MITOS ISLÂMICOS

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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

5 Evidências de que Alá não é o Deus da Bíblia

Apesar de nós, Cristãos, podermos ver através da charada uma vez que temos "denunciante" (a Autoritária, Inerrante e Inspirada Palavra de Deus), um terço da população mundial foi totalmente enganada pelo maometanismo (islão). Eles foram ensinados falsidades em torno da Santidade de Deus, da natureza do homem. do pecado, do Senhor Jesus Cristo, e assim por diante. Obviamente que eles dirão o mesmo em relação a nós Cristãos, portanto, urge perguntar: qual é a diferença? Porque é que devemos acreditar no conceito Cristão de Deus e não no islâmico? Eu acho que há pelo menos cinco razões para vermos que Alá não é o Deus Verdadeiro.

1 – Misericórdia e Justiça

Os maometanos concordam que Deus é Justo e Misericordioso, mas o problema é que na teologia islâmica, estas duas características contradizem-se.  Imaginemos que Deus tem um pecador culpado perante Ele, e perdoa-lhe os pecados (tem misericórdia dele). Isto faria de Deus algo parecido a um juiz corrupto. Mas imaginemos que Deus dá a esta pessoa o castigo adequado (é Justo), desta forma Deus não seria Misericordioso. Ao afirmar que Deus é Misericordioso, Ele é, desde logo, Injusto. Ao afirmar que Ele é Justo com os pecadores, Ele não é Misericordioso. Mas Ele não pode ser ambos, apesar do Alcorão ensinar isso mesmo.

A Palavra de Deus - A Bíblia - ensina que Deus é ao mesmo tempo Justo e Misericordioso visto que na Cruz do Senhor Jesus Cristo, a justiça e a misericórdia uniram-se. Quando Deus descarregou a sua raiva sobre o Seu Filho, Ele foi Justo - visto que o Senhor Jesus Cristo absorveu o castigo que nós merecíamos - e Misericordioso - porque, agora, os pecadores culpados podem ver os seus pecados perdoados mal eles se comprometam a seguir a Cristo todos os minutos da sua vida, até ao final da sua vida.

Com isto em mente, podemos dizer que a concepção Cristã de Deus não se depara com este enigma, tal como acontece com a concepção (errada) de Deus que o Alcorão "revela". Na teologia islâmica, Deus ou é sem misericórdia ou injusto. Mas Ele não pode ser ao mesmo tempo ambas (Justo e Misericordioso). Logo, o "Deus" revelado no Alcorão não é ser mais perfeito que se pode conceber. Logo, o Deus revelado no Alcorão não existe.

2 – Amor

O Senhor Jesus disse, "Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e aborrecerás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem" (Mateus 5:43-44). De modo consistente, por todo o Alcorão é afirmando que Alá não alcança o padrão que o Senhor Jesus estabeleceu. Alá falha neste ponto e desde logo falha em ser o maior ser que se pode conceber (porque é melhor ser amoroso do que sem amor). Tal como afirmou o estudioso islâmico Darood Akbar, no seu livro "The God of Justice", "Amor Divino sem reservas pela humanidade é uma ideia completamente alienígena para o Alcorão. Em parte alguma encontramos a ideia de que Alá ama a humanidade. O amor de Alá é condicional."

Vez após vez, o Alcorão afirma que Alá não ama o pecador (2:99, 2:99,277 277; 3:33,58; 4:37; 5:88; 6:142; 8:59) e que o seu "amor" é parcial, condicional e tem que ser subornado. Só quando alguém expressa o seu amor por Alá é que ele o ama de volta.  Logo, não parece que Alá ultrapasse a marca dos cobradores de impostos e dos pagãos que só saúdam os seus.

Imaginem o quão horrível seria um pai forçar a sua filha a conquistar o seu amor, em vez de a amar apenas e só pelo facto de ser sua filha. Algumas pessoas tiveram experiências com pais assim, e não é possível acreditar que esta é forma correcta de agir para o Altíssimo visto que se Ele fosse assim, Ele não seria o Altíssimo. Existem homens que amam os seus inimigos, até quando os seus inimigos os odeiam, e neste ponto, eles são mais morais que Alá, o deus do Alcorão.

3 – Alá não é o Deus da Bíblia Hebraica.

Alá disse que ele era o Deus de Israel, mas existem várias inconsistências entre Alá e o Santo de Israel. Na Bíblia Hebraica, por exemplo, Deus diz que tem Um Filho (Salmo 2.7), mas o Alcorão diz de forma inequívoca que Alá não tem filhos (Alcorão 10:68). Para além disso, e isto é algo importante, na Teologia Judaico-Cristã, o Filho de Deus é uma Figura Divina; Ele é a Versão Humana do Deus Invisível - Ele é o Próprio Deus. Logo, o Deus revelado na Bíblia Hebraica é TriUno (Trindade).

