MITOS ISLÂMICOS

Mostrar mensagens com a etiqueta Europa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Europa. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

A posição Bíblica em relação à imigração

Por John Horvat II

Olhando para o debate em torno da imigração, é assumido automaticamente que a posição da Igreja é uma de caridade incondicional para com aqueles que querem entrar na nação - legalmente ou ilegalmente. No entanto, será que isso é a verdade? O que é que Bíblia diz em relação à imigração?

O que é que os estudiosos da Igreja e os teólogos dizem? Acima de tudo, o que é que o maior de todos os doutores, São Tomas de Aquinas, diz em relação à imigração? Será que a sua opinião oferece algumas ideias em torno da questão candente que assola a nação e a obscurecer as fronteiras nacionais?

A imigração é um problema moderno, e como tal, algumas pessoas podem pensar que o medieval São Tomás não teria qualquer opinião em relação ao problema. Mas ele tem.

Nós nada mais temos que fazer que olhar para a sua obra-prima, a Summa Theologica, na segunda parte da primeira parte, questão 105, artigo 3 (I-II, Q. 105, Art. 3).

Lá encontramos a sua análise fundamentada em pontos de vista Bíblicos que pode ser acrescentada ao debate nacional visto que ela é totalmente aplicável ao presente.

Diz São Tomás:

A relação dum homem com os estrangeiros pode ser uma de duas: pacífica ou hostil; e ao orientar ambos os tipos de relação a Lei [de Moisés] continha preceitos ajustados.

Ao fazer esta afirmação, São Tomás afirma que nem todos os imigrantes são iguais. Todas as nações têm o direito de decidir quais os imigrantes que são benéficos - isto é, "pacíficos" - para o bem comum. Como assunto de defesa-própria, o Estado pode rejeitar aqueles elementos criminosos, traidores, inimigos e outros que ele considere prejudiciais ou "hostis para os seus cidadãos.

A segunda coisa que ele afirma é que a forma como se lida com a imigração é determinada pela Lei em ambos os tipos de imigrantes (hostis ou pacíficos). O Estado tem o direito de aplicar a sua lei.

Aos Judeus foram oferecidas três oportunidades de relações pacíficas com os estrangeiros. Primeiro, quando os estrangeiros passavam pelas suas terras como viajantes. Segundo, quando eles vinham para habitar nas suas terras como recém-chegados.

E em ambos estes casos a Lei, nos seus preceitos, fazia o tipo de provisão apropriado: porque está escrito (Êxodo 22:21): ’O estrangeiro não afligirás, nem o oprimirás [advenam]’; e mais uma vez (Êxodo 22:9): ’Também não oprimirás o estrangeiro [peregrino].’”

Aqui, São Tomás reconhece o facto de que os outros irão querer visitar ou mesmo vir viver na terra por algum tempo. Tais estrangeiros merecem ser tratados com caridade, respeito e cortesia, algo que se deve dar a qualquer ser humano de boa índole. Nestes casos, a lei pode e deve proteger os estrangeiros de serem maltratados ou incomodados.

Terceiro: quando qualquer estrangeiro deseja ser admitido de todo à sua comunhão e ao modo de adoração. Em relação a isto, tem que ser observada uma certa ordem, porque eles não são admitidos imediatamente à cidadania (tal como ocorria em algumas nações onde ninguém era considerado cidadão excepto após terem passado duas ou três gerações, tal como o disse o Filósofo (Polit. iii, 1)).

São Tomas reconhece que existirão aqueles que desejarão ficar e passar a ser cidadãos da terra onde se encontram a visitar. No entanto, São Tomás estabelece como primeira condição de aceitação o desejo de integrar totalmente na que hoje pode ser considerada a cultura e a vida da nação.

A segunda condição é que a concessão de cidadania não poderia ser imediata visto que o processo de integração demora o seu tempo; antes de mais, as pessoas têm que se adaptar à nação. Ele cita o filósofo Aristóteles como havendo dito que este processo demorava duas ou três gerações. São Tomás não dá um enquadramento temporal para esta integração, mas ele admite que pode demorar muito tempo.

O motivo para isto foi o de que, se fosse dada aos estrangeiros a permissão para se envolverem nos assuntos da nação mal se estabelecessem nela, muitos perigos poderiam ocorrer visto que o facto dos estrangeiros não terem ainda o bem comum firme nos seus corações poderia-lhes levar a tentar fazer algo que prejudicasse os locais.

O senso comum de São Tomás certamente que não é politicamente correcto mas é bem lógico. O teólogo salienta que viver numa nação é algo de complexo, que exige tempo até que se entendam os pontos que afectam a mesma. Aqueles que se encontram familiarizados com a longa história da sua nação encontram-se em melhor posição para tomar decisões a longo prazo para o seu futuro.

É prejudicial e injusto colocar o futuro da nação nas mãos daqueles acabados de chegar, e que, embora sem culpa própria, pouca ideia fazem do que está a acontecer ou aconteceu na nação. Tal política pode levar à destruição da nação.

Como ilustração para este ponto, São Tomás de Aquinas ressalva posteriormente que os Israelitas não trataram todas as nações de igual modo, visto que as nações mais próximas deles eram mais facilmente integradas dentro da população do que aquelas mais distantes. Alguns povos hostis nunca receberam permissão para serem admitidos dentro da nação dada a sua inimizade para com os Israelitas [ed: exemplo disto são os Amalequitas].

Mesmo assim, é possível, através duma dispensação, que um homem possa ver-lhe conferida a cidadania devido a algum acto de virtude: como tal, é reportado (Judite 14:6 que Aquior, o capitão dos filhos de Amom, "foi incorporado ao povo de Israel, assim como toda a sua descendência até o dia de hoje".

Dito de outra forma, as regras nem sempre eram rígidas devido à existência de excepções que eram conferidas com base nas circunstâncias. No entanto, tais excepções não eram arbitrárias, mas tinham em mente o bem comum. O exemplo de Aquior descreve a cidadania conferida ao capitão e à sua família devido aos bons serviços prestados à nação de Israel.

- -

Estes são alguns dos pensamentos de São Tomás de Aquino em relação à imigração, e todo ele tem como base princípios Bíblicos. Torna-se claro que a imigração tem que ter duas coisas em mente: 1) a unidade da nação e 2) o bem comum da nação.

A imigração tem que ter como propósito a integração plena dos imigrantes, e não a desintegração e nem a segregação. Esta imigração não só deveria tomar como base os benefícios mas também as responsabilidades de se unir em pleno à cidadania da nação. Ao se tornar num cidadão, a pessoa torna-se, a longo prazo, parte da família mais alargada, e não se torna alguém com acções da bolsa duma companhia que busca apenas o interesse imediato e de curta duração.

Mais ainda, São Tomas ensina que a imigração tem que ter em mente o bem comum dos nativos; ela não pode sobrepujar e nem destruir a nação.

Isto explica o porquê de tantos Americanos estarem tão pouco à vontade com a entrada maciça e desproporcional de imigrantes. Tal política introduz de modo artificial uma situação que destrói os pontos comuns de união, e varre por completo a habilidade social de absorver organicamente os novos elementos para dentro da cultura unificada. Este tipo de imigração já não tem como ponto orientador o bem comum.

Uma imigração proporcional sempre foi um desenvolvimento saudável para a sociedade visto que injecta nova vida e novas qualidades para o corpo social. Mas quando ela perde a proporção e fragiliza o propósito do Estado, isso ameaça o bem-estar da nação. Quando isto acontece, a nação faria bem em seguir o conselho de São Tomas de Aquinas e os princípios Bíblicos.

A nação deve practicar a justiça e a caridade com todos, incluindo com os estrangeiros, mas acima de tudo, ela deve proteger o bem comum e a sua unidade sob o risco de , de outro modo, deixar de existir.

~ http://bit.ly/2cS2D6d

* * * * * * *

Ao contrário do que a elite pseudo-Cristã (tanto Protestante como Católica) afirma, o ensino tradicional Cristão em relação aos imigrantes é aquele que se centra em primeiro lugar no bem comum dos Nativos, e não nos sentimentos ou no benefício subjectivo dos "imigrantes".

