MITOS ISLÂMICOS

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domingo, 2 de agosto de 2015

Muçulmanos matam mulher Cristã por esta ter uma cruz consigo

Por Raymond Ibrahim

Na Sexta-Feira, dia 28 de Março, em Ain Shams (subúrbio do Cairo), manifestantes da Irmandade Muçulmana atacaram A Igreja Copta Ortodoxa Virgem Maria e Arcanjo Miguel, chegando a abrir fogo contra ela e incendiando carros que se encontravam estacionados. Quatro pessoas morreram. Uma das pessoas assassinadas, uma jovem mulher Copta, foi barbaramente abusada antes de ter sido morta - tudo isto só porque a sua cruz identificava-a como Cristã aos olhos dos manifestantes da Irmandade Muçulmana.

Segundo testemunhas que se encontravam no local, e que discutiram o evento num programa Egípcio com o nome de "90 Minutos", Mary Sameh George estava a estacionar perto da igreja para entregar medicamentos a uma mulher idosa e doente:

Mal eles [os muçulmanos] viram que ela era Cristã [devido à cruz que se encontrava no seu espelho retrovisor], saltaram para cima do carro de tal modo que o mesmo deixou de ser visível. O tejadilho do carro entortou-se para dentro. Quando eles se aperceberam que ela estava a começar a morrer, eles arrancaram-na para fora do carro, e começaram a agredi--la e a puxar o seu cabelo - de tal forma que partes do cabeço e do couro cabeludo foram arrancados.

Eles continuaram a agredi-la, dando-lhe pontapés, esfaqueando-a com o que quer que pudessem encontrar. Durante todo este episódio, ela tentou proteger a sua cara, dando as suas costas aos atacantes até que um deles chegou e esfaqueou-a pelas costas, junto ao coração, acabando com a sua vida.

Depois disto, outro muçulmano veio e agarrou-lhe pelos cabeços, agitando a sua cabeça, e coma a outra mão cortou-lhe o pescoço. Outro muçulmano puxou as suas calças de tal modo que ela ficou totalmente nua.

As testemunhas, bem como muitas outras pessoas que desde então aparecem nos vídeos, queixaram-se das acções da "Egyptian State Security" e como estes não intervieram - tal como aconteceu quando Morsi era presidente, quando a Catedral de São Marcos foi sitiada enquanto as forças de segurança nada faziam - embora eles saibam muito bem quem são os assassinos, e como um dos assassinos de Mary, que "toda a gente reportou junto da Segurança", pura e simplesmente estava a relaxar em casa (e nem precisou de se esconder). A testemunhas acrescentam:

Deixem-me dizer uma coisa; aqui em Ain Shams, nós [Cristãos] sabemos que todas as Sextas-Feiras são dias de morte, que no dia que se segue à Sexta-Feira, no Sábado, iremos transportar alguém para a morgue.

De facto, a maioria dos ataques contra os Cristãos no Egipto ocorre numa Sexta-Feira - o dia em que muçulmanos piedosos se encontram nas mesquitas para orações e para ouvir os sermões. A importância disto só pode ser entendida através duma analogia: o que é que aconteceria se os Cristãos ficassem particularmente violentos aos Domingos, logo após terem saído das igrejas? O que é que as pessoas diriam sobre o que ocorre dentro das igrejas? O que é que isso nos diz sobre o que ocorre dentro das mesquitas?

Um vídeo dos membros familiares de Mary exibe uma mulher a gritar as palavras que se seguem, que podem ser interessantes para alguns Americanos:

Uma mensagem para Obama, que está a apelar para que a Irmandade [Muçulmana] regresse ao poder mais uma vez. Quero-lhe dizer que tenha misericórdia. Já chega! O seu irmão encontra-se dentro da organização Al-Qaeda. Porque é que você quer destruir o Egipto?  O Egipto irá ficar, quer você, a Irmandade ou qualquer outra pessoa goste ou não!

Ela está a referir-se a algo que é bem sabido no Egipto mas pouco sabido nos Estados Unidos: que a administração Obama é uma patrocinadora da Irmandade Muçulmana, que está ela também unida a Al-Qaeda.

O resto do vídeo revela alguns dos membros familiares de Mary - muitos em lágrimas e quase em histeria - perguntando-se uns aos outros: Onde é que estavam os média Americanos? Ainda não vi uma única palavra sobre o mais recente ataque islâmico contra uma igreja e contra os Cristãos na BBC, nem na CNN, e nem na assim conhecida "média mainstream". Porquê? Eles não têm problemas em mostrar (vez após vez) o vídeo-clip dum histérica parente feminina duma das pessoas que se encontravam no vôo Malaio MH370.

Os média mainstream encontram-se silenciosos em relação à perseguição islâmica aos Cristãos no geral - e em relação à perseguição levada a cabo pela Irmandade Muçulmana que tem o apoio de Obama - porque isso coloca em causa toda a sua narrativa. Afinal, quantas pessoas ouviram falar do maior massacre de Cristãos Sírios por parte dos rebeldes (apoiados pela Administração Obama)?

Falando sobre o mais recente assassinato duma Cristão, o Bispo Católico Raphael escreveu:

Ó, quão afortunada és tu, Mary, que és amada de Cristo. Eles rasgaram o teu corpo por causa da Cruz. No entanto, eles fizeram-te o maior serviço e deram-te um nome de honra como alguém que obteve a coroa do martírio.

