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terça-feira, 6 de outubro de 2015
Activista do grupo "No Borders" violada por um grupo de imigrantes.
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terça-feira, 25 de novembro de 2014
Este país está a expulsar os muçulmanos e o crime está a diminuir
Os jihadistas, colectivamente conhecidos como mujahideen, criam grupos terroristas e patrulham as estradas e as zonas tidas por eles como "zonas islâmicas", como forma de fazer cumprir a lei islâmica com o nome de Sharia.
Os Noruegueses sofreram os horrores da integração islâmica, e em vez de apaziguarem os maometanos, temendo serem chamados de politicamente incorrectos, eles agiram. Segundo o The Local, começando no ano passado, um número recorde de imigrantes - nomeadamente muçulmanos - foi deportado da Noruega. Com a deportação dos muçulmanos, e para grande alegria das forças policiais, veio uma redução dramática no crime.
Cerca de 5,198 cidadãos estrangeiros foram expulsos da Noruega durante o ano de 2013. Frode Forfrand, chefe do Directorate of Immigration (UDI), disse o seguinte ao NRK:
Por outro lado, os Afegãos encabeçam a lista daqueles expulsos por violarem o Immigration Act, com 380 pessoas expulsas por esse motivo, seguidos dos cidadãos Iraquianos, com 234 pessoas expulsas pelo mesmo motivo.
Saudamos a Noruega por se recusar a ser envergonhada pelos esquerdistas e forçada a manter criminosos no seu país. Talvez os Estados Unidos sejam igualmente corajosos para fazer o mesmo.
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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
A deportação como forma de reduzir o crime
Somos de opinião que um dos motivos para o aumento é a forma como a policia se tornou consciente de que as deportação era uma forma de combater o crime.
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| Khaled Ahmed Taleb arrisca-se a ser deportado |
Fonte
sábado, 24 de agosto de 2013
O ácido multicultural
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Itália: Imigrantes cometem 40% das violações
Ele era horrível; não tinha dentes e a sua estava desfigurada com cicatrizes.
O caso provocou uma discussão enorme junto do público italiano, com os multiculturalistas a desdobrarem-se para defender a reputação dos imigrantes. Um blogue esquerdista amigo da imigração afirmou:
Os perpetradores das violações não são os imigrantes mas sim os italianos!
domingo, 2 de dezembro de 2012
A meia-vida da utopia secular
Imigrantes muçulmanos duma cidade próxima de Copenhague forçaram o cancelamento das tradicionais exposições de Natal deste ano ao mesmo tempo que investiram generosamente para as festividades envolvidos na celebração do Eid - que marca o fim do Ramadão.
A controvérsia escalou até se tornar num debate nacional em torno do papel do islão na Dinamarca pós-Cristã, onde uma florescente população muçulmana está-se a tornar cada vez mais assertiva na imposição da sua vontade em questões de vasto alcance social e cívico.
Um porta-voz do Partido Conservador Dinamarquês, Tom Behnke, afirma que teme que as pessoas estejam a tentar converter a Dinamarca num país muçulmano. Numa entrevista dada à DR News, Behnke disse:
"É profundamente alarmante que os nossos esforços de integração sejam tão ineficazes e que, mal haja uma maioria muçulmana, as antigas tradições dinamarquesas sejam colocadas de parte, e as muçulmanas sejam introduzidas. Vivêmos na Dinamarca e as pessoas têm que se adaptar à situação que se aplica aqui."
Quando questionado se as associações de habitação com minorias islâmicas deveriam apoiar as festividades em torno do Eid, Behnke respondeu:
"Temos que levar em conta que, no passado, o festival Eid era a celebração levada a cabo por muçulmanos depois de terem chacinado Cristãos, portanto não sei quanto disso há para celebrar na Dinamarca. Mesmo assim, as pessoas deveriam ter permissão para celebrar qualquer que seja a festividade, mas deveriam ao mesmo tempo respeitar as festividades existentes no país para onde imigraram."
Behnke acrescentou ainda:
"Não faz sentido nenhum tentar converter a Dinamarca num país islâmico só porque se tem origens muçulmanas. Isso não pode acontecer de maneira nenhuma. Pelo contrário, temos que ter respeito mútuo uns pelos outros. Isto [supressão do Natal/imposição do islão] é falta de respeito pelas tradições e cultura dinamarquesas. Não podemos aceitar a existência duma Dinamarca onde as tradições dinamarquesas desapareçam mal haja maioria muçulmana."
Mas não é por demais aparente que os invasores colonizadores imigrantes maometanos não querem viver num clima de "respeito mútuo" mas sim impor a sua ideologia neste país?
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Jihad em Barcelona
Quatro mães espanholas escreveram uma carta denunciando o que tem acontecido numa escola catalã onde, dizem elas, alunos indígenas são constantemente assediados pelos seus colegas muçulmanos e as autoridades escolares parecem sempre dispostas a tomar o partido dos estrangeiros.Segundo a carta, infantário não cumpre a exigência legal de possuir pelo menos 20% das turmas a falar a língua nativa como a sua língua mãe. O árabe tornou-se a língua dominante nos corredores e nos recreios.
A escola está agora a enviar notificações em árabe e catalão - mas não em castelhano. Numa das turmas, 83,33% dos alunos fala árabe. Em clara violação da lei, há uma carta em árabe colocada numa das portas da escola.
As enervadas mães alegam também que os alunos maometanos impedem os indígenas de comer sanduiches se as mesmas contiverem presunto ou outra carne derivada do porco. O que os maometanos fazem é tirar as sanduiches das mãos dos indígenas - à força - e atirá-las para o caixote de lixo.
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Isto é o que normalmente acontece quando uma ideologia política violenta e imperialista como o islão ganha números suficientes, portanto o mesmo vai acontecer em todos os lugares onde os maometanos se tornarem suficientemente numerosos.








