MITOS ISLÂMICOS

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quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

O Cristianismo encontra-se sitiado


Durante esta altura do ano cheio de celebrações religiosas alegres e especialmente a alegria da quadra partilhada com a família e com os amigos durante a altura do Natal, não podemos deixar de lado o facto de, em muitos locais do mundo, o Cristianismo encontrar-se sitiado, e os Cristãos estarem a ser abusados, brutalizados e assassinados.

Crimes horríveis tais como o rapto de quase 300 raparigas escolares Cristãs por parte dos terroristas islamitas do Boko Haram, as decapitações de Cristãos por parte do Estado Islâmico no Iraque e na Síria, e a fuga dos motins e dos assassinatos por parte dos Cristãos Coptas do Egipto durante o reinado da Irmandade Muçulmana, fizeram as manchetes dos jornais.

Mas "normalmente invisível para o mundo" é a realidade diária dos Cristãos a serem "economicamente marginalizados, a verem a educação a ser negada aos seus filhos, a serem torturados, espancados, torturados, violados, aprisionados, e infelizmente assassinados devido à sua fé", observa Jeff King, presidente da organização International Christian Concern.

O site da ICC,  Persecution.org, e as organizações e indivíduos tais como a Open Doors e o Gatestone Institute de Raymond Ibrahim levam a cabo um bom trabalho de tentar manter o sofrimento dos Cristãos perto do olhar público. As suas notícias, facilmente disponíveis na internet, são uma leitura perturbadora.

Ibrahim escreveu sobre um imã do Uganda convertido ao Cristianismo que fundou uma escola Cristã. Hassan Muwanguzi foi espancado por muçulmanos, levado ao tribunal sob acusações falsas de "contaminar" uma rapariga muçulmana, viu a sua casa incendiada, foi levado ao hospital por envenenamento, e sobreviveu a um ataque levado a cabo por 4 muçulmanos que deixou a sua filha de 12 anos morta.

Num crime que "agitou profundamente a comunidade Cristã do Paquistão", reportou a ICC, uma multidão acusou um casal Cristão de queimar páginas do Alcorão, espancou-os e queimou-os vivos num forno de tijolos. A mulher estava grávida, e a multidão de muçulmanos deixou 4 crianças órfãs.

A Open Doors reportou que um convertido Cristão enfrenta uma pena de prisão de cinco anos no Egipto, e que uma igreja Anglicana na Nigéria fechou as portas depois de 11 membros terem sido mortos pelos terroristas do grupo islâmico al-Shabaab.

A Open Doors afirma que n Índia, os alunos e os professores Cristãos não terão o feriado de Natal porque o governo declarou o dia 25 de Dezembro como “Good Governance Day”, com um concurso de redacção nesse dia. Para além disso, um grupo nacionalista Hindu declarou que o dia deveria ser devotado a "re-converter" 4,000 Cristãos para a fé Hindu.

Ibrahim escreve:

Um número crescente de Cristãos por todo o mundo, especialmente no mundo islâmico, estão . . . a perder absolutamente tudo em nome da sua fé.

(....)

O Cristianismo não se encontra nas boas graças junto da elite secular Ocidental. Até nos Estados Unidos já vimos uma campanha mesquinha de grupos tais como o Freedom from Religion Foundation de perseguir todas as exibições públicas de Cristianismo.

A Europa busca formas de acomodar a crescente população muçulmana, e isso não está a correr bem. Ibrahim reporta que uma povoação Alemã disponibilizou uma parte dum cemitério para funerais islâmicos só para ver os líderes islâmicos a exigir que as cruzes e os símbolos Cristãos fossem removidos ou cobertos durante as cerimónias islâmicas.

Um pensamento para este Natal: uma ameaça contra uma religião é, no final das contas, uma ameaça a todos nós - e contra todos nós.

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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

O sofrimento de Hassan Muwanguzi depois de abandonar o islão

Por Raymond Ibrahim
"E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo" - Filipenses 3:8
Quando São Paulo escreveu a Carta citada em cima para os Cristãos de Philippi, ele e a igreja primitiva estavam a sofrer perseguições (Paulo foi eventualmente executado em Roma). Embora os Cristãos Ocidentais de hoje ainda citem as suas palavras em referência aos seus sacrifícios diários, um crescente número de Cristãos um pouco por todo o mundo, especialmente aqueles que se encontram no mundo islâmico, estão de facto a perder absolutamente tudo devido à sua fé.

No Uganda, e em apenas uma década, as coisas evoluíram de más para piores, e para sanguinárias. A situação em torno de Hassan Muwanguzi, por exemplo, um muçulmano que se converteu ao Cristianismo - cujos sacrifícios iniciais encontram-se registados no livro Crucified Again: Exposing Islam's New War on Christians (página 131) - longe de terem diminuído, só pioraram.

Depois de ter obtido qualificações universitárias em torno da lei islâmica, e depois de se ter convertido ao Cristianismo quando tinha 20 e poucos anos, a sua família imediatamente o expulsou de casa, e "muçulmanos furiosos" espancaram-no. Mais tarde, no mesmo ano, a sua esposa deixou-o e ele perdeu o seu emprego de professor na Nankodo Islamic School, perto de Pallisa.

Estes eventos foram só o início; pegando nos destroços da sua vida e avançando com ela, Hassan eventualmente fundou uma escola Cristã - Grace International Nursery and Primary School - perto de Mbale, que tem uma maioria muçulmana. Desde então, diz Hassan,
Os muçulmanos usaram todo o tipo de ameaças como forma de levar a que eu feche a escola - primeiro usaram feitiçaria. Isto não funcionou, e como tal, tentaram desencorajar outros muçulmanos a trazer os seus filhos para a escola. Eles disseram que a escola estava a converter as crianças muçulmanas ao Cristianismo ao lhes ensinar Educação Religiosa Cristã.
Quando tudo isto falhou, em 2011 um professor islâmico - Sheikh Hassan Abdalla - acusou Hassan de ter "contaminado" [sexualmente] a jovem filha do sheikh. Tendo ao seu lado os seus conterrâneos muçulmanos, o clérigo islâmico deu entrada a um processo legal junto do magistrado-chefe e consequentemente Hassan foi preso durante três semanas.

Visto que por diversas vezes o seu acusador, sheikh Abdalla, deixou de comparecer no tribunal para testemunhar, Hassan foi liberto. Usando as suas próprias palavras, "O juiz apurou que a falsa acusação era, e como tal, o caso foi arquivado. Eu havia sido sujeito à humilhação, mas perdoei-os em prol do meu ministério na região."