De modo mais pungente, o bispo citou o aviso do Senhor Jesus:

Vem mesmo a hora em que, qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a Deus. - João 16:2

Isto é uma referência ao facto dos muçulmanos que estão a matar Cristãos um pouco por todo o mundo frequentemente acreditarem que estão a fazer a obra de Deus (ou de Alá). E é por isto que as histórias em relação às Sextas-Feiras estarem a ficar cada vez mais regulares no mundo muçulmano.

De facto, há apenas alguns meses atrás, duas raparigas Cristãs Coptas - ambas chamadas "Mary" - foram mortas por apoiantes da Irmandade Muçulmana quando estes abriram fogo a mais uma igreja.

Este é o mundo revelador e medieval fora das fronteiras Americanas que os "poderes estabelecidos" não querem que tu venhas a saber visto que só as narrativas self-serving muito bem construídas é que podem permanecer.

- http://goo.gl/Qfm1sv

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Claro que o muçulmano educado no Ocidente fica (esperamos nós) horrorizado com os feitos dos seus irmãos ideológicos que se encontram no Médio Oriente, e rapidamente se distancia destas prácticas. Mas o que o muçulmano  ocidental  é que os muçulmanos que estão a matar Cristãos estão apenas a seguir os ensinamentos de Maomé, e os exemplos deixados pelos califas e por Khalid ibn Walid.

O problema do islão não são os árabes, os paquistaneses nem os sudaneses: o problema do islão é Maomé.


domingo, 26 de julho de 2015

O ódio islâmico contra a Cruz

Por Raymond Ibrahim

Durante o passado mês de Maio, um rapaz muçulmano de origem Africana espancou uma rapariga durante o período escolar só porque ela usava uma cruz em volta do seu pescoço. O estudante Africano, que havia começado a frequentar a escola há cerca de três semanas antes dessa altura, começou a intimidar a rapariga Cristã, "insultando-a e metendo-se com ela só porque ela estava a usar uma cruz", antes de finalmente a agredir "esmurrando-a violentamente nas costas.”

O que é que faz com que alguns muçulmanos tenham este tipo de reacção quando estão perante uma cruz Cristã? A realidade dos factos é que a hostilidade islâmica para com a cruz é um inabalável facto da vida - um que atravessa continentes e séculos, um que é bem indicativo da hostilidade inata do islão para com o Cristianismo.

Doutrina e História.

Visto que a cruz Cristã é o símbolo por excelência do Cristianismo - para todas as denomiações, incluindo para a maioria das iconoclastas denominações Protestantes  - ela tem sido um símbolo desprezado pelo islão. Segundo as Condições de Omar - um texto Medieval que estabelece as muitas estipulações humilhantes que os Cristãos conquistados têm que aceitar como forma de preservar as suas vidas, texto esse que a história islâmica atribui ao segundo "califa justo" Omar al-Khattab - os Cristãos "Não podem exibir uma cruz [nas igrejas]"....e "Não podem exibir uma cruz ou livros [Cristãos] nos mercados para muçulmanos."

O motivo para esta animosidade prende-se no facto da cruz simbolizar o desacordo fundamental entre os Cristãos e os muçulmanos. Segundo o Dr. Sidney Griffith, autor do livro "The Church in the Shadow of the Mosque", "A cruz e os ícones declaram publicamente precisamente os pontos da  Fé Cristã que o Alcorão, segundo os muçulmanos, negam de forma explícita: que Cristo era o Filho de Deus e que Ele morreu na cruz.” Logo, "A práctica Cristã de venerar a cruz e os ícones de Cristo e dos santos frequentemente despertava a raiva dos muçulmanos," de tal modo que havia uma "campanha decorrente que tinha como propósito erradicar os símbolos públicos do Cristianismo, especialmente o anteriormente omnipresente sinal da cruz.”

A hostilidade islâmica para com a cruz, tal como todas as hostilidades islâmicas, teve início com o profeta islâmico Maomé. Alegadamente ele "tinha uma repugnância tão grande para com a forma da cruz que ele partia tudo que era trazido para a sua casa com essa figura sobre ela." A certa altura ele ordenou que uma pessoa que usava a cruz “que tirasse esse pedaço de idolatria ” e alegou que no final dos tempos, o Próprio Jesus iria "partir a cruz" - uma alegação que o Estado Islâmico profere com regularidade.

A história islâmica depois de Maomé encontra-se repleta de anedotas sobre muçulmanos a amaldiçoar e a partir cruzes. Antes da Batalha de Yarmuk em 636, que colocou frente a frente os mais antigos exércitos islâmicos invasores contra o Império Bizantino, Khalid bin al-Walid, o selvagem “Espada de Alá,” disse que se o Cristãos quisessem paz, eles teriam que "partir a cruz" e aceitar o islão, ou pagar o jizya e viver uma vida de subjugação - tal como os sucessores do Estado Islâmico estão a faaer actualmente, emulando o passado. Os Bizantinos optaram pela guerra.

No Egipto, e segundo as palavras do "History of the Patriarchate of the Egyptian Church", Saladino (morreu em 1193) - regularmente apregoado no Ocidente pela sua "magnanimidade" - ordenou a "remoção de todas as cruzes do topo da cúpula de todas as igrejas nas províncias do Egipto".

