MITOS ISLÂMICOS

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segunda-feira, 28 de abril de 2014

Portugueses combatem na facção mais violenta da Al-Qaeda

No nordeste de Londres, em Leyton, as ruas tresandam a fritos das minúsculas casas de kebab onde a gordura das pita-shoarmas se cola às paredes e ao chão. Os videoclubes só alugam filmes de ‘Bollywood’, as lojas de vestidos árabes têm escrito na montra que os perfumes são “100% livres de álcool” e nos cabeleireiros há fotos com os 42 tipos de corte de cabelo que são “a última moda afro”. 

Há lavandarias polacas, frutarias caribenhas, tabacarias romenas e restaurantes portugueses. O bairro, um dos mais multiétnicos e pobres da cidade, fica nas traseiras da Londres que vem nos postais turísticos.

As estatísticas oficiais dão algumas pistas sobre esta zona, que ganhou um novo fôlego em 2012 ao acolher os atletas olímpicos e paraolímpicos no Parque Olímpico Rainha Isabel. Residem aqui mais de 40 mil pessoas. Entre 61% a 69% pertencem a uma minoria étnica, um rácio muito superior ao da Grande Londres. Entre os grupos de imigrantes predominam os russos, marroquinos, argelinos, ganeses, nigerianos, jamaicanos ou irlandeses.


Mas há também muitos portugueses, italianos, polacos ou bósnios. O caldo de culturas nem sempre é pacífico. A extrema-direita aproveita os altos índices de criminalidade para ali fazer campanha de contornos xenófobos. A pobreza é espelhada por um outro dado: o Governo estima que cerca de um terço das crianças de Leyton e arredores vivam na pobreza.

Os cerca de dez portugueses monitorizados pelos serviços secretos portugueses e ingleses – suspeitos de pertencer ao exército jihadista Kataib al Muhajireen, aliado do poderoso Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL) – vivem nestas ruas. Alguns deles já não se encontram em Londres e neste momento combatem no norte da Síria ao lado de centenas de guerrilheiros ocidentais. A mesquita local, situada na rua principal, é investigada há alguns anos pelas secretas inglesas.

Alguns documentários e reportagens da comunicação social britânica dão conta de donativos suspeitos para a Síria e de extremismo religioso. Lá dentro, ninguém se recorda de ali passarem fiéis de nacionalidade portuguesa. Entre a comunidade portuguesa muçulmana a residir na Grande Londres o assunto é considerado tabu.

Um responsável, que pediu para não ser identificado, garante que os casos foram “já identificados” e que os “elementos mais radicais têm sofrido pressões para se afastarem”.

Apesar de a chamada ‘working class’ (classe trabalhadora) ser a que mais ordena em Leyton, tem havido sinais de alguma mudança na fisionomia destes bairros. Os artigos de lazer das edições dominicais da imprensa inglesa fazem eco de uma nova tendência social: jovens profissionais e com estudos superiores, bem como artistas em rápida ascensão, estão a mudar-se para aquela zona da cidade.

Sem dinheiro suficiente para poder pagar as rendas (escandalosamente) altas das casas situadas no centro de Londres, acabaram por se render aos apartamentos (um pouco) mais espaçosos e (muito) mais baratos, sejam os lofts modernos da Brisbane Road ou as casas vitorianas que dominam a paisagem urbana. Outro dado oficial: mais de metade dos habitantes de Leyton tem menos de 30 anos, de acordo com os últimos censos.

Os acessos rápidos, via underground (metro), overground (comboio), carro ou autocarro (pela movimentada A12), também têm contribuído para atrair mais gente para Leyton. A linha de metro que passa pelo subsolo (Central Line) tem ligação direta com Oxford Circus, Liverpool Street ou Notting Hill. Em pouco mais de trinta minutos qualquer um pode ir ver o Big Ben. Mas há também atrações turísticas em Leyton.

O Mercado de Spitalfieds é um dos mais importantes da área da horticultura, frutos exóticos e vegetais. E não faltam pubs de renome, como o King William IV, situado na High Road, ou o mais recente Leyton Technical pub.

