MITOS ISLÂMICOS

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segunda-feira, 20 de abril de 2015

Terrorismo islâmico na Austrália...outra vez.

Por Bill Muehlenberg

Está a passar a ser uma rotina, agora, tal como ne Inglaterra e em muitas partes da Europa: mais um ataque planeado pela religião pacífica; mais um grupo de repostas dhimmi; e mais cabeças enterradas na areia. Desta vez foi mais um incidente assustador em Melbourne. Por esta altura, todos os Australianos já têm que estar cientes do macabro ataque terrorista e sanguinário planeado para um dia especial: Dia Anzac day. Uma agência noticiosa reporta a história desta forma:

A polícia contra-terrorista alegou que dois dos cinco homens que eles prenderam numa operação  no Sábado de manhã, planeavam um ataque inspirado pelo Estado Islâmico nas cerimónias do Dia Anzac. Sevdet Besim, de 18 anos e de Hallam, foi acusado de conspirar para cometer um acto terrorista e apareceu no Melbourne Magistrates Court. Ele não pediu fiança e permanecerá em custódia até à próxima Sexta-Feira. No entanto, os advogados de defesa disseram que Besim irá, mais tarde, pedir fiança.

Um segundo homem. de 18 anos e proveniente de Hampton Park, foi também preso devido a ofensas relacionadas com o terrorismo durante esta manhã, e durante uma importante operação anti-terrorismo. Um terceiro homem foi também preso devido a infracções legais relacionadas com armas, e dois outros homens estavam em custódia a ajudar a polícia com as suas averiguações depois de terem sido emitidas 7 ordens de vistoria. Três dos cinco homens aprisionados foram feridos durante a operação.

Embora algumas fontes noticiosas foram fortemente pressionadas para minimizar a óbvia ligação islâmica, nós ainda temos líderes e políticos completamente ignorantes ou a agirem como dhimmis e a mentirem descaradamente em relação a isto. Tomemos como exemplo as idióticas e totalmente inúteis declarações do Premier Victoriano, Daniel Andrews:

Estas pessoas que foram presas hoje não são pessoas de fé, não representam cultura alguma em particular. Isto não é um assunto relativo à forma como rezam ou onde nasceram - isto não é nada disso. Isto é maligno, nada mais.

Como assim, isto não está relacionado com a fé? Como assim isto não faz parte de cultura alguma? Como assim isto não tem nada a ver com a forma como rezam? (...) Um aviso para o Andrews: é precisamente devido a pessoas sem coragem e apaziguadores como tu que estamos a ter este tipo de problemas. É precisamente devido a pessoas como tu e muitas outras que se recusam a identificar o problema que continuamos a ter que lidar com estes ataques planeados. É precisamente porque tu vives no reino da fantasia, e não o planeta Terra, que tu continuas a fazer estas declarações completamente idióticas e perigosas.

Porque é que ele não presta atenção às pessoas que trabalham de perto com ele, em vez de repetir mentiras? Ele pode começar por prestar atenção ao Comissário Chefe Interino Tim Cartwright, que diz:

Sem surpresa alguma, isto foi inspirado pelo Estado Islâmico, e sou de opinião de que, de alguma forma, a maior parte destas actividades pode ser rastreada até ao Estado Islâmico no Iraque na Síria.

E estes cinco adolescentes eram  conhecidos associados do suspeito de terrorismo de Melbourne Numan Haider. Este é, claro está, o terrorista adolescente Abdul Numan Haider que levou a cabo um acto terrorista numa estação policial de Melbourne em Setembro de 2014, armado com duas facas e uma bandeira do Estado Islâmico. Ele foi morto pela polícia.

Mas, hey, quem somos nós que isto estava de alguma forma relacionado com o islão?  "Abdul" é um nome comum e pode muito bem referir-se a um professor de Escola Dominical Baptista. Não podemos ser rápidos a fazer algum tipo de julgamento. E, quem sabe? - é possível que haja diáconos presbiterianos a andar por aí com facas e com bandeiras do Estado Islâmico.

O mesmo pode ser dito destes cinco. Que somos nós para afirmar que isto está de alguma forma relacionado com a fé - e especialmente a fé islâmica? É bem provável que eles sejam lobos solitários, e eles podem muito bem ser Budistas. Ou podem ser membros da comunidade Amish. 

Como é que podemos ter a certeza de que eles têm algum tipo de relação com o islão? E, mais ainda, só porque se ficou a saber que um certo número de homens presos ontem frequentavam o centro de estudo "Al Furqan Islamic" em South Springvale, isso não quer dizer nada. Eles podem até ser Anglicanos devotos com problemas de leitura ou com problemas nos olhos, o que os levou a pensar que o centro de estudo Al Furqan Islamic era, na verdade, o centro de estudo Anglican Bible.

Mas e se todos os terroristas que temos tido que lidar na Austrália forem todos muçulmanos? E se a religião islâmica claramente ensina nos seus escritos santos que a matança dos infiéis é um dos maiores deveres do o muçulmano pode levar a cabo? E se eles seguem um líder islâmico que um chefe militar que pessoalmente levou a cabo numerosos actos de terror - matando e derramando sangue? E se o muçulmano devoto for aquele que segue o exemplo de Maomé fielmente? E se a única garantia que o muçulmano tem de entrar no céu islâmico, e obter as suas virgens, for lutando pela causa de Alá, matando infiéis?

Embora nós tenhamos líderes desmiolados e políticos ineptos que tropeçam uns nos outros nos seus esforços de exonerar o islão, e para, de facto, defender o islão apesar da montanha de evidências que se encontra bem à sua frente, algumas pessoas não estão assim tão enganadas, e elas estão dispostas a falar a verdade sobre isto.

Um colunista de Melbourne com o nome de Andrew Bolt é uma das poucas vozes a ser ouvidas em relação a isto que não se encontra estrangulada pelo Politicamente Correcto e pela islamofilia. A sua coluna de hoje está 100% certa. Permitir que alguém e todos entre no nosso país tem sido uma política desastrosa, e estamos agora a pagar o preço disto. Ele escreve:

Acuso a classe política da Austrália pelo crime, Por deliberadamente terem colocado em risco a vida dos Australianos. Eles - com muita ajuda dos média - colocaram os Australianos em perigo através de anos de imigração imprudente e políticas e asilo. E isto causou o que vimos no Sábado - a polícia anti-terrorismo em Melbourne a prender mais cinco jovens de famílias muçulmanas, dois deles alegadamente por planearem ataques contra a polícia no Dia Anzac.

Ele salienta algumas verdades inconvenientes em torno da identificação religiosa:

A maior parte dos muçulmanos quer a paz, mas os factos permanecem. Dos 21 Australianos já presos por violações associadas ao terrorismo, todos são muçulmanos, e a maior parte deles nasceu fora do país. A maior parte dos outros são filhos de imigrantes que vieram de países muçulmanos. A isso, acrescente-se o seguinte: cerca de 150 muçulmanos Australianos alistaram-se junto de grupos islâmicos bárbaros do Médio Oriente, principalmente o Estado Islâmico. Outros 100 Australianos que se cria estarem em vias de se alistarem viram os seus passaportes confiscados, e 200 foram retirados dos aviões.

Entretanto, a ASIO está a investigar 400 outros casos envolvendo ameaças islamitas. Isto é uma surpreendente colheita de perigo proveniente da comunidade muçulmana que se encontra aqui, e que são menos de 500,000 pessoas. Compare-se: temos mais de 400,000 Budistas, no entanto nenhum Budista foi condenado por violações associadas ao terrorismo, e nenhum Budista disparou sobre reféns num café em Sydney em nome da sua fé.

Há algo inquestionavelmente diferente no islão, ou pelo menos na forma como essa fé é interpretada.