O ataque islâmico seguinte veio apenas alguns meses depois de Hassan ter sido absolvido. Primeiro, o dono da terra onde Hassan havia construído a escola Cristã disse que ele nunca a havia vendido a Hassan. Esta alegação levou a que uma ordem jurídica fechasse a escola em Maio de 2012. No mês seguinte, a casa de Hassan foi incendiada por três muçulmanos:
Eu e a minha família escapamos de casa pela graça de Deus porque se não tivesse sido assim, nós teríamos morrido..... Este ataque foi mobilizado pelos sheikhs muçulmanos, pelos imãs e pelos membros familiares depois de terem ficado a saber que eu me havia convertido ao Cristianismo depois de ter estudado e me ter licenciado na universidade estudando a lei islâmica.
Menos de um ano depois, em Março de 2013, Hassan foi hospitalizado em Mbale depois duma tia que havia "reunido a família" ter colocado insecticida no seu chá sem que este soubesse. Hassan diz:
Depois de ter comido e ter bebido o chá, comecei a sentir dores de barriga e apercebi-me que ela era a responsável pela dor - e acredito que ela não agiu sozinha visto que há já algum tempo todos eles que andavam atrás de mim, directamente ou indirectamente, porque, quando eu os deixei e me converti ao Cristianismo, isso magou-os profundamente.... O motivo que os levava a querer acabar com a minha vida é bem claro: eu havia convertido ao Cristianismo. Acima de tudo, para eles isto era como se eu tivesse trazido vergonha à família por me ter convertido e por ser um antigo sheikh. Mas para Deus, o Pai Todo Poderoso, tudo isto fazia parte do Seu plano para expandir o Seu Reino.
Quando Hassan chegou ao hospital, ele já havia vomitado, "estava confuso e com uma forma de falar arrastada", e a sua "visão estava a ficar cada vez mais fraca," levando a que "ele nem conseguisse reconhecer o amigo que o havia trazido ao hospital", disse o médico que o tratou.

Durante a reunião familiar onde ele havia começado a sentir-se mal, Hassan telefonou a um líder Cristão local que o aconselhou a sair sorrateiramente. O Bispo Kinyewa disse:

Eu sabia que se disse a eles que Hassan se estava a sentir mal, eles haveriam de lhe causar ainda mais males.

Mais recentemente, no dia 16 de Junho de 2014, quatro muçulmanos invadiram a sua casa ao mesmo tempo que um deles gritava:

Hoje, vamos-te matar! Tu tens sido um causador de problemas e não estás a respeitar a religião do nosso profeta!

O "apóstata" fugiu do seu quarto, pensando que eles não haveriam de magoar a sua filha de 12 anos, chamada Grace Baruka, mas foi então que ele a ouviu a chorar à medida que os muçulmanos lhe estrangulavam. Quando ele saiu do quarto, eles pegaram-no:

Eles atingiram-me com um objecto contundente e eu caí no chão. Acordei e vi os meus vizinhos à minha volta dizendo que a minha filha se encontrava em estado crítico.

Os vizinhos levaram Grace até ao hospital onde ela foi declarada morta no momento de chegada.

Arrependo-me de ter sobrevivido ao envenenamento. Deus poderia ter permitido que eu morresse. A minha filha morreu e eu estou agora a lamentar a sua morte ao mesmo tempo que estou cheio de dores no corpo.

Embora a experiência contínua de Hassan com o implacável "Cão de Caça da Jihad" fale por si, a realidade dos factos e que um incontável número de Cristãos espalhados um pouco por todo o mundo - tanto convertidos do islão bem como Cristãos por nascença - estão silenciosamente a "perder tudo" às mãos de muçulmanos - muçulmanos esses que podem ser membros familiares, "muçulmanos locais", ou organizações terroristas muçulmanas.

Segundo um activista dos direitos humanos que visitou recentemente os Cristãos que estão a fugir ao avanço do Estado Islâmico em Mosul,

As pessoas estão traumatizadas: eles perderam tudo. Frequentemente, eles estão em fuga pela segunda, terceira ou quarta vez.

Um Cristão iraquiano, lamentando as tribulações recorrentes e soando um pouco como Hassan, disse:
Por vezes desejo que os meus pais nunca me tivessem trazido ao mundo.

Não passa um mês sem que ocorram ataques a igrejas Cristãs que se encontram no mundo islâmico. Muitos destes ataques - tais como aqueles que ocorrem na Nigéria e no Quénia - resultam num largo número de casualidades. Não passa um mês sem que ocorram ataques a Cristãos que são acusados, frequentemente sem evidências, de "blasfémia" ou de terem deixado o islão.

Durante esta semana, no Paquistão, uma mulher Cristã grávida, mãe de quatro crianças, e o seu marido, falsamente acusados de terem queimado páginas do Alcorão, foram espancados por uma turba de muçulmanos e lançados para dentro dum forno duma fábrica de tijolos, onde eles foram queimados vivos; e há apenas alguns meses atrás, Meriam Ibrahim, outra mãe Cristã grávida, foi presa no Sudão e condenada a receber 100 chicotadas e condenada a ser executada por ter abandonado a religião de Maomé.

Embora ela tenha sido eventualmente liberta, o Pastor Saeed Abedini, um Americano, ainda se encontra preso numa prisão Iraniana por "apostasia" e por practicar a sua fé Cristã. Aparentemente o seu caso nem foi mencionado pelos Americanos no preciso momento em que negoceiam com o Irão o seu (dos Iranianos) programa de armas nucleares.

Em Maio último, mais de 200 raparigas Cristãs da Nigéria foram capturadas pelo grupo islâmico Boko Haram. "Raptei as vossas raparigas", disse o seu líder Abubakar Shekau em Maio. "Por Alá, irei vendê-las no mercado como escravas." Em Setembro passado, os Cristãos que fugiam ao Estado Islâmico receberam a "opção" de se converter ao islão ou serem mortos.

A história de Hassan Muwanguzi do Uganda é apenas uma das muitas histórias de Cristãos e outras minorias que perdem tudo enquanto vivem sob o islão.

Fonte: http://ow.ly/E1CaZ

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Quando chegamos ao ponto de Cristãos serem queimados vivos sem que as organizações mundiais vejam nisso algo digno de ser combatido de forma frontal e sem reservas, podemos ter a certeza que quem manda no mundo tem planos para fazer as mesmas coisas aqui no Ocidente. Dito de outra forma, quem controla os média e o mundo político Ocidental nutre pelos Cristãos um desprezo assassino igual ao desprezo que os muçulmanos nutrem pelos Cristãos. A diferença é que, por enquanto, os Ocidentais ainda não nos podem lançar nos fornos. Mas esse dia chegará.

Os muçulmanos, esses, ao seguirem as ordens do seu "profeta" e ao matarem de forma bárbara os seguidores do Senhor Jesus, só estão a garantir (ainda mais) o seu lugar no inferno, o fogo que arde sem fim. Ao contrário dos Cristãos que foram queimados vivos no Paquistão, os muçulmanos que forem lançados no inferno - o fogo eterno - nunca mais terão paz.

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segunda-feira, 16 de junho de 2014

Jihadistas mascarados matam Cristãos

No dia 4 de Junho a BBC News reportou que os terroristas maometanos do Boko Haram mascararam-se de líderes Cristãos e mataram cerca de 45 pessoas numa povoação perto de Maiduguri, capital do estado Borno, no nordeste da Nigéria. Os sobreviventes disseram que os muçulmanos convidaram os residentes para os ouvir a pregar, mas quando as pessoas chegaram perto, os jihadistas dispararam contra eles antes de fugirem através do rio e incendiarem habitações duma vila próxima.

