MITOS ISLÂMICOS

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sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Muçulmanos exigem uma zona exclusiva para si . . . em Oslo

“Não queremos viver lado a lado com bestas sujas como vocês…”

A agência noticiosa norueguesa VG Nett reportou que um grupo terrorista muçulmano, Ansar al-Sunna’, ameaçou levar a cabo ataques terroristas semelhantes aos levados a cabo a 11 de Setembro de 2001 se uma área da capital do país (Oslo) não for transformada numa nação islâmica, seguidora da Sharia.

A VG Nett declarou que a "Norwegian Police Security Service" (Politiets sikkerhetstjeneste - PST) já está familiarizada com muitos dos membros deste grupo terrorista particular.

Eis a notícia, tal como traduzida por Michael Laudahn,

Se os soldados noruegueses podem levar aviões para o Afeganistão, então Osama e Maomé podem também levar aviões até Osla, inshaAllah.

O governo tem que despertar e assumir as suas responsabilidades antes que a guerra se propague pela Noruega. Antes que a facção rival reaja. Antes que os muçulmanos levem a cabo as medidas necessárias.

Não confundam o silêncio muçulmano com fraqueza. Não tentem lucrar com a paciêmcia islâmica. Não nos forcem a fazer algo que pode ser evitado.

Isto não é uma ameaça, apenas palavras de verdade. As palavras de justiça. Um aviso de que as consequências podem ser fatais. Um aviso em torno dum 11 de Setembro em solo norueguês, ou um ataque em larga escala maior que aquele levado a cabo no dia 22 de Julho.

Isto é para o vosso bem e é do vosso interesse.

Não queremos fazer parte da sociedade norueguesa. Mas não achamos que seja necessário mudarmo-nos da Noruega uma vez que nascemos aqui e crescemos aqui. Para além disso. a terra de Alá pertence a todos. Mas deixem que Grønland se torne nossa. Fechem este quarteirão da cidade e deixem-nos controlá-la como achamos melhor.

Isto é o melhor para ambas as partes. Não queremos viver lado a lado com bestas sujas como vocês.

Fonte


* * * * * * *

Não querem viver lado a lado com os noruegueses mas querem viver no país que eles - os noruegueses - criaram (próspero e rico). Para além disso, qualificam os locais de "bestas" e "sujos" (que é uma forma de discriminação racial) mas mesmo assim pedem que estas mesmas "bestas sujas" cortem parte da capital do seu país e a entreguem de mão beijada à jurisdição maometana.

Mas, obviamente, o problema não é o islão mas sim a "cultura". Nós é que ainda não estamos suficientemente sensíveis para entender a sua forma de pensar e de ver o mundo.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Austrália: exigências islâmicas não têm fim


Aparentemente não é suficientemente mau que os australianos estejam a ser colonizados por povos do 3ª mundo com ajuda do seu próprio governo. Parece que eles agora vão ser obrigados subsidiar a sua própria obliteração.

Mas por mais que se disponibilize dinheiro público para suportar os caprichos dos colonistas, eles vão sempre exigir mais.

Grupo islâmico australiano afirmou junto do Governo Federal que os novos imigrantes deveriam receber subsídios do Estado para visitar os parentes que moram em outros países.

O grupo islâmico "Islamic Women’s Welfare Association" afirma também que os muçulmanos preferem viver próximos do seu povo e como tal a Austrália deveria considerar a "facilitação da aquisição de casas por parte dos novos migrantes".

Esta perda deveria ser compensada pelo Governo duma forma ou doutra como forma de reter os migrantes no seu país adoptivo.
Porque carga de água é que um governo dum país civilizado haveria de querer reter imigrantes que apenas gostam de viver "próximos do seu povo"? Ora, porque não tendo qualquer tipo de história cultural ou compreensão das liberdades individuais, este grupo é mais facilmente controlável pelo governo esquerdista.