Há também outro perigo: pelo menos cinco proeminentes jornalistas Australianos e cartonistas foram sujeitos a ameaças de morte por parte de islamistas, o que requereu dois ou mais que se mudassem das suas casas. Se por acaso se questionam do porquê tão poucos jornalistas falarem destes assuntos, eis aí uma pista. Mas com o perigo tão óbvio, chegou o momento de identificar as pessoas que tão cegamente nos expuseram ao mesmo.

A isto, eu digo um sentido "amén". Há algo diferente em relação ao islão (...). Ate nós acordarmos para a realidade do islão, continuaremos a ter ataques terroristas a serem planeados neste país. E, infelizmente, nem todos eles serão descobertos a  tempo. Até nós paramos de mentir em relação ao islão e como ela é uma ideologia política banhada em sangue, nunca iremos estaremos em segurança, nunca estaremos seguros, e nunca seremos poupados destes planos terroristas.  Chegou a hora de acordar e enfrentar a realidade.

Temos também enfrentar a verdade sobre as políticas falhadas do multiculturalismo. O multiculturalismo tem sido a causa maior dos nossos problemas porque os nossos líderes recusaram-se a admitir a verdade de que nem todas as culturas são iguais. Algumas culturas são bárbaras; bárbaras, sanguinárias e do século 7, o que as torna totalmente incompatíveis com as democracias do século 21. Mais ainda, quando uma seita religiosa e ideologia política diz que tenciona matar-te, nós temos mesmo que fazer oposição e ficar alerta. A verdade simples é que não é possível coexistir com uma cultura que diz que tem planos para te matar. 

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Homem que atacou polícias era um francês convertido ao islão

O homem que sábado foi morto pela polícia francesa, depois de agredir vários agente com uma faca, era um francês convertido ao islão. Na sua conta de Facebook exibia uma bandeira do Estado Islâmico.

Bertrand Nzohabonayo, de 20 anos, nasceu no Burundi, mas era um cidadão francês que, recentemente, se converteu ao islão, passando a chamar-se Bilal.

O jovem entrou na esquadra de polícia de Joué-lès-Tours, no oeste de França, no sábado, e feriu no rosto um dos polícias que estavam à entrada e depois mais dois, até ser abatido pelos agentes.

«[Bertrand Nzohabonayo] gritou `Alá é grande desde que entrou até ser morto´», disseram as fontes consultadas pela agência France Presse, que afirmaram que o inquérito à investigação passou para as mãos do departamento antiterrorista da Procuradoria francesa.

Atualmente, mais de 1200 franceses ou pessoas que moram em França estão associados a redes jihadistas ligadas à Síria ou ao Iraque, número que duplicou desde o início do ano. 

- Fonte

domingo, 21 de dezembro de 2014

Taqiyya, Dhimmitude e o Terrorismo em Sydney

Por Bill Muehlenberg

Tornou-se agora bem claro que os meios de comunicação mainstream têm uma aliança total com o islão, o que lhes impede de publicar algo contrário à essa "religião",  preferindo em lugar disso aceitar sem questionar tudo aquilo que os apologistas islâmicos lhes dizem. Estas pessoas encontram-se num perfeito estado de dhimmitude, o que permite que o islão tenha um controle total na cobertura da crise de reféns em Sydney.

Por todos os média "lamestream"  [ed: jogo de palavras com a palavra "lame" e "mainstream"] estão a ser exibidos apologistas atrás de apologistas sem que haja uma voz contrária. Em tempos idos, os jornalistas buscavam por factos, faziam as perguntas difíceis, e disponibilizavam todos os lados dum debate. Hoje, parece que os MSM [média "mainstream"] decidiram que o islão está sempre certo, que os críticos estão errados, e que não pode existir qualquer tipo de cobertura negativa do islão.

Tenho estado totalmente estarrecido com os estúpidos dhimmis que estão a fazer todos os possíveis para promover o islão e propagar a sua mensagem. Pode-se perguntar de modo sério se a maioria dos MSM se encontram totalmente sob o controle do islão visto que eles são totalmente incapazes de fazer uma reportagem objectiva, preferindo em seu lugar repetir o que os seus senhores muçulmanos lhes dizem para reportar.

Temos que levar em contra que dentro da doutrina islâmica é permitido usar dissimilitude e a decepção junto dos infiéis se isto servir para avançar com a causa islâmica; isto tem o nome de taqiyya, e não só parece estar a ser usada com regularidade crescente, como parece que os tolos presentes dentro do MSM acreditam nela. Durante os últimos dias vimos isto em proporções gigantescas quando vimos e ouvimos vários líderes muçulmanos a afirmar que a bandeira usada durante a crise de reféns é uma bandeira amigável, com uma mensagem genérica sobre Deus.

Claro que o texto presente nessa bandeira é a shahada, o credo islâmico que todos os maometanos têm que professar como o primeiro pilar do islão. Para além disso, esse é também o texto encontrado em muitas bandeiras de grupos terroristas e bélicos islâmicos. Uma bandeira como esta significa a tomada dum território e o estabelecimento do domínio do islão. Mas não só os média crédulos aceitam o que quer que os líderes islâmicos lhes dizem, como estes mesmos média parecem ter conseguido encontrar todos os líderes muçulmanos do país.

Mas para se ver o quão profunda é a deplorável dhimmitude das elites mediáticas, imaginemos por um momento o que estaria a acontecer por agora se o homem que retém os reféns fosse um professor de Escola Dominical Presbiteriano, agitando no ar uma Bíblia e cantando hinos Cristãos. As agências mediáticas estariam a repetir a palavra "C" ["Cristão"] ad infinitum e ad nauseam, e estariam a alegar que certamente que havia chegado a hora de reprimir esta religião maligna - que é tão intolerante, odiosa e fanática.

Acham mesmo que os média iriam apresentar dúzias de apologistas Cristãos a afirmar que esta pessoa é maluca, extremista, e que de maneira alguma ela está de acordo com os ensinamentos Cristãos? Claro que não. Em vez disso, eles iriam exibir um ateu e humanista secular a seguir a outro a atacar o Cristianismo. Seriam feitos apelos para uma maior monitorização de todas as pregações das igrejas, de todas as escolas Cristãs, e de todos os sites Cristãos. Um site como o meu certamente que seria alvo de ataques e a liberdade para se propagar o Evangelho seria corroída ainda mais; dito de outra forma, estaria aberta a época de caça ao Cristianismo.

Mas como quem fez isto foi um muçulmano, todo o foco dos MSM é avançar com a filosofia politicamente correcta de que este acto em Sydney de maneira alguma está relacionada com o islão. Deixemos de lado as credenciais islâmicas do tomador de reféns.

O tomador de reféns.

Sabemos hoje que o raptor é um refugiado Iraniano de 49 anos chamado Man Monis, e tem um passado sombrio no seu país de origem - algo que torna ainda mais notável o facto dele ter recebido autorização para entrar na Austrália. Ainda ontem [14 de Dezembro] ele postou online o seguinte:
O islão é a religião pacífica e é por isso que os muçulmanos lutam contra a opressão e o terrorismo dos Estados Unidos e do seus aliados incluindo a Inglaterra e a Austrália. Se ficarmos silenciosos perante os criminosos nunca poderemos ter uma sociedade pacífica. Quanto mais e combate o crime, mais pacífico se fica. O islão quer a paz na Terra, e é por isso que os muçulmanos querem acabar com o terrorismo da América e dos seus aliados. Quando falamos contra o crime, tomamos um passo na direcçâo da paz.
Há dois meses atrás uma notícia em torno dele dizia o seguinte:
Um homem de Sydney que enviou mensagens ofensivas às famílias dos soldados Australianos mortos foi acusado de mais 40 acusações de indecências e violência sexual relacionadas ao tempo em que ele passou omo "líder espiritual". Man Haron Monis, de 49 anos, foi preso em Abril último por detectives da polícia de crimes sexuais e acusado por indecência e agressão sexual duma mulher em 2002 e em Sydney Ocidental. Durante o seu aparecimento no tribunal em  Penrith na passada Sexta-Feira, ele foi acusado com ofensas adicionais, incluindo 22 instâncias de agressão sexual agravada e 14 instâncias de atentado violento ao pudor agravado relativo a seis outras mulheres.
Uma notícia de hoje diz o seguinte:
Monis nasceu com o nome Manteghi Bourjerdi e fugiu do Irão para a Austrália em 1996, onde mudou o nome para Man Haron Monis e assumiu o título de Xeque Haron. 
Ele obteve atenção mediática no passado devido à campanha das "mensagens de ódio" onde ele protestava a presença de tropas Australianas no Afeganistão. 
Durante essa campanha, ele e o seu parceiro Amirah Droudis postaram mensagens de ódio dirigidas às famílias dos soldados Australianos mortos. 
A família de Brett Till, soldado Australiano morto por uma bomba na estrada em 2009, foi apenas uma das que recebeu as cartas.

