MITOS ISLÂMICOS

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terça-feira, 24 de dezembro de 2013

MITO: Maomé nunca matou mulheres


Maomé deu ordens claras para o assassinato de várias mulheres. Depois de ter capturado Meca, por exemplo, ele exigiu que duas escravas fossem executadas, juntamente com o dono, apenas e só por terem troçado de Maomé com um música (Ibn Ishaq/Hisham 819, Abu Dawud 2678).

A morte brutal de Umm Qirfa refuta também este mito, tal como o refutam todas as mulheres que foram mortas nas batalhas (Bukhari 52:257) sempre que Maomé atacava uma povoação ou uma tribo - embora a sua preferência fosse sempre o de capturar as mulheres como forma de as manter como escravas sexuais.

Um relato não só fala da matança de uma mulher indefesa, como refuta também a noção amplamente propagada de que o islão proíbe ofensivas por motivos que não sejam só de legítima defesa:

Fizêmos um ataque (com o apóstolo) em Dhatu’l-Riqa de Nakhl e um dos homens matou a esposa de um dos politeístas. Quando o apóstolo estava de regresso, o marido dela, que tinha estado fora, voltou e soube das notícias da sua morte. Ele jurou que não descansaria enquanto não executasse vingança. (Ibn Ishaq/Hisham 665)

Maomé ordenou a morte duma mulher Judia por ela ter, literalmente, enlouquecido quando os membros masculinos da sua família estavam a ser decapitados (Ibn Ishaq/Hisham 691). Houve muitas outras mulheres que Maomé mandou matar por motivos de adultério. Um dos exemplos foi este:

Ele foi ter com ele pela manhã e ela confessou. O apóstolo de Alá (que a paz esteja com ele) fez pronunciamento sobre ele, e ela foi apedrejada (Sahih Muslim 4209).

Existem outros exemplos, mas muito provavelmente a história presente na biografia de Maomé que coloca de parte a ideia ridícula de que ele nunca sancionou que a integridade física das mulheres fosse colocada em causa é o assassinato de Asma bint Marwan, poeta e mãe de cinco filhos.

Pelo crime de "demonstrar descontentamento" pelo facto de Maomé ter ordenado o assassinato dum idoso (Ibn Ishaq/Hisham 995), o "apóstolo" ordenou que ela fosse executada pela calada da noite. O assassino teve que afastar o bebé (que ainda estava a ser amamentado) para o lado antes de espetar a faca no seu peito - evento que deixou Maomé satisfeito por ver que as suas ordens haviam sido seguidas.

Os maometanos que não negam esta história (e muitos são tão desconhecedores dos factos da sua religião que fazem isso mesmo) normalmente alegam que Asma era uma "ameaça" para Maomé visto que ela apelou à comunidade de Medina que colocasse um ponto final no reino de terror antes que fosse tarde demais. Não parece que tais crentes fervorosos levam em consideração o porquê do "porta-voz" de Alá ter que responder com violência às acusações da mulher, em vez de responder com argumentos lógicos (especialmente se ele era inocente das acusações).

É também muito interessante notar que mesmo que Maomé tenha proibido a matança de não-combatentes durante um conflito armado, ele nada fez contra os membros da sua comunidade que levaram a cabo actos brutais. Para além da história em torno da Umm Qirfa (ressalvada em cima), há também o destino duma mulher desconhecida "que Khalid bin Walid matou" em frente a outros maometanos (Ibn Ishaq/Hisham 856).

Embora não tenha aprovado da matança da mulher, Maomé nada fez para punir Khalid, que foi deixado na liderança da conquista militar das terras Cristãs e Persas. (Esta nem foi a primeira vez que Khalid bin Walid matou pessoas inocentes. Vejam Ibn Ishaq/Hisham 834-838 para um evento mais gráfico).

Fonte

sábado, 21 de dezembro de 2013

MITO: Maomé nunca matou os cativos

Os terroristas maometanos levam e executam tantos reféns (quase diariamente) que os restantes maometanos já nem se perturbam em comentar. Quando estes últimos o fazem, ele tratam logo de garantir aos demais que estas matanças e estes raptos "em nada estão relacionados com os ensinamentos de Maomé", e que ele nunca executou alguém que ele tinha levado como refém.

Só que ele executou.

Durante a Batalha de Badr, vários homens, habitantes de Meca, foram assassinados pelos discípulos de Maomé. Entre as vítimas dos seguidores de Maomé encontravam-se Umayya e o seu jovem filho, que foram tomados como prisioneiros por um maometano (um antigo amigo que os tentou proteger), mas que foram encurralados por uma turba antes que eles pudessem ser escoltados para um lugar seguro:

E então eu perguntei se eles iriam atacar os meus prisioneiros. Mas... as pessoas formaram um anel ao nosso redor enquanto eu os tentava proteger. Foi então que um homem tirou a espada para fora e cortou o pé do seu filho - tanto que ele caiu e Umayya [o pai do rapaz] gritou duma forma que eu nunca tinha ouvido.... Eles talharam-nos em bocados com as suas espadas até que eles morrerem. (Ibn Ishaq/Hisham 449)

Outra história comovente em torno do cavalheirismo dos maometanos durante a mesma batalha centra-se em Abu Jahl - um dos arqui-inimigos de Maomé em Meca - que foi morto quando ele se encontrava sem defesas. No seu caso, dois maometanos aproveitaram a oportunidade para desferir o golpe da morte:

Mu’awwidh passou por Abu Jahl enquanto ele se encontrava indefeso e atingiu-o quando ele já se encontrava no seu último fôlego. (Ibn Ishaq/Hisham 451)

Outro maometano chamado Abdullah passou por perto e colocou o seu pé no pescoço de Abu Jahl, provocando-o antes de o decapitar:

Foi então que cortei a sua cabeça e levei-a ao apóstolo dizendo, "Esta é a cabeça do inimigo de Alá, Abu Jahl.”… Atirei a sua cabeça aos pés do apóstolo e ele deu graças a Alá. (Ibn Ishaq/Hisham 451).

Aparentemente estes companheiros de Maomé não sabiam de "regra islâmica" de nunca matar os cativos. Mas quem é que os pode condenar? Não só o "profeta" os louvou pela matança, como ordenou a matança de outro cativo trazido até ele. Uqba bin Abu Mu’ayt rogou pela sua vida:

Quando o apóstolo ordenou que ele fosse morto, Uqba disse, Mas quem olhará pelos meus filhos, Ó Maomé?" [Maomé respondeu:] "O inferno."

