MITOS ISLÂMICOS

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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

A importância da mesquita

Por Bill Muehlenberg

As mesquitas estão a aparecer um pouco por todo o Ocidente. É isto algo a ser aplaudido - um indicador dum multiculturalismo saudável, ou é algo a ser temido - mais um exemplo da sharia emergente e da jihad oculta? De modo a que esta questão possa ser respondida de forma correcta, temos que olhar para o papel que a mesquita tem dentro da cultura, história e teologia islâmica.

Para além disso, temos que entender que, em muitos aspectos, o islão não é como as outras religiões. Isto prende-se com o facto do islão ser, na verdade, uma ideologia política determinada a dominar o mundo inteiro. Sendo radicalmente diferente das outras religiões, podemos consequentemente esperar que os traços particulares sejam também radicalmente distintos.

Tomemos como exemplo as mesquitas islâmicas. Para a maior parte das pessoas, desconhecedoras da forma de pensar islâmica, a mesquita simplesmente é um local de oração, semelhante à igreja Cristã ou à sinagoga dos Judeus. Infelizmente, isto não é verdade, visto que, por vários motivos, a mesquita é totalmente diferente duma igreja ou duma mesquita.

Mas antes de falarmos detalhadamente, irei alargar a área de análise das minhas deliberações. A verdade dos factos é que, quando o islão chega a um país não-muçulmano, muitas coisas começam a ocorrer e maior parte das pessoas nem ficam a saber. Embora muitos muçulmanos possam imigrar para os países não-islâmicos para fugir à pobreza, ou por motivos pessoais e económicos, nem todos imigram por estes motivos.

Muitos muçulmanos chegam ao Ocidente como parte da da’wa islâmica, ou em missão; eles têm como propósito atingir o mundo inteiro para o islão, mas ao contrário dos Cristãos, que também querem atingir o mundo inteiro para a sua fé, o islão não aceita uma separação entre a igreja e o estado, ou entre a mesquita e o estado. No islão, é tudo a mesma coisa, e como tal, propagar o islamismo significa propagar um estilo de vida total, incluindo os aspectos políticos, culturais e legais. Logo, a imigração islâmica não é idêntica à imigração de pessoas com outra religião.

Um livro importante em torno disto tudo chama-se "Modern Day Trojan Horse: The Islamic Doctrine of Immigration." Escrito por ex-maometano, Sam Solomon, e por E. Al Maqdisi (ANM Publishers, 2009), o mesmo é um livro muito revelador sobre a forma como os muçulmanos no Ocidente estão a estabelecer uma base de poder político como forma de trabalhar para a futura tomada do poder na nação anfitriã.

A estratégia, tal como detalhada pelos autores, é bastante simples: estabelecer uma praça de armas na nação não-islâmica, consolidar os ganhos, forçar por uma cultura distinta e isolada, e trabalhar em favor da criação dum sistema legal distinto, dum sistema financeiro distinto, por um sistema dietético distinto, e assim por adiante. O propósito é impedir a adaptação e a adopção dos valores e das crenças da cultura anfitriã, e em vez disso, obter o poder total na nação, e impingir os valores e as crenças nos kaffirs (infiéis). O propósito é, essencialmente, o estabelecimento dum califado universal, e a propagação da lei islâmica por todo o globo.

O papel da imigração é, portanto, crucial, algo que remonta até aos dias de Maomé. É preciso levar em conta que a imigração (Héjira) de Maomé de Mecca para Medina (em 622 AD) é o evento mais imporatnte do calendário islâmico visto que foi por essa altura que teve início a propagação do islão através da espada e da conquista. A Héjira "alterou o estatuto do islão como religião, e dos muçulmanos como comunidade, transformando-os da posição de pessoas fracas para um poderosa entidade política . . . e, por fim, num poderoso estado político soció-religioso". Portanto, a imigração islâmica ainda é vista como bastante importante nos dias de hoje.

Um papel importante no meio disto tudo é desempenhado pela mesquita. Tal como escrevem os autores, "as mesquitas são o coração da comunidade. A mesquita é a infraestrutura mais crucial para o desenvolvimento da comunidade islâmica, Construir mesquitas é uma estratégia que tem em vista a emulação e a imitação de Maomé." Eles detalham a forma como o processo funciona:

O sistema de consolidação da comunidade islâmica opera através de redes de voluntários e outras pessoas "piedosas" pagas que agem como oficiais de conexão da comunidade ou da mesquita, e que observam atentamente a comunidade, policiando a chegada de novos imigrantes. O propósito maior é inicialmente e principalmente o de consolidar a comunidade islâmica já existente, e só depois de serem bem sucedidos nesta fase é que será possível declarar e militar em favor da sharia e em favor da obtenção de estatuto especial para a comunidade islâmica.O primeiro princípio fundamental para a criação duma bem sucedida e visível sociedade islâmica é ser distinto e separado.

Embora eu recomende a todos os cidadãos preocupados que obtenham uma cópia deste livro, um curto artigo em torno do mesmo tema pode ser disponibilizado aqui. Janet Levy escreveu um artigo importante com o título de “A Mosque Is Not Like a Church or a Synagogue”. Discutindo a situação Americana, ela escreve:

A mesquita é um símbolo desta autoridade máxima, e tem como função organizar todos os aspectos da comunidade muçulmana. As mesquitas são feitas segundo o modelo da primeira mesquita feita por Maomé em Medina - que era local de governo, centro de comando, tribunal, escola, centro de treino militar, e depósito de armas.  Hoje em dia, os líderes das mesquitas emitem decretos religiosos, fazem cumprir a doutrina islâmica, monitorizam os comportamentos, disponibilizam treinamento, punem os transgressores, comandam as acções, incluindo o requerimento de levar a cabo a jihad.

Devido a isto, a mesquita "é totalmente diferente das igrejas e das sinagogas, entidades que servem as suas comunidades segundo a leu da terra, e ambas são fortalecidas e controladas pela Primeira Emenda da Constituição. Segundo a Establishment Clause dessa emenda, o governo está proibido de estabelecer uma religião estatal ou de dar tratamento preferencial a uma religlião sobre a outra."

Mas nos...

....países muçulmanos, não existe uma separação entre a mesquita e o estado. A doutrina islâmica, ou a sharia, controla todos os aspectos da existência duma pessoa - desde a forma certa de usar a casa de banho até às formas permitidas de se dizer mentiras, ou taquiya. Para os muçulmanos, Maomé é o homem perfeito, cujos exemplos têm que ser emulados, embora segundo os padrões Judaico-Cristãos ele tenha sido um genocida, um pedófilo, um violador, um torturador, e um saqueador.

Para além disso, a doutrina islâmica é imutável, e qualquer crítica às tradições e às prácticas de Maomé são qualificadas de apostasia, puníveis com a morte. Não existe um livre arbítrio individual, nem é permitido, quando se fala nas prácticas e nas observâncias. A sharia tem que ser rigorosamente seguida.

Ela conclui:

A natureza radical das mesquitas Americanas foi confirmada em 2005 com um estudo levado a cabo pela Freedom House, ‘Saudi Publications on Hate Ideology Invade American Mosques,’ onde se ficou a saber que 80% das mesquitas Americanas encorajam os muçulmanos a trabalhar para o estabelecimento dum estado islâmico, e promovem o ódio e a intolerância para com os não-muçulmanos.

Segundo um antigo agente do FBI e perito no islão - John Guandolo - temos mais de 2,000 assim-chamados centros islâmicos por toda a América construídos à imagem da primeira mesquita em Medina. Estes centros islâmicos podem ser comparados a centros de comando militar que propagam a ideologia da jihad e servem como centros de processamento para treinamento jihadista, afirma Guandolo.

Tendo em vista o propósito declarado e a ideologia de apoio da proliferação de mesquitas, sería aconselhável levarmos em conta as palavras do antigo muçulmano e professor da lei sharia, Sam Solomon, que declara:  'Nunca nos podemos esquecer que o islão é um sistema ideológico abrangente, e como tal, onde quer que exista uma comunidade muçulmana, existirá a sharia, e onde quer que a sharia exista, existirá a islamização do território e, por fim, da nação.'

