MITOS ISLÂMICOS

Mostrar mensagens com a etiqueta Kaaba. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Kaaba. Mostrar todas as mensagens

sábado, 10 de agosto de 2013

MITO: Maomé tornou a cidade de Meca mais tolerante

A maior parte das pessoas concorda que, após 13 anos a pregar a sua nova religião em Meca, Maomé não teve muito sucesso e devido a isso, viu-se forçado a fugir de Meca com os seus 150 seguidores. Foi durante o tempo que ele esteve fora da cidade de Meca que ele formou um exército militar, e regressou 8 anos mais tarde (como conquistador) para a cidade que o havia rejeitado.

Os maometanos que não conhecem assim os registos deixados pelos historiadores islâmicos acreditam que Meca era uma cidade de perseguição religiosa extrema, onde era imperioso conquistar os malignos pagãos devido ao perigo que eles representavam. Supostamente, depois da conquista, Maomé perdoou toda a gente e todos passaram a viver em harmonia, desfrutando da nova era de paz e tolerância religiosa que o islão trouxe à cidade. 

Os maometanos actuais têm uma necessidade imensa de acreditar que a sua religião transformou a cidade de Meca numa cidade melhor, visto que se o islão não era melhor que o paganismo que havia dominado previamente, então o islão tem poucas hipóteses de ser melhor que a religião Ocidental, ou melhor que as outras alternativas que existem hoje.

Infelizmente para os maometanos, a imagem pintada pelos historiadores islâmicos está em total contraste com aquilo que os maometanos querem tão desesperadamente acreditar. A realidade dos factos é que o islão transformou uma cidade altamente tolerante, e religiosamente pluralista, numa das duas cidades do mundo onde só aqueles que professam a fé dominante têm permissão para entrar. (Sem surpresa alguma, a outra cidade onde só os membros da fé local podem entrar é Medina).

Antes de Maomé, Meca era uma das seis cidades da Arábia que continha uma Ka'ba - o edifício com a forma dum cubo que albergava centenas de ídolos e artefactos religiosos. Os habitantes de Meca eram, em larga escala, politeístas que adoravam cada um o seu deus preferido, respeitando os deuses venerados pelos demais. Meca era também o local da peregrinação religiosa anual, onde as pessoas das regiões circundantes visitavam a cidade e lá permaneciam por um período de 4 meses. Pessoas de terras distantes tinham permissão para guardar os seus deuses dentro da Ka'ba (incluindo Hindus). Havia também uma secção reservada aos Judeus e aos Cristãos, que adoravam lado a lado com os outros. 

Os habitantes permitiam a conversão para outras confissões religiosas, e como tal, não há registo de perseguição contra aqueles que practicavam a sua fé sem insultar os outros. Até a própria experiência de Maomé é evidência do desejo dos habitantes de Meca de viver paz. Segundo as fontes islâmicas, o povo de Meca não se importava que Maomé pregasse a sua nova religião, tal como ele começou a fazer em 610 quando tinha 40 anos. Eles apenas pediram que ele fosse tão tolerante com eles tal como eles o eram em relação a ele

O auto-proclamado "profeta" Maomé, no entanto, violou a tradição, insultou abertamente as religiões locais, e insultou os ancestrais das pessoas que as practicavam. (Ver  MITO: Maomé foi perseguido em Meca por pregar o Islão). 

Isto não só causou grande ofensa, mas colocou em causa a fonte de rendimento de muitos residentes. Mesmo assim, as pessoas permitiram que Maomé pregasse durante 13 anos, mesmo sabendo que a sua pregação era uma ofensa para os locais. Isto revela o quão tolerantes os habitantes de Meca eram. Na verdade, foram os maometanos os primeiros a verter o sangue do inimigo à medida que se foram tornando cada vez mais violentos e ao mesmo tempo que crescia o cepticismo geral da sociedade.

