MITOS ISLÂMICOS

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terça-feira, 12 de agosto de 2014

Maomé: o primeiro "extremista" islâmico

Por Jake Neuman
A "auto-radicalização" é um termo usado com frequência pelos média actuais que se aplica aos extremistas maometanos que se voltam para a violência em nome do islão. É como se aqueles maometanos, que até a dada altura eram pessoas normais e pacíficas, se voltassem subitamente para o caminho da violência por si só, sem qualquer tipo de apelo por parte dum ideial ou indoutrinação exterior. E mesmo que assim fosse, dizem os média ocidentais, os ensinamentos do islão, ou a doutrina islâmica da jihad, certamente que não está de maneira nenhuma relacionada com a assim-chamada "auto-radicalização".

A realidade dos factos é: a religião islâmica é em si uma ideologia extremamente radical e violenta, e o seu fiundador, Maomé, foi ele mesmo o primeiro extremista islâmico. Como consequência da prescriçâo Alcorânica, Maomé permanece por toda a eternidade como a personalidade ideal para ser emulada pelos maometanos (incluindo o seu radicalismo).

O início
A história de Maomé é a história dum rapaz nascido em Meca, Arábia Saudita, em 570 AD. Como consequência do seu pai ter morrido antes dele nascer e a mãe ter morrido  no início da sua infância, Maomé foi criado pelo seu tio Abu Talib. Ele cresceu e passou a ser um comerciante e quando tinha 25 anos casou-se com uma rica mulher mais velha, Khadija bint Khawalayd, 15 mais velha que ele.
No ano de 610 AD Maomé alegadamente encountrou-se com o Anjo Gabriel numa gruta fora de Meca. A partir daí, teve início o processo da sua alegada recepção de revelações divinas provenientes de Deus - através do Anjo Gabriel - para transmissão à humanidade. Depois da sua morte, essas revelações foram registadas num livro, chamado de Alcorão. Este livro é dividido em duas partes distintias: (1) As mais sóbrias revelações do Alcorção de Meca, e (2) o mais militante Alcorão de Medina.
No trajecto da sua vida de Meca para Medina, Maomé começou como um modesto e relativamente pacífico pregador e passou a ser um auto-radicalizado profeta da guerra, do assassínio em massa, do terror, da tortura, da violação, e do abuso de menores. Em Meca, pelo menos no princípio, Maomé era mais como um pregador piedoso, exortando as pessoas a que se submetessem ao verdadeiro caminho de Deus, nomeadamente, o islão. Ele seguia uma disciplina de rezas, jejum e adoração.
O Alcorão de Meca era mais inclinado à espiritualidade, à tolerância, à aceitação e à purificação interior através da submissão à palavra de Alá. Durante este período, certamente que o Alcorão de Meca não era militante e nem incitava à violência. 550 ayahs (versos do Alcorão) foram reveladadas durante o período de Meca, e o que se segue são alguns exemplos:
(1) Devoção a Deus:
Ó humano, o que te fez negligente em relação ao teu Senhor, o Munificentíssimo,
Que te criou, te formou, te aperfeiçoou,
E te modelou, na forma(1847) que Lhe aprouve?
Qual! Apesar disso, desmentis o (Dia do) Juízo!
Porém, certamente, sobre vós há anjos da guarda,
Generosos e anotadores,
Que sabem (tudo) o que fazeis.
Sabei que os piedosos estarão em deleite;
Por outra, os ignóbeis, irão para a fogueira,
Em que entrarão, no Dia do Juízo,
Da qual jamais poderão esquivar-se.
E, o que te fará entender o que é o Dia do Juízo?
Novamente: o que te fará entender o que é o Dia do Juízo?
É o dia em que nenhuma alma poderá advogar por outra, porque o mando, nesse dia, só será de Deus. - (Sura 82:6-19)
(2) Humildade:
Pelas horas da manhã,(1891)
E pela noite, quando é serena,
Que o teu Senhor não te abandonou, nem te odiou.
E sem dúvida que a outra vida será melhor, para ti, do que a presente.
Logo o teu Senhor te agraciará, de um modo que te satisfaça.
Porventura, não te encontrou órgão e te amparou?(1892)
Não te encontrou extraviado e te encaminhou?
Não te achou necessitado e te enriqueceu?(1893)
Portanto, não maltrates o órfão,
Nem tampouco repudies o mendigo,
Mas divulga a mercê do teu Senhor, em teu discurso. (Sura 93.1-11)
(3) Liberdade para se practicar qualquer religião de sua escolha:
109:6 Vós tendes a vossa religião e eu tenho a minha.
(4) Ser paciente com os descrentes e deixar que Alá faça o julgamento:
73:10  E tolera tudo quanto te digam, e afasta-te dignamente deles.
10:109 Observa, pois, o que te foi revelado, e persevera, até que Deus decida, porque é o mais equânime dos juízes.
(5) Limitar-se a avisar (sem coagir) os descrentes:
50:45  Nós bem sabemos tudo quanto dizem, e tu não és o seu incitador. Admoesta, pois, mediante o Alcorão, a quem tema a Minha ameaça!
10:99 Porém, se teu Senhor tivesse querido, aqueles que estão na terra teriam acreditado unanimemente. Poderias (ó Muhammad) compelir os humanos a que fossem fiéis?
(6) Exibir amabilidade e tolerância para com os infiéis:
7:199 Conserva-te indulgente, encomenda o bem e foge dos insipientes.
Em 622, e depois de 13 anos de pregação em Meca, Maomé foi alegadamente "forçado" a fugir de Meca rumo Medina (para onde a maioria dos seus seguidores já havia migrado). Estes ensinamentos de Meca culminaram num dos mais famosos versos do Alcorão, 2:256, apelando a que "não houvesse compulsão na religião":
Não há imposição quanto à religião, porque já se destacou a verdade do erro. Quem renegar o sedutor e crer em Deus, Ter-se-á apegado a um firme e inquebrantável sustentáculo, porque Deus é Oniouvinte, Sapientíssimo.
