MITOS ISLÂMICOS

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sexta-feira, 7 de outubro de 2016

A posição Bíblica em relação à imigração

Por John Horvat II

Olhando para o debate em torno da imigração, é assumido automaticamente que a posição da Igreja é uma de caridade incondicional para com aqueles que querem entrar na nação - legalmente ou ilegalmente. No entanto, será que isso é a verdade? O que é que Bíblia diz em relação à imigração?

O que é que os estudiosos da Igreja e os teólogos dizem? Acima de tudo, o que é que o maior de todos os doutores, São Tomas de Aquinas, diz em relação à imigração? Será que a sua opinião oferece algumas ideias em torno da questão candente que assola a nação e a obscurecer as fronteiras nacionais?

A imigração é um problema moderno, e como tal, algumas pessoas podem pensar que o medieval São Tomás não teria qualquer opinião em relação ao problema. Mas ele tem.

Nós nada mais temos que fazer que olhar para a sua obra-prima, a Summa Theologica, na segunda parte da primeira parte, questão 105, artigo 3 (I-II, Q. 105, Art. 3).

Lá encontramos a sua análise fundamentada em pontos de vista Bíblicos que pode ser acrescentada ao debate nacional visto que ela é totalmente aplicável ao presente.

Diz São Tomás:

A relação dum homem com os estrangeiros pode ser uma de duas: pacífica ou hostil; e ao orientar ambos os tipos de relação a Lei [de Moisés] continha preceitos ajustados.

Ao fazer esta afirmação, São Tomás afirma que nem todos os imigrantes são iguais. Todas as nações têm o direito de decidir quais os imigrantes que são benéficos - isto é, "pacíficos" - para o bem comum. Como assunto de defesa-própria, o Estado pode rejeitar aqueles elementos criminosos, traidores, inimigos e outros que ele considere prejudiciais ou "hostis para os seus cidadãos.

A segunda coisa que ele afirma é que a forma como se lida com a imigração é determinada pela Lei em ambos os tipos de imigrantes (hostis ou pacíficos). O Estado tem o direito de aplicar a sua lei.

Aos Judeus foram oferecidas três oportunidades de relações pacíficas com os estrangeiros. Primeiro, quando os estrangeiros passavam pelas suas terras como viajantes. Segundo, quando eles vinham para habitar nas suas terras como recém-chegados.

E em ambos estes casos a Lei, nos seus preceitos, fazia o tipo de provisão apropriado: porque está escrito (Êxodo 22:21): ’O estrangeiro não afligirás, nem o oprimirás [advenam]’; e mais uma vez (Êxodo 22:9): ’Também não oprimirás o estrangeiro [peregrino].’”

Aqui, São Tomás reconhece o facto de que os outros irão querer visitar ou mesmo vir viver na terra por algum tempo. Tais estrangeiros merecem ser tratados com caridade, respeito e cortesia, algo que se deve dar a qualquer ser humano de boa índole. Nestes casos, a lei pode e deve proteger os estrangeiros de serem maltratados ou incomodados.

Terceiro: quando qualquer estrangeiro deseja ser admitido de todo à sua comunhão e ao modo de adoração. Em relação a isto, tem que ser observada uma certa ordem, porque eles não são admitidos imediatamente à cidadania (tal como ocorria em algumas nações onde ninguém era considerado cidadão excepto após terem passado duas ou três gerações, tal como o disse o Filósofo (Polit. iii, 1)).

São Tomas reconhece que existirão aqueles que desejarão ficar e passar a ser cidadãos da terra onde se encontram a visitar. No entanto, São Tomás estabelece como primeira condição de aceitação o desejo de integrar totalmente na que hoje pode ser considerada a cultura e a vida da nação.

A segunda condição é que a concessão de cidadania não poderia ser imediata visto que o processo de integração demora o seu tempo; antes de mais, as pessoas têm que se adaptar à nação. Ele cita o filósofo Aristóteles como havendo dito que este processo demorava duas ou três gerações. São Tomás não dá um enquadramento temporal para esta integração, mas ele admite que pode demorar muito tempo.

O motivo para isto foi o de que, se fosse dada aos estrangeiros a permissão para se envolverem nos assuntos da nação mal se estabelecessem nela, muitos perigos poderiam ocorrer visto que o facto dos estrangeiros não terem ainda o bem comum firme nos seus corações poderia-lhes levar a tentar fazer algo que prejudicasse os locais.

O senso comum de São Tomás certamente que não é politicamente correcto mas é bem lógico. O teólogo salienta que viver numa nação é algo de complexo, que exige tempo até que se entendam os pontos que afectam a mesma. Aqueles que se encontram familiarizados com a longa história da sua nação encontram-se em melhor posição para tomar decisões a longo prazo para o seu futuro.

É prejudicial e injusto colocar o futuro da nação nas mãos daqueles acabados de chegar, e que, embora sem culpa própria, pouca ideia fazem do que está a acontecer ou aconteceu na nação. Tal política pode levar à destruição da nação.

Como ilustração para este ponto, São Tomás de Aquinas ressalva posteriormente que os Israelitas não trataram todas as nações de igual modo, visto que as nações mais próximas deles eram mais facilmente integradas dentro da população do que aquelas mais distantes. Alguns povos hostis nunca receberam permissão para serem admitidos dentro da nação dada a sua inimizade para com os Israelitas [ed: exemplo disto são os Amalequitas].

Mesmo assim, é possível, através duma dispensação, que um homem possa ver-lhe conferida a cidadania devido a algum acto de virtude: como tal, é reportado (Judite 14:6 que Aquior, o capitão dos filhos de Amom, "foi incorporado ao povo de Israel, assim como toda a sua descendência até o dia de hoje".

