MITOS ISLÂMICOS

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sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Mais de 4300 cristãos foram mortos em 2018 devido às suas crenças

Até Outubro de 2018, pelo menos 4305 cristãos foram assassinados em todo o mundo devido às suas crenças, mais 40% que no mesmo período de 2017.

Uma organização não-governamental indicou hoje que mais de 4300 cristãos foram mortos no ano passado, a grande maioria na Nigéria, o que representa um aumento expressivo pelo sexto ano consecutivo.

Até Outubro de 2018, pelo menos 4305 cristãos tinham sido assassinados em todo o mundo devido às suas crenças, o que representa um aumento de 40% em comparação com os 3066 mortos registados nos primeiros 11 meses de 2017, indicou a Missão Portas Abertas francesa.

A ONG publicou o seu relatório "índex 2019", no qual lista os "50 países onde os cristãos são mais perseguidos".

Cerca de 90% das mortes ocorreram na Nigéria (3731 mortes em solo nigeriano, contra 2000 em 2017). Neste país, "os cristãos enfrentam uma dupla ameaça", observou a ONG, referindo-se ao grupo jihadista Boko Haram e aos pastores Fulani.

Um total de 245 milhões de cristãos - católicos, ortodoxos, protestantes, batistas, evangélicos, pentecostais, cristãos expatriados, convertidos - são perseguidos, ou "um em cada nove cristãos", contra 1 em 12 no ano passado, acrescentou a organização.

Por "perseguição", entende-se tanto a violência cometida como a opressão diária mais discreta.

"O índice revela uma perseguição contra as minorias cristãs que aumenta de ano para ano. Em 2018 isto continua", escreveu o diretor da Missão Portas Abertas, Michel Varton, no preâmbulo do texto.

Num ano, "o número de igrejas visadas (fechadas, atacadas, danificadas, incendiadas...) quase duplicou, passando de 793 para 1847". "O número de cristãos detidos aumentou de 1905 para 3150" no mesmo período, sublinhou a organização.

A Coreia do Norte está novamente no topo deste ranking anual, tal como nos anos anteriores, embora não seja possível saber o número de mortes neste país devido à falta de "dados fiáveis".

A ONG observa, no entanto, que "dezenas de milhares de cristãos (...) estão presos em campos de trabalhos forçados" naquele país.

Seguem-se o Afeganistão, a Somália, a Líbia, o Paquistão, o Sudão, a Eritreia, o Iémen, o Irão, a Índia e a Síria.

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domingo, 2 de agosto de 2015

Muçulmanos matam mulher Cristã por esta ter uma cruz consigo

Por Raymond Ibrahim

Na Sexta-Feira, dia 28 de Março, em Ain Shams (subúrbio do Cairo), manifestantes da Irmandade Muçulmana atacaram A Igreja Copta Ortodoxa Virgem Maria e Arcanjo Miguel, chegando a abrir fogo contra ela e incendiando carros que se encontravam estacionados. Quatro pessoas morreram. Uma das pessoas assassinadas, uma jovem mulher Copta, foi barbaramente abusada antes de ter sido morta - tudo isto só porque a sua cruz identificava-a como Cristã aos olhos dos manifestantes da Irmandade Muçulmana.

Segundo testemunhas que se encontravam no local, e que discutiram o evento num programa Egípcio com o nome de "90 Minutos", Mary Sameh George estava a estacionar perto da igreja para entregar medicamentos a uma mulher idosa e doente:

Mal eles [os muçulmanos] viram que ela era Cristã [devido à cruz que se encontrava no seu espelho retrovisor], saltaram para cima do carro de tal modo que o mesmo deixou de ser visível. O tejadilho do carro entortou-se para dentro. Quando eles se aperceberam que ela estava a começar a morrer, eles arrancaram-na para fora do carro, e começaram a agredi--la e a puxar o seu cabelo - de tal forma que partes do cabeço e do couro cabeludo foram arrancados.

Eles continuaram a agredi-la, dando-lhe pontapés, esfaqueando-a com o que quer que pudessem encontrar. Durante todo este episódio, ela tentou proteger a sua cara, dando as suas costas aos atacantes até que um deles chegou e esfaqueou-a pelas costas, junto ao coração, acabando com a sua vida.

Depois disto, outro muçulmano veio e agarrou-lhe pelos cabeços, agitando a sua cabeça, e coma a outra mão cortou-lhe o pescoço. Outro muçulmano puxou as suas calças de tal modo que ela ficou totalmente nua.

As testemunhas, bem como muitas outras pessoas que desde então aparecem nos vídeos, queixaram-se das acções da "Egyptian State Security" e como estes não intervieram - tal como aconteceu quando Morsi era presidente, quando a Catedral de São Marcos foi sitiada enquanto as forças de segurança nada faziam - embora eles saibam muito bem quem são os assassinos, e como um dos assassinos de Mary, que "toda a gente reportou junto da Segurança", pura e simplesmente estava a relaxar em casa (e nem precisou de se esconder). A testemunhas acrescentam:

Deixem-me dizer uma coisa; aqui em Ain Shams, nós [Cristãos] sabemos que todas as Sextas-Feiras são dias de morte, que no dia que se segue à Sexta-Feira, no Sábado, iremos transportar alguém para a morgue.

De facto, a maioria dos ataques contra os Cristãos no Egipto ocorre numa Sexta-Feira - o dia em que muçulmanos piedosos se encontram nas mesquitas para orações e para ouvir os sermões. A importância disto só pode ser entendida através duma analogia: o que é que aconteceria se os Cristãos ficassem particularmente violentos aos Domingos, logo após terem saído das igrejas? O que é que as pessoas diriam sobre o que ocorre dentro das igrejas? O que é que isso nos diz sobre o que ocorre dentro das mesquitas?

Um vídeo dos membros familiares de Mary exibe uma mulher a gritar as palavras que se seguem, que podem ser interessantes para alguns Americanos:

Uma mensagem para Obama, que está a apelar para que a Irmandade [Muçulmana] regresse ao poder mais uma vez. Quero-lhe dizer que tenha misericórdia. Já chega! O seu irmão encontra-se dentro da organização Al-Qaeda. Porque é que você quer destruir o Egipto?  O Egipto irá ficar, quer você, a Irmandade ou qualquer outra pessoa goste ou não!

Ela está a referir-se a algo que é bem sabido no Egipto mas pouco sabido nos Estados Unidos: que a administração Obama é uma patrocinadora da Irmandade Muçulmana, que está ela também unida a Al-Qaeda.

O resto do vídeo revela alguns dos membros familiares de Mary - muitos em lágrimas e quase em histeria - perguntando-se uns aos outros: Onde é que estavam os média Americanos? Ainda não vi uma única palavra sobre o mais recente ataque islâmico contra uma igreja e contra os Cristãos na BBC, nem na CNN, e nem na assim conhecida "média mainstream". Porquê? Eles não têm problemas em mostrar (vez após vez) o vídeo-clip dum histérica parente feminina duma das pessoas que se encontravam no vôo Malaio MH370.

Os média mainstream encontram-se silenciosos em relação à perseguição islâmica aos Cristãos no geral - e em relação à perseguição levada a cabo pela Irmandade Muçulmana que tem o apoio de Obama - porque isso coloca em causa toda a sua narrativa. Afinal, quantas pessoas ouviram falar do maior massacre de Cristãos Sírios por parte dos rebeldes (apoiados pela Administração Obama)?

Falando sobre o mais recente assassinato duma Cristão, o Bispo Católico Raphael escreveu:

Ó, quão afortunada és tu, Mary, que és amada de Cristo. Eles rasgaram o teu corpo por causa da Cruz. No entanto, eles fizeram-te o maior serviço e deram-te um nome de honra como alguém que obteve a coroa do martírio.

De modo mais pungente, o bispo citou o aviso do Senhor Jesus:

Vem mesmo a hora em que, qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a Deus. - João 16:2

Isto é uma referência ao facto dos muçulmanos que estão a matar Cristãos um pouco por todo o mundo frequentemente acreditarem que estão a fazer a obra de Deus (ou de Alá). E é por isto que as histórias em relação às Sextas-Feiras estarem a ficar cada vez mais regulares no mundo muçulmano.