A RADICALIZAÇÃO DE MAOMÉ EM MECA
Foi em Medina que Maomé obteve poder e foi aí que o islão se transformou dum monoteísmo relativamente benigno numa ideologia política militante expansionista que perdura até aos dias de hoje. Em Medina nós observamos um Maomé diferente e um Alá diferente. Aqui, Maomé radicalizou-se gradualmente em conformidade com os mandamentos de Alá, e tornou-se num dirigente político e num comandante militar. O Alá de Medina levou o seu profeta a tornar-se num senhor da guerra que buscava conquistas militares. Em Medina, Maomé usou a ameaça da espada para forçar as pessoas a adoptar o islão. Longe estava a mensagem de 2:265 Não Há Imposição Quanto À Religião, rapidamente substituída por ensinamentos tais como os que se encontram em 9:5 e 9:29.
(1) Lutem contra os descrentes até que a religião seja unicamente para Alá:
Combatei-os até terminar a intriga, e prevalecer totalmente a religião de Deus. Porém, se se retratarem, saibam que Deus bem vê tudo o quanto fazem. Sura 8:39
(2) Já não há mais escolha no que toca â religião:
  • A quem combater o Mensageiro, depois de haver sido evidenciada a Orientação, seguindo outro caminho que não o dos fiéis, abandoná-lo-emos em seu erro e introduziremos no inferno. Que péssimo destino!  [4:115]
  • Anseiam (os hipócritas) que renegueis, como renegaram eles, para que sejais todos iguais. Não tomeis a nenhum deles por confidente, até que tenham migrado pela causa de Deus. Porém, se se rebelarem, capturai-os então, matai-os, onde quer que os acheis, e não tomeis a nenhum deles por confidente nem por socorredor.  [4: 89]
(3) Já não há mais paciência com os descrentes; agora, eles têm que ser amaldiçoados:
  • E quando lhes são recitados os Nossos lúcidos versículos, descobres o desdém nos semblantes dos incrédulos, chegando mesmo a ponto de se lançarem sobre aqueles que lhes recitam os Nossos versículos. Dize: Poderia inteirar-vos de algo pior do que isto? É o fogo (infernal), que Deus prometeu aos incrédulos. E que funesto destino! [22:72]
  • Em verdade, àqueles que molestam Deus e Seu Mensageiro, Deus os amaldiçoará, neste mundo e no outro, e tem-lhes preparado um afrontoso castigo. [33:57]
(4) Já não há mais tolerância; agora há que coagir os kafirs:
  • "Isso, para que Deus possa separar os maus dos bons, e amontoar os maus uns sobre os outros; juntá-los-á a todos e os arrojará no inferno. Estes são os desventurados." [8:37]
  •  "Em verdade, Deus introduzirá os fiéis, que praticam o bem, em jardins, abaixo dos quais correm os rios; quanto aos incrédulos, que comem como come o gado, o fogolhes servirá de morada."  47:12
(5) Acabou o tempo do pacifismo; agora é a hora de aterrorizar, torturar e assassinar.:
O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo. (5:33)
E de quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois, aos fiéis! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos! Isso, porque contrariaram Deus e o Seu Mensageiro; saiba, quem contrariar Deus e o Seu Mensageiro, que Deus é Severíssimo no castigo. (8.12-13)
(6) Não há tolerância para com os críticos; há que matá-los.
Entre eles há aqueles que injuriam o Profeta e dizem: Ele é todo ouvidos. Dize-lhes: É todo ouvidos sim, mas para o vosso bem; crê em Deus, acredita nos fiéis e é uma misericórdia para aqueles que, de vós, crêem! Mas aqueles que injuriarem o Mensageiro de Deus sofrerão um doloroso castig. (...) [9.061]
(7) Se por acaso os vossos pais ou irmãos rejeitarem o islão, cortem todas as confidências com eles:
Ó fiéis, não tomeis por confidentes vossos pais e irmãos, se preferirem a incredulidade à fé; aqueles, dentre vós, que os tomarem por confidentes, serão iníquos.  [9.023]
(8) É hora de amaldiçoar eternamente quem quer que rejeite o islão:
  • Ó Profeta, combate os incrédulos e os hipócritas, e sê implacável para com eles! O inferno será sua morada. Que funesto destino!  [9:73]
  • Existem dois antagonistas (crédulos e incrédulos), que disputam acerca do seu Senhor. Quanto aos incrédulos, serão cobertos com vestimentas de fogo e lhes será derramada, sobre as cabeças, água fervente, [22:19]
  • A qual derreterá tudo quanto há em suas entranhas, além da totalidade de suas peles. [22:20]
  • Em adição, haverá clavas de ferro (para o castigo). [22:21]
  • Toda a vez que dele (do fogo) quiserem sair, por angústia, ali serão repostos e lhes será dito: Sofrei a pena da queima! 22:22
Os 13 anos de pregação em Meca haviam sido um falhanço total e Maomé não conseguiu mais do que 100-200 seguidores. Se por acaso Maomé tivesse continuado com a mesma metodologia em Medina, o islão haveria de ter morrido de morte natural (muito provavelmente ainda com Maomé vivo).
Mas a radicalização militante de Maomé alterou o islão e transformou essa religião num mafioso empreendimento de pilhagem, oferecendo aos seus potenciais seguidores uma parte do saque e as mulheres capturadas, ao mesmo tempo que forçava aqueles que estivessem dispostos a rejeitar o islão a adoptar essa fé sob pena de morte. Esse islão tornou-se num bem sucedido e duradouro empreendimento religioso em expansão, tal como continua nos dias de hoje.
Em Medina Maomé re-inventou Alá, e transformou-o num padrinho mafioso que Maomé poderia usar como forma de conferir a ele mesmo poder político terreno, e usar os seus supostos ensinamentos como justificação religiosa e legal para a sua criminalidade maligna. Foi desta forma que o islão se tornou numa seita bem sucedida.

