MITOS ISLÂMICOS

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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Jihadistas "Ingleses" e a Síria

Figura de relevo do MI5 revelou que os serviços secretos ingleses já impediram 34 ataques terroristas desde 7 de Julho de 2005, dia em que maometanos levaram a cabo o terrível ataque em Londres.

Numa aparência conjunta sem precedentes perante o "Intelligence and Security Committee" do Parlamento, os líderes do MI5 e do MI6  responderam a perguntas feitas em público.

O comité ficou a saber que a Síria tornou-se num refúgio para os jihadistas desde que a guerra civil teve início, e que, consequentemente, centenas de cidadãos Britânicos já viajaram para esse país.

O chefe do MI5 Andrew Parker disse que existiam milhares de pessoas a viver na Grã-Bretanha actualmente que apoiam a al-Qaida, e o chefe do MI6 Sir John Sawers avisou que a ameaça dum ataque terrorista contra a Grã-Bretanha está a aumentar.


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Impressionante como nunca ouvimos os serviços secretos de algum país Europeu a falar da "ameaça" que os Hindus são, ou a "ameaça" que os Budistas são para a segurança europeia. São sempre os aderentes da mesma fé religiosa-política que parecem ser o grande problema.

sábado, 24 de agosto de 2013

O ácido multicultural

Segundo os registos oficiais ingleses, o número de ataques envolvendo o arremesso de ácido, ou o arremesso de outras substâncias corrosivas, triplicou neste país durante os últimos seis anos. Os peritos alegam que muitos destes ataques que envolvem o ácido encontram-se conectados à comunidade Asiática, com as mulheres a serem atacadas pelos maridos e punidas por se recusarem a tomar parte num casamento forçado, ao mesmo tempo que os homens são atacados durante disputas em torno do dote.

Os últimos dados hospitalares da NHS registam 144 ataques no período 2011/2012 envolvendo substâncias corrosivas, o que pode incluir o petróleo, lixívia e a querosene. Seis anos antes, 56 casos foram registados.

Jaf Shah, director-executivo da "Acid Survivors Trust International" afirmou que muitos ataques que ocorriam na Grã-Bretanha não eram reportados visto que as mulheres atacadas viviam com medo de represálias.

Jaf disse:

Existe alguma relutância entre as mulheres da comunidade Asiática de reportar o que aconteceu; estes ataques não são feitos por estranhos mas por alguém próximo a elas dentro da comunidade - um marido, um pai ou outro membro da família.

Os números revelam que embora a maior parte das pessoas atacadas tenham idades compreendidas entre os 15 e os 59, um elevado número de pensionistas foi já atacado com tais substâncias.

No ano passado, um ataque foi registado onde a vítima tinha menos de 14 anos.

Em Dezembro último, uma funcionária-lojista de 20 anos, Naomi Omi, foi marcada para toda a vida, e quase cega, depois de ter sido atacada por uma mulher (alegadamente vestida com um niqab) em Dagenham, Londres Oriental.

Em Maio uma mulher de 28 anos a viver em Romford, Nordeste de Londres, foi deixada com lesões horríveis na cara e na parte superior do corpo depois de ter aberto a porta a um estranho e este a ter borrifado com substâncias ácidas.


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Quando os imigrantes chegam à Grã-Bretanha, o governo multiculturalista diz-lhes para reterem as suas prácticas culturais e as suas crenças ancestrais. Mas o que é que acontece quando tais "prácticas culturais" envolvem atirar ácido para a cara de mulheres e meninas indefesas?

Se nós não podemos julgar a moralidade de outra cultura com base na nossa, embora estejamos na nossa casa, qual é a base moral para criticar muçulmanos que atiram ácido para a cara de mulheres que eles acreditam terem desonrado a família?