Para sermos totalmente justos, houve alguns habitantes de Meca que responderam de forma igualmente violenta depois dos maometanos passarem a ser violentos. No entanto, a Sira só regista a morte de uma pessoa (um escravo envelhecido e devido ao stress) e nenhuma morte é regista pelas Hadith. A presença de Maomé foi tolerada até ao momento em que ele se aliou a uma tribo estrangeira contra a cidade onde ele mesmo vivia. Quando as coisas chegaram a este ponto (em 622), Maomé foi expulso de Meca.

Embora os seus adversários tivessem ficado satisfeitos em deixá-lo em paz em Medina - para onde ele fugiu juntamente com os membros da sua seita - Maomé não superou a amargura da rejeição de que foi alvo em Meca. Ele perturbou constantemente os habitantes de Meca atacando as suas caravanas e forçando-os a conflitos armados. Eventualmente ele enganou-os a assinar um pacto de não-agressão com a validade de 10 anos, o que deixou Meca indefensável perante o exército de Maomé quando este tomou a decisão de quebrar o acordo que tinha feito, e atacar a cidade de surpresa menos de dois anos após a assinatura do acordo de paz. 

[ed: É precisamente devido a incidentes como este que a palavra de alguém que tem Maomé como exemplo moral não vale nada. Acordos com maometanos devotos não são vinculativos para ele porque, segundo o profeta do islão, é perfeitamente moral violar acordos com os não-maometanos.]

A violenta história do islão primitivo deixa pouca margem de manobra para os apologistas islâmicos na sua vã tentativa de defender a tese de que a sua religião é pacífica e tolerante. A ocupação de Meca após a vitória de Maomé é normalmente o seu exemplo primário uma vez que a conquista de Maomé não precedeu um massacre em larga escala dos residentes locais (excepto a aniquilação de quem quer que tentasse defender a sua casa da ocupação estrangeira, o que foi feito por alguns). 

No entanto, é fascinante a forma como os próprios defensores do maometanismo colocam o nível de exigências num patamar bem baixo. 

Segundo as narrativas de Ibn Ishaq/Hisham, e as narrativas de outros historiados maometanos, era absurdamente óbvio que os habitantes de Meca não queriam qualquer tipo de conflito, não estavam preparados para um conflito e não contavam que Maomé marchasse contra a sua cidade com um exército de 10,000 homens. Não há qualquer razão para esperar que estas pessoas inocentes fossem chacinadas (para além do facto de Maomé já ter ordenado a morte de outras pessoas no passado).

Sem surpresa alguma, houve algumas pessoas que foram de facto condenadas à morte por Maomé ("um pequeno número de pessoas que foram mortas mesmo que se fossem encontradas por baixo das cortinas da Ka'ba" Ishaq/Hisham 818, ver também Abu Dawud 2677). Entre estas pessoas encontravam-se antigos inimigos de Maomé que o haviam ridicularizado e o haviam rejeitado no passado, incluindo duas raparigas escravas que haviam cantado músicas sobre ele:

Ele tinha duas raparigas cantoras, Fartana e a sua amiga, que costumavam cantar músicas de sátira emrealção oa aóstolo, e devido a isso, ele ordenou a sua execução.  (Ibn Ishaq/Hisham 819)

O dono delas, Ibn Khatal, um apóstata do islão, foi também morto por Maomé mesmo quando se tentou refugiar no que era considerado o lugar mais sagrado:

O Apóstolo de Alá entrou em Meca no ano da sua Conquista usando um capacete Árabe na sua cabeça; quando ele o tirou da cabeça, uma pessoa aproximou-se dele e disse "Ibn Khatal agarrou-se à cobertura da Ka'ba (buscando refúgio na Ka'ba)." O Profeta disse, "Matem--no." (Bukhari 29:72, Muslim 7:3145)

Um antigo escriba de Maomé, com o nome de Abdullah, fez também parte da lista de pessoas a serem executadas devido ao facto dele ter abandonado o islão depois de se ter apercebido que as "revelações" de Alá eram arbitrárias, coisa que ele notou quando sugeriu a Maomé mudanças em torno das palavras "reveladas" - palavras essas que deveriam ser "revelações imutáveis". 