ABROGAÇÃO: A RADICALIZAÇÃO TOTAL E FINAL DO ISLÃO E DOS SEUS SEGUIDORES
A maioria dos maometanos são pessoas normais, e a parte historicamente inicial do Alcorão (versos de Meca) poderia dar-lhes uma base pacífica para a sua vida religiosa. Mas Alá não lhes deixou essa margem de manobra. O Maomé radical de Medina deparou-se com um problema enorme em relação aos ensinamentos não-militantes do Alcorão. Se por acaso os seus seguidores tivessem apelado a esses versos não-violentos doo Alcorão, o desejo de Maomé de roubar, de adquirir poder e domínio, não se teria realizado. E Alá, sempre pronto a satisfazer todos os desejos de Maomé, veio em sua ajuda, revogando a totalidade dos ensinamentos alcorânicos de Meca. 
  • 2:106. Não abrogamos nenhum versículo, nem fazemos com que seja esquecido (por ti), sem substituí-lo por outro melhor ou semelhante. Ignoras, por acaso, que Deus é Onipotente?

  • 16:101 E quando abrogamos um versículo por outro - e Deus bem sabe o que revela - dizem-te: Só tu és dele o forjador! Porém, a maioria deles é insipiente.
Esta doutrina da abrogação anula os ensinamentos anteriores, nomeadamente, as revelações pacíficas de Meca, e coloca em seu lugar as revelações radicalizadas e militantes de Medina. Isto faz do islão, em absoluto, uma fé religiosa militante e radical. Isto fez com que os maometanos não tivessem qualquer tipo de opção se por acaso quisessem apelar para os versos pacíficos de Meca.
(Para uma lista detalhada dos versos do Alcorão que foram cancelados através da doutrina da abrogação, visitem este link: http://www.islamreform.net/new-page-27.htm.)
Através do processo da abrogação, 71 suras do Alcorão, entre 114 no total - isto é, 62.28% suras do Alcorão - tornaram-se nulas e vazias (Abu Ja'afar al Nakhass' al Nasikh wal Mansukh'). Logo, só as 43 suras posteriores reveladas em Medina ainda têm validade. E esta parte ainda válida do Alcorão ensina o engano, o assassinato, o massacre, o genocídio, o roubo, a escravatura e a violação como prácticas halal divinamente sancionadas que dariam acesso ao paraíso aos muçulmanos, desde que esses actos fossem levados a cabo contra os kafirs.
Em suma, quando Maomé iniciou o islão, ela era uma fé religiosa relativamente não-violenta, mas à medida que ele foi aumentando o seu poder, Maomé radicalizou a sua ideologia com o propósito único de conquistar o mundo para Alá. O Alcorão tornou-se numa declaração de guerra contra os kafirs. Esta guerra é permanente até que TODOS os kafirs se convertam ao islão, ou se encontrem em dhimmitude (discriminação institucionalizada semelhante a uma escravatura de segunda classe) ou tenham sido assassinados.
Havendo começado como um pregador humilde, Maomé radicalizou-se a veio a comandar mais de 60 raids e invasões - algumas envolvendo massacres - havendo ele mesmo participado pessoalmente em 27 desses raids e invasões.
Quem mais sofreu com a radicalização militante de Maomé foram os judeus da Pensínsula Árabe, que sofreram exílios, execuções e escravatura de modo indiscriminado. Algumas das palavras mais arrepiantes de Maomé dirigidas aos judeus foram:
"...o apóstolo de Alá disse: "Matem qualquer judeu que cair nas vossas mãos.(Ibn Ishaq, Life of Muhammad, p. 553)
Narrado por 'Abdullah bin 'Umar: O Apóstolo de Alá disse: "Vocês (Muçulmanos) irão lutar contra os judeus até que alguns deles se escondam por trás das pedras. As pedras irão traí-los, dizendo: 'Ó 'Abdullah (i.e. escravo de Alá)! Há um judeu por trás de mim; vem matá-lo!” (Bukhari 4:52:176)
E a radicalização de Maomé viu o seu apogeu no Massacre da Tribo Banu Quraiza, onde ele ordenou a decapitação de 600 a 900 dos seus homens, dando pessoalmente o início à matança decapitando 2 líderes judeus. Para se ler mais sobre a tragédia monumental dos Banu Quraiza, acessem: http://www.islamreform.net/new-page-209.htm
Portanto, a assim-chamada "auto-radicalização" dos maometanos nada mais é que 1) eles a seguir os ensinamentos e os mandamentos do seu sagrado Alcorão, e 2) eles a imitar os exemplos do seu "profeta" Maomé, o único homem perfeito que alguma vez andou na terra [segundo os maometanos].

Fonte: "Muhammad: The First Islamic Radical" http://bit.ly/XQrhrZ

sábado, 21 de dezembro de 2013

MITO: Maomé nunca aprovaria o assassinato.


"Matem qualquer Judeu que cair nas vossas mãos!"

Esta foi a ordem que Maomé deu ao seu povo depois do assassinato dum Judeu chamado Ka’b al-Ashraf. Começando no assassinato nocturno de Asma bint Marwan (uma poeta e mãe de cinco crianças) até ao assassinato dos Cristãos de Tabuk, este foi mais um dos muitos exemplos da Sira que refuta a ideia sem sentido de que o "profeta"  do islão nunca deu permissão para assassinatos.

Depois do sangrento assassinato de al-Ashraf, Maomé desejou exercer o seu domínio em Medina incutindo o terror nos corações da população Judaica local. Muitos dos locais estavam já a reconsiderar a sua decisão de permitir que os imigrantes maometanos se fixassem na sua comunidade, o que, em retrospectiva, pareceu ser algo pouco sensato dado o facto da Maomé ter começado a matar e a expulsar residentes locais apenas 18 meses depois de ter chegado.

A solução de Maomé foi a de intimidar a população local, particularmente as duas tribos Judaicas sobreviventes (Nazir e Qurayza). Exultando com a matança bem sucedida do líder dos Nadir, al-Ashraf, e como forma de reduzir a oposição com base no terror e na "conversão", o "profeta" do islão tratou logo de exortar os seus homens a matar de modo indiscriminado.

Logo após a ordem de Maomé para "matar qualquer Judeu que caísse nas suas mãos", um discípulo seu esfaqueou o seu parceiro comercial até a sua morte. O irmão deste maometano ficou, inicialmente, horrorizado com o crime visto que, não só não existia qualquer inimizade prévia, como parte da sua subsistência vinha da actividade comercial da vítima:

O apostolo disse, "Matem qualquer Judeu que cair nas vossas mãos." Consequentemente, Muhayyisa saltou sobre Ibn Sunayna, um mercador Judeu com quem eles tinham relações sociais e relações de negócios, e matou-o.

Huwayyisa não era ainda um muçulmano por esta altura, embora ele fosse o irmão mais velho. Quando Muhayyisa matou o Judeu, Huwayyisa começou a espancá-lo, dizendo, "És um inimigo de Deus. Mataste-o embora muita da gordura que tens na barriga venha da sua riqueza?”

Muhayyisa respondeu, "Se aquele que me mandou matá-lo me tivesse mandado matar-te, eu já te teria cortado a cabeça."

Foi por esta altura que Huwayyisa começou a aceitar o islão.... Ele [Huwayyisa] respondeu e exclamou, "Por Deus, a religião que te pode causar a fazer isto é maravilhosa!", e ele tornou-se num muçulmano (Ibn Ishaq/Hisham 554).

O irmão descrente ficou impressionado com a habilidade do islão de influenciar um homem para matar o seu próprio irmão após ordens de Maomé. Devido a isto, ele tornou-se imediantamente num maometano (assumindo que a sua conversão não foi feita como forma de auto-preservação).

De facto, converter ao islão era a única forma de garantir que não sofreria uma morte causada por um dos seguidores de Maomé.

O assassínio no islão é definido como a matança de alguém da sua própria classe (ver a Lei da Igualdade, Alcorão 2:178). Embora a matança de outro (verdadeiro) maometano seja proibida no islão, Maomé encontrou várias desculpas para matar não-maometanos por crimes não capitais - tal como o assassinato do mercador Judeu Ibn Sunayna o prova.

Fonte

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Mais Mitos em Torno de Maomé

MECA

1. MITO: Maomé foi perseguido em Meca por pregar o Islão

2. MITO: Maomé foi torturado em Meca.

3. MITO: os Muçulmanos foram perseguidos e sofreram muitas baixas em Meca

4. MITO: Os pagãos de Meca foram os primeiros a verter sangue no conflito contra os muçulmanos

5. MITO: Maomé viajou até Jerusalém numa noite

6. MITO: a perseguição forçou Maomé e os muçulmanos a fugirem de Meca


MEDINA


6. MITO: Maomé tornou a cidade de Meca mais tolerante..

sábado, 10 de agosto de 2013

MITO: Maomé tornou a cidade de Meca mais tolerante

A maior parte das pessoas concorda que, após 13 anos a pregar a sua nova religião em Meca, Maomé não teve muito sucesso e devido a isso, viu-se forçado a fugir de Meca com os seus 150 seguidores. Foi durante o tempo que ele esteve fora da cidade de Meca que ele formou um exército militar, e regressou 8 anos mais tarde (como conquistador) para a cidade que o havia rejeitado.

Os maometanos que não conhecem assim os registos deixados pelos historiadores islâmicos acreditam que Meca era uma cidade de perseguição religiosa extrema, onde era imperioso conquistar os malignos pagãos devido ao perigo que eles representavam. Supostamente, depois da conquista, Maomé perdoou toda a gente e todos passaram a viver em harmonia, desfrutando da nova era de paz e tolerância religiosa que o islão trouxe à cidade. 