De facto, há apenas alguns meses atrás, duas raparigas Cristãs Coptas - ambas chamadas "Mary" - foram mortas por apoiantes da Irmandade Muçulmana quando estes abriram fogo a mais uma igreja.

Este é o mundo revelador e medieval fora das fronteiras Americanas que os "poderes estabelecidos" não querem que tu venhas a saber visto que só as narrativas self-serving muito bem construídas é que podem permanecer.

- http://goo.gl/Qfm1sv

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Claro que o muçulmano educado no Ocidente fica (esperamos nós) horrorizado com os feitos dos seus irmãos ideológicos que se encontram no Médio Oriente, e rapidamente se distancia destas prácticas. Mas o que o muçulmano  ocidental  é que os muçulmanos que estão a matar Cristãos estão apenas a seguir os ensinamentos de Maomé, e os exemplos deixados pelos califas e por Khalid ibn Walid.

O problema do islão não são os árabes, os paquistaneses nem os sudaneses: o problema do islão é Maomé.


domingo, 26 de julho de 2015

O ódio islâmico contra a Cruz

Por Raymond Ibrahim

Durante o passado mês de Maio, um rapaz muçulmano de origem Africana espancou uma rapariga durante o período escolar só porque ela usava uma cruz em volta do seu pescoço. O estudante Africano, que havia começado a frequentar a escola há cerca de três semanas antes dessa altura, começou a intimidar a rapariga Cristã, "insultando-a e metendo-se com ela só porque ela estava a usar uma cruz", antes de finalmente a agredir "esmurrando-a violentamente nas costas.”

O que é que faz com que alguns muçulmanos tenham este tipo de reacção quando estão perante uma cruz Cristã? A realidade dos factos é que a hostilidade islâmica para com a cruz é um inabalável facto da vida - um que atravessa continentes e séculos, um que é bem indicativo da hostilidade inata do islão para com o Cristianismo.

Doutrina e História.

Visto que a cruz Cristã é o símbolo por excelência do Cristianismo - para todas as denomiações, incluindo para a maioria das iconoclastas denominações Protestantes  - ela tem sido um símbolo desprezado pelo islão. Segundo as Condições de Omar - um texto Medieval que estabelece as muitas estipulações humilhantes que os Cristãos conquistados têm que aceitar como forma de preservar as suas vidas, texto esse que a história islâmica atribui ao segundo "califa justo" Omar al-Khattab - os Cristãos "Não podem exibir uma cruz [nas igrejas]"....e "Não podem exibir uma cruz ou livros [Cristãos] nos mercados para muçulmanos."

O motivo para esta animosidade prende-se no facto da cruz simbolizar o desacordo fundamental entre os Cristãos e os muçulmanos. Segundo o Dr. Sidney Griffith, autor do livro "The Church in the Shadow of the Mosque", "A cruz e os ícones declaram publicamente precisamente os pontos da  Fé Cristã que o Alcorão, segundo os muçulmanos, negam de forma explícita: que Cristo era o Filho de Deus e que Ele morreu na cruz.” Logo, "A práctica Cristã de venerar a cruz e os ícones de Cristo e dos santos frequentemente despertava a raiva dos muçulmanos," de tal modo que havia uma "campanha decorrente que tinha como propósito erradicar os símbolos públicos do Cristianismo, especialmente o anteriormente omnipresente sinal da cruz.”

A hostilidade islâmica para com a cruz, tal como todas as hostilidades islâmicas, teve início com o profeta islâmico Maomé. Alegadamente ele "tinha uma repugnância tão grande para com a forma da cruz que ele partia tudo que era trazido para a sua casa com essa figura sobre ela." A certa altura ele ordenou que uma pessoa que usava a cruz “que tirasse esse pedaço de idolatria ” e alegou que no final dos tempos, o Próprio Jesus iria "partir a cruz" - uma alegação que o Estado Islâmico profere com regularidade.

A história islâmica depois de Maomé encontra-se repleta de anedotas sobre muçulmanos a amaldiçoar e a partir cruzes. Antes da Batalha de Yarmuk em 636, que colocou frente a frente os mais antigos exércitos islâmicos invasores contra o Império Bizantino, Khalid bin al-Walid, o selvagem “Espada de Alá,” disse que se o Cristãos quisessem paz, eles teriam que "partir a cruz" e aceitar o islão, ou pagar o jizya e viver uma vida de subjugação - tal como os sucessores do Estado Islâmico estão a faaer actualmente, emulando o passado. Os Bizantinos optaram pela guerra.

No Egipto, e segundo as palavras do "History of the Patriarchate of the Egyptian Church", Saladino (morreu em 1193) - regularmente apregoado no Ocidente pela sua "magnanimidade" - ordenou a "remoção de todas as cruzes do topo da cúpula de todas as igrejas nas províncias do Egipto".

Europa: Aumenta a Violência contra a Cruz

Passados que estão vários séculos, nada mudou em relação à posição islâmica em torno da cruz, embora muito tenha mudado em relação às percepções Ocidentais. Dito de outra forma, umz rapa Africano que esmurra uma rapariga Cristã na Itália devido ao seu crucifixo faz parte dum longo continuum de hostilidade islâmica para com a cruz. Será que ele aprendeu esse ódio na mesquita, as mesmas mesquitas Europeias onde os representantes do Estado Islâmico apelam os muçulmanos para a jihad?

Afinal de contas, no início deste ano na Itália, outro crucifixo foi destruído junto a uma mesquita altamente populada. O Conselheiro municipal, Giuseppe Berlin, não poupou palavras quando falou na identidade do(s) culpado(s):
Antes de levarmos a cabo uma fachada de unidade com os muçulmanos, eles têm que começar por respeitar a nossa civilização e a nossa cultura. Não podemos minimizar a importância de certos sinais; temos que despertar hoje, ou então os nossos filhos irão sofrer as consequências desta perigosas e incontrolável invasão islâmica.
E este fenómeno é experimentado por outros países Europeus. Na vizinha França, um "jovem muçulmano" cometeu actos de vandalismo consideráveis em duas igrejas. Para além de ter torcido uma enorme cruz de brone, ele derrubou e partiu dois altares, os candelabros, os atris, destruiu estátuas, rasgou um tabernáculo, derrubou uma porta da sacristia, e chegou até a partir alguns vitrais. (Clique para as imagens.)

Na Alemanha, um homem Turco que deu entrada num hospital sozinho (para tratamento), começou a fazer um frenesim porque haviam "demasiadas cruzes na parede.”  Ele chamou uma das enfermeiras de "p--a" e "fascista", e tornou-se fisicamente agressivo.

Claro que em outras situações os Europeus capitulam de livre vontade perante a hostilidade islâmica para com a cruz. O Real Madrid, uma equipa de futebol profissional Espanhola, alegadamente modificou a cruz tradicional do seu logotipo como parte dum acordo com o National Bank de Abu Dhabi - "como forma de não ofender as sensibilidades muçulmanas nos Emiratos Árabes Unidos." E no Reino Unido, crucifixos ofensivos estão a ser removidos das prisões como forma de não ofender os presos  muçulmanos (que para além disso, recebem comida e instalações sanitárias para os rituais islâmicos).

Mundo Islâmico: Cristãos mortos por causa da Cruz.

Se é desta forma que os muçulmanos reagem à cruz Cristã - onde os muçulmanos estão cientes do seu estatuto minoritário - de que forma é que os outros muçulmanos reagem no mundo islâmico, onde os vastamente minoritários e ostracizados Cristãos "infiéis" são presas fáceis? A resposta é: reagem de forma assassina - literalmente; os Cristãos estão a ser mortos por muçulmanos mal estes vêem uma cruz.

