MITOS ISLÂMICOS

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terça-feira, 25 de novembro de 2014

Este país está a expulsar os muçulmanos e o crime está a diminuir

Existe um país que finalmente aprendeu que o fluxo de imigrantes maometanos gera problemas. Não só problemas, mas também crimes horríveis. Juntamente com a introdução do islão nos países Europeus, ocorre um aumento drástico de violações, abuso sexual de menores, assassinatos, violência e protestos - tudo isto actos perfeitamente de acordo com o Alcorão e as hadiths.

Os jihadistas, colectivamente conhecidos como mujahideen, criam grupos terroristas e patrulham as estradas e as zonas tidas por eles como "zonas islâmicas", como forma de fazer cumprir a lei islâmica com o nome de Sharia.

Os Noruegueses sofreram os horrores da integração islâmica, e em vez de apaziguarem os maometanos, temendo serem chamados de politicamente incorrectos, eles agiram. Segundo o The Local, começando no ano passado, um número recorde de imigrantes - nomeadamente muçulmanos - foi deportado da Noruega. Com a deportação dos muçulmanos, e para grande alegria das forças policiais, veio uma redução dramática no crime.

Cerca de 5,198 cidadãos estrangeiros foram expulsos da Noruega durante o ano de 2013. Frode Forfrand, chefe do Directorate of Immigration (UDI), disse o seguinte ao NRK:

É o número mais elevado que alguma vez tivemos. Somos de opinião de que um dos motivos por trás do aumento é o facto da polícia se ter tornado mais ciente do uso da deportação como arma de combate ao crime. Os cidadãos Nigerianos encabeçam a lista daqueles que foram expulsos por cometerem crimes, com 232 cidadãos expulsos como castigo em 2013, seguidos dos Afegãos com 136 cidadãos expulsos, e os Marroquinos, com 76 cidadãos expulsos como castigo.

Por outro lado, os Afegãos encabeçam a lista daqueles expulsos por violarem o Immigration Act, com 380 pessoas expulsas por esse motivo, seguidos dos cidadãos Iraquianos, com 234 pessoas expulsas pelo mesmo motivo.

Saudamos a Noruega por se recusar a ser envergonhada pelos esquerdistas e forçada a manter criminosos no seu país. Talvez os Estados Unidos sejam igualmente corajosos para fazer o mesmo.


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Os esquerdiotas profissionais muito provavelmente avançarão com a frase "correlação não significa causalidade", mas os dados apurados (aquilo que as pessoas normais chamam de "realidade") claramente demonstram que, neste caso, a correlação tem fortes ligações com a causalidade. Dito doutra forma, até prova em contrário, pode-se afirmar que o que está a causar a diminuição da criminalidade é precisamente a deportação dos membros do grupo ideológico mais susceptível de cometer acções criminosas.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Colonialismo gastronómico na Noruega

Ministra da Agricultura da Noruega apelou às prisões, aos hospitais e às creches que servissem mais carne de porco, alegando que essa carne está a ser retirada do menu como forma de evitar ofender os maometanos. Sylvi Listhaug, que pertence ao partido de direita Partido do Progresso, afirmou:
Não podemos parar de servir carne de porco só porque os muçulmanos se mudaram para aqui. 
As pessoas responsáveis pela comida nas instituições públicas devem colocar o porco no menu, e garantirem que aqueles que não comem carne de porco possam comer outra coisa qualquer.
Bjorn-Ole Juul-Hansen, Director-Gestor da associação da indústria da carne, afirmou à NRK que as instituições públicas no país estão a servir menos carne de porco, embora não tenha disponibilizado qualquer tipo de estatística para sustentar a sua alegação. 
Os nossos membros sentem que muitas instituições públicas, creches e departamentos alimentares municipais normalmente escolhem retirar o porco da lista segundo o interesse duma pequena minoria.
Willy Haugen, que controla a restauração dentro da prisão de Oslo, disse que ele só pontualmente serve carne de porco.
Existem motivos prácticos por trás de redução da presença do porco nos menus. 
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Esses "motivos prácticos" têm nomes: "servidão", "colonialismo" e "dhimitude". Os Noruegueses estão a ver a sua cultura a ser pervertida mas, com algumas excepções, não parecem muito preocupados com isso. Esses podem ser os sinais óbvios do fim duma cultura e a sua substituição por outra dominante (islamismo).

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

A deportação como forma de reduzir o crime

Numero recorde de cidadãos estrangeiros foi deportado da Noruega durante o ano passado, depois da polícia local ter dado inicio ao uso da deportação como forma de combater o crime.