Os maometanos actuais têm uma necessidade imensa de acreditar que a sua religião transformou a cidade de Meca numa cidade melhor, visto que se o islão não era melhor que o paganismo que havia dominado previamente, então o islão tem poucas hipóteses de ser melhor que a religião Ocidental, ou melhor que as outras alternativas que existem hoje.

Infelizmente para os maometanos, a imagem pintada pelos historiadores islâmicos está em total contraste com aquilo que os maometanos querem tão desesperadamente acreditar. A realidade dos factos é que o islão transformou uma cidade altamente tolerante, e religiosamente pluralista, numa das duas cidades do mundo onde só aqueles que professam a fé dominante têm permissão para entrar. (Sem surpresa alguma, a outra cidade onde só os membros da fé local podem entrar é Medina).

Antes de Maomé, Meca era uma das seis cidades da Arábia que continha uma Ka'ba - o edifício com a forma dum cubo que albergava centenas de ídolos e artefactos religiosos. Os habitantes de Meca eram, em larga escala, politeístas que adoravam cada um o seu deus preferido, respeitando os deuses venerados pelos demais. Meca era também o local da peregrinação religiosa anual, onde as pessoas das regiões circundantes visitavam a cidade e lá permaneciam por um período de 4 meses. Pessoas de terras distantes tinham permissão para guardar os seus deuses dentro da Ka'ba (incluindo Hindus). Havia também uma secção reservada aos Judeus e aos Cristãos, que adoravam lado a lado com os outros. 

Os habitantes permitiam a conversão para outras confissões religiosas, e como tal, não há registo de perseguição contra aqueles que practicavam a sua fé sem insultar os outros. Até a própria experiência de Maomé é evidência do desejo dos habitantes de Meca de viver paz. Segundo as fontes islâmicas, o povo de Meca não se importava que Maomé pregasse a sua nova religião, tal como ele começou a fazer em 610 quando tinha 40 anos. Eles apenas pediram que ele fosse tão tolerante com eles tal como eles o eram em relação a ele

O auto-proclamado "profeta" Maomé, no entanto, violou a tradição, insultou abertamente as religiões locais, e insultou os ancestrais das pessoas que as practicavam. (Ver  MITO: Maomé foi perseguido em Meca por pregar o Islão). 

Isto não só causou grande ofensa, mas colocou em causa a fonte de rendimento de muitos residentes. Mesmo assim, as pessoas permitiram que Maomé pregasse durante 13 anos, mesmo sabendo que a sua pregação era uma ofensa para os locais. Isto revela o quão tolerantes os habitantes de Meca eram. Na verdade, foram os maometanos os primeiros a verter o sangue do inimigo à medida que se foram tornando cada vez mais violentos e ao mesmo tempo que crescia o cepticismo geral da sociedade.

Para sermos totalmente justos, houve alguns habitantes de Meca que responderam de forma igualmente violenta depois dos maometanos passarem a ser violentos. No entanto, a Sira só regista a morte de uma pessoa (um escravo envelhecido e devido ao stress) e nenhuma morte é regista pelas Hadith. A presença de Maomé foi tolerada até ao momento em que ele se aliou a uma tribo estrangeira contra a cidade onde ele mesmo vivia. Quando as coisas chegaram a este ponto (em 622), Maomé foi expulso de Meca.

Embora os seus adversários tivessem ficado satisfeitos em deixá-lo em paz em Medina - para onde ele fugiu juntamente com os membros da sua seita - Maomé não superou a amargura da rejeição de que foi alvo em Meca. Ele perturbou constantemente os habitantes de Meca atacando as suas caravanas e forçando-os a conflitos armados. Eventualmente ele enganou-os a assinar um pacto de não-agressão com a validade de 10 anos, o que deixou Meca indefensável perante o exército de Maomé quando este tomou a decisão de quebrar o acordo que tinha feito, e atacar a cidade de surpresa menos de dois anos após a assinatura do acordo de paz. 

[ed: É precisamente devido a incidentes como este que a palavra de alguém que tem Maomé como exemplo moral não vale nada. Acordos com maometanos devotos não são vinculativos para ele porque, segundo o profeta do islão, é perfeitamente moral violar acordos com os não-maometanos.]

A violenta história do islão primitivo deixa pouca margem de manobra para os apologistas islâmicos na sua vã tentativa de defender a tese de que a sua religião é pacífica e tolerante. A ocupação de Meca após a vitória de Maomé é normalmente o seu exemplo primário uma vez que a conquista de Maomé não precedeu um massacre em larga escala dos residentes locais (excepto a aniquilação de quem quer que tentasse defender a sua casa da ocupação estrangeira, o que foi feito por alguns). 

No entanto, é fascinante a forma como os próprios defensores do maometanismo colocam o nível de exigências num patamar bem baixo. 

Segundo as narrativas de Ibn Ishaq/Hisham, e as narrativas de outros historiados maometanos, era absurdamente óbvio que os habitantes de Meca não queriam qualquer tipo de conflito, não estavam preparados para um conflito e não contavam que Maomé marchasse contra a sua cidade com um exército de 10,000 homens. Não há qualquer razão para esperar que estas pessoas inocentes fossem chacinadas (para além do facto de Maomé já ter ordenado a morte de outras pessoas no passado).

Sem surpresa alguma, houve algumas pessoas que foram de facto condenadas à morte por Maomé ("um pequeno número de pessoas que foram mortas mesmo que se fossem encontradas por baixo das cortinas da Ka'ba" Ishaq/Hisham 818, ver também Abu Dawud 2677). Entre estas pessoas encontravam-se antigos inimigos de Maomé que o haviam ridicularizado e o haviam rejeitado no passado, incluindo duas raparigas escravas que haviam cantado músicas sobre ele:

Ele tinha duas raparigas cantoras, Fartana e a sua amiga, que costumavam cantar músicas de sátira emrealção oa aóstolo, e devido a isso, ele ordenou a sua execução.  (Ibn Ishaq/Hisham 819)

O dono delas, Ibn Khatal, um apóstata do islão, foi também morto por Maomé mesmo quando se tentou refugiar no que era considerado o lugar mais sagrado:

O Apóstolo de Alá entrou em Meca no ano da sua Conquista usando um capacete Árabe na sua cabeça; quando ele o tirou da cabeça, uma pessoa aproximou-se dele e disse "Ibn Khatal agarrou-se à cobertura da Ka'ba (buscando refúgio na Ka'ba)." O Profeta disse, "Matem--no." (Bukhari 29:72, Muslim 7:3145)

Um antigo escriba de Maomé, com o nome de Abdullah, fez também parte da lista de pessoas a serem executadas devido ao facto dele ter abandonado o islão depois de se ter apercebido que as "revelações" de Alá eram arbitrárias, coisa que ele notou quando sugeriu a Maomé mudanças em torno das palavras "reveladas" - palavras essas que deveriam ser "revelações imutáveis". 