Em vez de permitirmos a construção de mega-mesquitas aqui nos Estados Unidos, deveríamos colocar um ponto final nos projectos de construção actuais, e considerar de modo sério o encerramento das já existentes como forma de impedir a proliferação duma ideologia que publicamente se comprometeu em destruir os Estados Unidos.

A situação dos Estados Unidos não é diferente do que ocorre aqui na Austrália. A natureza radicalmente diferente da mesquita significa que temos que olhar para ela de modo crítico, e olharmos com suspeição os planos de construção de novas mesquitas. A liberdade, a democracia, e a separação entre o estado e a religião encontram-se em risco aqui se não nos mantivermos vigilantes em relação a isso.

- http://goo.gl/s6eYAh.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Maomé: o primeiro "extremista" islâmico

Por Jake Neuman
A "auto-radicalização" é um termo usado com frequência pelos média actuais que se aplica aos extremistas maometanos que se voltam para a violência em nome do islão. É como se aqueles maometanos, que até a dada altura eram pessoas normais e pacíficas, se voltassem subitamente para o caminho da violência por si só, sem qualquer tipo de apelo por parte dum ideial ou indoutrinação exterior. E mesmo que assim fosse, dizem os média ocidentais, os ensinamentos do islão, ou a doutrina islâmica da jihad, certamente que não está de maneira nenhuma relacionada com a assim-chamada "auto-radicalização".

A realidade dos factos é: a religião islâmica é em si uma ideologia extremamente radical e violenta, e o seu fiundador, Maomé, foi ele mesmo o primeiro extremista islâmico. Como consequência da prescriçâo Alcorânica, Maomé permanece por toda a eternidade como a personalidade ideal para ser emulada pelos maometanos (incluindo o seu radicalismo).

O início
A história de Maomé é a história dum rapaz nascido em Meca, Arábia Saudita, em 570 AD. Como consequência do seu pai ter morrido antes dele nascer e a mãe ter morrido  no início da sua infância, Maomé foi criado pelo seu tio Abu Talib. Ele cresceu e passou a ser um comerciante e quando tinha 25 anos casou-se com uma rica mulher mais velha, Khadija bint Khawalayd, 15 mais velha que ele.
No ano de 610 AD Maomé alegadamente encountrou-se com o Anjo Gabriel numa gruta fora de Meca. A partir daí, teve início o processo da sua alegada recepção de revelações divinas provenientes de Deus - através do Anjo Gabriel - para transmissão à humanidade. Depois da sua morte, essas revelações foram registadas num livro, chamado de Alcorão. Este livro é dividido em duas partes distintias: (1) As mais sóbrias revelações do Alcorção de Meca, e (2) o mais militante Alcorão de Medina.
No trajecto da sua vida de Meca para Medina, Maomé começou como um modesto e relativamente pacífico pregador e passou a ser um auto-radicalizado profeta da guerra, do assassínio em massa, do terror, da tortura, da violação, e do abuso de menores. Em Meca, pelo menos no princípio, Maomé era mais como um pregador piedoso, exortando as pessoas a que se submetessem ao verdadeiro caminho de Deus, nomeadamente, o islão. Ele seguia uma disciplina de rezas, jejum e adoração.
O Alcorão de Meca era mais inclinado à espiritualidade, à tolerância, à aceitação e à purificação interior através da submissão à palavra de Alá. Durante este período, certamente que o Alcorão de Meca não era militante e nem incitava à violência. 550 ayahs (versos do Alcorão) foram reveladadas durante o período de Meca, e o que se segue são alguns exemplos:
(1) Devoção a Deus:
Ó humano, o que te fez negligente em relação ao teu Senhor, o Munificentíssimo,
Que te criou, te formou, te aperfeiçoou,
E te modelou, na forma(1847) que Lhe aprouve?
Qual! Apesar disso, desmentis o (Dia do) Juízo!
Porém, certamente, sobre vós há anjos da guarda,
Generosos e anotadores,
Que sabem (tudo) o que fazeis.
Sabei que os piedosos estarão em deleite;
Por outra, os ignóbeis, irão para a fogueira,
Em que entrarão, no Dia do Juízo,
Da qual jamais poderão esquivar-se.
E, o que te fará entender o que é o Dia do Juízo?
Novamente: o que te fará entender o que é o Dia do Juízo?
É o dia em que nenhuma alma poderá advogar por outra, porque o mando, nesse dia, só será de Deus. - (Sura 82:6-19)
(2) Humildade:
Pelas horas da manhã,(1891)
E pela noite, quando é serena,
Que o teu Senhor não te abandonou, nem te odiou.
E sem dúvida que a outra vida será melhor, para ti, do que a presente.
Logo o teu Senhor te agraciará, de um modo que te satisfaça.
Porventura, não te encontrou órgão e te amparou?(1892)
Não te encontrou extraviado e te encaminhou?
Não te achou necessitado e te enriqueceu?(1893)
Portanto, não maltrates o órfão,
Nem tampouco repudies o mendigo,
Mas divulga a mercê do teu Senhor, em teu discurso. (Sura 93.1-11)
(3) Liberdade para se practicar qualquer religião de sua escolha:
109:6 Vós tendes a vossa religião e eu tenho a minha.
(4) Ser paciente com os descrentes e deixar que Alá faça o julgamento:
73:10  E tolera tudo quanto te digam, e afasta-te dignamente deles.
10:109 Observa, pois, o que te foi revelado, e persevera, até que Deus decida, porque é o mais equânime dos juízes.
(5) Limitar-se a avisar (sem coagir) os descrentes:
50:45  Nós bem sabemos tudo quanto dizem, e tu não és o seu incitador. Admoesta, pois, mediante o Alcorão, a quem tema a Minha ameaça!
10:99 Porém, se teu Senhor tivesse querido, aqueles que estão na terra teriam acreditado unanimemente. Poderias (ó Muhammad) compelir os humanos a que fossem fiéis?
(6) Exibir amabilidade e tolerância para com os infiéis:
7:199 Conserva-te indulgente, encomenda o bem e foge dos insipientes.
Em 622, e depois de 13 anos de pregação em Meca, Maomé foi alegadamente "forçado" a fugir de Meca rumo Medina (para onde a maioria dos seus seguidores já havia migrado). Estes ensinamentos de Meca culminaram num dos mais famosos versos do Alcorão, 2:256, apelando a que "não houvesse compulsão na religião":
Não há imposição quanto à religião, porque já se destacou a verdade do erro. Quem renegar o sedutor e crer em Deus, Ter-se-á apegado a um firme e inquebrantável sustentáculo, porque Deus é Oniouvinte, Sapientíssimo.
A RADICALIZAÇÃO DE MAOMÉ EM MECA
Foi em Medina que Maomé obteve poder e foi aí que o islão se transformou dum monoteísmo relativamente benigno numa ideologia política militante expansionista que perdura até aos dias de hoje. Em Medina nós observamos um Maomé diferente e um Alá diferente. Aqui, Maomé radicalizou-se gradualmente em conformidade com os mandamentos de Alá, e tornou-se num dirigente político e num comandante militar. O Alá de Medina levou o seu profeta a tornar-se num senhor da guerra que buscava conquistas militares. Em Medina, Maomé usou a ameaça da espada para forçar as pessoas a adoptar o islão. Longe estava a mensagem de 2:265 Não Há Imposição Quanto À Religião, rapidamente substituída por ensinamentos tais como os que se encontram em 9:5 e 9:29.
(1) Lutem contra os descrentes até que a religião seja unicamente para Alá:
Combatei-os até terminar a intriga, e prevalecer totalmente a religião de Deus. Porém, se se retratarem, saibam que Deus bem vê tudo o quanto fazem. Sura 8:39
(2) Já não há mais escolha no que toca â religião:
  • A quem combater o Mensageiro, depois de haver sido evidenciada a Orientação, seguindo outro caminho que não o dos fiéis, abandoná-lo-emos em seu erro e introduziremos no inferno. Que péssimo destino!  [4:115]
  • Anseiam (os hipócritas) que renegueis, como renegaram eles, para que sejais todos iguais. Não tomeis a nenhum deles por confidente, até que tenham migrado pela causa de Deus. Porém, se se rebelarem, capturai-os então, matai-os, onde quer que os acheis, e não tomeis a nenhum deles por confidente nem por socorredor.  [4: 89]
(3) Já não há mais paciência com os descrentes; agora, eles têm que ser amaldiçoados:
  • E quando lhes são recitados os Nossos lúcidos versículos, descobres o desdém nos semblantes dos incrédulos, chegando mesmo a ponto de se lançarem sobre aqueles que lhes recitam os Nossos versículos. Dize: Poderia inteirar-vos de algo pior do que isto? É o fogo (infernal), que Deus prometeu aos incrédulos. E que funesto destino! [22:72]
  • Em verdade, àqueles que molestam Deus e Seu Mensageiro, Deus os amaldiçoará, neste mundo e no outro, e tem-lhes preparado um afrontoso castigo. [33:57]
(4) Já não há mais tolerância; agora há que coagir os kafirs:
  • "Isso, para que Deus possa separar os maus dos bons, e amontoar os maus uns sobre os outros; juntá-los-á a todos e os arrojará no inferno. Estes são os desventurados." [8:37]
  •  "Em verdade, Deus introduzirá os fiéis, que praticam o bem, em jardins, abaixo dos quais correm os rios; quanto aos incrédulos, que comem como come o gado, o fogolhes servirá de morada."  47:12
(5) Acabou o tempo do pacifismo; agora é a hora de aterrorizar, torturar e assassinar.:
O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo. (5:33)
E de quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois, aos fiéis! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos! Isso, porque contrariaram Deus e o Seu Mensageiro; saiba, quem contrariar Deus e o Seu Mensageiro, que Deus é Severíssimo no castigo. (8.12-13)
(6) Não há tolerância para com os críticos; há que matá-los.
Entre eles há aqueles que injuriam o Profeta e dizem: Ele é todo ouvidos. Dize-lhes: É todo ouvidos sim, mas para o vosso bem; crê em Deus, acredita nos fiéis e é uma misericórdia para aqueles que, de vós, crêem! Mas aqueles que injuriarem o Mensageiro de Deus sofrerão um doloroso castig. (...) [9.061]
(7) Se por acaso os vossos pais ou irmãos rejeitarem o islão, cortem todas as confidências com eles:
Ó fiéis, não tomeis por confidentes vossos pais e irmãos, se preferirem a incredulidade à fé; aqueles, dentre vós, que os tomarem por confidentes, serão iníquos.  [9.023]
(8) É hora de amaldiçoar eternamente quem quer que rejeite o islão:
  • Ó Profeta, combate os incrédulos e os hipócritas, e sê implacável para com eles! O inferno será sua morada. Que funesto destino!  [9:73]
  • Existem dois antagonistas (crédulos e incrédulos), que disputam acerca do seu Senhor. Quanto aos incrédulos, serão cobertos com vestimentas de fogo e lhes será derramada, sobre as cabeças, água fervente, [22:19]
  • A qual derreterá tudo quanto há em suas entranhas, além da totalidade de suas peles. [22:20]
  • Em adição, haverá clavas de ferro (para o castigo). [22:21]
  • Toda a vez que dele (do fogo) quiserem sair, por angústia, ali serão repostos e lhes será dito: Sofrei a pena da queima! 22:22
Os 13 anos de pregação em Meca haviam sido um falhanço total e Maomé não conseguiu mais do que 100-200 seguidores. Se por acaso Maomé tivesse continuado com a mesma metodologia em Medina, o islão haveria de ter morrido de morte natural (muito provavelmente ainda com Maomé vivo).
Mas a radicalização militante de Maomé alterou o islão e transformou essa religião num mafioso empreendimento de pilhagem, oferecendo aos seus potenciais seguidores uma parte do saque e as mulheres capturadas, ao mesmo tempo que forçava aqueles que estivessem dispostos a rejeitar o islão a adoptar essa fé sob pena de morte. Esse islão tornou-se num bem sucedido e duradouro empreendimento religioso em expansão, tal como continua nos dias de hoje.
Em Medina Maomé re-inventou Alá, e transformou-o num padrinho mafioso que Maomé poderia usar como forma de conferir a ele mesmo poder político terreno, e usar os seus supostos ensinamentos como justificação religiosa e legal para a sua criminalidade maligna. Foi desta forma que o islão se tornou numa seita bem sucedida.