Cerca de 5,198 cidadãos estrangeiros foram expulsos em 2013, um aumento de 31% em relação ao ano anterior, quando 3,958 foram deportados. Frode Forfang (Directorato da Imigração) disse o seguinte ao NRK:
Somos de opinião que um dos motivos para o aumento é a forma como a policia se tornou consciente de que as deportação era uma forma de combater o crime.
Os cidadãos nigerianos estão no topo da lista daqueles expulsos por cometerem crimes, com 232 cidadãos expulsos como castigo em 2013, seguidos dos cidadãos afegãos, com 136 expulsos, e seguidos por 76 marroquinos expulsos.

Os cidadãos afegãos lideram a lista daqueles expulsos por violarem o "Immigration Act", com 380 expulsos por esta razão, seguidos dos cidadãos iraquianos, com 234 expulsos por esta razão.

Khaled Ahmed Taleb arrisca-se a ser deportado


Fonte

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

O uso da cruz como motivo para ver o emprego em risco

Pode uma corrente com uma cruz ser um motivo para se perder o emprego? Aparentemente, sim, se se vive na Noruega e se se trabalha para a NRK, uma companhia estatal de TV e rádio. Siv Kristin Saellmann - uma pivô bastante popular na Noruega - foi suspensa das suas funções por aparecer no ar usando uma cruz (1,4 centimetros) à volta do seu pescoço.


Alguns telespectadores - maioritariamente membros da comunidade maometana local - protestaram contra isto, alegando que "um colar com uma cruz é um insulto para o islão", e que "este símbolo não garante a imparcialidade do canal de televisão". A jornalista, uma das mais conhecidas e mais populares na televisão pública Noruega, foi suspensa e proibida de apresentar os seus programas "antes que isso se torna um ponto de discórdia de fomentador de crimes".

Como o jornal La Republica nota, este caso é semelhante ao caso de Nadia Eweida, uma funcionária Cristã da British Airways que, depois ed 7 anos, venceu a batalha legal. O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos ["European Court of Human Rights" - ECHR] reconheceu que ela havia sido vítima de discriminação.

Em Janeiro de 2013 o ECHR aprovou um julgamento dos casos que envolviam 4 Cristãos da Grã-Bretanha. Estes casos envolviam a violação do artigo 9 da "European Convention for Protection of Human Rights", segundo a qual, todas as pessoas têm o direito e expressar livremente a sua opinião, de ter liberdade de consciência e de religião. O tribunal satisfez a alegação da antiga funcionária da British Airways, Nadia Eweida, que havia sido removida do seu emprego por usar uma cruz, e forçou a British Airways a pagá-la 32,000 euros como compensação. 

Mas três outras alegações foram rejeitadas. O tribunal determinou que o "NHS Trust Hospital" de Devon e Exeter tinha razão do seu lado quando exigiu que a enfermeira Shirley Chaplin removesse a sua cruz visto que ela "representava um risco para a segurança e para a higiene". A enfermeira afirmou que ela havia perdido o emprego depois de se ter recusado a remover a cruz.

O ECHR também não concordou com as alegações de Gary McFarlane e Lillian Ladele. Gary McFarlane, um Cristão e um terapêuta de Bristol, recusou-se a aconselhar duplas homossexuais em torno das suas relações sexuais. Ele foi despedido por isso. Lillian Ladele, uma administrativa que trabalhava para o bairro londrino de Islington foi sujeita a castigo disciplinar por se recusar a registar uniões homoeróticas.


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Seria interessante saber se os muçulmanos estariam interessados a esconder os seus símbolos religiosos nos seus próprios países se os Cristãos os qualificassem de "insultuosos".

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

A vitória do islão sobre a Noruega


O artigo de baixo fala do nível apocalíptico da violência culturalmente enriquecedora de Grønland, distrito da cidade de Oslo.

Grønland encontra-se a apenas duas paragens de metro do Parlamento, e a uma paragem da Estação Central - razoavelmente perto das instalações que foram bombardeadas por Breivik. Esta povoação parece Karachi, Basra e Mogadishu unidas numa só. As pessoas abertamente vendem drogas perto da estação de metro de Grønland.

Este sítio já não faz parte da Noruega e nem da Europa, excepto quando há dinheiro da assistência social a recolher. De modo geral, as forças policiais já desistiram. Em 2010 o Aftenposten reportou que existem patrulhas-Sharia por essa área, e os homossexuais são agredidos e expulsos.

A imigrante Fatima Tetouani diz que ‘Grønland é mais muçulmana que Morrocos.’

Os leitores têm que levar em conta que o jornal Aftenposten, que é o maior da Noruega, é normalmente muito pró-islâmico e muito Multicultural.