Tal como muitos outros, Abdullah conseguiu preservar a sua vida "convertendo-se" ao islão pouco antes da sua execução. Em vez de ridicularizar aqueles que o haviam ridicularizado, ou oferecer a outra face (como Um Outro "Profeta" Jesus havia pregado previamente), Maomé matou aqueles que não se arrependeram do "crime" de o terem rejeitado. 

Foi por esta altura que Meca, uma das cidades mais tolerantes do mundo, se tornou numa das mais opressivas e intolerantes cidades da altura (e actuais). A primeira ordem de serviço de Maomé foi destruir os ídolos do povo que permitiu que ele pregasse a sua religião na sua cidade durante 13 anos:

O Profeta entrou em Meca e (por essa altura) existiam por lá 360 ídolos em volta da Ka'ba. Ele começou a esfaquear os ídolos com o pedaço de pau que tinha na sua mão recitando: "A Verdade (islão) chegou e a Falsidade (descrença) foi erradicada." (Bukhari 43:658)

Depois disto, o profeta do islão mandou os seus homens destruir os templos das outras tribos, tanto em redor de Meca (Ibn Ishaq/Hisham 840) como em localizações tão remotas como o Iêmen (Bukhari 59:643).

Com o fim violento da sua religião, a maior parte dos habitantes de Meca não teve outra escolha senão "abraçar" (na sua aparência exterior) a religião exacta que eles haviam rejeitado de forma assertiva durante os 21 anos prévios, antes de terem uma espada colada aos seus pescoços. Afirmar que esta conversão foi genuína (como alegado por alguns apologistas islâmicos) é esticar a credulidade para além dos limites do imaginável.

Antes de expulsar aqueles que se recusaram a converter ao islão, Maomé usou a força aliada dos habitantes de Meca para conquistar a cidade vizinha de al-Taif como vingança pela sua rejeição de Maomé (e, ironicamente, por estes se recusarem a formar uma aliança com Maomé contra Meca). 

Passados que estavam alguns meses, Maomé encontrava-se em posição de poder violar todos os seus pactos e expulsar os não-maometanos que ainda se encontravam na sua cidade.

Mas quanto os meses sagrados houverem transcorrido, matai os idólatras, onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os; porém, caso se arrependam, observem a oração e paguem o zakat, abri-lhes o caminho. Sabei que Deus é Indulgente, Misericordiosíssimo. - Alcorão 9:5







As rezas e as "ofertas para os pobres encontram-se entre os pilares do islão - a salat e o zakat, respectivamente. Segundo o texto mais sagrado do islamismo, portanto, a única forma dos politeístas evitarem a morte era a conversão para o islão ou a fuga da cidade. Considere-se o destino dum idoso que preferiu rezar à sua maneira:

O Profeta recitou a Suratan-Najm (103) em Meca e prostrou-se enquanto a recitava, do mesmo modo que quem se encontrava com ele também se prostrou excepto um idoso que pegou em pedras pequenas ou areia, levantou a mão até a sua teste e disse, "Isto é suficiente para mim." Mais tarde, viu-o a ser morto como um descrente.  (Sahih Muslim 19:173)

Escusado será dizer isto, mas aqueles que, depois dos 4 meses de graça, não professavam fé nas palavras de Maomé, eram impedidos de voltar a Meca e de levar a cabo a peregrinação - tradição que já ocorria há séculos. Segundo o Alcorão, isto era assim não porque eles constituíssem algum tipo de perigo físico, mas sim porque eles eram "impuros" (Alcorão 9:28).

A história da expulsão violenta de não-maometanos das suas cidades pode também ser encontrada em Ibn Ishaq/Hisham 920-923. 

Os apologistas maometanos frequentemente alegam que Maomé apenas ordenou a matança dos pagãos que haviam "violado o acordo", mas o contexto histórico revela que o mandamento de lutar aplicava-se "aos politeístas que haviam violado o acordo, bem como aqueles que tinham um acordo geral passados que estivessem os 4 meses que lhes haviam sido conferidos como período fixo" (Ishaq/Hisham 922). Por outras palavras, os descrentes tinham 4 meses para abandonar as suas casas, quer eles tivessem feito algo de errado ou não.

Aqueles que ficaram na outrora tolerante cidade de Meca passaram a viver sob uma teocracia draconiana onde uma demonstração externa de religiosidade era exigida por Maomé como um teste à lealdade pessoal. Aqueles que se recusavam a agir em conformidade eram, literalmente, queimados vivos:

O Profeta disse 'Nenhuma reza é mais difícil que a reza Fajr e a reza Isha', mas eles soubessem as recompensas que são obtidas mediante estas rezas feitas no tempo certo, eles certamente que se apresentariam (nas mesquitas) mesmo que tivessem que rastejar.'  O Profeta acrescentou 'Certamente que ordenei que o Mu'adh-dhin (o homem que faz o chamamento para as rezas)  anunciasse o Iqama e ordenasse um homem para liderar as rezas, e posteriormente, pegasse em fogo de modo a queimar todos aqueles que não haviam abandonado as suas casas (para vir rezar), bem como para queimar as suas habitações.' Bukhari 11:626

Os Judeus e os Cristãos não foram poupados da intolerância religiosa. De facto, eles foram eventualmente perseguidos e expulsos da Península Arábica segundo os mandamentos finais de Maomé, quando este se encontrava no seu leito de morte:
Vou expulsar os Judeus e os Cristãos da Península Arábica e não vou deixar mais ninguém a não ser muçulmanos. (Sahih Muslim 4366)
Portanto, não só Maomé expulsou os não-muçulmanos de Meca, como os baniu de todo de se aproximarem da Ka'ba. Este foi um extraordinário exemplo de hipocrisia por parte do "profeta" do islão uma vez que, de acordo com a Surah 2, prevenir as pessoas de adorarem na Ka'ba era uma"perseguição", e era algo tão sério que Alá permitiu a chacina como forma de acabar com ela.

O isláo tornou-se, então, um sistema com padrões distintos onde "a força determina o que está certo" [inglês: "might makes right"], e onde a moralidade da acção é julgada pelos seus efeitos prácticos - especificamente, se ajuda os muçulmanos e o islão ou não - e não pela natureza do acto em si.

Esta forma de pensar perdura até aos dias de hoje: os maometanos exigem liberdade para pregar a sua fé nos países não-muçulmanos mas trabalham de modo activo para negar às outras confissões religiosas essa mesma liberdade nos seus países (ou em zonas onde eles se encontram em número suficiente para modificar as leis e os costumes).

Semelhantemente, eles insistem que as pessoas devem ser livres para se converterem ao islão, mas ninguém não têm liberdade para abandonar o islão ("Quem abandonar a fé islâmica deve ser morto" - Volume 9, Livro 84, Número 5).

Conclusão:

Os efeitos da remoção do paganismo pré-islâmico em favor do intolerante sistema de Maomé são manifestos. Cinquenta anos depois da morte de Maomé, a Ka'ba, que se havia mantido durante séculos sob a bandeira da liberdade religiosa e do respeito pela fé alheia, encontrava-se em ruínas devido a mais uma das muitas guerras entre os maometanos que se geraram após a morte do "profeta".