Europa: Aumenta a Violência contra a Cruz

Passados que estão vários séculos, nada mudou em relação à posição islâmica em torno da cruz, embora muito tenha mudado em relação às percepções Ocidentais. Dito de outra forma, umz rapa Africano que esmurra uma rapariga Cristã na Itália devido ao seu crucifixo faz parte dum longo continuum de hostilidade islâmica para com a cruz. Será que ele aprendeu esse ódio na mesquita, as mesmas mesquitas Europeias onde os representantes do Estado Islâmico apelam os muçulmanos para a jihad?

Afinal de contas, no início deste ano na Itália, outro crucifixo foi destruído junto a uma mesquita altamente populada. O Conselheiro municipal, Giuseppe Berlin, não poupou palavras quando falou na identidade do(s) culpado(s):
Antes de levarmos a cabo uma fachada de unidade com os muçulmanos, eles têm que começar por respeitar a nossa civilização e a nossa cultura. Não podemos minimizar a importância de certos sinais; temos que despertar hoje, ou então os nossos filhos irão sofrer as consequências desta perigosas e incontrolável invasão islâmica.
E este fenómeno é experimentado por outros países Europeus. Na vizinha França, um "jovem muçulmano" cometeu actos de vandalismo consideráveis em duas igrejas. Para além de ter torcido uma enorme cruz de brone, ele derrubou e partiu dois altares, os candelabros, os atris, destruiu estátuas, rasgou um tabernáculo, derrubou uma porta da sacristia, e chegou até a partir alguns vitrais. (Clique para as imagens.)

Na Alemanha, um homem Turco que deu entrada num hospital sozinho (para tratamento), começou a fazer um frenesim porque haviam "demasiadas cruzes na parede.”  Ele chamou uma das enfermeiras de "p--a" e "fascista", e tornou-se fisicamente agressivo.

Claro que em outras situações os Europeus capitulam de livre vontade perante a hostilidade islâmica para com a cruz. O Real Madrid, uma equipa de futebol profissional Espanhola, alegadamente modificou a cruz tradicional do seu logotipo como parte dum acordo com o National Bank de Abu Dhabi - "como forma de não ofender as sensibilidades muçulmanas nos Emiratos Árabes Unidos." E no Reino Unido, crucifixos ofensivos estão a ser removidos das prisões como forma de não ofender os presos  muçulmanos (que para além disso, recebem comida e instalações sanitárias para os rituais islâmicos).

Mundo Islâmico: Cristãos mortos por causa da Cruz.

Se é desta forma que os muçulmanos reagem à cruz Cristã - onde os muçulmanos estão cientes do seu estatuto minoritário - de que forma é que os outros muçulmanos reagem no mundo islâmico, onde os vastamente minoritários e ostracizados Cristãos "infiéis" são presas fáceis? A resposta é: reagem de forma assassina - literalmente; os Cristãos estão a ser mortos por muçulmanos mal estes vêem uma cruz.

Durante o ano passado, no Egipto, uma jovem mulher Cristã Copta chamada Maria, foi agredida até à morte simplesmente porque a sua cruz a identificava como Cristã perante os manifestantes da Irmandade Muçulmana. Segundo uma testemunha ocular que falou sobre o episódio, Mary Sameh George estava a estacionar o carro junto à igreja para entregar medicamento a uma mulher idosa:

Mal eles [os muçulmanos] viram que ela era Cristã [devido à cruz que se encontrava no seu espelho retrovisor], saltaram para cima do carro de tal modo que o mesmo deixou de ser visível. O tejadilho do carro entortou-se para dentro. Quando eles se aperceberam que ela estava a começar a morrer, eles arrancaram-na para fora do carro, e começaram a agredi--la e a puxar o seu cabelo - de tal forma que partes do cabeço e do couro cabeludo foram arrancados.

Eles continuaram a agredi-la, dando-lhe pontapés, esfaqueando-a com o que quer que pudessem encontrar. Durante todo este episódio, ela tentou proteger a sua cara, dando as suas costas aos atacantes até que um deles chegou e esfaqueou-a pelas costas, juntoo ao coração, acabando com a sua vida.

Depois disto, outro muçulmano veio e agarrou-lhe pelos cabeços, agitando a sua cabeça, e com a outra mão cortou-lhe o pescoço. Outro muçulmano puxou as suas calças de tal modo que ela ficou totalmente nua.

Em resposta, a Igreja Cristã Copta emitiu a seguinte declaração:

Ó, quão afortunada és tu, Mary, que és amada de Cristo. Eles rasgaram o teu corpo por causa da Cruz. No entanto, eles fizeram-te o maior serviço e deram-te um nome de honra como alguém que obteve a coroa do martírio.

A declaração citou também o aviso do Senhor Jesus para os crentes:

Vem mesmo a hora em que, qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a Deus. - João 16:2

Em Outubro de 2011, Ayman Nabil Labib, de 17 anos e um Cristão Copta, foi estrangulado até à morte por parte do seu professor muçulmano e dos seus colegas estudantes simplesmente por se recusar a obedecer a ordem do professor de remover a sua cruz. Testemunhas do evento (e também estudantes) disseram que enquanto Ayman se encontrasse dentro da aula era-lhe ordenado que cobrisse o seu pulso tatuado com uma cruz, algo que muitos Coptas fazem.

Não só ele se recusou, como desafiadoramente apresentou a cruz peitoral que ele usava por baixo da sua camisa que rapidamente causou a que o enraivecido professor muçulmano e os estudantes lhe espancassem até à morte.

