MITOS ISLÂMICOS

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terça-feira, 6 de outubro de 2015

Activista do grupo "No Borders" violada por um grupo de imigrantes.

Durante mais de um mês a jovem mulher, que pertence ao grupo "No Borders" e que trabalhava num campo de imigrantes que se encontra junto da fronteira entre a França e a Itália, permaneceu calada em relação à sua horrível violação (levada a cabo por um grupo de imigrantes Sudaneses) porque, segundo ela, "os outros pediram-me para ficar calada em relação ao assunto". 

Alegadamente, os seus colegas disseram-lhe que reportar o crime seria "um passo atrás" na luta por um mundo sem fronteiras.

A activista do grupo "No Borders" dedicou um mês da sua vida a ajudar os imigrantes. O seu grupo encontrava-se sediado entre a Itália e a França em Ponte San Ludovico, em Ventimiglia, quando a atrocidade ocorreu. Num Sábado, enquanto música alta era tocada numa festa próxima, a mulher foi alegadamente encurralada num bloco de duches instalado num pinhal conhecido como "Red Leap".

Alegadamente um grupo de imigrantes Africanos violou-a ali, e os seus gritos de ajuda não foram ouvidos devido ao volume da música.

O "La Stampa" reporta que a mulher teria reportado o horrível  crime mais cedo se não tivesse sido impedida pelos seus colegas esquerdistas, que lhe convenceram que, se ela viesse a publico com a verdade, isso iria causar danos à sua visão utópica dum mundo sem  fronteiras. 

- -  http://bit.ly/1Z7MPeN.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Este país está a expulsar os muçulmanos e o crime está a diminuir

Existe um país que finalmente aprendeu que o fluxo de imigrantes maometanos gera problemas. Não só problemas, mas também crimes horríveis. Juntamente com a introdução do islão nos países Europeus, ocorre um aumento drástico de violações, abuso sexual de menores, assassinatos, violência e protestos - tudo isto actos perfeitamente de acordo com o Alcorão e as hadiths.

Os jihadistas, colectivamente conhecidos como mujahideen, criam grupos terroristas e patrulham as estradas e as zonas tidas por eles como "zonas islâmicas", como forma de fazer cumprir a lei islâmica com o nome de Sharia.

Os Noruegueses sofreram os horrores da integração islâmica, e em vez de apaziguarem os maometanos, temendo serem chamados de politicamente incorrectos, eles agiram. Segundo o The Local, começando no ano passado, um número recorde de imigrantes - nomeadamente muçulmanos - foi deportado da Noruega. Com a deportação dos muçulmanos, e para grande alegria das forças policiais, veio uma redução dramática no crime.

Cerca de 5,198 cidadãos estrangeiros foram expulsos da Noruega durante o ano de 2013. Frode Forfrand, chefe do Directorate of Immigration (UDI), disse o seguinte ao NRK:

É o número mais elevado que alguma vez tivemos. Somos de opinião de que um dos motivos por trás do aumento é o facto da polícia se ter tornado mais ciente do uso da deportação como arma de combate ao crime. Os cidadãos Nigerianos encabeçam a lista daqueles que foram expulsos por cometerem crimes, com 232 cidadãos expulsos como castigo em 2013, seguidos dos Afegãos com 136 cidadãos expulsos, e os Marroquinos, com 76 cidadãos expulsos como castigo.

Por outro lado, os Afegãos encabeçam a lista daqueles expulsos por violarem o Immigration Act, com 380 pessoas expulsas por esse motivo, seguidos dos cidadãos Iraquianos, com 234 pessoas expulsas pelo mesmo motivo.

Saudamos a Noruega por se recusar a ser envergonhada pelos esquerdistas e forçada a manter criminosos no seu país. Talvez os Estados Unidos sejam igualmente corajosos para fazer o mesmo.