Por todo o MSM os apologistas islâmicos alinham-se para nos garantir que de maneira nenhuma Monis está relacionado com o islão, e que nós podemos voltar à nossa vida normal com nada com que nos preocupar. A hipnose em massa e a decepção em massa parecem ter tomado conta de todos nós. Nós somos, actualmente, uma nação de zombies que realmente acreditam que um muçulmano a aterrorizar infiéis em nome do islão de maneira alguma está relacionado com o islão.
Quando nos recusamos a identificar o inimigo já perdemos a guerra.



domingo, 16 de novembro de 2014

O terrorismo dos grupos islâmicos está acordo com o exemplo de Maomé?

Por Raymond Ibrahim

Qual é a relação entre o Estado Islâmico, EIIL, com o Islão? A resposta da maioria dos políticos ocidentais é: “Nenhuma.” O presidente dos Estados Unidos, Barack Hussein Obama, declarou de forma firme que o Estado Islâmico não é "Islâmico". Devido a isto, convém perguntar: o que é e o que não é islâmico?

O processo tradicional - a resposta islâmica - é o seguinte: O que é que os textos centrais e as escrituras islâmicos dizem sobre o ponto em questão? Será que o Alcorão, tido pelos muçulmanos como livro que contém os comandos literais de Alá, apela ou justifica o ponto em questão? Será que os textos das hadiths e das siras - que alegam conter os ditados e os actos do profeta de Alá, que o Alcorão coloca como exemplo a ser emulado pelos muçulmanos (Alcorão 33:21) - apelam ou justificam o ponto em questão?

Se ainda permanecer alguma ambiguidade, o próximo passo é: qual é o consenso (ijma) entre as autoridades principais do mundo islâmico em relação a isto? Neste ponto, é comum termos que nos voltar para as tafsirs, as exegeses dos homens mais eruditos dentro do islão - a ulema - e levar em contra as suas conclusões. O próprio Maomé alegadamente disse que "a minha umma [nação islâmica] nunca está de acordo em relação a um erro."

Por exemplo, o Alcorão ordena aos crentes que respeitem as rezas; conformemente, todos concordam que os muçulmanos têm que rezar. Mas o Alcorão não específica o número de vezes. No entanto, nas hadith e na sira Maomé deixa bem claro que se deve rezar cinco vezes por dia, e a ulema, havendo considerado tais textos, concorda que os muçulmanos têm que rezar cinco vezes por dia. Logo, certamente que rezar cinco vezes por dia é um acto islâmico.

Embora os políticos Ocidentais e os apologistas islâmicos Ocidentais prontamente aceitem tal metodologia para determinar o que é islâmico - as rezas estão no Alcorão, Maomé esclareceu a sua implementação nas hadith, e a ulema está de acordo em relação a isso - sempre que a questão lida com coisas que colocam o islão sob "má luz" segundo as sensibilidades [esquerdistas] Ocidentais, então a abordagem-padrão mencionada em cima, criada para se estabelecer o que é islâmico, é totalmente ignorada.

Consideremos alguns dos actos mais extremos cometidos pelo Estado Islâmico - decapitações, crucificações, escravizações, predação sexual, massacres, e a perseguição de minorias religiosas - e testá-las à luz da tradicional metodologia islâmica . Iremos analisar se estes actos  estão de acordo com o critério islâmico, especialmente dentro do contexto da jihad - que tem a sua própria regra de conduta.

Decapitações

O Estado Islâmico decapita os "Infiéis" - incluindo mulheres e crianças. Este aspecto do Estado Islâmico provocou o horror um pouco por todo o mundo, mas o que eles fizeram é islâmico ou não? O Alcorão apela para a decapitação dos inimigos do islão, especialmente dentro dum contexto bélico, ou jihad:

"E quando vos enfrentardes com os incrédulos, (em batalha), golpeai-lhes os pescoços, até que os tenhais dominado, e tomai (os sobreviventes) como prisioneiros." (47:4)

Outra ayah declara:
"E de quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois, aos fiéis! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!" (8:12).
E em relação ao outro critério - o exemplo do "profeta" e o onsenso da umma -  Timothy Furnish, autor do ensaio de com o título de “Beheading in the Name of Islam,” escreve:
A práctica da decapitação de cativos não-muçulmanos remonta até ao tempo do profeta. Ibn Ishaq (d. 768 C.E.), o mais antigo biógrafo de Moamé, registou a forma como o profeta ordenou a execução através da decapitação de 700 homens da tribo Judaica de Banu Qurayza em Medina por uma alegada conspiração contra ele. Os líderes islâmicos desde os tempos de Maomé até aos dias de hoje seguiram este modelo. Exemplos de decapitações, tanto dos vivos como dos mortos, dentro da história islâmica são uma miríade. (...) Durante séculos os principais estudiosos interpretaram este versículo [47:4, o versículo da decapitação] de forma literal. (....) Muitas interpretações recentes permaneceram consistentes com aqueles de há mais de mil anos atrás.
Crucificações

Com regularidade, o Estado Islâmico crucifica pessoas inocentes; os órgãos de informação mainstream alegam que até a al-Qaeda está “chocada” com tal comportamento. No entanto, o Alcorão declara na sura 5:33 o seguinte:
O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo.
Consequentemente, as crucificações são comuns por toda a história islâmica. Depois do "profeta" do islão ter morrido em 632 [envenenado por uma mulher judia], muitos Árabes foram acusados de apostasia. O primeiro califa, Abu Bakr, deu então início a uma jihad contra eles e muitos "apóstatas" foram crucificados como um exemplo para os demais. No livro Witnesses For Christ: Orthodox Christian Neomartyrs of the Ottoman Period 1437-1860, a crucificação é listada como uma das muitas formas através das quais os Cristãos foram executados pelos muçulmanos Turcos. 

Mais dramático ainda, no seu livro de memórias Ravished Armenia, Aurora Mardiganian descreveu a forma como observou 16 raparigas crucificadas e os abutres a comerem os seus corpos mortos - tudo isto no início de século 20 e na cidade de Malatia:
Cada uma das raparigas havia sido pregada à cruz viva, cravos espetados nos pés e nas mãos..... Só o seu cabelo, agitado pelo vento, cobria os seus corpos.
Mais recentemente, algumas pessoas (incluindo crianças) foram crucificadas pelos auto-proclamados Jihadistas em nome do islão em países tão diversos como a Costa do Marfim e o Iémen.

Escravatura e Violação Sexual

O que dizer da escravatura, especialmente a escravatura de mulheres não-muçulmanas para propósitos sexuais que está a ser levada a cabo pelo Estado Islâmico? Partindo da mais elevada autoridade escritural dentro do islão - o Alcorão -, passando pelo ao maior exemplo comportamental para os muçulmanos - o "profeta" Maomé - e levando em conta a história islâmica e os eventos mais recentes, a escravização sexual das mulheres "infiéis" é um aspecto canónico dentro da civilização islâmica. O Alcorão 4:3 permite que os muçulmanos tenham relações sexuais com "o que tendes à mão", termo categoricamente definido pela ulema como as mulheres "infiéis" capturadas durante a jihad.