Antes disso, um polícia muçulmano (fora de serviço) que se encontrava dentro dum comboio de Asyut para Cairo gritou "Allahu Akbar!", e disparou contra seis Cristãos, matando um homem com 71 anos e ferindo gravemente os outros. Antes de abrir fogo, ele verificou os passageiros que tinham o pulso tatuado com uma cruz Cóptica. (Há alguns dias atrás, outra mulher Copta foi "morta à tiro por um polícia Egípcio. Embora oficialmente tenha sido um "acidente", o polícia muçulmano é conhecido por odiar os Cristãos.)

No Paquistão, quando um homem muçulmano viu Julie Aftab, uma mulher, com uma cruz à volta do seu pescoço

O homem tornou-se abusivo, gritando para ela que ela vivia na sarjeta e que iria para o inferno por desprezar o islão. Ele foi-se embora mas regressou uma hora e meia mais tarde, agarrado a uma garrafa de ácido de bateria que ele selvaticamente atirou para cima da sua cabeça.

À medida que ela corria pela porta fora, um segundo homem agarrou-a pelo cabelo e forçou mais líquido para dentro da sua garganta, queimando o seu esófago. À medida que ela desesperadamente pedia ajuda, dentes caíram da sua boca, cambaleando pela estrada.

Uma mulher ouviu o seu clamor e trouxe-a para casa, despejando água sobre a sua cabeça e levando-a para o hospital. Inicialmente, os médicos recusaram-se a tratá-la visto que ela era Cristã. "Todos eles viraram-se contra mim....até as pessoas que me levaram para o hospital. Eles disseram ao médico que iriam pegar fogo ao hospital se eles me tratassem"....

67% do seu esófago foi queimado e ela perdeu um olho e ambas as pálpebras. O que restou dos seus dentes podem ser visto através do buraco que se encontra no lugar onde antes estava a sua bochecha. Os médicos previram que ela haveria de morrer  qualquer momento, mas apesar das probabilidades, ela conseguiu superar.

Tudo isto só porque ela estava a usar uma cruz.

Até mesmo em países muçulmanos "considerados", a violência provocada pela cruz é algo comum. Em 2012, um rapaz de 12 anos que se conveteu ao Cristianismo e tomou a decião de professar publicamente a sua nova fé usando uma cruz prateada durante as aulas, foi cuspido e espancado com regularidade pelos colegas e pelos professores.

Nas Maldivas, em Outubro de 2013, as autoridades tiveram que salvar Geethamma George, uma professora Cristã da Índia, depois de pais "muçulmanos terem ameaçado amarrá-la e arrastá-la para fora da ilha" por "pregar o Cristianismo." O seu crime foi o de desenhar uma bússula como parte da lição de geografia, e este mesmo compasso foi erradamente confundido com uma cruz Cristã.

Cristãos "mortos" outra pela vez devido à Cruz.

Se alguns muçulmanos matam as pessoas que usam cruzes, elas também perturbam o sono daqueles que já se encontram mortos por estes terem uma cruz nas suas lápides. Seguem-se alguns exemplos:
  • Líbia, Março de 2102: Um video duma turba islâmica a atacar um cemitério comunitário perto de Benghazi apareceu na internet. À medida que os muçulmanos chutavam e destruíam as pedras tumulares, o homem que gravava o incidente apelava para que eles "Partissem a cruz dos cães!" ao mesmo tempo que ele e outros gritavam "Allahu Akbar!" Mais para o final do video, a turba congregou-se em torno da enorme Cruz do Sacrifício, o monumento cenotáfico do cemitério, e começaram a martelá-la ao mesmo tempo que se ouviam mais gritos de “Allahu Akbar.” Outros cemitérios Cristãos da Líbia pós-"Primavera Árabe" sofreram de igual modo.

  • França, Abril de 2015: Cruzes e lápides Cristãs dum cemitério foram danificadas e profanadas por um muçulmano. Depois de ter sido apanhado, ele foi descrito da seguinte forma: "O homem repete orações muçulmanas vez após vez, baba e não se consegue comunicar com ele: a sua condição foi declarada como incompatível com uma detenção preliminar.” Ele foi hospitalizado como "mentalmente desequilibrado." (Vejam a sua obra.)

  • Malásia, Fevereiro de 2014: Um cemitério Cristão foi atacado e profanado durante a noite por pessoas desconhecidas neste país de maioria islâmica. Várias cruzes foram destruídas, incluindo através do uso de "uma ferrramenta pesada para levar a cabo a destruição".

  • Alemanha, Junho de 2014: Depois dos muçulmanos terem recebido a sua própria secção no cemitério em Seligenstadt, e depois de terem recebido permissão para levarem a cabo as suas distintas cerimónias islâmicas, estes mesmos muçulmanos começaram a exigir que a simbologia e as cruzes Cristãs do cemitério fossem removidas ou cobertas durante os funerais islâmicos.
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Pode-se continuar com muitos exemplos recentes da hostilidade islâmica para com a cruz. Em Abril último, na Malásia "moderada", uma turba muçulmana manifestou-se contra uma pequena igreja Protestante devido à cru visível que se encontrava no topo do edifício de oração. Ela foi rapidamente removida.

