Em resposta aos vídeos dos seus pais, apelando para que ele voltasse para casa, Pechyonkin colocou online o seu próprio vídeo, afirmando que ele seguia a vontade de Alá e que não voltaria para trás.
Num apelo gravado em Março do ano passado, o seu pai, Nikolai, admoestou o seu filho para que este "largasse as armas", antes que ele se tornasse num "terrorista".
A sua mãe Fanaziya disse que também ela era muçulmana, e implorou ao seu filho que ele se abstivesse de violencia:
Fonte
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A mãe de Pechyonkin não acredita que Alá [isto é, Maomé] ordene que os maometanos matem pessoas. Aparentemente ela nunca chegou a ler o Alcorão que define como muçulmanos aqueles que "matarão e serão mortos":
O paramédico Pavel Pechyonkin levava uma vida normal na Rússia até ao dia em que se converteu ao Islão, mudou o seu nome para Ansar ar-Rusi, e concluiu que Alá queria que ele combatesse os kuffars (descrentes). De onde foi que Pechyonkin obteve a ideia maluca de que Alá queria que ele combatesse os kuffars? Certamente que não foi do Alcorão, que repetidamente ordena os maometanos que lutem contra os kuffars:
9.73 . Ó Profeta, combate os incrédulos e os hipócritas, e sê implacável para com eles! O inferno será sua morada. Que funesto destino!
9.123 . "Ó fiéis, combatei os vossos vizinhos incrédulos para que sintam severidade em vós; e sabei que Deus está com os tementes."
Sabemos a partir dos políticos e dos média Ocidentais que nenhum maometano leva estes versículos a sério, e como tal, o que levou Pechyonkin a levar os seus actos de violência permanecerá um mistério que nunca será resolvido.
Nunca mesmo. Certo?....Certo?!