A falta de espaços verdes é ainda um dos argumentos de peso contra Leyton e arredores. Apesar do esforço feito em 2012, para tornar toda a zona mais aprazível para os Jogos Olímpicos, o contraste – neste campeonato dos parques, lagos e outras zonas de lazer – com o centro da cidade não podia ser maior.

Ao caminhar pelas ruas principais e secundárias há uma sucessão, que chega a ser por vezes monótona, de casas e prédios, sem grande preocupação estética. Leyton não é assim tão diferente de Stratford, que por sua vez tem semelhanças gritantes com Walthamstow (todas elas zonas vizinhas do nordeste).

A mística que a cidade de Londres transmite a milhões de visitantes dificilmente passará por estas zonas, embora possa haver quem encontre por aqui alguns encantos escondidos. Os maiores estão mesmo à vista: o sobe e desce de pessoas provenientes de todos os continentes que tentam a sorte numa das mais importantes metrópoles do mundo.

Expresso

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

A tragédia dos hospitais Sírios

As lutas que estão a ocorrer entre os rebeldes Sírios colocou em xeque a segurança dum hospital na cidade nortenha de Aleppo, forçando os médicos a esconder os pacientes à medida que os confrontos entre os islamitas e o "Free Syrian Army" aumentavam.

Uma fonte local, que pediu anonimato por medo de represálias, disse que, "Os médicos fazem o seu trabalho de uma forma neutra, cuidando dos feridos de ambos os lados."

À medida que os médicos tratam os feridos, os combatentes do FSA e do grupo ligado à al-Qaeda "Islamic State of Iraq and Syria", ou ISIS, lutam no exterior do hospital e planeiam atacar-se mutuamente no interior. Os confrontos chegam depois do FSA ter dado um ultimato de 24 horas ao ISIS para se render e abandonar o país, e depois de ter prendido 200 membros ligados ao grupo com conexões com a al-Qaeda. O porta-voz do FSA, Loauy Mokdad, disse o seguinte à CNN:

Repetimos que não queremos combatentes estrangeiros na Síria. Não queremos grupos terroristas na Síria, e nós não deixaremos que eles façam bases na Síria.

Durante alguns meses, os grupos mantiveram uma aliança nervosa à medida que lutavam para derrubar o governo do Presidente Bashar al-Assad. Mas agora, as lutas entre ambos os grupos ameaça alterar o equilíbrio entre as forças rebeldes em favor dos grupos militantes e para longe dos grupos mais seculares.

O FSA acusou o ISIS de matar oficiais do FSA e de cometer crimes contra civis. Mokdad afirma:

Depois de seis meses a tentar raptar a nossa revolução e depois de terem controlado algumas zonas libertadas e depois de terem começado a forçar o nosso povo a agir como se estivessemos num estado islâmico, lançamos o aviso de que isso é algo inaceitável para nós.

O ISIS emitiu o seu próprio ultimato no Sábado, dando 24 horas aos membros do FSA para libertar os prisioneiros, ou então eles irão abandonar os seus pontos de comando comuns em Aleppo.

Entretanto, segundo uma fonte, o tempo está a escoar-se para os hospitais de áreas afligidas pela violência, onde o combustível necessário para os geradores e para as ambulâncias está escasso, e pode acabar no espaço de dias. A mesma fonte acrescenta que os médicos enfrentam perigos por todos os lados, e que as forças governamentais estão a ganhar vantagem em três lados da cidade.

A equipa médica em Aleppo será vitimizada pelo ISIS se este grupo vier a saber que o hospital está a tratar pacientes do FSA, e pelo FSA se eles souberem que os feridos do ISIS estão a receber ajuda médica, e pelos ataques aéreos do regime se eles souberem que a equipa médica trata membros de ambos os grupos.

Fonte

Militantes Sunitas capturam cidade de Fallujah

Depois de confrontos com a duração de 3 dias, militantes ligados à al-Qaeda capturaram a cidade ocidental de Fallujah, colocando a sua bandeira nos edifícios governamentais. Hadi Razeij, líder das forças policiais da província de Anbar, afirmou que a polícia abandonou por completo a zona central da cidade e posicionou-se na periferia da povoação.Falando para a al-Arabiya, ele afirmou:

As paredes da cidade estão nas mãos das forças polícias, mas os habitantes de Fallujah são prisioneiros do ISIL.