Actualmente, os maometanos continuam a lutar uns contra os outros e não há país islâmico no mundo que permite de modo real a liberdade para se pregar outras confissões, ou recrutar jovens maometanos para fora da fé islâmica - algo que Maomé teve a liberdade para fazer em Meca em favor da sua religião. 

Em contraste com a sua história pré-islâmica, a cidade de Meca tem hoje a "honra" de ser, em termos de liberdade religiosa, a cidade mais intolerante do mundo, visto que os não-maometanos não têm sequer a permissão para a visitar. Como é normal, os apologistas maometanos não falam disto.

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Mitos em torno de Maomé

MECA



















MEDINA






















MAOMÉ - O CONQUISTADOR














quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

As duas versões de Maomé

Erudito maometano do século 15 - Abi Bakr Az-Zarkashi -  descreve o Maomé do período de Meca e o Maomé do período de Medina. Note-se que, quando os maometanos não têm razão para esconder a verdade, eles revelam de forma clara a verdadeira natureza do islão.
Quando Maomé se encontrava na sua condição fraca [em Meca], Alá, o excelso e o sábio, revelou-lhe o mais adequado para a situação como acto de misericórdia para com ele e para com os seus seguidores. Se Alá lhe desse o mandamento para lutar enquanto eles eram poucos em número e fracos, isso seria um embaraço e algo muito difícil.

Mas quando o altíssimo [Alá] tornou-o vitorioso [em Medina], ordenou-lhe o que se ajustava à situação, isto é, pedindo aos Povos do Livro que se tornassem muçulmanos ou pagassem o imposto respectivo [jiziyah], e pedindo aos infiéis [todos os outros] que se tornassem muçulmanos ou enfrentassem a morte.  - citado por  M.A. Khan
O padrão é o mesmo em todos os países para onde os muçulmanos se mudam; enquanto são fracos e poucos em número, eles apregoam a tolerância, o respeito e a sã co-existência. No entanto, quando são em número suficiente, eles tentam impor a sua religião.

Não se pode culpar os maometanos por agirem assim uma vez que isso é algo que está de acordo com o exemplo de Maomé. O problema não são os muçulmanos mas o islão.



terça-feira, 20 de novembro de 2012

Citando os versos certos

Dentro da teologia islâmica existe um conceito ou doutrina com o nome de "abrogação" (naskh) onde se tentam harmonizar ayahs contraditórias. Especificamente, existem versículos do Alcorão que apelam a coexistência e entendimento (7:199) ao mesmo tempo que existem outros que claramente apelam à subjugação e comportamento agressivo contra os infiéis (3:151).

Este intervalo oceânico existente na estrutura moral do Alcorão reflecte a vida de Maomé durante os seus 23 anos de carreira "profética". Os versos mais pacíficos foram-lhe "revelados" pelo espírito que ele erradamente identificou como "Anjo Gabriel" quando ele era fraco em número e precisava de paz para apregoar a sua nova religião.

No entanto, já em Medina, e rodeado que estava de homens dispostos a lutar por ele (e pelos bens materiais roubados aos habitantes de Meca e aos Judeus)  Maomé mudou por completo o teor das suas revelações e passou a motivar os seus seguidores a adoptar um comportamento mais bélico (supostamente porque Alá queria assim).

A consequência desta amplitude moral existente no Alcorão é que hoje em dia os maometanos sentem-se perfeitamente à vontade para citar os versos que mais lhes servem num dado momento. Por exemplo, quando eles são pequenos em número, e não querem causar problemas, as passagens por eles citadas são invariavelmente as pacíficas - que foram "reveladas" a Maomé quando este estava em Meca (e tinha no máximo, apenas 300 seguidores).

Quando eles já se encontram em número suficiente para enfrentar o inimigo, os versos que eles passam a citar são os do período em que Maomé já tinha um exército poderoso ao seu lado, e era um líder militar incontestado - este é o período de Medina.

Por isso, sempre que um maometano nos quiser demonstrar a não-existente natureza pacífica do islão, podemos ter a certeza que ele vai-nos citar versos "revelados" em Meca e não os muitos versos "revelados" em Medina que apelam à luta armada.

Um exemplo claro desta duplicidade dos activistas maometanos ficou bem patente nos cartazes por eles colados no metro de Washington.  O grupo radical CAIR, que luta para "corrigir" a "imagem negativa" que o Ocidente tem do Islão, instalou o seguinte cartaz:

"Mostra o perdão, fala em favor da justiça e evita os ignorantes" - 7:199
O cartaz cita 7:199, que é um dos versos do período de Meca (quando Maomé estava em menor número e devido a isso, "recebia" versículos pacíficos). 

A organização CAIR obviamente quer que as pessoas pensem que este verso é a palavra final no que toca ao comportamento que os maometanos devem adoptar. Mas a organização CAIR sabe muito bem que o islão  ensina a subjugação violenta dos não muçulmanos, e é precisamente por isso que os líderes da CAIR nunca condenam por nome o Hamas, o Hezbollah  e outros grupos assassinos.  (Eles podem "condenar" o "terrorismo" mas nunca citam o nome dos grupos.) 

Como forma de educar os americanos, Pam Geller fez o cartaz que se segue: 

"Brevemente lançaremos o terror no coração dos Descrentes"
E com este cartaz a taqqiyah é revelada e o maometano tem que explicar este verso à luz do outro, e dizer qual deles têm a preeminência.


domingo, 3 de junho de 2012

Mito: Os habitantes de Meca foram os primeiros a violar o Tratado de Hudaibiya

Menos de dois anos depois de ter feito um tratado com os habitantes de Meca, Maomé regressou à cidade com um exército e tomou a cidade de surpresa. Embora através dos séculos isto tenha sido uma fonte de orgulho por parte dos maometanos, os eruditos contemporâneos são mais susceptíveis desculpabilizar o comportamento de Maomé visto que o mesmo contradiz a alegação de que o islão é uma religião pacífica.

Em vez de construir um argumento em favor da tese de que Maomé foi forçado a escolher a guerra - algo que os registos históricos contradizem - os apologistas maometanos actuais alegam que Maomé tinha "justificações" para tomar Meca visto que o parceiro do acordo havia violado o tratado entre ambos. De particular importância são os pormenores técnicos em torno da aliança.

Depois do Tratado de Hudaibiya (TdH) ter sido feito, duas tribos em guerra aliaram-se a lados opostos na guerra Maomé versus habitantes de Meca. Devido ao facto da tribo que se aliou aos habitantes de Meca ter sofrido uma série de assassinatos por parte da tribo que se aliou aos muçulmanos, os primeiros buscavam forma de vingança junto dos segundos.

A evolução dos eventos pode ser resumida da seguinte forma:

  • Membro da Tribo A (que se alinhou com Meca) foi assassinado por membros da Tribo B (que mais tarde se alinhou com Maomé).
  • Tribo A mata um membro da Tribo B como forma de vingança.
  • Tribo B mata 3 membros da Tribo A.
  • Depois de levar a cabo estes assassinatos, a Tribo B junta-se aos muçulmanos.
  • Em jeito de resposta, a Tribo A junta-se aos habitantes de Meca.
  • Tribo A busca vingança pela morte de 3 membros seus.

