MITOS ISLÂMICOS

sábado, 26 de novembro de 2011

MITO: A batalha de Badr foi em legítima defesa

Se é suposto os muçulmanos apenas lutarem em legítima defesa, então a Batalha de Badr teria que ser um incidente onde o inimigo estivesse a atacar ou a marchar em direcção a Medina (que era onde estavam sediados os muçulmanos). Claro que se é isto que queres acreditar, pára de ler aqui e tenta ficar longe dos livros de história.

Os historiadores muçulmanos da altura documentaram meticulosamente as circunstâncias que precederam a Batalha de Badr e não o menor espaço de manobra para quem quer acreditar que os muçulmanos fizeram uma luta de legítima defesa.

Primeiramente, é preciso notar que os habitantes de Meca não estavam a marchar em direcção a Maomé. Embora seja certo afirmar que eles enviaram um exército, é preciso vêr que o mesmo foi enviado para proteger as caravanas dos ladrões muçulmanos (que haviam recentemente morto condutores de caravanas e roubado as suas posses).

Os habitantes de Meca não estavam minimamente interessados em iniciar uma guerra mas sim garantir que a sua mercadoria e os condutores não eram perturbados pelos piratas de Maomé.

Seguindo os historiados contemporâneos:

Foi então que o apóstolo ouviu que Abu Safyan vinha da Síria com uma caravana enorme pertencente aos Quraish, contendo o seu dinheiro e a sua mercadoria.

Quando o apóstolo ouviu que Abu Safyan regressava da Síria, ele convocou os muçulmanos e disse:

'Esta é a caravana dos Quraish que contém a sua propriedade. Sigam no seu encontram e ataquem-na. Pode ser que Alá nos dê como presa.'

(Ibn Ishaq/Hisham 428).

A descrição do evento prossegue afirmando que alguns muçulmanos, aparente moralmente superiores a Maomé, estavam relutantes em participar do ataque uma vez que não queriam tomar parte duma guerra. Mais tarde, Maomé qualifica estes muçulmanos de "hipócritas" no seu Alcorão. Semelhantemente ele condena-os ao inferno e exige que os "verdadeiros muçulmanos" lidem com eles de forma ríspida (66:9).

Depois de Maomé enviar os seus homens para atacar a caravana, Abu Sufyan (o seu adversário de Meca) ficou a saber dos seus planos:

Depois de ter chegado perto de Hijaz, Abu Sufyan buscou notícias e questionou todos os viajantes ansiosamente. Até que alguns viajantes o informaram que Maomé havia reunido os seus companheiros contra ele e a sua caravana.
(Ibn Ishaq/Hisham 428)

A este ponto, e como forma de evitar uma batalha, Abu Sufyan fez duas coisas: mudou o seu plano de viagem, para evitar o exército de Maomé, e enviou mensageiros a pedir ajuda. Os habitantes de Meca enviaram uma força maior com cerca de 900 homens para salvar a caravana.

Um longo jogo de gato e rato entre Maomé e os habitantes de Meca tomou forma à medida que os últimos faziam todos os possíveis para evitar um conflito e viajar para casa em segurança (Ishaq/Hisham 433 to 443).

Eventualmente o exército de Maomé foi bem sucedido em forçar o exército de Meca a combater ao deliberadamente parar as fontes de água da qual eles dependiam para voltar para Meca. Paralelamente, ele posicionou o seu exército entre as restantes fontes e o sedento exército de Meca.

Que parte deste evento pode ser considerado um genuíno esforço de "legítima defesa" por parte de Maomé e os seus ladrões de caravanas?

Não é manifestamente óbvio que ele, Maomé, apenas queria ficar com os pertences dos habitantes de Meca, mesmo que para tal ele tivesse que matar à sede o exército que protegia mercadoria alheia? É este um comportamento dum "profeta" de Deus - o maior e o mais exaltado mensageiro do Deus de Abraão, Isaac e Jacob?

...

A este ponto, e embora fossem menores em número, os muçulmanos estavam claramente em vantagem sobre os enfraquecidos e relutantes soldados de Meca.

Inicialmente os muçulmanos divertiram-se matando os poucos homens suficientemente desesperados para tentar chegar à água:

Al-Aswad, que era um homem problemático e mal encarado, chegou-se à frente e disse:

"Juro por Alá que irei beber da sua cisterna, destruí-la ou morrer tentando chegar a ela."