O homem foi seguidamente executado (Ibn Ishaq/Hisham 458)

Outros cativos foram resgatados mas Uqba recebeu um tratamento especial porque ele havia gozado com Maomé quando ele se encontrava em Meca. O seu crime foi o de ter atirado entranhas dum animal morto para as costas de Maomé enquanto este estava a fazer as suas reza, algo que trouxe grande deleite aos habitantes de Meca (Muslim 4422, Ibn Ishaq/Hisham 277). O "profeta" do islão determinou que a sua piada merecia a morte, e esta foi a primeira de muitas outras ocasiões onde pessoas foram mortas após ordem de Maomé apenas e só por gozarem com ele.

Curiosamente, parece que existem evidências de que Maomé se arrependeu por não ter morto todos os seus reféns em vez de resgatar alguns. A surat 8 ayat 67 do Alcorão foi "revelada" depois da batalha de Badr, e diz, "Não é digno dum manter cativos até ter feito matança generalizada na terra."

O "profeta" do islão prosseguiu o seu caminho, executando muitos outros cativos, especialmente os 800 homens e rapazes feitos cativos em Qurayza. Os seus homens assassinaram de modo brutal uma mulher de idade chamada Umm Qirfa depois de a terem feito cativa num raid levado a cabo entre a tribo Fazara. Segundo al-Tabar, ela foi morta "depois de cada uma das suas pernas ter sido amarrada a um camelo e eles a terem rasgado em dois." (A filha da mulher foi "dada" a um dos assassinos  maometanos).

Embora seja comum ouvirmos os maometanos modernos afirmar que a sua fé é "contra" a matança de reféns, a verdadeira história do islão prova que nada poderia estar mais longe da verdade.

Fonte

Mais Mitos em Torno de Maomé

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Quem foi Nicole Lynn Mansfield ?

É a primeira vítima norte-americana do conflito na Síria. Chamava-se Nicole Lynn Mansfield e viajara dos Estados Unidos para lutar ao lado dos rebeldes. Está a ser classificada como uma terrorista, que segundo o regime sírio lutava com a Frente Al-Nusra — o grupo mais radical que combate na Síria contra Bashar Al-Assad e que o Conselho das Nações Unidas classificou na semana passada como “terrorista”. Quando foi encontrada morta, usava um véu islâmico. A família não sabia dela.

A sua filha de 18 anos, Triana Lynn Mansfield, não concorda com essa imagem radical: “A minha mãe não era uma terrorista. Ela foi para lá por um motivo desconhecido e foi obrigada a ficar. Disse-me que voltaria ao fim de uma semana”, escreveu no Facebook. Mas de onde? Ninguém sabia. “Era uma mulher comum e foi mal influenciada por pessoas que quiseram aproveitar-se dela só por ser americana”, acrescenta a filha, citada pelo Guardian.

A sua identidade foi revelada pela televisão síria: nascera há 33 anos em Flint, no Michigan, onde deixara a filha de 18 anos antes de partir para a Síria, há três meses. Foi mãe aos 15 anos, deixou os estudos, deu apoio domiciliário a doentes e idosos e converteu-se ao islão, que identificava com uma religião de paz.

Muito mais caberia no seu retrato, segundo os familiares, para quem Nicole Mansfield tinha vocação para ajudar os mais necessitados. Familiares e amigos não sabiam onde andava ela há mais de três meses. Não ousavam adivinhar, mas secretamente pensavam que Nicole talvez tivesse voltado ao Dubai, onde esteve alguns anos casada com um homem que conhecera através da Internet.

Algo a levou a partir para um país em guerra, a Síria. É pelo menos essa a versão da televisão estatal síria, que mostrou imagens do carro baleado onde ela seguia e do corpo já sem vida, na província de Idlib, no norte, junto à fronteira com a Turquia. Segundo Damasco, Nicole terá sido alvo de um ataque das forças governamentais, depois de lhes ter lançado uma granada. Com ela, seguiriam dois ocidentais, um canadiano e o britânico Ali Almanasfi, de 22 anos.

Junto aos documentos encontrados e mostrados pelos media sírios estaria uma declaração que provava a sua ligação a um dos grupos rebeldes, como representante ou porta-voz, escreve o The New York Times, que contactou activistas em Idlib.

“Era uma boa pessoa, pacífica”, conta ao New York Times a amiga Janice Wilson. “Ela era toda virada para a paz, para ajudar as pessoas. Não percebo isto. Enviou-me uma mensagem há três semanas e meia a dizer que vinha para casa.” A única ligação que aparentava ter à Síria eram as fotografias do conflito que publicava no Facebook, tal como em 2011 publicara imagens da revolta no Egipto que levou à queda de Mubarak.

Nicole estudava o islão num mesquita de Flint — isso era conhecido, embora nem sempre compreendido pela família, protestante. Essa ligação começou no tempo em que Nicole e a amiga Janice Wilson partilhavam casa em Flint, davam assistência domiciliária a doentes e idosos e ambas se converteram ao islão, contou Janice Wilson ao The New York Times. “Era uma religião pacífica para ela, e isso dava-lhe um sentido numa altura em que tentava perceber quem era.”

O FBI lançou uma investigação e muito mais poderá vir a saber-se sobre as circunstâncias da morte de Nicole Mansfield. Mas grande parte da sua vida — e em particular a sua ligação à Síria — ainda está envolta em mistério. A avó, Carol Mansfield, disse à ABC News: “O que quer que ela estivesse a fazer não altera o facto de que terei sempre amor no meu coração para ela.”acto de que terei sempre amor no meu coração para ela.”


* * * * * * * *
Apesar de todo o romantismo envolvido na tragédia (tal como é trágico todas as outras pessoas inocentes que estão a morrer no confronto Sírio) a verdade é que muito provavelmente ela foi para a Síria para fazer jihad (obrigação islâmica).

terça-feira, 13 de novembro de 2012

MITO: Maomé escolheu sempre a paz

A VERDADE

Na verdade, Maomé raramente escolhia a paz se ele tinha a hipótese de dominar. Tal como está registado em vários sítios das Hadith, o profeta do islão havia sido "chamado para lutar até que todos testemunhassem que não havia outro deus senão Alá, e que Maomé era o seu mensageiro." O objectivo do islão é a implantação da dominação islâmica.

Embora tenha sido originalmente convidado para Medina para ser um pacificador (imagine-se!), o profeta do islão rapidamente trouxe a guerra para o seio desta comunidade de mercadores ao atacar as caravanas de Meca - o que atraiu a hostilidade estrangeira contra os residentes locais - e mais tarde explorou as divisões internas para proveito pessoal. 

[Ver "Quando os maometanos chegaram a Medina, eles foram vítimas de perseguição por parte dos habitantes de Meca" para se ver a linha temporal das constantes tentativas de Maomé em provocar uma guerra com os habitantes de Meca.]