A Trindade encontra-se por toda a Bíblia Hebraica (embora os Judeus não a conhecessem devido ao facto deles não terem a ampla Revelação que nós hoje temos).  Desde o início da criação que pronomes plurais e verbos são usados e aplicados a Deus (Génesis 1:27, 3:2, 11:7, Isaías 6:8). Até a própria palavra "Elohim" (traduzida para "Senhor" cerca de 4,000 vezes), é a forma plural da palavra "Senhor". indicando mais do que Uma Pessoa. Logo, o Deus assim revelado pela Bíblia Hebraica é Uma Trindade, e Alá não é uma trindade. Logo, o Deus da Bíblia Hebraica não é o Alá do Alcorão.

 [ed: Embora o conceito da Trindade não estivesse tão entendido na altura, os Judeus já tinham uma ideia da Pluralidade Pessoal dentro da Essência Divina:

"O Ancião dos Dias tem três cabeças. Ele revela-Se através de três arquétipos, todos eles formando Um só. Ele é, portanto, simbolizado pelo número Três. Eles revelam-Se Um no Outro. [Estes são] primeiro, a "Sabedoria", secreta, oculta. Acima vem o Santo Ancião; acima Dele, o Incognoscível. Ninguém sabe o que Ele contém; Ele está acima de todas as concepções." (Zohar, iii. 288b).]

Para além disso, o Santo de Israel revelou-Se a Moisés sob o Nome de YAHWEH, e este é o Nome pelo Qual Ele será conhecido pelas gerações (Êxodo 3:14-15). Mas o nome pessoal do deus do Alcorão não é YAHWEH mas Alá. (...) Logo, Alá não é o Santo de Israel, tal como afirma o Alcorão, e consequentemente, o Alcorão não foi revelado pelo Deus que Revelou a Bíblia Hebraica.

4 – Alá deriva da mitologia pagá.

Alá era a divindade principal das 360 divindades adoradas pelos árabes pagãos antes do advento do islamismo. Ele era também adorado na área onde viviam os pais de Maomé. De facto, o nome literal de Maomé em arábico era "Abd Allah" [escravo/servo de Alá]. O nome do seu tio era "Obred Allah". A influência pagã dentro da família de Maomé fazia-se sentir não só no nome da divindade, mas também em muitas tradições islâmicas que são, literalmente, cópias das tradições pagãs!

A família de Maomé, tal como a maior parte da Arábia pré-islâmica, curvava-se em direcção a Meca cinco vezes por dia. Isto era feito em sinal de reverência ao deus lunar adorada na Kaaba. Eles também jejuavam, iniciando na lua crescente e durante um mês, práctica literalmente indistinguível da tradição conhecida como Ramadão. Até o símbolo islâmico colocado no topo de todas as mesquitas e em todas as bandeiras - a lua crescente - deriva directamente do símbolo que o ramo de paganismo existente na Arábia usava. Isto é uma evidencia muito forte de que esta práctica mais não é do que uma práctica pagá reciclada.

É por isso que o deus que os maometanos adoram e seguem chama-se Alá (o deus maior da tribo de Maomé), e é também por isso que a maior parte da tradições muçulmanas são tradições practicadas pela tribo de Maomé. Estas prácticas islâmicas são evoluções culturais, mas qualquer significado mais profundo tem que ser atribuído aos aderentes originais do sistema, nomeadamente, os pagãos.

5 – Alá não pode ser Deus porque o Senhor Jesus é Deus.

Durante as últimas décadas os historiadores têm tentado desenvolver um retrato histórico acertado à cerca de Jesus de Nazaré. Na sua tentativa de o fazer, eles confirmaram muitas alegações Bíblicas. Os historiadores chegaram a um consenso em torno destas 5 alegações Bíblicas:
  1. A crucificação
  2. O túmulo de José de Arimateia
  3. A descrição Bíblica do túmulo vazio.
  4. A experiência de vários grupos de que Ele os apareceu com vida depois da Sua morte
  5. Os discípulos acreditavam fortemente na Sua ressurreição e estavam dispostos a morrer por esta crença.
Alguns destes factos, tais como a narrativa da crucificação, contradizem de forma clara os ensinamentos do Alcorão, mas a explicação mais lógica é a de que Deus ressuscitou o Senhor Jesus dos mortos, confirmando a Mensagem Cristã.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Pirâmides ofensivas


Um líder jihadista egípcio apelou a uma "destruição da Esfinge e das Pirâmides de Gizé no Egipto", estabelecendo paralelos entre essas relíquias egípcias e as estátuas budistas destruídas pelos Talibãs há cerca de 10 anos atrás.