Durante o ano passado, no Egipto, uma jovem mulher Cristã Copta chamada Maria, foi agredida até à morte simplesmente porque a sua cruz a identificava como Cristã perante os manifestantes da Irmandade Muçulmana. Segundo uma testemunha ocular que falou sobre o episódio, Mary Sameh George estava a estacionar o carro junto à igreja para entregar medicamento a uma mulher idosa:

Mal eles [os muçulmanos] viram que ela era Cristã [devido à cruz que se encontrava no seu espelho retrovisor], saltaram para cima do carro de tal modo que o mesmo deixou de ser visível. O tejadilho do carro entortou-se para dentro. Quando eles se aperceberam que ela estava a começar a morrer, eles arrancaram-na para fora do carro, e começaram a agredi--la e a puxar o seu cabelo - de tal forma que partes do cabeço e do couro cabeludo foram arrancados.

Eles continuaram a agredi-la, dando-lhe pontapés, esfaqueando-a com o que quer que pudessem encontrar. Durante todo este episódio, ela tentou proteger a sua cara, dando as suas costas aos atacantes até que um deles chegou e esfaqueou-a pelas costas, juntoo ao coração, acabando com a sua vida.

Depois disto, outro muçulmano veio e agarrou-lhe pelos cabeços, agitando a sua cabeça, e com a outra mão cortou-lhe o pescoço. Outro muçulmano puxou as suas calças de tal modo que ela ficou totalmente nua.

Em resposta, a Igreja Cristã Copta emitiu a seguinte declaração:

Ó, quão afortunada és tu, Mary, que és amada de Cristo. Eles rasgaram o teu corpo por causa da Cruz. No entanto, eles fizeram-te o maior serviço e deram-te um nome de honra como alguém que obteve a coroa do martírio.

A declaração citou também o aviso do Senhor Jesus para os crentes:

Vem mesmo a hora em que, qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a Deus. - João 16:2

Em Outubro de 2011, Ayman Nabil Labib, de 17 anos e um Cristão Copta, foi estrangulado até à morte por parte do seu professor muçulmano e dos seus colegas estudantes simplesmente por se recusar a obedecer a ordem do professor de remover a sua cruz. Testemunhas do evento (e também estudantes) disseram que enquanto Ayman se encontrasse dentro da aula era-lhe ordenado que cobrisse o seu pulso tatuado com uma cruz, algo que muitos Coptas fazem.

Não só ele se recusou, como desafiadoramente apresentou a cruz peitoral que ele usava por baixo da sua camisa que rapidamente causou a que o enraivecido professor muçulmano e os estudantes lhe espancassem até à morte.

Antes disso, um polícia muçulmano (fora de serviço) que se encontrava dentro dum comboio de Asyut para Cairo gritou "Allahu Akbar!", e disparou contra seis Cristãos, matando um homem com 71 anos e ferindo gravemente os outros. Antes de abrir fogo, ele verificou os passageiros que tinham o pulso tatuado com uma cruz Cóptica. (Há alguns dias atrás, outra mulher Copta foi "morta à tiro por um polícia Egípcio. Embora oficialmente tenha sido um "acidente", o polícia muçulmano é conhecido por odiar os Cristãos.)

No Paquistão, quando um homem muçulmano viu Julie Aftab, uma mulher, com uma cruz à volta do seu pescoço

O homem tornou-se abusivo, gritando para ela que ela vivia na sarjeta e que iria para o inferno por desprezar o islão. Ele foi-se embora mas regressou uma hora e meia mais tarde, agarrado a uma garrafa de ácido de bateria que ele selvaticamente atirou para cima da sua cabeça.

À medida que ela corria pela porta fora, um segundo homem agarrou-a pelo cabelo e forçou mais líquido para dentro da sua garganta, queimando o seu esófago. À medida que ela desesperadamente pedia ajuda, dentes caíram da sua boca, cambaleando pela estrada.

Uma mulher ouviu o seu clamor e trouxe-a para casa, despejando água sobre a sua cabeça e levando-a para o hospital. Inicialmente, os médicos recusaram-se a tratá-la visto que ela era Cristã. "Todos eles viraram-se contra mim....até as pessoas que me levaram para o hospital. Eles disseram ao médico que iriam pegar fogo ao hospital se eles me tratassem"....

67% do seu esófago foi queimado e ela perdeu um olho e ambas as pálpebras. O que restou dos seus dentes podem ser visto através do buraco que se encontra no lugar onde antes estava a sua bochecha. Os médicos previram que ela haveria de morrer  qualquer momento, mas apesar das probabilidades, ela conseguiu superar.

Tudo isto só porque ela estava a usar uma cruz.

Até mesmo em países muçulmanos "considerados", a violência provocada pela cruz é algo comum. Em 2012, um rapaz de 12 anos que se conveteu ao Cristianismo e tomou a decião de professar publicamente a sua nova fé usando uma cruz prateada durante as aulas, foi cuspido e espancado com regularidade pelos colegas e pelos professores.

Nas Maldivas, em Outubro de 2013, as autoridades tiveram que salvar Geethamma George, uma professora Cristã da Índia, depois de pais "muçulmanos terem ameaçado amarrá-la e arrastá-la para fora da ilha" por "pregar o Cristianismo." O seu crime foi o de desenhar uma bússula como parte da lição de geografia, e este mesmo compasso foi erradamente confundido com uma cruz Cristã.

Cristãos "mortos" outra pela vez devido à Cruz.

Se alguns muçulmanos matam as pessoas que usam cruzes, elas também perturbam o sono daqueles que já se encontram mortos por estes terem uma cruz nas suas lápides. Seguem-se alguns exemplos:
  • Líbia, Março de 2102: Um video duma turba islâmica a atacar um cemitério comunitário perto de Benghazi apareceu na internet. À medida que os muçulmanos chutavam e destruíam as pedras tumulares, o homem que gravava o incidente apelava para que eles "Partissem a cruz dos cães!" ao mesmo tempo que ele e outros gritavam "Allahu Akbar!" Mais para o final do video, a turba congregou-se em torno da enorme Cruz do Sacrifício, o monumento cenotáfico do cemitério, e começaram a martelá-la ao mesmo tempo que se ouviam mais gritos de “Allahu Akbar.” Outros cemitérios Cristãos da Líbia pós-"Primavera Árabe" sofreram de igual modo.

  • França, Abril de 2015: Cruzes e lápides Cristãs dum cemitério foram danificadas e profanadas por um muçulmano. Depois de ter sido apanhado, ele foi descrito da seguinte forma: "O homem repete orações muçulmanas vez após vez, baba e não se consegue comunicar com ele: a sua condição foi declarada como incompatível com uma detenção preliminar.” Ele foi hospitalizado como "mentalmente desequilibrado." (Vejam a sua obra.)

  • Malásia, Fevereiro de 2014: Um cemitério Cristão foi atacado e profanado durante a noite por pessoas desconhecidas neste país de maioria islâmica. Várias cruzes foram destruídas, incluindo através do uso de "uma ferrramenta pesada para levar a cabo a destruição".

  • Alemanha, Junho de 2014: Depois dos muçulmanos terem recebido a sua própria secção no cemitério em Seligenstadt, e depois de terem recebido permissão para levarem a cabo as suas distintas cerimónias islâmicas, estes mesmos muçulmanos começaram a exigir que a simbologia e as cruzes Cristãs do cemitério fossem removidas ou cobertas durante os funerais islâmicos.
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Pode-se continuar com muitos exemplos recentes da hostilidade islâmica para com a cruz. Em Abril último, na Malásia "moderada", uma turba muçulmana manifestou-se contra uma pequena igreja Protestante devido à cru visível que se encontrava no topo do edifício de oração. Ela foi rapidamente removida.

E no Paquistão, nação onde a mera acusação de ofender o islão por levar a que os Cristãos sejam queimados vivos, um lojista muçulmano tem permissão para vender sapatos com cruzes Cristãs na sola so sapato::

Na cultura Paquistanesa, mostrar a sola dos sapatos ou dos pés é ofensivo porque colocar algo no chão é considerado um insulto para o objecto. Logo, algo que se encontre na sola dos sapatos vai ser constantemente insultado à medida que a pessoa caminha.