Como já detalhamos, Maomé conquistou as tribos Judaicas de Medina mal ele teve a habilidade para tal. Para além disso, ele fez ospossíveis para provocar a Batalha de Badr, forçando os habitantes de Meca a guerrear quando esse não era o seu objectivo. Mais para o final da sua vida, ele dirigiu uma série contínua de expedições militares externas como forma de atacar pessoas que não se encontravam em guerra com os Muçulmanos, como forma de obter tributo e conversões.

Um exemplo que refuta o mito de que Maomé escolheu a paz em vez  da guerra é o que ocorreu quando ele recebeu notícias de que um homem com o nome de Usayr ibn Zarim estava a desenvolver esforços tendo em vista a organização duma força armada contra os muçulmanos. Segundo a historia verdadeira em torno do que aconteceu,  documentada por Ibn Ishaq/Hisham 981, Maomé enviou um grupo armado em direção à comunidade de Usayr. Este grupo armado convenceu-o de que ele teria acesso seguro para se encontrar com Maomé para discutir os termos de paz. No entanto, mal o líder se encontrou vulnerável, ele e os seus 30 companheiros foram chacinados pelos mentirosos muçulmanos.

Outro exemplo bem documentado é a série de eventos que acabou no ataque a Meca por parte do Maomé, em 630. Como já demonstramos, os maometanos foram os primeiros a violar o tratado de paz entre eles e os habitantes de Meca, ao não devolverem de volta para Meca os muçulmanos que haviam fugido para Medina (o que se encontrava estipulado no acordo entre ambas as partes), bem como ao atacarem as caravanas de Meca e ao assassinarem os condutores das caravanas. Estes ataques ocorreram antes e depois do acordo entre as partes.

Mas quando uma tribo aliada com os habitantes de Meca matou membros duma tribo aliada com os  maometanos, como forma de vingança por um assassinato prévio, temeu-se que Maomé não fosse tão compreensivo. O líder de Meca era um homem chamado Abu Sufyan. Antecipando que os maometanos poderiam buscar uma desculpa para atacar o seu povo, Abu Sufyan viajou para Medina para levar a cabo encontros com Maomé como forma de assegurar um clima de paz entre as duas partes.

Ibn Ishaq/Hisham 807 detalha os esforços do desafortunado homem em ver o líder maometano, passagem essa que revela o seu crescente desespero em manter a paz. Foi durante esta visita que Abu Sufyan entrou nas casas de um certo número de muçulmanos proeminentes, incluindo na casa do genro e da filha. Claramente ele não tem qualquer interesse em causar-lhes qualquer tipo de dano.

Por fim, Abu Sufyan é criticado por Maomé e não tem a chance de falar de paz. O profeta do islão está mais interessado em levar a cabo um ataque surpresa a Meca:

[Maomé] disse: "Ó Alá, retira os olhos e os ouvidos dos Quraysh [Meca] de modo a que nós os possamos atacar de surpresa." e os homens ficaram prontos. (Ibn Ishaq/Hisham 808)

O facto dos outros habitantes de Meca não saberem que supostamente estavam em guerra com os maometanos revela como Maomé foi bem sucedido:
Quando o apóstolo chegou a Marr al-Azhran, [os] Quraysh não estavam ao corrente disso e nem sabiam o que se estava a passar. (Ibn Ishaq/Hisham 811).

Quando Abu Sufyan soube que Maomé marchava contra a cidade, ele levou a cabo um derradeiro esforço para estabelecer uma paz entre eles, desta vez tentando usar a esposa de Maomé como intercessora. A esposa tentou chegar a um ponto razoável com Maomé, referindo-se a Abu Sufyan e o seu companheiro como "o primo e o cunhado" de Maomé (algo que ele era). Maomé rejeitou o que eles diziam com estas palavras:
Não tenho qualquer utilidade para eles. Quanto ao meu primo, ele feriu o meu orgulho. Quando ao filho da minha tia e meu cunhado, ele falou mal de mim em Meca. (Ibn Ishaq/Hisham 811)

Portanto, segundo o seu próprio biógrafo, o profeta do islão escolheu ir para a guerra contra um adversário que queria a paz, apenas e só por motivos de ofensa pessoa e orgulho próprio. Depois de ter conquistado Meca, ele chegou a ordenar a execução daqueles que o haviam insultado, aparentemente esquecido da hipocrisia uma vez que essa foi uma matança de vingança duma terceira parte que originalmente ele usou como justificação para o seu ataque à cidade.
 
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Mitos em torno de Maomé

MECA

1. MITO: Maomé foi perseguido em Meca por pregar o Islão

2. MITO: Maomé foi torturado em Meca.

3. MITO: os Muçulmanos foram perseguidos e sofreram muitas baixas em Meca

4. MITO: Os pagãos de Meca foram os primeiros a verter sangue no conflito contra os muçulmanos

5. MITO: Maomé viajou até Jerusalém numa noite

6. MITO: a perseguição forçou Maomé e os muçulmanos a fugirem de Meca


MEDINA

1. MITO: Quando os maometanos chegaram a Medina, eles foram vítimas de perseguição por parte dos habitantes de Meca

2. MITO: Maomé atacou as caravanas para recuperar bens roubados

3. MITO: A batalha de Badr foi em legítima defesa


4. MITO: Maomé foi um guerreiro bravo que dependeu da protecção de Alá

5. MITO: Maomé viveu em paz com os Judeus de Medina (1) - Banu Qaynuqa 

6. MITO: Maomé viveu em paz com os Judeus de Medina (2) - Banu Nadir 

7. MITO: Maomé viveu em paz com os Judeus de Medina (3) - Banu Qurayza


MAOMÉ - O CONQUISTADOR

1.  MITO: As guerras de Maomé foram em legítima defesa

2.  MITO: Maomé nunca sancionou a violação sexual

3MITO: Maomé nunca matou crianças

4.  MITO: Os habitantes de Meca foram os primeiros a violar o Tratado de Hudaibiya

sábado, 18 de agosto de 2012

Conversão monetária

John Allen Muhammad, o sniper que matou algumas pessoas em Washignton DC há cerca de 10 anos atrás, é um veterano da Guerra do Golfo e convertido ao islão. Uma consequência pouco conhecida da Guerra do Golfo - os esforços sauditas de converter as tropas americanas para o islão - poderia fazer as manchetes dos jornais internacionais, se estes estivessem interessados em revelar a verdade.

Durante a operações "Desert Shield" (a defesa da Arábia Saudita) em 1990 e "Desert Storm" (a libertação do Kuwait) em 1991, existiu um esforço bem orquestrado - e bem financiado -, apoiado pelo governo saudita, para a conversão do maior número possível de militares americanos ao islão. Os alvos primários eram os militares posicionados na capital saudita de Riyadh, dentro dos quartéis da coligação.