ABROGAÇÃO: A RADICALIZAÇÃO TOTAL E FINAL DO ISLÃO E DOS SEUS SEGUIDORES
A maioria dos maometanos são pessoas normais, e a parte historicamente inicial do Alcorão (versos de Meca) poderia dar-lhes uma base pacífica para a sua vida religiosa. Mas Alá não lhes deixou essa margem de manobra. O Maomé radical de Medina deparou-se com um problema enorme em relação aos ensinamentos não-militantes do Alcorão. Se por acaso os seus seguidores tivessem apelado a esses versos não-violentos doo Alcorão, o desejo de Maomé de roubar, de adquirir poder e domínio, não se teria realizado. E Alá, sempre pronto a satisfazer todos os desejos de Maomé, veio em sua ajuda, revogando a totalidade dos ensinamentos alcorânicos de Meca. 
  • 2:106. Não abrogamos nenhum versículo, nem fazemos com que seja esquecido (por ti), sem substituí-lo por outro melhor ou semelhante. Ignoras, por acaso, que Deus é Onipotente?

  • 16:101 E quando abrogamos um versículo por outro - e Deus bem sabe o que revela - dizem-te: Só tu és dele o forjador! Porém, a maioria deles é insipiente.
Esta doutrina da abrogação anula os ensinamentos anteriores, nomeadamente, as revelações pacíficas de Meca, e coloca em seu lugar as revelações radicalizadas e militantes de Medina. Isto faz do islão, em absoluto, uma fé religiosa militante e radical. Isto fez com que os maometanos não tivessem qualquer tipo de opção se por acaso quisessem apelar para os versos pacíficos de Meca.
(Para uma lista detalhada dos versos do Alcorão que foram cancelados através da doutrina da abrogação, visitem este link: http://www.islamreform.net/new-page-27.htm.)
Através do processo da abrogação, 71 suras do Alcorão, entre 114 no total - isto é, 62.28% suras do Alcorão - tornaram-se nulas e vazias (Abu Ja'afar al Nakhass' al Nasikh wal Mansukh'). Logo, só as 43 suras posteriores reveladas em Medina ainda têm validade. E esta parte ainda válida do Alcorão ensina o engano, o assassinato, o massacre, o genocídio, o roubo, a escravatura e a violação como prácticas halal divinamente sancionadas que dariam acesso ao paraíso aos muçulmanos, desde que esses actos fossem levados a cabo contra os kafirs.
Em suma, quando Maomé iniciou o islão, ela era uma fé religiosa relativamente não-violenta, mas à medida que ele foi aumentando o seu poder, Maomé radicalizou a sua ideologia com o propósito único de conquistar o mundo para Alá. O Alcorão tornou-se numa declaração de guerra contra os kafirs. Esta guerra é permanente até que TODOS os kafirs se convertam ao islão, ou se encontrem em dhimmitude (discriminação institucionalizada semelhante a uma escravatura de segunda classe) ou tenham sido assassinados.
Havendo começado como um pregador humilde, Maomé radicalizou-se a veio a comandar mais de 60 raids e invasões - algumas envolvendo massacres - havendo ele mesmo participado pessoalmente em 27 desses raids e invasões.
Quem mais sofreu com a radicalização militante de Maomé foram os judeus da Pensínsula Árabe, que sofreram exílios, execuções e escravatura de modo indiscriminado. Algumas das palavras mais arrepiantes de Maomé dirigidas aos judeus foram:
"...o apóstolo de Alá disse: "Matem qualquer judeu que cair nas vossas mãos.(Ibn Ishaq, Life of Muhammad, p. 553)
Narrado por 'Abdullah bin 'Umar: O Apóstolo de Alá disse: "Vocês (Muçulmanos) irão lutar contra os judeus até que alguns deles se escondam por trás das pedras. As pedras irão traí-los, dizendo: 'Ó 'Abdullah (i.e. escravo de Alá)! Há um judeu por trás de mim; vem matá-lo!” (Bukhari 4:52:176)
E a radicalização de Maomé viu o seu apogeu no Massacre da Tribo Banu Quraiza, onde ele ordenou a decapitação de 600 a 900 dos seus homens, dando pessoalmente o início à matança decapitando 2 líderes judeus. Para se ler mais sobre a tragédia monumental dos Banu Quraiza, acessem: http://www.islamreform.net/new-page-209.htm
Portanto, a assim-chamada "auto-radicalização" dos maometanos nada mais é que 1) eles a seguir os ensinamentos e os mandamentos do seu sagrado Alcorão, e 2) eles a imitar os exemplos do seu "profeta" Maomé, o único homem perfeito que alguma vez andou na terra [segundo os maometanos].