À luz do que se viu em cima, não pode ser surpresa alguma o facto do Estado Islâmico - "ISIS" - também exibir o mesmo tipo de violência contra a cruz Cristã. Nas suas  comunidades Ocidentais, referências hostis à cruz são feitas com frequência:

Vamos conquistar Roma, partir a cruz, escravizar as vossas mulheres, com a permissão de Alá..... [Vamos lançar] medo nos corações dos adoradores da cruz.

Depois de decapitar os Cristãos Coptas na Líbia, o executor chefe agitou a sua faca para a câmera e dissse
Ó povos, vocês viram-nos recentemente nas montanhas das planíces de as-Sham e de Dabiq plain [regiões Sírias], a cortar as cabeças que há já muito tempo carregavam a cruz. E hoje, estamos a sul de Roma, na terra do islao, Líbia, a enviar outra mensagem.... Vamos lutar contra vocês [Cristãos Ocidentais] até que Cristo desça, parta a cruz e mate o porco.
(Tudo isto são acções atribuídas ao "Cristo" escatológico muçulmano, Isa).

Mais ainda, o Estado Islâmico tem levado a cabo inúmeras atrocidades contra e devido à cruz: eles fizeram e propagaram um vídeo onde se viam membros seus a partir cruzes que se encontravam dentro e no topo das igrejas que estão em territórios sob o seu controle; eles decapitaram e esfaquearam um homem com o seu próprio crucifixo depois dele ter sido exposto como Cristão, e publicaram fotos de membros seus a destruíram cruzes e lápides Cristãs em cemitérios sob a sua jurisdiçâo - e citaram as escrituras islâmicas como justificação para as suas acções.

Os leitores mais atentos irão notar nos paralelos similares: destruir cruzes que se encontram dentro de igrejas e destruir cemitérios e até matar "infiéis" Cristãos por usar cruzes, tal como documentado em cima, não se limita ao Estado Islâmico, mas está a acontecer em todo o mundo muçulmano - e até na Europa.

Resumidamente, o ódio islâmico antigo pela cruz Cristã - e tudo o que ela representa - não é um produto do Estado Islâmico, mas so islão.


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Claro que o ódio islâmico pela cruz só revela quem está por trás desta "religião".


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quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Muçulmanos matam Cristãos e lançam os corpos num poço

Habitantes de Sadad (perto de Homs) que fugiram da povoação largamente Ortodoxa Síria quando os rebeldes a atacaram no mês passado, estão agora a regressar a casa só para descobrirem a dimensão das atrocidades naquele que é visto como o pior ataque de perseguição anti-Cristã desde que a guerra na Síria começou.

As informações enviadas pelos líderes da Igreja à agência de Caridade Católica "Aid to the Church in Need" descrevem a forma como nesta antiga cidade Síria, mencionada na Bíblia (Livro de Ezequiel), as pessoas vulneráveis não foram capazes de escapar - inclusive os idosos, os incapacitados, as mulheres e as crianças - e foram sujeitas à tortura tais como o estrangulamento. Fontes da Igreja afirmam que 30 corpos foram encontrados em duas valas comuns distintas.

Num dos poços de Sadad encontravam-se os restos de seis membros duma família, incluindo Matanios El Sheikh (85 anos), a sua esposa (75), a sua filha Njala (45) e os netos Ranim (18 anos e estudante universitário no primeiro ano) e o seu irmão Fadi (16 anos). 

Segundo se sabe, eles foram atirados para dentro do poço no dia 26 de Outubro juntamente com a avó maternal dos rapazes, Mariam de 90 anos. Os seus funerais, que se realizaram no dia 4 de Novembro de 2013, chegaram numa altura em que a comunidade começa a lamentar a perda daqueles identificados como "mártires" pelos líderes da Igreja.

As atrocidades decorreram durante a ocupação de uma semana a Sadad levada a cabo pelos militantes dos grupos "Al-Nusra Front" e "Daash", forças rebeldes que, segundo os líderes da Igreja, mantiveram 1,500 famílias como escudos humanos como forma de impedir o governo de retomar a povoação.


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Se 6 maometanos tivessem sido mortos por Cristãos e os seus corpos lançados num poço, a atrocidade estaria presente em todas as organizações de informação do mundmo ocidental. Mas como são Cristãos - e não maometanos - a serem mortos em nome de Alá, os políticos ocidentais e os média não se importam. Afinal de contas, é um acto de islmofobia criticar os actos violentos levados a cabo por maometanos.

Aparentemente, nós somos obrigados a demonstrar a nossa tolerância ignorando por completo a aniquilação de Cristãos Africanos, Asiáticos e do Médio Oriente.

sábado, 28 de setembro de 2013

O que é que se pode aprender do ataque terrorista levado a cabo no Paquistão?

Um ataque suicida bombista levada a cabo no Domigo passado, numa igreja histórica do noroeste do Paquistão, matou pelo menos 53 pessoas e feriu mais de 100. Este foi dos ataques mais bárbaros levados a cabo pelos maometanos contra a minoria Cristão do país.

O ataque bombista ressalva a ameaça que os extremistas islâmicos são numa altura em que o governo busca formas de estabelecer um acordo de paz com os militantes domésticos pertencentes aos Talibãs.

Segundo Sahibzada Anees, administrador governamental de relevo, o ataque terrorista aconteceu no preciso momento em que os congregantes saiam da igreja (em Peshwar) logo depois do culto, e antes de se dirigirem ao relvado frontal onde se estava a oferecer uma refeição gratuita. Um oficial da policia, Zahir Shah, é de opinião de que ambas as explosões foram causadas pelos bombistas suicidas.

Segundo Sher Ali Khan, médico num dos hospitais onde as vítimas estão a ser tratadas, entre os mortos contam-se muitas mulheres e crianças.

Até agora, nenhum grupo terrorista maometano assumiu a responsabilidade pelo ataque, mas as suspeitas certamente que cairão sobre um dos muitos grupos militantes maometanos que existem no país. Militantes muçulmanos foram já acusados de levar a cabo ataques contra Cristãos, bem como contra grupos islâmicos que eles qualificam como "heréticos".


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O que se pode aprender com mais este ataque terrorista é que nenhum Cristão viverá em paz e em segurança em qualquer lugar onde os maometanos se encontrem em número razoável.

O Alcorão ordena os maometanos a subjugar violentamente os infiéis  (9:29; 9:73; 9:123). Maomé comandou os seus seguidores a subjugar violentamente os descrentes (Sahih al-Bukhari 6924; Sahih Muslim 33). No entanto, quando os maometanos atacam os Cristãos, em obediência a Maomé, os pseudo-intelectuais do mundo ocidental apressam-se a proclamar que esses actos violentos em nada estão relacionados com o islão.



sábado, 22 de dezembro de 2012

Ex-muçulmano Mursal Isse Siad assassinado na Somália

No dia 8 de Dezembro homens armados assassinaram um Cristão que recebia ameaças de morte por ter trocado o islão por Jesus Cristo.

Fontes islâmicas e Cristãs reportaram ao Morning Star News que dois homens mascarados não-identificados atiraram a matar contra Mursal Isse Siad, de 55 anos, quando este se encontrava perto de casa, em Beledweyne, 332 quilómetros a norte de Mogadíscio. Os assassinos fugiram logo depois do crime.

A filha mais velha de Siad, de 15 anos, disse que o pai foi morto porque "ele não ia à mesquita para as rezas, e em vez disso, orava em casa.  Ele costumava falar connosco sobre Jesus.". Ela disse também que ele havia recebido mensagens no seu telemóvel onde se liam coisas como "Sabemos o que andas a fazer, e tens que parar com isso senão a tua vida corre sérios riscos."

A esposa de 42  anos, as três filhas e os dois filhos fugiram da área, temendo pelas suas vidas.

Fonte Cristã em Mogadúscio confirmou o assassinato, e um residente local disse também que Siad foi morto por abandonar o islão:
Siad merecia morrer porque ele não tinha compromisso com a religião islâmica.

* * * * * * *
Não é curioso que nós nunca ouvimos falar de muçulmanos que foram mortos depois de terem abandonado o Cristianismo?  No entanto, a sabedoria popular diz que todas as religiões são igualmente capazes de produzir comportamento violento (algo já refutado).