O Ministério Saudita da Defesa e Aviação (MODA) também se encontrava no quartel-general que servia de Central de Comando dos EUA – perto da equipa do General Schwarzkopf. O quartel-general da "Royal Saudi Air Force" era também o quartel das "Air Forces, Central Command" (CENTAF) – os arquitectos primários da guerra aérea. Na mesma rua encontrava-se o quartel-general da "Royal Saudi Land Forces", partilhado pelo "US Army, Central Command" (ARCENT).

Estes locais, com centenas de militares americanos, eram um ambiente "rico em alvos" para os esforços de conversão levados a cabo pelos sauditas. Era virtualmente impossível entrar nestas instalações sem encontrar uma exposição proeminente de literatura islâmica, ao mesmo tempo que símbolos de outras religiões - incluindo símbolos Cristãos - eram estritamente proibidos.

Aparentemente, os oficiais sauditas haviam sido instruídos pelos militares seniores, ou os líderes religiosos, a detectar e avaliar potenciais convertidos entre os militares americanos. Mal um americano particular era localizado, uma aproximação era feita por figuras que aqueles posicionados em MODA chamavam de "esquadrão de Deus". Alguns oficiais militares sauditas, incluindo um imã militar, levariam a cabo esforços para se encontrarem com o americano num ambiente puramente social ou, pelo menos, fora do local de trabalho.

Estes contactos normalmente incluíam presentes claramente generosos, e, claro, literatura islâmica. Entre os presentes encontravam-se pastas dispendiosas, canetas, livros e outros items pessoais. Os americanos que tomassem a decisão de se converterem ao islão eram remunerados de forma abastada. Sempre foi práctica saudita providenciar oferendas aos novos convertidos, incluindos viagens com tudo pago a Meca (peregrinações) e pagamentos que poderiam chegar aos $30,000.

Claro que estas tentativas de conversão através da sedução monetária revelam a verdadeira natureza política do islão. Para os seus arquitectos, não é verdadeiramente importante que alguém realmente acredite no seu coração da verdade do islão, desde que ele haja de acordo com as prescrições islâmicas.

É por incidentes como os reportados em cima que podemos ver que o islão não é uma religião no verdadeiro sentido do termo, mas uma ideologia política mascarada de religião. Da mesma forma que os líderes políticos não se importam com o que tu pensas, desde que votes neles, os espíritos malignos que criaram a religião islâmica não se importam muito que tu tenhas fé que Maomé tenha sido um "profeta".

Na verdadeira religião proveniente de Deus (Cristianismo), isto é totalmente inadmissível uma vez que a conversão não é uma acto externo à pessoa mas sim uma regeneração interior mediante a Fé na Palavra de Deus. Obviamente, a conversão levará a mudança de comportamento, mas os comportamentos sem a conversão de nada valem.

Actos 8:26-39
E o anjo do Senhor falou a Filipe, dizendo: Levanta-te, e vai para a banda do sul, ao caminho que desce de Jerusalém para Gaza, que está deserta.

E levantou-se, e foi; e eis que um homem etíope, eunuco, mordomo-mor de Candace, rainha dos etíopes, o qual era superintendente de todos os seus tesouros, e tinha ido a Jerusalém para adoração,

Regressava, e, assentado no seu carro, lia o profeta Isaías.

E disse o Espírito a Filipe: Chega-te, e ajunta-te a esse carro.

E, correndo Filipe, ouviu que lia o profeta Isaías, e disse: Entendes tu o que lês?

E ele disse: Como poderei entender, se alguém me não ensinar? E rogou a Filipe que subisse e com ele se assentasse.

E o lugar da Escritura que lia era este: Foi levado como a ovelha para o matadouro, e, como está mudo o cordeiro diante do que o tosquia, assim não abriu a sua boca.

Na sua humilhação, foi tirado o seu julgamento; e quem contará a sua geração? porque a sua vida é tirada da terra.

E, respondendo o eunuco a Filipe, disse: Rogo-te, de quem diz isto o profeta? De si mesmo, ou de algum outro?

Então Filipe, abrindo a sua boca, e começando nesta escritura, lhe anunciou a Jesus.

E, indo eles caminhando, chegaram ao pé de alguma água, e disse o eunuco: Eis aqui água; que impede que eu seja baptizado?

E disse Filipe: É lícito, se crês de todo o coração. E, respondendo ele, disse: Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus.

E mandou parar o carro, e desceram ambos à água, tanto Filipe como o eunuco, e o baptizou.

E, quando saíram da água, o Espírito do Senhor arrebatou a Filipe, e não o viu mais o eunuco; e, jubiloso, continuou o seu caminho.


Note-se que, ao contrário do islão, a Fé Cristã não aceita conversões exteriores mas sim conversões do coração.

As perguntas que ficam para os maometanos que lêem este blogue são: o que é que diz da vossa religião o facto dos donos do lugar mais santo do islão usarem o dinheiro para converter pessoas ao islão? Se eles já sabem que o islão é uma farsa criada como forma de controlar as massas, porque é que tu te deixas controlar de forma tão infantil?

segunda-feira, 12 de março de 2012

MITO: As guerras de Maomé foram em legítima defesa

O mito de que no islão a guerra só se justifica em casos de legítima defesa é refutado pelos eventos em torno da Batalha de Badr, onde Maomé enviou os seus homens para atacar as caravanas e deliberadamente provocar uma batalha com o exército defensivo que veio de Meca.

O argumento em favor da sanção que Maomé deu à guerra ofensiva é também suportado pelo destino das 3 tribos judaicas de Medina (Banu Qaynuqa ,Banu Nadir, Banu Qurayza). Estas inocentes tribos - que viviam em Medina antes da chegada de Maomé - foram destruídas pelos muçulmanos por rejeitarem os delírios de Maomé em torno do seu alegado papel de "profeta" - e também porque Maomé queria ficar com as suas posses.

Consideremos o destino da tribo árabe Banu Mustaliq:

O profeta havia atacado a tribo Bani Mustaliq subitamente - e sem aviso prévio - enquanto eles se encontravam descuidados e o seu gado se encontrava a beber água nas fontes locais. Os seus homens de guerra foram mortos e as suas mulheres e crianças levadas como cativas.
(Bukhari 46:717)

Embora haja testemunhos fiáveis nas Hadiths e nas Siras que falam do gado dos Mustaliq, nenhum deles refere algum esforço por parte de Maomé em fazer paz com eles. Depois deste incidente, e depois de terem assassinado os homens, os soldados de Maomé abusaram sexualmente das mulheres da tribo com o conhecimento do "profeta" (Sahih Muslim 3371).

Pergunta para os maometanos: o que é que violar mulheres tem a ver com a "legítima defesa"?