O ataque assassino seguiu-se a outro ataque prévio ainda mais mortífero que ocorreu no dia 2 de Junho quando os muçulmanos do Boko Haram, disfarçados de soldados, atacaram três vilas próximas na remota área de Gwoza - também do estado de Borno - matando cerca de 200 civis. Segundo reportado pela Fox News, os assassinos muçulmanos "chegaram em picapes Toyota Hilux - normalmente usadas pelos militares - e disseram aos civis que eram soldados e que 'estamos aqui para os proteger a todos' - a mesma táctica usada pelo grupo quando, em Abril, raptaram [centenas de raparigas] da escola localizada em Chibok.” Depois dos terroristas muçulmanos terem reunidos os residentes, "eles começaram a gritar 'Alá é o maior, Alá é o maior' com todas as suas forças," afirmou um sobrevivente do ataque.

Depois disto, começaram a disparar de modo contínuo sobre as pessoas durante um longo período de tempo até que todos os presentes se encontravam mortos.

Entretanto, a "Morning Star News", que monitoriza a perseguição e os ataques feitos aos Cristãos por todo o mundo, reportou que dois ataques semelhantes no dia 1 de Junho, onde os muçulmanos do grupo terrorista Boko Haram atacaram e mataram 9 Cristãos que guardavam um culto numa igreja no estado do Borno, e mais 48 Cristãos noutro ataque que ocorreu no vizinho estado de Adamawa.

Segundo os líderes Cristãos dum dos locais, pelo menos 10 homens armados estiveram envolvidos no ataque na congregação "Church of the Brethren"  (EYN) na Nigéria, perto duma povoação junto da fronteira com os Camarões. Notícias do local do crime confirmaram que 9 indivíduos que se voluntariaram para fazer a segurança da igreja foram mortos no ataque. Depois do acto terrorista, os líderes Cristãos reportaram ao "Morning Star News" que alguns dos homens locais mobilizaram-se e mataram 4 dos terroristas muçulmanos, e prenderam outros 3.

A Dra. Rebecca Dali, uma das líderes da congregação e esposa do supervisor-geral das congregações EYN, disse que os atacantes fazem parte duma grupo maior de terroristas, cujo número pode chegar aos 200; eles têm levado a cabo ataques contínuos contra os Cristãos da área, causando danos e destruindo igrejas e casas dos congregantes. Dali disse ainda que o seu marido tentou sem sucesso contactar os oficiais militares da capital do Borno, Maiduguri, e que os terroristas muçulmanos encontraram pouca resistência aos seus assaltos contínuos nas áreas Cristãs:

Têm ocorrido ataques 24 horas por dia contra as comunidades Cristãs .... Os muçulmanos do Boko Haram destruíram 36 igrejas na área de Gwoza, incluindo a igreja de Attagara que atacaram no Domingo .... Actualmente só duas igrejas é que ainda não foram afectadas.

O ataque de Junho na povoação de Mubi na área de Adamawa - área predominantemente Cristã - matou 48 pessoas, a maior parte delas pessoas do bar que assistiam um jogo de futebol, bem como espectadores dum jogo de futebol que ocorria por perto. Um dos residentes da povoação disse o seguinte ao "Morning Star News":

Havia alguns membros da nossa igreja na vizinhança do ataque bombista, e eles disseram que pelo menos 48 pessoas foram mortas no ataque... Entre aqueles que morreram, a maioria eram Cristãos. Alguns jovens Cristãos encontravam-se também a jogar futebol perto do ataque bombista, e também eles foram afectados com o ataque.

Paul Gadzama do grupo missionário Nigeriano "Relief, Empowerment And Development" (READ), disse ao "Morning Star News" que o propósito do Boko Haram é acabar com o Cristianismo na Nigéria:

O atiradores do Boko Haram continuaram  a atacar estas áreas habitadas por Cristãos com o propósito único de os expulsar e permitir o estabelecimento dum país islâmico. Até agora, eles já se apoderaram de muitas aldeias, forçando as pessoas [Cristãos] a fugir para os Camarões.

Segundo a maior parte das estatísticas, a população de 158 milhões da Nigéria é composta por 50% de Cristãos, sendo 45% composta por maometanos. As religiões indígenas bem como outras religiões são o restante.

O jornal Nigeriano "Leadership" reportou que mais de uma dúzia de oficias militares séniores foram alvo de uma tribunal marcial devido a acusações de fornecimento de informação e de armas aos terroristas maometanos do Boko Haram. O jornal citou um oficial de "segurança de alto nível" que afirmou que entre aqueles que foram presos "incluíam-se dez generais e pessoas com outras patentes, sem falar de soldados que foram considerados culpados de sabotar as operações. Estes enfrentam agora um tribunal marcial feito com o propósito de julgar pessoas da sua patente. Alguns foram considerados culpados e alguns ainda estão a ser julgados."

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O propósito de acabar com o Cristianismo na Nigéria não é invenção do Boko Haram, mas algo que faz parte fundamental da doutrina maometana. O próprio Maomé afirmou:

Irei expulsar os Judeus e os Cristãos da Península Árabe e só deixar muçulmanos. (Sahih Muslim 4366)

O Boko Haram não é um "grupo extremista" e nem está a agira "contra os ensinamentos do islão" visto que tudo o que eles fazem está em perfeito acordo com a sunnah, a Tradição (hadith) e o Alcorão. Esse é um dos motivos pelo qual os chamados "moderados" dificilmente conseguem oferecer algum tipo de suporte islâmico contra a tortura, o genocídio e a limpeza étnica levada a cabo por maometanos.

Tal como é dito por várias pessoas, o problema não são os árabes, os paquistaneses, os nigerianos ou os egípcios; o problema é, sempre foi, e sempre vai ser o que Maomé fez e ensinou. Enquanto as pessoas não estiverem dispostas a analisar os actos levados a cabo pelos maometanos à luz do que Maomé ensinou, coisas como as reportadas por este texto serão sempre "aberrações" feitas contra a "religião pacífica".

Entretanto, enquanto os maometanos ocidentais vão exigindo mais e mais "direitos", a perseguição global aos Cristãos continua. Que pena que as Nações Unidas esteja mais preocupada com a "homofobia" do que com o genocídio de Cristão. Mas nem isso deve ser acidental.



Fonte: http://bit.ly/1joPmtT

segunda-feira, 26 de maio de 2014

A linha do haram

Por Carlos J. F. Sampaio

Se há dramas sem final feliz, o mínimo que se pode desejar é que tenham visibilidade, provoquem reflexões e acções para evitar a sua repetição. Pode ser o caso do rapto das estudantes nigerianas pelo Boko Haram, organização para a qual o ensino ocidental é pecado e, por isso, têm como alvos principais dos seus ataques criminosos escolas e estudantes. 

Convém recordar que este caso chegou à opinião pública mundial pela dimensão, mas não foi o primeiro nem será o último. São dramas recorrentes, assim como o caso de Malala, alvejada por taliban no Paquistão, é apenas um, “felizmente” visível.

Dificilmente alguém poderá concordar ou desculpar minimamente estes energúmenos criminosos que presumem falar e agir em nome do Islão. Conheço muitos muçulmanos que não têm a mínima hesitação em condenar e repudiar frontal e publicamente tais propósitos. 

Apesar de não existir um líder equivalente ao Papa nem uma instituição reguladora como o Vaticano, era importante que as figuras públicas muçulmanas relevantes e influentes viessem a público proactivamente marcar uma linha e deixar claro onde começa o real haram (pecado).