Esta análise de São Tomas de Aquinas deixa bem claro que o que os filhos de Laodicéia - isto é, os falsos Cristãos - estão a fazer e a dizer em relação à imigração nada tem de Cristão, mas serve muito bem os interesses das personalidades globalistas a quem eles servem.


domingo, 16 de agosto de 2015

Três homens que salvaram o Ocidente da invasão islâmica

Por Robert Beckman

Nem sempre a Civilização Ocidental teve o poder militar e científico que tem tido nos últimos 500 anos. Isto só foi possível devido às acções de um grupo de elite de homens a lutar através das gerações. Isto só foi possível através da ponta dos machados, das espadas e dos rifles. Apresento-vos 3 homens assim, que definiram as fronteiras da Civilização Ocidental e demarcaram um futuro para que o Ocidente se tornasse próspero.

1. Charles Martel (O Martelo) e a Batalha de Tours.

A Europa de 732 AD , tal como a de hoje, encontrava-se sitiada por invasores islâmicos. Os Mouros haviam avançado através da Península Ibérica e tinham os seus olhos focados no coração da Europa. Charles não tinha um exército profissional ao seu comando, mas sim agricultores normalmente habituados a lutar entre o plantio a colheita.

O seu grupo-ralé de guerreiros-agricultores encontrava-se excedido em número na ordem de 3:1, e estavam a lutar contra soldados profissionais endurecidos pela guerra. Usando tácticas defensivas, formações unidas, e tendo o terreno como vantagem sua, Martel foi capaz de parar a invasão islâmica da Europa.

2. Jean De Valette e o Cerco de Malta

No ano de 1565 AD, o Império Otomano estava a expandir-se rapidamente para o oeste, havendo já tomado conta da maior parte da zona costeira do Norte de África e dos Balcãs. Tudo o que se encontrava no seu caminho, a impedir mais conquistas, era uma pequena ilha do Mediterrâneo ocupada por uma pequena ordem de 700 cavaleiros. Se os Otomanos tivessem conquistado a ilha, passariam a ter um trampolim para a Sicília, Itália e mais para dentro da Europa.

A Ordem dos Cavaleiros Hospitalários foi reforçada com nativos Malteses, um pequeno número de guerreiros Italianos, Gregos e Espanhóis, bem como os seus serventes. Mesmo com este reforço, as forças dos Cavaleiros encontrava-se excedida em número na ordem dos 8:1. No espaço de um mês, a força de 50,000 guerreiros Otomanos, juntamente com 70 canhões de cerco, capturaram o Forte de São Elmo.

Os corpos dos cavaleiros mortos foram decapitados, amarrados de modo a formar uma cruz, e colocados a flutuar rumo ao Forte São Angelo. De Valette respondeu ao insulto ordenando os seus homens que disparassem, com canhões, cabeças de soldados Otomanos em direcção aos acampamentos dos Otomanos.

O cerco continuou, e cerca de dois meses mais tarde, os Otomanos conseguiram fazer uma brecha nas paredes da ilha principal, e passaram a contar com uma vitória. Mas não foi isso que aconteceu. O próprio De Valette pegou no seu pique e avançou contra a brecha, inspirando os seus homens. Os Otomanos que entravam pela brecha foram cortados e abatidos ao mesmo tempo que eram empurrados para frente pela massa de corpos atrás deles.

Os homens de De Valette resistiram corajosamente durante mais um mês até que uma força de socorro de 28 barcos contendo 10,000 guerreiros provenientes de toda a Europa Cristã expulsou os Otomanos.

3. Jan III Sobieski e Cerco de Viena

No ano de 1683, o Turcos Otomanos estavam a preparar uma ofensiva gigantesca a Viena, um importante ponto estratégico que, se tomado, deixaria as portas da Europa abertas para ao domínio islâmico. Mais uma vez, as forças Europeias encontravam-se numericamente severamente excedidas. Uma coligação de nobres Germânicos, o Santo Império Romano, e a Commonwealth Polaco-Lituana levantou-se contra 300,000 invasores islâmicos.

As fortificações de Viana era as mais fortes e as mais avançadas da altura, com centenas de canhões de ponta colocados estrategicamente por todas as paredes. Sapadores Turcos cavaram túneis por baixo das paredes e colocaram barris de pólvora em locais estratégicos. Durante dois meses, Viena viu-se isolada e passou fome. As paredes estavam a ser destruídas em pedaços e os abastecimentos tinham acabado. No preciso momento em que a cidade estava quase a ser tomada, 80,000 dos melhores soldados da Europa, sob o comando do Rei Sobieski, vieram em defesa de Viena.

O Rei Sobieski, um génio da táctica, colocou cerca de 60,000 homens da infantaria a lutar logo no início do dia. Depois de horas de combate, os Turcos estavam desgastados e cansados. O Rei Sobieski liderou então o maior ataque de cavalaria da História; cerca de 20,000 cavaleiros avançaram ao mesmo tempo pela encosta abaixo rumo aos Turcos desgastados. À frente do ataque encontravam-se 3,000 Hussardos Polacos, a cavalaria pesada mais bem treinada, melhor equipada, mais implacável de sempre.

O resultado foi uma carnificina. Até à moderna política de imigração, nunca o mundo islâmico havia tentado invadir o Ocidente a esta escala. (...)

- http://goo.gl/RY8VNo

terça-feira, 17 de março de 2015

Nicolae Sennels e a psicologia dos muçulmanos

Por Andrew McIntyre

A estatística é chocante: cerca de 70% dos jovens presos na Dinamarca são muçulmanos. Tal como o psicólogo Nicolae Sennels apurou quando ele se determinou a descobrir o porquê, os motivos tem muito mais a ver com o insular desdém da comunidade por tudo o que as nações modernas e liberais Ocidentais representam (excepto os benefícios sociais).

Como um visitante regular da Europa, há já muito tempo que ponderei sobre a delicada questão da habilidade dos imigrantes muçulmanos de se integrarem no Ocidente - especialmente na França, na Holanda, Grã-Bretanha e Escandinávia. 

Durante o período em que me preparava para uma viagem até à Dinamarca durante o ano passado, cruzei-me com o espantoso trabalho de Nicolai Sennels (na foto), psicólogo clínico a trabalhar junto dos jovens nas prisões de Copenhaga, e com o seu instigante livro "Among Criminal Muslims. A Psychologist’s Experiences from Copenhagen Municipality".

Não estando ainda publicado em Inglês, o livro fundamenta-se em 10 anos de trabalho clínico intenso junto de 150 jovens muçulmanos e 100 jovens não-muçulmanos. O livro disponibiliza um entendimento da cultura e da mente dos infractores jovens muçulmanos, o seu frequente comportamento violento e as elevas taxas de crime que normalmente caracterizam as suas comunidades.

A altamente controversa publicação dos desenhos satíricos de Jyllands-Posten (sobre Maomé) colocou, subitamente, a Dinamarca no palco mundial, mas isso aconteceu há quase uma década e como tal, fui para Copenhaga para dar uma vista olhos mais próxima à forma como as coisas se desenvolveram desde então. 

Tive a chance de falar por poucos instantes com Sennels telefonicamente, seguindo-se posteriormente  uma troca de perguntas por email. Depois da nossa breve conversa e da subsequente troca de emails, descobri que é difícil não pensar no Marcellus de Shakespeare e a sua observação de que existem de factos coisas pobres no reino da Dinamarca.

O próprio Sennels encontra-se numa missão de descobrir o porquê da violência e criminalidade serem tão proeminentes dentro da comunidade muçulmana, o porquê de parecer ser, de modo geral, difícil os muçulmanos integrarem-se na sociedade Ocidental. Segundo o "Denmark’s Bureau of Statistics", cerca de 70% dos jovens que se encontram nas prisões Dinamarquesas têm origens imigrantes, e quase todos estes foram educados dentro duma família muçulmana. Em termos numéricos, as 7 primeiras nacionalidades listadas por comportamento violento são de países muçulmanos.

Depois de horas e horas dentro dum ambiente clínico, Sennels apercebeu-se que ele tinha que entender as diferenças psicológicas entre os muçulmanos e os ocidentais de modo a entender uma estatística tão desproporcional. Ele direccionou a sua análise dos problemas comportamentais segundo 4 linhas orientadoras:

- raiva contra fraqueza
- honra contra segurança
- complexo de vítima contra responsabilidade pessoal
- Muçulmanos contra não-muçulmanos.

Sennels explicou que nestas 4 áreas, os Ocidentais e os muçulmanos eram bastante diferentes - chegando até a ser diametricamente opostos nas suas atitudes.