Em muitas situações, Maomé levou a cabo guerras apenas com o propósito de se vingar, como foi o caso do ataque aos líbios numa altura em que estes não se encontravam preparados e a sua única forma de sobrevivência foi a fuga para os montes (Ibn Ishaq/Hisham 718).

Maomé atacou também o povo de Taif mal teve oportunidade como forma de se vingar pelo facto eles o terem rejeitado como "profeta" (Ibn Ishaq/Hisham 280 & 872).

Também como forma de refutar a noção de que Maomé apenas levou a cabo guerras em legítima defesa, temos a descrição do seu primeiro ataque aos Cristãos. Não havia razão alguma que o motivasse a enviar um exército até Muta - Síria - onde ele deu de caras com um desastre às mãos dos Bizantinos (Ibn Ishaq/Hisham 791).

Perto do fim da sua vida, o falso profeta Maomé levou a cabo investidas militares apenas com o propósito de propagar o domínio islâmico. Ele sabia que algumas cidades ofereceriam resistência enquanto que outras não, e como tal, ele deixou instruções em torno da forma de lidar com os resistentes:

O mensageiro de Alá (que a paz esteja com ele) disse:

"Quando chegarem a uma povoação (que se tenha rendido sem qualquer tipo de guerra formal) e ficarem por lá, vocês tem direito a uma porção (que será em forma de recompensa) das propriedades obtidas. Se a povoação desobedecer a Alá e ao seu mensageiro (e lutar contra os muçulmanos), um quinto do espólio apreendido por lá é para Alá e o seu mensageiro e o resto é para vocês."

(Sahih Muslim 4346)

Como se pode ver, aqueles que não se encontravam em guerra com os maometanos não só eram de qualquer das formas subjugados, como viam as suas posses roubadas e entregues a "Alá e ao seu mensageiro".

As campanhas militares tendo em vista o alargamento do domínio islâmico incluíram os ataques a Tabuk, que foi a segunda incursão até ao território Cristão da Síria, e onde Maomé forçou a população local a pagar-lhe tributo depois de ter emboscado e assassinado civis locais como forma de assegurar a sua autoridade (Ibn Ishaq/Hisham 903).

Outro exemplo é o mandato "convertam-se ou morram" dado à tribo árabe Banu al-Harith:

Foi então que o apóstolo enviou Khalid bin Walid . . . à tribo Banu al-Harith e ordenou-o a convidá-los ao islão 3 dias antes de os atacar. Se eles aceitassem, então ele (Khalid) deveria aceitar isso da parte deles, mas se eles recusassem, ele deveria lutar contra eles.

Então Khalid partiu e veio até eles. Depois enviou homens em todas as direcções e convidou-os a aceitarem o islão dizendo: "Se aceitarem o islão, ficarão a salvo".

Então os homens aceitaram o islão à medida que foram convidados.

(Ibn Ishaq/Hisham 959)

Obviamente que a legítima defesa não foi um factor importante em nenhum destes casos, embora os maometanos contemporâneos sejam susceptíveis de embelezar o registo inserindo detalhas não mencionados. Tal como na captura de Meca (630), os maometanos claramente tinham superioridade militar e o alvo da sua agressão não tinha capacidade para resistir os invasores.

De facto, a primeira parte da sura 9, o capítulo mais bélico do Alcorão, foi revelada pouco depois dos maometanos terem estabelecido domínio militar sobre Meca. Consideremos um dos versos mais violentos:

Mas quanto os meses sagrados houverem transcorrido, matai os idólatras, onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os; porém, caso se arrependam, observem a oração e paguem o zakat, abri-lhes o caminho. Sabei que Deus é Indulgente, Misericordiosíssimo. (9:5)
As palavras "quando os meses sagrados houverem transcorrido" retiram a possibilidade desta guerra ter sido em legítima defesa. Os muçulmanos haviam já recebido a "autorização de Alá" para lutarem durante os meses sagrados, e é muito pouco provável que eles tenham sido atacados durante os 4 meses sagrados sem retaliarem.

O facto deles não estarem a ser atacados é consistente com o contexto histórico, onde o período do Haj era tradicionalmente um tempo de paz e tolerância por toda a Arábia.

Embora não estivessem a ser atacados, Maomé ordenou os seus homens que perseguissem e matassem os pagãos logo após o Haj. Os pagãos que concordassem em tornarem-se maometanos (isto é, practicar os pilares do islão, zakat e salat), teriam a permissão de continuar a viver depois da sua "conversão".

O verso 9:29 oferece uma regra diferente para os Judeus e para os Cristãos, permitindo que eles mantenham a sua fé desde que paguem uma "taxa de protecção" aos muçulmanos e reconheçam a "inferioridade" da sua fé. Caso eles oferecessem algum tipo de resistência, eles deveriam ser mortos.

Um dos exemplos melhor documentados do espírito agressor dos muçulmanos durante a vida de Maomé é o ataque à pacífica comunidade judaica de Khaybar. Isto ocorreu depois do tratado de Hudaibiya entre os muçulmanos e os habitantes de Meca, onde um período de paz entre os dois grupos foi acordado.

O tratado foi controverso entre os maometanos visto que, não só contradizia a ordem prévia de Alá de "expulsar" os habitantes de Meca à força (2:191), mas também porque Maomé concordou em não ser reconhecido como profeta no documento (Muslim 4401).

Ou seja, Maomé vendeu o seu estatuto de "profeta" por um período de paz com os seus inimigos militantes. Isto demonstra de forma cabal que Maomé sabia que ele era um falso profeta, visto que se ele realmente estivesse ao serviço do Deus Verdadeiro, nunca poria em causa o estatuto que Deus lhe havia conferido.

O Sagrado Profeta Elias enfrentou sozinho mais de 400 "profetas" de Baal mas não teve problemas em se identificar como Profeta do Deus de Israel:

Então disse Elias ao povo: Eu, só, fiquei, por profeta do Senhor, e os profetas de Baal são quatrocentos e cinquenta homens
1 Reis 18:22

Maomé, que supostamente seguia a minha linha profética de Elias, e rodeado por centenas de homens dispostos a lutar e morrer por si, recusou-se a qualificar-se com um título que supostamente lhe havia sido dado por Deus.

Caro amigo muçulmano: é esta a forma que um genuíno profeta age? Não é este o sinal óbvio que Maomé sabia que a sua carreira profética era uma farsa? Desde quando é que um profeta de Deus, ao serviço da Maior Força que existe no Universo, se recusa a identificar como tal como forma de manter a paz com os pagãos? Quando Moisés se apresentou perante o Faraó, recusou-se a apresentar-se como profeta? Quando Eliseu, Jeremias e Amós se apresentaram perante autoridades religiosas e militares (sozinhos), perverteram eles o seu chamado ou foram fiéis a ele, mesmo que isso significasse a sua morte?