Relativamente ao papel de lideranças influentes neste campo, não podemos deixar de pensar nas monarquias do golfo. A ligação passada entre a Arábia Saudita e o Al-Qaeda de Bin Laden e o apoio actual do Qatar a vários grupos armados, por exemplo na Síria, é incontestável. Também é do Qatar a cadeia de televisão Al Jazira, que teve um papel fundamental na mobilização da rua árabe durante as famosas Primaveras. 

Existe uma fortíssima acção de promoção do “seu islão” por parte destes protagonistas, com patrocínios de muitas formas e feitios. 

Ultrapassam a “linha” do direito internacional e do respeito dos direitos humanos? Quando esses altos dignatários aterram em Paris, ou noutra capital, com a carteira cheia para comprar activos e vontades, e se lhes desenrola a passadeira vermelha, era importante saber que outros terrenos pisam esses mesmos pés.


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Claro que nem o Carlos Sampaio nem qualquer outro escritor ocidental pode demonstrar como é que o grupo Boko Haram opera de maneira contrária aos ensinamentos de Maomé.

sábado, 24 de maio de 2014

Vítimas da Boko Haram deixadas para morrer no mato

Com as suas faces arranhadas e ensanguentadas, com o seu outrora inteligente uniforme escolar rasgado e sujo, as duas adolescentes foram acorrentadas às árvores, punhos presos com cordas, e deixadas pelo Boko Haram para morrer numa clareira dum mato da Nigéria. Apesar de terem sido violadas e arrastadas pelos arbustos, elas estavam vivas - mas apenas isso - no sufocante calor e humidade tropical.

Baba Goni
Este cenário cruel foi descoberto por Baba Goni, de 15 anos. "Elas estavam sentadas na base das árvores, com as suas pernas esticadas à sua frente - elas mal estavam conscientes," afirmou Baba, que serviu de guia para uma das muitas equipas de vigilantes que estão em busca das estudantes Nigerianas raptadas das suas escolas no mês passado pelo grupo muçulmano Boko Haram - incidente que actualmente se encontra no centro duma campanha internacional que apela a sua libertação.

A cena horrível que ele e o seus camaradas encontraram , uma semana depois do rapto que ocorreu no dia 15 de Abril, aconteceu num matagal espinhoso perto da aldeia de Ba'ale, a uma hora de distância de Chibok, onde 276 raparigas com idades entre os 16 e os 18 foram retiradas dos seus dormitórios - com 223 ainda desaparecidas. Isto ocorreu duas semanas antes das campanhas nas redes sociais e dos protestos terem atormentado a consciência do Ocidente devido ao rapto.

Nos dias que se seguiram ao desaparecimento, grupos comuns como o grupo de Baba, vasculhando as florestas com carrinhas Toyota, eram a única esperança das raparigas. Mas, segundo Baba, a esperança já se tinha desvanecido para algumas reféns quando o grupo falou com alguns aterrorizados habitantes locais quando o Boko Haram fez uma paragem de 3 dias com as suas cativas logo após o rapto.

A arrepiante descrição que ele obteve dos aldeões, através de fontes oficiais não confirmadas. é a coisa que as famílias das 223 ainda desaparecidas mais temem. Quatro raparigas foram mortas, disse Baba, baleadas pelos seus captores por serem "teimosas e pouco cooperantes". Essas 4 raparigas foram rapidamente enterradas antes dos brutais raptores seguirem o seu caminho. Baba acrescenta:

Todas as pessoas com quem falamos estavam cheias de medo e elas não queriam sair das suas casas. Elas não nos queriam mostrar onde estavam as sepulturas e como tal, apenas apontaram para o trajecto.

Esta pequena povoação rural, a meio caminho entre Chibok e Damboa no assediado estado de Borno no Nordeste da Nigéria, foi incapaz de parar o gangue Boko Haram quando este a atravessou, com as camiões cheios de raparigas em idade escolar que eles haviam raptado à mão armada antes de incendiar a sua escola.

Aventurando-se ainda mais pelo caminho, Baba e os seus amigos vigilantes encontraram as duas raparigas. Baba, o mais novo do grupo, ficou para trás enquanto os seus amigos tomavam conta da situação. "Eles usaram a minha faca para cortar as cordas", disse ele.

Ouvi as raparigas a chorar e a dizer aos outros que elas haviam sido violadas e deixadas ali. Elas tinham estado com as outras raparigas de Chibok, todas levadas da escola a meio da noite por parte de homens armados com uniformes de soldados. Não havia muito que nós pudéssemos fazer. Elas não queriam falar com homem algum. Tudo o que poderíamos fazer era colocá-las dentro do veículo e levá-las para a polícia de segurança em Damboa. Elas não queriam falar; elas apenas se agarraram umas às outras e choraram.

Fonte

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O mundo viu recentemente um vídeo com dezenas de raparigas raptadas a professar a sua "nova fé" no islamismo. Porque é que estas raparigas haveriam de se converter ao islão, a religião que permite que os homens tomem cativas de guerra e as violem (tal como Maomé fez com uma mulher judia depois de invadir Khaybar e matar várias pessoas, para além de torturar Kinana, o tesoureiro local, como forma de saber a localização do ouro da tribo)?


Elas "converteram-se" ao maometanismo esperando com isso que os seus raptores maometanos parassem de as abusar sexualmente e de as torturar. Aquelas que se recusaram, foram violadas, espancadas quase até à morte e deixadas como mortas por baixo do sol da Nigéria.

Esta é a versão do islão que se encontra no Alcorão, na hadeeth, na sunnah e em todas as fontes islâmicas autoritárias. Em caso de dúvida, perguntem aos líderes do Boko Haram quem lhes serve de exemplo.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Muçulmanos chacinam pelo menos 200 estudantes

Pelo menos 200 estudantes foram recentemente assassinados pelo grupo muçulmano Boko Hatrm quando se dirigiam para a escola. Boko Haram, quer em português quer dizer "a educação ocidental é proibida", trabalha para seguir os ensinamentos de Maomé e instalar um regime islâmico no nordeste da Nigéria.

Têm ocorrido diversos ataques a civis desde que o grupo Boko Haram deu início às suas actividades islâmicas. Este grupo, fundado em 2002 como forma de impedir a "ocidentalização" da Nigéria, tem como método primário atacar covardemente estudantes desarmados um pouco por todo o lado. Neste ponto (bem como em muitos outros, eles seguem a sunnah do seu profeta visto que também ele tinha como hábito lançar ofensivas assassinas contra povoações pacíficas que não tinham planos de atacar os maometanos.

Os terroristas do Boko Haram asseguraram-se de se apresentarem bem equipados no seu ataque aos estudantes e às outras povoações, chegando em dois veículos blindados e pick-ups de cabine dupla. Note-se: tudo isto para atacar estudantes desarmados.

O senador Zannah Ahmed, um líder local, declarou o seguinte:
Isto é uma prioridade para mim, visto que vidas inocentes estão envolvidas e elas são o meu povo. Tudo isto está a acontecer no meu distrito eleitoral, e não estaria certo manter o silêncio. Sinto-me muito mais pesaroso gostaria de não ter falado, mas a minha consciência não me deixa fazer isso.
O Boko Haram cometeu também outra atrocidade contra estudantes, desta vez escravizando pelo menos 200 raparigas. Previamente, quando o Boko Haram escravizou raparigas, elas frequentemente tornaram-se cozinheiras e escravas sexuais dos terroristas maometanos. Em vez da vida melhor que eles buscavam através da educação, muito provavelmente estas raparigas mais não são que escravas sexuais e não esposas, cozinheiras em vez de profissionais.