Tal como muitos outros, Abdullah conseguiu preservar a sua vida "convertendo-se" ao islão pouco antes da sua execução. Em vez de ridicularizar aqueles que o haviam ridicularizado, ou oferecer a outra face (como Um Outro "Profeta" Jesus havia pregado previamente), Maomé matou aqueles que não se arrependeram do "crime" de o terem rejeitado. 

Foi por esta altura que Meca, uma das cidades mais tolerantes do mundo, se tornou numa das mais opressivas e intolerantes cidades da altura (e actuais). A primeira ordem de serviço de Maomé foi destruir os ídolos do povo que permitiu que ele pregasse a sua religião na sua cidade durante 13 anos:

O Profeta entrou em Meca e (por essa altura) existiam por lá 360 ídolos em volta da Ka'ba. Ele começou a esfaquear os ídolos com o pedaço de pau que tinha na sua mão recitando: "A Verdade (islão) chegou e a Falsidade (descrença) foi erradicada." (Bukhari 43:658)

Depois disto, o profeta do islão mandou os seus homens destruir os templos das outras tribos, tanto em redor de Meca (Ibn Ishaq/Hisham 840) como em localizações tão remotas como o Iêmen (Bukhari 59:643).

Com o fim violento da sua religião, a maior parte dos habitantes de Meca não teve outra escolha senão "abraçar" (na sua aparência exterior) a religião exacta que eles haviam rejeitado de forma assertiva durante os 21 anos prévios, antes de terem uma espada colada aos seus pescoços. Afirmar que esta conversão foi genuína (como alegado por alguns apologistas islâmicos) é esticar a credulidade para além dos limites do imaginável.

Antes de expulsar aqueles que se recusaram a converter ao islão, Maomé usou a força aliada dos habitantes de Meca para conquistar a cidade vizinha de al-Taif como vingança pela sua rejeição de Maomé (e, ironicamente, por estes se recusarem a formar uma aliança com Maomé contra Meca). 

Passados que estavam alguns meses, Maomé encontrava-se em posição de poder violar todos os seus pactos e expulsar os não-maometanos que ainda se encontravam na sua cidade.

Mas quanto os meses sagrados houverem transcorrido, matai os idólatras, onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os; porém, caso se arrependam, observem a oração e paguem o zakat, abri-lhes o caminho. Sabei que Deus é Indulgente, Misericordiosíssimo. - Alcorão 9:5







As rezas e as "ofertas para os pobres encontram-se entre os pilares do islão - a salat e o zakat, respectivamente. Segundo o texto mais sagrado do islamismo, portanto, a única forma dos politeístas evitarem a morte era a conversão para o islão ou a fuga da cidade. Considere-se o destino dum idoso que preferiu rezar à sua maneira:

O Profeta recitou a Suratan-Najm (103) em Meca e prostrou-se enquanto a recitava, do mesmo modo que quem se encontrava com ele também se prostrou excepto um idoso que pegou em pedras pequenas ou areia, levantou a mão até a sua teste e disse, "Isto é suficiente para mim." Mais tarde, viu-o a ser morto como um descrente.  (Sahih Muslim 19:173)

Escusado será dizer isto, mas aqueles que, depois dos 4 meses de graça, não professavam fé nas palavras de Maomé, eram impedidos de voltar a Meca e de levar a cabo a peregrinação - tradição que já ocorria há séculos. Segundo o Alcorão, isto era assim não porque eles constituíssem algum tipo de perigo físico, mas sim porque eles eram "impuros" (Alcorão 9:28).

