoa que usava a cruz “que tirasse esse pedaço de idolatria ” e alegou que no final dos tempos, o Próprio Jesus iria "partir a cruz" - uma alegação que o Estado Islâmico profere com regularidade.

A história islâmica depois de Maomé encontra-se repleta de anedotas sobre muçulmanos a amaldiçoar e a partir cruzes. Antes da Batalha de Yarmuk em 636, que colocou frente a frente os mais antigos exércitos islâmicos invasores contra o Império Bizantino, Khalid bin al-Walid, o selvagem “Espada de Alá,” disse que se o Cristãos quisessem paz, eles teriam que "partir a cruz" e aceitar o islão, ou pagar o jizya e viver uma vida de subjugação - tal como os sucessores do Estado Islâmico estão a faaer actualmente, emulando o passado. Os Bizantinos optaram pela guerra.

No Egipto, e segundo as palavras do "History of the Patriarchate of the Egyptian Church", Saladino (morreu em 1193) - regularmente apregoado no Ocidente pela sua "magnanimidade" - ordenou a "remoção de todas as cruzes do topo da cúpula de todas as igrejas nas províncias do Egipto".

Europa: Aumenta a Violência contra a Cruz

Passados que estão vários séculos, nada mudou em relação à posição islâmica em torno da cruz, embora muito tenha mudado em relação às percepções Ocidentais. Dito de outra forma, umz rapa Africano que esmurra uma rapariga Cristã na Itália devido ao seu crucifixo faz parte dum longo continuum de hostilidade islâmica para com a cruz. Será que ele aprendeu esse ódio na mesquita, as mesmas mesquitas Europeias onde os representantes do Estado Islâmico apelam os muçulmanos para a jihad?

Afinal de contas, no início deste ano na Itália, outro crucifixo foi destruído junto a uma mesquita altamente populada. O Conselheiro municipal, Giuseppe Berlin, não poupou palavras quando falou na identidade do(s) culpado(s):
Antes de levarmos a cabo uma fachada de unidade com os muçulmanos, eles têm que começar por respeitar a nossa civilização e a nossa cultura. Não podemos minimizar a importância de certos sinais; temos que despertar hoje, ou então os nossos filhos irão sofrer as consequências desta perigosas e incontrolável invasão islâmica.
E este fenómeno é experimentado por outros países Europeus. Na vizinha França, um "jovem muçulmano" cometeu actos de vandalismo consideráveis em duas igrejas. Para além de ter torcido uma enorme cruz de brone, ele derrubou e partiu dois altares, os candelabros, os atris, destruiu estátuas, rasgou um tabernáculo, derrubou uma porta da sacristia, e chegou até a partir alguns vitrais. (Clique para as imagens.)

Na Alemanha, um homem Turco que deu entrada num hospital sozinho (para tratamento), começou a fazer um frenesim porque haviam "demasiadas cruzes na parede.”  Ele chamou uma das enfermeiras de "p--a" e "fascista", e tornou-se fisicamente agressivo.

Claro que em outras situações os Europeus capitulam de livre vontade perante a hostilidade islâmica para com a cruz. O Real Madrid, uma equipa de futebol profissional Espanhola, alegadamente modificou a cruz tradicional do seu logotipo como parte dum acordo com o National Bank de Abu Dhabi - "como forma de não ofender as sensibilidades muçulmanas nos Emiratos Árabes Unidos." E no Reino Unido, crucifixos ofensivos estão a ser removidos das prisões como forma de não ofender os presos  muçulmanos (que para além disso, recebem comida e instalações sanitárias para os rituais islâmicos).

Mundo Islâmico: Cristãos mortos por causa da Cruz.

Se é desta forma que os muçulmanos reagem à cruz Cristã - onde os muçulmanos estão cientes do seu estatuto minoritário - de que forma é que os outros muçulmanos reagem no mundo islâmico, onde os vastamente minoritários e ostracizados Cristãos "infiéis" são presas fáceis? A resposta é: reagem de forma assassina - literalmente; os Cristãos estão a ser mortos por muçulmanos mal estes vêem uma cruz.

Durante o ano passado, no Egipto, uma jovem mulher Cristã Copta chamada Maria, foi agredida até à morte simplesmente porque a sua cruz a identificava como Cristã perante os manifestantes da Irmandade Muçulmana. Segundo uma testemunha ocular que falou sobre o episódio, Mary Sameh George estava a estacionar o carro junto à igreja para entregar medicamento a uma mulher idosa:

Mal eles [os muçulmanos] viram que ela era Cristã [devido à cruz que se encontrava no seu espelho retrovisor], saltaram para cima do carro de tal modo que o mesmo deixou de ser visível. O tejadilho do carro entortou-se para dentro. Quando eles se aperceberam que ela estava a começar a morrer, eles arrancaram-na para fora do carro, e começaram a agredi--la e a puxar o seu cabelo - de tal forma que partes do cabeço e do couro cabeludo foram arrancados.

Eles continuaram a agredi-la, dando-lhe pontapés, esfaqueando-a com o que quer que pudessem encontrar. Durante todo este episódio, ela tentou proteger a sua cara, dando as suas costas aos atacantes até que um deles chegou e esfaqueou-a pelas costas, juntoo ao coração, acabando com a sua vida.

Depois disto, outro muçulmano veio e agarrou-lhe pelos cabeços, agitando a sua cabeça, e com a outra mão cortou-lhe o pescoço. Outro muçulmano puxou as suas calças de tal modo que ela ficou totalmente nua.

Em resposta, a Igreja Cristã Copta emitiu a seguinte declaração:

Ó, quão afortunada és tu, Mary, que és amada de Cristo. Eles rasgaram o teu corpo por causa da Cruz. No entanto, eles fizeram-te o maior serviço e deram-te um nome de honra como alguém que obteve a coroa do martírio.