O próprio "profeta" do islão manteve concubinas conquistadas durante a jihad, e teve relações sexuais com elas. Uma mulher Judia com o nome de Safiya bint Huyay foi dada em "casamento" a Maomé imediatamente após o seu pai, o marido e os irmãos terem sido chacinados pelos muçulmanos durante o raid à sua tribo. Maomé tomou-a como despojo de guerra depois de ficar a saber da beleza da jovem mulher. Sem surpresa alguma, ela mais tarde confessou, "De todos os homens, aquele que eu mais odiava era o profeta uma vez que ele matou o meu marido, o meu irmão, e o meu pai" pouco antes de ter "casado" (ou, menos eufemísticamente, "violado") com ela.

Khalid bin Walid - a "espada de Alá" e herói para todos os que aspiram a ser jihadistas - violou outra mulher conhecida pela sua beleza no campo de batalha, com o nome de Layla, pouco depois de ter cortado a cabeça "apóstata" do seu marido, a ter incendiado, e ter cozinhado o seu jantar sobre esse fogo.

Massacres

O que dizer dos massacres em larga escala? Neste video, o Estado Islâmico parecer reunir, humilhar e marchar centenas de reféns masculinos (cujo número disponibilizado é o de 1400) para as suas trincheiras, onde o Estado Islâmico procede disparando contra a cabeça de cada um - ao mesmo tempo que a bandeira negra do islão é agitada.

O próprio "profeta" ordenou o massacre cruel de "infiéis"; depois da batalha de Badr, onde Maomé e os primeiros maometanos prevalecerem sobre os seus inimigos, Maomé ordenou a execução de alguns dos reféns. Quando um dos reféns, com o nome de ‘Uqba, implorou a Maomé para poupar a sua vida, perguntando "Mas, Ó Maomé, quem irá olhar pelos meus filhos?", o "profeta respondeu, “o inferno.”

Ainda mais conhecida é a ordem de Maomé para a execução de aproximadamente 700 homens Judeus da tribo de Banu Qurayza. Segundo a descrição da sira, depois da tribo Judaica se ter rendido depois do cerco, Maomé ordenou que todos os homens fossem levados para onde valas haviam sido escavadas, onde prontamente ele os decapitou - tal como o Estado Islâmico marchou e executou as suas vítimas nas trincheiras tal como observado neste video.


Dhimmitude

O Estado Islâmico é também responsável por ressuscitar uma distinta instituição islâmica que foi banida no século 19, graças à intervenção das forças coloniais: a “dhimmitude.” O estabelecimento da dhimmitude é a práctica de exigir um tributo (jizya) da parte dos Cristãos e Judeus conquistados, e sujeitá-los a uma vida de cidadãos de terceira categoria. Ambos os grupos têm que aceitar uma gama de medidas debilitantes e humilhantes: não podem construir ou reparar igrejas, não podem ter sinos nas igrejas ou adorar de forma ruidosa, não podem exibir cruzes, não podem enterrar os seus mortos perto dos muçulmanos, etc.

Estas medidas derivam também dos principais textos islâmicos; o Alcorão 9:29 apela aos muçulmanos que lutem contra "O Povo do Livro" (interpretado como os Cristãos e os Judeus) "até que, submissos, paguem o Jizya". E as Condições de Omar - nomeado segundo um dos "califas piedosos" - explica a forma como eles têm que "se sentir subjugados", que é precisamente o que o Estado Islâmico decretou.

As ulemas do passado e as do presente confirmaram que o Alcorão 9:29 e as Condições de Omar têm o significado literal. Logo, segundo o Sheikh Saudita Marzouk Salem al-Ghamdi, falando durante um sermão de Sexta-Feira:
Se os infiéis vivem entre os muçulmanos, segundo as condições estabelecidas pelo profeta - não há nada de errado com isso, desde que eles paguem o Jizya ao erário islâmico. As outras condições [em referência às Condições de Omar] são .. que eles não renovem a igreja ou o mosteiro, não reconstruam as que foram destruídas ... que dêem o seu lugar aos muçulmanos, se estes se quiserem sentar .... que não exibam a sua cruz, que não façam soar os sinos da igreja, que não levantem as suas vozes durante as suas orações ..... Se eles violarem estas condições, eles ficam sem protecção.
É falso afirmar, como o fez o presidente Obama, que o Estado Islâmico "não é islâmico". Na realidade, até os detalhes mais bárbaros - incluindo a exibição pública dos mutilados corpos dos "infiéis", rindo e posando com as suas cabeças decapitadas - têm o apoio no Alcorão e nas histórias em torno do "profeta".

É desonesto aceitar a metodologia da jurisprudência islâmica - "X faz parte do Alcorão, das hadith, das sira, e é isso consensual entre a ulema?" - só para rejeitar essa mesma metodologia sempre que X coloca o islão sob "má luz". Dentro do contexto da jihad, tudo o que o Estado Islâmico está a fazer - decapitações, crucificações, massacres, escravizações e subjugação de minorias religiosas - está de acordo com o islão, e desde logo, são actos islâmicos.

Fonte: http://bit.ly/1Df83vt

sábado, 8 de novembro de 2014

O propósito da "caridade" islâmica

Por Sharyl Attkisson

Pela primeira vez, detalhes surpreendentes sobre os milhões de dólares canalizados para as agências de caridade do Médio (para terroristas islâmicos e para as suas famílias) estão a chegar ao conhecimento público. Entre 2000 e 2005 o dinheiro foi usado para recompensar os terroristas e as suas famílias depois de ataques a Israelitas e Americanos que se encontravam em visita a Israel.

As evidências foram apresentados hoje durante um caso histórico que ocorreu no tribunal federal de Nova York. Trezentos Americanos alegam que o Arab Bank propositadamente providenciou serviços financeiros a terroristas e aos seus financiadores, uma clara violação da lei anti--terrorismo dos Estados Unidos. O Arab Bank responde, dizendo que não serviu os terroristas conscientemente.

Os documentos do Arab Bank revelam um elaborado sistema dentro do qual Amã, a sede na Jordana do Arab Bank, serviu como ponto central. Alguns Israelitas referem-se ao banco como o "Grand Central Station do financiamento terrorista".  Por exemplo, documentos do banco alegadamente mostram que uma dúzia de caridades do Médio Oriente com ligações ao grupo terrorista Hamas bem como a outros grupos radicais islâmicos, transferiram $32 milhões para o Arab Bank durante a segunda intifada. O dinheiro era alegadamente entregue às famílias dos suicidas bombistas bem como a outros palestinos que se haviam envolvido em actos de terrorismo contra os Judeus.

Outra agência de caridade, a Saudi Committee for the Support of the Intifada al Quds, enviou quase $100 milhões através do Arab Bank. A análise dos queixosos aos registos do banco indicam que $32 milhões dos $100 milhões foram distribuídos como pagamentos em numerário aos "mártires" e às suas famílias, incluindo as famílias dos bombistas suicidas, e o resto foi distribuído entre outras agências de caridade controladas pelo Hamas.

Segundo evidências hoje apresentadas pelos queixosos, e tendo como base os documentos do banco, as famílias dos bombistas suicidas receberam $5,300 em pagamentos, cerca de quatro vezes mais do que rendimento médio anual dos palestinos (~ $1,600).  Se o mártir acabasse ferido mas vivo, ele receberia $2,655. Se o mártir fosse preso e encarcerado, a sua família receberia $1,325. Os recipientes simplesmente apresentavam-se na filial do Arab Bank, mostravam a identificação e recebiam o dinheiro.