351ª vítima de roubo.

Sturla Nøstvik (36 anos) não suspeitava do perigo que corria quando a sua testa foi violentamente atingida pelo cano duma arma. Isso foi o princípio de 15 minutos de inferno como refém dos assaltantes.

Em Oslo as mulheres estão a ser violadas e os homens são cada vez mais assaltados. Só nos últimos 10 anos mais de 4,000 pessoas foram assaltadas na baixa da cidade e na área junto da estação policial de Grønland [um guetto imigrante]. A maior parte deles são homens jovens.

Sturla Nøstvik é a vítima número 351 de Grønland só no último ano - o mesmo período durante o qual 50 violações foram reportadas em Oslo. Os assaltantes usam o medo, a violência e as ameaças para deixar uma marca nas vítimas. O superintendente policial Inge Sundeng (Grønland) descreve estas pessoas como "as vítimas esquecidas".

Os polícias visitaram Sturla Nøstvik na ala de emergência depois do assalto, e disseram-lhe que o gangue de ladrões havia cometido muitos roubos semelhantes em Grünerløkka e nas áreas circundantes, só nas três semanas precedentes. Para além disso, os policiais disseram-lhe que todos têm o direito de se sentirem seguros mas que eles [os policias] não tinham forma de parar com os assaltos. "Perdemos a cidade," disseram eles...

Fonte

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Existem formas bem "fáceis" de reduzir a criminalidade na Noruega:
1. Armar os cidadãos
2. Penas pesadas para os ladrões
3. Expulsar do país os imigrantes e os filhos de imigrantes que repetidamente comentam crimes.

Infelizmente para os Noruegueses, o seu país é controlado por uma elite que vê com bons olhos o aumento da população maometana, e como tal, a menos que os Noruegueses se revoltem de modo firme e decidido, as coisas vão continuar a piorar.
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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

O caçador

 
Ubaydullah Hussain (27), escrevendo para o grupo do Facebook ‘Prophet Ummah, diz o seguinte:

Eu dou-lhes ‘protecção’, eu, inshAllah. Mal obtenha a minha licença de caça e arranje uma AK47, adivinhem?!  Estes porcos pertencem a uma potência invasora. Para além disso, eles ocuparam a nossa mesquita Al-Aqsa.

Ele faz menção duma notícia da AP onde se lê que os Judeus noruegueses não têm protecção policial.

Fontes próximas de Hussain confirmaram a algumas agências noticiosas que ele quer "provocar" de modo deliberado a sociedade Norueguesa e que as declarações feitas online devem ser vistas nesses contexto.

Vários amigos seus foram já para a Síria para participar no conflito que se está a desenrolar por lá.

Hussein escreve:
Ó Alá, faz com que os sujos judeus saiam da mesquita e dá-nos oportunidade de rezar salah na mesquita Al-Aqsa antes da nossa morte. Amiin!! Eles mataram os nossos profetas. Quem mata profetas??

Fonte

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Ainda bem a população islâmica na Europa está em nítido decréscimo senão o futuro do Velho Continente seria sombrio.

Entretanto, e num acto culturalmente insensível, a polícia norueguesa prendeu o homem que se comprometeu a matar Judeus.

 Será que a islamofobia nunca terá um fim?


sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Muçulmanos exigem uma zona exclusiva para si . . . em Oslo

“Não queremos viver lado a lado com bestas sujas como vocês…”

A agência noticiosa norueguesa VG Nett reportou que um grupo terrorista muçulmano, Ansar al-Sunna’, ameaçou levar a cabo ataques terroristas semelhantes aos levados a cabo a 11 de Setembro de 2001 se uma área da capital do país (Oslo) não for transformada numa nação islâmica, seguidora da Sharia.

A VG Nett declarou que a "Norwegian Police Security Service" (Politiets sikkerhetstjeneste - PST) já está familiarizada com muitos dos membros deste grupo terrorista particular.

Eis a notícia, tal como traduzida por Michael Laudahn,

Se os soldados noruegueses podem levar aviões para o Afeganistão, então Osama e Maomé podem também levar aviões até Osla, inshaAllah.

O governo tem que despertar e assumir as suas responsabilidades antes que a guerra se propague pela Noruega. Antes que a facção rival reaja. Antes que os muçulmanos levem a cabo as medidas necessárias.

Não confundam o silêncio muçulmano com fraqueza. Não tentem lucrar com a paciêmcia islâmica. Não nos forcem a fazer algo que pode ser evitado.

Isto não é uma ameaça, apenas palavras de verdade. As palavras de justiça. Um aviso de que as consequências podem ser fatais. Um aviso em torno dum 11 de Setembro em solo norueguês, ou um ataque em larga escala maior que aquele levado a cabo no dia 22 de Julho.