Fallujah, juntamente com Ramadi, a capital provincial, era a fortaleza dos insurgentes Sunitas durante a guerra contra o Iraque liderada pelos EUA. Os militantes ligados à al-Qaeda tomaram conta da maior parte de ambas as cidades e têm estado a resistir às investidas governamentais desde então.

O "U.S. State Department" expressou as suas preocupações numa declaração, afirmando que, como forma de "derrotar o nosso inimigo comum", continuariam a trabalhar com as autoridades iraquianas e com as tribos locais contra o grupo ISIL. A porta-voz Marie Harf disse ainda:

Estamos também em contacto com os líderes tribais da província de Anbar, que têm revelado enorme coragem à  medida que lutam como forma de expulsar estes terroristas das suas cidades.

O "The Washington Post" reportou que pelo menos 8 pessoas foram mortas e outras dezenas foram feridas na Sexta-Feira à noite à medida que o exército iraquiano tentava voltar a ter o controle da cidade. O exército havia recebido ajuda por parte das tribos de Ramadi (fortaleza Sunita).

Tribos com expressão relevante voltaram-se contra a al-Qaeda antes da retirada Americana no final de 2011, mas também não apoiam o governo iraquiano liderado por Xiitas, o que cria um estranha aliança na guerra contra os militantes. O número total de mortes resultantes da violência que começou há pouco tempo ainda não se sabe ainda.

Na Sexta-Feira, atiradores da al-Qaeda buscaram formas de conquistar os corações da população de Fallujah, o que levou a que o comandante dos militantes aparecesse perante os adoradores duranta as rezas de Sexta-Feira na estrada principal, proclamando que os combatentes estavam ali para defender os Sunitas dos ataques do governo. Usando um carro policial roubado à polícia, os militantes gritaram:

Somos vossos irmãos no Estado Islâmico do Iraque e do Levante [ed: "Islamic State in Iraq and Levant" = ISIL] e estamos aqui para vos proteger do governo.

A conquista de Fallujah e de Ramadi (outra fortaleza Sunita) por parte do ramo iraquiano da al-Qaeda é um revés para o governo Xiita do primeiro ministro al-Malik. O seu governo tem batalhado para conter o descontentamento entre a minoria Sunita causado pelo domínio político Xiita, que causou um aumento da violência durante o ano passado.

A província de Anbar, uma área deserta ne fronteira entre a Síria a Jordânia, tem practicamente uma população exclusivamente Sunita. A área serviu de palco para a insurgência Sunita que se levantou contra as tropas americanas e contra o governo Iraquiano depois da invasão de 2003 que derrubou Saddam Hussein.

A insurgência actual foi alimentada pela raiva causada pelo transferência de poder da sua comunidade, durante o tempo de Saddam, para os cada vez mais poderosos Xiitas. Foi por essa altura que a al-Qaeda estabeleceu um ramo dentro do país.

Há alguns dias atrás as autoridades prenderam um político Sunita de renome e confrontam uma manifestação Sunita em Ramadi que já durava há alguns meses. Isto gerou raiva entre os Sunitas. 

Como forma de acalmar as tensões, Al-Maliki retirou os militares das cidades de Anbar como forma de transferir os deveres de segurança para a polícia local - visto que os Sunitas haviam exigido isto mesmo uma vez que olhavam para os militares como instrumentos do poder de Al-Maliki. Foi aí que a al-Qaeda atacou Fallujah e Ramadi, devastando a delegacia da polícia e libertando os prisioneiros.

Fonte

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

“Jihad Jane” condenada a 10 anos de prisão

Uma mulher norte-americana conhecida como “Jihad Jane” foi condenada a dez anos de prisão pela participação numa tentativa falhada da Al-Qaida para matar um artista sueco.

Colleen LaRose, de 50 anos, tinha-se convertido ao Islão pela internet. 

Durante o processo, confessou ter seguido ordens de alegados operativos da rede terrorista, tendo viajado para a Europa em 2009 com o objetivo de participar numa conspiração para matar a tiro Lars Vilks.