Na primeira área, relativa à raiva, nós no Ocidente olhamos para as expressões de raiva como a forma mais rápida de perder a credibilidade. No entanto, junto dos muçulmanos, Sennels apurou que a raiva não só é aceite, como é vista como um sinal de força; de facto, a raiva nela própria é vista como um argumento. Nas suas aulas de  gestão da raiva, Sennels observou que os seus clientes muçulmanos acreditavam, tal como lhes havia sido ensinado, que a "agressividade é aceite e é o comportamento esperado durante os conflitos.”

Para além das suas observações, Sennels baseou-se num recente estudo levado a cabo pelo "Criminal Research Institute of Lower Saxony" na Alemanha, onde foram entrevistados 45,000 adolescentes tanto de lares muçulmanos como jovens com origens não muçulmanas. “Os rapazes que haviam crescido dentro de famílias muçulmanas religiosas eram mais susceptíveis de serem violentos,” afirmou Sennels.

A segunda área estudada por Sennels centrava-se na auto-confiança. Ele salienta que de modo geral, os Ocidentais olham para as críticas, embora desagradáveis, como uma coisa honrada quando oferecida de modo honesto e segundo os seus méritos. A aceitação de críticas válidas é, dito de outra forma, um sinal de confiança em si próprio e no que a pessoa defende. Consequentemente, os Ocidentais conseguem lidar com a crítica duma forma relativamente vazia de emotivismo - talvez até com uma expressão de gratidão se o crítico estiver correcto, ou com um encolher de ombros se o crítico estiver errado.

Por contraste, no islão e dentro da cultura muçulmana no geral, a crítica é vista como um ataque a honra da pessoa, com a falta duma resposta agressiva a ser vista como algo desonrado. No Ocidente, o que nós olhamos como uma insegurança e um comportamento infantil perante uma crítica, é visto como algo justo dentro da comunidade muçulmana. A experiência profissional de Sennels levou-o a entender que as exigências por uma maior integração na sociedade levam muitos muçulmanos a sentirem-se criticados, levando a que eles desenvolvam uma inimizade maior contra a sociedade não-muçulmana que os rodeia.

A terceira diferença psicológica que Sennels fala centra-se na  auto-responsabilidade e o que, em termos psicológicos, é chamado de "locus de controle". Os Locus de Controle internos são fomentados nas sociedades Ocidentais, onde as pessoas olham para as suas vidas como resultado das suas escolhas. No Ocidente nos temos toda uma indústria, da qual ele faz parte, que tem pessoas a pagar boas somas a terapeutas em troca de conselhos em relação à melhor forma de resolver os problemas e a melhor forma de atingir os objectivos.

No islão, toda a vida é ins’Allah — estabelecida por Alá e não pelo indivíduo. Entretanto, as vidas diárias dos muçulmanos que ele aconselhou eram principalmente governadas pela sharia, pelas tradições culturais, e pelos membros familiares. A experiência é de estar sob controle. Os desejos pessoais, os impulsos democráticos e as escolhas individuais eram rejeitados e até punidos.

Sennels disse-me que perguntar a um muçulmano sobre as suas escolhas era pouco relevante visto que os seus clientes não viam como responsabilidade sua integrar na sociedade Dinamarquesa. De alguma forma, eles esperavam que fosse o Estado a fazer com que isso acontecesse, alterando o seu normal funcionamento de modo a que este se ajustasse ao estilo de vida dos muçulmanos.

Em relação aos crimes feitos pelos jovens que ele estudou, os muçulmanos tendiam a olhar para a vítima como a entidade responsável por ter "provocado" a sua resposta. Sennels está bem ciente do argumento que existe dentro de vários círculos profissionais que levanta a questão se a cultura muçulmana - ao gerar um locus de controle fora do indivíduo - não cria tendências psicóticas, ou se a falta de empatia pelos outros, juntamente com a abrogação da responsabilidade pessoal, são fenómenos superficiais.

Finalmente, há o assunto da identidade muçulmana versus a identidade não-muçulmana - o assunto que está no centro do 4º ponto relativo à tolerância. Os Ocidentais são ensinados que a tolerância é nela mesma boa e algo que define um cidadão decente. Dentro do islão, intolerância para com os não-muçulmanos, minorias sexuais [sic], mulheres, autoridades não-muçulmanas, e leis seculares é algo esperado. Isto gera sociedade paralelas, para além de estatísticas criminais alarmantes, actividade terrorista, e a amplamente difundida supressão e opressão das mulheres.

Tal como muitos outros antes de Sennels já salientaram, incluindo o escritor Australiano Mark Durie, as escrituras islâmicas sublinham o conceito do "infiel". Junto dos seus clientes muçulmanos, muito poucos olhavam para si como Dinamarqueses; a maioria via-se como Marroquinos, Somalis, Paquistaneses, etc, que por acaso se encontravam a viver num outro país.

Quase todos eles sentiam-se alienados perante os Dinamarqueses, para além de afirmaram que se encontravam em oposição à sociedade Dinamarquesa. Isto chocou Sennels visto que muitos deles imigrantes de segunda ou de terceira geração.

As estatísticas confirmam tudo isto. Na Dinamarca 14% dos muçulmanos residentes se identificam com a organização Muçulmanos Democráticos, cuja carta de estatutos afirma que se pode ser, ao mesmo tempo, Dinamarquês e muçulmano. 

Sennels salienta que esta forte experiência do "nós" e "eles" tem consequências concretas visto que a maioria das pessoas que são vítimas de violência, assalto e tentativas de homicídios são não-muçulmanas. As excepções são os actos de violência dirigidos a gangues muçulmanos rivais ou a assim-chamada violência de honra.

Sennels recolheu alguns dados bastante confirmadores. Embora ele reconheça uma ligação entre o comportamento anti-social e a pobreza, ele é bastante enfático ao afirmar que o crime e o comportamento anti-social levam à pobreza, e  não o contrário.

Pesquisas levadas a cabo pelo "Danish Centre for Knowledge" sobre a Integração  (Randers, Youth, "Education and Integration”, Maio de 2005) revelou que 64% de todas as crianças em idade e com origens Árabes são tão fracas na leitura e na escrita depois de passarem 10 anos no sistema escolar Dinamarquês, que são incapazes de prosseguir com a sua educação - o dobro da taxa que se encontra junto dos outros estudantes Dinamarqueses. Para além disso, o falhanço muçulmano de atingir os requerimentos de QI mínimo para recrutamento militar é três vezes maior que o falhanço dos candidatos Dinamarqueses.

Sennels discute outros factores culturais, tais como o facto dos seus países de origem colocarem pouco ênfase no conhecimento e na educação. Segundo um artigo da Nature de 2003, a média mundial para a produção de artigos publicados por cada milhão de habitante é de 137, enquanto que entre os países que fazem parte da Organização da Conferência Islâmica o número é de 13.

Segundo uma pesquisa de proporções consideráveis levada cabo na Turquia, "70% dos cidadãos Turcos nunca chegam a ler um livro". Pesquisas publicadas pela "Arab Human Development Reports" das Nações Unidas salienta que o "total cumulativo dos livros traduzidos desde o tempo do Califa Maa’moun (século 9) é de 100,000, quase tantos como a média anual Espanhola.”

Sennels faz a dedução óbvia: não ser capaz de ler e escrever, abandonar a escola, e vir duma cultura que, de modo geral, tem pouco interesse pela ciência e pelo conhecimento, minimizam de modo severo as chances de se vir a ter um emprego bem remunerado - ou qualquer emprego. Isto leva ao comportamento anti-social e criminoso, e por fim à pobreza e à dependência estatal

Sennels salienta que os imigrantes precisam de três coisas para se integrarem: Eles têm que querer integrar na sociedade anfitriã, eles têm que ter a permissão para se integrarem, e eles têm que ter a capacidade para se integrarem. Muito poucos muçulmanos atingem estes três critérios.

O governo Dinamarquês não tem estado totalmente inactivo no que toca ao problema da não-assimilada minoria propensa ao crime. Sem qualquer tipo de fanfarra, ele introduziu duas medidas básicas: a repatriação individual e a redução da pensão para crianças. A política de repatriação tem como alvo os imigrantes não-integrados, e paga-lhes 1,000 euros, um bilhete só de ida para o seu país, assistência médica durante um ano, e dinheiro extra se por acaso quiserem começar um negócio.