Isto é para o vosso bem e é do vosso interesse.

Não queremos fazer parte da sociedade norueguesa. Mas não achamos que seja necessário mudarmo-nos da Noruega uma vez que nascemos aqui e crescemos aqui. Para além disso. a terra de Alá pertence a todos. Mas deixem que Grønland se torne nossa. Fechem este quarteirão da cidade e deixem-nos controlá-la como achamos melhor.

Isto é o melhor para ambas as partes. Não queremos viver lado a lado com bestas sujas como vocês.

Fonte


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Não querem viver lado a lado com os noruegueses mas querem viver no país que eles - os noruegueses - criaram (próspero e rico). Para além disso, qualificam os locais de "bestas" e "sujos" (que é uma forma de discriminação racial) mas mesmo assim pedem que estas mesmas "bestas sujas" cortem parte da capital do seu país e a entreguem de mão beijada à jurisdição maometana.

Mas, obviamente, o problema não é o islão mas sim a "cultura". Nós é que ainda não estamos suficientemente sensíveis para entender a sua forma de pensar e de ver o mundo.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Breivik estudou grupos terroristas Cristãos para se preparar para os ataques

Correcção: "Breivik estudou ataques da al-Qaida para se preparar para os ataques"


O extremista Anders Behring Breivik afirmou hoje em tribunal que se preparou para os ataques de Oslo analisando ao pormenor atentados da al-Qaida e de outros grupos e lendo mais de 600 manuais para fabrico de bombas.

O autor confesso dos ataques de Julho de 2011 em Oslo afirmou, na quinta audiência do seu julgamento, ter estudado em particular os atentados à bomba de 1993 contra o World Trade Center, em Nova Iorque, e de 1995 em Oklahoma, perpetrado por Timothy McVeigh.

Referindo-se à Al-Qaida, Breivik afirmou: “Estudei cada um dos ataques, o que fizeram mal e o que fizeram bem”.

Para o extremista, a rede terrorista é “o mais bem sucedido movimento revolucionário do mundo” e devia servir de inspiração aos militantes de extrema-direita, apesar de os seus objectivos serem diferentes. “Queremos criar uma versão europeia da al-Qaida”, disse.

A avaliação da sanidade mental de Breivik, da qual vai depender a sua condenação à prisão ou a internamento psiquiátrico, voltou hoje a ocupar boa parte da audiência.

Eu não sou um caso psiquiátrico e sou criminalmente responsável”, respondeu Breivik quando questionado sobre a sua aparente falta de empatia com uma advogada das partes civis no processo.

Sou, normalmente, uma pessoa muito simpática”, disse, acrescentando ter tido de suprimir as suas emoções, nomeadamente através da prática de meditação e do isolamento, para se preparar para os ataques.

Observado por especialistas psiquiátricos que, na sala de audiências, estão sentados à sua frente, Breivik explicou também que tem utilizado uma “linguagem técnica” para explicar os ataques para “se distanciar” dos seus actos e poder testemunhar melhor.

Se tivesse utilizado uma linguagem mais normal, penso que não me conseguiria explicar”, disse.

Breivik está a ser julgado pelo assassínio a tiro de 69 pessoas que participavam num acampamento da juventude do Partido Trabalhista na ilha de Utoeya e pelo ataque à bomba junto à sede do governo no centro de Oslo que fez oito vítimas mortais.

Afirmando-se em guerra contra “as elites” que permitem a “islamização da Europa”, Breivik admite os factos mas recusa dar-se como culpado.

São actos horríveis, actos bárbaros. Nem consigo imaginar como é que as outras pessoas os vivem”, disse. Mas, prosseguiu, decidiu cometer uma “operação suicida” – pensava que seria morto durante os ataques – depois de esgotar “todas as vias pacíficas” para promover a sua causa nacionalista, nomeadamente devido “à censura” dos ‘media’.

Para ser capaz de cometer o tiroteio, o extremista, de 33 anos, disse ter recorrido a um “mecanismo de defesa” para “desumanizar” as suas vítimas, treinando-se mentalmente durante vários anos.

É preciso desumanizar o inimigo (…) Se não o tivesse feito, não teria conseguido”, disse.

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Desumanizar os seres humanos que se quer matar é muito comum na esquerda militante. Hitler fê-lo com os judeus e as feministas seguem o exemplo com o bebé que se encontra no útero.

Outra coisa que convém notar é a semelhança operacional E REVOLUCIONARIA entre Breivik, os terroristas muçulmanos e a esquerda militante.

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