Este desenrolar de ventos está detalhada em Ibn Ishaq/Hisham 803, onde a Tribo A chama-se Banu Bakr e a Tribo B tem o nome de Khuza’a.

Embora os Khuza’a (Tribo B) tenham iniciado a sequência de assassinatos, o facto deles terem sido atacados pela Tribo A (Bani Bakr) depois de se terem aliado a Maomé constituía uma violação técnica do acordo - que Maomé capitalizou como forma de fazer marchar as suas superiores forças para Meca e estabelecer a autoridade islâmica pela via da força.

Superficialmente, os habitantes de Meca parecem ter sido os primeiros a violar o TdH. Embora muitos maometanos admitam que os habitantes de Meca não desejavam a guerra, eles insistem à mesma que Maomé tinha justificação para atacar Meca tendo como base a violação do TdH.

A verdade dos factos revela que Maomé foi o primeiro a violar o TdH, tal como o Alcorão reconhece - o que significa que qualquer maometano conhecedor do Alcorão também o deva reconhecer.

Os termos do tratado especificavam que qualquer maometano que fugisse de Meca para Medina (onde Maomé vivia) deveria ser retornado. No entanto, quando um grupo de maometanos fez exactamente isso (fugir para Medina), Maomé não os retornou na totalidade, mas reteve para si as mulheres. Sem surpresa alguma, um verso "desceu" de Alá para justificar esta violação do TdH (60:10).

Os maometanos actuais possuem apenas uma resposta para isto: Alá deu a Maomé a permissão pessoal para violar o tratado. Só que isto constitui uma gritante dualidade de critérios - uma com a qual os muçulmanos estão perfeitamente confortáveis visto que eles acreditam que a sua religião lhes torna superiores aos demais. (Não deixa de ser curioso que o deus Alá tenha permitido que Maomé assinasse um tratado cujos termos eles tencionava violar).

Pondo de parte os pormenores técnicos por agora, os apologistas maometanos começam então a falar na "gravidade" das violações contratuais, alegando que a morte dos membros da tribo aliada com Maomé constituía uma "ofensa grave".

Claro que eles estão certos no que dizem, mas há ainda outro pormenor da história que demonstra a dualidade de critérios do gesto: Segundo se sabe, os maometanos estavam a matar habitantes de Meca DEPOIS do tratado ter sido assinado, e ANTES dos membros da Tribo A terem morto alguém da Tribo B.

Bukhari 50:891 relata a história dum homem chamado Abu Basir que "abraçou" o islão e posteriormente matou um habitante de Meca. Maomé ordenou que o homem fosse viver para a costa, onde ele formou um grupo de 70 maometanos que se financiava atacando as caravanas de Meca.

Segundo a hadith, ele e os outros maometanos "mataram-nos e tomaram as suas possessões". Muir descreve o incidente do seguinte modo:

Eles assaltaram todas as caravanas provenientes de Meca (uma vez que, desde as tréguas, o tráfego com a Síria tinha reatado) e não pouparam a vida de ninguém.
Atacar e matar habitantes de Meca era uma óbvia violação do TdH mas uma vez que as vítimas (habitantes de Meca) não queriam guerra com Maomé, eles não marcharam contra Medina. No entanto, Maomé agarrou a primeira desculpa para atacar Meca embora estes últimos não constituíssem qualquer tipo de ameaça para ele. Os seus adversários queriam a paz, mas ele - Maomé - queria poder.

Escusado será dizer isto, mas eles não tiveram alternativa senão renderem-se a ele em vez de enfrentar o seu exército numa guerra convencional.

A dualidade ética do islão está impregnada na religião, incluindo a forma díspar no tratamento dos descrentes. Sem surpresa alguma, Maomé colocava imposições morais sobre os outros mas ele não estava disposto a viver segundo os mesmos padrões.

Neste caso, como ele foi o primeiro a violar o TdH, ele estabeleceu um exemplo para os seus seguidores: uma promessa feita aos descrentes não é vinculativa para os maometanos. O próprio Abu Bakr declarou:

Se eu faço um juramento mas mais tarde deparo-me com algo melhor que o juramento prévio, então faço o que é melhor e mais tarde faço expiação pelo meu juramento. (Bukhari 78:618)
Sem dúvida que Maomé teria concordado com Abu Bakr porque ele mesmo disse "fazer guerra é enganar" (Bukhari 52:269)

Fonte

sábado, 19 de novembro de 2011

MITO: Maomé atacou as caravanas para recuperar bens roubados

Depois de terem sido justificadamente expulsos de Meca, Maomé e os muçulmanos encontraram refúgio em Medina - onde eles não estavam a ser incomodados pelos seus adversários.

Apesar disto, Maomé enviou os seus discípulos a levar a cabo 7 ataques mal sucedidos contra as caravanas dos habitantes de Meca.

Depois dos ataques mal sucedidos, Maomé e os seus assaltantes finalmente levaram a cabo um ataque bem sucedido. Nesse ataque, depois de terem assassinado o condutor da caravana, os muçulmanos roubaram a mercadoria.

Esta caravana em particular estava relativamente fragilizada uma vez que o ataque foi levado a cabo durante os meses sagrados, altura do ano em que as tribos concordavam não levar ataques uns contra os outros:

[Um assaltante muçulmano] que havia rapado o cabelo, olhou para baixo para eles [a caravana de Meca] e quando eles o viram, sentiram-se seguros e disseram, "São peregrinos e portanto não há nada a temer da parte deles".
(Ibn Ishaq/Hisham 424)

A cabeça rapada causou a que os muçulmanos parecessem peregrinos e não assaltantes. Isto causou uma falsa sensação de segurança entre os condutores da caravana.

No entanto, e para seu azar, o islão não é uma ideologia que respeite códigos de honra:

[Os assaltantes muçulmanos] encorajaram-se mutuamente e determinaram-se a matar o maior número possível de pessoas e levar o que eles tinham consigo. Waqid atingiu Amr bin al-Hadrami com uma seta e matou-o.
(Ibn Ishaq/Hisham 425)

De acordo com Ibn Kathir, os muçulmanos a viver em Meca não negaram que os seus irmãos ideológicos de Medina tivessem levado a cabo o assalto, morto pessoas e roubado os bens dos Quraish (tribo de Meca). Eles tiveram dúvidas, sim, que o ataque tivesse sido levado a cabo durante os meses sagrados:

Os Quraysh disseram que Maomé e os seus Companheiros não só haviam violado a santidade do Mês Sagrado, como haviam derramado sangue, confiscado bens e levado prisioneiros durante o mesmo.

Entre os muçulmanos que ainda estavam em Meca, e que os refutavam, levantou-se a resposta de que os muçulmanos tinham levado a cabo o ataque durante o mês de Sha`ban (que não é um dos meses sagrados).
(Ibn Kathir)

Deparado com a possibilidade de perder a sua autoridade, Maomé refugiou-se na sua tenda, só saindo com uma "revelação" conveniente da parte de Alá dando-lhe permissão retroactiva para o assalto.