E no Paquistão, nação onde a mera acusação de ofender o islão por levar a que os Cristãos sejam queimados vivos, um lojista muçulmano tem permissão para vender sapatos com cruzes Cristãs na sola so sapato::

Na cultura Paquistanesa, mostrar a sola dos sapatos ou dos pés é ofensivo porque colocar algo no chão é considerado um insulto para o objecto. Logo, algo que se encontre na sola dos sapatos vai ser constantemente insultado à medida que a pessoa caminha.

À luz do que se viu em cima, não pode ser surpresa alguma o facto do Estado Islâmico - "ISIS" - também exibir o mesmo tipo de violência contra a cruz Cristã. Nas suas  comunidades Ocidentais, referências hostis à cruz são feitas com frequência:

Vamos conquistar Roma, partir a cruz, escravizar as vossas mulheres, com a permissão de Alá..... [Vamos lançar] medo nos corações dos adoradores da cruz.

Depois de decapitar os Cristãos Coptas na Líbia, o executor chefe agitou a sua faca para a câmera e dissse
Ó povos, vocês viram-nos recentemente nas montanhas das planíces de as-Sham e de Dabiq plain [regiões Sírias], a cortar as cabeças que há já muito tempo carregavam a cruz. E hoje, estamos a sul de Roma, na terra do islao, Líbia, a enviar outra mensagem.... Vamos lutar contra vocês [Cristãos Ocidentais] até que Cristo desça, parta a cruz e mate o porco.
(Tudo isto são acções atribuídas ao "Cristo" escatológico muçulmano, Isa).

Mais ainda, o Estado Islâmico tem levado a cabo inúmeras atrocidades contra e devido à cruz: eles fizeram e propagaram um vídeo onde se viam membros seus a partir cruzes que se encontravam dentro e no topo das igrejas que estão em territórios sob o seu controle; eles decapitaram e esfaquearam um homem com o seu próprio crucifixo depois dele ter sido exposto como Cristão, e publicaram fotos de membros seus a destruíram cruzes e lápides Cristãs em cemitérios sob a sua jurisdiçâo - e citaram as escrituras islâmicas como justificação para as suas acções.

Os leitores mais atentos irão notar nos paralelos similares: destruir cruzes que se encontram dentro de igrejas e destruir cemitérios e até matar "infiéis" Cristãos por usar cruzes, tal como documentado em cima, não se limita ao Estado Islâmico, mas está a acontecer em todo o mundo muçulmano - e até na Europa.

Resumidamente, o ódio islâmico antigo pela cruz Cristã - e tudo o que ela representa - não é um produto do Estado Islâmico, mas so islão.


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Claro que o ódio islâmico pela cruz só revela quem está por trás desta "religião".


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quarta-feira, 9 de julho de 2014

Victoria Wasteney e a ilegalização do Cristianismo

Mulher Cristã deu início a um processo legal depois de ter sido disciplinada pela NHS por ter orado por uma colega maometana. Victoria Wasteney, terapeuta ocupacional sénior numa das áreas mais racialmente diversas do país, foi também acusada de ter maltratado [inglês: "bullying] a colega depois de lhe ter dado um livro onde se lia uma história duma mulher maometana que se converte ao Cristianismo.

Para além disso, os gerentes seniores disseram à Senhorita Wasteney que era impróprio da sua parte convidar a mulher maometana para desportos comunitários organizados pela sua igreja. As queixas levaram a que a Senhorita Wasteney fosse suspensa por 9 meses.

Três acusações foram mantidas contra a mulher de 37 anos após a audiência interna preliminar em Fevereiro último, e cinco acusações foram consideradas sem fundamento. Ela teve que aceitar um aviso final escrito no emprego, que permanecerá no seu registo durante 12 meses, bem como ela teve que aceitar uma vasta gama de outros requerimentos feitos com o propósito de impedir que ela falasse da sua fé com os seus colegas.

A Senhorita Wasteney, que é de Essex, disse que ela está a desafiar os seus empregadores num tribunal porque o politicamente correcto dentro da NHS estava a amordaçar conversas normais centradas na fé:

Acredito que a tolerância é para todos, e é por isso que estou a colocar em causa o que aconteceu comigo.

A jovem mulher maometana foi nomeada como terapeuta ocupacional numa equipa de 30 profissionais gerida pela Senhorita Wasteney, na "East London NHS Foundation Trust".

Uma das primeiras conversas que eu me lembro foi uma onde ela me disse que se havia mudado recentemente para Londres. Ela sentia que Deus tinha um plano real e um propósito para ela.

A Senhorita Wasteney disse à sua colega que ela frequentava uma igreja, mas "fui muito cuidadosa porque o nosso ambiente é tal que estas coisas podem ser mal interpretadas, e sendo ela duma cultura diferente, eu sabia que eu tinha que respeitar isso". A Senhorita Wasteney disse que a mulher estava interessada no trabalho comunitário feito pela sua igreja contra o tráfico de seres humanos.

Durante um certo período de tempo, a Senhorita Wasteney disse que convidou a sua colega para vários eventos organizados pela sua igreja, e nunca mais pensou nisso. Mais tarde, quando a mulher estava à beira de abandonar o emprego para se submeter a tratamento hospitalar, a Senhorita Wasteney deu-lhe um livro para que ela o lesse durante a sua recuperação.

Este livro havia-me sido recomendado por um amigo, e tinha  título de "I Dared to Call Him Father". Eu ainda não o tinha lido e ainda nem o li, mas sei que é uma história da forma como uma mulher muçulmana se converteu ao Cristianismo.