Dito de outra forma, as regras nem sempre eram rígidas devido à existência de excepções que eram conferidas com base nas circunstâncias. No entanto, tais excepções não eram arbitrárias, mas tinham em mente o bem comum. O exemplo de Aquior descreve a cidadania conferida ao capitão e à sua família devido aos bons serviços prestados à nação de Israel.

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Estes são alguns dos pensamentos de São Tomás de Aquino em relação à imigração, e todo ele tem como base princípios Bíblicos. Torna-se claro que a imigração tem que ter duas coisas em mente: 1) a unidade da nação e 2) o bem comum da nação.

A imigração tem que ter como propósito a integração plena dos imigrantes, e não a desintegração e nem a segregação. Esta imigração não só deveria tomar como base os benefícios mas também as responsabilidades de se unir em pleno à cidadania da nação. Ao se tornar num cidadão, a pessoa torna-se, a longo prazo, parte da família mais alargada, e não se torna alguém com acções da bolsa duma companhia que busca apenas o interesse imediato e de curta duração.

Mais ainda, São Tomas ensina que a imigração tem que ter em mente o bem comum dos nativos; ela não pode sobrepujar e nem destruir a nação.

Isto explica o porquê de tantos Americanos estarem tão pouco à vontade com a entrada maciça e desproporcional de imigrantes. Tal política introduz de modo artificial uma situação que destrói os pontos comuns de união, e varre por completo a habilidade social de absorver organicamente os novos elementos para dentro da cultura unificada. Este tipo de imigração já não tem como ponto orientador o bem comum.

Uma imigração proporcional sempre foi um desenvolvimento saudável para a sociedade visto que injecta nova vida e novas qualidades para o corpo social. Mas quando ela perde a proporção e fragiliza o propósito do Estado, isso ameaça o bem-estar da nação. Quando isto acontece, a nação faria bem em seguir o conselho de São Tomas de Aquinas e os princípios Bíblicos.

A nação deve practicar a justiça e a caridade com todos, incluindo com os estrangeiros, mas acima de tudo, ela deve proteger o bem comum e a sua unidade sob o risco de , de outro modo, deixar de existir.

~ http://bit.ly/2cS2D6d

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Ao contrário do que a elite pseudo-Cristã (tanto Protestante como Católica) afirma, o ensino tradicional Cristão em relação aos imigrantes é aquele que se centra em primeiro lugar no bem comum dos Nativos, e não nos sentimentos ou no benefício subjectivo dos "imigrantes".

Esta análise de São Tomas de Aquinas deixa bem claro que o que os filhos de Laodicéia - isto é, os falsos Cristãos - estão a fazer e a dizer em relação à imigração nada tem de Cristão, mas serve muito bem os interesses das personalidades globalistas a quem eles servem.


segunda-feira, 14 de julho de 2014

Será que Isaías profetizou a vinda de Maomé?

Visto que o Alcorão alega que a Bíblia contém "claras profecias de Maomé" (7:157  e 61:6), os maometanos têm estado desesperadamente em busca de tais profecias há quase 1400 anos. Alguns dos mais famosos apologistas maometanos, tais como Ahmed Deedat e Zakir Naik, tentaram demonstrar que a Bíblia refere-se a Maomé no Livro do Profeta Isaías 29:12. Zakir Naik escreve:
Maomé (paz esteja com ele) é profetizado no livro de Isaías:

É mencionado no livro de Isaías, capítulo 29 verso 12:

"Ou dá-se o livro ao que não sabe ler, dizendo: Ora lê isto; e ele dirá: Não sei ler."

Quando o Arcanjo Gabnriel ordenou a Maomé (p.e.c.e.) que dissesse Iqra - "Lê", ele respondeu, "Não sei ler".
E portanto,  Maomé é alegadamente o homem iletrado que recebe um livro em Isaías 29:12.

Mas Isaías 29:12 não fala de um profeta, mas sim de um povo que rejeita os profetas de Deus! (Por esta altura, é de admirar o porquê dos maometanos não acusarem Zakir Naik de heresia ou apostasia por ter aplicado este versículo a Maomé.)

Nos primeiros dez versículos do capítulo 29 do Livro do Profeta Isaías, Deus anuncia que Ele irá punir Israel e os inimigos de Israel: os primeiros serão punidos por pecarem contra Ele, e os segundos por terem atacado Israel. Deus envia o profeta Isaías para anunciar estes castigos, mas Deus diz a Isaías que o povo não irá prestar atenção à sua mensagem. Ele diz nos versículos 11 e 12:

Pelo que, toda a visão vos é como as palavras de um livro selado, que se dá ao que sabe ler, dizendo: Ora lê isto; e ele dirá: Não posso, porque está selado.
Ou dá-se o livro ao que não sabe ler, dizendo: Ora lê isto; e ele dirá: Não sei ler.

Note-se no que ocorre aqui: Isaías recebe uma revelação, mas Deus diz-lhe que o seu povo irá rejeitar a revelação. Esta mensagem é como um livro selado; se ela é dada a alguém que sabe ler, ele dirá "Não posso, porque está selado". Se se der a alguém que não sabe ler, ele dirá, "Não sei ler." De qualquer das formas, portanto, o povo recusar-se-á a prestar atenção aos avisos de Deus.