Crê-se que esta despesa seja mais económica que que pagar os mais de 300,000 euros que se estima que se tenha que pagar durante a estadia dum imigrante por toda a sua vida. A política é administrada através das municipalidades locais e já testemunhou o regresso anual de centenas de volta para os seus países.

A segunda política, limitar a pensão infantil para não mais de duas crianças - a média das famílias Dinamarquesas - foi introduzida como forma de desencorajar a imigração e a dependência estatal. No entanto, esta política foi colocada de parte mal o Governo Social Democrata assumiu o poder numa coligação minoritária em 2011.

Embora outros países Ocidentais enfrentem dificuldades semelhantes às que sentem os países Europeus, parece que o problema é menos grave nos Estados Unidos, na Austrália e noutros destinos migratórios. Mesmo assim, e com notícias de jihadistas muçulmanos-Australianos a cortar cabeças na Síria e no Iraque, e com o número de atiradores de carro a tornarem-se cada vez mais comuns em  Ocidente de Sydney, as ideias de Sennels podem parecer ter uma relevância Australiana, especialmente junto de qualquer debate em torno da sabedoria da imigração muçulmana.

- http://goo.gl/xRdvJj.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Este país está a expulsar os muçulmanos e o crime está a diminuir

Existe um país que finalmente aprendeu que o fluxo de imigrantes maometanos gera problemas. Não só problemas, mas também crimes horríveis. Juntamente com a introdução do islão nos países Europeus, ocorre um aumento drástico de violações, abuso sexual de menores, assassinatos, violência e protestos - tudo isto actos perfeitamente de acordo com o Alcorão e as hadiths.

Os jihadistas, colectivamente conhecidos como mujahideen, criam grupos terroristas e patrulham as estradas e as zonas tidas por eles como "zonas islâmicas", como forma de fazer cumprir a lei islâmica com o nome de Sharia.

Os Noruegueses sofreram os horrores da integração islâmica, e em vez de apaziguarem os maometanos, temendo serem chamados de politicamente incorrectos, eles agiram. Segundo o The Local, começando no ano passado, um número recorde de imigrantes - nomeadamente muçulmanos - foi deportado da Noruega. Com a deportação dos muçulmanos, e para grande alegria das forças policiais, veio uma redução dramática no crime.

Cerca de 5,198 cidadãos estrangeiros foram expulsos da Noruega durante o ano de 2013. Frode Forfrand, chefe do Directorate of Immigration (UDI), disse o seguinte ao NRK:

É o número mais elevado que alguma vez tivemos. Somos de opinião de que um dos motivos por trás do aumento é o facto da polícia se ter tornado mais ciente do uso da deportação como arma de combate ao crime. Os cidadãos Nigerianos encabeçam a lista daqueles que foram expulsos por cometerem crimes, com 232 cidadãos expulsos como castigo em 2013, seguidos dos Afegãos com 136 cidadãos expulsos, e os Marroquinos, com 76 cidadãos expulsos como castigo.

Por outro lado, os Afegãos encabeçam a lista daqueles expulsos por violarem o Immigration Act, com 380 pessoas expulsas por esse motivo, seguidos dos cidadãos Iraquianos, com 234 pessoas expulsas pelo mesmo motivo.

Saudamos a Noruega por se recusar a ser envergonhada pelos esquerdistas e forçada a manter criminosos no seu país. Talvez os Estados Unidos sejam igualmente corajosos para fazer o mesmo.


* * * * * * *

Os esquerdiotas profissionais muito provavelmente avançarão com a frase "correlação não significa causalidade", mas os dados apurados (aquilo que as pessoas normais chamam de "realidade") claramente demonstram que, neste caso, a correlação tem fortes ligações com a causalidade. Dito doutra forma, até prova em contrário, pode-se afirmar que o que está a causar a diminuição da criminalidade é precisamente a deportação dos membros do grupo ideológico mais susceptível de cometer acções criminosas.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

A quinta coluna da jihad na Europa

A Bélgica está longe de ser o primeiro país europeu cujas autoridades se começaram a preocupar com o recrutamento de cidadãos seus para os grupos armados da oposição síria. Contra as tropas governamentais, neste momento estão a combater cerca de uma centena de "voluntários" britânicos e de cinquenta a cem cidadãos franceses. Segundo diferentes informações, na guerra contra o regime de Bashar Assad participam várias centenas de cidadãos da UE.

O MRE do Reino Unido reforçou o controle sobre os indivíduos que viajam para fora do país em direcção à Síria. Também as autoridades francesas tentam monitorizar essa situação. Os órgãos policiais europeus não estão certamente preocupados com os danos que os seus compatriotas possam provocar a Bashar Assad.

O problema é que todos esses “voluntários”, apesar de possuírem passaportes europeus, são na sua esmagadora maioria originários dos países do Norte de África, do Oriente Médio e da Ásia Central. Por isso, os europeus de origem têm um sério receio do regresso desses mercenários islamitas vindos da guerra: o que irão fazer por cá esses “soldados da fortuna”? Porque esses homens, sobretudo jovens, nem tiveram tempo de aprender mais nada, nem tiveram essa aspiração, além de combater os infiéis.

Esse meio criou uma estrutura bem organizada de células e grupos extremistas, explicou à Voz da Rússia o coronel Lev Korolkov, perito em situações de crise e veterano dos Serviços de Informações Exteriores da Federação Russa:
Se trata de uma rede muito bem estruturada e desenvolvida pelo menos durante toda a última década com os seus pontos de recrutamento situados perto dos locais de concentração do contingente alvo, que são as diásporas gigantescas de pessoas originárias dos países islâmicos que se estabeleceram na Europa. A área da sua principal concentração é a Holanda, numa maior escala – a Bélgica e em menor escala – a Suécia. Na Noruega a dimensão ainda é menor, mas existem nos locais em que foram criadas condições mais favoráveis para os chamados refugiados-vítimas.

O mais importante é a base material para o recrutamento dos novos militantes islamitas, ou seja – o financiamento, diz Lev Korolkov. O perito considera que as actividades que visam o recrutamento de combatentes do Islão são financiadas, principalmente, pelos países do Golfo Pérsico.

Ao canalizar meios financeiros para o recrutamento de voluntários, por exemplo para a oposição síria, esses países visam o seu objectivo principal que é garantir uma bolsa de recrutamento para o caso de surgir alguma situação desfavorável para eles próprios. Os mercenários que regressam da guerra, que tiveram uma excelente preparação operacional e que absorveram o espírito da jihad, são um excelente material consumível, completamente pronto para ser utilizado. São pessoas que já ultrapassaram os limites da moral, do medo, armados com a ideologia perfeita, na sua opinião, do assassinato em nome de uma causa superior.

A política externa da União Europeia tem fomentado, nos últimos anos, a ameaça do terrorismo interno na Europa. Isso é especialmente favorecido pela ingerência interna da UE nos processos em curso no Oriente Médio, no Norte de África e na Ásia Central, considera o responsável pelo departamento de segurança europeia do Instituto da Europa da Academia das Ciências Russa Dmitri Danilov:
É totalmente compreensível que, nesse contexto, a ameaça terrorista não apenas se mantenha, mas que aumente. Quanto mais os Estados europeus se envolverem na luta contra o terrorismo internacional (não só fora da Europa, como também dentro dos seus próprios países), tanto maior será o perigo de haver ataques terroristas. Eu não associaria directamente o envolvimento militar dos países europeus no mundo árabe ao aumento de uma ameaça terrorista direta. Mas existe uma relação lógica entre ambos. Inicialmente, os europeus tentaram apresentar as coisas como se se tratasse de terrorismo internacional. Mas rapidamente se tornou evidente que é impossível dissociar o terrorismo internacional do terrorismo interno.

De acordo com uma série de especialistas, a quarta geração de imigrantes muçulmanos, actualmente activa, diz inequivocamente um “Não!” à civilização ocidental e está se preparando de forma deliberada para lhe fazer guerra. Esta geração é uma bomba-relógio depositada na Europa, ou a “quinta coluna” da jihad, mas a terminologia não altera a relação de causa-efeito entre o que se passa hoje e o que será altamente provável num futuro próximo.
.
...