Visto que eu já havia tido este tipo de conversas, isso não pareceu anormal. De certo que eu  não estava a tentar convertê-la ao Cristianismo, tal como me foi dito mais tarde.

Noutra ocasião, a mulher veio ter com a Senhorita Wasteney no seu escritório, em lágrimas, triste com a sua saúde e com problemas que tinha em casa.

Disse-lhe que ela tinha uma fé forte, e que ela deveria ir buscar forças precisamente aí.... Disse-lhe "Ora!" Ela disse-me que não podia orar, e como tal, eu respondi, 'Talvez eu possa orar por ti?' E ela disse 'Ok'. Perguntei-lhe se eu poderia colocar a minha mão no seu joelho, e ela disse que sim. Já não me lembro se disse "Senhor" ou "Deus", mas falei o que eu penso que foi a coisa mais neutral possível. Depois disso, eu disse, "Confio que Tu [Deus] lhe trarás paz e que Tu lhe trarás a cura.

Em Junho do ano passado, foi dito à Senhorita Wasteney que as queixas contra ela haviam-se baseado no seu "assédio" e no seu "bullying". Uma audiência preliminar levada a cabo no seu emprego em Fevereiro último determinou que ela era culpada de três acusações de mau comportamento - orar com uma colega, dar-lhe um livro e convidá-la para eventos organizados pela sua igreja.

O caso da Senhorita Wasteney têm o apoio da "Christian Legal Centre", que já instruiu Paul Diamond, um dos advogados mais importantes da luta pelos direitos humanos.

Andrea Williams, chefe-executiva da "Christian Legal Centre", disse que o caso demonstra que o "NHS está, de modo crescente, a ser dominado por uma sufocante agenda esquerdista que escolhe contorcer-se par acomodar certas crenças, mas pune os Cristãos". (...)

Fonte: http://bit.ly/1qJeOSL

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Amnistia Internacional condena as doutrinas de Maomé

Tribunal Sudanês sentenciou uma mulher a ser enforcada pelo "crime" de apostasia - o abandono da sua fé religiosa - depois de se ter casado com um homem Cristão. A Amnistia Internacional condenou a sentença, emitida por um juiz de Khartoum, qualificando-a de "terrível e abominável". Os meios de comunicação locais reportaram que a sentença contra a mulher, que está grávida, não pode ser levada a cabo durante dois anos depois dela ter dado à luz o bebé.

O juiz deste país africano maioritariamente muçulmano, governado pela lei sharia, afirmou:

Demos-lhe três dias para se retractar mas você insiste em não voltar para o islão. Consequentemente, condeno-lhe à morte.

As embaixadas Ocidentais, bem como os grupos que militam pelos direitos humanos, apelaram ao Sudão para respeitar o direito da mulher grávida de escolher a sua religião. O juiz sentenciou também a mulher a 100 chicotadas depois de ter sido (também) condenada por adultério - visto que, segundo a lei islâmica, o seu casamento com o homem Cristão não é válido. Estas chicotadas serão levadas a cabo supostamente depois dela dar à luz.

A AFP reporta que, durante a audiência, um clérigo maometano falou com ela durante 30 minutos. Ela respondeu calmamente ao juiz que, "Sou Cristã e nunca cometi apostasia."

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Este tribunal maometano condenou a mulher Cristã à morte por apostasia, embora Meriam Yehya Ibrahim Ishag insista que ela sempre foi Cristã (religião da sua mãe). Mas visto que o seu pai era um maometano (que quase de certeza levou a que ela recitasse a Shahada quando ela era criança), segundo a lei islâmica ela é considerada muçulmana.

A Aministia Internacional qualificou a sentença de "terrível e abominável" e uma "violação flagrante da lei internacional em torno dos direitos humanos". O problema é que o tribunal Sudanês está mais interessado em seguir a lei sharia do que a lei internacional em torno dos direiros humanos. Para além disso, o fundador da "religião" islãmica ordenou que os seus seguidores tratassem as pessoas que abandonam a fé islâmica precisamente da forma como este tribunal Sudanês está a tratar a mulher:
Sahih al-Bukhari 6922—O mensageiro de Alá disse: "Quem quer que tenha mudado da sua religião islâmica deve ser morto."


Sunan Ibn Majah 2535—Foi narrado por Ibn Abbas que o mensageiro de Alá disse: "Quem quer que altere a sua religião [islâmica] tem que ser executado." 



Al-Muwatta de Imam Malik 36.18.15—Yahya relatou-me por parte de Malik de Zayd ibn Aslam que o mensageiro de Alá disse: “Se alguém mudar a sua religião, cortem a sua cabeça!”
Segundo os companheiros de Maomé, esta sentença também se aplica às mulheres:
Sahih al-Bukhari 6921—Ibn Umar, Az-Zuhri e Ibrahim disseram, “A mulher apóstata (que retroceda do islão) deve ser morta.”
Logo, o Sudão está a fazer exactamente o que Maomé ordenou. Os políticos e os meios de comunicação Ocidentais irão condenar a sentença, mas não se atreverão a condenar o "profeta" que ordenou a sentença. Entretanto, pessoas e blogues que condenam as fontes da lei islâmica são qualificados de "racistas" e "islamofóbicos".

Aparentemente, somos intolerantes por condenar a intolerância islâmica.
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sexta-feira, 14 de março de 2014

Morta dentro da igreja por se ter convertido ao Cristianismo?