Isto é algo que os muçulmanos têm que pensar e considerar.

. . . .

Continuando:

Após negar ser um profeta e fazer um acordo humilhante com os pagãos, Maomé decidiu que seria prudente atacar os judeus de Khaybar como forma de readquirir a confiança dos seus homens e aplacar os murmúrios (que entretanto se estavam a gerar) com uma vitória militar sobre os frágeis judeus de Khaybar e a consequente captura dos seus bens e das suas crianças e mulheres.

Isto é devastadoramente embaraçoso para os apologistas islâmicos actuais quando eles tentam explicar como é uma tribo agrícola minúscula constituía uma "ameaça" para os muçulmanos.

Infelizmente para os maometanos actuais, não só não há qualquer tipo de evidência que suporte a tese de que os muçulmanos estavam sob qualquer tipo de ataque por parte dos judeus de Khaybar, como há pelo menos 3 referências históricas que contradizem qualquer tipo de alegações de "legítima defesa" da parte de Maomé.

A primeira é a descrição do ataque feita por Ibn Ishaq/Hisham:

Encontramos os trabalhadores de Khaybar saindo de manhã com os seus sacos e as suas enxadas. Quando eles viram o apóstolo e o seu exército gritaram "Maomé e a sua força!", largaram tudo e fugiram . . . . O apóstolo apoderou-se das suas propriedades, uma de cada vez . . .
(Ibn Ishaq/Hisham 757)

Os judeus de Khaybar não estavam a atacar Maomé. Eles inocentemente levavam a sua vida agrícola nem sabendo que era suposto eles estarem em guerra com o maometanos. Isto é confirmado no mesmo texto mais à frente:

Quando o apóstolo atacava uma povoação, ele esperava até a manhã. Se ele ouvisse o chamamento para as rezas matinais, ele esperava; se ele não ouvisse, ele atacava. Chegamos a Khaybar de noite e o apóstolo passou a noite por lá; quando a manhã chegou, ele não ouviu o chamamento para as rezas e como tal, ele cavalgou em direcção a eles, e nós fomos com ele.

(Ibn Ishaq/Hisham 757)

Maomé atacou a tribo apenas depois de ter esperado para ver se eles emitiam o chamado para as rezas matinais. Isto seria irrelevante se ambos os grupos já se encontrassem em guerra. Isto confirma que Maomé atacou o judeus de Kahybar por motivos outros que não os de legítima defesa.

Provavelmente a melhor evidência de que Maomé não agia em legítima defesa é o facto do seu próprio povo não ter entendido o porquê deles estarem a marchar para uma guerra. O seu genro, que estava a cargo da expedição militar, havia perguntado por algum tipo de justificação:

O mensageiro de Alá chamou por Ali e disse: "Avança e não pares até que Alá de conceda a vitória."

Ali avançou um bocado, parou . . . . e perguntou em voz alta: "Com que justificação devo eu lutar contra este povo?"

O profeta respondeu então: "Luta contra eles até que eles testemunhem que não há deus sem ser Alá e que Maomé é o seu mensageiro."

(Sahih Muslim 5917)

A questão que Ali fez seria desnecessária se os muçulmanos já estivessem sob ataque por parte da tribo de Khaybar. Tal como os escritos muçulmanos demonstram, o motivo do ataque foi 100% imperialista e supremacista. O seu propósito foi só o de levar a tribo a aceitar a alegada superioridade da fé islâmica.

Maomé facilmente capturou Khaybar e dividiu o espólio. O profeta torturou o tesoureiro da comunidade como forma de extrair informação dele, e mais tarde mandou-o matar (Ibn Ishaq/Hisham 764). Depois disto, Maomé ficou com a viúva do homem morto como sua mulher, Saffiya, e "consumou" o "casamento" nessa mesma noite - no mesmo dia em que matou o seu marido.

Os judeus que sobreviveram à invasão islâmica receberam permissão para ficar nas suas terras desde que dessem aos maometanos uma parte substancial das suas colheitas.

Conclusão:

A regra da guerra ofensiva foi estabelecida por Maomé como forma legítima de alargar o domínio islâmico. Os maometanos actuais que citam o seu exemplo para avançar com o maometanismo no ocidente estão a agir de acordo com o que a sua fé ensina.

Isto é muito importante de se levar em conta sempre que ouvimos ou lemos um apologista maometano a afirmar que o islão "propagou-se pacificamente".

Fonte

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Grupo islâmico declara "guerra" à França

Num vídeo visto na Terça-Feira passada por um jornalista da AFP, o mauritano Hamada Ould Mohamed Kheirou, presumível líder dum grupo maometano activo na África Ocidental, voltou a ameaçar a França com uma guerra.

Com um turbante amarrado à volta da sua cabeça, usando óculos escuros (provavelmente construídos por um país não-islâmico) e falando em árabe, Kheirou disse:

Voltamos a declarar guerra à França por este ser um país hostil ao islão. A jihad [guerra santa] vai ser exportada para todo o lado onde seja necessária e por Alá, nós temos que estar prontos para qualquer eventualidade.
O vídeo mostrou também 3 ocidentais - um casal espanhol e uma mulher italiana - raptados em Outubro último num campo feito para refugiados Sahrawi perto de Tindouf - sul da Argélia.

O rapto foi reivindicado pelo grupo "Movement for Unity and Justice in West Africa", que, por essa altura, emergiu como uma ramificação do grupo "Al-Qaeda in the Islamic Maghreb" (AQIM). Este último grupo teve origens na Argélia e agora tem bases operativas no Mali.

. . .

Convém ressalvar que quando os maometanos falam em "guerra", eles não têm em mente uma guerra convencional como nós no ocidente entendemos, mas sim ataques suicidas contra mulheres e crianças inocentes.

Regra geral, os "bravos" mujahedin não se metem com forças militares em guerras normais porque estão bem cientes da inferioridade militar dos países maometanos. Para eles, é mais fácil atacar mulheres e crianças indefesas.

sábado, 26 de novembro de 2011

MITO: A batalha de Badr foi em legítima defesa

Se é suposto os muçulmanos apenas lutarem em legítima defesa, então a Batalha de Badr teria que ser um incidente onde o inimigo estivesse a atacar ou a marchar em direcção a Medina (que era onde estavam sediados os muçulmanos). Claro que se é isto que queres acreditar, pára de ler aqui e tenta ficar longe dos livros de história.

Os historiadores muçulmanos da altura documentaram meticulosamente as circunstâncias que precederam a Batalha de Badr e não o menor espaço de manobra para quem quer acreditar que os muçulmanos fizeram uma luta de legítima defesa.