O grupo Boko Haram está a cometer atrocidades em nome de Alá e o que eles fazem está de acordo com os ensinamentos de Maomé. Através de numerosos ataques a civis, eles buscam impor, à força, a sua visão do que é uma boa sociedade. De facto, os seus ataques aos estudantes são abominações covardes que nunca podem deixar de ser questionadas.

Os esquerdistas que fazem parte do site MoveOn.org (financiado pelo capitalista George Soros) criaram uma petição requisitando que o Boko Haram não seja classificado de "Grupo Terrorista Estrangeiro" por parte dos EUA mas felizmente o "Department of State" ignorou tal atitude lunática e seguiu em frente com a designação.

Fonte
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Não deixa de ser sintomático que sejam os esquerdistas os principais agentes de desculpabilização das atrocidades islâmicas. Sem o apoio tácito da esquerda mundial, bem como com o apoio da maioria da suposta "direita conservadora", os maometanos muito provavelmente não se sentiriam tão confiantes para matar Cristãos.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Muçulmanos vendem raparigas por 12 dólares

Há alguns dias atrás um grupo de mães marchou na Nigéria como forma de protestar a inactividade do governo depois de já se terem passado vários dias desde que 200 raparigas foram raptadas pelo grupo islâmico Boko Haram - que opera com impunidade quase total na região. Alegadamente, muitas das raparigas foram já vendidas para escravatura ou para "casamentos" a preços que chegaram os 12 dólares ($12).

A manifestação das mães foi feita no mesmo dia em que o Departamento de Estado dos EUA emitiu o seu relatório anual de terrorismo, que qualificou o grupo Boko Haram como um dos mais perigosos do mundo - ficando na 13ª posição perto dos Talibã do Afeganistão e das facções da Al-Qaeda presentes no Iraque e na península Arábica - e disse que ele é responsável por mais de 1000 mortes só no ano de 2013.

O grupo Boko Haram, cujo nome em português significa "a educação ocidental é pecaminosa", tem atacado as escolas da Nigéria desde que  foi formado no princípio deste século, mas o ataque do dia 14 de Abril, levado a cabo na Escola Secundária Governamental para Raparigas na povoação Nigeriana de Chibok, causou um choque imenso por todo o mundo. Mais de 200 raparigas foram levadas, e passadas que estão vários dias, ainda não é bem claro onde é que elas se encontram.

Mausi Segun (Human Rights Watch) disse o seguinte à NBC News da Nigéria:

Pelo menos 230 raparigas ainda se encontram cativas. Algumas já foram levadas através da fronteira para os Camarões enquanto algumas foram levadas para o Chade. Outras poucas ainda se encontram no país, mas o seu paradeiro é difícil de discernir por agora.

As identidades das raparigas foram mantidas secretas por parte do governo Nigeriano, citando "preocupações de segurança". Segun continua:

Sabemos muito pouco sobre as raparigas, para além delas fazerem parte da classe mais avançada das escolas secundárias da Nigéria. A maior parte delas tinha entre 16 e os 18 anos.

Segundo líderes comunitários da Nigéria, as jovens raparigas estão a ser forçadas a casar com os extremistas islâmicos que as raptaram (seguindo o exemplo de Maomé que se "casou" com uma mulher judia precisamente no dia em que invadiu Khaibar, matou a sua família e torturou um homem como forma de obter o seu dinheiro).

Segundo Halite Aliyu, do Fórum "Born-Yobe People", falando para a Associated Press em Lagos, as estudantes estão a ser vendidas por 2,000 naira - cerca de 12 dólares - para se casarem com os terroristas muçulmanos. Ela disse que notícias de casamentos em massa estão a chegar de aldeões da "Sambisa Forest", na fronteira da Nigéria com os Camarões, lugar que se crê ser um dos esconderijos do Boko Haram:

Segundo as últimas notícias, elas foram levadas através da fronteira, algumas para os Camarões e outras para o Chade.

Pogu Bitrus, ancião comunitário em Chibok, povoação onde as raparigas foram raptadas, disse à BBC que algumas das raparigas "foram casadas com os insurgentes num tipo medieval de escravatura." Segundo ele, "você vão, capturam as mulheres e vendem-nas posteriormente."

Fonte

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Quando este e muitos outros blogues reportam que a religião islâmica sanciona o rapto e a violação de mulheres, somos chamados de "racistas" e "islamofóbicos", embora nós estejamos a citar fontes islâmicas que confirmam o que afirmamos. Infelizmente, nos dias de hoje o valor da verdade depende da sua utilidade política para a esquerda militante, e como tal, os argumentos contrários mais não são que algo como "Não nos interessa o que o Alcorão diz, desde que não se ofendam os sentimentos dos muçulmanos ocidentalizados que apenas se querem sentir bem na sua religião."

O problema com esta resposta é que, quer se queira ou não, existem muitos maometanos que levam o Alcorão a sério, e quanto mais nós ignorarmos o que as fontes islâmicas dizem, mais grupos como o Boko Haram raptarão e violarão mulheres inocentes (muçulmanas ou não).

Será que os sentimentos das mães que perderam as suas filhas para a escravatura importam? Se sim, então é fundamental ressalvar que o que o Boko Haram faz está de acordo com o que Maomé, fez, ensinou e "revelou" no seu Alcorão.

Isto pode ser uma verdade difícil de aceitar para muitos, mas ignorá-la não a tornará menos verdadeira. Aliás, ignorá-la apenas fará com que a veracidade desta declaração se torne cada vez mais óbvia, inclusive no Ocidente.
Ver este vídeo

terça-feira, 6 de maio de 2014

Boko Haram ameaça "vender no mercado" centenas de alunas raptadas na Nigéria

 
O movimento islamita Boko Haram reivindicou esta Segunda-Feira o rapto de mais de duas centenas de alunas de liceu levado a cabo em meados de abril em Borno, Estado do nordeste da Nigéria. Num vídeo de 57 minutos, remetido às agências internacionais, o líder daquele grupo armado, Abubakar Shekau, anuncia a intenção de “vender no mercado” as raparigas, “por Alá”.

“Raptei as vossas raparigas. Por Alá, vou vendê-las no mercado”, proclama Abubakar Shekau, o número um do grupo extremista islâmico Boko Haram, num vídeo obtido pelas agências internacionais. Este registo de 57 minutos começa com a imagem de um grupo de combatentes armados de espingardas automáticas. Entre disparos para o ar, os homens gritam Allahu akbar - “Deus é grande”.

Desconhece-se a data das filmagens. Concretamente, se foram captadas antes ou após a divulgação de notícias, na semana passada, que apontavam para o casamento forçado - com captores do próprio Boko Haram - de algumas das mais de 200 adolescentes raptadas em abril no Estado nigeriano de Borno, no nordeste daquele país africano. Ou mesmo sobre o envio de alunas para países vizinhos, nomeadamente o Chade e os Camarões, onde teriam já sido “vendidas” por uma soma de cerca de 12 dólares (8,6 euros), cada uma.

Na mesma mensagem, Shekau lança-se também numa litania contra a educação ocidental, que, nas suas palavras, “deve cessar”. E as raparigas, defende, “devem desistir” da escola para “casarem”.