Maomé disse: "Quem abandonar a fé islâmica deve ser morto" (Volume 9, Book 84, Number 57), portanto este assassinato não pode de maneira nenhuma ser separado do comportamento e dos ensinamentos de Maomé. Não são os "radicais" que ensinam a morte dos apóstatas, mas sim o fundador dessa confissão religiosa.

O islão é responsável por mais uma morte dum Cristão inocente.

Mas o ódio islâmico contra os filhos de Deus é temporário enquanto que o castigo daqueles que matam os escolhidos de Deus é eterno.

Mateus 10:22

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Nigéria: Obama não quer ofender maometanos.

Ao mesmo tempo que a administração Obama continua a afirmar que a jihad que o grupo maometano Boko Haram está a levar a cabo contra os Cristãos - que já causou a morte de milhares de Cristãos e a destruição de muitas igrejas - não está relacionada com o islão, o grupo mais uma vez deixou bem claro que a fé maometana é a principal causa da cristofobia. Uma reportagem recente afirma:

Num vídeo online disponibilizado na semana passada, o grupo militante muçulmano Boko Haram exigiu que o presidente Cristão da Nigéria se converte-se ao islão ou abandonasse o cargo. O líder do grupo [Boko] Haram, Abubakar Shekau, disse ao Presidente Goodluck Jonathan para se "arrepender e abandonar o Cristianismo", ou então os seus seguidores continuariam com a sua campanha violenta.

Apesar da administração Obama ter concordado em gastar $600 milhões numa iniciativa USAID lançada como forma de se averiguarem "as verdadeiras causas" por trás da violenta e sanguinária actividade do Boko Haram, desde o principio que o grupo - e outros maometanos - estavam enraivecidos pelo facto da Nigéria estar a ser liderada por um Cristão. Isto, note-se, apesar de Goodluck Jonathan, ter vencido as eleições de modo categórico ("landslide").

Em Abril de 2011, o analista Peter Run disse:

A onda actual de tumultos foi catalisada pelo anuncio da Independent National Election Commission's (INEC), na Segunda Feira [18 de Abril de 2011], de que o presidente incumbido, o Dr. Goodluck Jonathan, venceu a ronda inicial da contagem de votos. Os tumultos nas zonas do norte largamente habitadas por muçulmanos, e onde a derrota do candidato muçulmano - Muhammadu Buhari - foi [considerada] intolerável não foram surpreendentes. Eles estão agora zangados apesar dos peritos e dos observadores terem reportado que estas foram as eleições mais justas e mais independentes da recente história da Nigéria.

Mais uma vez, portanto, a realidade é facilmente discernível - no fundo, no fundo, a campanha assassina do grupo Boko Haram é inteiramente motivada pela sua religião - mas a administração Obama não só se recusa a designar este grupo como uma organização terrorista, como esbanja elevadas somas de dinheiro em iniciativas (ou diversões) supérfluas ao mesmo tempo que pressiona o presidente nigeriano para fazer mais concessões, incluindo a construção de mais mesquitas, o local exacto onde os muçulmanos são radicalizados e recrutados para a jihad do Boko Haram.

sábado, 1 de setembro de 2012

Jihadistas egípcios livremente apelam para o genocídio de Cristãos.

Segundo a El Fegr, "Elementos pertencentes a organizações jihadistas distribuíram panfletos (...) apelando à matança de Coptas no Suez, Ismailia, e o Alto Egipto, prometendo que eles [os Coptas] um fim trágico se eles não regressassem à verdade."

O medo e o terror entre os Cristãos egípcios aumenta todos os dias.

Uma imagem com a cópia da carta apareceu no site da El Feg. Com o título de "Um Urgente e Importante Aviso," a mesma começa apelando "a todos os irmãos e irmãs" para "matar ou atacar fisicamente os inimigos da religião de Alá - os Cristãos de todas as províncias do Egipto, os escravos da Cruz, que a maldição de Alá esteja sobre eles . . . "

A mesma carta procede prometendo recompensas monetárias a quem ajudar a "atingir os direitos de Alá sobre os seus inimigos."

Como testemunho do quão à vontade as organizações jihadistas se sentem no Egipto actual, sob a presidência de Muhammad Morsi (Irmandade Muçulmana) , a usual linguagem críptica é abandonada, uma vez que a carta nomeia pontos de contacto e até uma mesquita - Sheikh Ahmed Mosque em Kasfrit - onde todos os interessados se devem reunir "depois das rezas de 6ª Feira, onde novos membros da organização serão recebidos."

Segundo se sabe, este apelo só terá fim quando os Cristãos egípcios "regressarem à verdade," referência que provavelmente significa que 1) ou os Cristãos aceitam a "verdade" - isto é, o islamismo - 2) ou então aceitam o estatuto sub-humano de dhimmi (Alcorão 9:29).

Conversões forçadas e estatuto de dhimmi são ocorrências regulares no panorama Egípcio de hoje, tal como já o eram no passado.

Fonte

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Infelizmente para os Cristãos, quem controla as organizações mundiais que podem impedir este tipo de actividade (ou pelo menos colocar pressão sobre os líderes egípcios) odeia o Cristianismo tal como os muçulmanos odeiam o Cristianismo. Devido a isto, o genocídio Cristão está a ser feito com a complacência das Nações Unidas, da União Europeia e de muitas outras ONGs "humanitárias" que estão mais preocupadas com a morte de *1* homossexual no Chile, ou preocupados com a promoção do aborto, do que com as dezenas de Cristãos que são mortos mensalmente nos países islâmicos, países comunistas ou na Índia.

O motivo para este desprezo do sofrimento Cristão é simples: os esquerdistas têm planos semelhantes para os Cristãos ocidentais. Aquilo que os maometanos fazem aos Cristãos no Médio Oriente, é exactamente o mesmo que os esquerdistas querem fazer aos Cristãos ocidentais. Por isso é que de maneira nenhuma eles podem condenar estes gestos jihadistas quando eles mesmos querem colocar em práctica os mesmos gestos o mais rápido possível.

O que os jihadistas e os esquerdistas não sabem (mas vão ficar a saber) é que Quem controla os destinos da humanidade é o Deus dos Cristãos,o Deus dos Judeus - o Deus de Israel - não o deus dos árabes. Devido a isto "Maior é Aquele que está em vós do que aquele que está no mundo." [1 João 4:4]

Para além disto, convém levar em conta que, como o islão é uma ideologia política mascarada de religião, este apelo ao genocídio de Cristãos, para além de ser consequência lógica de quem leva o Alcorão a sério, é também uma arma política útil para a elite muçulmana; quanto menos não-muçulmanos houver entre a população mais fácil vai ser controlar a mesma.



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quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Pagãos muçulmanos acusam os Cristãos de venderem "ídolos imundos"

Youm-7, um dos órgãos de informação seculares mais populares no Egipto, e que recentemente atacado por apoiantes da Irmandade Muçulmana, reportou que pelo menos 17 lojas Cristãs em Shubra (Cairo) estão sob ameaça por venderem ícones e estátuas. Os donos das lojas, que se encontram "em pânico", afirmam que receberem cartas ameaçadoras exigindo que eles parem de vender a sua "idolatria."

Entre outras coisas, as cópias que foram apresentadas à Youm-7 dizem "Avisamos a vocês, Nassara [termo derrogatório que o Alcorão usa para identificar os Cristãos] para pararem o vosso comércio imundo através do qual vocês vendem ídolos sujos."

Devido a isto, os donos das lojas dirigiram-se apressadamente para a delegacia local e apresentaram as suas queixas na esperança de que os autores das cartas sejam identificados.

A reportagem conclui afirmando que não foram desenvolvidos esforços substanciais de modo a proteger as lojas, e que apenas um agente foi enviado para patrulhar, e só pela manhã.

Fonte

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Sempre que vemos maometanos a acusar os Cristãos de idolatria, podemos ter a certeza que estamos na presença de alguém que não conhece as origens da sua fé (para além de não conhecer o Cristianismo). Será que ele não sabe que a adoração na Kaaba é uma práctica que tem as suas origens no paganismo pré-islâmico?