Primeiramente, é preciso notar que os habitantes de Meca não estavam a marchar em direcção a Maomé. Embora seja certo afirmar que eles enviaram um exército, é preciso vêr que o mesmo foi enviado para proteger as caravanas dos ladrões muçulmanos (que haviam recentemente morto condutores de caravanas e roubado as suas posses).

Os habitantes de Meca não estavam minimamente interessados em iniciar uma guerra mas sim garantir que a sua mercadoria e os condutores não eram perturbados pelos piratas de Maomé.

Seguindo os historiados contemporâneos:

Foi então que o apóstolo ouviu que Abu Safyan vinha da Síria com uma caravana enorme pertencente aos Quraish, contendo o seu dinheiro e a sua mercadoria.

Quando o apóstolo ouviu que Abu Safyan regressava da Síria, ele convocou os muçulmanos e disse:

'Esta é a caravana dos Quraish que contém a sua propriedade. Sigam no seu encontram e ataquem-na. Pode ser que Alá nos dê como presa.'

(Ibn Ishaq/Hisham 428).

A descrição do evento prossegue afirmando que alguns muçulmanos, aparente moralmente superiores a Maomé, estavam relutantes em participar do ataque uma vez que não queriam tomar parte duma guerra. Mais tarde, Maomé qualifica estes muçulmanos de "hipócritas" no seu Alcorão. Semelhantemente ele condena-os ao inferno e exige que os "verdadeiros muçulmanos" lidem com eles de forma ríspida (66:9).

Depois de Maomé enviar os seus homens para atacar a caravana, Abu Sufyan (o seu adversário de Meca) ficou a saber dos seus planos:

Depois de ter chegado perto de Hijaz, Abu Sufyan buscou notícias e questionou todos os viajantes ansiosamente. Até que alguns viajantes o informaram que Maomé havia reunido os seus companheiros contra ele e a sua caravana.
(Ibn Ishaq/Hisham 428)

A este ponto, e como forma de evitar uma batalha, Abu Sufyan fez duas coisas: mudou o seu plano de viagem, para evitar o exército de Maomé, e enviou mensageiros a pedir ajuda. Os habitantes de Meca enviaram uma força maior com cerca de 900 homens para salvar a caravana.

Um longo jogo de gato e rato entre Maomé e os habitantes de Meca tomou forma à medida que os últimos faziam todos os possíveis para evitar um conflito e viajar para casa em segurança (Ishaq/Hisham 433 to 443).

Eventualmente o exército de Maomé foi bem sucedido em forçar o exército de Meca a combater ao deliberadamente parar as fontes de água da qual eles dependiam para voltar para Meca. Paralelamente, ele posicionou o seu exército entre as restantes fontes e o sedento exército de Meca.

Que parte deste evento pode ser considerado um genuíno esforço de "legítima defesa" por parte de Maomé e os seus ladrões de caravanas?

Não é manifestamente óbvio que ele, Maomé, apenas queria ficar com os pertences dos habitantes de Meca, mesmo que para tal ele tivesse que matar à sede o exército que protegia mercadoria alheia? É este um comportamento dum "profeta" de Deus - o maior e o mais exaltado mensageiro do Deus de Abraão, Isaac e Jacob?

...

A este ponto, e embora fossem menores em número, os muçulmanos estavam claramente em vantagem sobre os enfraquecidos e relutantes soldados de Meca.

Inicialmente os muçulmanos divertiram-se matando os poucos homens suficientemente desesperados para tentar chegar à água:

Al-Aswad, que era um homem problemático e mal encarado, chegou-se à frente e disse:

"Juro por Alá que irei beber da sua cisterna, destruí-la ou morrer tentando chegar a ela."

Hamza [um muçulmano fisicamente poderoso] aproximou-se dele e quando os dois se encontraram frente a frente, Hamza atingiu-o, fazendo com o seu pé e metade da sua canela voassem quando ele estava perto da cisterna.

Ele caiu de costas e ficou aí, com sangue a escorrer do seu pé em direcção aos seus companheiros. Foi então que ele rastejou para a cisterna e atirou-se para dentro dela como forma de cumprir o seu juramento. Mas Hamza foi no seu encalço e feriu-o.

(Ibn Ishaq/Hisham 443)
Os muçulmanos continuaram a divertir-se mortalmente com outros soldados de Meca sedentos e enfraquecidos até que Maomé deu a ordem para atacar o "inimigo".

O período que se seguiu à vitória na batalha foi uma de celebração por parte dos ladrões muçulmanos. As cabeças decapitadas dos inimigos de Maomé de Meca foram-lhe apresentadas e os assassinos honrados. Cativos vivos foram trazidos perante ele, onde ele ordenou que alguns fossem resgatados e outros executados.

Num gesto que pareceu bizarro mesmo para os seus homens, Maomé andou entre os corpos dos soldados de Meca mortos e provocou-os, insistindo que eles o poderiam ouvir a partir do inferno (Bukhari 59:314).

A riqueza roubada aos habitantes de Meca foi dividida entre os vitoriosos. Hamza, o homem que havia morto o primeiro soldado a tentar chegar às cisternas, voltou a sua cruel diversão para animais indefesos, cortando as bossas dos camelos e desentranhando-os apenas para saborear a sua agonia (Bukhari 59:340).

Durante a carnificina eufórica, Alá "falou" com Maomé e disse-lhe para se assegurar que os outros muçulmanos lhe davam 1/5 do espólio. (Conveniente, sem dúvida.) Estas palavras ficaram permanentemente gravadas no Alcorão (8:1).

Maomé aproveitou a ocasião para informar os seus homens de que a sua vitória se devia a uma legião de anjos enviada por Alá (8:9). Escusado será dizer que só Maomé consegui ver os ditos anjos (8:50).

Por motivos ainda por descortinar, os anjos não apareceram na batalha seguinte, onde os maometanos foram expulsos de Uhud.

A maior parte da surah 8, um dos capítulos mais violentos do já-de-si violento Alcorão, foi "revelada" a seguir à Batalha de Badr. Muitos dos versículos fazem muito pouco sentido fora deste contexto histórico, provando que as siras (biografias) de Maomé são fundamentais para se compreender o Alcorão.

Neste caso, o contexto histórico está em total oposição com a interpretação moderna feita pelos muçulmanos modernos, isto é, de que a Batalha de Badr foi um conflito "defensivo". Nesse dia, apenas os soldados de Meca lutaram em defesa das suas vidas e das suas propriedades. E eles fizeram-no de um modo relutante depois de Maomé tomar passos monumentais para os forçar a entrar na batalha.

Conclusão:

A Batalha de Badr não foi uma guerra defensiva; a mesma foi um ataque organizado por parte de ladrões de caravanas impelidos por um homem que alegava "inspiração divina". O comportamento de Maomé no episódio de Badr mostra que a sua motivação principal era a aquisição dos bens e posses dos habitantes de Meca.