Curiosamente, no versículo seguinte (Isaías 29:13) Deus diz:

Porque o Senhor disse: Pois que este povo se aproxima de Mim, e com a sua boca e com os seus lábios Me honra, mas o seu coração se afasta para longe de Mim

O Senhor Jesus cita esta mesma passagem nos Evangelhos para condenar o povo pela sua desobediência a Deus (Mateus 15:7-9). Logo, quando os muçulmanos afirmam que Isaías 29:12 se refere a Maomé, eles estão a afirmar que o seu profeta era espiritualmente cego, que o seu coração estava longe de Deus, que ele rejeitou a revelação de Deus, e que o Senhor Jesus o iria condenar tal como Ele condenou os Fariseus.

Claro que se os muçulmanos insistirem que este versículo é sobre Maomé, os Cristãos não colocarão qualquer objecção. Tudo o que podemos fazer é orar para que eles não sigam a rebelião de Maomé contra Deus até à perdição eterna.
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quarta-feira, 5 de março de 2014

O Testemunho de Bassam

Vivo no Médio Oriente. Nasci muçulmano, e quando tinha 18 anos, tornei-me membro dum dos grupos islâmicos, visto que eu tinha um parente que era uma dos líderes do grupo. Eu pensava que estava a fazer tudo em favor de Deus, levando em conta o que eu sabia Dele por esta altura. Depois de algum tempo, comecei a ter algum treino no uso de armas e na construção de explosivos. Eu sentia-me desconfortável com o que estava a fazer - ferindo pessoas em nome de Deus. Eu pensava que ou eu ou os membros do grupo haviam entendido mal os ensinamentos de Deus.

Comecei outra vez a estudar o Alcorão e a Tradição - com a ajuda de um dos líderes do grupo, mas sem lhe dizer o motivo para o meu estudo - para ver o que eu não tinha entendido. Depois de 2 anos, eu estava perplexo com o que tinha descoberto. Descobri que o islão não é o percurso pacífico até Deus, tal como eu acreditava, mas pelo contrário, era muito violento. Se *eu* teria que estabelecer a vontade de Deus de qualquer maneira, mesmo matando pessoas, então este não poderia ser o caminho de Deus.

Nunca coloquei a hipótese de algum dia vir a abandonar o islão em favor de outra religião, no entanto eu estava certo que o islão não me estava a levar até Deus. Eu tive uma espécie de quebra durante algum tempo quando descobri que tudo o que havia acreditado estava errado. Comecei a tomar drogas e a não falar de Deus. Foi então que eu conheci um Cristão que não sabia assim muito da Teologia Cristã mas que tinha muito amor pelos outros, independentemente de quem os outros eram. Um dos seus amigos (que era membro do mesmo grupo do qual eu havia feito parte) disse que ele tinha que ser morto porque ele era um Cristão, e porque ele não tinha pago a "Jiziah" (imposto que, segundo o Alcorão, os Cristãos e os Judeus a viver num estado islâmico eram forçados a pagar) mas isso não impediu o Cristão de amar esse homem e de lidar com ele de forma profissional.

Inicialmente, eu não sabia que ele era Cristão, e quando fiquei a saber, fiquei surpreendido; tudo o que eu havia aprendido durante toda a minha vida sobre os Cristãos, lendo os escritos islâmicos e as opiniões de Maomé sobre eles, havia-os rebaixado de forma bem vincada. Pedi a este amigo se ele me poderia arranjar uma cópia da Bíblia. Depois de dar início à minha leitura, vi que havia uma diferença enorme entre o que está escrito na Bíblia e o que eu havia ouvido as pessoas a dizer dela (quer tenham sido muçulmanos ou até Cristãos nominais).

Eu fiquei profundamente impactado com uma coisa, nomeadamente, com o ensinamento de que não há ninguém excepto Jesus que é justo; até aqueles que eram chamados de povo de Deus, tais como David, Jacó, Abraão e os doze apóstolos, haviam feito algo de errado. A Bíblia está cheia de pecados e transgressões por parte das pessoas, excepto Jesus. Ele mesmo disse aos Seus inimigos "Qual de vocês me convence de pecado?" (João 8:46a), mas ninguém foi capaz de responder. Até Judas, que O traiu e O entregou às autoridades para que Ele fosse morto, disse "Pequei ao trair Sangue Inocente" (Mateus 27:4).

Para além disso, Pôncio Pilatos, o governador Romano que eventualmente O condenou à morte, disse "Porquê? Que mal fez Ele? Não achei nada NEle digno de morte." E o centurião que testemunhou a morte de Jesus disse "Certamente, este Homem era Inocente!" Ele [o Senhor Jesus] impactou-me de forma profunda exibindo o exemplo mais elevado do ser humano, revelando-Se como Alguém que realmente merecia ser Seguido.

Demorei algum tempo até finalizar a leitura da Bíblia. Depois de um ano de batalha interior, decidi que eu queria seguir a Deus tal como Ele Se revelou em Cristo e não como alguém dizia que Ele era. Orei a Ele e Ele fez-Se presente. Pela primeira vez na minha vida senti que Deus esta presente; dizer que esse foi um sentimento estranho é um eufemismo. Eu estava tão feliz e tão triste. Feliz por saber que Ele estava ali e triste por me aperceber do que havia perdido. Senti uma paz imensa e queria que este sentimento nunca acabasse. Ainda me lembro desta primeira vez que eu orei; corri para fora do quarto porque pela primeira vez senti a Presença de Deus.