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Os esquerdiotas profissionais muito provavelmente avançarão com a frase "correlação não significa causalidade", mas os dados apurados (aquilo que as pessoas normais chamam de "realidade") claramente demonstram que, neste caso, a correlação tem fortes ligações com a causalidade. Dito doutra forma, até prova em contrário, pode-se afirmar que o que está a causar a diminuição da criminalidade é precisamente a deportação dos membros do grupo ideológico mais susceptível de cometer acções criminosas.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

A deportação como forma de reduzir o crime

Numero recorde de cidadãos estrangeiros foi deportado da Noruega durante o ano passado, depois da polícia local ter dado inicio ao uso da deportação como forma de combater o crime.

Cerca de 5,198 cidadãos estrangeiros foram expulsos em 2013, um aumento de 31% em relação ao ano anterior, quando 3,958 foram deportados. Frode Forfang (Directorato da Imigração) disse o seguinte ao NRK:
Somos de opinião que um dos motivos para o aumento é a forma como a policia se tornou consciente de que as deportação era uma forma de combater o crime.
Os cidadãos nigerianos estão no topo da lista daqueles expulsos por cometerem crimes, com 232 cidadãos expulsos como castigo em 2013, seguidos dos cidadãos afegãos, com 136 expulsos, e seguidos por 76 marroquinos expulsos.

Os cidadãos afegãos lideram a lista daqueles expulsos por violarem o "Immigration Act", com 380 expulsos por esta razão, seguidos dos cidadãos iraquianos, com 234 expulsos por esta razão.

Khaled Ahmed Taleb arrisca-se a ser deportado


Fonte

sábado, 24 de agosto de 2013

O ácido multicultural

Segundo os registos oficiais ingleses, o número de ataques envolvendo o arremesso de ácido, ou o arremesso de outras substâncias corrosivas, triplicou neste país durante os últimos seis anos. Os peritos alegam que muitos destes ataques que envolvem o ácido encontram-se conectados à comunidade Asiática, com as mulheres a serem atacadas pelos maridos e punidas por se recusarem a tomar parte num casamento forçado, ao mesmo tempo que os homens são atacados durante disputas em torno do dote.

Os últimos dados hospitalares da NHS registam 144 ataques no período 2011/2012 envolvendo substâncias corrosivas, o que pode incluir o petróleo, lixívia e a querosene. Seis anos antes, 56 casos foram registados.

Jaf Shah, director-executivo da "Acid Survivors Trust International" afirmou que muitos ataques que ocorriam na Grã-Bretanha não eram reportados visto que as mulheres atacadas viviam com medo de represálias.

Jaf disse:

Existe alguma relutância entre as mulheres da comunidade Asiática de reportar o que aconteceu; estes ataques não são feitos por estranhos mas por alguém próximo a elas dentro da comunidade - um marido, um pai ou outro membro da família.

Os números revelam que embora a maior parte das pessoas atacadas tenham idades compreendidas entre os 15 e os 59, um elevado número de pensionistas foi já atacado com tais substâncias.

No ano passado, um ataque foi registado onde a vítima tinha menos de 14 anos.

Em Dezembro último, uma funcionária-lojista de 20 anos, Naomi Omi, foi marcada para toda a vida, e quase cega, depois de ter sido atacada por uma mulher (alegadamente vestida com um niqab) em Dagenham, Londres Oriental.

Em Maio uma mulher de 28 anos a viver em Romford, Nordeste de Londres, foi deixada com lesões horríveis na cara e na parte superior do corpo depois de ter aberto a porta a um estranho e este a ter borrifado com substâncias ácidas.


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Quando os imigrantes chegam à Grã-Bretanha, o governo multiculturalista diz-lhes para reterem as suas prácticas culturais e as suas crenças ancestrais. Mas o que é que acontece quando tais "prácticas culturais" envolvem atirar ácido para a cara de mulheres e meninas indefesas?

Se nós não podemos julgar a moralidade de outra cultura com base na nossa, embora estejamos na nossa casa, qual é a base moral para criticar muçulmanos que atiram ácido para a cara de mulheres que eles acreditam terem desonrado a família?

