MITOS ISLÂMICOS

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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Menina de 3 anos vítima de abuso sexual na Arábia Saudita


Vários homens raptaram uma menina Saudita de 3 anos e revezaram-se no abuso sexual à mesma antes de a deixarem perto dum hospital num estado de saúde grave.

Revelando o crime na Segunda-Feira, a polícia disse que haviam prendido 3 suspeitos e duas mulheres mas que poderiam vir a prender mais pessoas ligadas à violação.

Os médicos no hospital da parte Ocidental do porto do Mar Vermelho com o nome de Jeddah disseram que a criança foi encontrada à frente do hospital a chorar e com graves problemas físicos.

Os médicos acrescentaram ainda que a menina se encontra em cuidados intensivos a batalhar pela vida.

O gerente do hospital - Mohammed Ali - citado pelo diário Saudita com o nome de Okaz, afirmou o seguinte:
Ela foi abusada violentamente por alguns homens, e foi encontrada com dores imensas uma vez que o seu corpo estava coberto de contusões e as suas partes mais sensíveis estavam rompidas. Estes lobos humanos são piores que animais. Eles quebraram todos os valores humanos e religiosos com este crime hediondo.

Esperemos que ela reaja ao tratamento e se recupere, embora os médicos acreditem que ela sofrerá traumas para o resto da sua vida.

Fonte: http://ow.ly/qkvt1

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Tribunal sueco promove a violação de mulheres suecas

Seis maometanos foram condenados a serviço comunitário depois de terem tomado parte numa violação em grupo a uma rapariga sueca de 15 anos. Os seis adolescentes, que foram colocados num julgamento pela violação, representam um arco-iris da diversidade maometana: eles são Turcos, Árabes e Africanos.

Devido a isso, obviamente que, depois do julgamento, o juiz lhes atirou com um livro de uma forma que só um juiz Sueco pode atirar um livro a um imigrante maometano que está a contribuir para a rica diversidade do país. Cinco dos adolescentes foram declarados culpados de violação agravada pelo Solna District Court, e o sexto foi declarado culpado de tentative de violação agravada.

O ataque ocorreu em Março último num apartamento de Tensta, onde um dos adolescentes geriu os preservativos enquanto os outros violavam a rapariga de 15 anos.

O tribunal levou em consideração o facto do relato da rapariga incluir informação "coesa, longa e relativamente detalhada" do incidente, e a masma não incluir "qualquer tipo de contradição ou elementos na história que se poderiam considerar inexplicáveis".

Apesar de terem negado o incidente aquando do início do julgamento, os quatro rapazes, entretanto, confessaram ter tido relações sexuais com a rapariga na altura, mas negaram ter cometido qualquer tipo de crime. O rapaz que alegadamente ofereceu os preservativos  negou tudo.

"Segundo o tribunal, as suas explicações em torno dos motivos que lhes levou a modificar a sua história eram insustentáveis, mas sugeriram que eles escondiam algo," escreveu o tribunal.

Cinco dos rapazes foram condenados a 100 horas de serviço comunitário cada uma, e foram ordenados a pagar  55,000 kronor ($8,500) cada em danos causados à vitima. O castigo foi menos severo do que poderia ter sido uma vez que os rapazes são menores, e o tribunal concluiu que eles haviam já sido punidos de alguma forma por terem as suas fotos e os seus detalhes pessoais expostos pela internet.

"Menos severo"? Isso é algo "surpreendente".

Mas não há problemas uma vez que a ONU coloca a Suécia num lugar bastante elevado, no que toca os direitos das mulheres. Infelizmente, o direito de não ser violada por imgrantes não é um deles. Mas se eles fossem para a "prisão", as coisas não seriam assim tão más.
 
"Prisão" sueca.
 
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Os direitos das mulheres pasam para o segundo lugar sempre que estes entram em rota de colisão com o multiculturalismo.
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domingo, 28 de julho de 2013

Os taxistas islâmicos

Um juiz britânico emitiu um alarmante aviso afirmando que já não é seguro as pessoas esperarem viajar com tranquilidade dentro dum táxi. 