Maomé disse, através do Alcorão, que a Kaaba foi construída por Abraão e Ismael (Alcorão 2:125), 40 anos antes do Templo de Salomão. O problema é que o Templo de Jerusalém foi construído entre 958 a 951 Antes de Cristo. Portanto, se levarmos a sério as palavras de Maomé [o que não é de todo aconselhável], a Kaaba deve ter sido construída aproximadamente entre 998-991 Antes de Cristo. Mas isto é problemático para os maometanos uma vez que Abraão viveu cerca de mil anos antes (+/- 2000 Antes de Cristo) e tanto ele como o seu filho Ismael já estavam mortos.

Para além disso, a Pedra Negra, o jejum, o número de orações, a circum-ambulação, a lua crescente, e muitas outras características e costumes islâmicos, têm a sua origem nas prácticas pagãs.

Devido a isto, talvez seja melhor os maometanos explicarem as origens pagãs da sua fé antes de lançarem críticas aos Cristãos.

domingo, 8 de julho de 2012

Autoridades indonésias ordenam a destruição de 20 igrejas


No dia 1 de Julho deste ano os Cristãos da região indiana semi-autónoma de Aceh depararam-se com uma situação tensa depois das autoridades ordenarem a demolição de 20 igrejas. Razali Abdul Rahman, o agente responsável da "Aceh Singkil Regency" em Aceh, havia já assinado a carta no dia 30 de Abril, mas os detalhes só agora emergiram..

Ele ordenou o encerramento de 17 igrejas Protestantes, duas igrejas Católicas e um local de oração pertencente a uma fé sem denominação.

Activistas pelos direitos humanos afirmaram que o anúncio chegou depois de 16 locais de oração de menores dimensões terem sido recentemente fechadas no mesmo distrito.

Rahman ordenou que fossem os membros das congregações visadas a "desmantelar" eles mesmos as igrejas.

O ministro Gamawan Fauzi alegadamente disse que não estava ciente dos planos de encerramento e que iria contactar Razali para um esclarecimento. Ele disse também que os cidadãos tinham o "direito de adorar desde que se mantivessem de acordo com os regulamentos." No entanto, os Cristãos alegam que as autoridades locais, apoiadas pelos radicais muçulmanos, muitas vezes interpretam as leis de forma diferente.

Fonte

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Enquanto que os Cristãos são impedidos de adorar o Senhor Jesus Cristo em locais onde já moram há séculos, os maometanos vão construindo mesquitas um pouco por toda a Europa, com o apoio da elite política europeia. Como é normal, os maometanos exigem o que eles mesmos não são capazes de respeitar: liberdade religiosa.

domingo, 1 de julho de 2012

Boko Haram: Só Vamos Parar Com os Ataques Terroristas Quando Todos os Cristãos se Converterem ao islão

Os assassinos maometanos do Boko Haram, que reivindicaram os recentes ataques a igrejas no norte da Nigéria que causaram a morte de 100 Cristãos, incluindo crianças inocentes, vieram a público revelar o verdadeiro motivo por trás dos seus ataques.

Segundo uma carta proveniente do porta-voz do grupo Abu Qaqa,

Hoje, o todo poderoso Alá [o deus que os muçulmanos veneram] deu-nos uma vitória contra as igrejas Cristãos em Kaduna e Zaria, o que provocou a morte de muitos Cristãos e muitos agentes de segurança.

Para que a paz reine na terra, todos os Cristãos devem-se converter ao islão.

Tal como diz o Alcorão no capítulo 9 e no versículo 29, Alá comissionou todos os muçulmanos a continuar os seus ataques aos Judeus e aos Cristãos que se recusam a acreditar nele [o deus árabe Alá] e no seu mensageiro, o profeta [sic] Maomé.

* * * * * * *

Seria informativo saber como é que os muçulmanos a viver na Europa e nos Estados Unidos contradizem a interpretação deste grupo do versículo que eles citam. Ou será que contradizem?

Será que a interpretação do Boko Haram está certa? Como é que podemos saber qual é a verdadeira interpretação? Como é que os companheiros de Maomé interpretavam versículos como este? Como é que as primeiras gerações de muçulmanos olhavam para o mesmo?

Boko Haram: seguindo o exemplo de Maomé.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Grupo islâmico Boko Haram explica o porquê de atacar Cristãos inocentes

O grupo terrorista maometano Boko Haram, que tem vindo a levar a cabo uma matança sistemática de Cristãos inocentes na Nigéria, veio a público revelar os motivos que estão por trás do seu ódio aos Cristãos. Por incrível que pareça, a ocupação da Palestina não tem nada a ver com a sua cristofobia:
O governo nigeriano e os Cristãos são nossos inimigos e como tal vamos lançar ataques ao Estado da Nigéria, e ao seu aparato de segurança, e também às igrejas, até que consigamos atingir o nosso objectivo e estabelecer um estado islâmico no lugar do estado secular.

Somos responsáveis pelo ataque suicida na igreja em Jos e também pelo ataque noutra igreja em Biu.

Demos início a estes ataques para provar aos agentes de segurança da Nigéria que, contrariamente ao que eles alegam, nós não fomos enfraquecidos pelas suas operações militares contra nós.

Isto foi uma referência ao ataque que os militares nigerianos levaram a cabo contra os terroristas maometanos, conseguindo matar 19 terroristas nas cidades de Kano e Maiduguri.

A Nigéria, que está largamente divida entre linhas geográficas e religiosas - com a maior parte dos Cristãos concentrados no Norte e os maometanos no sul - tem sido incapaz de controlar a violência dirigida aos Cristãos. O Boko Haram, que matou centenas de Cristãos durante o ano passado, está muito activo no país apesar das promessas do presidente Goodluck Jonathan de fazer recuar o grupo. O presidente Jonathan afirma ainda:

Vamos esmagá-los. Vamos começar hoje à noite a agir de forma diferente, com estratégias diferentes, e lutar contra o Boko Haram até que sejam removidos da sociedade.
Os assassinos maometanos têm também estado muito vocais em torno das suas actividades, chegando até a ameaçar os jornalistas para não se esquecerem de incluir as suas declarações nas notícias em torno dos seus ataques.
Vamos ficar alertas aos comentários feitos a nosso respeito. . . . Que ninguém nos faça súplicas quando aprimorar-mos o nosso plano e der-mos início à operação, especialmente contra os jornalistas.

Fonte

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Sempre iluminador quando os maometanos revelam de forma clara quais são os seus planos. Ninguém se deixe enganar: aquilo que os muçulmanos querem para a Nigéria é o mesmo que eles querem para a Inglaterra, Holanda, França, Bélgica e outros países europeus. Aliás, na Bélgica existe uma organização cujo nome revela o seu propósito: Shariah4Belgium.

Todos aqueles argumentos em torno do "sofrimento" dos palestinos é a forma que eles encontraram para esconder os seus reais planos.

Outra coisa que convém notar é que estes muçulmanos odeiam os Cristãos não devido a algo que eles tivessem feito, mas apenas e só por existirem. Que tipo de sinal isso nos dá em torno da sua apetência para a "coesão comunitária"? Quando um membro da comunidade quer matar o outro, é seguro afirmar que os esforços para a "coesão comunitária" não estão a ser bem sucedidos.

Preparando o caminho para o estado islâmico.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Nigéria: Muçulmanos levam a cabo mais ataques cristofóbicos

Pelo menos cinco pessoas foram mortas numa explosão que atingiu uma igreja em Jos (Nigéria) durante o culto de Domingo. Testemunhas afirmam que o bombista suicida conduziu o carro até à igreja - onde os Cristãos se encontravam reunidos - e levou o cabo o ataque.

Uma turba enervada encontrava-se no exterior da Igreja "Christ Chosen Church of God", agora reduzida a escombros. Aparentemente houve um grande número de casualidades, incluindo crianças.

Entretanto na igreja "Lord’s Chosen Church" um bombista-suicida muçulmano explodiu-se a ele mesmo. Não se sabe se houve casualidades e até agora nenhum grupo muçulmano reivindicou o ataque.