Segundo a lei anti-terrorismo, é ilegal os bancos levarem a cabo negócios com entidades designadas como terroristas ou grupos que eles saibam ou tenham motivos para acreditar que tenham ligações com actividade terrorista. É neste ponto que as duas partes entram em rota de colisão.

Na sua declaração inicial, o advogado do Arab Bank disse aos jurados que o Saudi Committee era um grupo humanitário legítimo e que nunca havia sido designado pelos Estados Unidos como organização terrorista. O Arab Bank alegou também que qualquer negócio que tenha sido levado a cabo com terroristas ou com grupos terroristas era limitado em natureza, e, devido aos erros de escrita ou erros de averiguação, totalmente não-intencionais.

Em 2005 o Arab Bank chegou a um acordo extra-judicial em relação a uma investigação levada a cabo pelo U.S. Treasury Department devido a alegações de lavagem de dinheiro e financiamento de terrorismo pagando uma multa de $24 milhões sem no entanto admitir ter feito qualquer infracção. Os queixosos do julgamento em Nova York buscam compensações e penalidades financeiras junto do Arab Bank.


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Seria interessante ver os líderes Ocidentais a levar mais a sério a questão da lavagem de dinheiro levada a cabo por agências de "caridade" islâmicas. Uma coisa, no entanto, é bem óbvia: em qualquer situação, é seguro afirmar que o lado do mal é aquele que disponibiliza elevadas somas de dinheiro às famílias de pessoas que explodem bombas em locais onde estão mulheres e crianças.


sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Muçulmano esfaqueia irmã por não usar o hijab

Homem de Pankisi Gorge esfaqueou a sua irmã no peito com uma faca por esta se recusar o hijab. A polícia local declarou que o irmão, de 35 anos, infligiu 7 ferimentos na sua irmã de 33 anos. Pankisi Gorge encontra-se no nordeste da Geórgia e a maioria da população local pertence aos Kists, um subgrupo de Chechenos aderente da variante sunita do islão. A mulher ferida foi alvo de cirurgia de emergência no hospital local, enquanto que o seu irmão foi preso e se encontra actualmente sob investigação por tentativa de homicídio.

A mulher esfaqueada trabalhou por muitos anos como oficial da polícia na delegacia de Duisi mas deixou esse posto em Fevereiro para começar a trabalhar na administração da escola local. Segundo alguns locais, a mulher deixou a polícia sob pressão do irmão. Nesta pequena mas extremamente unida comunidade nem os familiares nem os parentes estão dispostos a tecer comentários em torno deste assunto. Segundo algumas notícias, o irmão sofre de problemas mentais.

Pankisi Gorge, que tem cerca de 7,000 Kists, assistiu durante as últimas duas décadas a propagação do islão radical – Wahhabismo, ou Salafismo, especialmente entre os jovens - que está gradualmente a tomar o lugar do islão tradicional. Isto causa conflictos entre as gerações mais antigas e as mais novas visto que as gerações mais antigas seguem o adat,  um código de conduta islâmico mais tradicional e mais moderado, presente em muitos grupos étnicos do Cáucaso.

Este conflicto veio à tona em Duisi, o centro administrativo do vale de Pankisi, onde os muçulmanos moderados e os radicais frequentam mesquita distintas. Por volta de Dezembro de 2013, os mais idosos disseram que entre 80 a 90% dos jovens seguem o Wahhabismo, o que é a sua maior preocupação. Em Duisi, havia também uma prevalência de jovens barbudos, vestidos com um estilo especificamente ortodoxo.

Embora muitas pessoas tenham um estilo de vida mais moderado, a ascenção do radicalismo é bem visível e a proeminência de homens Pankisi entre os escalões mais elevados dos terroristas do Médio Oriente é prova disso. Alguns dos líderes islamitas mais infames entre os grupos actualmente em actividade no Médio Oriente são de Pankisi Gorge. Um deles, Tarkhan Batirashvili, também conhecido como Umar al-Shishani, lidera uma das facções militares do Estado Islâmico na Síria, embora também participe de modo activo nas hostilidades no Iraque.

Outro islamita que também é de Pankisi Gorge é Murad (Muslim) Margoshvili, também conhecido como Muslim al-Shishani, comandante do grupo Junud al-Sham, afiliado à frente al-Nursa, ramo oficial da al-Qaeda na Síria e designado pelos Estados Unidos como grupo terrorista. Não existem dados oficias do número de Kists de Pankisi que estão a lutar no Médio Oriente; segundo alguns dados, o número vai de "varias dúzias" a "centenas".

Segundo a  Kakheti Information Center (ick.ge), seis homens de Pankisi já morreram na Síria até agora. Um deles era o proeminente comandante de campo Ruslan Machalikashvili, isto é, Seyphullah al-Shishani que em Fevereiro último foi atingido por um morteiro (ver vídeo).


Fonte da Noticia: http://bit.ly/10waeg4

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Decapitações: Quantas pessoas terão que morrer até que o Ocidente abra os olhos?

Ocorreu mais uma horrível decapitação, e não, não foi mais um episódio triste que nos chegou do Iraque ou de qualquer outra parte do Médio Oriente. Esta decapitação ocorreu nos confortáveis subúrbios de Londres. Sim, a mulher foi decapitada por um muçulmano armado com uma faca enquanto ela se encontrava no seu jardim. E a minha maior preocupação é: embora a decapitação da mulher idosa possa não agitar muitas penas, mais pessoas ficarão mais alertas para a barbárie islâmica devido aa facto de alguns gatos terem sido decapitados antes dela. Sim, parece que temos as nossas prioridades na ordem correcta.

Tal como o artigo do Sun começa, "Uma avó foi decapitada no seu jardim ontem por um maníaco com uma faca de mato. O perturbado homem, alegadamente um convertido ao islão, atacou Palmira Silva, de 82 anos, depois de ter decapitado gatos num massacre sangrento."

Obviamente que ambas as coisas são horríveis, mas porque é que temo que a única coisa que acordará o adormecido ocidental não é o facto dela ter sido decapitada mas sim o facto de alguns gatos terem sido decapitados antes dela? Como foi que chegamos a um lugar no nossa civilização onde podemos ficar adormecidos rodeados de maldade, e só acordar quando esse mal acontece à porta das nossas casas?

Ainda ontem escrevi sobre o horrível caso de abuso sexual que ocorreu na Inglaterra, levado a cabo maioritariamente por muçulmanos. Cerca de 1,400 crianças foram torturadas e abusadas sexualmente, e isto foi acontecendo ano após ano porque os falsos deuses do multiculturalismo e do politicamente correcto disseram que não poderíamos usar palavra que começa com um "M".

A Inglaterra, bem como a maior parte do mundo Ocidental, está mais preocupada em não ofender os muçulmanos do que proteger as crianças vítimas da violação e do abuso sexual. Tudo isto devido a esta horrível aliança com o multiculturalismo - um deus fracassado, se é que alguma vez existiu algum. Tal como Mark Steyn disse sobre isto:
Portanto, agora, na Grã-Bretanha multicultural, o negócio do sexo infantil voltou, como parte da rica e vibrante tapeçaria da diversidade - juntamente com o ódio aos Judeus, matanças de honra, e pornografia de decapitações. A solução para as contradições internas do multiculturalismo são:
1) Um estado segurança expandido por David Cameron
2) A prostração universal de Afsun Qureshi perante o islão.
3) Uma diminuição à imigração em massa muçulmana.
Esta última é demasiado óbvia para que qualquer político ocidental alguma vez chegue a propor.