Enquanto prendia um requerente de asilo por 8 anos por este ter abusado sexualmente duma secretária, Michael Sayers, QC, afirmou que aqueles que mandam vir um táxi não têm forma de saber a descendência do taxista. Sayers apelou ao licenciamento compulsório de todos os taxistas depois da polícia ter investigado a empresa onde o violador trabalhava e ter descoberto que nenhum dos taxistas se encontrava legalmente empregado. 

O juiz afirmou:

Parece que ninguém pode viajar num destes mini-táxis com qualquer tipo de segurança ou traquilidade, tal como demonstrado pelos factos deste caso.

Números trazidos ao público pela polícia inglesa revelaram que 214 mulheres foram sexualmente abusadas na capital londrina durante o ano passado (e 54 foram violadas) após terem entrado num dos mini-táxis ilegais.

Razaq Assadullah, de 31 anos, e que trabalhava para a Speedline Cars em Stratford, Este de Londres, era um requerente de asilo que chegou à Grã-Bretanha (proveniente do Afeganistão) no ano 2000. Em Dezembro último (2012) ele foi condenado por ter violado uma secretária de 28 anos, e há alguns dias atrás foi sentenciado.

Em referência às origens étnicas e religiosas do violador, o juiz disse-lhe:

Certamente que você está ciente da gravidade do crime da violação uma vez que ela seria motivo para a execução por  apedrejamento.

No mês de Julho de 2012, a mulher entrou no táxi depois duma saída nocturna num bar em Stratford. Depois de ter deixado a sua melhor amiga, Assadullah estacionou o carro, desligou o motor e atacou a mulher no banco de trás. Ele só parou quando foi perturbado por dois ciclistas. 

Durante a audiência ficou-se a saber que Assadullah, de Plaistow, Este de Londres, fingiu ser um taxista depois de ter comprado uma falsa licença de condução por £200 e após ter usado um nome falso. Investigações policiais não só revelaram que ele conduzia sem seguro, como revelaram que os 32 taxistas da firma onde o violador trabalhava se encontravam a trabalhar ilegalmente - quer seja através do seu estatuto de imigrante, quer seja através do facto de estarem a trabalhar ao mesmo tempo que recebiam benefícios estatais.


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Ninguém parece interessado em averiguar o porquê dos maometanos estarem disproporcionalmente representados nos casos de abuso sexual. 
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terça-feira, 23 de julho de 2013

Dubai: Mulher é condenada à prisão após ter ter sido violada

Quatro meses após ter feito a denúncia de que havia sido estuprada em Dubai, nos Emirados Árabes, a norueguesa Marte Deborah Dalelv foi condenada a 16 meses de prisão pelo fato.

De acordo com as leis locais, um estuprador só pode ser condenado se confessar o crime ou se for visto practicando o estupro por quatro testemunhas homens. Como denunciou o abuso, Marte foi condenada por fazer sexo fora do casamento e perjúrio. Ela ainda foi considerada culpada por ter ingerido bebida alcóolica na noite em que sofreu o estupro. Nos Emirados Árabes também é proibido beber.

"A sentença em Dubai a uma norueguesa que denunciou um estupro é contrária ao nosso sentido da justiça. Daremos a ela apoio no processo de apelação", disse Espen Barth Eide, o ministro das Relações Exteriores norueguês, em sua conta no Twitter.

Segundo informações do site norueguês VG.no, no dia em que fez a denúncia, Marte ainda foi alvo de gozações das autoridades, que teriam perguntado a ela se "estava fazendo a denúncia por não ter gostado do sexo".

sábado, 30 de março de 2013

Activistas pró-Palestina violadas na Líbia

Duas mulheres de origem paquistanesa foram "brutalmente violadas em frente ao pai", reporta Awadh al-Barassi na sua conta de Facebook, condenando "o terrível acto." 

Barassi afirmou que havia visto as duas vítimas em Benghazi na Terça-Feira, e que a família "se encontrava num estado psicológico muito mau."