Murgan Salem al-Gohary, islamita duas vezes condenado durante a presidência de Presidente Hosni Mubarak por apregoar o uso da violência, apelou aos maometanos que removam tais "ídolos":
Todos os muçulmanos têm o dever de aplicar os ensinamentos do islão e remover estes ídolos, tal como fizemos no Afeganistão quando destruímos as estátuas de Buda.
Alá ordenou ao profeta [sic] Muhammad que destruísse os ídolos.
Quando eu estive com os Talibãs, destruímos a estátua de Buda, algo que o governo falhou ao não levar a cabo.
Os seus comentários chegam um dia depois de milhares de islamistas ultra-radicais se reunirem na Praça Tahrir e apelarem a uma aplicação mais rigorosa da lei Sharia na nova constituição.


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Sempre que vejo um maometano a insurgir-se contra a "idolatria", sei que estou a falar com 1) alguém que não conhece a sua religião, ou 2) alguém que conhece a sua religião, mas que deu novo significado aos termos. Será que ele não sabe como surgiu o islão? Não sabe ele que virtualmente todos os rituais islâmicos foram herdados dos árabes pagãos?

Porque é que os muçulmanos não fazem o que Maomé fez com os estátuas pagãs de Meca depois dele ocupar a cidade e incorporar um dos seus ídolos (a Pedra Negra) na sua nova religião?

Maomé foi mais esperto que os maometanos actuais, e justificou a incorporação destes ídolos na sua religião alegando - sem evidências - que, originalmente, a Ka'ba e a Pedra Negra eram islâmicas e não pagãs.

Porque é que os maometanos não fazem o mesmo com as pirâmides e a Esfinge?  Os ulemas e a 'ummah poderiam começar a alegar que as pirâmides foram originalmente construídas por Abraão e Ismael e que a Esfinge desceu do céu. Depois disto, os maometanos poderiam começar a prostrar-se em direcção às pirâmides e a Esfinge, tal como eles se prostram em direcção à Ka'ba e a Pedra Negra.

Problema resolvido.

Paganismo




quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Pagãos muçulmanos acusam os Cristãos de venderem "ídolos imundos"

Youm-7, um dos órgãos de informação seculares mais populares no Egipto, e que recentemente atacado por apoiantes da Irmandade Muçulmana, reportou que pelo menos 17 lojas Cristãs em Shubra (Cairo) estão sob ameaça por venderem ícones e estátuas. Os donos das lojas, que se encontram "em pânico", afirmam que receberem cartas ameaçadoras exigindo que eles parem de vender a sua "idolatria."

Entre outras coisas, as cópias que foram apresentadas à Youm-7 dizem "Avisamos a vocês, Nassara [termo derrogatório que o Alcorão usa para identificar os Cristãos] para pararem o vosso comércio imundo através do qual vocês vendem ídolos sujos."

Devido a isto, os donos das lojas dirigiram-se apressadamente para a delegacia local e apresentaram as suas queixas na esperança de que os autores das cartas sejam identificados.

A reportagem conclui afirmando que não foram desenvolvidos esforços substanciais de modo a proteger as lojas, e que apenas um agente foi enviado para patrulhar, e só pela manhã.

Fonte

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Sempre que vemos maometanos a acusar os Cristãos de idolatria, podemos ter a certeza que estamos na presença de alguém que não conhece as origens da sua fé (para além de não conhecer o Cristianismo). Será que ele não sabe que a adoração na Kaaba é uma práctica que tem as suas origens no paganismo pré-islâmico?

Maomé disse, através do Alcorão, que a Kaaba foi construída por Abraão e Ismael (Alcorão 2:125), 40 anos antes do Templo de Salomão. O problema é que o Templo de Jerusalém foi construído entre 958 a 951 Antes de Cristo. Portanto, se levarmos a sério as palavras de Maomé [o que não é de todo aconselhável], a Kaaba deve ter sido construída aproximadamente entre 998-991 Antes de Cristo. Mas isto é problemático para os maometanos uma vez que Abraão viveu cerca de mil anos antes (+/- 2000 Antes de Cristo) e tanto ele como o seu filho Ismael já estavam mortos.

Para além disso, a Pedra Negra, o jejum, o número de orações, a circum-ambulação, a lua crescente, e muitas outras características e costumes islâmicos, têm a sua origem nas prácticas pagãs.

Devido a isto, talvez seja melhor os maometanos explicarem as origens pagãs da sua fé antes de lançarem críticas aos Cristãos.

domingo, 20 de março de 2011

MITO: Maomé foi perseguido em Meca por pregar o Islão

A VERDADE:

De acordo com os historiadores muçulmanos, os habitantes de Meca foram bastante tolerantes em relação à pregação de Maomé.