Voltando para a história da decapitação, só recentemente me ocorreu que muitos órgãos dos médias se estão a recusar a usar a palavra "M". Eles estão a jogar pelo seguro, mas isso só significa que teremos mais do mesmo no futuro. Eis a forma como o Daily Mail dá início à sua cobertura:
Mulher que foi encontrada decapitada no jardim traseiro dum subúrbio, depois dum homem "munido com uma faca, ter perdido a cabeça", foi identificada como sendo Palmira Silva, de 82 anos. A vítima, que se crê ser de origem Italiana e ser também conhecida como "Palmela", foi encontrada morta do lado de fora da sua casa em Edmonton, norte de Londres. 
A polícia diz que a matança não está actualmente a ser associada a algum acto de terrorismo e que oficiais especialistas em armas de fogo foram chamados ao local devido a notícias dum homem munido com uma faca que estava a atacar animais... Testemunhas dizem que ele tinha estado a "cortar a cabeça dum gato" à medida que caminhava pela estrada. 
Quando os oficiais chegaram ao local, encontraram a vítima no chã e ela foi declarada morta no local. Os oficiais da polícia encurralaram o homem como forma de o impedir de atacar mais alguém, ao mesmo tempo que evacuavam as casas da Nightingale Road. O homem de 25 anos foi preso sob suspeita de assassinato e encontra-se sob custódia. Ele está também a receber tratamento médico depois de ter sofrido lesões aquando da sua prisão. 
Rickie Benson, um construtor que se encontrava a trabalhar um pouco mais acima na mesma rua, disse: "Ouvi que havia um homem a subir a rua a cortar a cabeça dum gato à medida que caminhava para dentro da casa."
Quando se está numa guerra, temos que identificar o inimigo de forma correcta visto que a nossa recusa em fazê-lo significa que estamos condenados a perder a dita guerra. Se as pessoas estão a fazer coisas totalmente diabólicas no nome do islão, então nós temos que identificar o culpado. Fingir que o islão é uma religião pacífica, e tratá-la como espécie protegida, não ajuda ninguém mas só torna as coisa piores.

Portanto, quer seja o desprezível abuso sexual de crianças ou a decapitação de avós, tudo isto irá continuar a acontecer e a piorar se nos recusarmos a chamar os bois pelos nomes. A verdade mais simples é que o islão não é uma religião pacífica mas sim um ideologia política assassina e uma seita da morte. Quando mais cedo nós pararmos de mentir a nós mesmos, melhor. 

Fonte: http://bit.ly/1rPwuxF.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Maomé: o primeiro "extremista" islâmico

Por Jake Neuman
A "auto-radicalização" é um termo usado com frequência pelos média actuais que se aplica aos extremistas maometanos que se voltam para a violência em nome do islão. É como se aqueles maometanos, que até a dada altura eram pessoas normais e pacíficas, se voltassem subitamente para o caminho da violência por si só, sem qualquer tipo de apelo por parte dum ideial ou indoutrinação exterior. E mesmo que assim fosse, dizem os média ocidentais, os ensinamentos do islão, ou a doutrina islâmica da jihad, certamente que não está de maneira nenhuma relacionada com a assim-chamada "auto-radicalização".

A realidade dos factos é: a religião islâmica é em si uma ideologia extremamente radical e violenta, e o seu fiundador, Maomé, foi ele mesmo o primeiro extremista islâmico. Como consequência da prescriçâo Alcorânica, Maomé permanece por toda a eternidade como a personalidade ideal para ser emulada pelos maometanos (incluindo o seu radicalismo).