A Al-Qaida tinha posto a cabeça do artista sueco a prémio depois deste ter feito uma representação de Maomé com o corpo de um cão.

Fonte 

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Muçulmanos matam dois jornalistas franceses


Ministro dos Negócios Estrangeiros Francês reportou que os radio-jornalistas Ghislaine Dupont e Claude Verlon foram encontrados mortos no norte do Mali. Os dois repórteres da "Radio France International" foram raptados no Sábado de manhã depois de terem feito uma entrevista a um rebelde Tuareg perto da povoação nortenha de Kidal, afirmou um governador local segundo a rede-irmã da RFI (a France Info).

Verlon e Dupont "foram raptados por 4 homens para dentro dum Toyota," afirmou o governador de Kidal Adama Kamissoko enquanto se encontrava em Bamako.

Kidal era um dos pontos fortes da revolta dos militantes islâmicos Tuareg que ocorreu no ano passado e que mergulhou o Mali no caos depois dum golpe de estado dos militares. Depois do golpe de estado, os rebeldes do Tuareg, com ligações à al Qaeda, ocuparam o parte norte do país.

No princípio deste ano, e como parte da intervenção francesa para expulsar os islamistas do Mali, os militares franceses apoderaram-se da área ao redor de Kidal, a última povoação de dimensões consideráveis que ainda se encontrava sob o controlo dos rebeldes no norte do Mali.

A RFI reportou que os dois repórteres foram raptados em frente à casa dum dos membros dos rebeldes de Tuareg pertencente ao grupo "Grupo Nacional de Libertação de Azawad". Segundo o seu condutor, pôde-se ouvir os dois jornalistas resistir ao rapto antes de serem forçados pelos homens armados a deitarem-se no chão.

O presidente francês Francois Hollande condenou as mortes, qualificando-as de "desprezíveis".

O rapto e as mortes chegam na mesma semana em que 4 reféns franceses há muito retidos foram libertos. Eles haviam sido raptados pela al-Qaeda no Magreb Islâmico, no Níger, e encontravam-se presos desde 2010.

(Fonte)

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Mais mortes que, obviamente, em nada estão relacionadas com o islão, apesar dos grupos que as levam a cabo serem bem explícitos em associar os seus actos aos ensinamentos islâmicos.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

O jihadista americano

Um adolescente da Florida acusado de viajar para o Médio Oriente para treinar com terroristas muçulmanos depara-se agora com acusações por parte do governo federal.

O Gabinete do procurador dos EUA em Tampa anunciou recentemente que Shelton Thomas Bell, de  19 anos e proveniente de Jacksonville, foi acusado de conspirar e tentar disponibilizar material para apoiar os terroristas. Ele depara-se agora com a perspectiva de passar 15 anos na prisão por cada uma das acusações.

Segundo a acusação, Bell havia planeado viajar para a Península Árabe e juntar-se ao grupo terrorista Ansar Al-Sharia, que nada mais é que um grupo pertencente à Al Qaeda local.  

Este grupo assumiu a responsabilidade por múltiplos ataques às forças Yemenitas, incluíndo um ataque suicida durante uma parada em Maio de 2012, que matou mais de 100 soldados Yeminitas.

O grupo assumiu também o crédito por uma série de ataques armados durante o mês de Março de 2012, que matou mais de 100 pessoas, incluindo soldados Yemenitas.

Os investigadores reportaram que entre Maio e Setembro de 2012, Bell e outros levaram a cabo treino físico, bélico e outro tipo de treino como forma de se prepararem para um conflito armado no Médio Oriente. Bell foi também acusado de solicitar outros, includindo jovens, para viajar com ele e obter treino em outros países.

Segundo os registos legais, Bell fez gravações de vídeos e de áudio com o propósito de distribuí-los mal chegasse ao Médio Oriente. As autoridades federais  disseram também que o propósito era o de solicitar e recrutar outros para participarem na jihad violenta. 

A Setembro de 2012 Bell e outro jovem viajaram até o Jordão e Amã e entraram em contacto com alguém que os investigadores alegam ser uma pessoa capaz de os ajudar a viajar para o Yémen como forma de participar na jihad violenta.