Desde então, eu tenho-O seguido, e Ele mudou a minha vida. Abandonei as drogas e tornei-me numa pessoa totalmente nova para todas as pessoas que conheço; mas tal como eu disse, eu vivo no Médio Oriente onde todas as pessoas pensam que estão certas e todos os outros estão errados. Devido a isso, tive alguns problemas com a minha família e eles expulsaram-me de casa. Tal como Jesus disse "E o irmão entregará à morte o irmão, e o pai o filho; e os filhos se levantarão contra os pais, e os matarão." (Mateus 10:21) foi isto que aconteceu comigo.

O meu pai entregou-me às forças de segurança e eles prenderam-me e lançaram-me na prisão por ter abandonado o islão. Passei por maus momentos por lá visto que eles torturaram-me para me forçar a regressar ao islão. Usaram choques eléctricos e espancamentos, e deixaram-me toda a noite pendurado pelos pulsos. Depois de um ano, fui colocado numa prisão solitária onde fiquei quase um ano. Mas eu não podia negar Aquele que me deu vida.

Hoje em dia, estou fora da prisão e saí da minha casa e do meu país visto que ainda sou procurado por lá por ter abandonado o islão. Ainda caminho com Jesus e amo-O porque Ele me amou primeiro, e deu a Sua Vida na cruz por mim. Eu sabia desde o princípio que teria problemas. Afinal, não disse Ele a Paulo "E Eu lhe mostrarei quanto deve padecer pelo Meu Nome"? (Actos 9:16)

Hoje estou livre de tudo. Tenho uma esposa amorosa que conheci depois de sair da prisão, e que me tem apoiado em tudo o que eu faço para Deus, mas o mais importante para mim é a minha segurança eterna de que estarei com Ele para sempre, independentemente do que aconteça. E como resultado disso, resolvi dedicar a minha vida a dizer as outras pessoas do Seu grande amor por nós. Tal como Ele me ordenou:

Não temas, mas fala, e não te cales; Porque Eu sou contigo, e ninguém lançará mão de ti para te fazer mal, pois tenho muito povo nesta cidade. (Actos 18:9-19)

Sintam-se à vontade para me escrever se querem saber mais. Bassam.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

5 Evidências de que Alá não é o Deus da Bíblia

Apesar de nós, Cristãos, podermos ver através da charada uma vez que temos "denunciante" (a Autoritária, Inerrante e Inspirada Palavra de Deus), um terço da população mundial foi totalmente enganada pelo maometanismo (islão). Eles foram ensinados falsidades em torno da Santidade de Deus, da natureza do homem. do pecado, do Senhor Jesus Cristo, e assim por diante. Obviamente que eles dirão o mesmo em relação a nós Cristãos, portanto, urge perguntar: qual é a diferença? Porque é que devemos acreditar no conceito Cristão de Deus e não no islâmico? Eu acho que há pelo menos cinco razões para vermos que Alá não é o Deus Verdadeiro.

1 – Misericórdia e Justiça

Os maometanos concordam que Deus é Justo e Misericordioso, mas o problema é que na teologia islâmica, estas duas características contradizem-se.  Imaginemos que Deus tem um pecador culpado perante Ele, e perdoa-lhe os pecados (tem misericórdia dele). Isto faria de Deus algo parecido a um juiz corrupto. Mas imaginemos que Deus dá a esta pessoa o castigo adequado (é Justo), desta forma Deus não seria Misericordioso. Ao afirmar que Deus é Misericordioso, Ele é, desde logo, Injusto. Ao afirmar que Ele é Justo com os pecadores, Ele não é Misericordioso. Mas Ele não pode ser ambos, apesar do Alcorão ensinar isso mesmo.

A Palavra de Deus - A Bíblia - ensina que Deus é ao mesmo tempo Justo e Misericordioso visto que na Cruz do Senhor Jesus Cristo, a justiça e a misericórdia uniram-se. Quando Deus descarregou a sua raiva sobre o Seu Filho, Ele foi Justo - visto que o Senhor Jesus Cristo absorveu o castigo que nós merecíamos - e Misericordioso - porque, agora, os pecadores culpados podem ver os seus pecados perdoados mal eles se comprometam a seguir a Cristo todos os minutos da sua vida, até ao final da sua vida.

Com isto em mente, podemos dizer que a concepção Cristã de Deus não se depara com este enigma, tal como acontece com a concepção (errada) de Deus que o Alcorão "revela". Na teologia islâmica, Deus ou é sem misericórdia ou injusto. Mas Ele não pode ser ao mesmo tempo ambas (Justo e Misericordioso). Logo, o "Deus" revelado no Alcorão não é ser mais perfeito que se pode conceber. Logo, o Deus revelado no Alcorão não existe.

2 – Amor

O Senhor Jesus disse, "Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e aborrecerás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem" (Mateus 5:43-44). De modo consistente, por todo o Alcorão é afirmando que Alá não alcança o padrão que o Senhor Jesus estabeleceu. Alá falha neste ponto e desde logo falha em ser o maior ser que se pode conceber (porque é melhor ser amoroso do que sem amor). Tal como afirmou o estudioso islâmico Darood Akbar, no seu livro "The God of Justice", "Amor Divino sem reservas pela humanidade é uma ideia completamente alienígena para o Alcorão. Em parte alguma encontramos a ideia de que Alá ama a humanidade. O amor de Alá é condicional."

Vez após vez, o Alcorão afirma que Alá não ama o pecador (2:99, 2:99,277 277; 3:33,58; 4:37; 5:88; 6:142; 8:59) e que o seu "amor" é parcial, condicional e tem que ser subornado. Só quando alguém expressa o seu amor por Alá é que ele o ama de volta.  Logo, não parece que Alá ultrapasse a marca dos cobradores de impostos e dos pagãos que só saúdam os seus.