“Meus irmãos, vocês devem cortar as cabeças dos infiéis. Meus irmãos, vocês devem capturar escravos. Meus irmãos, há escravos no Islão, não se deixem enganar”, prossegue o líder do Boko Haram, para então acrescentar: “Eu vou casar com uma rapariga de 12 anos e vou casar com uma rapariga de nove anos”.


Outras informações, por confirmar, referem que o Boko Haram estaria disposto a negociar o pagamento de resgates pela libertação das raparigas, duas das quais teriam sucumbido a ferimentos sofridos em cativeiro. A coberto do anonimato, um teórico muçulmano, descrito como “intermediário”, adiantou que as estudantes cristãs teriam mesmo sido obrigadas a converterem-se ao Islão.

De acordo com a polícia nigeriana, os guerrilheiros islamitas raptaram, ao todo, mais de 300 alunas. Escaparam 53. Permanecem em cativeiro 276.

Bring back our girls

O destino das jovens raptadas pelo Boko Haram gerou uma vaga de indignação não apenas na Nigéria, mas também entre a comunidade internacional. Um movimento intitulado Bring back our girls (devolvam as nossas raparigas) promoveu várias manifestações por todo o território nigeriano, exigindo esforços redobrados por parte do Governo e do Exército com vista à libertação das alunas.

Naomi Mutah, uma das responsáveis pela criação do movimento de protesto, foi detida na noite de domingo, depois de se ter encontrado com a primeira-dama da Nigéria, Patience Jonathan. Mutah, que foi acusada de se ter feito passar por mãe de uma das estudantes raptadas, saiu entretanto em liberdade.

Debaixo de crescente contestação popular, o Presidente nigeriano pronunciou-se pela primeira vez sobre este rapto no domingo, prometendo “fazer tudo” para obter a libertação das adolescentes. Goodluck Jonathan diria ainda contar com a cooperação dos Estados Unidos na resposta à aguda crise de insegurança que assola o seu país. Na véspera o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, garantira, num compromisso vago, que Washington faria “tudo que fosse possível” para ajudar as autoridades de Abuja.

Com uma população de aproximadamente 170 milhões, a Nigéria vive dias de violência no norte, bastião dos islamitas, no centro, com confrontos quotidianos entre diferentes comunidades, e no Delta do Níger, a sul, onde as populações locais exigem uma repartição mais equilibrada das receitas dos recursos petrolíferos.

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segunda-feira, 5 de maio de 2014

Ninguém tenta salvar 220 meninas raptadas?

 
Foram levadas da escola há três semanas. Em desespero, alguns pais, armados com arco e flechas, entraram pela floresta em busca dos raptores. Das que conseguiram fugir, ouvem-se relatos de venda como escravas sexuais e de trabalhos forçados. Serão 220 as adolescentes ainda desaparecidas desde que uma milícia islamita atacou a sua escola no Norte da Nigéria.

Esta é uma daquelas tragédias que ameaçam passar despercebidas. Mas mesmo que a Nigéria seja longe e o seu norte empobrecido um lugar remoto, ninguém pode ficar indiferente ao sequestro de duas centenas de meninas. Até porque os suspeitos têm nome e um historial de raptos, assassínios e bombas.

O Boko Haram, que numa tradução livre da língua haúça significa "a educação ocidental é pecado", é um grupo islamita activo desde 2002 e que só nos primeiros meses deste ano terá matado 1500 pessoas. Mostra uma visão obscurantista do islão e um extremismo que faz os talibãs darem ar de moderados. Parece não temer ninguém, apesar de o fundador ter sido morto pelo exército.

Há quem acuse o Presidente Goodluck Jonathan de impotência. Oriundo do Sul cristão, a sua prioridade, como a dos antecessores, é manter os equilíbrios na ex-colónia britânica, independente desde 1960.

Mas se a Guerra do Biafra de triste fama foi um conflito étnico, o que se está a passar no Norte da Nigéria ameaça a coexistência entre muçulmanos e cristãos na mais populosa nação africana. Tolerá-lo expõe as fraquezas de um país que até acaba de celebrar a ascensão a primeira economia do continente e que esta semana vai acolher em Abuja, a capital, um fórum económico mundial.

A boa-nova é que a sociedade nigeriana mostra uma admirável vitalidade. Multiplicam-se os protestos junto ao Parlamento a exigir ações para libertar as meninas raptadas a 14 de abril na escola de Chibok. E vários sites exibem um contador dos dias, horas, minutos e segundos passados após o ataque do Boko Haram. Uma forma de pressionar as autoridades a fazer mais do que lamentar-se de que devem ter sido levadas para os Camarões. 

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Paulo Ferreira está errado ao dizer que o grupo Boko Haram mostra "uma visão obscurantista do islão" visto que o próprio fundador da fé islâmica levou a cabo actos iguais aos do Boko Haram.

É sempre cómico ver opinadores ocidentais assumirem que sabem mais do islão do que as pessoas que practicam essa fé há mais de 100 anos.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Muçulmanos raptam estudantes para servirem de escravas

O sequestro de mais de uma centena de alunas da escola Chibok, no nordeste da Nigéria, é o mais recente episódio de um fenómeno cada vez mais evidente e dramático.

«Não foi pedido nenhum resgate e o mais provável é que as jovens tenham sido levadas para serem exploradas como escravas», afirmou o padre Timothy Cosmas, responsável pela Comissão Justiça e Paz da diocese de Maiduguri, a região onde ocorreu o rapto.

Segundo o sacerdote, citado pela agência Misna, no estado de Borno, verificaram-se pelo menos três sequestros de estudantes, no último ano. Militantes do Boko Haram mataram os homens, incendiaram as casas e levaram as raparigas. Agora, além de destruírem dezenas de casas em Chibok, os extremistas entraram na escola e fizeram reféns mais de 100 jovens.

«Eles atacaram a escola porque consideram que o modelo de instrução ocidental é contrário aos princípios do Islão, mas também porque podiam capturar um grande número de pessoas ao mesmo tempo», testemunhou o sacerdote, sublinhando que os sequestradores chegaram ao estabelecimento em camiões, na noite de segunda-feira, 14 de Abril, e apanharam as jovens no dormitório.


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Este é um costume islâmico aprovado pela sua religião visto que o próprio Maomé invadiu os Judeus de Khaybar, matou várias pessoas e tomou uma das mulheres Judias como sua "esposa" (violando-a no próprio dia em que ele matou o marido, o pai e o resto da família).

Portanto, criticar este tipo de comportamento sem fazer a ligação com o comportamento do fundador da religião islâmica é insuficiente:
O apóstolo de Alá (que a paz esteja com ele) enviou uma expedição militar até Awtas por ocasião da batalha de Hunain. Eles depararam-se com o inimigo e combateram-no. Depois de os terem vencido, levaram consigo os cativos. 

Alguns dos Companheiros do apóstolo de Alá (que a paz esteja com ele) estavam relutantes em ter relações sexuais com as cativas na presença dos seus esposos, que eram descrentes. Então Alá, o exaltado, enviou o verso alcorânico onde se lê:

"Também vos está vedado desposar as mulheres casadas, salvo as que tendes à mão." (4:24)  Abu Dawud 2150 e Muslim 3433
Isto é, os maometanos estavam relutantes em violar as mulheres na presença dos seus maridos, mas Maomé/Alá "revelou" uma ayah que descançou a consciência dos mujahedin.