As mulheres acompanharam o pai numa iniciativa organizada pela ONG Turca "NGO IHH", e dirigiam-se ao conclave palestino que se encontra numa zona bloqueada por Israel quando foram barradas de abandonar a Líbka e entrar no Egipto.

Os três determinaram então voltar a Benghazi acompanhados por mais dois britânicos, com o expresso propósito de apanharem um avião e voarem para casa. No entanto, quando chegaram à segunda maior cidade da Líbia, foram raptados por 5 homens não identificados. 

Outras fontes afirmam que a família encontra-se agora sobn os cuidados do consulado turco em Benghazi.


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Isto é o tipo de coisa que acontece com muito mais frequência mas que pouco é reportada. Mulheres (muçulmanos ou não) que têm o azar de cair nas mãos de terroristas muçulmanos, podem contar com várias horas de abuso sexual. 

O mais horrível é que este tipo de comportamento tem suporte na teologia islâmica uma vez que Maomé, o "profeta" do maometanismo, abusou sexualmemte de uma criança (Aisha) e de uma judia. A judia foi sexualmente abusada quando Maomé invadiu Khaybar, matou muitos homens, torturou um deles para obter o seu ouro, e "casou-se" com uma judia cujo marido tinha sido assassinado por ele e pelos seus fiéis devotos.

Portanto, criticar este tipo de comportamento sem fazer a ligação com o comportamento do fundador da religião islâmica é insuficiente.
O apóstolo de Alá (que a paz esteja com ele) enviou uma expedição militar até Awtas por ocasião da batalha de Hunain. Eles depararam-se com o inimigo e combateram-no. Depois de os terem vencido, levaram consigo os cativos.
Alguns dos Companheiros do apóstolo de Alá (que a paz esteja com ele) estavam relutantes em ter relações sexuais com as cativas na presença dos seus esposos, que eram descrentes. Então Alá, o exaltado, enviou o verso alcorânico onde se lê:
"Também vos está vedado desposar as mulheres casadas, salvo as que tendes à mão." (4:24)  Abu Dawud 2150 e Muslim 3433

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Itália: Imigrantes cometem 40% das violações

Ele era horrível; não tinha dentes e a sua estava desfigurada com cicatrizes.
Esta foi a forma que uma vítima de violação, uma mulher de negócios de 42 anos, descreveu  o violador,  Mohamed K., de 32 anos e um imigrante ilegal já condenado previamente por roubo, agressão e danos físicos. 

Durante a semana passada, quando ela tinha saído para ir ter com uma amiga com quem esperava preparar o Natal, Mohamed K. seguiu-a, agarrou-a no jardim público onde ela tinha tentado esconder, atirou-a para o chão, espancou-a e violou-a ao mesmo que gritava "italiana p--a suja". Depois de a ter violado, roubou a sua carteira. 

Os carabinieri foram capazes de o encontrar e prender; ele tinha ainda a carteira da vitima consigo.

O caso provocou uma discussão enorme junto do público italiano, com os multiculturalistas a desdobrarem-se para defender a reputação dos imigrantes. Um blogue esquerdista amigo da imigração afirmou:
Os perpetradores das violações não são os imigrantes mas sim os italianos!
Para além disso, este blogue multiculturalista citou estatísticas de 2009 que mostravam como 60% das violações ocorridas em solo Italiano eram feitas por Italianos. Mas como os imigrantes são "só" 6% da população Italiana, isto significa que os imigrantes estão desproporcionalmente representados nas estatísticas.

* * * * * * *
O esquerdismo não se preocupa assim tanto com a integridade física das mulheres, como muitas delas pensam. Para o esquerdismo é mais importante usar os imigrantes para a subversão da ordem social do que proteger as mulheres do seu próprio país.

Levando isto em conta, não deixa de ser curioso que a maior parte das mulheres, principalmente as solteiras jovens, continuem a dar o seu apoio a movimentos multiculturalistas e afins quando estes não defendem os seus interesses. (A menos que os interesses das mulheres se resumam ao aborto "gratuito" e acesso a contraceptivos.)

Seria interessante ver o que aconteceria se os grupos que lutam contra a imigração colocassem a segurança das mulheres em plano mais destacado.
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