A declaração citou também o aviso do Senhor Jesus para os crentes:

Vem mesmo a hora em que, qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a Deus. - João 16:2

Em Outubro de 2011, Ayman Nabil Labib, de 17 anos e um Cristão Copta, foi estrangulado até à morte por parte do seu professor muçulmano e dos seus colegas estudantes simplesmente por se recusar a obedecer a ordem do professor de remover a sua cruz. Testemunhas do evento (e também estudantes) disseram que enquanto Ayman se encontrasse dentro da aula era-lhe ordenado que cobrisse o seu pulso tatuado com uma cruz, algo que muitos Coptas fazem.

Não só ele se recusou, como desafiadoramente apresentou a cruz peitoral que ele usava por baixo da sua camisa que rapidamente causou a que o enraivecido professor muçulmano e os estudantes lhe espancassem até à morte.

Antes disso, um polícia muçulmano (fora de serviço) que se encontrava dentro dum comboio de Asyut para Cairo gritou "Allahu Akbar!", e disparou contra seis Cristãos, matando um homem com 71 anos e ferindo gravemente os outros. Antes de abrir fogo, ele verificou os passageiros que tinham o pulso tatuado com uma cruz Cóptica. (Há alguns dias atrás, outra mulher Copta foi "morta à tiro por um polícia Egípcio. Embora oficialmente tenha sido um "acidente", o polícia muçulmano é conhecido por odiar os Cristãos.)

No Paquistão, quando um homem muçulmano viu Julie Aftab, uma mulher, com uma cruz à volta do seu pescoço

O homem tornou-se abusivo, gritando para ela que ela vivia na sarjeta e que iria para o inferno por desprezar o islão. Ele foi-se embora mas regressou uma hora e meia mais tarde, agarrado a uma garrafa de ácido de bateria que ele selvaticamente atirou para cima da sua cabeça.

À medida que ela corria pela porta fora, um segundo homem agarrou-a pelo cabelo e forçou mais líquido para dentro da sua garganta, queimando o seu esófago. À medida que ela desesperadamente pedia ajuda, dentes caíram da sua boca, cambaleando pela estrada.

Uma mulher ouviu o seu clamor e trouxe-a para casa, despejando água sobre a sua cabeça e levando-a para o hospital. Inicialmente, os médicos recusaram-se a tratá-la visto que ela era Cristã. "Todos eles viraram-se contra mim....até as pessoas que me levaram para o hospital. Eles disseram ao médico que iriam pegar fogo ao hospital se eles me tratassem"....

67% do seu esófago foi queimado e ela perdeu um olho e ambas as pálpebras. O que restou dos seus dentes podem ser visto através do buraco que se encontra no lugar onde antes estava a sua bochecha. Os médicos previram que ela haveria de morrer  qualquer momento, mas apesar das probabilidades, ela conseguiu superar.

Tudo isto só porque ela estava a usar uma cruz.

Até mesmo em países muçulmanos "considerados", a violência provocada pela cruz é algo comum. Em 2012, um rapaz de 12 anos que se conveteu ao Cristianismo e tomou a decião de professar publicamente a sua nova fé usando uma cruz prateada durante as aulas, foi cuspido e espancado com regularidade pelos colegas e pelos professores.

Nas Maldivas, em Outubro de 2013, as autoridades tiveram que salvar Geethamma George, uma professora Cristã da Índia, depois de pais "muçulmanos terem ameaçado amarrá-la e arrastá-la para fora da ilha" por "pregar o Cristianismo." O seu crime foi o de desenhar uma bússula como parte da lição de geografia, e este mesmo compasso foi erradamente confundido com uma cruz Cristã.

Cristãos "mortos" outra pela vez devido à Cruz.

Se alguns muçulmanos matam as pessoas que usam cruzes, elas também perturbam o sono daqueles que já se encontram mortos por estes terem uma cruz nas suas lápides. Seguem-se alguns exemplos:
  • Líbia, Março de 2102: Um video duma turba islâmica a atacar um cemitério comunitário perto de Benghazi apareceu na internet. À medida que os muçulmanos chutavam e destruíam as pedras tumulares, o homem que gravava o incidente apelava para que eles "Partissem a cruz dos cães!" ao mesmo tempo que ele e outros gritavam "Allahu Akbar!" Mais para o final do video, a turba congregou-se em torno da enorme Cruz do Sacrifício, o monumento cenotáfico do cemitério, e começaram a martelá-la ao mesmo tempo que se ouviam mais gritos de “Allahu Akbar.” Outros cemitérios Cristãos da Líbia pós-"Primavera Árabe" sofreram de igual modo.

  • França, Abril de 2015: Cruzes e lápides Cristãs dum cemitério foram danificadas e profanadas por um muçulmano. Depois de ter sido apanhado, ele foi descrito da seguinte forma: "O homem repete orações muçulmanas vez após vez, baba e não se consegue comunicar com ele: a sua condição foi declarada como incompatível com uma detenção preliminar.” Ele foi hospitalizado como "mentalmente desequilibrado." (Vejam a sua obra.)

  • Malásia, Fevereiro de 2014: Um cemitério Cristão foi atacado e profanado durante a noite por pessoas desconhecidas neste país de maioria islâmica. Várias cruzes foram destruídas, incluindo através do uso de "uma ferrramenta pesada para levar a cabo a destruição".

  • Alemanha, Junho de 2014: Depois dos muçulmanos terem recebido a sua própria secção no cemitério em Seligenstadt, e depois de terem recebido permissão para levarem a cabo as suas distintas cerimónias islâmicas, estes mesmos muçulmanos começaram a exigir que a simbologia e as cruzes Cristãs do cemitério fossem removidas ou cobertas durante os funerais islâmicos.
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Pode-se continuar com muitos exemplos recentes da hostilidade islâmica para com a cruz. Em Abril último, na Malásia "moderada", uma turba muçulmana manifestou-se contra uma pequena igreja Protestante devido à cru visível que se encontrava no topo do edifício de oração. Ela foi rapidamente removida.