A história da expulsão violenta de não-maometanos das suas cidades pode também ser encontrada em Ibn Ishaq/Hisham 920-923. 

Os apologistas maometanos frequentemente alegam que Maomé apenas ordenou a matança dos pagãos que haviam "violado o acordo", mas o contexto histórico revela que o mandamento de lutar aplicava-se "aos politeístas que haviam violado o acordo, bem como aqueles que tinham um acordo geral passados que estivessem os 4 meses que lhes haviam sido conferidos como período fixo" (Ishaq/Hisham 922). Por outras palavras, os descrentes tinham 4 meses para abandonar as suas casas, quer eles tivessem feito algo de errado ou não.

Aqueles que ficaram na outrora tolerante cidade de Meca passaram a viver sob uma teocracia draconiana onde uma demonstração externa de religiosidade era exigida por Maomé como um teste à lealdade pessoal. Aqueles que se recusavam a agir em conformidade eram, literalmente, queimados vivos:

O Profeta disse 'Nenhuma reza é mais difícil que a reza Fajr e a reza Isha', mas eles soubessem as recompensas que são obtidas mediante estas rezas feitas no tempo certo, eles certamente que se apresentariam (nas mesquitas) mesmo que tivessem que rastejar.'  O Profeta acrescentou 'Certamente que ordenei que o Mu'adh-dhin (o homem que faz o chamamento para as rezas)  anunciasse o Iqama e ordenasse um homem para liderar as rezas, e posteriormente, pegasse em fogo de modo a queimar todos aqueles que não haviam abandonado as suas casas (para vir rezar), bem como para queimar as suas habitações.' Bukhari 11:626

Os Judeus e os Cristãos não foram poupados da intolerância religiosa. De facto, eles foram eventualmente perseguidos e expulsos da Península Arábica segundo os mandamentos finais de Maomé, quando este se encontrava no seu leito de morte:
Vou expulsar os Judeus e os Cristãos da Península Arábica e não vou deixar mais ninguém a não ser muçulmanos. (Sahih Muslim 4366)
Portanto, não só Maomé expulsou os não-muçulmanos de Meca, como os baniu de todo de se aproximarem da Ka'ba. Este foi um extraordinário exemplo de hipocrisia por parte do "profeta" do islão uma vez que, de acordo com a Surah 2, prevenir as pessoas de adorarem na Ka'ba era uma"perseguição", e era algo tão sério que Alá permitiu a chacina como forma de acabar com ela.

O isláo tornou-se, então, um sistema com padrões distintos onde "a força determina o que está certo" [inglês: "might makes right"], e onde a moralidade da acção é julgada pelos seus efeitos prácticos - especificamente, se ajuda os muçulmanos e o islão ou não - e não pela natureza do acto em si.

Esta forma de pensar perdura até aos dias de hoje: os maometanos exigem liberdade para pregar a sua fé nos países não-muçulmanos mas trabalham de modo activo para negar às outras confissões religiosas essa mesma liberdade nos seus países (ou em zonas onde eles se encontram em número suficiente para modificar as leis e os costumes).

Semelhantemente, eles insistem que as pessoas devem ser livres para se converterem ao islão, mas ninguém não têm liberdade para abandonar o islão ("Quem abandonar a fé islâmica deve ser morto" - Volume 9, Livro 84, Número 5).

Conclusão:

Os efeitos da remoção do paganismo pré-islâmico em favor do intolerante sistema de Maomé são manifestos. Cinquenta anos depois da morte de Maomé, a Ka'ba, que se havia mantido durante séculos sob a bandeira da liberdade religiosa e do respeito pela fé alheia, encontrava-se em ruínas devido a mais uma das muitas guerras entre os maometanos que se geraram após a morte do "profeta".

Actualmente, os maometanos continuam a lutar uns contra os outros e não há país islâmico no mundo que permite de modo real a liberdade para se pregar outras confissões, ou recrutar jovens maometanos para fora da fé islâmica - algo que Maomé teve a liberdade para fazer em Meca em favor da sua religião. 