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Autoridades búlgaras expulsam delegação do Hamas

Fonte

Na 6ª Feira passada as forças de segurança da Bulgária fizeram um raid às instalações temporárias da delegação do Hamas localizada em Sofia, e expulsaram-na do país. A delegação chegou à Bulgária na 4ª Feira para apresentar "a narrativa palestina e expôr a falsa narrativa israelita em torno dos palestinos e do Hamas." Esta visita foi a primeira deste tipo por parte dos oficiais do Hamas a um país da União Europeia (UE).

A agência noticiosa palestina Ma'an citou uma declaração emitida pela lista parlamentar do Hamas "Change and Reform" onde se lia que o gesto dos Búlgaros foi parcialmente motivado pela pressão Israelita, Americana e Britânica.

O Hamas rapidamente atacou o gesto dos Búlgaros, acusando-os de ceder à pressão Israelita. Taher al-Nunu, porta-voz do governo, afirmou:

Condenamos este acto, que reflecte o nivel de submissão às pressões Sionistas.

O grupo acrescentou que exige um pedido de desculpas formal por parte da Bulgária, e que os seus oficiais [do Hamas] deveriam estar protegidos com a imunidade diplomática.

Segundo a Sofia News Agency, fontes ligadas às autoridades oficiais Búlgaras afirmaram mais tarde que haviam expulso a delegação do Hamas devido ao facto dos terroristas ameaçarem a segurança nacional. "Os quatro palestinos expulsos da Bulgária eram uma ameaça séria à segurança nacional," afirmou a Agência Estatal Búlgara para a Segurança Nacional, acrescentando que eles haviam agido de acordo com o Artigo 42 do "Bulgaria's Foreigners Act", que permite a expulsão de estrangeiros se estes forem uma ameaça à ordem pública ou à segurança nacional.

Na 5º Feira, o governo Búlgaro rejeitou terminantemente alegações em torno de encontros que supostamente haviam ocorrido entre representantes oficiais do governo e os oficiais do Hamas.

Ismail al-Ashkar, chefe da lista parlamentar do Hamas, liderou a delegação. Os legisladores do Hamas Salah Bardaweel e Mushir al-Masri (que é também um porta-voz do grupo islamita na Faixa de Gaza) acompanharam al-Ashkar.

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Bulgária, Vessela Tcherneva, afirmou ao Jerusalem Post que “a Bulgária faz parte da política da União Europeia ao listar o Hamas como uam organização terrorista.
* * * * * * *
Obviamente, há sempre uma forma rápida de impedir que os terroristas maometanos sejam expulsos de países como a Bulgária. Para tal, basta que eles parem de apoiar directamente actividades terroristas e genocidas contra mulheres e crianças israelitas.
Aprovado pelo Hamas

domingo, 23 de dezembro de 2012

Historicidade selectiva

Quando os académicos maometanos acusam o Ocidente de "agressão", eles esquecem-se de levar em conta o facto do islão só existir em algumas áreas do globo precisamente devido à jihad - guerra violenta com o propósito de expandir o domínio islâmico.
A História há muito que deixou para trás os ataques islâmicos à Europ,a que duraram do século 7 até ao século 20, mas fixou-se nas Cruzadas Cristãs na Terra Santa, que duraram só entre o período que vai do século 11 ao século 12.

Podemos dizer que a perspectiva histórica neste ponto está totalmente desfocada. . . . .  A sua visão das Cruzadas, e a sua visão da colonização posterior,  afectaram gravemente as atitudes e o pensamento político dos muçulmanos, particularmente a atitude dos muçulmanos do Médio Oriente em relação ao Ocidente Cristão. 


Quando acusam o Ocidente de imperialismo, os muçulmanos encontram-se obcecados com as Cruzadas Cristãs, mas esqueceram-se da sua jihad (comparativamente maior).
Paul Fregosi, historiador e autor de "Jihad in the West"

Vitória Cristã em Lepanto (1571)
Fonte

* * * * * * *
O motivo que leva os maometanos a colocar de lado a sua jihad é o facto dela ter aprovação islâmica; de maneira nenhuma um muçulmano pode criticar a ofensiva islâmica contra o Ocidente sem, com isso, entrar em rota de colisão com os ensinamentos islâmicos.

Os muçulmanos, tal como todos os membros de movimentos politicos que visam o poder total, usam e abusam da dualidade de critérios porque eles realmente acreditam que a sua violência é "justificada". Por exemplo, nenhum muçulmano condenará coisas como esta:
"Foi narrado por 'Umar b. al-Khattib que ele ouviu o mensageiro de Allah (que a paz esteja com ele) dizer:
"Vou expulsar os Judeus e os Cristãos da Península Árabe e não vou deixar mais ninguém a não ser muçulmanos." (Fonte)
Portanto, as suas acusações de violência Cristã são hipocrisia; eles não são realmente contra a violência, mas sim contra a violência que não ajuda o islão.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Os novos "países islâmicos"

Omar Bakri, clérigo maometano nascido na Síria, falou com o jornal búlgaro 24 Chasa e colocou no ar a possibilidade de dar início a ataques terroristas contra a Sérvia, Bulgária, Roménia, e outros países da região porque, segundo eles, esses territórios "pertecem ao islão" por via do facto de terem estado sob domínio islâmico no passado. Bakri acrescentou ainda:

Quando o islão entra num território, o mesmo torna-se islâmico; devido a isso torna-se uma obrigação islâmica libertar esse território [caso os maometanos sejam expulsos do mesmo].

A agência noticiosa Mediafax reporta também que ele listou como "territórios muçulmanos" os seguintes países: Espanha, Bulgária, Albânia, Macedónia, Sérvia, Kosovo e Bósnia.
A Espanha, por exemplo, é território muçulmano. Tal como a Europa Oriental.

Roménia, Albânia, Macedónia, Sérvia, Kosovo, Bósnia. Mas devido à sua decisão de enviar tropas para o Afeganistão e para o Iraque, e a sua cooperação com Israel, a Bulgária também é um alvo legítimo.


Bakri, que vivei em Londres durante 20 anos, foi banido de regressar a Inglaterra depois de ter abandonado o país depois dos ataques terroristas de Julho de 2005. Segundo se sabe, ele tem "fortes ligações com a Al Qaeda".

Fonte

* * * * * * *

Usando a mesma lógica, somos levados a considerar a Síria, o Egipto, o Iraque e muitos outros países do Médio Oriente como "território Cristão" visto que num passado longínquo essas terras estavam sob o domínio Cristão. No entanto, como a "única verdadeira fé é o islão", esta lógica só se aplica para o islão - e não para as outras confissões religiosas.

Por isto (e por muitos mais) é que é difícil debater com um muçulmano uma vez que para ele, o mais importante não é o que é a verdade mas sim o que é benéfico para o islão. A lógica e a coerência não importam se isso contradiz o maometanismo.
..

terça-feira, 3 de julho de 2012

Havendo resolvido os problemas do seu país, o governo marroquino exige agora que o ensino do árabe faça parte dos currículos escolares europeus

O ministro marroquino encarregado da pasta "Marroquinos a Viver no Estrangeiro", Abdellatif Mâazouz, está a pressionar os governos europeus de modo a que estes incluam o árabe nos currículos oficiais das escolas europeias.

Há já alguns meses que ele e o seu governo desenvolvem uma autêntica ofensiva cultural de modo a que a língua árabe seja imposta nas escolas europeias, ao lado do inglês, francês, português e/ou mandarim.

Segundo Maazouz, "um esforço especial está a ser feito ao nível cultural, bem como ao nível do ensino da língua". Segundo parece, o seu activismo está a dar frutos uma vez que ele insiste que a voz do governo marroquino "começa a ser ouvida, especialmente em França, que, brevemente, anunciará algo relativo a isto.

Segundo o ministro, esta iniciativa tem como propósito facilitar que as segundas, terceiras e quartas gerações de marroquinos permaneçam conectados com Marrocos não só nos seus corações e nos seus pensamentos, mas através da cultura.

Não há notícias do inglês, português, francês e/ou mandarim ser imposto no sistema escolar marroquino.