Imaginem o quão horrível seria um pai forçar a sua filha a conquistar o seu amor, em vez de a amar apenas e só pelo facto de ser sua filha. Algumas pessoas tiveram experiências com pais assim, e não é possível acreditar que esta é forma correcta de agir para o Altíssimo visto que se Ele fosse assim, Ele não seria o Altíssimo. Existem homens que amam os seus inimigos, até quando os seus inimigos os odeiam, e neste ponto, eles são mais morais que Alá, o deus do Alcorão.

3 – Alá não é o Deus da Bíblia Hebraica.

Alá disse que ele era o Deus de Israel, mas existem várias inconsistências entre Alá e o Santo de Israel. Na Bíblia Hebraica, por exemplo, Deus diz que tem Um Filho (Salmo 2.7), mas o Alcorão diz de forma inequívoca que Alá não tem filhos (Alcorão 10:68). Para além disso, e isto é algo importante, na Teologia Judaico-Cristã, o Filho de Deus é uma Figura Divina; Ele é a Versão Humana do Deus Invisível - Ele é o Próprio Deus. Logo, o Deus revelado na Bíblia Hebraica é TriUno (Trindade).

A Trindade encontra-se por toda a Bíblia Hebraica (embora os Judeus não a conhecessem devido ao facto deles não terem a ampla Revelação que nós hoje temos).  Desde o início da criação que pronomes plurais e verbos são usados e aplicados a Deus (Génesis 1:27, 3:2, 11:7, Isaías 6:8). Até a própria palavra "Elohim" (traduzida para "Senhor" cerca de 4,000 vezes), é a forma plural da palavra "Senhor". indicando mais do que Uma Pessoa. Logo, o Deus assim revelado pela Bíblia Hebraica é Uma Trindade, e Alá não é uma trindade. Logo, o Deus da Bíblia Hebraica não é o Alá do Alcorão.

 [ed: Embora o conceito da Trindade não estivesse tão entendido na altura, os Judeus já tinham uma ideia da Pluralidade Pessoal dentro da Essência Divina:

"O Ancião dos Dias tem três cabeças. Ele revela-Se através de três arquétipos, todos eles formando Um só. Ele é, portanto, simbolizado pelo número Três. Eles revelam-Se Um no Outro. [Estes são] primeiro, a "Sabedoria", secreta, oculta. Acima vem o Santo Ancião; acima Dele, o Incognoscível. Ninguém sabe o que Ele contém; Ele está acima de todas as concepções." (Zohar, iii. 288b).]

Para além disso, o Santo de Israel revelou-Se a Moisés sob o Nome de YAHWEH, e este é o Nome pelo Qual Ele será conhecido pelas gerações (Êxodo 3:14-15). Mas o nome pessoal do deus do Alcorão não é YAHWEH mas Alá. (...) Logo, Alá não é o Santo de Israel, tal como afirma o Alcorão, e consequentemente, o Alcorão não foi revelado pelo Deus que Revelou a Bíblia Hebraica.

4 – Alá deriva da mitologia pagá.

Alá era a divindade principal das 360 divindades adoradas pelos árabes pagãos antes do advento do islamismo. Ele era também adorado na área onde viviam os pais de Maomé. De facto, o nome literal de Maomé em arábico era "Abd Allah" [escravo/servo de Alá]. O nome do seu tio era "Obred Allah". A influência pagã dentro da família de Maomé fazia-se sentir não só no nome da divindade, mas também em muitas tradições islâmicas que são, literalmente, cópias das tradições pagãs!

A família de Maomé, tal como a maior parte da Arábia pré-islâmica, curvava-se em direcção a Meca cinco vezes por dia. Isto era feito em sinal de reverência ao deus lunar adorada na Kaaba. Eles também jejuavam, iniciando na lua crescente e durante um mês, práctica literalmente indistinguível da tradição conhecida como Ramadão. Até o símbolo islâmico colocado no topo de todas as mesquitas e em todas as bandeiras - a lua crescente - deriva directamente do símbolo que o ramo de paganismo existente na Arábia usava. Isto é uma evidencia muito forte de que esta práctica mais não é do que uma práctica pagá reciclada.

É por isso que o deus que os maometanos adoram e seguem chama-se Alá (o deus maior da tribo de Maomé), e é também por isso que a maior parte da tradições muçulmanas são tradições practicadas pela tribo de Maomé. Estas prácticas islâmicas são evoluções culturais, mas qualquer significado mais profundo tem que ser atribuído aos aderentes originais do sistema, nomeadamente, os pagãos.

5 – Alá não pode ser Deus porque o Senhor Jesus é Deus.

Durante as últimas décadas os historiadores têm tentado desenvolver um retrato histórico acertado à cerca de Jesus de Nazaré. Na sua tentativa de o fazer, eles confirmaram muitas alegações Bíblicas. Os historiadores chegaram a um consenso em torno destas 5 alegações Bíblicas:
  1. A crucificação
  2. O túmulo de José de Arimateia
  3. A descrição Bíblica do túmulo vazio.
  4. A experiência de vários grupos de que Ele os apareceu com vida depois da Sua morte
  5. Os discípulos acreditavam fortemente na Sua ressurreição e estavam dispostos a morrer por esta crença.
Alguns destes factos, tais como a narrativa da crucificação, contradizem de forma clara os ensinamentos do Alcorão, mas a explicação mais lógica é a de que Deus ressuscitou o Senhor Jesus dos mortos, confirmando a Mensagem Cristã.

domingo, 8 de dezembro de 2013

Distorcendo a Bíblia para oprimir os Cristãos

Por Raymond Ibrahim

Numa nova e perversa alteração à opressão que os Cristãos sofrem no Médio Oriente, um eminente clérigo Egípcio está a usar Um Jesus islamizado para promover os objectivos do totalitarismo islâmico.