Em contraste com a sua história pré-islâmica, a cidade de Meca tem hoje a "honra" de ser, em termos de liberdade religiosa, a cidade mais intolerante do mundo, visto que os não-maometanos não têm sequer a permissão para a visitar. Como é normal, os apologistas maometanos não falam disto.

---------------------------------------------------------------------------------------------------------

Mitos em torno de Maomé

MECA



















MEDINA






















MAOMÉ - O CONQUISTADOR














segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Pirâmides ofensivas


Um líder jihadista egípcio apelou a uma "destruição da Esfinge e das Pirâmides de Gizé no Egipto", estabelecendo paralelos entre essas relíquias egípcias e as estátuas budistas destruídas pelos Talibãs há cerca de 10 anos atrás.

Murgan Salem al-Gohary, islamita duas vezes condenado durante a presidência de Presidente Hosni Mubarak por apregoar o uso da violência, apelou aos maometanos que removam tais "ídolos":
Todos os muçulmanos têm o dever de aplicar os ensinamentos do islão e remover estes ídolos, tal como fizemos no Afeganistão quando destruímos as estátuas de Buda.
Alá ordenou ao profeta [sic] Muhammad que destruísse os ídolos.
Quando eu estive com os Talibãs, destruímos a estátua de Buda, algo que o governo falhou ao não levar a cabo.
Os seus comentários chegam um dia depois de milhares de islamistas ultra-radicais se reunirem na Praça Tahrir e apelarem a uma aplicação mais rigorosa da lei Sharia na nova constituição.


* * * * * * *

Sempre que vejo um maometano a insurgir-se contra a "idolatria", sei que estou a falar com 1) alguém que não conhece a sua religião, ou 2) alguém que conhece a sua religião, mas que deu novo significado aos termos. Será que ele não sabe como surgiu o islão? Não sabe ele que virtualmente todos os rituais islâmicos foram herdados dos árabes pagãos?

Porque é que os muçulmanos não fazem o que Maomé fez com os estátuas pagãs de Meca depois dele ocupar a cidade e incorporar um dos seus ídolos (a Pedra Negra) na sua nova religião?

Maomé foi mais esperto que os maometanos actuais, e justificou a incorporação destes ídolos na sua religião alegando - sem evidências - que, originalmente, a Ka'ba e a Pedra Negra eram islâmicas e não pagãs.

Porque é que os maometanos não fazem o mesmo com as pirâmides e a Esfinge?  Os ulemas e a 'ummah poderiam começar a alegar que as pirâmides foram originalmente construídas por Abraão e Ismael e que a Esfinge desceu do céu. Depois disto, os maometanos poderiam começar a prostrar-se em direcção às pirâmides e a Esfinge, tal como eles se prostram em direcção à Ka'ba e a Pedra Negra.

Problema resolvido.

Paganismo




quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Pagãos muçulmanos acusam os Cristãos de venderem "ídolos imundos"

Youm-7, um dos órgãos de informação seculares mais populares no Egipto, e que recentemente atacado por apoiantes da Irmandade Muçulmana, reportou que pelo menos 17 lojas Cristãs em Shubra (Cairo) estão sob ameaça por venderem ícones e estátuas. Os donos das lojas, que se encontram "em pânico", afirmam que receberem cartas ameaçadoras exigindo que eles parem de vender a sua "idolatria."

Entre outras coisas, as cópias que foram apresentadas à Youm-7 dizem "Avisamos a vocês, Nassara [termo derrogatório que o Alcorão usa para identificar os Cristãos] para pararem o vosso comércio imundo através do qual vocês vendem ídolos sujos."

Devido a isto, os donos das lojas dirigiram-se apressadamente para a delegacia local e apresentaram as suas queixas na esperança de que os autores das cartas sejam identificados.