Fonte

* * * * * * *

À medida que a população maometana vai aumentando na Europa, os líderes maometanos vão ficando cada vez mais ousados nas suas exigências. Mas apesar disto, convém lembrar que as coisas só estão como estão porque os esquerdistas que controlam a política europeia querem usar a influência muçulmana para destruir a homogeneidade social europeia.

domingo, 17 de junho de 2012

Multiculturalismo floresce por toda a Europa

Uma vez que o multiculturalismo já está perfeitamente enraizado na Europa, é altura de se fazer uma avaliação do seu "sucesso". Para quem não sabe, o multiculturalismo apela a imigração em massa de pessoas com culturas distintas e impede ao mesmo tempo que sejam feitos movimentos que visem a assimilação das mesmas.

Eis então a forma como isso está a funcionar na Europa.

Grã-Bretanha:

Na área Tower Hamlets do Este de Londres (também conhecida como "A República Islâmica de Tower Hamlets"), clérigos maometanos, conhecidos como Talibãs de Tower Hamlets, regularmente emitem ameaças de morte dirigidas às mulheres que se recusam a usar o véu. As estradas foram invadidas por cartazes contendo frases como:

Acabou de entrar numa área controlada pela sharia. As leis islâmicas estão em operação.
Em Luton os maometanos foram acusados de levar a cabo uma "limpeza étnica" ao assediarem os não-muçulmanos ao ponto de muitos deles simplesmente se mudarem para fora das áreas muçulmanas.

Em West Midlands, dois Cristãos foram acusados de "crimes de ódio" por oferecerem panfletos Bíblicos nesta área predominantemente muçulmana de Birmingham.

Em Leytonstone, Este de Londres, o extremista maometano Abu Izzadeen perturbou o discurso público do Home Secretary John Reid dizendo “Como é que te atreves a vir para uma área islâmica?

França:

Largo número de vizinhanças muçulmanas são agora consideradas zonas "no-go" pela polícia local. Zonas "no-go" são aquelas áreas onde os não-muçulmanos não se atrevem a entrar ou só se atrevem a entrar acompanhados por uma escolta policial.

Segundo contagem recente, existem cerca de 751 Zonas Urbanas Sensíveis (Zones Urbaines Sensibles, ZUS), como elas são eufemisticamente conhecidas. Cerca de 5 milhões de maometanos vivem nas ZUS, parte da França que o governo já perdeu o controle.

Os imigrantes maometanos estão, ao mesmo tempo, a tomar conta de outras partes da França. Em Paris e em outras cidades com elevada presença muçulmana - tais como Lyon, Marselha e Toulouse - milhares de muçulmanos fecham as estradas e as passadeiras - e, por extensão, fecham o comércio local, encerrando os não-maometanos nas suas casas e escritórios - de modo a acomodar as multidões que se juntam para as rezas de 6-Feira.

Algumas mesquitas começaram já a emitir sermões e gritos de "Alá é o maior" pelos megafones e altifalantes. Apesar das inúmeras queixas públicas, as autoridades declinaram levar a cabo qualquer tipo de iniciativa temendo dar início a tumultos.

Bélgica:

Na capital belga de Bruxelas (onde 20% da população é maometana) várias vizinhanças maometanas tornaram-se também em zonas "no-go" para a polícia local - onde são frequentemente atacados por pedras provenientes de jovens muçulmanos.

No distrito de Kuregem em Bruxelas, que aparenta ser uma zona de guerra urbana, a polícia é forçada a patrulhar a área com dois carros: um carro para fazer o serviço de patrulha e outro para prevenir que o primeiro seja atacado.

No distrito de Molenbeek em Bruxelas a polícia foi ordenada a não beber café ou comer sandwiches em público durante o mês islâmico do ramadão.

Alemanha:

Numa entrevista dada ao Der Westen, o Comissário policial Bernhard Witthaut revelou que os imigrantes estão a impor zonas “no-go por toda a Alemanha a um ritmo preocupante.

Itália:

Os maometanos têm vindo a ocupar a Piazza Venezia em Roma para as suas rezas de 6ª Feira. Em Bolonha os muçulmanos repetidamente ameaçam bombardear a catedral de San Petronio devido ao facto dela conter um fresco com 600 anos exibindo o Inferno de Dante e Maomé a ser atormentado no inferno.

Holanda:

Um tribunal ordenou ao governo que publica-se a politicamente incorrecta lista de 40 zonas “no-go” da Holanda.

Suécia:,

Largas zonas da cidade de Malmö -- que é mais de 25% muçulmana -- são agora zonas "no-go" para os não-maometanos. Por exemplo, os bombeiros e os serviços de emergência médica recusassem a entrar na predominantemente muçulmana área do distrito de Rosengaard sem escolta policial. Estima-se que a taxa de desemprego dos homens em Rosengaard seja superior a 80%. Na cidade sueca de Gotemburgo jovens muçulmanos têm estado a atirar bombas de petróleo aos carros policiais.

. . . .

Enquanto esta destruição vai ocorrendo, a elite esquerdista dominante continua a subsidiar os invasores e a propagandear em seu nome. Críticas à conquista islâmica têm que ser criminalizadas.

A menos que a Europa morra de forma tranquila e se torne em algo análogo ao Médio Oriente, pobre, violento e retrógrado, o continente está em vias de entrar num momento bastante colorido da sua história onde a população nativa irá reclamar o seu território de forma violenta depois de se ver livre da elite politica - tanto da esquerda como da direita - que os traiu .

Fonte

* * * * * * *

Por incrível que pareça, as coisas estão a evoluir tal como a elite esquerdista pretende. Eles sabiam que a imigração maciça de pessoas não assimiláveis traria desorganização social, e como tal, deram o seu apoio activo a essa traição dos europeus.

O multiculturalismo foi instalado não para acomodar as várias culturas no ocidente, mas sim para destruir a unidade social ocidental. Depois dessa unidade social ter sido reduzida a cacos, a elite esquerdista irá usar a força policial para "restaurar a ordem" - ordem essa que foi destruída pelas suas políticas.

É assim que funciona o esquerdismo. Eles criam os problemas e depois colocam-se a eles mesmos como agentes capazes e de resolver os problemas que eles mesmos criaram.

Dentro em breve?

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Maometano esfaqueia dois polícias no metro de Bruxelas

Islamita esfaqueou dois polícias na 6-Feira passada numa estação de metro de Bruxelas numa vizinhança que havia assistido há alguns dias confrontos.

As duas vítimas, um homem e uma mulher que foram atacados durante uma vistoria de rotina, não sofreram ferimentos graves. O atacante foi rapidamente subjugado e, após uma busca, verificou-se que tinha consigo documentos relacionados com a Shariah4Belgium, um grupo muçulmanos activo na Bélgica.

Para além de estar relacionado com grupos supremacistas islâmicos, o atacante confessou ter atacado a polícia "devido à atitude da Bélgica para com os muçulmanos".

Na semana anterior confrontos haviam sido gerados entre as forças policias e grupos muçulmanos depois duma muçulmana com véu ter sido presa.

Fonte

* * * * * * *

Se as religiões são essencialmente iguais, porque é que nunca ouvimos falar de ataques Cristãos motivados pelo tratamento que eles sofrem no Egipto, ou de ataques Bahais motivados pela forma como eles são tratados no Irão? Porque é que nunca ouvimos falar de ataques bombistas hindus em países islâmicos devido à forma como eles são tratados no Paquistão?

Enquanto as pessoas (ocidentais) não se aperceberem que o islão é uma ideologia política totalitária - ao nível do nacional-socialismo e do comunismo - que usa a aparência religiosa para o seu avanço, incidentes como o de cima nunca vão ser entendidos.

O próprio nome de grupo a que ele alegadamente faz parte demonstra a natureza totalitária da ideologia: Shariah4Belgium. Ou seja, não são os muçulmanos que têm que se adaptar à Bélgica, mas sim a Bélgica que tem que se submeter politicamente à shariah - a mesma lei que tanto "sucesso" tem causado no médio oriente.

quarta-feira, 28 de março de 2012

"Atacar judeus é cool há muito tempo"

Não se pode colocar o assassino de Toulouse num quadro isolado, num cenário de loucura e maldade extra-humana, qual anjo da morte. Aquele homem era um fruto da cultura anti-semita que existe nas comunidades muçulmanas de França e da Europa em geral.

Basta olhar para um facto esquecido: a partir do 11 de Setembro, jovens islamistas nascidos na Europa começaram a atacar as comunidade judaicas aqui na Europa. Tal como Efraim Karsch tem salientado, os ataques a sinagogas e cemitérios judaicos passaram a ser o passatempo cool da juventude jihadista dos subúrbios de Paris ou Berlim. Alguns até queimaram sinagogas.