A polícia de Oyo prendeu um suspeito em ligação à morte da sua filha, Kausara Isiaka, alegadamente por ter-se convertido ao Cristianismo. O suspeito foi acusado pelo Reverendo Daniel Oladimeji, uma das 4 pessoas que ele atacou com uma faca do mato, e crê-se que ele tenha sido o mentor do ataque.

Segundo Olabisi Ilobanafor, oficial das Relações Públicas da políkia, uma tal de Mary Oladimeji, da "Calvary Church", em Ayekale - Ibadan - reportou o incidente na esquadra policial às 02:00 do dia 26 de Fevereiro de 2014.

Embora a policia ainda tenha que determinar a sua culpabilidade (ou inocência), alegadamente o suspeito entrou nas instalações da igreja às escondidas, e infligiu cortes com a faca do mato a 4 pessoas. Os nomes das vítimas, segundo a polícia, são Mary, Kausara Isiaka, Aanu e o pastor da igreja.

Apurou-se mais tarde que o pai da falecida, que é muçulmano, alegamente suplicou severamente à sua filha e ameaçou-a para que ela revisse a sua decisão de se converter ao Cristianismo. A policia declarou que a rapariga havia buscado refúgio dentro da igreja, mas nesse dia fatídico um atacante havia entrado nas instalações e causado ferimentos nas vítimas enquanto estas dormiam

Segundo a polícia, das 4 vítimas do ataque, os ferimentos eram mais severos na Mary do que nos outros. Todas as vítimas foram levados ao Mobolaji Hospital (Oremeji, Ibadan) onde Mary veio a morrer.

Ilobanafor afirmou que a polícia visitou o local do crime, tirou fotos e transportou os restos para o mortuário do "Adeoyo State Hospital" para a autópsia. Um suspeito foi preso e o caso transferido para o Comissário-Adjunto da Polícia, Departamento de Investigação Criminal Estadual.


* * * * * * * *
A explicação mais lógica para este ataque é que Mary foi islamicamente condenada à morte por ter voltado as costas a Alá e ter-se entregue ao Senhor Jesus. E assim, a confirmar-se esta hipótese, Mary passa a ser mais uma das muitas vítimas das palavras de Maomé:

Maomé disse: "Se alguém abandonar a sua fé islâmica, matem-no." - Hadith, Bukhari 9.84.57

Inadvertidamente, Maomé e os seus seguidores confirmam mais uma passagem da Bíblia Sagrada:
E até pelos pais, e irmãos, e parentes, e amigos, sereis entregues; e matarão alguns de vós.” - Lucas 21:16

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Muçulmano abusa sexualmente de Cristã de 2 anos porque o pai se recusou a converter ao islão

Sinceramente, alguém ainda acha que o islão é uma "religião"? É por coisas como esta que é absolutamente necessário (e correcto) separar o islão do Judaísmo e do Cristianismo, não aceitando a união que é feita das 3 sob o manto de "religiões abraâmicas".

Só há UMA religião abraâmica, e não é o Judaísmo nem o Cristianismo, mas sim a Pessoa do Senhor Jesus Cristo. (Deus não tem "religiões").

Em relação à menina violada; devido aos ferimentos, ela quase morreu e mesmo depois de 5 cirurgias, ela não consegue urinar normalmente. Ele nunca vai ser mãe, e os pais têm que viver escondidos devido aos receios duma retaliação por tornarem público este incidente.




sábado, 8 de setembro de 2012

Paquistão: Muçulmano tenta incriminar rapariga Cristã

Rapariga Cristã acusada de blasfémia pode ter sido incriminada por um clérigo maometano. A polícia paquistanesa prendeu o clérigo há alguns dias atrás, acusando-o de adulterar as evidências que supostamente mostravam que ela havia profanado o Alcorão.

O clérigo, Khalid Chishti, foi preso depois de outro clérigo da mesma mesquita ter-se dirigido à policia com alegações de ter visto Chishti a acrescentar páginas queimadas do Alcorão às evidências que foram entregues à polícia.

Segundo a polícia, Hafiz Mohammad Zubair, o outro clérigo, afirmou ter tentado impedir que Chishti adulterasse as evidências, mas este insistiu que esta era a melhor forma de se verem livres dos Cristãos daquela área.

Este novo desenvolvimento no caso que havia já atraído a condenação internacional vai acrescentar ainda mais pressão sobre as autoridades paquistanesas de modo a que estas absolvam a rapariga Cristã - que ainda se encontra na prisão e que pode ser condenada a prisão perpétua.

Esta revelação é também um argumento que os grupos que tentam repelir ou modificar as leis contra a blasfémia - afirmando que as mesmas são usadas para perseguir as minorias ou resolver conflitos pessoais - podem usar no seu combate. Peter Jacob, líder dum grupo activista Cristão que disponibiliza apoio legal às minorias paquistanesas, afirmou:

[Este incidente] É um alívio uma vez agora todos sabem que houve vitimização da menor. Este tipo de abuso já acontece há cerca de 25 anos e com este caso, nós podemos ver que existem lacunas nas leis da blasfémia que precisam de ser removidas de modo a que estes abusos não ocorram. Se a lei não pode ser repelida, o estado pode ao menos criar zonas de protecção usando este incidente como exemplo.

Numa entrevista dada alguns dias antes, Khalid Chishti confessou ter falado - num dos seus sermões - em expulsar os Cristãos daquela localidade.