O início
A história de Maomé é a história dum rapaz nascido em Meca, Arábia Saudita, em 570 AD. Como consequência do seu pai ter morrido antes dele nascer e a mãe ter morrido  no início da sua infância, Maomé foi criado pelo seu tio Abu Talib. Ele cresceu e passou a ser um comerciante e quando tinha 25 anos casou-se com uma rica mulher mais velha, Khadija bint Khawalayd, 15 mais velha que ele.
No ano de 610 AD Maomé alegadamente encountrou-se com o Anjo Gabriel numa gruta fora de Meca. A partir daí, teve início o processo da sua alegada recepção de revelações divinas provenientes de Deus - através do Anjo Gabriel - para transmissão à humanidade. Depois da sua morte, essas revelações foram registadas num livro, chamado de Alcorão. Este livro é dividido em duas partes distintias: (1) As mais sóbrias revelações do Alcorção de Meca, e (2) o mais militante Alcorão de Medina.
No trajecto da sua vida de Meca para Medina, Maomé começou como um modesto e relativamente pacífico pregador e passou a ser um auto-radicalizado profeta da guerra, do assassínio em massa, do terror, da tortura, da violação, e do abuso de menores. Em Meca, pelo menos no princípio, Maomé era mais como um pregador piedoso, exortando as pessoas a que se submetessem ao verdadeiro caminho de Deus, nomeadamente, o islão. Ele seguia uma disciplina de rezas, jejum e adoração.
O Alcorão de Meca era mais inclinado à espiritualidade, à tolerância, à aceitação e à purificação interior através da submissão à palavra de Alá. Durante este período, certamente que o Alcorão de Meca não era militante e nem incitava à violência. 550 ayahs (versos do Alcorão) foram reveladadas durante o período de Meca, e o que se segue são alguns exemplos:
(1) Devoção a Deus:
Ó humano, o que te fez negligente em relação ao teu Senhor, o Munificentíssimo,
Que te criou, te formou, te aperfeiçoou,
E te modelou, na forma(1847) que Lhe aprouve?
Qual! Apesar disso, desmentis o (Dia do) Juízo!
Porém, certamente, sobre vós há anjos da guarda,
Generosos e anotadores,
Que sabem (tudo) o que fazeis.
Sabei que os piedosos estarão em deleite;
Por outra, os ignóbeis, irão para a fogueira,
Em que entrarão, no Dia do Juízo,
Da qual jamais poderão esquivar-se.
E, o que te fará entender o que é o Dia do Juízo?
Novamente: o que te fará entender o que é o Dia do Juízo?
É o dia em que nenhuma alma poderá advogar por outra, porque o mando, nesse dia, só será de Deus. - (Sura 82:6-19)
(2) Humildade:
Pelas horas da manhã,(1891)
E pela noite, quando é serena,
Que o teu Senhor não te abandonou, nem te odiou.
E sem dúvida que a outra vida será melhor, para ti, do que a presente.
Logo o teu Senhor te agraciará, de um modo que te satisfaça.
Porventura, não te encontrou órgão e te amparou?(1892)
Não te encontrou extraviado e te encaminhou?
Não te achou necessitado e te enriqueceu?(1893)
Portanto, não maltrates o órfão,
Nem tampouco repudies o mendigo,
Mas divulga a mercê do teu Senhor, em teu discurso. (Sura 93.1-11)
(3) Liberdade para se practicar qualquer religião de sua escolha:
109:6 Vós tendes a vossa religião e eu tenho a minha.
(4) Ser paciente com os descrentes e deixar que Alá faça o julgamento:
73:10  E tolera tudo quanto te digam, e afasta-te dignamente deles.
10:109 Observa, pois, o que te foi revelado, e persevera, até que Deus decida, porque é o mais equânime dos juízes.
(5) Limitar-se a avisar (sem coagir) os descrentes:
50:45  Nós bem sabemos tudo quanto dizem, e tu não és o seu incitador. Admoesta, pois, mediante o Alcorão, a quem tema a Minha ameaça!
10:99 Porém, se teu Senhor tivesse querido, aqueles que estão na terra teriam acreditado unanimemente. Poderias (ó Muhammad) compelir os humanos a que fossem fiéis?
(6) Exibir amabilidade e tolerância para com os infiéis:
7:199 Conserva-te indulgente, encomenda o bem e foge dos insipientes.
Em 622, e depois de 13 anos de pregação em Meca, Maomé foi alegadamente "forçado" a fugir de Meca rumo Medina (para onde a maioria dos seus seguidores já havia migrado). Estes ensinamentos de Meca culminaram num dos mais famosos versos do Alcorão, 2:256, apelando a que "não houvesse compulsão na religião":
Não há imposição quanto à religião, porque já se destacou a verdade do erro. Quem renegar o sedutor e crer em Deus, Ter-se-á apegado a um firme e inquebrantável sustentáculo, porque Deus é Oniouvinte, Sapientíssimo.
A RADICALIZAÇÃO DE MAOMÉ EM MECA
Foi em Medina que Maomé obteve poder e foi aí que o islão se transformou dum monoteísmo relativamente benigno numa ideologia política militante expansionista que perdura até aos dias de hoje. Em Medina nós observamos um Maomé diferente e um Alá diferente. Aqui, Maomé radicalizou-se gradualmente em conformidade com os mandamentos de Alá, e tornou-se num dirigente político e num comandante militar. O Alá de Medina levou o seu profeta a tornar-se num senhor da guerra que buscava conquistas militares. Em Medina, Maomé usou a ameaça da espada para forçar as pessoas a adoptar o islão. Longe estava a mensagem de 2:265 Não Há Imposição Quanto À Religião, rapidamente substituída por ensinamentos tais como os que se encontram em 9:5 e 9:29.
(1) Lutem contra os descrentes até que a religião seja unicamente para Alá:
Combatei-os até terminar a intriga, e prevalecer totalmente a religião de Deus. Porém, se se retratarem, saibam que Deus bem vê tudo o quanto fazem. Sura 8:39
(2) Já não há mais escolha no que toca â religião:
  • A quem combater o Mensageiro, depois de haver sido evidenciada a Orientação, seguindo outro caminho que não o dos fiéis, abandoná-lo-emos em seu erro e introduziremos no inferno. Que péssimo destino!  [4:115]
  • Anseiam (os hipócritas) que renegueis, como renegaram eles, para que sejais todos iguais. Não tomeis a nenhum deles por confidente, até que tenham migrado pela causa de Deus. Porém, se se rebelarem, capturai-os então, matai-os, onde quer que os acheis, e não tomeis a nenhum deles por confidente nem por socorredor.  [4: 89]
(3) Já não há mais paciência com os descrentes; agora, eles têm que ser amaldiçoados:
  • E quando lhes são recitados os Nossos lúcidos versículos, descobres o desdém nos semblantes dos incrédulos, chegando mesmo a ponto de se lançarem sobre aqueles que lhes recitam os Nossos versículos. Dize: Poderia inteirar-vos de algo pior do que isto? É o fogo (infernal), que Deus prometeu aos incrédulos. E que funesto destino! [22:72]
  • Em verdade, àqueles que molestam Deus e Seu Mensageiro, Deus os amaldiçoará, neste mundo e no outro, e tem-lhes preparado um afrontoso castigo. [33:57]
(4) Já não há mais tolerância; agora há que coagir os kafirs:
  • "Isso, para que Deus possa separar os maus dos bons, e amontoar os maus uns sobre os outros; juntá-los-á a todos e os arrojará no inferno. Estes são os desventurados." [8:37]
  •  "Em verdade, Deus introduzirá os fiéis, que praticam o bem, em jardins, abaixo dos quais correm os rios; quanto aos incrédulos, que comem como come o gado, o fogolhes servirá de morada."  47:12
(5) Acabou o tempo do pacifismo; agora é a hora de aterrorizar, torturar e assassinar.:
O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo. (5:33)
E de quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois, aos fiéis! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos! Isso, porque contrariaram Deus e o Seu Mensageiro; saiba, quem contrariar Deus e o Seu Mensageiro, que Deus é Severíssimo no castigo. (8.12-13)
(6) Não há tolerância para com os críticos; há que matá-los.
Entre eles há aqueles que injuriam o Profeta e dizem: Ele é todo ouvidos. Dize-lhes: É todo ouvidos sim, mas para o vosso bem; crê em Deus, acredita nos fiéis e é uma misericórdia para aqueles que, de vós, crêem! Mas aqueles que injuriarem o Mensageiro de Deus sofrerão um doloroso castig. (...) [9.061]
(7) Se por acaso os vossos pais ou irmãos rejeitarem o islão, cortem todas as confidências com eles:
Ó fiéis, não tomeis por confidentes vossos pais e irmãos, se preferirem a incredulidade à fé; aqueles, dentre vós, que os tomarem por confidentes, serão iníquos.  [9.023]
(8) É hora de amaldiçoar eternamente quem quer que rejeite o islão:
  • Ó Profeta, combate os incrédulos e os hipócritas, e sê implacável para com eles! O inferno será sua morada. Que funesto destino!  [9:73]
  • Existem dois antagonistas (crédulos e incrédulos), que disputam acerca do seu Senhor. Quanto aos incrédulos, serão cobertos com vestimentas de fogo e lhes será derramada, sobre as cabeças, água fervente, [22:19]
  • A qual derreterá tudo quanto há em suas entranhas, além da totalidade de suas peles. [22:20]
  • Em adição, haverá clavas de ferro (para o castigo). [22:21]
  • Toda a vez que dele (do fogo) quiserem sair, por angústia, ali serão repostos e lhes será dito: Sofrei a pena da queima! 22:22
Os 13 anos de pregação em Meca haviam sido um falhanço total e Maomé não conseguiu mais do que 100-200 seguidores. Se por acaso Maomé tivesse continuado com a mesma metodologia em Medina, o islão haveria de ter morrido de morte natural (muito provavelmente ainda com Maomé vivo).
Mas a radicalização militante de Maomé alterou o islão e transformou essa religião num mafioso empreendimento de pilhagem, oferecendo aos seus potenciais seguidores uma parte do saque e as mulheres capturadas, ao mesmo tempo que forçava aqueles que estivessem dispostos a rejeitar o islão a adoptar essa fé sob pena de morte. Esse islão tornou-se num bem sucedido e duradouro empreendimento religioso em expansão, tal como continua nos dias de hoje.
Em Medina Maomé re-inventou Alá, e transformou-o num padrinho mafioso que Maomé poderia usar como forma de conferir a ele mesmo poder político terreno, e usar os seus supostos ensinamentos como justificação religiosa e legal para a sua criminalidade maligna. Foi desta forma que o islão se tornou numa seita bem sucedida.

ABROGAÇÃO: A RADICALIZAÇÃO TOTAL E FINAL DO ISLÃO E DOS SEUS SEGUIDORES
A maioria dos maometanos são pessoas normais, e a parte historicamente inicial do Alcorão (versos de Meca) poderia dar-lhes uma base pacífica para a sua vida religiosa. Mas Alá não lhes deixou essa margem de manobra. O Maomé radical de Medina deparou-se com um problema enorme em relação aos ensinamentos não-militantes do Alcorão. Se por acaso os seus seguidores tivessem apelado a esses versos não-violentos doo Alcorão, o desejo de Maomé de roubar, de adquirir poder e domínio, não se teria realizado. E Alá, sempre pronto a satisfazer todos os desejos de Maomé, veio em sua ajuda, revogando a totalidade dos ensinamentos alcorânicos de Meca. 
  • 2:106. Não abrogamos nenhum versículo, nem fazemos com que seja esquecido (por ti), sem substituí-lo por outro melhor ou semelhante. Ignoras, por acaso, que Deus é Onipotente?