Consequência? Milhares e milhares de judeus europeus fugiram dos seus países de origem. Mohamed Merah não veio do nada.

Agora, repare-se num ponto: ao longo da última década, estes ataques a judeus nunca abriram telejornais. Porquê? Porque os tolerantes, os progressistas e os bonzinhos não têm uma narrativa para encaixar esta violência muçulmana. No nosso ar do tempo, o muçulmano é sempre a vítima.

Os média ingleses, por exemplo, diziam que os ataques às comunidade judaicas eram feitos por neonazis . Mas a intrínseca desonestidade intelectual do politicamente correcto não fica por aqui. Enquanto se escondeu esta efectiva violência anti-semita e esta efectiva fuga de judeus, criou-se a ilusão de uma toda-poderosa islamofobia, que, supostamente, estava a oprimir os muçulmanos da Europa.

Perdão? Quantas mesquitas foram queimadas na Europa? Devem contar-se pelos dedos de um maneta. E quantos muçulmanos tiveram de emigrar por medo? A entrada de muçulmanos na Europa continuou a aumentar. E ainda bem.

Mas o dado mais grave nem sequer está nas narrativas mediáticas do costume. Perante a violência já assinalada, muitas autoridades europeias aconselharam os judeus a esconder os sinais da sua condição judaica. Repito: na primeira década do século XXI, autoridades europeias aconselheram judeus a viver a sua religião numa espécie de clandestinidade marcada pelo medo.

E, atenção, esta atitude não traiu apenas o judeu. Também traiu o muçulmano reformador. Ao fazerem tudo para apaziguar os islamistas radicais, os líderes europeus traíram os esforços do muçulmano que é um cidadão europeu como qualquer outro.

É bom não esquecer que Mohamed Merah matou muçulmanos que serviam no exército da França. Aos olhos de Merah, aqueles soldados eram blasfemos, porque estavam a servir um Estado ímpio. O assassínio destes cidadãos franceses de origem muçulmana às mãos de um jihadista é, porventura, o ponto mais importante desta história.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Governo holandês move-se para proibir burkas

A Reuters informa-nos que o governo minoritário holandês planeia banir os véus islâmicos (como as burkas e outras formas de vestuário ) a partir do próximo ano. Esta proibição faria com que a Holanda, país com 17 milhões de habitantes e onde cerca de 1 milhão são maometanos, se tornasse no segundo país europeu da União Europeia a proibir a burka e outros tipos de cobertura facial em público.

O ministro dos assuntos internos disse:

As pessoas vão poder olhar umas para as outras face a face, e reconhecerem-se quando se encontram.
Incrível como a situação está tão má na Europa que seja preciso um entidade governamental a dizer o óbvio.

Esta proibição terá efeito também sobre as balaclavas e capacetes, quando usados em lugares inapropriados tais como lojas. Maxime Verhagen falou com os repórteres, negando que isto é uma proibição de indumentária religiosa.

O partido de Geert Wilders "Freedom Party" (PVV), que dá apoio ao Partido Democrata Liberal Cristão como forma de haver maioria no parlamento, está a desenvolver esforços para levar avante a proibição das burqas.

. . . . . . . .

Depois de tanto dedo espetado nos olhos dos europeus, estes começam a reagir à colonização. Prevê-se uma reacção violenta dos maometanos, o que por sua vez pode jogar contra eles. Se não fosse a utilidade do voto muçulmano para a esquerda política, as coisas nunca teriam chegado a este ponto.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

A destruição da Europa

O líder da igreja Free Church "Church of Love" Massoud Fouroozandeh (origem iraniana) foi forçado a sair da sua casa em Odense para uma localização secreta depois da sua família ter visto dois carros vandalizados por estes terem uma cruz à vista.
Os jovens da área de Vollsmose disseram-me para não conduzir com a cruz pendurada no carro. Pouco depois o carro foi vandalizado e queimado. Os assentos foram cortados. Desde então, as janelas laterais do novo carro foram partidas 3 vezes.
Depois deste actos, Fouroozandeh Massoud e a esposa nunca mais se atreveram a deixar as crianças brincar no parque recreativo de Vollsmose.
Elas não cobrem a cabeça, algo que 99% das outras crianças fazem, e como tal, elas atraem atenção. Como tal, não era seguro deixá-las brincar por lá.

Devido a isto, decidimos ir morar para um sítio longe de Vollsmose.

. . . . . . . .

A "glória" do multiculturalismo está manifesta nesta história. Aparentemente os Cristãos não estão a salvo . . . . no ocidente.

Muçulmanos imigram para a Dinamarca, provenientes de países onde é perfeitamente aceitável perseguir e Cristãos, e trazem consigo o mesmo ódio anti-Cristão. O governo do país onde eles vivem agora recusa-se a criticar as prácticas culturais indígenas (porque isso seria "intolerante") e como tal, os maometanos continuam a fazer o que já fazem há 1400 anos: oprimir os Cristãos.

Quanto tempo mais até que os próprios dhimmis dinamarqueses comecem a afirmar que a culpa é dos Cristãos por este se atreverem a viver numa "vizinhança muçulmana"? O que é que podemos dizer da ideologia política com o nome de multiculturalismo quando esta ideologia - em vez de gerar harmonia entre os grupos culturais - aumenta o racismo, a descriminação e o preconceito?

Exemplos como este demonstram de forma cabal que 1) a sã convivência com maometanos é impossível e 2) o multiculturalismo é uma ideologia criada com o expresso propósito de destruir a estrutura social dos países ocidentais. Se dúvidas existem em relação ao segundo ponto, façam esta pergunta: onde estão os promotores do multiculturalismo nos países islâmicos?

Porque é que o multiculturalismo só é promovido onde há maioria Judaico-Cristã mas nunca entre hindus, maometanos, budistas ou aderentes de outras filosofas religiosas?

Não é por acaso que o marxista cultural e um dos fundadores da Escola de Frankfurt Georg Lukács disse "Quem é que nos salvará da civilização ocidental?"

Os muçulmanos estão a desempenhar na perfeição o papel que os arquitectos da nova Europa lhes entregaram: destruir a estrutura social da superior civilização ocidental.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

A arrogância dos muçulmanos bósnios


O líder sérvio-bósnio Milorad Dodik disse na passada 6ª-feira que a Bósnia está a entrar em colapso devido a inabilidade do país em formar um governo.

Dodik culpou a "arrogância" da maioria muçulmana e o que ele considerou serem as tentativas dos mesmos de subjugar os outros dois grupos étnicos, os Sérvios e os Croatas.

A Bósnia está na fase da desintegração e ninguém pode impedir isso. . . . .

A arrogância política dos bósnios muçulmanos em relação aos Sérvios e aos Croatas é tão evidente que ninguém acredita na sobrevivência da Bósnia.

Passado que está um ano depois das últimas eleições parlamentares, o país ainda não tem um governo federal e apesar da pressão da comunidade internacional, nem se vislumbram soluções para o problema.

Fonte

. . . . .

Mais uma zona do mundo onde o islão está a causar problemas. No entanto, e apesar das evidências, os marxistas culturais da decadente elite europeia acham que na Europa os muçulmanos vão-se comportar de um modo distinto.

Good luck with that.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Muçulmanos desproporcionalmente representados nas prisões ocidentais

A percentagem de muçulmanos nas prisões da Europa e dos EUA excede em larga maioria a sua representatividade na população geral.

Será que isto não causa a que se questione a sabedoria de se deixar que muçulmanos imigrem para os países do ocidente, quer seja de forma legal ou ilegal?

Estimar a percentagem de muçulmanos nas prisões da Europa não é uma tarefa fácil. Em alguns casos, recolher tais dados é ilegal. Dados recolhidos na Suécia estima que cerca de 40% de todos os crimes são perpetrados por muçulmanos.

Estes números são chocantes se considerarmos que a mais larga população da Europa localiza-se em França, onde os maometanos são cerca de 10% da população geral.