Fonte: "Muhammad: The First Islamic Radical" http://bit.ly/XQrhrZ

sábado, 28 de junho de 2014

Medina era uma cidade judaica antes da ocupação islâmica

Embora seja um facto pouco publicitado, mais do que um historiador já afirmou que a segunda cidade mais santa do islão, Medina, era uma das cidades "puramente árabes" que na verdade era povoada por tribos Judaicas. (1) E tal como os Protestantes Ingleses do século 16 que financiaram os seus empreendimentos assaltando os mosteiros Católicos Ingleses, as raízes do anti-semitismo islâmico podem ser encontradas na pilhagem de colónias Judaicas, e na imposição de "impostos" [jiziyah] como forma de financiar as campanhas Árabes. Bernard Lewis escreve:

A cidade de Medina, que se encontra a cerca de 280 milhas à norte de Meca, havia sido originalmente colonizada por tribos Judaicas provenientes do norte, especialmente Banu Nadir e Banu Quraiza. A riqueza comparativa da cidade atraiu a infiltração dos Árabes pagãos que, inicialmente, vieram como clientes dos Judeus mas por fim foram bem sucedidos em dominá-los. Medina, ou, como era conhecida antes do islão, Yathrib, não tinha qualquer tipo de governo estável.

A cidade encontrava-se dividida por feudos das tribos Árabes rivais Aus e Khazraj, com os Judeus a manterem um desconfortável equilíbrio de poder. Estes últimos, envolvidos maioritariamente na agricultura e no artesanato, eram economicamente e culturalmente superiores aos Árabes, e eram consequentemente olhados com desdém.... Mas os Árabes conseguiram conquistar uma unidade através das actividades de Maomé, eles atacaram e eliminaram os Judeus. (2)

Na última metade do 5º século, muitos Judeus Persas fugiram da perseguição para a Arábia, aumentando ainda mais o número de Judeus que lá vivia. (3) Mas por volta do 6º século, os escritores Cristãos reportaram a importância contínua da comunidade Judaica que permaneceu na Terra Santa. Para os colonos Judeus dispersos, Tiberíades e Judeia era central. No Reino de Himyar, na costa Este do Mar Vermelho da Arábia, "as conversões para o Judaísmo em círculos influentes" era algo popular, e o domínio do Reino estendeu-se através de "porções consideráveis da parte sul da Arábia".

Os cidadãos comuns bem como a família real adoptaram o Judaísmo, e um dos escritores revela que "sacerdotes Judeus (presumivelmente rabinos) provenientes de Tebaríades ... faziam parte da corte do Rei Du Noas, e serviam como enviados seus nas negociações com as cidades Cristãs." (4) Segundo Guillaume,

No alvorecer do islão, os Judeus dominavam a vida económica de Hijaz [Arábia]. Eles controlavam as melhores terras ... ; em Medina eles eram provavelmente pelo menos metade da população. Existiam também colónias Judaicas à norte do Golfo de Aqaba....  O que é importante ressalvar é que os Judeus de Hijaz haviam feito muitos prosélitos [ou convertidos] junto das tribos Árabes. (5)

Os primeiros refugiados "Palestinos" ou provenientes da Judeia - os Judeus - haviam-se restabelecido e haviam-se tornado em colonos Arábicos prósperos e influentes.

A prosperidade dos Judeus devia-se  ao seu superior conhecimento da agricultura e da irrigação, bem como a sua energia e a sua indústria. Com o passar de algumas gerações, refugiados [Judeus] sem casa haviam-se tornado em grandes proprietários de terra no país,....controlando a sua finança e o seu comércio.... Devido a isto, pode-se ver claramente que a prosperidade Judaica era uma desafio para os Árabes, especialmente para os Quraish em Meca e .... [para outras tribos] Medina.

O "profeta" Maomé era ele mesmo membro da tribo Quraish, que cobiçava as posses Judaica, e

quando os muçulmanos pegaram e armas, eles foram muito mais severos com os Judeus do que com os Cristãos, que, até ao final do primeiro Califado puramente Árabe, não foram mal tratados. (6)

Um dos motivos para "esta discriminação" contra os Judeus é o que Guillaume chamou de "as palavras de desprezo do Alcorão" relativas aos Judeus. (7) A actividade dos Judeus em relação ao desenvolvimento das terras, bem como a sua cultura, era uma fonte primária de saque na deserto peninsular da Arábia. Começando com o "profeta" Maomé e o islão (8) - desde as expulsões, a depredações, extorsões, conversões forçadas e assassinatos de Judeus Árabes estabelecidos em Media, até à matança em massa dos Judeus de Khaibar - o precedente foi estabelecido entre os muçulmanos Árabes para que estes expropriassem aquilo que pertencia aos Judeus. As relações entre o "profeta" Maomé e os Judeus "nunca foram . . . fáceis":

Eles [os Judeus] haviam-no irritado por não o terem reconhecido como profeta, por o terem ridicularizado, por terem disputado a suas alegações; e, claro, a sua supremacia económica . . .  era algo que causava permanente irritação. (9)

Parece que a primeira "instigação" feita por Maomé contra os Judeus foi um incidente onde ele causou a que "um dois dois Judeus fossem assassinados e nenhum dinheiro de sangue foi pago aos seus parentes mais próximos."

... Os seus líderes colocaram em causa as suas alegações de que ele era um apóstolo enviado por Deus, e embora eles tenha ficado satisfeitos com a sua aceitação da missão divina de Abraão, Moisés e os profetas, eles dificilmente se poderia esperar que eles recebessem de bom grado a inclusão de Jesus e de Ismael como mensageiros de Deus. (10)

... a existência de grupos de Judeus insatisfeitos dentro e em redor da sua base era algo que deixava-o pouco à vontade, e eles tinham que ser eliminados se ele [Maomé] quisesse levar a cabo campanhas militares sem ansiedade. (11)

Visto que os Judeus preferiram manter as suas crenças,

uma tribo na vizinhança de Medina caiu sob suspeitas de traição e foram forçados a deixar as suas armas e abandonar a colónia. Terras valiosas e muito espólio caiu nas mãos dos muçulmanos. A tribo vizinha de Qurayza, que pouco depois iriam sofrer aniquilação, nada fizeram para ajudar os seus correlegionários, e os seus aliados - a tribo de Aus - tinham receio de lhes dar apoio activo. (12)

Maomé proclamou, "Não podem existir duas religiões juntas na Península Árabe." (13) Este édito foi levado a cabo por Abu Bakr e por Omar 1 - os sucessores de Maomé; toda a comunidade de colónias Judaicas por todo o norte da Arábia foi sistematicamente aniquilada.

Segundo Bernard Lewis, o extermínio da tribo Judaica de Quraiza foi seguido por "um ataque ao oásis Judaico de Khaibar"(14). Mensageiros enviados por Maomé foram enviados aos Judeus que haviam escapado para a segurança e conforto de Khaibar, "convidando" Usayr - o "chefe de guerra" Judeu - para visitar Medina com fins de mediação.

Usayr colocou-se a caminho com 30 companheiros e uma escolta muçulmana. Não suspeitando qualquer tipo de jogada suja, os Judeus não levaram consigo armas. Durante o caminho, os maometanos voltaram-se contra a delegação indefesa, matando todos menos um que conseguiu escapar. "A guerra baseia-se na decepção," (15) segundo um ditado frequentemente citado de Maomé (16).