E no Paquistão, nação onde a mera acusação de ofender o islão por levar a que os Cristãos sejam queimados vivos, um lojista muçulmano tem permissão para vender sapatos com cruzes Cristãs na sola so sapato::

Na cultura Paquistanesa, mostrar a sola dos sapatos ou dos pés é ofensivo porque colocar algo no chão é considerado um insulto para o objecto. Logo, algo que se encontre na sola dos sapatos vai ser constantemente insultado à medida que a pessoa caminha.

À luz do que se viu em cima, não pode ser surpresa alguma o facto do Estado Islâmico - "ISIS" - também exibir o mesmo tipo de violência contra a cruz Cristã. Nas suas  comunidades Ocidentais, referências hostis à cruz são feitas com frequência:

Vamos conquistar Roma, partir a cruz, escravizar as vossas mulheres, com a permissão de Alá..... [Vamos lançar] medo nos corações dos adoradores da cruz.

Depois de decapitar os Cristãos Coptas na Líbia, o executor chefe agitou a sua faca para a câmera e dissse
Ó povos, vocês viram-nos recentemente nas montanhas das planíces de as-Sham e de Dabiq plain [regiões Sírias], a cortar as cabeças que há já muito tempo carregavam a cruz. E hoje, estamos a sul de Roma, na terra do islao, Líbia, a enviar outra mensagem.... Vamos lutar contra vocês [Cristãos Ocidentais] até que Cristo desça, parta a cruz e mate o porco.
(Tudo isto são acções atribuídas ao "Cristo" escatológico muçulmano, Isa).

Mais ainda, o Estado Islâmico tem levado a cabo inúmeras atrocidades contra e devido à cruz: eles fizeram e propagaram um vídeo onde se viam membros seus a partir cruzes que se encontravam dentro e no topo das igrejas que estão em territórios sob o seu controle; eles decapitaram e esfaquearam um homem com o seu próprio crucifixo depois dele ter sido exposto como Cristão, e publicaram fotos de membros seus a destruíram cruzes e lápides Cristãs em cemitérios sob a sua jurisdiçâo - e citaram as escrituras islâmicas como justificação para as suas acções.

Os leitores mais atentos irão notar nos paralelos similares: destruir cruzes que se encontram dentro de igrejas e destruir cemitérios e até matar "infiéis" Cristãos por usar cruzes, tal como documentado em cima, não se limita ao Estado Islâmico, mas está a acontecer em todo o mundo muçulmano - e até na Europa.

Resumidamente, o ódio islâmico antigo pela cruz Cristã - e tudo o que ela representa - não é um produto do Estado Islâmico, mas so islão.


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Claro que o ódio islâmico pela cruz só revela quem está por trás desta "religião".


 .

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Victoria Wasteney e a ilegalização do Cristianismo

Mulher Cristã deu início a um processo legal depois de ter sido disciplinada pela NHS por ter orado por uma colega maometana. Victoria Wasteney, terapeuta ocupacional sénior numa das áreas mais racialmente diversas do país, foi também acusada de ter maltratado [inglês: "bullying] a colega depois de lhe ter dado um livro onde se lia uma história duma mulher maometana que se converte ao Cristianismo.

Para além disso, os gerentes seniores disseram à Senhorita Wasteney que era impróprio da sua parte convidar a mulher maometana para desportos comunitários organizados pela sua igreja. As queixas levaram a que a Senhorita Wasteney fosse suspensa por 9 meses.

Três acusações foram mantidas contra a mulher de 37 anos após a audiência interna preliminar em Fevereiro último, e cinco acusações foram consideradas sem fundamento. Ela teve que aceitar um aviso final escrito no emprego, que permanecerá no seu registo durante 12 meses, bem como ela teve que aceitar uma vasta gama de outros requerimentos feitos com o propósito de impedir que ela falasse da sua fé com os seus colegas.

A Senhorita Wasteney, que é de Essex, disse que ela está a desafiar os seus empregadores num tribunal porque o politicamente correcto dentro da NHS estava a amordaçar conversas normais centradas na fé:

Acredito que a tolerância é para todos, e é por isso que estou a colocar em causa o que aconteceu comigo.

A jovem mulher maometana foi nomeada como terapeuta ocupacional numa equipa de 30 profissionais gerida pela Senhorita Wasteney, na "East London NHS Foundation Trust".

Uma das primeiras conversas que eu me lembro foi uma onde ela me disse que se havia mudado recentemente para Londres. Ela sentia que Deus tinha um plano real e um propósito para ela.

A Senhorita Wasteney disse à sua colega que ela frequentava uma igreja, mas "fui muito cuidadosa porque o nosso ambiente é tal que estas coisas podem ser mal interpretadas, e sendo ela duma cultura diferente, eu sabia que eu tinha que respeitar isso". A Senhorita Wasteney disse que a mulher estava interessada no trabalho comunitário feito pela sua igreja contra o tráfico de seres humanos.

Durante um certo período de tempo, a Senhorita Wasteney disse que convidou a sua colega para vários eventos organizados pela sua igreja, e nunca mais pensou nisso. Mais tarde, quando a mulher estava à beira de abandonar o emprego para se submeter a tratamento hospitalar, a Senhorita Wasteney deu-lhe um livro para que ela o lesse durante a sua recuperação.

Este livro havia-me sido recomendado por um amigo, e tinha  título de "I Dared to Call Him Father". Eu ainda não o tinha lido e ainda nem o li, mas sei que é uma história da forma como uma mulher muçulmana se converteu ao Cristianismo.

Visto que eu já havia tido este tipo de conversas, isso não pareceu anormal. De certo que eu  não estava a tentar convertê-la ao Cristianismo, tal como me foi dito mais tarde.

Noutra ocasião, a mulher veio ter com a Senhorita Wasteney no seu escritório, em lágrimas, triste com a sua saúde e com problemas que tinha em casa.