A reportagem conclui afirmando que não foram desenvolvidos esforços substanciais de modo a proteger as lojas, e que apenas um agente foi enviado para patrulhar, e só pela manhã.

Fonte

* * * * * * *

Sempre que vemos maometanos a acusar os Cristãos de idolatria, podemos ter a certeza que estamos na presença de alguém que não conhece as origens da sua fé (para além de não conhecer o Cristianismo). Será que ele não sabe que a adoração na Kaaba é uma práctica que tem as suas origens no paganismo pré-islâmico?

Maomé disse, através do Alcorão, que a Kaaba foi construída por Abraão e Ismael (Alcorão 2:125), 40 anos antes do Templo de Salomão. O problema é que o Templo de Jerusalém foi construído entre 958 a 951 Antes de Cristo. Portanto, se levarmos a sério as palavras de Maomé [o que não é de todo aconselhável], a Kaaba deve ter sido construída aproximadamente entre 998-991 Antes de Cristo. Mas isto é problemático para os maometanos uma vez que Abraão viveu cerca de mil anos antes (+/- 2000 Antes de Cristo) e tanto ele como o seu filho Ismael já estavam mortos.

Para além disso, a Pedra Negra, o jejum, o número de orações, a circum-ambulação, a lua crescente, e muitas outras características e costumes islâmicos, têm a sua origem nas prácticas pagãs.

Devido a isto, talvez seja melhor os maometanos explicarem as origens pagãs da sua fé antes de lançarem críticas aos Cristãos.

sábado, 19 de novembro de 2011

MITO: Maomé atacou as caravanas para recuperar bens roubados

Depois de terem sido justificadamente expulsos de Meca, Maomé e os muçulmanos encontraram refúgio em Medina - onde eles não estavam a ser incomodados pelos seus adversários.

Apesar disto, Maomé enviou os seus discípulos a levar a cabo 7 ataques mal sucedidos contra as caravanas dos habitantes de Meca.

Depois dos ataques mal sucedidos, Maomé e os seus assaltantes finalmente levaram a cabo um ataque bem sucedido. Nesse ataque, depois de terem assassinado o condutor da caravana, os muçulmanos roubaram a mercadoria.

Esta caravana em particular estava relativamente fragilizada uma vez que o ataque foi levado a cabo durante os meses sagrados, altura do ano em que as tribos concordavam não levar ataques uns contra os outros:

[Um assaltante muçulmano] que havia rapado o cabelo, olhou para baixo para eles [a caravana de Meca] e quando eles o viram, sentiram-se seguros e disseram, "São peregrinos e portanto não há nada a temer da parte deles".
(Ibn Ishaq/Hisham 424)

A cabeça rapada causou a que os muçulmanos parecessem peregrinos e não assaltantes. Isto causou uma falsa sensação de segurança entre os condutores da caravana.

No entanto, e para seu azar, o islão não é uma ideologia que respeite códigos de honra:

[Os assaltantes muçulmanos] encorajaram-se mutuamente e determinaram-se a matar o maior número possível de pessoas e levar o que eles tinham consigo. Waqid atingiu Amr bin al-Hadrami com uma seta e matou-o.
(Ibn Ishaq/Hisham 425)

De acordo com Ibn Kathir, os muçulmanos a viver em Meca não negaram que os seus irmãos ideológicos de Medina tivessem levado a cabo o assalto, morto pessoas e roubado os bens dos Quraish (tribo de Meca). Eles tiveram dúvidas, sim, que o ataque tivesse sido levado a cabo durante os meses sagrados:

Os Quraysh disseram que Maomé e os seus Companheiros não só haviam violado a santidade do Mês Sagrado, como haviam derramado sangue, confiscado bens e levado prisioneiros durante o mesmo.