Vez após vez, os muçulmanos, especialmente aqueles que vivem no Egipto, projectam o pensamento islâmico sobre os Cristãos: por exemplo, as igrejas Coptas foram acusadas de fazer contrabando e armazenamento de armas como forma de tomar o poder na nação (quando na verdade as mesquitas é que são regularmente reveladas como sítios onde armas ilegais são armazenadas para a jihad).

Para além disso, os Coptas foram também acusados e raptar e torturar as raparigas Coptas que convertem ao islão (quando na verdade os muçulmanos que convertem ao Cristianismo - os apóstatas - é que são regularmente espancados, aprisionados e até assassinados); são até acusados de dar apoio aos ataques suicidas sempre que a igreja fala de Coptas que foram martirizados (porque no islão, ser mártir normalmente significa sacrificar a própria vida numa "guerra santa").

Ficamos a saber que, agora, um clérigo do Egipto - o mesmo que insiste que os maridos maometanos devem odiar as suas esposas não-maometanas - proclamou que o Senhor Jesus era contra a separação entre a igreja e o estado, e que Ele suportava a ideia da jizya - o tributo ordenado pelo Alcorão que os não-muçulmanos conquistados, ou dhimmis, são obrigados a pagar aos seus senhores "com submissão voluntária" (Alcorão 9:29).

O sheik Yusuf Burhami, o mais visível líder do movimento Salafi do Egipto - que, depois da destituição da Irmandade Muçulmana, tornou-se no partido islamista primário a tentar impor a Sharia na nova constituição - emitiu recentemente uma fatwa em árabe alegando que a declaração Bíblica atribuída ao Senhor Jesus - "Dai a César o que é de César, e dai a Deus o que é de Deus" (Mateus 22:21) - não pode significar que Ele apoiava a separação entre o estado e a igreja, como acreditam muitos Cristãos, "porque", nas palavras de Burhami, "a separação entre o estado e a religião contradiz os textos do Alcorão."

Como exemplo, Burhami cita o Alcorão na sua fatwa, incluindo versos tais como "Verdadeiramente, este assunto pertence inteiramente a Alá" (Alcorão 3:154), que, segundo os interpretadores islâmicos ortodoxos, significa que todos os assuntos terrenos - todas as leis - têm que ser decididas por Alá (e, desde logo, a natureza totalitária da lei Sharia).

Burhami diz ainda:

É impossível que o Messias - que a paz esteja com Ele - apele para uma separação entre o estado e a religião; isto significa que a política seja governada sem a Sharia de Alá.

Em vez disso, segundo o líder Salafi, o "Verdadeiro" Jesus - o "Jesus" muçulmano", Isa, que Um Defensor da Sharia - fez essa alegação para confirmar que as populações conquistadas têm que pagar o tributo - jizya; ou, no contexto da discussão do Senhor Jesus relativa à imagem de César numa moeda, os Judeus do primeiro século estavam na obrigação de pagar o tributo aos Romanos. 

Logo, ao darem a César o que era de César, e como segundo Burhami não há separação entre a religião e o estado - os Judeus já estariam a dar a Deus o que era de Deus visto que é Deus (ou "Alá") que or ordenou a pagar o tributo. Segundo o partido Salafi do Egipto, isto era o significado das palavras do Senhor Jesus.

No pano de fundo da fatwa de Burhami existem apelos crescentes para que os Cristãos do Egipto paguem o jizya ao estado, tal como historicamente sempre o fizeram (e tal como ordena o Alcorão) à medida que vigilantes maometanos se encontram actualmente a forçá-los a fazer através da violência.

O Alcorão diz na surah 9, ayah 29 para que os maometanos lutem e subjuguem "o Povo do Livro" (Judeus e Cristãos) "até que eles paguem o jizya com submissão voluntária e sintam-se totalmente subjugados." Se os maometanos quiserem seguir esta passagem à letra - a entre todos os maometanos, os Salafis são os que mais tentam seguir o Alcorão à letra - para além de terem de pagar o tributo, é exigido aos Coptas que se "sintam totalmente subjugados," o que se encontra muito longe deles serem cidadãos com direitos iguais no Egipto, mas bem mais perto deles serem cidadãos de terceira no seu próprio pais.

Entretanto, se os maometanos tais como Burhami estão a projectar os piores traços do islão para os Cristãos (e para o Senhor Jesus), os ocidentais estão estão a projectar os melhores traços da civilização Ocidental (ironicamente, provenientes do Cristianismo) - tais como a tolerância e o pluralismo - para os maometanos e desde logo são incapazes de acreditar na triste realidade do sofrimento Cristão sob a espada do islão.

Fonte.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

É o deus do Alcorão o Mesmo que o Deus da Bíblia?

De acordo com o Dr Robert Morey (Cristão que levou a cabo uma pesquisa extensa em torno do assunto), quando Maomé converteu o islão duma religião politeísta numa religião monoteísta, ele escolheu um dos 360 deuses que eram adorados na sua cidade, e tornou-o no único deus da religião islâmica.

Algumas pessoas dizem que ele escolheu o deu lunar Hubal e é por isso que a lua crescente está no topo de todas as mesquitas. Outras há que afirmam que o deus escolhido foi Bel, um dos deuses da Babilónia.

