MITOS ISLÂMICOS

sábado, 5 de novembro de 2011

MITO: a perseguição forçou Maomé e os muçulmanos a fugirem de Meca

Em ambos os casos, esta história é um mito. Só Maomé corria perigo em Meca - e isto depois dele ter feito um tratado de guerra contra os residentes locais - quando ainda vivia no meio deles, imagine-se. Mesmo assim, eles não buscaram forma de o prejudicar uma vez que acreditavam que a sua vulnerabilidade proveniente da morte do seu protector significaria que ele - finalmente - pararia de causar problemas.

Enganaram-se rotundamente.

Eventualmente, Maomé fez uma aliança com outra cidade - Medina - que incluía provisões de guerra contra os habitantes de Meca. As partes envolvidas no tratado afirmaram:

Vocês apercebem-se do que vocês de disponibilizam a fazer ao dar o vosso apoio a este homem? Isto significa guerra contra tudo e todos.
(Ibn Ishaq/Hisham 299)
Portanto, foi só depois de Maomé se comprometer em levar a cabo uma revolução armada conta a cidade de Meca que os líderes locais buscaram formas de o matar ou de o expulsar.

O registo histórico contradiz também a visão popular dos muçulmanos terem que fugir de Meca depois da declaração de guerra de Maomé. Na verdade, só Maomé era o objecto de buscas. Isto é confirmado pelo episódio aludido em Ibn Ishaq/Hisham (326-328) onde o genro de Maomé, Ali, dorme na sua cama como forma de enganar os inimigos e levá-los a pensar que o tinham cercado na noite em que vieram buscá-lo.

Não só os habitantes de Meca não atacaram Ali, como - mesmo depois de saberem que ele os havia enganado - o deixaram permanecer na cidade por mais alguns dias com a filha de Maomé - Fatima - de modo a que pudessem transferir os negócios familiares para Medina.

..

A história da irmã de Fatima - a filha mais velha de Maomé - é também embaraçosa para aqueles que defendem que os muçulmanos viviam em sofrimento constante em Meca. Zaynab, que tinha um forte desejo em partir, era casada com Abu al-Aas ibn al-Rabee, um dos arqui-inimigos de Maomé,

Quando Maomé capturou o seu marido durante a batalha de Badr, Zaynab tentou resgatá-lo, mas o "profeta" do islão não quis libertar o marido até que ela se comprometesse em ir viver com Maomé em Medina.

Ela foi literalmente forçada a trocar o seu casamento pela vida do seu marido.

Só quando Abu al-Aas concordou em "abraçar" o islão (depois de ter sido outra vez capturado seis anos mais tarde, durante um ataque dos muçulmanos a uma caravana) é que Maomé permitiu que voltassem a viver juntos.

Os biógrafos maometanos fornecem nomes de outros muçulmanos que continuaram a viver em Meca depois de Maomé ter partido para Medina. Em nenhum deles há registo deles terem sido perseguidos. Há até evidências de alguns muçulmanos receberem permissão para conduzir peregrinações até Meca durante os meses sagrados (Ibn Ishaq/Hisham 424 & Qur’an 2:196).

É importante notar que Maomé justificou a sua expulsão pelas mãos dos habitantes de Meca pelas acções subsequentes em Medina, onde ele levou a cabo a expulsão (ou o assassínio) das tribos Judaicas. Os apologistas maometanos alegam que as expulsões e as execuções de Judeus foram necessárias devido à sua "inimizade" contra ele. Se isto é assim, então os habitantes de Meca também tinham todo o direito de expulsar Maomé pela sua inimizade contra eles.

Infelizmente para os Judeus, os muçulmanos foram bem mais severos e bem menos pacientes do que os habitantes de Meca foram com Maomé. Mas isto é uma das muitas hipocrisias do islão.

Uma ideologia supremacista é sempre a sua própria justificação.


Mais mitos em torno de Maomé

MECA

1. MITO: Maomé foi perseguido em Meca por pregar o Islão

2. MITO: Maomé foi torturado em Meca.

3. MITO: os Muçulmanos foram perseguidos e sofreram muitas baixas em Meca

4. MITO: Os pagãos de Meca foram os primeiros a verter sangue no conflito contra os muçulmanos

5. MITO: Maomé viajou até Jerusalém numa noite



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