Disse-lhe que ela tinha uma fé forte, e que ela deveria ir buscar forças precisamente aí.... Disse-lhe "Ora!" Ela disse-me que não podia orar, e como tal, eu respondi, 'Talvez eu possa orar por ti?' E ela disse 'Ok'. Perguntei-lhe se eu poderia colocar a minha mão no seu joelho, e ela disse que sim. Já não me lembro se disse "Senhor" ou "Deus", mas falei o que eu penso que foi a coisa mais neutral possível. Depois disso, eu disse, "Confio que Tu [Deus] lhe trarás paz e que Tu lhe trarás a cura.

Em Junho do ano passado, foi dito à Senhorita Wasteney que as queixas contra ela haviam-se baseado no seu "assédio" e no seu "bullying". Uma audiência preliminar levada a cabo no seu emprego em Fevereiro último determinou que ela era culpada de três acusações de mau comportamento - orar com uma colega, dar-lhe um livro e convidá-la para eventos organizados pela sua igreja.

O caso da Senhorita Wasteney têm o apoio da "Christian Legal Centre", que já instruiu Paul Diamond, um dos advogados mais importantes da luta pelos direitos humanos.

Andrea Williams, chefe-executiva da "Christian Legal Centre", disse que o caso demonstra que o "NHS está, de modo crescente, a ser dominado por uma sufocante agenda esquerdista que escolhe contorcer-se par acomodar certas crenças, mas pune os Cristãos". (...)

Fonte: http://bit.ly/1qJeOSL

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Quem foi Oksana Aslanova?


A bombista suicida que detonou 10 quilos de TNT na cidade Russa de Volgogrado foi oficialmente identificada como sendo Oksana Aslanova, uma nacional do Tabasaran com 26 anos de idade e proveniente do Turcomenistão.

No dia 29 de Dezembro de 2013, uma bomba explodiu na estação de comboio de Volgogrado por volta das 12:45 (hora de Moscovo). Segundo reportagens recentes, pelo menos 14 pessoas foram mortas e dezenas de outras ficaram feridas. Uma das versões correntes do evento relata que o ataque levado a cabo por Oksana Aslanova do Daguestão, mas esta informação tem ainda que ser confirmada.

A mulher estava casada com um militante senhor da guerra que foi morto durante uma recente operação especial. Ela foi casada várias vezes e os investigadores estão agora em busca dos bandidos Dagestani suspeitos de ter planeado o ataque terrorista na Rússica Central. As investigações que visavam determinar o paradeiro de Oksana Aslanova já decorrem desde Junho de 2012 no Daguestão.

Segundo se sabe, Oksana Aslanova nasceu no dia 16 de Junho de 1987, no Turcomenistão. Mais tarde, ela mudou-se para a República do Daguestão, onde se estabeleceu na cidade de Derbent na rua Rasulbekov, 15/41, e estudou na Universidade Pedagógica do Estado do Daguestão. Ela casou-se com Mansur Velibekov, um radical Checheno e membro da círculo Sulista criminoso (Yuzhnaya) que foi eliminado em 2008. Aquando da sua morte, a viúva de Velibekov tornou-se na assim-chamada “esposa Sharia” do líder do gangue, Gasan Abdulayev.

Outra reportagem sugere que Aslanova foi também casada com outro terrorista conhecido, Israpil Validzhanov, que usava o nome de Amir Hasan. Ele foi eliminado no dia 18 de Março de 2011 perto da povoação Dagustani de Tashkapur. Não há qualquer informação sobre ela depois de 8 de Março de 2012, e como tal que a assim chamada "viúva-negra", que viveu mais que todos os seus maridos, tenha tomado parte em treino de bombista suicida.


* * * * * * *
Mais uma convertida ao islão que se equivoca em relação à sua nova religião e começa a pensar que el ordena que se matem os infiéis. O curioso desta situação (para além de haver tantos muçulmanos equivocados em relação ao que a sua religião ensina) é o facto das pessoas que chamam a atenção para esta contínua "equivocação" serem chamados de islamofóbicos.

sábado, 2 de novembro de 2013

Quem foi Naida Asiyalova?

Segundo o Comité de Investigação Russo, dados preliminares sugerem que uma bombista suicida levou a cabo o ataque no autocarro em Volgograd, Rússia central, matando seis pessoas e ferindo 37.

Um representante do Comité Anti-terrorista declarou que hoje, por volta das 14:05 hora de Moscovo, e dentro dum autocarro em Volgograd, ocorreu uma explosão causada por dispositivos explosivos desconhecidos, originando casualidades.

Quarenta passageiros encontravam-se no autocarro, e pelo menos 8 encontram-se em estado crítico. Um bebé com 20 meses encontra-se junto dos que estão em estado grave.

O Ministro da Saúde da Rússia indicou que a maior parte das vítimas da explosão têm feridas análogas às feridas causadas por minas, o que aconteceu devido ao facto do vidro e dos painés do autocarro terem partido. O Primeiro-Ministro Russo Minister Dmitry Medvedev deu instruções ao Ministério das Emergências e ao Ministério da Saúde para que estes disponibilizassem a ajuda necessária para ajudar as vítimas da explosão.

Foram declarados 3 dias de luto em Volgograd Oblast.

Um jovem chamado Ilya, testemunha do acto de terrorismo e que se encontrava noutro autocarro mas na mesma trajectória, descreveu a cena ao RT:

Inicialmente, vi vários bocados de vidro partido espalhados pela estrada..... Claramente tinha acontecido uma explosão no autocarro uma vez que as suas janelas explodiram para fora, arremessando o vidro para uma distância considerável, mas não havia qualquer indício de fogo.

Havia por lá muitos polícias e muitas pessoas que haviam parado para ajudar, trazendo kits médicos para o local. Havia pessoas dos serviços médicos de emergência a ajudar os feridos, mas eu vi uma mulher que estava sentada dentro do autocarro. Ela estava coberta de sangue mas eu não conseguia saber se ela estava viva ou não. Ela só estava ali sentada, parada.

De acordo com Ilya, muitos estudantes usam este autocarro para casa, uma vez que ele pára na Universidade Estatal de Volgograd, e aparentemente haviam alguns estudantes na cena da explosão. (...) Um familiar de um dos sobreviventes disse à emissora de rádio "Echo of Moscow" que a explosão ocorreu no centro corredor do autocarro. Segundo ele, havia um número considerável de jovens no autocarro quando a explosão ocorreu.