O falecido historiador e antigo presidente Itzhak Ben-Zvi qualificou as "atrocidades desumanas" das comunidades Árabes como sem paralelo desde então:

.... a total aniquilação de duas tribos Judaico-Árabes, os Nadhir e os Kainuka' - através do massacre em massa dos seus homens, mulheres e crianças, foi uma tragédia para a qual não pode ser encontrada outra paralela na história Judaica até aos nossos dias ..... (17)

Segundo o Alcorão, a matança dos Judeus Árabes e a sua expropriação da suas possas foi vontade de Alá:
... alguns vocês mataram, e outros vocês levaram cativos. Ele [Alá] tornou-vos senhores das suas vidas [dos Judeus], das suas terras, das suas casas e dos seus bens, para além de outra terra [Khaibar] sobre a qual sua vocês nunca tinham firmado a planta dos vossos pés. Certamente, Alá tem o domínio sobre todas as coisas. (18)

Guillaume relata que o ataque anti-Judaico de Khaibar foi bravamente resistido, mas "embora os habitantes tenham lutado de uma forma mais valente aqui que em qualquer outro lugar, em inferioridade numérica e apanhados de surpresa, eles foram derrotados." (19).

Aqueles que de alguma forma  sobreviveram, passaram a ser a fórmula para os futuros sucessos islâmicos. Alguns dos Judeus, "não-muçulmanos" ou infiéis, "mantiveram as suas terras," pelo menos até a altura em que os muçulmanos pudessem ser recrutados em número suficiente para substituir os Judeus.

Enquanto isso, os Judeus Arábicos passaram a pagar 50% do seu rendimento em "imposto" ou taxa, como forma de terem "protecção" contra os novos pilhadores. Como o professor Lewis escreve:

A vitória muçulmana em Khaibar marcou o primeiro contracto entre o estado muçulmano e os conquistados povos não-muçulmanos, e formou a base para a forma como esses povos seriam no futuro lidados em situações semelhantes. (20)

Portanto, os dhimmis [os "protegidos] Judeus evoluíram - o roubo da liberdade e da independência política, associado à extorsão e à eventual expropriação da sua propriedade. "Tolerados" entre ataques violentos, expulsões, e pilhagens por parte dos conquistadores Árabes muçulmanos,  os dhimmis predominantemente Judeus mas também Cristãos providenciaram uma fonte de receita religiosa através da taxa imposta aos "infiéis".

Para além disso, o dhimmi rapidamente passou a ser um conveniente bode de expiação e saco de pancada para os maometanos.


* * * * * * *
Resumindo, se não fosse a limpeza étnica, ocupação, massacre, atrocidade, destruição  e violação dos Judeus por parte dos maometanos, é bem provável que Medina ainda fosse uma cidade Judaica até aos dias de hoje Mas em vez disso, e ao mesmo tempo que os maometanos exigem ser tratados com "respeito" em Israel e em todo o mundo ocidental, os não-muçulmanos estão proibidos por lei de entrar em Medina.

A hipocrisia  islâmica não tem limites.


Referências:

1.Salo W. Baron, A Social and Religious History of the Jews, 3 vols. (New York: Columbia University Press, 1937), 1, pp. 308T
2. Lewis, Arabs in History, p. 40.
3. S. Safrai, "The Lands of the Diaspora," in A History ofthe Jewish People, Ben-Sasson, ed., p. 380.
4. S. Safrai, "From the Abolition of the Patriarchate to the Arab Conquest (425-W)," in History of the Jewish People, Ben-Sasson, ed., pp. 358-359. Of this little-known history Safrai writes: "Twice the Jews of Himyar succeeded in throwing off Ethiopian domination; even in the eyes of Byzantium it was a Jewish kingdom, small but occupying a strategic position. The king of Himyar prevented Byzantine traders from passing through to India on the grounds that Jews were being persecuted in Roman lands. Byzantium was reluctant to risk a war so far away in South Arabia, but was able to persuade Ethiopia to take up its quarrel. The king of Himyar hoped for Persian aid, but there was a lull in the fighting between Rome and Persia at the time, and the Persians did not appreciate the importance of this outlet from the Red Sea being controlled by an ally of Byzantium. Du Noas fell in a battle against an invading Ethiopian army, and the Jewish Kingdom came to an end."
5. Guillaume, Islam, pp. 11-12.
6. Ibid., p. 12.
7. Ibid. See examples in Chapter 4.
8. For details of the Prophet Muhammad-Ab-u al-Qasim Muhammad ibn'Abd  Alla ibn 'Abd al-Muttal-ib ibn Hashim-see Guillaume, Islam, pp. 20-54; the "tradi-
tional" biography of Muhammad (Arabic) is Ibn Hisham's recension of Ibn Ishaq's
al-Sira al-Nabawiyya, 2 vols. (Cairo, 1955); The Life of Muhammad, abridged
English trans. by A. Guillaume (Karachi, 1955). Cited by Norman A. Stillman, Jews of Arab Lands, A History and Source Book (Philadelphia, 1979), p. 6, n. 9. See also Lewis, Arabs in History.
9. Guillaume, Islam, p. 43.
10. Ibid., pp. 43-44.
11. Ibid., p. 44.
12. The Nadir tribe. Ibid., p. 46. Also see Stillman, Jews of Arab Lands, pp. 8-10, for a study of "exclusively Muslim" sources, tracing Muhammad's "face-to-face contact with a large, organized Jewish Community," an "encounter" that "did not prove to be an auspicious one." The Nadir tribe in Medina went to Khaibar in "exile," Stillman, Jews~ p. 14.
13. Salo W. Baron, Social and Religious History, Vol. 1, p. 311. He cites Muwatta, in Al-Zurkani's commentary IV, p. 71.
14. Lewis, The Arabs in History, p. 45.
15. Al-Bukhari, al-Jami al-Sahih, bk. 56 (Kitab al-Jihad, Bab 157), ed. M. Ludolf Krehl (Leiden, 1864), Vol. 2, p. 254, cited by Stillman, Jews, p. 17. According to Stillman, "This hadith appears in several other canonical collections."
16. Stillman, Jews~ p. 17, citing Ibd Sa'd, Kitab al-Tabaqat al-Kabir, ed. by Edvard Sachau et al. (Leiden, 1909), Vol. 2, pt. 1, pp. 66-67; al-Waqidi, Kitab al-MaghaZ4 Vol. 2, pp. 566-68; Ibn Hisham, al-Sira al-Nabawiyya, Vol. 2, pp. 618-619.
17. Itzhak Ben-Zvi, The Exiled and the Redeemed (Philadelphia, 1961), p. 144. Also see Stillman, Jews, p. 14ff.
18. The Koran, Surah 33, v. 26-32, Dawood translation.
19. Guillaume, Islam, p. 49.
20. Lewis, Arabs, p. 45..

sábado, 21 de dezembro de 2013

MITO: Maomé nunca aprovaria o assassinato.


"Matem qualquer Judeu que cair nas vossas mãos!"

Esta foi a ordem que Maomé deu ao seu povo depois do assassinato dum Judeu chamado Ka’b al-Ashraf. Começando no assassinato nocturno de Asma bint Marwan (uma poeta e mãe de cinco crianças) até ao assassinato dos Cristãos de Tabuk, este foi mais um dos muitos exemplos da Sira que refuta a ideia sem sentido de que o "profeta"  do islão nunca deu permissão para assassinatos.

Depois do sangrento assassinato de al-Ashraf, Maomé desejou exercer o seu domínio em Medina incutindo o terror nos corações da população Judaica local. Muitos dos locais estavam já a reconsiderar a sua decisão de permitir que os imigrantes maometanos se fixassem na sua comunidade, o que, em retrospectiva, pareceu ser algo pouco sensato dado o facto da Maomé ter começado a matar e a expulsar residentes locais apenas 18 meses depois de ter chegado.

A solução de Maomé foi a de intimidar a população local, particularmente as duas tribos Judaicas sobreviventes (Nazir e Qurayza). Exultando com a matança bem sucedida do líder dos Nadir, al-Ashraf, e como forma de reduzir a oposição com base no terror e na "conversão", o "profeta" do islão tratou logo de exortar os seus homens a matar de modo indiscriminado.

Logo após a ordem de Maomé para "matar qualquer Judeu que caísse nas suas mãos", um discípulo seu esfaqueou o seu parceiro comercial até a sua morte. O irmão deste maometano ficou, inicialmente, horrorizado com o crime visto que, não só não existia qualquer inimizade prévia, como parte da sua subsistência vinha da actividade comercial da vítima:

O apostolo disse, "Matem qualquer Judeu que cair nas vossas mãos." Consequentemente, Muhayyisa saltou sobre Ibn Sunayna, um mercador Judeu com quem eles tinham relações sociais e relações de negócios, e matou-o.