Fonte

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A expressão "jihad violenta" é redundante uma vez que, para o maometano, a jihad é sempre uma iniciativa que envolve algum tipo de violencia sancionada por Alá, o deus árabe. Sim, etimologicamente a palavra jihad pode significar "luta" ou "resistência" mas muitas vezes o signficado duma palavra é-nos dado pelo entendimento que ela tem junto das pessoas que a usam.

Outra coisa que convém notar é como a violência é algo que faz parte da religião maometana. Como sempre é dito aqui, o problema do terrorismo islâmico não são os árabes, os paquistaneses ou os sudaneses ; o problema do terrorismo islâmico centra-se naquilo que o islão ensina (e não na etnia das pessoas que seguem o que Maomé ensinou).
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sábado, 2 de março de 2013

Os 10 Mais Procurados

A Al-Qaeda publicou um poster Wanted: Dead or Alive listando várias pessoas por "crimes contra o islão."

Segundo o poster, os maometanos têm a obrigação de "defender o islão" assassinando Ayaan Hirsi Ali (que ajudou a realizar o filme "Submission"), Terry Jones (queimador do Alcorão), Molly Norris ("Everybody Draw Muhammad Day") e muitos outros.

Uma frase do poster diz "A Bullet a Day Keeps the Infidel Away." ["Uma Bala Por Dia Mantém o Infiél Longe"]

Aparentemente, a Al Qaeda não sabe que o islão é uma religião pacífica que apregoa a tolerância e rebuçados a cair do céu.

Esperamos ansiosamente que os grupos ligados ao activismo islâmico entrem em acção e condenem este gesto da Al Qaeda.

Vai ser uma longa espera.

......

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Grupo ligado à al-Qaeda ganha forças na Síria

O único grupo rebelde sírio com o selo de aprovação da Al Qaeda tornou-se numa das mais eficazes forças de combate na luta contra o regime de Assad, colocando Obama e a sua administração numa posição difícil, numa altura em que eles querem apoiar rebeldes desligados de grupos extremistas islâmicos.

O dinheiro corre em direcção ao grupo ("Nursa Front") proveniente de doadores com visão política igual à sua. 

Os seus militantes, uma pequena minoria entre os rebeldes, têm a coragem e o engenho de penetrar as posições fortificadas e liderar outros batalhões à captura de bases militares e campos de petrõleo. À medida que eles vão sendo bem sucedidos, eles vêem outras pessoas a juntarem-se a eles no combate a Assad.

O grupo é uma ramificação directa da Al Qaeda no Iraque. Oficiais iraquianos e antigos insurgentes iraquianos confirmam isto. Um veterano da Al Qaeda no Iraque, que afirma ter ajudado os esforços da Nursa Front na Síria, diz:
Este é só uma forma de devolver o favor aos nossos irmãos Sírios que lutaram connosco no Iraque.
Obama e a sua administração, sentido que o tempo de Assad está a chegar ao fim, espera isolar o grupo como forma de prevenir que eles tomem o poder, ou continuem com a guerra depois da queda de Assad (como forma de implantar um estado islâmico.

Atentado levado a cabo por membros do grupo "Nursa Front"

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Os árabes têm escolhas difíceis a fazer: dum lado têm ditaduras ao estilo de Assad e seu pai, e do outro, ditaduras islâmicas. Esta "escolha" é tão apelativa como a "escolha" polaca entre invasão nacional socialista ou invasão comunista.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Quem realmente controla a "Primavera Árabe"

Apareceu recentemente em sites árabes um video demonstrando a verdadeira natureza da insurgência Síria contra o regime de Assad - isto é, que os elementos dominantes da mesma não são só islamitas mas também de natureza terrorista. 

Para além disso, e como aconteceu em paises como a Líbia, muitos estrangeiros - incluindo terroristas afiliados à al-Qaeda - encontram-se na Síria, misturando-se com o resto das forças de oposição. 

Os mesmos elementos reveladores que emergiram por todo o lado - incluindo no Egipto durante o ataque à embaixada americana - encontram-se presentes no vídeo: a bandeira preta do islão, muçulmanos  com a aparência de Salafis, slogans jihadistas e louvor pelos terroristas e pelo terrorismo.