As vítimas reportaram que a parte da frente do veículo ficou fortemente danificado, e que os carros que se encontravam por perto viram as suas janelas partirem-se.

O Comité de Investigação já identificou a mulher que era a bombista suicida: alegadamente ela chamava-se Naida Asiyalova, do Daguestão. As informações preliminares indicam que "a mulher bombista suicida converteu-se recentemente ao islão e era a esposa dum líder militante."


* * * * * * *

Naida Asiyalova converteu-se ao islão, casou-se com um perito em explosivos, e depois fez isto:


Se isto tivesse acontecido em Londres, David Cameron teria organizado uma conferência de imprensa para alertar ao mundo que tais ataques em nada estão relacionados aos versos do Alcorão que ordenam os maometanos (e as maometanas) a matar os descrentes. Se o mesmo ataque tivesse ocorrido em New York, Barack Obama teria feito o mesmo que Cameron, ressalvando das "inúmeras contribuições" que o islão fez ao mundo, e que o mesmo ataque não está relacionado com os versos do Alcorão que ordenam a matança de infiéis.

Vamos ver o que o Presidente Vladimir Putin diz, e se ele tem mais coragem que os efeminados líderes ocidentais.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Polícia inglesa ataca mulher que enfrentou assassinos maometanos

A mulher que recebeu o nome de "O Anjo de Woolwich” devido às suas acções durante o horrível evento público que terminou com a morte do soldado inglês Drummer Lee Rigby, assassinado pelos jihadistas maometanos na Primavera passado, alega que a polícia agiu de forma bruta com ela, chegando a agarrá-la pelo braço e ameaçá-la com a prisão depois dela se ter queixado de ataques provenientes dum gangue de jovens locais. 

A notícia foi reportada pela "The Western Morning News" (de Cornwall, Great Britain) no dia 26 de Outubro de 2013, e pelo  London Evening Standard no princípio desta semana (23 de Outubro de 2013).

Estando a apenas alguns metros do seu Quartel do Exército britânico, Drummer Lee Rigby foi mutilado até à morte, e eventualmente decapitado nas ruas de Londres em plena luz do dia em Maio último, quando Ingrid Loyau-Kennett confrontou os assassinos, Michael Adebolajo e Michael Adebowale.


Apesar de sido notificada pelos jihadistas que "queremos começar uma guerra em Londres, esta noite", a mãe de duas crianças, bem como uma antiga líder das Escuteiras, atrasou os assassinos o tempo suficiente para que a polícia chegasse e prende-se a dupla.

Desde o seu muito-publicado evento onde ela enfrentou os assassinos cobertos de sangue, Loyau-Kennett declara que gangues de jovens têm repetidamente atacado a sua casa com pedras e ovos. Como o Anjo de Woolwich foi citada:

Eu já tenho problemas com estes jovens desde a altura em que me mudei para aqui, há cinco anos atrás. Aparecer na televisão só piorou as coisas; eu tornei-me ainda mais um alvo a abater. Eu nunca os confrontei [ed: erro clássico] mas estou farta e como tal, decidi ser mais corajosa.

Depois de ouvir objectos a baterem na sua casa, ela confronto-os:
Chamei a polícia mal o incidente ocorreu. Eles chegaram ao local 20 minutos depois, o que foi uma perda de tempo. Para além disso, a polícia disse que eu deveria parar de os ligar se eu não tinha qualquer tipo de evidência. Um dos polícias agarrou-me no braço com muita força e torceu-o. Ele disse ainda que se eu não me acalmasse, seria levada para a prisão.
Desde o seu encontro com os "Mais Bravos de Londres" (capturados em vídeo a fugir de manifestantes maometanos), Ingrid contactou o Ministro pelo Policiemento, Damian Green, para se queixar das tácticas intimidatórias dos seus oficiais. Como reportado, a polícia de Devon e Cornwall "confirmaram que eles foram chamadas e a mulher recebeu conselhos sobre o seu comportamento - mas negaram que qualquer ameaça de prisão foi feita".

Um porta-voz da polícia fez um declaração pública mais concisa:
Em nenhuma altura ela foi ameaçada com uma prisão. Os polícias deram um conselho à mulher e deixaram as coisas nesse ponto. Não é apropriado eu fazer mais qualquer tipo de comentário. 
Fonte

* * * * * * *

Aparentemente, os nativos ingleses ainda não se aperceberam que as forças policias trabalham para o governo, e o governo não quer perturbar os imigrantes maometanos. Quando o povo inglês (e todo o mundo ocidental) se aperceber que a sua liderança é maioritariamente composta por pessoas que não têm planos de preservar a identidade cultural, religiosa e social do Ocidente, pode ser que as coisas mudem. Por enquanto, os nativos europeus vão continuar a ser pessoas de segunda classe nas suas próprias casas.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Quem foi Nicole Lynn Mansfield ?

É a primeira vítima norte-americana do conflito na Síria. Chamava-se Nicole Lynn Mansfield e viajara dos Estados Unidos para lutar ao lado dos rebeldes. Está a ser classificada como uma terrorista, que segundo o regime sírio lutava com a Frente Al-Nusra — o grupo mais radical que combate na Síria contra Bashar Al-Assad e que o Conselho das Nações Unidas classificou na semana passada como “terrorista”. Quando foi encontrada morta, usava um véu islâmico. A família não sabia dela.

A sua filha de 18 anos, Triana Lynn Mansfield, não concorda com essa imagem radical: “A minha mãe não era uma terrorista. Ela foi para lá por um motivo desconhecido e foi obrigada a ficar. Disse-me que voltaria ao fim de uma semana”, escreveu no Facebook. Mas de onde? Ninguém sabia. “Era uma mulher comum e foi mal influenciada por pessoas que quiseram aproveitar-se dela só por ser americana”, acrescenta a filha, citada pelo Guardian.