Entre os muçulmanos que ainda estavam em Meca, e que os refutavam, levantou-se a resposta de que os muçulmanos tinham levado a cabo o ataque durante o mês de Sha`ban (que não é um dos meses sagrados).
(Ibn Kathir)

Deparado com a possibilidade de perder a sua autoridade, Maomé refugiou-se na sua tenda, só saindo com uma "revelação" conveniente da parte de Alá dando-lhe permissão retroactiva para o assalto.

Claro que esta revelação sancionou o saque agora na posse de Maomé:

Quando te perguntarem se é lícito combater no mês sagrado, dize-lhes: A luta durante este mês é um grave pecado; porém, desviar os fiéis da senda de Deus, negá-lo, privar os demais da Mesquita Sagrada e expulsar dela (Makka) os seus habitantes é mais grave ainda, aos olhos de Deus, porque a perseguição é pior do que o homicídio.
(Alcorão 2:217)

Reparem que o Alcorão não diz que os habitantes de Meca eram culpados de matar muçulmanos; o mesmo apenas diz que eles "perseguiam" os muçulmanos, ao impedirem que estes tivessem acesso à Kaaba.

O assassínio do condutor da caravana de Meca foi o primeiro encontra fatal entre os dois adversários. Isto é algo muito embaraçoso para os apologistas islâmicos actuais uma vez que eles gostam de afirmar que o islão é contra toda a matança excepto em legítima defesa.

Devido a isto emergiu entre os muçulmanos modernos o mito de que os muçulmanos daquele tempo apenas estavam a "trazer de volta" para si algo que inicialmente lhes pertencia - e não a roubar algo que pertencia aos habitantes de Meca.

Os apologistas modernos gostam de dizer que os muçulmanos foram practicamente "roubados" pelos habitantes de Meca quando foram expulsos da cidade. O filme pró-islão de 1976, "A Mensagem", perpetua explicitamente este mito.

Os apologistas são um bocado vagos quando se trata de justificar o assassínio de um homem devido ao alegado "roubo" de que os muçulmanos foram supostamente alvos. Se levarmos em conta que os muçulmanos gostam de colocar uma aura de "homem de perdão" em torno de Maomé, não se sabe como é que eles harmonizam os dados disponíveis.

Para além disso, eles também não explicam como é que as vítimas dos assaltos subsequentes (usualmente condutores de caravanas) eram directamente responsáveis pelo assalto de que os muçulmanos foram supostamente vítimas.

Mas este é o menor dos seus problemas uma vez que não só não há evidências para a alegação de que os Muçulmanos estavam a "trazer de volta o que lhes pertencia", como há evidências que contradizem esta posição.

O evento do primeiro ataque às caravanas de Meca está bem detalhado na biografia levada a cabo por Ibn Ishaq/Hisham. Em lado algum é mencionado que o conteúdo da caravana eram posses que haviam pertencido aos muçulmanos.

De facto, Ishaq descreve explicitamente que os bens pertenciam aos habitantes de Meca:

Uma caravana dos Quraish contendo passas de uvas secas, couro e outra mercadoria pertencente aos Quraish passou por . . .
(Ibn Ishaq/Hisham 424)

Note-se que a mercadoria roubada à caravana continha passas de uvas que se teriam estragado se fossem passas que pertencessem aos muçulmanos que haviam saído de Meca quase um ano atrás.

Um quinto do espólio foi entregue a Maomé, o que dificilmente seria o caso se o mesmo pertencesse a outro muçulmano (Ibn Ishaq/Hisham 425).

A maioria dos muçulmanos a viver em Meca tinha poucas possessões visto que provinham da camada inferior do estrato social da cidade. Aqueles que tivessem posses, teriam tempo para liquidá-las e transportá-las para a nova localização.

Como instigador da discórdia, Maomé foi o único muçulmano literalmente forçado a fugir de Meca pela calada da noite. Mas mesmo as suas posses foram organizadas pelo seu genro Ali:

Ali ficou em Meca durante 3 dias e 3 noites até que restaurou os depósitos que o apóstolo tinha.
(Ibn Ishaq/Hisham 335)

........

