MITOS ISLÂMICOS

sexta-feira, 20 de maio de 2011

MITO: os Muçulmanos foram perseguidos e sofreram muitas baixas em Meca

É verdade que houve perseguição de muçulmanos em Meca, mas a dimensão do sofrimento tem sido grandemente exagerada pelos contadores de histórias modernos, desesperados de justificar a subsequente violência maometana.

É importante ressalvar que Maomé foi a fonte de muito do ressentimento contra os muçulmanos da época. A diferença é que enquanto Maomé estava protegido pela influência do seu tio Abu Talib, os outros muçulmanos não tiveram essa sorte.

Os biógrafos de Maomé reportaram muitas instâncias onde os líderes de Meca requisitaram a Maomé (directamente ou através do seu tio) que parasse de fazer pouco da religião dos seus ancestrais.

Abu Sufyan, juntamente com outros notáveis, dirigiu-se a Abu Talib e disse: "Tu sabes os problemas que existe entre nós e o teu sobrinho, portanto chama-o para que façamos um acordo no sentido dele nos deixar em paz e nós o deixarmos em paz; ele que tenha a sua religião enquanto nós temos a nossa"
(Ibn Ishaq/Hisham 278)
Maomé sentiu-se à vontade para rejeitar a oferta de paz uma vez que ele não teria que responder pelos trabalhos que causava. Sem dúvida, isto aumentou a frustração dos líderes locais, alguns dos quais se vingaram nos outros muçulmanos sobre quem eles tinham poder para agir. Estes muçulmanos eram maioritariamente escravos e membros familiares de estututo inferior.

Os apologistas islâmicos gostam de repetir uma história apócrifa relativa ao martírio duma mulher de idade chamada Umm Summayah. Ela foi uma das primeiras convertidas ao islão e uma escrava de Abu Jahl, inimigo de Maomé. Infelizmente. há poucas evidências que suportam esta história.

É mais provável que Umm Summayah tenha morrido de stress enquanto estava exposta ao calor de Meca.

Os B. Makhzum costumavam levar Ammar bin Yasir com o seu pai e mãe, que eram muçulmanos, durante a altura mais quente do dia e expô-los ao calor de Meca. O apóstolo passou por eles e, segundo ouvi, disse:
  • "Tenham paciência, ò família de Yasi! O vosso encontro vai ser no paraíso."

Eles mataram a sua mãe uma vez que ela se recusava a a abadonar o islão.

(Ibn Ishaq/Hisham 206)
Este é o único incidente registado onde se relata uma muçulmana a sofrer perseguição em Meca. Não tem suporte nas outras tradições (Bukhari ou Sahih Muslim) embora Ibn Sa'd faça uma referência ao evento tendo como base a descrição de Ibn Ishaq/Hisham.

Não se sabe o porquê de não haver mais ênfase em relação à morte de Umm Summayah se ela foi mesmo morta com uma baioneta. (Curiosamente, há mais evidências que suportam a história da morte da filha de Maomé às mãos de outros muçulmanos depois da morte do "profeta".)

Para além deste evento curioso, que teria ocorrido depois dos muçulmanos se terem tornado fisicamente agressivos com Abu Jahl e com os politeístas, nada mais há que sirva de suporte para a tese de abusos sofridos por parte da comunidade islâmica, como os muçulmanos contemporâneos gostam de alegar.

É absolutamente crítico notar que, apesar dos pronúncios detalhados contra os habitantes de Meca (espalhados reduntantemente por todo o Alcorão), o livro mais importante do islamismo não reporta uma única vez (durante os 13 anos antes da expulsão de Meca) um incidente onde os muçulmanos tenham sido mortos.


Mais mitos em torno de Maomé

MECA

1. MITO: Maomé foi perseguido em Meca por pregar o Islão

2. MITO: Maomé foi torturado em Meca.

3. MITO: os Muçulmanos foram perseguidos e sofreram muitas baixas em Meca

4. MITO: Os pagãos de Meca foram os primeiros a verter sangue no conflito contra os muçulmanos

5. MITO: Maomé viajou até Jerusalém numa noite



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