  • 16:101 E quando abrogamos um versículo por outro - e Deus bem sabe o que revela - dizem-te: Só tu és dele o forjador! Porém, a maioria deles é insipiente.
Esta doutrina da abrogação anula os ensinamentos anteriores, nomeadamente, as revelações pacíficas de Meca, e coloca em seu lugar as revelações radicalizadas e militantes de Medina. Isto faz do islão, em absoluto, uma fé religiosa militante e radical. Isto fez com que os maometanos não tivessem qualquer tipo de opção se por acaso quisessem apelar para os versos pacíficos de Meca.
(Para uma lista detalhada dos versos do Alcorão que foram cancelados através da doutrina da abrogação, visitem este link: http://www.islamreform.net/new-page-27.htm.)
Através do processo da abrogação, 71 suras do Alcorão, entre 114 no total - isto é, 62.28% suras do Alcorão - tornaram-se nulas e vazias (Abu Ja'afar al Nakhass' al Nasikh wal Mansukh'). Logo, só as 43 suras posteriores reveladas em Medina ainda têm validade. E esta parte ainda válida do Alcorão ensina o engano, o assassinato, o massacre, o genocídio, o roubo, a escravatura e a violação como prácticas halal divinamente sancionadas que dariam acesso ao paraíso aos muçulmanos, desde que esses actos fossem levados a cabo contra os kafirs.
Em suma, quando Maomé iniciou o islão, ela era uma fé religiosa relativamente não-violenta, mas à medida que ele foi aumentando o seu poder, Maomé radicalizou a sua ideologia com o propósito único de conquistar o mundo para Alá. O Alcorão tornou-se numa declaração de guerra contra os kafirs. Esta guerra é permanente até que TODOS os kafirs se convertam ao islão, ou se encontrem em dhimmitude (discriminação institucionalizada semelhante a uma escravatura de segunda classe) ou tenham sido assassinados.
Havendo começado como um pregador humilde, Maomé radicalizou-se a veio a comandar mais de 60 raids e invasões - algumas envolvendo massacres - havendo ele mesmo participado pessoalmente em 27 desses raids e invasões.
Quem mais sofreu com a radicalização militante de Maomé foram os judeus da Pensínsula Árabe, que sofreram exílios, execuções e escravatura de modo indiscriminado. Algumas das palavras mais arrepiantes de Maomé dirigidas aos judeus foram:
"...o apóstolo de Alá disse: "Matem qualquer judeu que cair nas vossas mãos.(Ibn Ishaq, Life of Muhammad, p. 553)
Narrado por 'Abdullah bin 'Umar: O Apóstolo de Alá disse: "Vocês (Muçulmanos) irão lutar contra os judeus até que alguns deles se escondam por trás das pedras. As pedras irão traí-los, dizendo: 'Ó 'Abdullah (i.e. escravo de Alá)! Há um judeu por trás de mim; vem matá-lo!” (Bukhari 4:52:176)
E a radicalização de Maomé viu o seu apogeu no Massacre da Tribo Banu Quraiza, onde ele ordenou a decapitação de 600 a 900 dos seus homens, dando pessoalmente o início à matança decapitando 2 líderes judeus. Para se ler mais sobre a tragédia monumental dos Banu Quraiza, acessem: http://www.islamreform.net/new-page-209.htm
Portanto, a assim-chamada "auto-radicalização" dos maometanos nada mais é que 1) eles a seguir os ensinamentos e os mandamentos do seu sagrado Alcorão, e 2) eles a imitar os exemplos do seu "profeta" Maomé, o único homem perfeito que alguma vez andou na terra [segundo os maometanos].

Fonte: "Muhammad: The First Islamic Radical" http://bit.ly/XQrhrZ

domingo, 15 de junho de 2014

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Portugueses combatem na facção mais violenta da Al-Qaeda

No nordeste de Londres, em Leyton, as ruas tresandam a fritos das minúsculas casas de kebab onde a gordura das pita-shoarmas se cola às paredes e ao chão. Os videoclubes só alugam filmes de ‘Bollywood’, as lojas de vestidos árabes têm escrito na montra que os perfumes são “100% livres de álcool” e nos cabeleireiros há fotos com os 42 tipos de corte de cabelo que são “a última moda afro”. 

Há lavandarias polacas, frutarias caribenhas, tabacarias romenas e restaurantes portugueses. O bairro, um dos mais multiétnicos e pobres da cidade, fica nas traseiras da Londres que vem nos postais turísticos.

As estatísticas oficiais dão algumas pistas sobre esta zona, que ganhou um novo fôlego em 2012 ao acolher os atletas olímpicos e paraolímpicos no Parque Olímpico Rainha Isabel. Residem aqui mais de 40 mil pessoas. Entre 61% a 69% pertencem a uma minoria étnica, um rácio muito superior ao da Grande Londres. Entre os grupos de imigrantes predominam os russos, marroquinos, argelinos, ganeses, nigerianos, jamaicanos ou irlandeses.


Mas há também muitos portugueses, italianos, polacos ou bósnios. O caldo de culturas nem sempre é pacífico. A extrema-direita aproveita os altos índices de criminalidade para ali fazer campanha de contornos xenófobos. A pobreza é espelhada por um outro dado: o Governo estima que cerca de um terço das crianças de Leyton e arredores vivam na pobreza.

Os cerca de dez portugueses monitorizados pelos serviços secretos portugueses e ingleses – suspeitos de pertencer ao exército jihadista Kataib al Muhajireen, aliado do poderoso Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL) – vivem nestas ruas. Alguns deles já não se encontram em Londres e neste momento combatem no norte da Síria ao lado de centenas de guerrilheiros ocidentais. A mesquita local, situada na rua principal, é investigada há alguns anos pelas secretas inglesas.

Alguns documentários e reportagens da comunicação social britânica dão conta de donativos suspeitos para a Síria e de extremismo religioso. Lá dentro, ninguém se recorda de ali passarem fiéis de nacionalidade portuguesa. Entre a comunidade portuguesa muçulmana a residir na Grande Londres o assunto é considerado tabu.

Um responsável, que pediu para não ser identificado, garante que os casos foram “já identificados” e que os “elementos mais radicais têm sofrido pressões para se afastarem”.

Apesar de a chamada ‘working class’ (classe trabalhadora) ser a que mais ordena em Leyton, tem havido sinais de alguma mudança na fisionomia destes bairros. Os artigos de lazer das edições dominicais da imprensa inglesa fazem eco de uma nova tendência social: jovens profissionais e com estudos superiores, bem como artistas em rápida ascensão, estão a mudar-se para aquela zona da cidade.

Sem dinheiro suficiente para poder pagar as rendas (escandalosamente) altas das casas situadas no centro de Londres, acabaram por se render aos apartamentos (um pouco) mais espaçosos e (muito) mais baratos, sejam os lofts modernos da Brisbane Road ou as casas vitorianas que dominam a paisagem urbana. Outro dado oficial: mais de metade dos habitantes de Leyton tem menos de 30 anos, de acordo com os últimos censos.

Os acessos rápidos, via underground (metro), overground (comboio), carro ou autocarro (pela movimentada A12), também têm contribuído para atrair mais gente para Leyton. A linha de metro que passa pelo subsolo (Central Line) tem ligação direta com Oxford Circus, Liverpool Street ou Notting Hill. Em pouco mais de trinta minutos qualquer um pode ir ver o Big Ben. Mas há também atrações turísticas em Leyton.

O Mercado de Spitalfieds é um dos mais importantes da área da horticultura, frutos exóticos e vegetais. E não faltam pubs de renome, como o King William IV, situado na High Road, ou o mais recente Leyton Technical pub.

A falta de espaços verdes é ainda um dos argumentos de peso contra Leyton e arredores. Apesar do esforço feito em 2012, para tornar toda a zona mais aprazível para os Jogos Olímpicos, o contraste – neste campeonato dos parques, lagos e outras zonas de lazer – com o centro da cidade não podia ser maior.

Ao caminhar pelas ruas principais e secundárias há uma sucessão, que chega a ser por vezes monótona, de casas e prédios, sem grande preocupação estética. Leyton não é assim tão diferente de Stratford, que por sua vez tem semelhanças gritantes com Walthamstow (todas elas zonas vizinhas do nordeste).

A mística que a cidade de Londres transmite a milhões de visitantes dificilmente passará por estas zonas, embora possa haver quem encontre por aqui alguns encantos escondidos. Os maiores estão mesmo à vista: o sobe e desce de pessoas provenientes de todos os continentes que tentam a sorte numa das mais importantes metrópoles do mundo.

Expresso
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