Então se os muçulmanos não estavam a tentar recuperar os seus pertences, porque é que eles atacavam as caravanas dos habitantes de Meca? Maomé oferece-nos os verdadeiros motivos:

Se vocês mataram durante os meses sagrados, eles impediram-vos de seguir o caminho de Alá com a sua descrença nele, impediram-vos de ter acesso à mesquita sagrada e expulsaram-vos quando vocês eram o seu povo.

Para Alá isto é muito mais sério do que a matança de alguns entre eles.

'E a sedução é pior que a matança'.

Eles tinham o hábito de seduzir o muçulmano para a sua religião até que eles o faziam voltar à descrença depois de ter acreditado. E isso, para Alá, é pior do que matar.

(Ibn Ishaq/Hisham 426)
Portanto a justificação para a matança dos habitantes de Meca que tomavam parte nas caravanas (e o furto das suas possessões) é puramente religiosa. A única coisa que foi "roubada" aos muçulmanos foi livre acesso à mesquita sagrada - isto é, completar o ritual do haj na Kaaba).

Os ataques às inocentes caravanas de Meca eram, portanto, "justificadas" apenas e só porque os muçulmanos sentiam-se "impedidos dos caminhos de Alá" pela "descrença" dos líderes de Meca. Isto é feito mais notório no importante episódio seguinte onde Maomé envia os seus assassinos para roubar caravanas - o que precipitou a Batalha de Badr:

Quando o apóstolo ouviu que Abu Safyan regressava da Síria, ele convocou os muçulmanos e disse:

'Esta é a caravana dos Quraish que contém a sua propriedade. Sigam no seu encontram e ataquem-na. Pode ser que Alá nos dê como presa.'

(Ibn Ishaq/Hisham 428).
Neste caso a caravana de Meca regressava duma viagem de negócios na Síria. Quaisquer que fossem os bens que ela trazia teriam sido adquiridos na Síria.

Conclusão:

Durante os 9 anos seguintes a principal fonte de rendimento dos muçulmanos foi roubada a outros. Com o passar do tempo, os alvos dos ataques expandiram-se para além de Meca e Medina. Durante a altura em que Maomé morreu, os muçulmanos encontravam desculpas para atacar muitas outras tribos árabes, Judeus e até Cristãos.

Tal como as actividades da Máfia, os muçulmanos ofereciam "protecção" em troca de compensação financeira. E assim, em poucos anos, o império árabe passou dumas tribos em Medina para terras que iam de Marrocos até à Índia - tudo isto feito segundo um modelo militar e político que Maomé instalou aquando da sua estadia em Medina.

No entanto este homem anunciou aos árabes que era um "profeta" na mesma linha profética que os profetas Bíblicos. E é suposto nós acreditarmos nisso.

Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores.

Pelos seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos?

Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus.

Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons.

Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo.

Portanto, pelos seus frutos os conhecereis.

Mateus 7:15-20

Pelos "frutos" dos ensinamentos de Maomé podemos facilmente vêr que ele era um falso profeta.

Fonte



MECA

1. MITO: Maomé foi perseguido em Meca por pregar o Islão
2. MITO: Maomé foi torturado em Meca.
3. MITO: os Muçulmanos foram perseguidos e sofreram muitas baixas em Meca
4. MITO: Os pagãos de Meca foram os primeiros a verter sangue no conflito contra os muçulmanos
5. MITO: Maomé viajou até Jerusalém numa noite
6. MITO: a perseguição forçou Maomé e os muçulmanos a fugirem de Meca


MEDINA

1. MITO: Quando os maometanos chegaram a Medina, eles foram vítimas de perseguição por parte dos habitantes de Meca
2. MITO: Maomé atacou as caravanas para recuperar bens roubados
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

ShareThis