Huwayyisa não era ainda um muçulmano por esta altura, embora ele fosse o irmão mais velho. Quando Muhayyisa matou o Judeu, Huwayyisa começou a espancá-lo, dizendo, "És um inimigo de Deus. Mataste-o embora muita da gordura que tens na barriga venha da sua riqueza?”

Muhayyisa respondeu, "Se aquele que me mandou matá-lo me tivesse mandado matar-te, eu já te teria cortado a cabeça."

Foi por esta altura que Huwayyisa começou a aceitar o islão.... Ele [Huwayyisa] respondeu e exclamou, "Por Deus, a religião que te pode causar a fazer isto é maravilhosa!", e ele tornou-se num muçulmano (Ibn Ishaq/Hisham 554).

O irmão descrente ficou impressionado com a habilidade do islão de influenciar um homem para matar o seu próprio irmão após ordens de Maomé. Devido a isto, ele tornou-se imediantamente num maometano (assumindo que a sua conversão não foi feita como forma de auto-preservação).

De facto, converter ao islão era a única forma de garantir que não sofreria uma morte causada por um dos seguidores de Maomé.

O assassínio no islão é definido como a matança de alguém da sua própria classe (ver a Lei da Igualdade, Alcorão 2:178). Embora a matança de outro (verdadeiro) maometano seja proibida no islão, Maomé encontrou várias desculpas para matar não-maometanos por crimes não capitais - tal como o assassinato do mercador Judeu Ibn Sunayna o prova.

Fonte

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Mais Mitos em Torno de Maomé

MECA

1. MITO: Maomé foi perseguido em Meca por pregar o Islão

2. MITO: Maomé foi torturado em Meca.

3. MITO: os Muçulmanos foram perseguidos e sofreram muitas baixas em Meca

4. MITO: Os pagãos de Meca foram os primeiros a verter sangue no conflito contra os muçulmanos

5. MITO: Maomé viajou até Jerusalém numa noite

6. MITO: a perseguição forçou Maomé e os muçulmanos a fugirem de Meca


MEDINA


6. MITO: Maomé tornou a cidade de Meca mais tolerante..

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

As duas versões de Maomé

Erudito maometano do século 15 - Abi Bakr Az-Zarkashi -  descreve o Maomé do período de Meca e o Maomé do período de Medina. Note-se que, quando os maometanos não têm razão para esconder a verdade, eles revelam de forma clara a verdadeira natureza do islão.
Quando Maomé se encontrava na sua condição fraca [em Meca], Alá, o excelso e o sábio, revelou-lhe o mais adequado para a situação como acto de misericórdia para com ele e para com os seus seguidores. Se Alá lhe desse o mandamento para lutar enquanto eles eram poucos em número e fracos, isso seria um embaraço e algo muito difícil.

Mas quando o altíssimo [Alá] tornou-o vitorioso [em Medina], ordenou-lhe o que se ajustava à situação, isto é, pedindo aos Povos do Livro que se tornassem muçulmanos ou pagassem o imposto respectivo [jiziyah], e pedindo aos infiéis [todos os outros] que se tornassem muçulmanos ou enfrentassem a morte.  - citado por  M.A. Khan
O padrão é o mesmo em todos os países para onde os muçulmanos se mudam; enquanto são fracos e poucos em número, eles apregoam a tolerância, o respeito e a sã co-existência. No entanto, quando são em número suficiente, eles tentam impor a sua religião.

Não se pode culpar os maometanos por agirem assim uma vez que isso é algo que está de acordo com o exemplo de Maomé. O problema não são os muçulmanos mas o islão.



terça-feira, 20 de novembro de 2012

Citando os versos certos

Dentro da teologia islâmica existe um conceito ou doutrina com o nome de "abrogação" (naskh) onde se tentam harmonizar ayahs contraditórias. Especificamente, existem versículos do Alcorão que apelam a coexistência e entendimento (7:199) ao mesmo tempo que existem outros que claramente apelam à subjugação e comportamento agressivo contra os infiéis (3:151).

Este intervalo oceânico existente na estrutura moral do Alcorão reflecte a vida de Maomé durante os seus 23 anos de carreira "profética". Os versos mais pacíficos foram-lhe "revelados" pelo espírito que ele erradamente identificou como "Anjo Gabriel" quando ele era fraco em número e precisava de paz para apregoar a sua nova religião.

No entanto, já em Medina, e rodeado que estava de homens dispostos a lutar por ele (e pelos bens materiais roubados aos habitantes de Meca e aos Judeus)  Maomé mudou por completo o teor das suas revelações e passou a motivar os seus seguidores a adoptar um comportamento mais bélico (supostamente porque Alá queria assim).

A consequência desta amplitude moral existente no Alcorão é que hoje em dia os maometanos sentem-se perfeitamente à vontade para citar os versos que mais lhes servem num dado momento. Por exemplo, quando eles são pequenos em número, e não querem causar problemas, as passagens por eles citadas são invariavelmente as pacíficas - que foram "reveladas" a Maomé quando este estava em Meca (e tinha no máximo, apenas 300 seguidores).

Quando eles já se encontram em número suficiente para enfrentar o inimigo, os versos que eles passam a citar são os do período em que Maomé já tinha um exército poderoso ao seu lado, e era um líder militar incontestado - este é o período de Medina.

Por isso, sempre que um maometano nos quiser demonstrar a não-existente natureza pacífica do islão, podemos ter a certeza que ele vai-nos citar versos "revelados" em Meca e não os muitos versos "revelados" em Medina que apelam à luta armada.

Um exemplo claro desta duplicidade dos activistas maometanos ficou bem patente nos cartazes por eles colados no metro de Washington.  O grupo radical CAIR, que luta para "corrigir" a "imagem negativa" que o Ocidente tem do Islão, instalou o seguinte cartaz:

"Mostra o perdão, fala em favor da justiça e evita os ignorantes" - 7:199
O cartaz cita 7:199, que é um dos versos do período de Meca (quando Maomé estava em menor número e devido a isso, "recebia" versículos pacíficos). 

A organização CAIR obviamente quer que as pessoas pensem que este verso é a palavra final no que toca ao comportamento que os maometanos devem adoptar. Mas a organização CAIR sabe muito bem que o islão  ensina a subjugação violenta dos não muçulmanos, e é precisamente por isso que os líderes da CAIR nunca condenam por nome o Hamas, o Hezbollah  e outros grupos assassinos.  (Eles podem "condenar" o "terrorismo" mas nunca citam o nome dos grupos.) 

Como forma de educar os americanos, Pam Geller fez o cartaz que se segue: 

"Brevemente lançaremos o terror no coração dos Descrentes"
E com este cartaz a taqqiyah é revelada e o maometano tem que explicar este verso à luz do outro, e dizer qual deles têm a preeminência.


quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

MITO: Maomé viveu em paz com os Judeus de Medina (2) - Banu Nadir

Maomé expulsou a segunda tribo Judaica, os Banu Nadir, menos de um ano depois de ter expulso a primeira tribo. As circunstâncias através das quais esta segunda expulsão foi levada a cabo são um testemunho muito forte em favor da dualidade de critérios usada pelos maometanos na forma como eles lidavam com os demais. Esta dualidade de critérios, pasme-se, está expressa no Alcorão 48:29.

No ano de 625, um dos soldados de Maomé assassinou dois homens durante o seu sono. Estes homens pertenciam a uma tribo com quem Maomé tinha "um acordo de amizade" (Ibn Ishaq/Hisham 650).

Ficou determinado então que dinheiro de sangue seria oferecido como forma de satisfazer a dívida. Embora Maomé lidasse com os não-maometanos de forma mais severa, ele nunca ordenou a morte de homens seus por estes terem morto um não-muçulmano.

No entanto, em vez de Maomé lidar com a dívida ele mesmo, e visto que ele possuía uma riqueza substancial adquirida através dos assaltos às caravanas de Meca e através da confiscação das posses Judaicas, Maomé decidiu que o dinheiro que iria ser usado para pagar uma morte causada por um muçulmano deveria vir dos bolsos duma tribo . . . Judaica.