Dois homens encontram-se num edifício que parece ter sido esvaziado devido à violência; eles usam um microfone para cantar ao mesmo tempo que as pessoas se congregam nas ruas para cantarem juntas. Eles gritam palavras de louvor - especialmente quando o nome "Bin Laden" é cantado - e gritam "Alá é o maior!".

Eis aqui algumas palavras ditas pelos homens num sotaque árabe não-sírio (provavelmente sotaque saudita):
Chamaram-me terrorista, e eu disse "isso será a minha honra," este é um apelo divino . . . . derrotamos a América . . . o Trade (Center) tornou-se num amontoado de pedragulhos . . . Saudações por parte dos Talibãs e do seu líder mullah Omar . . . A vitória e nosssa, vencer é connosco, e Alá, com todo o seu poder, encontra-se do nosso lado. Os infiéis juntaram-se para nos derrotar mas não serão bem sucedidos.




Fonte

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Portanto, os maometanos estão em guerra uns com os outros, mas os seus cânticos são dirigidos aos americanos. Faz "sentido".

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Iémen: Exército matou «número 2» da Al-Qaeda na Península Arábica



O ministério da Defesa do Iémen anunciou esta segunda-feira no seu site oficial que o exército matou na passada Quarta-Feira Said al-Shehri, considerado o «número 2» da Al-Qaeda na Península Arábica.

O terrorista foi abatido a par com outros seis militantes, resultado de uma operação na província de Hadramout (Leste do Iémen), segundo informou o ministério.

Recorde-se que Shehri, prisioneiro número 372 em Guantánamo, foi libertado em 2007 para Arábia Saudita, no enquadramento de um programa de reabilitação de militantes islamistas.

Fonte

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Iraque: Ataques matam 33 pessoas no país

Pelo menos 33 pessoas, incluindo 20 elementos de forças de segurança, foram hoje mortas no Iraque em ataques dirigidos a soldados, à polícia e a milícias anti Al-Qaida, informaram as autoridades.

Nove pessoas foram mortas e pelo menos outras 32 ficaram feridas na explosão de um carro armadilhado na área de Husseiniyah, no norte de Bagdad, afirmaram fontes médicas.

Homens armados mataram sete soldados e feriram outros 11 em três ataques distintos no sul da capital iraquiana, de acordo com as forças de segurança, médicos da zona e com Abed Ahmed, autarca de Tuz Khurmatu, onde ocorreu um dos ataques.

Diário Digital / Lusa

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Se eles não conseguem viver em paz entre eles, será realista esperar que eles consigam viver em paz com o resto do mundo?

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Toulouse volta a ser notícia.

Homem que alega ser militante da al-Qaida tomou 4 reféns num banco de Toulouse, cidade do sul de França, e quer negociar com força policial de elite.

W460

Mais tarde, o militante libertou um dos reféns. Uma mulher foi liberta e conversações foram mantidas como forma de garantir a libertação dos outros 3 reféns.

O homem entrou no banco cerca das 9 da manhã, disparou pelo menos um tiro e exige falar com a polícia RAID, a mesma que matou o terrorista muçulmano Mohamed Merah em Março último.

Fonte

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quarta-feira, 9 de maio de 2012

EUA: Bombista-suicida era agente da CIA disfarçado

O presumível bombista-suicida que iria realizar um atentado da al-Qaeda num avião comercial com destino aos EUA era, afinal, alguém que trabalhava para os serviços de informação norte-americanos e sauditas.

De acordo com a agência noticiosa AP, a CIA soube em Abril que o ramo iemenita da al-Qaeda planeava realizar um grande ataque, com recurso a um novo aparelho explosivo, quase indetectável, colocado a bordo de um voo para os Estados Unidos.

Mas o homem que os terroristas contavam utilizar na operação trabalhava para a Arábia Saudita e os EUA, disseram, sob anonimato, responsáveis iemenitas e norte-americanos à agência noticiosa na terça-feira.

Este foi o último erro da al-Qaeda, que tem estado perto de conseguir detonar uma bomba dentro de um avião. Para os EUA foi uma vitória, que se traduziu inclusive na posse da bomba.