Sempre bom ter um "deus" que está sempre pronto a legalizar as paixões sexuais dos homens muçulmanos.
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sexta-feira, 14 de março de 2014

Morta dentro da igreja por se ter convertido ao Cristianismo?

A polícia de Oyo prendeu um suspeito em ligação à morte da sua filha, Kausara Isiaka, alegadamente por ter-se convertido ao Cristianismo. O suspeito foi acusado pelo Reverendo Daniel Oladimeji, uma das 4 pessoas que ele atacou com uma faca do mato, e crê-se que ele tenha sido o mentor do ataque.

Segundo Olabisi Ilobanafor, oficial das Relações Públicas da políkia, uma tal de Mary Oladimeji, da "Calvary Church", em Ayekale - Ibadan - reportou o incidente na esquadra policial às 02:00 do dia 26 de Fevereiro de 2014.

Embora a policia ainda tenha que determinar a sua culpabilidade (ou inocência), alegadamente o suspeito entrou nas instalações da igreja às escondidas, e infligiu cortes com a faca do mato a 4 pessoas. Os nomes das vítimas, segundo a polícia, são Mary, Kausara Isiaka, Aanu e o pastor da igreja.

Apurou-se mais tarde que o pai da falecida, que é muçulmano, alegamente suplicou severamente à sua filha e ameaçou-a para que ela revisse a sua decisão de se converter ao Cristianismo. A policia declarou que a rapariga havia buscado refúgio dentro da igreja, mas nesse dia fatídico um atacante havia entrado nas instalações e causado ferimentos nas vítimas enquanto estas dormiam

Segundo a polícia, das 4 vítimas do ataque, os ferimentos eram mais severos na Mary do que nos outros. Todas as vítimas foram levados ao Mobolaji Hospital (Oremeji, Ibadan) onde Mary veio a morrer.

Ilobanafor afirmou que a polícia visitou o local do crime, tirou fotos e transportou os restos para o mortuário do "Adeoyo State Hospital" para a autópsia. Um suspeito foi preso e o caso transferido para o Comissário-Adjunto da Polícia, Departamento de Investigação Criminal Estadual.


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A explicação mais lógica para este ataque é que Mary foi islamicamente condenada à morte por ter voltado as costas a Alá e ter-se entregue ao Senhor Jesus. E assim, a confirmar-se esta hipótese, Mary passa a ser mais uma das muitas vítimas das palavras de Maomé:

Maomé disse: "Se alguém abandonar a sua fé islâmica, matem-no." - Hadith, Bukhari 9.84.57

Inadvertidamente, Maomé e os seus seguidores confirmam mais uma passagem da Bíblia Sagrada:
E até pelos pais, e irmãos, e parentes, e amigos, sereis entregues; e matarão alguns de vós.” - Lucas 21:16

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

A deportação como forma de reduzir o crime

Numero recorde de cidadãos estrangeiros foi deportado da Noruega durante o ano passado, depois da polícia local ter dado inicio ao uso da deportação como forma de combater o crime.

Cerca de 5,198 cidadãos estrangeiros foram expulsos em 2013, um aumento de 31% em relação ao ano anterior, quando 3,958 foram deportados. Frode Forfang (Directorato da Imigração) disse o seguinte ao NRK:
Somos de opinião que um dos motivos para o aumento é a forma como a policia se tornou consciente de que as deportação era uma forma de combater o crime.
Os cidadãos nigerianos estão no topo da lista daqueles expulsos por cometerem crimes, com 232 cidadãos expulsos como castigo em 2013, seguidos dos cidadãos afegãos, com 136 expulsos, e seguidos por 76 marroquinos expulsos.

Os cidadãos afegãos lideram a lista daqueles expulsos por violarem o "Immigration Act", com 380 expulsos por esta razão, seguidos dos cidadãos iraquianos, com 234 expulsos por esta razão.

Khaled Ahmed Taleb arrisca-se a ser deportado


Fonte

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Explosão prematura

Dois maometanos que planeavam matar fãs de futebol durante o jogo de qualificação para o Mundial entre a Etiópia e a Nigéria morreram quando o dispositivo explodiu antes do ataque ter sido levado a cabo.

A explosão ocorreu no distrito de Bole (5 quilómetros do estádio Addis Ababa onde milhares de fãs se reuniam para o jogo).

O porta-voz do governo Shimeles Kemal afirmou:

Os terroristas eram oriundos da Somália e planeavam levar a cabo um ataque suicidade mascarados de adeptos no estádio ou em zonas onde estivesse reunido um grande número de pessoas a assistir ao jogo.

Explosivos, armas e granadas e camisas de futebol foram encontradas no local da explosão (uma morada residencial) uma hora antes do pontapé de saída, afirmou Shimeles. Três suspeitos foram detidos. O distrito de Bole tem uma pequena comunidade Somali refugiada. Shimeles acrescenta:

A presença duma forte força policial pode ter aumentado o seu nervosismo e o seu estado de agitação que pode ter levado à explosão que causou a sua morte.

A tentativa de ataque ainda não foi reivindicada por ninguém, mas sabe-se que o grupo terrorista Somali al-Shabaab já anunciou o seu propósito de se vingar da Etiópia por este país ter enviado tropas para a Somália para combater os militantes ligados à al-Qaeda.

Fonte

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Tal como sempre é dito neste blogue: não é motivo de alegria o facto de dois muçulmanos terem descido ao inferno. A alegria deve-se centrar no facto de nenhuma vida inocente (incluindo a vida de outros muçulmanos) ter sido prejudicada.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

A jihad contra os universitários

Terroristas maometanos atacaram uma universidade agrícola pela calada da noite, matando dezenas de estudantes enquanto eles se encontravam a dormir nos seus dormitórios. Para além disso, e num gesto que se torna cada vez mais comum na Nigéria devido à revolta em curso no nordeste do país, os terroristas incendiaram salas de aulas.


Molima Idi Mato, reitor da "Yobe State College of Agriculture" afirmou à Associated Press que o número de mortos pode atingir os 50 estudantes, num ataque que teve início por volta da uma da madrugada. Ele afirmou ainda que não podia ainda dar o número certo de mortos porque as forças de segurança se encontravam ainda a recoler os corpos.

Os outros 1,000 alunos inscritos abandonaram as instalações da universidade que se encontra a cerca de 40 quilómetros a norte dum local escolar onde também ocorreram ataques (perto de Damaturu).

Segundo Mato, não havia forças de segurança dentro da universidade, apesar das garantias do governo. Há cerca de duas semanas atrás, Mohammmed Lamin (comissão estatal para a educação) convocou uma conferência de imprensa apelando a todas as escolas que voltassem a abrir e prometendo protecção por parte de soldados e forças policiais.

A maior parte das escolas desta área fecharam depois de terroristas maometanos terem morto 29 alunos e um professor num ataque que ocorreu no dia 6 de Julho em Mamudo, perto de Damaturu. Segundo se sabe, algumas das vítimas foram queimadas vivas no local.

O nordeste da Nigéria encontra-se num estado de emergência militar devido à revolta levada a cabo pelo grupo terrorista maometano com o nome de Boko Haram. Este grupo é responsável pela morte de pelo menos 1,700 pessoas inocentes desde que anunciaram a sua jihad em favor da criação dum estado islâmico.