O nome "allah" é uma contracção de "al-ilah" que significa simplesmente "o deus". Já era uma frase genérica em árabe muito antes da vinda de Maomé, e era usada em referência a qualquer um dos muitos deuses do islão. No entanto, quando o islão de tornou monoteísta, a expressão agora aplica-se ao seu único deus.

Devido ao uso frequente, a palavra tornou-se em "allah".

Uma comparação dos atributos de Alá descritos no Alcorão e os atributos do Deus de Israel descritos na Bíblia faz-nos vêr que os dois nunca poderiam ser o Mesmo Deus.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Líder Cristão Pede Que o Alcorão Seja Proibído no Seu País

Abdul Rauf Farouk, líder do partido islâmico paquistanês JUI (Jamial Ulama Slam), encaminhou à Suprema Corte pedindo para que a Bíblia seja proibida no país por “difamar o nome de alguns profetas”.

Os muçulmanos consideram alguns profetas Bíblicos como "profetas do islão". Um desses profetas é Ló, da linhagem de Abraão. Génesis 19:33-36 relata como as suas duas filhas o embebedaram para ter uma relação incestuosa com ele.

Outro é Jacó, também descendente directo de Abraão. Génesis 29:23 diz que Lia, mulher de Jacó, lhe deu a sua criada Zilpa para que ele pudesse ter filhos.

Farouk argumentou que trechos Bíblicos como esses são imorais, porque “minam a santidade dos santos”.

Isso é um insulto a todos os muçulmanos.
Ele disse que o islão respeita os livros sagrados de todas as religiões, mas não aceita a calúnia contra os profetas. O maometano não explicou no entanto como é possível uma religião aceitar os "livros sagrados de todas as religiões" mas ao mesmo tempo exigir que a Bíblia - um Livro Sagrado - seja proibido.

Censura ao texto sagrado

O líder muçulmano afirmou que só desistirá de proibir a Bíblia caso esses trechos sejam suprimidos. Ainda assim manterá a acusação de que o apóstolo Paulo distorceu as Escrituras Sagradas para criar uma falsa religião.

Esta posição, incidentalmente, contradiz o "profeta" do islão uma vez que ele viu em Paulo um genuíno e sincero seguidor do Senhor Jesus

Aqueles que Jesus Filho de Maria enviou, tanto discípulos como aqueles que vieram depois deles, foram: Pedro, o discípulo, e Paulo; (Paulo pertencia aos seguidores mas não era um discípulo) juntamente foram enviados a Roma.
(Alfred Guillaume's The Life of Muhammad (Oxford University Press Karachi, p. 653))

Outras fontes islâmicas afirmam que a declaração precedente inclui:

Entre os apóstolos e aqueles discípulos entre eles, a quem Jesus enviou, havia Pedro e o seu companheiro Paulo.
(Thalabii, Qisas al-Anbiyaa, pp. 389-390)

Os maometanos desconhecem por completo o que o islão inicial dizia sobre Paulo. Em vez disso, e como forma de justificarem a discrepância entre o Alcorão e a Bíblia, eles erradamente defendem que o Apóstolo Paulo "distorceu" a "verdadeira" Mensagem do Senhor Jesus. Nunca nos dizem, no entanto, quando é que essa "distorção" ocorreu em concreto.

O clérigo continua:

O cristianismo é um grande fonte de imoralidade que se estende à pornografia, dança e outros males.
Declaração curiosa esta, quando se sabe que os maiores consumidores de pornografia no mundo são os países islâmicos.

A comunidade Cristã reagiu com veemência contra a solicitação de proibição da Bíblia. O bispo John Alexander Malik, por exemplo, disse que o JUI está se a intrometer na religião alheia, além de “semear as sementes da discórdia”.

Ele disse temer que a iniciativa do fundamentalista Farouk seja o prenúncio de perseguições mais severas aos cristãos.

O extremismo religioso no Paquistão tem aumentado após a captura e morte de Osama Bin Laden. Além disso, atitudes das autoridades paquistanesas têm recebido destaque na mídia, caso da condenação à morte da cristã Asia Bibi, por blasfêmia contra o profeta Maomé.

Fonte

terça-feira, 17 de maio de 2011

Malásia: Líder islâmico diz que Cristãos fazem exigências irracionais

Os Cristãos deveriam ser cautelosos quando fazem exigências descabidas tais como querer que Bíblias sejam impressas na língua "Bahasa Malaysia". Quem afirmou isto foi Datuk Ibrahim Ali.

O presidente do grupo dos direitos dos malaios afirma que, não só tem sido paciente "por demasiado tempo" como também permitiu que os não-malaios fizessem exigências excessivas.

  1. "Quantos malaios são Cristãos? Porque é que tem que ter Bíblias na língua bahasa? Porque não usar o bahasa iban ou o kazadan?"
Se os muçulmanos podem construir mesquitas um pouco por todo o mundo, segundo os princípios da liberdade religiosa que o ocidente defende, porque é que os Cristãos não podem traduzir a Palavra de Deus para a língua que eles bem entenderem?

Isto é uma questão segurança nacional . . . . Nós os malaios temos sido demasiados bondosos. Quero lhes fazer lembrar que não devem se exceder nas suas exigências.
Obrigado, sr Ibrahim. Agora vire o disco e diga o mesmo às exigências supremacistas que os seus correlegionários fazem por todo o mundo não muçulmano.

O sr Ibrahim diz ainda:

Eles [os Cristãos] não são a maioria neste país.
Portanto, se os Cristãos fossem a maioria ma Malásia, então já não haveria problemas em fazer traduções da Palavra de Deus nos idiomas que o sr Ibrahim pensa serem proibidas de conter uma Tradução da Bíblia?