O ataque a Cristãos inocentes é algo muito do agrado do grupo muçulmano Boko Haram, portanto, não é difícil somar 2 + 2 e concluir que eles estão por trás de mais este ataque.

Em Biu, no estado de Borno, homens armados abriram fogo sobre Cristãos que se encontravam numa igreja, matando e ferindo muitos deles. Hamidu Wakawa, uma das testemunhas afirma:

Três homens armados vieram até à entrada da Igreja e começaram a disparar sobre as pessoas que se encontravam no exterior, antes de entrarem na mesma e continuarem com a matança. Muitas pessoas foram mortas e feridas.

* * * * * * *

Esperamos ansiosamente que todas as pessoas que acusam este blogue de ser "islamofóbico" condenem este ataque a Cristãos inocentes (crianças incluídas) e mostrem como é que o Alcorão e as tradições do "profeta" Maomé condenam este tipo de acto (se é que condenam).

É sempre mais fácil fazer ataques de longe sem ter coragem de apresentar aqui os argumentos de forma clara e racional. Mas, claro, só apresenta argumentos quem os tem.

Adoradores de Alá - o deus árabe - continuam a matar Cristãos.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Maior líder muçulmano da Arábia Saudita pede a destruição de todas as igrejas cristãs

"Mesmo que eles me matem, eu não vou abandonar Jesus"

Perseguição aos cristãos no Oriente Médio pode resultar em conflito global

O sheik Abdul Aziz bin Abdullah, o grão-mufti da Arábia Saudita, maior líder religioso do país onde Maomé nasceu, declarou que é “necessário destruir todas as igrejas da região.”

Tal comentário do líder muçulmano foi uma resposta ao questionamento de uma delegação do Kuwait, onde um membro do parlamento recentemente também pediu que igrejas cristãs fossem “removidas” do país.

O grão-mufti salientou que o Kuwait era parte da Península Arábica, e por isso seria necessário destruir todas as igrejas cristãs de lá.

Como acontece com muitos muftis antes dele, o sheik baseou sua fala na famosa tradição, ou hadith, que o profeta do Islão teria declarou em seu leito de morte: ‘Não pode haver duas religiões na Península [árabe]’. Isso que sempre foi interpretado que somente o Islão pode ser praticado na região”, explicou Raymond Ibrahim, especialista em questões islâmicas.

A importância dessa declaração não deve ser subestimada, enfatiza Ibrahim:

O sheik Abdul Aziz bin Abdullah não é um líder muçulmano qualquer que odeia as igrejas. Ele é o grão-mufti da nação que levou o Islã para o mundo.

Além disso, ele é o presidente do Conselho Supremo dos Ulemás [estudiosos islâmicos] e presidente do Comité Permanente para a Investigação Científica e Emissão de Fatwas. Quando se trata do que o Islão prega, suas palavras são imensamente importantes “.

No Oriente Médio, os cristãos já estão enfrentando perseguição maior, incluindo a morte, nos últimos meses. Especialmente nos países onde as facções militares islâmicas têm aproveitado o vácuo de poder criado pelas revoluções da chamada “Primavera árabe”, como Egipto, Líbia e Tunísia, Jordânia, Marrocos, Síria e Iémene.

Os cristãos coptas, por exemplo, que vivem no Egipto há milénios estão relatando níveis mais elevados de perseguição de muçulmanos. No Norte de África, os muçulmanos prometeram erradicar o cristianismo em alguns países, como a Nigéria.

No Iraque, onde os cristãos tinham algumas vantagens durante o governo de forte Saddam Hussein, populações cristãs inteiras fugiram. O Irão também tem prendido crentes e fechado igrejas mais do que de costume.

Ibrahim escreveu ainda em sua coluna:

Considerando a histeria que aflige o Ocidente sempre que um indivíduo ofende o Islão, por exemplo, uma pastor desconhecido qualquer, imagine o que aconteceria se um equivalente cristão do grão-mufti, digamos o papa, declarasse que todas as mesquitas da Itália devem ser destruídas, imaginem o frenesi da mídia ocidental.

Imediatamente todos os veículos gritariam insistentemente ”intolerância” e “islamofobia”, exigiriam desculpas formais e apelariam para uma reacção dos políticos

O estudioso acredita que uma onda de perseguição sem precedentes está prestes a ser iniciada na região, que ainda testemunha Israel e Irã viverem ameaçando constantemente fazerem ataques. O resultado disso pode ser um conflito de proporções globais.

Traduzido e adaptado de Arabian Business e WND e Gospel Prime

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Diz na Sagrada Escritura:

Disse Jesus: “Este Evangelho do Reino será proclamado no mundo inteiro, como testemunho para todas as nações. E então virá o Fim” (Mt 24,16)

“Então sereis entregues aos tormentos, matar-vos-ão e sereis por minha causa objeto de ódio para todas as nações”. (Mt 24,9)

“Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação? A angústia? A perseguição? A fome? A nudez? O perigo? A espada?” (Rm 8,35)

“Pois todos os que quiserem viver piedosamente, em Jesus Cristo, terão de sofrer a perseguição”. (2Tm 3,12)

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segunda-feira, 26 de março de 2012

Ayaan Hirsi Ali: A Guerra Global contra cristãos no mundo muçulmano

por Ayaan Hirsi Ali*

Ouvimos tantas vezes sobre os muçulmanos como vítimas de abuso no Ocidente e combatentes na Primavera árabe “a luta contra a tirania. Mas, na verdade, um tipo totalmente diferente de guerra está em curso uma batalha, não reconhecido custando milhares de vidas. Os cristãos estão sendo mortos no mundo islâmico por causa de sua religião. É um genocídio em ascensão que deve provocar alarme global.

O retrato de muçulmanos como vítimas ou heróis é na melhor das hipóteses parcialmente precisas. Nos últimos anos a opressão violenta das minorias cristãs se tornou a norma em países de maioria muçulmana que se estende desde a África Ocidental e do Oriente Médio para o Sul da Ásia e Oceania. Em alguns países são os governos e seus agentes que queimaram igrejas e preso paroquianos. Em outros, grupos rebeldes e vigilantes tomaram matérias em suas próprias mãos, assassinando cristãos e levá-los a partir de regiões onde as suas raízes vão séculos.

Reticência da mídia sobre o assunto, sem dúvida, tem várias fontes. Pode ser o medo da violência adicional provocante. Outra é mais provável que a influência dos grupos de lobby, como a Organização de Cooperação Islâmica, uma espécie de Nações Unidas do Islão centrada na Arábia Saudita e ao Conselho sobre Relações Americano-Islâmicas. Durante a última década, grupos estes e outros têm sido notavelmente bem sucedido em convencer os principais figuras públicas e jornalistas no Ocidente a pensar em todos e cada um exemplo de discriminação percebida anti-muçulmano como uma expressão de um desarranjo sistemático e sinistra chamada “islamofobia” – um termo que é utilizado para provocar a desaprovação moral mesmo como xenofobia ou homofobia.

No mês de Janeiro 2012 sozinha, Boko Haram foi responsável por 54 mortes. Em 2011, seus membros mataram pelo menos 510 pessoas e queimaram ou destruíram mais de 350 igrejas em 10 estados do norte. Eles usam armas, bombas de gasolina, e até facões, gritando “Allahu akbar” (“Deus é grande”), enquanto o lançamento de ataques contra cidadãos inocentes. Eles atacaram igrejas, uma reunião no dia de Natal (matando 42 católicos), salões de cerveja, uma prefeitura, salões de beleza e bancos. Eles têm-se centrado em matar os clérigos cristãos, políticos, estudantes, policiais e soldados, assim como os clérigos muçulmanos que condenam o seu caos. Enquanto eles começaram usando métodos rudimentares, como assassinatos hit-and-run da parte traseira de motos em 2009, os últimos relatórios AP indicam que os ataques recentes do grupo mostram um novo nível de potência e sofisticação.