"Boko Haram" em português significa algo do tipo "a educação não-islâmica é proibida".


Fonte: http://arabnews.com/news/466176

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Os grupos terroristas muçulmanos são os mesmos covardes de sempre: em vez de enfrentarem exércitos armados e bem preparados, os muçulmanos lançam as suas ofensivas de "guerra" cobardes contra mulheres, crianças e pessoas indefesas. Aparentemente, o seu deus Alá não se sente confiante para enfrentar homens armados.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

O porquê do Boko Haram matar Cristãos com impunidade

Segundo um perito local, o terrorismo islâmico prospera na Nigéria devido a uma cultura que treina, arma e paga aos jovens mais pobres para que estes levem a cabo actos de violência durante campanhas políticas, criando uma milícia pronta a ser recrutada pelos terroristas quando a época das eleições termina. 

Segundo Adeniya Ojutiku, um Baptista dedicado a servir os nigerianos na sua própria terra, os políticos nigerianos recusam-se a combater o terrorismo no seu âmago uma vez que isso significaria desmantelar a cultura política que assegurou a sua eleição.

Os governos estaduais nigerianos deveriam ser responsabilizados por não serem capazes de controlar ou suster o terrorismo islâmico levado a cabo contra os Cristãos, afirmou Ojutiku, co-fundador da "Lift up Now Foundation":

O ponto da compensação monetária a cada uma das vítimas do terrorismo na Nigéria, às suas famílias, às suas comunidades, ben como às igrejas (queimadas, bombardeadas, destruídas ou danificadas) tem que ser introduzido nos temas de discussão pública. . . . . A compensação das vítimas tem que passar a ser um ponto fulcral de agitação por parte das pessoas de bem.

A perseguição levada a cabo contra os Cristãos é muito mais política e económica do que religiosa, afirmou Ojutiku, ressalvando que os extremistas islâmicos recrutam jovens milícias que foram abandonados no final do ciclo eleitoral e que não vêem mais nenhum meio de sobrevivência.

É um dado amplamente conhecido que a maior parte dos grupos étnicos violentos de toda a Nigéria tiveram o seu início como obra de algum político desesperado que solicitou e armou rufias predispostos para a criminalidade como forma de intimidar e esmagar os adversários políticos, bem como com o propósito de perverter as eleições políticas durante o período de democratização da Nigéria (depois da liderança militar).

Ojutiku afirmou ainda que, durante a campanha eleitoral, a maior parte dos grupos violentos foram muito bem financiados pelos seus senhores mas que após as eleições, estes grupos foram totalmente abandonados pelos mesmos senhores (quer estes tenham ou não vencido as eleições).

Rapidamente, estes grupos de rufias envolveram-se com milícias, acossando, intimidando e extorquindo dinheiro das vítimas. Esta criminalidade aumentou quando os membros destas milícias privadas buscaram financiadores abastados locais e internacionais, e começaram a promover novas causas e um novo tipo de agenda.

Fonte..

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Líder de grupo radical justifica massacre em escola nigeriana

Kano - O líder do grupo radical islâmico nigeriano Boko Haram, Abubakar Shekau, justificou hoje (sábado) o massacre de 06 de Julho numa escola no noroeste do país, mas sem reivindicá-lo, num vídeo obtido pela AFP.
    
"Nós damos todo o nosso apoio ao ataque a este estabelecimento de educação ocidental em Mamudo", no estado de Yobe, declarou num vídeo de dez minutos, referindo-se ao massacre de 41 alunos e um professor (segundo um registo estabelecido por fontes médicas).
              
Contudo, Abubakar Shekau afirmou que o seu grupo não é o responsável pela morte dos estudantes.
              
Num momento raro, o chefe radical chegou a se expressar em inglês - por alguns segundos no fim da sua mensagem-, assegurando mais uma vez que o Ocidente quer destruir o Islão.
              
No vídeo, líder islâmico afirma que todos os "estabelecimentos de educação ocidentais" são parte de "um complô” contra o Islão.
              
O nome do seu movimento, "Boko Haram', significa "a educação ocidental é um pecado".
              
Os ataques efectuados pelo grupo Boko Haram e as medidas de respostas das autoridades nigerianas causaram mais de três e 600 mortes desde 2009 e a crueldade desse novo massacre provocou grande indignação em todo o país.
       
Segundo fontes médicas, o ataque ao colégio de Mamudo causou 42 mortos, mas o exército faz um balanço de 21.
             
Homens armados reuniram alunos, professores e funcionários do estabelecimento num dormitório antes de lançarem explosivos e dispararem contra eles, segundo testemunhas.
             
Esse foi o terceiro ataque contra uma escola da região desde 16 de Junho.


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domingo, 24 de fevereiro de 2013

Nigéria: Muçulmanos matam mais de 50 cristãos em ataque violento


Extremistas muçulmanos assassinam brutalmente 50 cristãos dentro da casa de pastor na Nigéria, mais um trágico caso de violência contra cristãos, um grupo de extremistas muçulmanos invadiu a casa de um pastor, nas dependências da Igreja de Cristo da Nigéria, assassinando brutalmente sua família e mais 50 cristãos que estavam presentes na casa no momento do ataque, que aconteceu no dia 07 deste mês. 

As famílias que estavam na casa do pastor já eram refugiados de outra perseguição, na vila Maseh, eles buscaram abrigo na casa pastoral para escapar das investidas e do clima de tensão no lugar onde viviam. 

Os homens iniciaram o ataque invadindo a residência do pastor e atirando contra as pessoas, após isso, eles atearam fogo na casa, onde muitos foram queimados ainda vivos. 

A autoria do ataque foi assumida pelo Boko Haram, grupo radial islâmico que tem sido responsável por uma onda de ataques contra cristãos na Nigéria. 

Eles disseram que os cristãos no país “jamais terão paz novamente”, caso não neguem a religião cristã e se convertam ao islamismo.



Fonte

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Um cristão foi morto a cada 5 minutos em 2012.

Um cristão foi morto a cada 5 minutos em 2012 

Em 2012 105 mil cristãos foram mortos devido a perseguição religiosa imposta em alguns países do mundo. O alerta mundial sobre esta  estimativa aterrorizante partiu do sociólogo Massimo Introvigne que é coordenador do Observatório da Liberdade Religiosa na Itália.

“Se estima que em 2012 morreram 105 mil cristãos por motivos religioso, isto é, um morto a cada 5 minutos”, disse.

Introvigne cita as áreas de risco e mostra que são países regidos  pelas leis islâmicas. “As zonas de risco são muitas, mas podemos identificar basicamente três países onde é forte a presença do
fundamentalismo islâmico: Nigéria, Somália, Mali
”, disse.

Outros países citados foram o Paquistão e o Egipto onde há algumas   áreas de risco onde os cristãos correm riscos de morte. Na Coreia do  Norte e na Índia também tiveram casos de perseguição e morte a cristãos.

Neste grupo identificado como cristão há tanto evangélicos, como  católicos e coptas.Uma quantidade de assassinados que o sociólogo chamou de “proporções horríveis” que muitos veículos de comunicação com  poder mundial não chegam a noticiar.  

As informações são do Protestante Digital.


"Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após Mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-Me" Mateus 16:24
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