Meca era uma cidade bastante aberta onde diferentes religiões eram respeitadas. O politeístas, os Judeus e os Cristãos viviam e seguiam os seus costumes religiosos lado a lado, especialmente durante os meses sagrados (altura em que os pagãos viajavam grandes distâncias para levar a cabo os rituais em Kaaba).

Maomé trouxe sobre si a ira dos locais quando começou a violar as tradições antigas e começou a amaldiçoar as outras religiões.

Quando o apóstolo expôs o islão tal como Alá o tinha revelado, tanto quanto sei o seu povo não se retirou nem se voltou contra ele até que ele começou a atacar os seus deuses.

Quando ele fez isso, eles ficaram ofendidos e decidiram de forma unânime tratá-lo como um inimigo.

(Ibn Ishaq/Hisham 167)
Embora lhe tenham pedido para parar, Maomé continuou a causar problemas ao "condenar" a religião local, deixando os habitantes de Meca bastante ansiosos:
[Os habitantes de Meca] disseram que nunca haviam sofrido nada parecido com o que sofriam da parte deste indivíduo. Ele havia classificado o seu modo de vida como tolo, insultado os seus ancestrais, criticado a sua religião, dividido a comunidade e amaldiçoado os seus deuses.
(Ibn Ishaq/Hisham 183)
Não só isto era um insulto ao povo e às suas tradições como era também uma ameaça à economia local, que dependia da peregrinação anual. No entanto, os árabes estavam tão determinados em viver em paz que ofereceram dinheiro a Maomé:
Eles decidiram mandar buscar Maomé de modo a que pudessem negociar e discutir com ele. Quando ele chegou e sentou-se com eles, eles explicaram que eles o haviam trazido de modo a puderem falar juntos.

Nenhum árabe havia tratado a sua tribo como Maomé os havia tratado, e eles repetiram as acusações . . . . Se era dinheiro que ele queria, ele fariam-no o mais rico entre eles; se era honra, ele seria o seu príncipe; se era soberania, eles fariam-no rei.

(Ibn Ishaq/Hisham 188)
Evidências adicionais de que os habitantes de Meca não tinham problemas em co-existir com o islão é o episódio dos versículos satânicos. Segundo as fontes islâmicas, houve um breve espaço de tempo durante o qual Maomé concordou em parar de criticar os outros deuses e reconhecer os direitos dos outros a ter a sua religião:
Quando os habitantes de Meca ouviram tal coisa, eles rejubilaram. O que Maomé havia dito sobre os seus deuses agradou-os e alegrou-os de tal como que começaram a escutá-lo com mais atenção . . . . Quando ele chegou à parte da prostração e chegou ao fim do capítulo, ele prostrou-se bem como os muçulmanos que seguiam o seu profeta.

Os mushrikun da tribo Quraysh e os outros que estavam na mesquita também se prostraram devido ao que eles haviam ouvido da parte de Maomé em relação aos seus deuses.

No geral, não havia crente ou kafir (descrente) que não se havia prostrado.

(al-Tabari, the Tarikh Vol. 1)
Os habitantes de Meca estavam claramente aliviados pelo facto da tensão religiosa sem precedentes ter acabado. Eles alegraram-se ao rezarem junto com muçulmanos no Kaaba. Eles aceitaram os muçulmanos mal Maomé aceitou os pagãos.

Infelizmente o período de paz e irmandade foi de pouca duração. Passado algum tempo, Maomé renegou as suas palavras mal o seu povo começou a notar contradições entre as suas alegações anteriores e o seu novo espírito tolerante.

Este incidente, e particularmente o seu volte-face, tiveram como efeito o aumento da tensão e das hostilidades para níveis ainda mais elevados.

Conclusão:

Contrariamente aos mitos que podem circular pelo mundo ocidental, Maomé não foi perseguido por anunciar a sua fé. Maomé foi perseguido sim quando começou a mostrar intolerância religiosa para com os costumes e tradições locais.

Os habitantes de Meca não teriam problemas alguns em Maomé dizer que se deveria adorar no Kaaba ou adorar Alá. Os árabes já faziam isso há séculos. Os problemas começaram quando Maomé deu o dito por não dito e resolveu dizer que os deuses do seu povo eram mentira e que só a divindade suprema dos árabes (Alá) é que deveria ser venerada.


Mais mitos em torno de Maomé

MECA

1. MITO: Maomé foi perseguido em Meca por pregar o Islão

2. MITO: Maomé foi torturado em Meca.

3. MITO: os Muçulmanos foram perseguidos e sofreram muitas baixas em Meca

4. MITO: Os pagãos de Meca foram os primeiros a verter sangue no conflito contra os muçulmanos

5. MITO: Maomé viajou até Jerusalém numa noite



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