Quando um país aceita um número excessivo de imigrantes, ele aceite um vasto número de pessoas que trazem consigo os seus hábitos culturais. Enquanto os Europeus não afirmarem e defenderem de forma inequívoca 1) a sua autoridade na sua própria casa e 2) a superioridade da sua cultura em relação a uma cultura que atira ácido para a cara de meninas por estas se recusarem a tomar parte num casamento forçado, os imigrantes continuarão a exercitar a sua cultura, e a atacar pessoas indefesas.



quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Itália: Imigrantes cometem 40% das violações

Ele era horrível; não tinha dentes e a sua estava desfigurada com cicatrizes.
Esta foi a forma que uma vítima de violação, uma mulher de negócios de 42 anos, descreveu  o violador,  Mohamed K., de 32 anos e um imigrante ilegal já condenado previamente por roubo, agressão e danos físicos. 

Durante a semana passada, quando ela tinha saído para ir ter com uma amiga com quem esperava preparar o Natal, Mohamed K. seguiu-a, agarrou-a no jardim público onde ela tinha tentado esconder, atirou-a para o chão, espancou-a e violou-a ao mesmo que gritava "italiana p--a suja". Depois de a ter violado, roubou a sua carteira. 

Os carabinieri foram capazes de o encontrar e prender; ele tinha ainda a carteira da vitima consigo.

O caso provocou uma discussão enorme junto do público italiano, com os multiculturalistas a desdobrarem-se para defender a reputação dos imigrantes. Um blogue esquerdista amigo da imigração afirmou:
Os perpetradores das violações não são os imigrantes mas sim os italianos!
Para além disso, este blogue multiculturalista citou estatísticas de 2009 que mostravam como 60% das violações ocorridas em solo Italiano eram feitas por Italianos. Mas como os imigrantes são "só" 6% da população Italiana, isto significa que os imigrantes estão desproporcionalmente representados nas estatísticas.

* * * * * * *
O esquerdismo não se preocupa assim tanto com a integridade física das mulheres, como muitas delas pensam. Para o esquerdismo é mais importante usar os imigrantes para a subversão da ordem social do que proteger as mulheres do seu próprio país.

Levando isto em conta, não deixa de ser curioso que a maior parte das mulheres, principalmente as solteiras jovens, continuem a dar o seu apoio a movimentos multiculturalistas e afins quando estes não defendem os seus interesses. (A menos que os interesses das mulheres se resumam ao aborto "gratuito" e acesso a contraceptivos.)

Seria interessante ver o que aconteceria se os grupos que lutam contra a imigração colocassem a segurança das mulheres em plano mais destacado.

domingo, 2 de dezembro de 2012

A meia-vida da utopia secular

"Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos, e sejamos sóbrios"
1 Tess 5:6
Por Vox Day
 
O pós-Cristianismo é secular e divertido até que o vazio seja preenchido.  E todos nós sabemos como a natureza preenche o vazio:
Imigrantes muçulmanos duma cidade próxima de Copenhague forçaram o cancelamento das tradicionais exposições de Natal deste ano ao mesmo tempo que investiram generosamente para as festividades envolvidos na celebração do Eid - que marca o fim do Ramadão.

A controvérsia escalou até se tornar num debate nacional em torno do papel do islão na Dinamarca pós-Cristã, onde uma florescente população muçulmana está-se a tornar cada vez mais assertiva na imposição da sua vontade em questões de vasto alcance social e cívico.

Um porta-voz do Partido Conservador Dinamarquês, Tom Behnke, afirma que teme que as pessoas estejam a tentar converter a Dinamarca num país muçulmano. Numa entrevista dada à DR News, Behnke disse:

"É profundamente alarmante que os nossos esforços de integração sejam tão ineficazes e que, mal haja uma maioria muçulmana, as antigas tradições dinamarquesas sejam colocadas de parte, e as muçulmanas sejam introduzidas. Vivêmos na Dinamarca e as pessoas têm que se adaptar à situação que se aplica aqui."