Embora eles nada tivessem a ver com esta questão, Maomé dirigiu-se à tribo Banu Nadir e exigiu uma contribuição (Ibn Ishaq/Hisham 652). Mal ele e os seus assassinos se apresentaram perante a tribo, Maomé iniciou as exigências e esperou do lado de fora pelo dinheiro.

Mais tarde ele alegou que Alá falou com ele durante o tempo em que ele esteve do lado de fora dos muros, e que supostamente os judeus tencionavam matá-lo, atirando uma pedra sobre a sua cabeça a partir dum telhado duma das casas:

Enquanto o apóstolo se encontrava com um certo número dos seus companheiros . . . . chegaram notícias do céu sobre as intenções destas pessoas.
(Ibn Ishaq/Hisham 652)

Devido as estas "notícias do céu", Maomé abandonou o local e voltou mais tarde com um exército militar. Posteriormente ele sitiou a comunidade e forçou-os a renderem-se sem oferecer qualquer tipo de luta. Tal como havia feito à tribo Qaynuqa, os judeus foram expulsos levando com eles apenas as roupas que poderiam transportar e tudo o que conseguiram colocar sobre os camelos.

Outra revelação conveniente, proveniente do deus árabe Alá e audível apenas para Maomé, permitiu que o "profeta" confiscasse pessoalmente todos os bens restantes para si (Bukhari 52:153). Alá é mesmo bom!

Para qualquer pessoa mais céptica em relação às alegações islâmicas, existem alguns problemas em torno da justificação maometana para a expulsão duma tribo inteira por motivos que nada tinham a ver com ela.

Em primeiro lugar, certamente que é suspeito que ele tenha exigido que outra tribo pagasse por algo que os seus homens haviam feito. Ainda mais suspeito é que ele tenha ido recolher o pagamento pessoalmente. Se Alá, o deus árabe, tem a capacidade de ver o futuro, então ele supostamente saberia que o seu profeta seria vítima de um atentado contra a sua vida.

Na Bíblia, o Verdadeiro Deus, o Deus de Israel, avisou o seu precioso Apóstolo e Profeta Paulo do que haveria de acontecer com ele em Jerusalém:

E, demorando-nos ali por muitos dias, chegou da Judeia um profeta, por nome Ágabo; E, vindo ter connosco, tomou a cinta de Paulo, e ligando os seus próprios pés e mãos, disse: Isto diz o Espírito Santo: Assim ligarão os judeus, em Jerusalém, o varão de quem é esta cinta, e o entregarão nas mãos dos gentios.
(Actos 21:10-11)
No caso de Maomé, o seu deus aparentemente não sabia o que haveria de acontecer ao seu profeta.

É mais fácil acreditar que Maomé já buscava motivos para atacar esta tribo do que acreditar que ele recebeu uma revelação enquanto se encontrava nas imediações da comunidade.

Claro que só a noção de que Alá falou com Maomé, conferindo-lhe "permissão" para ficar com todas as riquezas da tribo judaica, é suficientemente suspeita. Revelações convenientes (para Maomé) são o pão-nosso-de-cada-dia no Alcorão. Isto é tanto assim que a sua esposa Aisha chegou a um ponto onde disse:

Vejo que o teu Senhor apressa-se a satisfazer os teus desejos e vontades, ó Maomé.
Mas o problema mais grave deste evento é o de Maomé justificar o ataque a uma tribo inocente segundo teorias da conspiração em torno de alegadas tentativas de assassinato dirigidas a ele. Mas mesmo se fosse verdade que os judeus da Bani Nadir tencionavam matar Maomé, e usando os padrões que o próprio usou, eles estariam plenamente no seu direito visto que Maomé levou a cabo pelo menos um assassinato contra um membro desta comunidade judaica.

Um judeu de Banu Nadir chamado Ka’b al-Ashraf foi assassinado a mando de Maomé meses antes da tribo em si ter sido atacada. A desculpa que Maomé usou para matar este judeu foi o de ele ter composto poemas dirigido às mulheres muçulmanas depois de Maomé e o seu bando de assaltantes ter vencido a Batalha de Badr.

Foi então que ele [Ka’b al-Ashraf] compôs versos amatórios de natureza insultuosa contra as muçulmanas. O apóstolo disse . . . . "Quem é que me livra do al-Ashraf?"

[Outro muçulmano] disse: "Eu lido com ele, ó apostolo de Alá. Eu vou lá e mato-o."

Ele [Maomé] disse "Faz isso, se fores capaz." - (Ibn Ishaq/Hisham 550)

Maomé deu permissão ao assassino para prosseguir com os passos necessários para o assassinato do poeta, incluindo o recurso à mentira. O assassino juntou ao seu redor um grupo de outros muçulmanos, e mentiu ao poeta como forma de obrigá-lo a sair da sua casa, sozinho e desarmado.

Apesar do homem estar sozinho e desarmado, o assassinato, que decorreu pela calada da noite, não foi algo pacífico. Enquanto lutava pela sua vida, al-Ashraf emitiu vários gritos à medida que era esfaqueado pelos muçulmanos:

O inimigo de Alá fez tanto barulho que em todos os fortes ao nosso redor começaram-se a ver luzes a serem acendidas. Inseri [a faca] nas partes inferiores do seu corpo e forcei a abertura até chegar aos seus genitais. Foi então que o inimigo de Alá caiu no chão.
(Ibn Ishaq/Hisham 552)

Fonte

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Estes dois eventos demonstram que os muçulmanos de Medina operavam segundo um padrão distinto daquele na base do qual julgavam o resto da comunidade. Aos maometanos era permitido assassinar quem quer que lhes insultasse mas aos outros não era permitido agir em legítima defesa como forma de proteger a sua própria vida.

Devido ao controle que ele havia estabelecido durante os primeiros dois anos da sua estadia em Medina, Maomé estava agora numa posição em que lhe era permitido negar aos outros a mesma simpatia e tolerância que ele exigia para si.

Ele usou este novo poder não como forma de trazer as pessoas ao conhecimento do Verdadeiro Deus, mas sim como forma de levar a cabo assassinatos e expulsões a pessoas e grupos com os quais ele pessoalmente não estava de acordo.

Este é o "último" profeta de Deus? Este é o homem que é suposto ser o "exemplo" para toda a humanidade? Dificilmente.

Para os maometanos actuais, que preferem acreditar que Maomé era um homem abnegado, o destino da tribo Banu Nadir foi apenas um inconveniente. Muitos muçulmanos actuais provavelmente defendem que os culpados são os judeus de Nadir.

Não lhes incomoda nem um bocado que uma tribo inteira de judeus tenha sido expulsa da sua terra tendo como base uma alegada tentativa de assassinato que só Maomé sabia.

Também não lhes preocupa nem um bocado que, se a tentativa de assassinato fosse verídica, os judeus de Nadir estivessem no seu direito visto Maomé ter já assassinado um dos seus pelo terrível "crime" de escrever um poema.

Mais mitos em torno de Maomé

sábado, 7 de janeiro de 2012

MITO: Maomé viveu em paz com os Judeus - (1) - Banu Qaynuqa

A parte inicial do Alcorão foi "revelada" durante o tempo em que Maomé se encontrava em Meca. zona onde havia muito poucos Judeus e onde não existiam tribos judaicas.

Durante essa altura, e baseando o seu "conhecimento" Bíblico nas histórias que ele ouvira de outros Judeus e do seu primo Waraqa, um convertido do Judaísmo para o Cristianismo, ele apresentou-se como um "profeta" na mesma linha dos profetas israelitas de outrora.

Quando Maomé se mudou para Medina, já viviam por lá pelo menos 3 tribos judaicas em cujas boas graças ele inicialmente precisava de estar visto ele e o seu pequeno grupo de imigrantes se encontrarem numa posição de relativa fraqueza.

Ele tentou convencer os Judeus de que ele era o último profeta enviado Pelo Deus de Israel - chegando até a alterar a qibla (direcção para onde os maometanos rezam ao deus Alá) para Jerusalém, a Cidade Santa dos Judeus e dos Cristãos. Infelizmente para Maomé, os Judeus de Medina não estavam particularmente impressionados com as alegações esotéricas do profeta árabe.