  • Bélgica – 16% (12.8% marroquinos, 3.1% turcos) (EUMAP), 35% (NEWS)
  • Dinamarca - 20% (NEWS)
  • Grã-Bretanha – 11% (NEWS)
  • Itália – 13% (NEWS)
  • Noruega – Mais 30% (NEWS)
  • Espanha – 70% (NEWS)
  • Estados Unidos – 9 – 15% (200,000 – 350,000)

Estes números estão bem acima da sua representatividade na população geral que se situa na ordem dos 2% (2,6 milhões de acordo com o censo de 2010). Além disso convém não esquecer que há uma elevada taxa de conversão ao islão nas prisões americanas.

Fonte


Com números como estes, convém perguntar o porquê das autoridades governantes não fecharem as portas à imigração maometana.

Se o propósito dos nossos líderes é criar condições para que haja segurança entre os que aqui vivem, então porque é que eles não tomam medidas para seguirem as evidências e acabar com a imigração de um grupo politico-religioso que rapidamente se faz representar nas listas de criminosos?

A razão para esta "ignorância" dos líderes europeus e americanos é que eles visam usar os maometanos como arma de ataque ao Cristianismo. Dito de outra forma, a esquerda que controla os destinos do Ocidente odeia o Cristianismo e vê nos maometanos uma forma de limitar a influência Crista sobre a sociedade.

Veja-se por exemplo neste post onde esquerdistas tentaram usar os maometanos como desculpa para o seu preconceito anti-Cristão.

Portanto, os muçulmanos são apenas peões na guerra cultural que assola o mundo todo. Eles apenas fazem o que qualquer pessoa com a sua ideologia totalitária faria na sua lugar: aproveitar-se da situação. O esquerdismo é o verdadeiro inimigo da civilização ocidental, e como tal, tem que ser combatido.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Yémen: Al-Qaeda declara província do sul como "Emirado Islâmico"

A Business Insider reporta que a Al-Qaeda na Península Árabe (AQPA) declarou uma província do sul do Yémen como um "Emirado Islâmico". Como consequência disso, esta organização baniu todas as mulheres de saírem à rua.

(Impressionante como sempre que a lei islâmica toma conta de uma zona, as mulheres vejam logo a sua liberdade de movimentação restrita. Mais "impressionante" ainda é o total silêncio das feministas ocidentais.)

A AQPA, que estabeleceu um controle total da zona do sul do país, publicou uma declaração na passada Quarta Feira internet afirmando que a região Abyan passou a ser um Emirado Islâmico governado pela Sharia.


A declaração ordena que as mulheres da província não saiam das suas casas excepto em situações absolutamente necessárias, "e aquela mulher que precisar urgentemente de sair, não só deve-se fazer acompanhar com um membro masculino da sua família como também tem que trazer consigo algum tipo de identificação".

O anuncio da AQPA chega alguns dias depois dos jihadistas terem assaltado uma fábrica de munições em Ja'ar, (cidade da província de Abyan), e tendo morto cerca de 150 pessoas aparentemente numa explosão acidental.

Os militantes da Al-Qaeda tomaram também controle das instalações de comunicação da província.


O sonho de bin Laden está a ganhar forma. Passo a passo os países com lideranças razoavelmente estáveis e aliadas do ocidente vão caindo. Se esta onda de "liberdade" continuar a assolar os países islâmicos da forma que está, dentro em breve todo o Médio Oriente vai-se ver inundado na retrógrada lei Sharia.

Isto também pode significar que um largo número de minorias religiosas abandone esses países e venham para a Europa. A parte má é que, tal como aconteceu com os líbios, muitos muçulmanos do Médio Oriente irão aproveitar esta situação para fugirem dos seus países para o ocidente.

Como é normal, quando estes muçulmanos chegarem ao novo país, eles vão-se unir aos mesmos islamitas que causaram a que eles abandonassem os seus países, e exigir a imposição da Sharia no ocidente. Ou seja, fogem da Sharia, mas querem implantar a mesma Sharia em países que subsistem há milénios sem a "ajuda" dessa mesma Sharia.

O padrão é tão previsível que, se não fossem os aliados esquerdistas que controlam os destinos da Europa terem necessidade dos votos muçulmanos, a população europeia já se teria insurgido com esta violação da identidade e costumes locais.

Contrariamente à deturpação que os marxistas culturais querem disseminar, a resistência à imigração descontrolada não é "racismo" mas sim senso comum. Nenhum sociedade sobrevive com a invasão de pessoas com ideologias e visões políticas totalmente distintas (e, no caso do islão, antagónicas) da prevalecente. Como os conservadores cristãos acham que a sua cultura Judaico-Cristã é superior que a islâmica, é perfeitamente natural que eles visem proteger a sua identidade cultural.

Esta defesa da identidade nacional não deve de maneira nenhuma ser confundida com os movimentos nacionais socialistas (nazis) que colocam ênfase na etnia e na raça como se isso fosse a causa dos problemas nos árabes ou dos líbios. Pode-se ver que a etnia não tem nada a ver com isto olhando para os árabes cristãos. Na Palestina, até há pouco tempo, cerca de 10% da população era Cristã, no entanto, os ataques suicidas eram 100% feitos por muçulmanos.

Conclusão:

Enquanto que os defensores da implementação da Sharia avançam um pouco por todo o mundo árabe, os chamados "moderados" batem em retirada. As muslimas (mulheres muçulmanas) olham para o declínio da sua condição e não recebem qualquer tipo de ajuda das feministas ocidentais. Olhando para todos estes dados, será lógico assumir que a ideologia islâmica em si nada tem a ver com os "extremistas"? Não é mais lógico atribuir ao código moral islâmico a responsabilidade por esta degeneração social, política e económica?

Se a lei Sharia falhou no mundo árabe nos últimos 1400 anos, porque é que os imigrantes muçulmanos na Europa acham que a mesma vai funcionar no ocidente?

Porque é que é considerado "racismo" resistir ao avanço duma ideologia que visa a destruição das instituições ocidentais? Desde quando é que ser muçulmano é uma "raça"?

sábado, 5 de março de 2011

Novo Ministro do Interior alemão: "Não há evidências de que o islão faz parte da Alemanha"

Estas palavras foram ditas logo no seu primeiro dia como Ministro do Interior. Será que a Europa ainda vai a tempo de preservar a sua identidade, ou os marxistas culturais já envenenaram o nosso futuro para além do que pode ser recuperado?

O recentemente nomeado Ministro do Interior Hans-Peter Friedrich despoletou uma controvérsia ao falar do islão na sociedade alemã. Friedrich, que sucede Thomas de Maiziere (agora Ministro de Defesa) afirmou numa conferência de imprensa que não há evidências históricas de que "o islão faz parte da Alemanha".

De Maiziere e o seu predecessor haviam tentado iniciar um debate com a comunidade muçulmana da Alemanha como forma de melhorar os esforços de integração.

Eu acho sempre curioso que, quando se trata dos muçulmanos, tenham que ser sempre os europeus (ou os americanos ou qualquer outro país com cultura judaico-cristã) a fazer esforços para a sua integração. Não deveria ser o contrário? Não deveriam ser os muçulmanos a esforçarem-se para se integrarem?

Nós nunca ouvimos falar dos "esforços estatais" como forma de melhorar a integração dos chineses, dos hindus ou de outra minoria étnica ou religiosa. Porque é que no caso dos muçulmanos os esforços tenham que partir do país que amavelmente os aceitou e não deles, que se mudaram de livre vontade para o novo país?

Friedrich disse que levaria a integração dos 4 milhões de muçulmanos "a sério", acrescentando que continuaria o diálogo com a comunidade muçulmana na "Conferência sobre o islão".
As suas declarações, embora perfeitamente lógicas e racionais, não foram cheias de tacto. Aparentemente as mesmas foram um reforço da sua crítica ao presidente alemão Christian Wulff, que afirmou em Outubro que o islão faz parte da sociedade alemã.

No seu primeiro dia de trabalho nas novas funções, Friedrich foi criticado por aquilo que a oposição e os grupos muçulmanos chamam de "palavras inflamatórias".

Friedrich é ministro do interior há 24 horas e já começou a partir porcelana.
Estas foram as palavras de Renate Kuenast, do Partido os Verdes alemão. Claro que o partido dos "Verdes" só é verde por fora, porque por dentro são vermelhos (comunistas). Para grupos como este a maciça imigração de muçulmanos interessa-lhes porque os muçulmanos, em larga maioria, votam em partidos da esquerda.

Portanto, os "Verdes" apenas estão a proteger os seus votos. O facto de Friedrich estar certo nas suas declarações é irrelevante.


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

ShareThis