O cristofobia que tem atormentado o Sudão há anos toma uma forma muito diferente. O governo autoritário do muçulmano sunita no norte do país há décadas minorias cristãs e animistas atormentados no sul. O que tem sido muitas vezes descrita como uma guerra civil é, na prática perseguição sustentado do governo sudanês de minorias religiosas. Esta perseguição culminou no genocídio infame em Darfur, que começou em 2003. Mesmo que o presidente muçulmano do Sudão, Omar al-Bashir, foi indiciado pelo Tribunal Penal Internacional em Haia, que o acusou de três acusações de genocídio, e apesar da euforia que saudou a independência semi-ele grant-ed para o Sul do Sudão em Julho do ano passado, a violência não terminou. Em Kordofan Sul, os cristãos ainda estão sujeitos a bombardeios aéreos, assassinatos selectivos, o sequestro de crianças, e outras atrocidades. Relatórios da Organização das Nações Unidas indicam que entre 53.000 e 75.000 civis inocentes foram deslocadas de suas residences e que casas e edifícios foram saqueados e destruídos.

Ambos os tipos de perseguição, realizadas por grupos extragovernmental, bem como por agentes do Estado se reuniram no Egipto, no rescaldo da Primavera árabe. Em 9 de Outubro do ano passado na área de Maspero Cairo, cristãos coptas (que representam cerca de 11 por cento da população do Egito de 81 milhões) marcharam em protesto contra uma onda de ataques islâmicos, incluindo os incêndios em igrejas, estupros, mutilações, e assassinatos, que se seguiu à derrubada da ditadura de Hosni Mubarak.

urante o protesto, as forças de segurança egípcias levou seus caminhões no meio da multidão e atirou contra os manifestantes, esmagando e matando pelo menos 24 e ferindo mais de 300 pessoas. Até o final do ano mais de 200.000 coptas fugiram de suas casas em antecipação a mais ataques. Com islâmicos prontos para ganhar o poder muito maior, na sequência das recentes eleições, os seus medos parecem ser justificados.

Egipto não é o único país árabe que parece determinado a exterminar a minoria cristã. Desde 2003 mais de 900 cristãos iraquianos (a maioria deles assírios) foram mortos pela violência terrorista em Bagdá, e 70 igrejas foram queimadas, de acordo com a Assíria Internacional News Agency (AINA). Milhares de cristãos iraquianos fugiram como resultado da violência dirigida especificamente a eles, reduzindo o número de cristãos no país a menos de meio milhão de pouco mais de um milhão de antes de 2003. AINA compreensivelmente descreve-o como um “genocídio incipiente ou limpeza étnica dos assírios no Iraque.

Os 2,8 milhões de cristãos que vivem no Paquistão representam apenas cerca de 1,6 por cento da população de mais de 170 milhões. Como membros de uma minoria tão ínfima, que vivem no medo perpétuo não só dos terroristas islâmicos, mas também de leis draconianas de blasfémia do Paquistão. Há, por exemplo, o conhecido caso de uma mulher cristã que foi condenado à morte por supostamente insultar o profeta Maomé.

Quando a pressão internacional convenceu o governador do Punjab Salman Taseer para explorar formas de libertá-la, ele foi morto por seu guarda-costas. O guarda-costas foi então celebrado por importantes clérigos muçulmanos como um herói e que ele foi condenado à morte no ano passado, o juiz que impôs a sentença agora vive na clandestinidade, temendo por sua vida.

Tais casos não são incomuns no Paquistão. As leis da nação blasfémia são rotineiramente usados ​​por criminosos e intolerantes muçulmanos paquistaneses para intimidar as minorias religiosas. Basta declarar a crença na Trindade cristã é considerada uma blasfémia, uma vez que contradiz mainstream muçulmanos doutrinas teológicas. Quando um grupo cristão é suspeito de transgredir as leis da blasfémia, as consequências podem ser brutal. Basta perguntar aos membros da cristã World Vision ajuda do grupo. Seus escritórios foram atacados na primavera de 2010 por 10 homens armados com granadas, deixando seis mortos e quatro feridos. Um grupo militante muçulmano assumiu a responsabilidade pelo ataque, alegando que a Visão Mundial estava trabalhando para subverter o Islão. (Na verdade, ele estava ajudando os sobreviventes de um terremoto de grandes proporções.)

Nem mesmo na Indonésia, muitas vezes apontado como o mundo mais tolerante, democrática e moderna de maioria muçulmana nação tem sido imune às febres de cristofobia. De acordo com dados compilados pelo The Christian Post, o número de incidentes violentos cometidos contra as minorias religiosas (e em 7 por cento da população, os cristãos são a maior minoria do país) aumentou quase 40 por cento, de 198 a 276, entre 2010 e 2011.

A ladainha do sofrimento poderá ser prorrogado. No Irã, dezenas de cristãos foram presos e encarcerados por ousar adorar fora do sistema de igreja oficialmente sancionado. Arábia Saudita, por sua vez, merece ser colocado em uma categoria própria. Apesar do fato de que mais de um milhão de cristãos vivem no país como trabalhadores estrangeiros, igrejas e até mesmo actos privados de oração cristã são proibidos; para impor essas restrições totalitárias, a polícia religiosa regularmente invadir as casas dos cristãos e trazê-los sob a acusação de blasfémia nos tribunais onde o seu testemunho carrega peso, menos legal que o de um muçulmano. Mesmo na Etiópia, onde os cristãos formam uma maioria da população, incêndios em igrejas por membros da minoria muçulmana se tornaram um problema.

Deve ficar claro a partir deste catálogo de atrocidades que violência anti-cristã é um grande problema e subnotificadas. Não, a violência não está centralmente planeada ou coordenada por alguma agência internacional islâmico. Nesse sentido, a guerra global contra a guerra não é tradicional em todos os cristãos. É, antes, uma expressão espontânea de anti-cristãs animus por muçulmanos que transcende culturas, regiões e etnias.

Como Nina Shea, diretor do Centro do Instituto Hudson para a Liberdade Religiosa, destacou em entrevista à Newsweek, as minorias cristãs em muitos de maioria muçulmana nações “perderam a protecção de suas sociedades.” Isso é especialmente verdade em países com crescente islâmico radical (Salafista) movimentos. Nesses países, os vigilantes muitas vezes sentem que podem agir com impunidade e inacção do governo muitas vezes se lhes razão. A velha ideia de que os turcos-otomanos que a protecção não-muçulmanos nas sociedades muçulmanas merecem (embora como cidadãos de segunda classe)-tem tudo, mas desapareceu de faixas largas do mundo islâmico, e cada vez mais o resultado é derramamento de sangue e opressão.

Então, vamos por favor entrar nossas prioridades. Sim, os governos ocidentais devem proteger as minorias muçulmanas de intolerância. E, claro, devemos garantir que eles podem adorar, viver e trabalhar livremente e sem medo. É a protecção da liberdade de consciência e de expressão que distingue as sociedades livres sem liberdade de entes. Mas também precisamos manter a perspectiva sobre a escala e gravidade da intolerância. Desenhos, filmes, e escritos são uma coisa, facas, pistolas e granadas são algo completamente diferente.

Quanto ao que o Ocidente pode fazer para ajudar as minorias religiosas em sociedades de maioria muçulmana, a minha resposta é que ele precisa para começar a usar os bilhões de dólares em ajuda que dá aos países problemáticos como alavancagem. Depois, há o comércio eo investimento. Além da pressão diplomática, essas relações de ajuda e comércio pode e deve ser subordinada à protecção da liberdade de consciência e de culto para todos os cidadãos.

Em vez de cair para contos exageradas de islamofobia ocidental, vamos tomar uma posição real frente ao cristofobia infectar o mundo muçulmano. A tolerância é para todos, excepto os intolerantes.

Mas uma avaliação imparcial dos acontecimentos recentes e tendências leva à conclusão de que a dimensão ea gravidade da islamofobia empalidece em comparação com a cristofobia sangrenta atualmente correndo em países de maioria muçulmana de um lado do globo para o outro. A conspiração do silêncio em torno desta expressão violenta da intolerância religiosa tem que parar. Nada menos do que o destino do cristianismo e, em última análise de todas as minorias religiosas no mundo islâmico está em jogo.

Fonte: Revista NewsWeek

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