O FBI está a analisar o explosivo e peritos adiantam que este é uma versão melhorada do que falhou a explosão no avião sobre Detroit no Natal de 2009.

Os procedimentos de segurança nos aeroportos norte-americanos permaneceram os mesmos na terça-feira, sinal que os EUA acreditam nos seus sistemas de segurança e entendem que os passageiros não podem suportar mais constrangimentos.

Enquanto os controlos nos aeroportos dos EUA significam a passagem do passageiro por diversas revistas corporais, feitas à mão e com recurso a 'scanners', nos outros países o procedimento pode diferir.

Os EUA não podem forçar os outros países a adoptarem este tipo de medidas, que se tornaram comuns nos aeroportos norte-americanos na última década.

Fonte

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Breivik estudou grupos terroristas Cristãos para se preparar para os ataques

Correcção: "Breivik estudou ataques da al-Qaida para se preparar para os ataques"


O extremista Anders Behring Breivik afirmou hoje em tribunal que se preparou para os ataques de Oslo analisando ao pormenor atentados da al-Qaida e de outros grupos e lendo mais de 600 manuais para fabrico de bombas.

O autor confesso dos ataques de Julho de 2011 em Oslo afirmou, na quinta audiência do seu julgamento, ter estudado em particular os atentados à bomba de 1993 contra o World Trade Center, em Nova Iorque, e de 1995 em Oklahoma, perpetrado por Timothy McVeigh.

Referindo-se à Al-Qaida, Breivik afirmou: “Estudei cada um dos ataques, o que fizeram mal e o que fizeram bem”.

Para o extremista, a rede terrorista é “o mais bem sucedido movimento revolucionário do mundo” e devia servir de inspiração aos militantes de extrema-direita, apesar de os seus objectivos serem diferentes. “Queremos criar uma versão europeia da al-Qaida”, disse.

A avaliação da sanidade mental de Breivik, da qual vai depender a sua condenação à prisão ou a internamento psiquiátrico, voltou hoje a ocupar boa parte da audiência.

Eu não sou um caso psiquiátrico e sou criminalmente responsável”, respondeu Breivik quando questionado sobre a sua aparente falta de empatia com uma advogada das partes civis no processo.

Sou, normalmente, uma pessoa muito simpática”, disse, acrescentando ter tido de suprimir as suas emoções, nomeadamente através da prática de meditação e do isolamento, para se preparar para os ataques.

Observado por especialistas psiquiátricos que, na sala de audiências, estão sentados à sua frente, Breivik explicou também que tem utilizado uma “linguagem técnica” para explicar os ataques para “se distanciar” dos seus actos e poder testemunhar melhor.

Se tivesse utilizado uma linguagem mais normal, penso que não me conseguiria explicar”, disse.

Breivik está a ser julgado pelo assassínio a tiro de 69 pessoas que participavam num acampamento da juventude do Partido Trabalhista na ilha de Utoeya e pelo ataque à bomba junto à sede do governo no centro de Oslo que fez oito vítimas mortais.

Afirmando-se em guerra contra “as elites” que permitem a “islamização da Europa”, Breivik admite os factos mas recusa dar-se como culpado.

São actos horríveis, actos bárbaros. Nem consigo imaginar como é que as outras pessoas os vivem”, disse. Mas, prosseguiu, decidiu cometer uma “operação suicida” – pensava que seria morto durante os ataques – depois de esgotar “todas as vias pacíficas” para promover a sua causa nacionalista, nomeadamente devido “à censura” dos ‘media’.

Para ser capaz de cometer o tiroteio, o extremista, de 33 anos, disse ter recorrido a um “mecanismo de defesa” para “desumanizar” as suas vítimas, treinando-se mentalmente durante vários anos.

É preciso desumanizar o inimigo (…) Se não o tivesse feito, não teria conseguido”, disse.

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Desumanizar os seres humanos que se quer matar é muito comum na esquerda militante. Hitler fê-lo com os judeus e as feministas seguem o exemplo com o bebé que se encontra no útero.

Outra coisa que convém notar é a semelhança operacional E REVOLUCIONARIA entre Breivik, os terroristas muçulmanos e a esquerda militante.

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