Quando um país aceita um número excessivo de imigrantes, ele aceite um vasto número de pessoas que trazem consigo os seus hábitos culturais. Enquanto os Europeus não afirmarem e defenderem de forma inequívoca 1) a sua autoridade na sua própria casa e 2) a superioridade da sua cultura em relação a uma cultura que atira ácido para a cara de meninas por estas se recusarem a tomar parte num casamento forçado, os imigrantes continuarão a exercitar a sua cultura, e a atacar pessoas indefesas.



sexta-feira, 19 de julho de 2013

O porquê do Boko Haram matar Cristãos com impunidade

Segundo um perito local, o terrorismo islâmico prospera na Nigéria devido a uma cultura que treina, arma e paga aos jovens mais pobres para que estes levem a cabo actos de violência durante campanhas políticas, criando uma milícia pronta a ser recrutada pelos terroristas quando a época das eleições termina. 

Segundo Adeniya Ojutiku, um Baptista dedicado a servir os nigerianos na sua própria terra, os políticos nigerianos recusam-se a combater o terrorismo no seu âmago uma vez que isso significaria desmantelar a cultura política que assegurou a sua eleição.

Os governos estaduais nigerianos deveriam ser responsabilizados por não serem capazes de controlar ou suster o terrorismo islâmico levado a cabo contra os Cristãos, afirmou Ojutiku, co-fundador da "Lift up Now Foundation":

O ponto da compensação monetária a cada uma das vítimas do terrorismo na Nigéria, às suas famílias, às suas comunidades, ben como às igrejas (queimadas, bombardeadas, destruídas ou danificadas) tem que ser introduzido nos temas de discussão pública. . . . . A compensação das vítimas tem que passar a ser um ponto fulcral de agitação por parte das pessoas de bem.

A perseguição levada a cabo contra os Cristãos é muito mais política e económica do que religiosa, afirmou Ojutiku, ressalvando que os extremistas islâmicos recrutam jovens milícias que foram abandonados no final do ciclo eleitoral e que não vêem mais nenhum meio de sobrevivência.

É um dado amplamente conhecido que a maior parte dos grupos étnicos violentos de toda a Nigéria tiveram o seu início como obra de algum político desesperado que solicitou e armou rufias predispostos para a criminalidade como forma de intimidar e esmagar os adversários políticos, bem como com o propósito de perverter as eleições políticas durante o período de democratização da Nigéria (depois da liderança militar).

Ojutiku afirmou ainda que, durante a campanha eleitoral, a maior parte dos grupos violentos foram muito bem financiados pelos seus senhores mas que após as eleições, estes grupos foram totalmente abandonados pelos mesmos senhores (quer estes tenham ou não vencido as eleições).

Rapidamente, estes grupos de rufias envolveram-se com milícias, acossando, intimidando e extorquindo dinheiro das vítimas. Esta criminalidade aumentou quando os membros destas milícias privadas buscaram financiadores abastados locais e internacionais, e começaram a promover novas causas e um novo tipo de agenda.

Fonte..

terça-feira, 30 de abril de 2013

Chechenos manifestam-se em favor dos terroristas

Através do Facebook, os chechenos residentes em Viena apelaram aos seus compatriotas que se manifestassem em frente à embaixada dos EUA. 

Nesta manifestação, e devido ao facto de existirem alegações de que o FBI falsificou evidências contra os dois irmãos, eles apelaram à solidariedade para com os atacantes de Boston, solidariedade para com os muçulmanos e para com os chechenos. 

O grupo "Pro Tsarnaev" publicitou a demonstração através do Facebook.

Durante a tarde a polícia assumiu que a demonstração seria de pequena escala; nenhuma estrada foi bloqueada.

Finalmente, por volta das 16:30, aproximadamente 40 manifestantes pacíficos entrou em confronts com uma força polícial de dimensões consideráveis.

Os homens e as mulheres manifestaram-se separados uns dos outros, havendo até mulheres que se manifestaram de véu ao mesmo tempo que outras se manifestaram com indumentária ocidental.

"Estamos convencidos da inocência no nosso irmão. Não há qualquer evidência da sua culpabilidade. A América precisa dum novo inimigo," afirmaram os chechenos.

Fonte
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