A sua identidade foi revelada pela televisão síria: nascera há 33 anos em Flint, no Michigan, onde deixara a filha de 18 anos antes de partir para a Síria, há três meses. Foi mãe aos 15 anos, deixou os estudos, deu apoio domiciliário a doentes e idosos e converteu-se ao islão, que identificava com uma religião de paz.

Muito mais caberia no seu retrato, segundo os familiares, para quem Nicole Mansfield tinha vocação para ajudar os mais necessitados. Familiares e amigos não sabiam onde andava ela há mais de três meses. Não ousavam adivinhar, mas secretamente pensavam que Nicole talvez tivesse voltado ao Dubai, onde esteve alguns anos casada com um homem que conhecera através da Internet.

Algo a levou a partir para um país em guerra, a Síria. É pelo menos essa a versão da televisão estatal síria, que mostrou imagens do carro baleado onde ela seguia e do corpo já sem vida, na província de Idlib, no norte, junto à fronteira com a Turquia. Segundo Damasco, Nicole terá sido alvo de um ataque das forças governamentais, depois de lhes ter lançado uma granada. Com ela, seguiriam dois ocidentais, um canadiano e o britânico Ali Almanasfi, de 22 anos.

Junto aos documentos encontrados e mostrados pelos media sírios estaria uma declaração que provava a sua ligação a um dos grupos rebeldes, como representante ou porta-voz, escreve o The New York Times, que contactou activistas em Idlib.

“Era uma boa pessoa, pacífica”, conta ao New York Times a amiga Janice Wilson. “Ela era toda virada para a paz, para ajudar as pessoas. Não percebo isto. Enviou-me uma mensagem há três semanas e meia a dizer que vinha para casa.” A única ligação que aparentava ter à Síria eram as fotografias do conflito que publicava no Facebook, tal como em 2011 publicara imagens da revolta no Egipto que levou à queda de Mubarak.

Nicole estudava o islão num mesquita de Flint — isso era conhecido, embora nem sempre compreendido pela família, protestante. Essa ligação começou no tempo em que Nicole e a amiga Janice Wilson partilhavam casa em Flint, davam assistência domiciliária a doentes e idosos e ambas se converteram ao islão, contou Janice Wilson ao The New York Times. “Era uma religião pacífica para ela, e isso dava-lhe um sentido numa altura em que tentava perceber quem era.”

O FBI lançou uma investigação e muito mais poderá vir a saber-se sobre as circunstâncias da morte de Nicole Mansfield. Mas grande parte da sua vida — e em particular a sua ligação à Síria — ainda está envolta em mistério. A avó, Carol Mansfield, disse à ABC News: “O que quer que ela estivesse a fazer não altera o facto de que terei sempre amor no meu coração para ela.”acto de que terei sempre amor no meu coração para ela.”


* * * * * * * *
Apesar de todo o romantismo envolvido na tragédia (tal como é trágico todas as outras pessoas inocentes que estão a morrer no confronto Sírio) a verdade é que muito provavelmente ela foi para a Síria para fazer jihad (obrigação islâmica).

sábado, 23 de fevereiro de 2013

A tormento da mulher sueca

Durante os últimos anos a Suécia importou um largo número de imigrantes muçulmanos, o que tem tido efeitos catastróficos. A população sueca aumentou de 9 milhões para 9,5 milhões durante os anos 2004-2012 - muito devido à imigração de países como o Afeganistão, Iraque e Somália. 16 porcento de todos os recém-nascidos têm uma mãe que nasceu num pais não-ocidental.

A Suécia tem hoje a segunda maior taxa de violações do mundo, logo depois da África do Sul, que, com 53.2 por cada 100.000, é seis vezes mais elevada que a taxa dos Estados Unidos. As estatísticas sugerem que 1 em cada 4 mulheres suecas será vítima de abuso sexual.

Por volta de 2003, a estatística de violações da Suécia já era mais elevada que a média quando se encontrava à volta dos 9.24, mas em 2005 ele explodiu para 36.8 e por volta de 2008 ela atingiu os 53.2. Actualmente, ele deve ser ainda mais alta à medida que os imigrantes muçulmanos continuam a aumentar a sua presença junto da população.

Com os muçulmanos a representarem cerca de 77% de todas as violações, e existindo uma equivalência entre o aumento das violações e o aumento da população muçulmana, o resultado da imigração muçulmana é uma epidemia de abusos sexuais levados a cabo por uma ideologia misógina.

As estatísticas encontram-se focadas nos centros urbanos, onde os colonistas islâmicos se concentram. Em Estocolmo, neste Verão, ocorreram em média 5 violações por dia. A Suécia deixou de ser uma cidade sueca e passou a ser uma cidade onde 1/3 das pessoas são imigrantes, e onde entre 1/5 a 1/4 dos locais adere a fé de Maomé.

Fonte

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Entretanto, e como demonstração clara da total subversão do senso comum europeu, em vez de se lidar com as causas da violação de mulheres (a imigração islâmica), os europeus constroem
cintos anti-violação.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

O islão permite que os homens usem roupa de mulher?

Como sempre, a melhor forma de saber o que o islão defende é lendo as tradições islâmicas e observando o exemplo de Maomé ("Sunnah").

Sahih Muslim 4415—Abu Bakr pediu permissão ao profeta para entrar quando este se encontrava deitado na cama de Aisha, usando os seus [da Aisha] vestidos [mirt]. O profeta deu então permissão a Abu Bakr para entrar quando ele (Maomé) se encontrava neste estado. Mais tarde, Umar chegou e pediu ao profeta permissão para entrar quando ele (Maomé) se encontrava da mesma forma. 

Quando Umar obteve o que queria, foi-se embora. Mais tarde, Uthman pediu permissão para entrar, e devido a isso Maomé sentou-se e disse à Aisha, "Pega em toda a roupa que te pertence."