Como se não fosse suficientemente problemático o facto deste suposto "último profeta" não descender da linhagem de Isaac, tal como o Senhor havia profetizado em Génesis 17:19, 17:21, existiam também as óbvias discrepâncias entre a mensagem de Maomé e a Mensagem presente no Torah.

No Alcorão, os eventos Bíblicos são apresentados de uma forma imatura e confusa, soando a uma longa série de histórias com a mesma redundância moral - acreditem nas alegações que Maomé faz de si próprio ou enfrentem destruição terrena e tormento eterno.

Quando os Judeus correctamente lhe questionaram sobre ausência de qualquer tipo de evidências que suportassem as suas alegações proféticas, tais como milagres ou . . profecias, Maomé inventou uma desculpa inteligente. Ele disse que "não havia necessidade" de fazer milagres uma vez que os Judeus haviam rejeitado os profetas de outrora que haviam feito o tipo de milagres que eles agora lhe exigiam (Alcorão 3:183-184).

Dito de outra forma, "para quê fazer milagres se vocês me irão rejeitar tal como rejeitaram os verdadeiros profetas de outrora?" Com esta desculpa esfarrapada, Maomé confirmou que, para além das suas palavras, ele não tinha mais nada a oferecer como evidência para a sua vida pseudo-profética. Obviamente, os Judeus rejeitaram-no.

Esta rejeição afectou o frágil ego do profeta do islão particularmente se levarmos em conta que o seu povo dependia de forma irresponsável das suas muitas alegações de ser um profeta tal como Moisés Servo do Senhor, Abraão, e o Senhor Jesus Cristo.

Maomé "resolveu" esta rejeição alegando que os Judeus de Medina eram "heréticos" e que eles haviam "corrompido" o Torah e "escondido" os supostos versos que suportavam as suas alegações proféticas.

(Curioso é que, mesmo depois de alguns Judeus terem "convertido" ao islão - à força ou de livre vontade - nenhum deles foi capaz de apresentar o Torah "não-corrompido" que supostamente existiu.)

Depois da vitória na Batalha de Badr, o poder e a riqueza de Maomé cresceram de tal forma que ele encontrou-se em posição de levar a cabo a sua versão de "Solução Final" contra os Judeus locais. Durante a estadia em Medina, as palavras alcorânicas tornaram-se mais duras contra o "Povo do Livro", e a conduta de Maomé tornou-se mais confrontacional. Agora que ele tinha poder, riqueza e homens de guerra, o seu deus Alá já não precisava de manter a máscara.

Embora muito se tenha escrito em torno da "Constituição" de Medina, o tratado que Maomé criou para todas as tribos locais quando chegou a Medida, os maometanos actuais ficam relutantes em admitir a injunção que cancelou o tratado menos de dois anos após ter sido feito.

Enquanto estávamos na mesquita, o profeta saiu e disse: "Vamos ter com os Judeus".

Fomos andando até chegarmos a Bait-ul-Midras. Ele (Maomé) disse então a eles: "Se vocês abraçarem o islão, estarão seguros. Fiquem sabendo que a Terra pertence a Alá e ao seu apóstolo, e que eu quero-vos expulsar desta terra. Se algum de vocês possui possessões, ele tem permissão para as vender. De outro modo, fiquem sabendo que a Terra pertence a Alá e ao seu apóstolo."
(Bukhari 53:392)

Note-se como o tom de voz de Maomé mudou mal ele se tornou suficientemente poderoso para fazer exigências. Este padrão ainda serve de modelo para os maometanos actuais: enquanto estão em posição fragilizada, eles falam em "tolerância" e "liberdade de religião" e outras coisas às quais nós no ocidente temos garantidas à nascença. No entanto, mal eles se encontrem em posição de poder, o seu discurso muda da noite para o dia. Em caso de dúvidas, falem com qualquer Cristão libanês.

Continuando: havendo anunciado as suas intenções, Maomé buscou uma desculpa para tomar posse das terras dos Judeus que se recusaram a "converter" à religião maometana.

O seu primeiro alvo foi uma tribo que havia estado recentemente envolvida num conflito com outras duas tribos. Maomé correctamente previu que as outras tribos não viriam em socorro da tribo Banu Qaynuqa caso ele a sitiasse.

A desculpa de Maomé para atacar esta tribo foi um incidente onde um maometano foi morto por uma turba judaica enfurecida. O facto desta turba estar enfurecida devido ao facto do maometano em questão ter assassinado um mercador Judeu por motivos de honra duma mulher é convenientemente esquecido pelos apologistas contemporâneos. No entanto, estes apologistas admitem que Maomé escolheu sitiar a tribo Banu Qaynuqa em vez de servir de mediador do conflito.

Ou seja, na primeira ocasião que Maomé teve para se mostrar como um homem de honra e um genuíno líder, ele escolheu agir como um homem ganancioso. Ele não pensou em formas de mediar o incidente, mas sim em formas de erradicar a tribo - ficando posteriormente com as suas riquezas.

Segundo os maometanos, este é o "último profeta" de Deus.

Este é um ponto importaste. De acordo com os historiadores maometanos (uso a palavra "historiador" de uma forma muito solta), o primeiro sangue foi derramado quando um Judeu foi assassinado por um maometano por ter feito uma partida a uma mulher maometana (levantar o seu vestido). O maometano foi morto em retaliação por aqueles que haviam acabado de assistir ao assassínio.

Desde quando é que a violência física - e muito menos um assassínio - se justifica por uma partida deste tipo? Pior ainda: se Maomé realmente acreditava na Lei de Moisés (como ele disse acreditar), então ele deveria levar a sério a parte onde se lê:

Mas, se houver morte, então darás vida por vida,
Olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé,

Êxodo 21:23-24

Porque é que ele não reconheceu a legitimidade da segunda matança devido à disparidade da primeira?

. . . .

Em todo esta situação, o auto-proclamado "profeta" de Deus respondeu aos eventos de uma forma egoísta, usando força física contra pessoas que o haviam recebido na sua comunidade há menos de 2 anos. Sem preparação alguma para a batalha, a tribo Banu Qaynuqa rendeu-se sem resistência.

Sedento de sangue, Maomé tencionava matar toda a tribo mas um amigo árabe comum conseguiu convencê-lo a não levar a cabo tais intenções horríficas.

Abdullah b. Ubayy b. Salul foi ter com ele [Maomé] quando Deus os tinha colocado debaixo do seu poder, e disse:

"Ó Maomé, lida de forma amena com os meus clientes" (eles eram aliados de Khazraj), mas o apóstolo ignorou-o. Ele repetiu as palavras mas o apóstolo afastou-se dele.

Foi então que ele colocou a sua mão no colar do robe dos apóstolo. Este ficou de tal modo zangado que a sua cara ficou quase totalmente preta.

Ele (Maomé) disse: ". . . Deixa-me."

Ele respondeu "Não, por Deus, não te deixo até que lides de forma amena com os meus clientes. Quatrocentos homens sem armadura e 300 com armadura protegeram-me de todos os meus inimigos; vais tu matá-los numa só manhã? Por Deus, eu sou um homem que teme que as circunstâncias possam mudar."

O apóstolo disse, "Podes ficar com eles."
(Ibn Ishaq/Hisham 546)

Foi daí então que Maomé "permitiu" que os Judeus de Qaynuqa escapassem apenas com algumas ferramentas e algumas roupas. Ele confiscou os seus bens e as suas terras, ficando com 1/5 para si e o resto para os muçulmanos. Segundo o Alcorão, este foi o "castigo" por não acreditarem que Maomé fosse um profeta (Alcorão 3:10-12).

O homem que salvou a vida dos Judeus foi mais tarde qualificado de "hipócrita" por Maomé, e tornou-se evidente que ele (Maomé) arrependeu-se da sua decisão de não matar a tribo por inteiro. Um dos 9 versos alcorânicos que proíbem os maometanos de terem amigos Judeus ou Cristãos foi "revelado" durante este período.

Desta forma, Maomé foi capaz de cumprir a sua promessa de que "aqueles que resistirem a Alá e ao seu mensageiro serão humilhados" (Alcorão 58:20), solidificando assim a sua credibilidade junto dos outros maometanos e inspirando 1400 anos de jihad violenta levada a cabo por muçulmanos desejosos de seguir o seu exemplo.

Fonte

Mais mitos em torno de Maomé.

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