Os muçulmanos modernos têm a vantagem de poder interpretar os passos deste homem e livremente tomarem o passo de abandonar os seus ensinamentos.

Fonte

Mitos àcerca de Maomé

MECA

1. MITO: Maomé foi perseguido em Meca por pregar o Islão

2. MITO: Maomé foi torturado em Meca.

3. MITO: os Muçulmanos foram perseguidos e sofreram muitas baixas em Meca

4. MITO: Os pagãos de Meca foram os primeiros a verter sangue no conflito contra os muçulmanos

5. MITO: Maomé viajou até Jerusalém numa noite

6. MITO: a perseguição forçou Maomé e os muçulmanos a fugirem de Meca


MEDINA

1. MITO: Quando os maometanos chegaram a Medina, eles foram vítimas de perseguição por parte dos habitantes de Meca

2. MITO: Maomé atacou as caravanas para recuperar bens roubados

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Khadafi morto? SIM. (Video no final)

Kadhafi

Depois das notícias que avançavam a captura do ex-líder da Líbia, novas informações surgem agora que avançam que Muammar Kadhafi terá morrido dos ferimentos.

A agência noticiosa Reuters, que foi a primeira a avançar a captura, é também a primeira a avançar a morte de Kadhafi.

Muammar Kadhafi terá sido ferido e capturado depois de, na manhã de hoje, as forças revolucionárias terem travado o último combate com as forças pró-regime em Sirte.

À semelhança do que aconteceu com Saddam Hussein, o ex-ditador da líbia foi encontrado num abrigo subterrâneo em Sirte. Ao ter sido descoberto pelos revolucionários terá pedido que não disparassem.

Apesar de não serem conhecidos mais detalhes acerca da detenção, a notícia estar a ser avançada por vários órgãos de comunicação internacionais - Agência Reuters, Al Jazeera, CNN, BBC e Associated Press.

Aboubakr Younès Jaber, ministro da Defesa do regime de Kadhafi, foi dado como morto depois da captura do último bastião. Um médico do hospital de campanha dos revolucionários confirma a identificação do cadáver.

Fonte


domingo, 5 de junho de 2011

MITO: Os pagãos de Meca foram os primeiros a verter sangue no conflito contra os muçulmanos

É normal os apologistas maometanos alegarem que os inúmeros actos violentos levados a cabo pelo seu profeta e pelos muçulmanos foram actos executados apenas como retaliação. em relação aos ataques que alegadamente recebiam dos habitantes de Meca. Supostamente, os pagãos de Meca iniciaram os conflitos armados contra os islamitas.

Os factos demonstram exactamente o contrário uma vez que foram os maometanos que iniciaram os conflitos e foram os primeiros a levar a cabo actos de violência contra os habitantes de Meca.

Tudo começou quando Sa’d bin Abu Waqqas agarrou numa queixada dum camelo e atingiu um politeísta local que estava a "interromper rudemente" o seu grupo de maometanos em oração.

Esta foi a primeira gota de sangue a ser vertida no islão.
(Ibn Ishaq/Hisham 166).

Os novos convertidos eram bastante agressivos particularmente quando eles poderiam evitar as consequências dos seus actos. Um exemplo disto ocorreu quando um dos maometanos mais forte da altura, Hamza, pegou no seu arco e agrediu violentamente um dos líderes de Meca (Abu Jahl) por ter falado de um modo insultuoso em relação a Maomé.

Quando chegamos à mesquita [Hamza] viu [Abu Jahl] sentado entre o povo, dirigiu-se a ele até se encontrar sobre ele. Foi então que ele levantou o seu arco e atingiu-o violentamente enquanto dizia:

"Vais insultá-lo mesmo sabendo que eu sigo a sua religião e digo o que ele diz? Atinge-me de volta, se fores capaz!"

(Ibn Ishaq/Hisham 185).

Embora Abu Jahl não tenha retaliado o ataque dum homem sobejamente mais poderoso que ele, mais tarde ele tratou mal os seus escravos muçulmanos - quase de certeza como forma de vingança em relação à humilhação pública que havia sofrido anteriormente.

Mais tarde, os maometanos foram os primeiros a declarar guerra aos habitantes de Meca e foram consequentemente expulsos. Mesmo assim, eles foram os primeiros a renovar as hostilidades quando Maomé ordenou (a partir da sua nova casa em Medina) raids mortíferos contra as caravanas dos habitantes de Meca.

Conclusão:

As fontes islâmicas não dão suporte ao mito islamita de que os maometanos apenas se defendiam dos ataques dos habitantes de Meca quando os atacavam. Pelo contrário, as evidências mostram que foram os muçulmanos quem começou com os actos de violência - tanto a nível pessoal como a nível militar. E desde então, os maometanos tem iniciado actos de violência contra todo o resto da civilização.


Fonte


Mais mitos em torno de Maomé

MECA

1. MITO: Maomé foi perseguido em Meca por pregar o Islão

2. MITO: Maomé foi torturado em Meca.

3. MITO: os Muçulmanos foram perseguidos e sofreram muitas baixas em Meca

4. MITO: Os pagãos de Meca foram os primeiros a verter sangue no conflito contra os muçulmanos

5. MITO: Maomé viajou até Jerusalém numa noite



domingo, 27 de fevereiro de 2011

Tours, A Batalha Que Salvou a Civilização Ocidental

Raymond Ibrahim's "Today in History": Charles the Hammer saves the West from Islam at Tours


Adolf Hitler disse:
“Had Charles Martel not been victorious at Poitiers — already, you see, the world had fallen into the hands of the Jews, so gutless a thing is Christianity! — then we should in all probability have been converted to Mohammedanism, that cult which glorifies the heroism and which opens up the Seventh Heaven to the bold warrior alone. Then the Germanic races would have conquered the world. Christianity alone prevented them from doing so.”
(Adolf Hitler, 28 August, 1942 p. 667 “Hitler’s Table Talk; 1941-1944? translated by N. Cameron and R.H. Stevens, Enigma Books (1953))
Felizmente para a superior civilização ocidental, baseada na filosofia grega, lei romana e principalmente na moral judaico-cristã, quem ganhou a batalha de Tours foram os europeus cristãos.

Não deixa de ser tragicamente curioso que hoje em dia os ateus ataquem o judaico-cristianismo por ser intolerante e "não científico", quando foi exactamente essa visão do mundo que lhes proporcionou a liberdade de expressão que eles hoje usam para o atacar. Se o Islão tivesse vencido a batalha de Tours, os ateus não teriam liberdade para criticar a religião dominante.

Isto é o que se chama "cuspir no prato no qual se comeu".

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