Sahih Muslim 4472As esposas do profeta enviaram Fatimah [filha de Maomé] a ele e ela pediu permissão para entrar quando ele se encontrava deitado na minha cama, usando o meu [da Aisha] robe [Mirt]

Ele deu-lhe permissão para entrar e ela disse-lhe que as suas esposas a haviam enviado como forma de buscar justiça em torno da filha de Abu Kahafa (Aisha). O profeta disse-lhe: "Ó minha filha, não amas aquilo que eu amo?" Ela respondeu, "Sim! Amo." Ele disse-lhe então "Então ama-a também [a Aisha].

Quando Fatimah ouviu estas palavras do profeta, retornou às suas [de Maomé] esposas. Estas, por sua vez, enviaram  Zaynab Bint Jahsh ao profeta…que pediu permissão para entrar quando este se encontrava com Aisha no seu [da Aisha] robe [Mirt] e no mesmo estado no qual se encontrava quando Fatimah se encontrou com ele.

Mishkat Al Masabih, Volume II, p. 1361—Ela disse que as pessoas escolhiam o dia de Aisha para trazer os presentes, buscando, com isso, uma ocasião para agradar o mensageiro de Alá. Ela disse que as esposas do profeta de Alá encontravam-se reunidas em dois grupos, um incluindo Aisha, Hafsa, Safiya, e Sauda, e o outro incluindo Umm Salama e as outras esposas do profeta de Alá. 

A facção de Umm Salama falou com ela, pedindo-lhe que o profeta de Alá se dirigisse ao povo com as seguintes palavras:

Se alguém quer dar um presente ao mensageiro de Alá, ele que o apresente onde quer que ele [Maomé] se encontre.

Ela fez o que lhe foi pedido, ao que o profeta respondeu:
Não me perturbem em relação a Aisha uma vez que a inspiração não vem até mim quando eu estou com as roupas de qualquer outra mulher que não as dela.

Então, eles chamaram a Fatimah, enviaram-na ao mensageiro de Alá, e ela falou com ele. Mas ele respondeu, "Não gostas do que eu gosto, menina?" Ela respondeu, "Certamente que sim." Maomé respondeu então "Então ama esta mulher."

* * * * * * *
Portanto, se o profeta do islão não viu nada de mal no uso de indumentária feminina, os muçulmanos actuais não têm bases religiosas para criticar quem quer que , actualmente, o faça.

Não haverá trajo de homem na mulher, e não vestirá o homem vestido de mulher; porque, qualquer que faz isto, abominação é ao Senhor, teu Deus. - Deut 22:5

.....

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Mãe e filhos condenados por trocarem Islão pelo Cristianismo


A egípcia Nadia Mohamed e os seus sete filhos foram condenados em tribunal a 15 anos de prisão, em Beni Suef, no centro do país, por se terem convertido ao Cristianismo.

Nadia foi criada e educada na fé cristã mas converteu-se ao Islão quando se casou, há 23 anos, com Mohamed Abdel-Wahhab Mustafa. Porém, quando o marido morreu, decidiu reconverter-se à sua antiga religião, bem como todos os filhos.


A nova conversão de Nadia só foi conhecida depois de a família ter adquirido novos documentos de identificação, em 2004.


Um dos filhos da mulher foi preso dois anos mais tarde e confessou que a mãe e os irmãos tinham forjado novas identificações. Foram então todos presos, acusados e condenados.


   

Advogados dos Direitos Humanos alertam para o facto da sentença ser um sinal das políticas adoptadas no Egipto sob a lei islâmica, que consideram um autêntico atentado à liberdade religiosa. 

Recorde-se que laicos e cristãos coptas opuseram-se à nova Constituição, que gerou grande polémica aquando da sua votação e aprovação por incluir, precisamente, a lei islâmica (Sharia) como um dos preceitos constitucionais.

* * * * * * * 

sábado, 25 de agosto de 2012

Itália: muçulmano recusa-se a receber ordens duma mulher

Nomeado um dos 500 hotéis de topo do planeta, o Hotel de 5 estrelas Danieli de Veneza já teve nas suas instalações nomes sonantes como Johann von Goethe, Richard Wagner, Honoré de Balzac, Charles Dickens, e Emile Zola. A estadia diária neste hotel extravagante varia dos $12,198.88 aos $308.05.

Deve custar essencialmente o mesmo contratar um intermediário que comunique as ordens a um empregado muçulmano que se recusa a receber ordens duma mulher.

Como reportado pelo jornal Italiano Il Gazzetino, um porteiro maometano não-nomeado - com origens egípcias - foi citado como tendo declarado, "Eu não recebo ordens de mulheres." Devido a isto, como forma de garantir o normal funcionamento do centenário hotel, o maometano foi despedido e aconselhado a arranjar um emprego onde não tivesse que receber ordens duma mulher os responsáveis do hotel Danieli cederam e comprometeram-se a agir de acordo com a "visão religiosa rígida" do empregado. Como consequência, contrataram um homem cuja função única é a de servir de mensageiro das ordens da patroa para o maometano.

O Il Gazzetino reporta:
Decidimos, portanto, garantir que, durante as suas horas de serviço, a sua patroa tenha um colega masculino ao seu lado que servirá de liaison com o egípcio de modo a comunicar a este as tarefas a serem levadas a cabo.

* * * * * * *

Onde estão as feministas quando as mulheres são tratadas deste modo pelos muçulmanos? Se elas se podem mobilizar a nível mundial para colocarem pressão sobre Putin para que este liberte mulheres que levaram a cabo um crime de ódio contra os Cristãos, será que elas não podem fazer o mesmo em favor desta pobre e humilhada mulher?

Para se perceber o silêncio das feministas, é preciso saber quem as financia: os grandes grupos globalistas e esquerdistas - os mesmos que tentam a todo o custo manter boas relações com os países islâmicos. Uma vez que não é do seu interesse abrir uma frente de batalha contra o bloco islâmico, certamente que esta mensagem foi passada entre as hostes feministas, e estas rapidamente se aperceberam que estavam virtualmente sozinhas (sem a imprensa, sem a publicidade, etc).