Quando questionado se as associações de habitação com minorias islâmicas deveriam apoiar as festividades em torno do Eid, Behnke respondeu:

"Temos que levar em conta que, no passado, o festival Eid era a celebração levada a cabo por muçulmanos depois de terem chacinado Cristãos, portanto não sei quanto disso há para celebrar na Dinamarca. Mesmo assim, as pessoas deveriam ter permissão para celebrar qualquer que seja a festividade, mas deveriam ao mesmo tempo respeitar as festividades existentes no país para onde imigraram."

Behnke acrescentou ainda:

"Não faz sentido nenhum tentar converter a Dinamarca num país islâmico só porque se tem origens muçulmanas. Isso não pode acontecer de maneira nenhuma. Pelo contrário, temos que ter respeito mútuo uns pelos outros. Isto [supressão do Natal/imposição do islão] é falta de respeito pelas tradições e cultura dinamarquesas. Não podemos aceitar a existência duma Dinamarca onde as tradições dinamarquesas desapareçam mal haja maioria muçulmana."
Claro que a forma da Dinamarca evitar a perda das tradições dinamarquesas é evitar uma maioria muçulmana. Como eu [Vox Day] repetidamente tentei explicar aos ateus e agnósticos presentes no meio de nós, não existe nem nunca vai existir uma utopia secular baseada na ciência. É uma categoria de erro fundamental fingir que isso é remotamente possível.

Aquilo que nós pensamos ser secularismo mais não é que o estado transicional entre uma forma religiosa dominante e aquela que toma o seu lugar. A cultura pós-Cristã não é nem secular nem científica mas sim pagã e pré-Civilização Ocidental.

Há duas opções por onde escolher. O iluminismo secular não é uma delas. O que é tido como progresso é, na verdade, uma reversão social em larga escala de proporções significantes, e nem a tecnologia nem dívida em quantidades crescentes (que actualmente é interpretada como "riqueza") serão capazes de prevenir isso.

Tendo como base o que estamos a observar, a meia-vida da sociedade secular é de cerca de 20 anos.

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Uma das frases mais emblemáticas da falta de vontade de viver dos Europeus e quando Behnke diz"devemos ter respeito mútuo".

Mas não é por demais aparente que os invasores colonizadores imigrantes maometanos não querem viver num clima de "respeito mútuo" mas sim impor a sua ideologia neste país?

O pior é que tanto os dinamarqueses como os maometanos sabem que, mal haja maioria islâmica, o islão vai ser imposto à força, mas os dinamarqueses ainda tentam cordialmente chegar a um ponto de concordância - enquanto, anualmente, o número de muçulmanos aumenta de modo explosivo.

Se alguém diz "vou-te destruir" a nossa resposta só pode ser "não, não vais". Dizer "vamos chegar a um acordo" é estupidez e suicídio.


quinta-feira, 5 de julho de 2012

Jihad em Barcelona

Quatro mães espanholas escreveram uma carta denunciando o que tem acontecido numa escola catalã onde, dizem elas, alunos indígenas são constantemente assediados pelos seus colegas muçulmanos e as autoridades escolares parecem sempre dispostas a tomar o partido dos estrangeiros.

Segundo a carta, infantário não cumpre a exigência legal de possuir pelo menos 20% das turmas a falar a língua nativa como a sua língua mãe. O árabe tornou-se a língua dominante nos corredores e nos recreios.

A escola está agora a enviar notificações em árabe e catalão - mas não em castelhano. Numa das turmas, 83,33% dos alunos fala árabe. Em clara violação da lei, há uma carta em árabe colocada numa das portas da escola.

As enervadas mães alegam também que os alunos maometanos impedem os indígenas de comer sanduiches se as mesmas contiverem presunto ou outra carne derivada do porco. O que os maometanos fazem é tirar as sanduiches das mãos dos indígenas - à força - e atirá-las para o caixote de lixo.

Fonte

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Isto é o que normalmente acontece quando uma ideologia política violenta e imperialista como o islão ganha números suficientes, portanto o mesmo vai acontecer em todos os lugares onde os maometanos se tornarem suficientemente numerosos.

Os novos donos da Europa não aprovam o consumo de porco.
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