Se isso é assim, então como os muçulmanos não são a maioria no ocidente, talvez seja a hora deles pararem com as suas exigências genuinamente descabidas.


É esta hipocrisia que é verdadeiramente irritante. Os muçulmanos no ocidente e em Israel possuem direitos que na esmagadora maioria das vezes não lhes são concedidos nos países islâmicos. No entanto, quando Cristãos querem traduzir a Palavra do Verdadeiro Deus para os nativos malaios, os muçulmanos já não gostam.

Sim, os Cristãos não são a maioria na Malásia. E depois? Os direitos dum ser humano não são adquiridos quando ele tem muitas pessoas que pensam como ele ao seu lado, mas sim no momento da concepção.

Proponho ao sr Ibrahim que entre em contacto com os muçulmanos Europeus e lhes diga para pararem de exigir acomodação até eles serem a maioria por cá. Só aí é que eles vão ter direitos.


sábado, 12 de fevereiro de 2011

"Os Judeus e os Cristãos distorceram o que Allah revelou"

Os ensinamentos islâmicos apropriam-se de quase todas as figuras do Judaísmo e do Cristianismo e constroem-nos como "mensageiros do islão". Quando um porta-voz nos diz que os muçulmanos "seguem os ensinamentos" de Abraão, Moisés e do Senhor Jesus, e acreditam no Torah (Taurat) e no Evangelho (Injil), o que eles querem dizer é:
  • Nós acreditamos nos ensinamentos contidos nas versões inadulteradas desses livros, e não nas cópias actuais.

Segundo a mitologia islâmica, as versões "originais" (que, antes de terem sido falsificadas, estavam de acordo com os ensinamentos do Alcorão) continham, por exemplo, referências a vinda futura de Muhammad, e não continham versos como João 3:16 ("Porque Deus amou o mundo de tal forma que deu o Seu Filho Unigénito para que todo aquele que Nele creia não pereça mas tenha a vida eterna").

Ignoremos por uns instantes a tarefa hercúlea que seria remover de todo o planeta os islamicamente correctos Torah e Evangelhos. Só o facto de ter que se entrar em contacto com toda a Diáspora Judaica e comunidades cristãs remotas seria quase impossível.

Garantir o silêncio dos envolvidos na conspiração, e certificar-se que nenhum judeu ou cristão piedoso ficaria com algum original, seria igualmente problemático. O controle de qualidade de forma a garantir que as novas versões do Torah e dos Evangelhos fossem distorcidas exactamente da mesma forma seria um pesadelo.

Por último, porque é que os de outro modo piedosos leitores do Torah e dos Evangelhos escolheriam Muhammad - e só Muhammad - como objecto de conspiração e distorção em relação à sua inevitável vinda?

Apesar destas dificuldades, o mundo islâmico não só acredita piamente que isto é verdade, como usa estes mitos como justificação para a perseguição violenta aos judeus e aos cristãos.

Para piorar as coisas, nós temos um membro de alta patente do comité Europeu das Fatwas a apoiar abertamente tal mitologia.


As perguntas que eu gosto de fazer aos muçulmanos são:

  • Onde está a Bíblia (Torah e o Evangelho)* "original"?
  • Se ela não existe, como é que os muçulmanos sabem onde estão as adulterações?
  • Quando é que foram adulterados os Evangelhos? Logo no primeiro século? Portanto, enquanto fugiam das lanças dos pagãos romanos, ou enquanto eram lançados nos coliseus pagãos, os cristãos encontraram tempo para remover os versos que (surpresa!) estariam 100% de acordo com o islão?
  • Será que para os muçulmanos o único critério para demonstrar "falsificação" é a existência do Alcorão?

O que eles fazem essencialmente é usar uma forma de pensamento circular muito comum entre os muçulmanos:

  • [Muçulmano] O Alcorão foi enviado Pelo Mesmo Deus que enviou o Torah e os Evangelhos.
  • [Judeu/Cristão] Mas o Alcorão é totalmente diferente do Torah e dos Evangelhos.
  • [Muçulmano] Mas isso é porque a Bíblia foi adulterada.
  • [Judeu/Cristão] Como é que sabes que a Bíblia foi alterada?
  • [Muçulmano] Porque não está de acordo com o Alcorão.
  • [Muçulmano] Ah, não, isso é impossível porque Muhammad era um verdadeiro profeta. Até a Bíblia tem profecias sobre a sua vinda futura.
  • [Judeu/Cristão] Não há nenhuma referência Bíblica sobre a vinda futura dum profeta árabe.
  • [Muçulmano] Mas isso é porque a Bíblia foi alterada. A Bíblia original tinha profecias de Muhammad.
  • [Judeu/Cristão] Como é que sabes disso?
  • [Muçulmano] Precisamente porque o Alcorão diz que as Escrituras prévias anunciavam a vinda de Muhammad.

Etc, etc. Este tipo de revisionismo histórico é muito comum com partidos políticos que tentam aumentar a sua legitimidade com referência ao passado. Supostamente o que eles fazem hoje era "aludido" no passado. O facto de hoje não encontrarmos esse tal "passado" nos livros de História é porque houve "distorção" ou "adulteração" das fontes "originais".

O islão, como movimento político que é, apenas segue a mesma linha de pensamento.


* Os muçulmanos acreditam que a Bíblia é apenas Torah + Evangelho. Eles não estão cientes que, embora os judeus muitas vezes usem o termo "a Lei" para identificar toda a Bíblia Hebraica (exemplo seguido pelo Senhor e os Seus Discípulos), o Torah são "apenas" os primeiros livros da Bíblia Hebraica.

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