É precisamente por isto que uma mulher ocidental pode ser violada por muçulmanos nas ruas de Londres (ou Oslo), e os violadores contarem com o silêncio das feministas, mas um político republicano americano não pode dizer que as mulheres que são violadas raramente engravidam (que é um facto científico).

Como diz o filósofo Olavo de Carvalho, para nós entendermos o propósito dum movimento social/político/ideológico, basta saber quem o financia. Quando nós ficamos a saber quem financia o feminismo, o gayzismo, o aborcionismo e o anti-Cristianismo, ficamos logo a saber quais os seus propósitos.

Este incidente, por sua vez, abre um precedente gravíssimo uma vez que basta outro muçulmano citar outra ayah do Alcorão - 4:141, que diz que os descrentes nunca terão supremacia sobre os muçulmanos - para ele que se recuse a receber ordens dum não-muçulmano.

domingo, 22 de julho de 2012

Muçulmana que combatia estereótipo de muçulmanos como terroristas presa por actividades terroristas

Activistas muçulmana que combatia para dar término ao estereótipo de muçulmanos como terroristas foi formalmente acusada de dar apoio ao terrorismo depois da investigação da RCMP a conectar a um alegado esquema de contrabando de armas para o Hezbollah [grupo terrorista libanês].

Mouna Diab, de 26 anos, foi acusada de comenter um crime "para o benefício, sob direcção, ou em associação com um grupo terrorista." Se condenada, ele enfrenta uma prisão perpétua.

Mouna foi apreendida no aeroporto de Montreal no ano passado e acusada de violar o embargo de armas dirigido ao Líbano. No entanto a polícia acrescentou recentemente acusações muito mais sérias.

Fonte

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terça-feira, 5 de junho de 2012

Muçulmano decapita mulher em frente aos 6 filhos enquanto grita "Allah akbar"

Muçulmano encontra-se em prisão preventiva depois de ter morto a esposa em frente aos seus 6 filhos e de posteriormente a ter cortado aos pedaços. Depois disso, Orhan Sircasi correu para o topo do complexo de apartamentos com a cabeça da esposa numa mão e uma faca na outra.

O homem de 32 anos e de origem turca resistiu aos avanços da polícia - à medida que as autoridades lhe tentavam agarrar - usando a cabeça da falecida como forma de repelir as forças policiais.

Depois de a ter usado como arma de defesa, o muçulmano atirou a cabeça da esposa do telhado onde se encontrava para o meio da estrada. Enquanto se encontrava ainda no telhado ele foi agarrado e levado para custódia.

Os policias entraram no apartamento - localizado no distrito de Kreuzberg(Alemanha) - e depararam-se com o corpo desmembrado da esposa e com os 6 filhos com idades compreendidas entre os 9 meses aos 10 anos.

Em relação às crianças, uma das vizinhas declarou:

Elas [as crianças] encontravam-se num estado terrível. Ele obrigou-as a observar o processo todo à medida que ela a matava e a cortava em pedaços.
Os vizinhos alertaram a polícia nas horas iniciais da manhã depois de terem ouvido gritos provenientes do apartamento. Não se sabe o que causou a contenda.

As crianças foram colocadas sob observação psiquiátrica enquanto o pai era acusado de assassínio.

Vizinhos perturbados com o que estava a acontecer, cobriram a cabeça da mulher com um saco azul até que a polícia a removeu da rua.

Fonte

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Pequeno pormenor que o Daily Mail se "esqueceu" de falar é que o muçulmano gritava "Allah akbar" [Alá é o maior] à medida que matava e desmembrava a mãe dos seus seis filhos. Ou seja, este muçulmano acreditava que o que estava a levar a cabo agradaria ao seu deus Alá.

O que é que o levou a pensar assim?


sexta-feira, 23 de março de 2012

Neozelandesa descobre o quanto vale uma mulher no islão

Chicoteada com um chicote para escravos, esfaimada e marcada no corpo, Sharon Churchill acredita que ainda seria refém do seu marido egípcio se não fosse a intervenção duma equipa de diplomatas da Nova Zelândia.

A mulher de 41 anos sofreu abuso emocional e espancamentos por parte do marido durante um período de 5 meses - marido esse que ela a dada altura qualificou comoo amor da sua vida - e começou a dormir com um tubo de aço como forma de se proteger.

No entanto, no dia 14 de Fevereiro , com a ajuda da embaixada no Cairo, ela fugiu da prisão a que estava submetida e avisou outras mulheres dos perigos em torno dos romances de verão.

Em cartas enviadas ao Primeiro Ministro e a outros políticos, a Sharon credita os diplomatas por terem salvo a sua vida operando em união com as autoridades egípcias.

Sem surpresa alguma, o marido nega as acusações afirmando que ele nunca agrediu a sua esposa e que os problemas no relacionamento eram da responsabilidade dela.

Nos outros países os homens sentem que as mulheres não os respeitam e eu vi isso nela. Não é culpa minha.
Falando pela primeira vez depois de regressar a casa, ela afirmou que se encontrava ainda em recuperação física e emocional. Para além disso, ela perdeu cerca de $30,000.
Houve dias em que eu não tinha água ou comida. Perdi 12 quilos em seis semanas. Foi uma altura de semi-estarvação .

Numa noite infernal de Fevereiro, temendo pela sua vida, a Sharon dormiu no telhado armada com uma tubo de aço.

Ele veio com um chicote egípcio usado para escravos e bateu-me com ele. Fez golpes nos meus braços e as minhas pernas ficaram severamente marcadas. Gritei "Ajudem-me!" mas ele disse "Ninguém te vai ajudar!". Sabia que ele me mataria antes de me libertar

A senhora Churchill tem alguns conselhos para as mulheres que pensem em ter romances no médio oriente:

Tenham os vossos casos, mas não entrem numa relação. Mal vocês estabelecem um contrato de casamento, tornam-se propriedade dele.
* * * * * * * * *

Que conselho tão idiota. Recomendar "romances" com homens que tem uma visão da mulher tão deformada como esta é o pior conselho que podem dar às mulheres ocidentais.

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