Hamza [um muçulmano fisicamente poderoso] aproximou-se dele e quando os dois se encontraram frente a frente, Hamza atingiu-o, fazendo com o seu pé e metade da sua canela voassem quando ele estava perto da cisterna.

Ele caiu de costas e ficou aí, com sangue a escorrer do seu pé em direcção aos seus companheiros. Foi então que ele rastejou para a cisterna e atirou-se para dentro dela como forma de cumprir o seu juramento. Mas Hamza foi no seu encalço e feriu-o.

(Ibn Ishaq/Hisham 443)
Os muçulmanos continuaram a divertir-se mortalmente com outros soldados de Meca sedentos e enfraquecidos até que Maomé deu a ordem para atacar o "inimigo".

O período que se seguiu à vitória na batalha foi uma de celebração por parte dos ladrões muçulmanos. As cabeças decapitadas dos inimigos de Maomé de Meca foram-lhe apresentadas e os assassinos honrados. Cativos vivos foram trazidos perante ele, onde ele ordenou que alguns fossem resgatados e outros executados.

Num gesto que pareceu bizarro mesmo para os seus homens, Maomé andou entre os corpos dos soldados de Meca mortos e provocou-os, insistindo que eles o poderiam ouvir a partir do inferno (Bukhari 59:314).

A riqueza roubada aos habitantes de Meca foi dividida entre os vitoriosos. Hamza, o homem que havia morto o primeiro soldado a tentar chegar às cisternas, voltou a sua cruel diversão para animais indefesos, cortando as bossas dos camelos e desentranhando-os apenas para saborear a sua agonia (Bukhari 59:340).

Durante a carnificina eufórica, Alá "falou" com Maomé e disse-lhe para se assegurar que os outros muçulmanos lhe davam 1/5 do espólio. (Conveniente, sem dúvida.) Estas palavras ficaram permanentemente gravadas no Alcorão (8:1).

Maomé aproveitou a ocasião para informar os seus homens de que a sua vitória se devia a uma legião de anjos enviada por Alá (8:9). Escusado será dizer que só Maomé consegui ver os ditos anjos (8:50).

Por motivos ainda por descortinar, os anjos não apareceram na batalha seguinte, onde os maometanos foram expulsos de Uhud.

A maior parte da surah 8, um dos capítulos mais violentos do já-de-si violento Alcorão, foi "revelada" a seguir à Batalha de Badr. Muitos dos versículos fazem muito pouco sentido fora deste contexto histórico, provando que as siras (biografias) de Maomé são fundamentais para se compreender o Alcorão.

Neste caso, o contexto histórico está em total oposição com a interpretação moderna feita pelos muçulmanos modernos, isto é, de que a Batalha de Badr foi um conflito "defensivo". Nesse dia, apenas os soldados de Meca lutaram em defesa das suas vidas e das suas propriedades. E eles fizeram-no de um modo relutante depois de Maomé tomar passos monumentais para os forçar a entrar na batalha.

Conclusão:

A Batalha de Badr não foi uma guerra defensiva; a mesma foi um ataque organizado por parte de ladrões de caravanas impelidos por um homem que alegava "inspiração divina". O comportamento de Maomé no episódio de Badr mostra que a sua motivação principal era a aquisição dos bens e posses dos habitantes de Meca.

Os muçulmanos modernos têm a vantagem de poder interpretar os passos deste homem e livremente tomarem o passo de abandonar os seus ensinamentos.

Fonte

Mitos àcerca de Maomé

MECA

1. MITO: Maomé foi perseguido em Meca por pregar o Islão

2. MITO: Maomé foi torturado em Meca.

3. MITO: os Muçulmanos foram perseguidos e sofreram muitas baixas em Meca

4. MITO: Os pagãos de Meca foram os primeiros a verter sangue no conflito contra os muçulmanos

5. MITO: Maomé viajou até Jerusalém numa noite

6. MITO: a perseguição forçou Maomé e os muçulmanos a fugirem de Meca


MEDINA

1. MITO: Quando os maometanos chegaram a Medina, eles foram vítimas de perseguição por parte dos habitantes de Meca

2. MITO: Maomé atacou as caravanas para recuperar bens roubados

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