Para isso basta ir aos bolsos de quem trabalha, roubar-lhes o dinheiro e subsidiar os caprichos dos migrantes como forma de os "acomodar". Estes irão para sempre votar de acordo com os desejos de quem lhes atira dinheiro que não lhes pertence.

Usando o dinheiro público para instalar o islamismo.

domingo, 30 de outubro de 2011

Líder muçulmano a viver num país de maioria Católica pede que as festas Católicas sejam banidas



Imã Félix Herrero
Alegando ser uma ofensa a imagem do povo muçulmano espanhol, Imã Félix Herrero, o presidente da Federação Espanhola de Entidades Islâmicas, declarou que a tradicional festa "Moros y Cristianos" deve ser banida da Espanha.

Herro disse que "numa Espanha democrática, onde estão representadas várias confissões religiosas, estas celebrações de conquistas devem desaparecer". Ele lembrou que a festa foi criada para celebrar a vitória sobre os muçulmanos e tem tido como resultado actos "ofensivos" contra Maomé.

Portanto, "como qualquer outra manifestação de islamofobia, as comemorações devem ser eliminadas".

Veja-se a forma como este maometano identifica "celebrações de vitória de cariz Cristã" com "islamofobia". Para ele, qualquer evento que exiba uma derrota islâmica é, por definição, equivalente a um "medo irracional ou aversão" de muçulmanos.

As festas de Moros y Cristianos são celebradas principalmente na Andaluzia, Aragão e Valência, mas por toda Espanha encontra-se comemorações. A mesma é considerada uma das maiores festividades da tradição espanhola. O líder maometano quer acabar com isso.

Durante essas festas são simuladas batalhas que levaram os Reis Católicos a libertar a Espanha da opressão e ocupação Islâmica (chamada pelos muçulmanos de Al-Andalus).

Vejam algumas fotos:



quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Boko Haram avisa que vai continuar com a jihad (=terrorismo) até que a sharia seja adoptada


Nigéria - O grupo terrorista islâmico Boko Haram avisou que não irá parar com os seus ataques aos civis até que o país adopte a lei sharia. Abu Qaqa, porta-voz do grupo, declarou as exigências dos islamitas num email enviado aos jornalistas:
O país não terá paz até que haja uma implementação a 100% da lei sharia, tal como encapsulada no Alcorão, e até que sejam libertados todos os nossos membros detidos (bem como os membros em custódia das agências de segurança sem motivo algum).
Abu Qaqa reafirmou que o grupo está determinado em continuar com as suas actividades terroristas, alvejando o governo nigeriano, caso o governo federal se recuse a concordar com as suas exigências.

O mesmo homem afirmou ainda que eles nunca tiveram encontros com o Comité Presidencial da Segurança para discutir possíveis negociações com o governo federal, contrariamente ao que foi veiculado por alguns órgãos de informação.

Paralelamente, Abu Qaqa negou as alegações de que o grupo havia escolhido o sultão de Sokoto, Emir de Bauchi ou Abubakar Giro para os representar nas negociações.


Exigir é o que os adoradores do deus alá sabem fazer; conceder é que já é mais difícil.

Este tipo de notícias mostra-nos de forma clara que é impossível uma democracia ou uma república co-existir com o islão uma vez que 1) o islão tem o seu próprio código político e 2) os maometanos estão sempre a exigir mais do que aquilo que é possível dar num estado de direito.

É óbvio que os terroristas presos foram (na maioria) presos precisamente por levarem a cabo actividades terroristas. Para o Boko Haram isto é irrelevante uma vez que quem está em "jihad" não tem que obedecer as leis do "homem".

Sem dúvida que o multiculturalista vai alegar que isto não reflecte o que os "muçulmanos pacíficos" pensam. Claro que este tipo de declaração é uma distracção. Ninguém diz que TODOS os muçulmanos se dedicam à jihad. O que nós dizemos é que a ideologia politico com o nome de islão apela aos fiéis para enveredar pelo caminho da jihad como forma de propagar a religião de "alá" pelo mundo.

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