Claro que esta revelação sancionou o saque agora na posse de Maomé:

Quando te perguntarem se é lícito combater no mês sagrado, dize-lhes: A luta durante este mês é um grave pecado; porém, desviar os fiéis da senda de Deus, negá-lo, privar os demais da Mesquita Sagrada e expulsar dela (Makka) os seus habitantes é mais grave ainda, aos olhos de Deus, porque a perseguição é pior do que o homicídio.
(Alcorão 2:217)

Reparem que o Alcorão não diz que os habitantes de Meca eram culpados de matar muçulmanos; o mesmo apenas diz que eles "perseguiam" os muçulmanos, ao impedirem que estes tivessem acesso à Kaaba.

O assassínio do condutor da caravana de Meca foi o primeiro encontra fatal entre os dois adversários. Isto é algo muito embaraçoso para os apologistas islâmicos actuais uma vez que eles gostam de afirmar que o islão é contra toda a matança excepto em legítima defesa.

Devido a isto emergiu entre os muçulmanos modernos o mito de que os muçulmanos daquele tempo apenas estavam a "trazer de volta" para si algo que inicialmente lhes pertencia - e não a roubar algo que pertencia aos habitantes de Meca.

Os apologistas modernos gostam de dizer que os muçulmanos foram practicamente "roubados" pelos habitantes de Meca quando foram expulsos da cidade. O filme pró-islão de 1976, "A Mensagem", perpetua explicitamente este mito.

Os apologistas são um bocado vagos quando se trata de justificar o assassínio de um homem devido ao alegado "roubo" de que os muçulmanos foram supostamente alvos. Se levarmos em conta que os muçulmanos gostam de colocar uma aura de "homem de perdão" em torno de Maomé, não se sabe como é que eles harmonizam os dados disponíveis.

Para além disso, eles também não explicam como é que as vítimas dos assaltos subsequentes (usualmente condutores de caravanas) eram directamente responsáveis pelo assalto de que os muçulmanos foram supostamente vítimas.

Mas este é o menor dos seus problemas uma vez que não só não há evidências para a alegação de que os Muçulmanos estavam a "trazer de volta o que lhes pertencia", como há evidências que contradizem esta posição.

O evento do primeiro ataque às caravanas de Meca está bem detalhado na biografia levada a cabo por Ibn Ishaq/Hisham. Em lado algum é mencionado que o conteúdo da caravana eram posses que haviam pertencido aos muçulmanos.

De facto, Ishaq descreve explicitamente que os bens pertenciam aos habitantes de Meca:

Uma caravana dos Quraish contendo passas de uvas secas, couro e outra mercadoria pertencente aos Quraish passou por . . .
(Ibn Ishaq/Hisham 424)

Note-se que a mercadoria roubada à caravana continha passas de uvas que se teriam estragado se fossem passas que pertencessem aos muçulmanos que haviam saído de Meca quase um ano atrás.

Um quinto do espólio foi entregue a Maomé, o que dificilmente seria o caso se o mesmo pertencesse a outro muçulmano (Ibn Ishaq/Hisham 425).

A maioria dos muçulmanos a viver em Meca tinha poucas possessões visto que provinham da camada inferior do estrato social da cidade. Aqueles que tivessem posses, teriam tempo para liquidá-las e transportá-las para a nova localização.

Como instigador da discórdia, Maomé foi o único muçulmano literalmente forçado a fugir de Meca pela calada da noite. Mas mesmo as suas posses foram organizadas pelo seu genro Ali:

Ali ficou em Meca durante 3 dias e 3 noites até que restaurou os depósitos que o apóstolo tinha.
(Ibn Ishaq/Hisham 335)

........

Então se os muçulmanos não estavam a tentar recuperar os seus pertences, porque é que eles atacavam as caravanas dos habitantes de Meca? Maomé oferece-nos os verdadeiros motivos:

Se vocês mataram durante os meses sagrados, eles impediram-vos de seguir o caminho de Alá com a sua descrença nele, impediram-vos de ter acesso à mesquita sagrada e expulsaram-vos quando vocês eram o seu povo.

Para Alá isto é muito mais sério do que a matança de alguns entre eles.

'E a sedução é pior que a matança'.

Eles tinham o hábito de seduzir o muçulmano para a sua religião até que eles o faziam voltar à descrença depois de ter acreditado. E isso, para Alá, é pior do que matar.

(Ibn Ishaq/Hisham 426)
Portanto a justificação para a matança dos habitantes de Meca que tomavam parte nas caravanas (e o furto das suas possessões) é puramente religiosa. A única coisa que foi "roubada" aos muçulmanos foi livre acesso à mesquita sagrada - isto é, completar o ritual do haj na Kaaba).

Os ataques às inocentes caravanas de Meca eram, portanto, "justificadas" apenas e só porque os muçulmanos sentiam-se "impedidos dos caminhos de Alá" pela "descrença" dos líderes de Meca. Isto é feito mais notório no importante episódio seguinte onde Maomé envia os seus assassinos para roubar caravanas - o que precipitou a Batalha de Badr:

Quando o apóstolo ouviu que Abu Safyan regressava da Síria, ele convocou os muçulmanos e disse:

'Esta é a caravana dos Quraish que contém a sua propriedade. Sigam no seu encontram e ataquem-na. Pode ser que Alá nos dê como presa.'

(Ibn Ishaq/Hisham 428).
Neste caso a caravana de Meca regressava duma viagem de negócios na Síria. Quaisquer que fossem os bens que ela trazia teriam sido adquiridos na Síria.

Conclusão:

Durante os 9 anos seguintes a principal fonte de rendimento dos muçulmanos foi roubada a outros. Com o passar do tempo, os alvos dos ataques expandiram-se para além de Meca e Medina. Durante a altura em que Maomé morreu, os muçulmanos encontravam desculpas para atacar muitas outras tribos árabes, Judeus e até Cristãos.

Tal como as actividades da Máfia, os muçulmanos ofereciam "protecção" em troca de compensação financeira. E assim, em poucos anos, o império árabe passou dumas tribos em Medina para terras que iam de Marrocos até à Índia - tudo isto feito segundo um modelo militar e político que Maomé instalou aquando da sua estadia em Medina.

No entanto este homem anunciou aos árabes que era um "profeta" na mesma linha profética que os profetas Bíblicos. E é suposto nós acreditarmos nisso.

Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores.

Pelos seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos?

Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus.

Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons.

Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo.

Portanto, pelos seus frutos os conhecereis.

Mateus 7:15-20

Pelos "frutos" dos ensinamentos de Maomé podemos facilmente vêr que ele era um falso profeta.

Fonte



MECA

1. MITO: Maomé foi perseguido em Meca por pregar o Islão
2. MITO: Maomé foi torturado em Meca.
3. MITO: os Muçulmanos foram perseguidos e sofreram muitas baixas em Meca
4. MITO: Os pagãos de Meca foram os primeiros a verter sangue no conflito contra os muçulmanos
5. MITO: Maomé viajou até Jerusalém numa noite
6. MITO: a perseguição forçou Maomé e os muçulmanos a fugirem de Meca


MEDINA

1. MITO: Quando os maometanos chegaram a Medina, eles foram vítimas de perseguição por parte dos habitantes de Meca
2. MITO: Maomé atacou as caravanas para recuperar bens roubados
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