Chaudry Asghar, um vendedor local, disse ao "The Monitor" que, há alguns meses atrás, os anciões e os clérigos religiosos haviam formado um comité determinado em encontrar formas de expulsar os Cristãos da área supostamente porque estes se haviam tornado num "distúrbio" durante as rezas islâmicas. Asghar disse:

Eles [os Cristãos] tocavam músicas durante o chamamento para as rezas, e os clérigos, juntamente com os anciãos, já os tinham avisado disso, mas eles não nos escutaram.

Hina Jilani, advogada pelos direitos humanos, disse que teme que os grupos religiosos [isto é, os maometanos] se unam em apoio ao clérigo; como tal, diz Hina, o governo tem que impedir que isso aconteça focando-se nos méritos legais e técnicos do caso.

O relatório médico revelou que ela é menor e mentalmente incapaz. Ele nunca deveria ter sido presa.

Hina Jilani disse ainda que as notícias de tensões já existentes entre os muçulmanos e os Cristãos são genuínas, e que o governo se deveria limitar a libertar a menina.

Ressalvando que o caso da menina não deve ser politizado, Hina Jilani disse no entanto que o padrão da perseguição das minorias em todo o país historicamente tem sido ligado a disputas locais em torno de coisas como propriedades e inimizades pessoais. No entanto, acrescenta Jilani, o uso destas leis da blasfémia tornou-se numa forma de "purificar a sociedade."

A perseguição de Cristãos no Paquistão têm aumentado com os anos. Actualmente restam menos de 2% em todo o país, mas os extremistas ainda se sentem ameaçados por eles?

Segundo Jilani, existem leis que lidam com pessoas ou grupos que incitam a violência comunitária, mas a aplicação de tais leis são fracas.

O governo tem que parar de ter medo destes lobbies religiosos e exercer a sua autoridade de modo a parar com a actividade de tais elementos que provocam ódio entre as diferentes comunidades paquistanesas.

O clérigo que foi apresentado ao tribunal há alguns dias atrás, foi entregue à policia durante 14 dias, e se se confirmar que ele adulterou as evidências, a mesma lei da blasfémia que ele visava usar contra a rapariga Cristã pode ser usada contra ele.



sábado, 25 de agosto de 2012

Muçulmanos sequestram e violam cristã no Paquistão

ROMA, 18 Jul. 12 / 11:03 am (ACI/EWTN Noticias).- A irmã menor de um pastor protestante foi sequestrada no mês passado por extremistas muçulmanos que a estupraram e a obrigaram a converter-se ao Islão. Os factos aconteceram na cidade de Chunian, ao sul de Lahore, província de Punjab (Paquistão).

Conforme informou a agência vaticana Fides, Muzamal Arif, irmã do pastor Aurangzeb, logo depois de ser abusada e ameaçada foi obrigada a assinar uma declaração de conversão ao Islão e a casar-se com o muçulmano Muhammad Nadeem.

A vítima é menor de idade e de acordo à lei, o matrimónio não está permitido para as pessoas de menor idade. Entretanto, os cristãos locais indicaram que "a família dos sequestradores é rica e poderosa, e pode passar por cima essa disposição legal".

Apesar de que a família da menor tenha denunciado o ocorrido à polícia de Chunian, não foi realizada nenhuma investigação, antes, foi apresentado à família um relatório do tribunal que afirma que a garota é muçulmana e se casou de maneira legal.

Por sua parte, o pastor Mustaq Gill, presidente da ONG Legal Evangelical Association Development, que está se ocupando do caso, assinalou que a prática da conversão e o matrimónio forçado é muito comum no Paquistão, os muçulmanos se aproveitam, sobre tudo nas zonas rurais, das meninas de minorias religiosas, que são as principais vítimas.

No Paquistão há cerca de mil casos do tipo por ano, em detrimento de mulheres cristãs e hindus.

Para combater este abuso, reconhecido até mesmo por autoridades civis, a Comissão Nacional para as Minorias Religiosas preparou um projecto de lei apoiado pelos cristãos e se espera que em breve seja estudado pelo Parlamento paquistanês.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Paquistão: Criança cristã com síndrome de Down detida por blasfémia

Uma criança paquistanesa está detida depois de ter sido acusada de desrespeitar o Corão. O caso da menor, filha de pais cristãos, está a suscitar a ira entre a população maioritariamente muçulmana, que exige que a criança seja punida. A lei paquistanesa prevê a pena de morte para alguns destes casos.

Rimsha, que terá entre 11 e 12 anos e trissomia 21 ou síndrome de Down, foi detida na última quinta-feira em Mehrabad, um bairro em Islamabad habitado por perto de 800 paquistaneses cristãos, depois de uma multidão em fúria ter exigido que fosse punida. O que terá estado na origem da detenção da criança não foi ainda confirmado oficialmente. Um responsável da polícia local disse à agência noticiosa AFP, sob condição de anonimato, que a criança terá sido vista em público com páginas queimadas entre as quais se encontravam versos do Corão e outros textos islâmicos.

Rimsha foi ouvida na sexta-feira em tribunal mas não terá conseguido explicar o que aconteceu e entendido as questões que lhe foram colocadas. Ficou em prisão preventiva durante 14 dias, ao fim dos quais deverá comparecer de novo em tribunal.

O ministro paquistanês para a harmonia nacional, Paul Bhatti, citado pela BBC, sublinhou que a criança sofre de perturbações mentais e tudo indica que não terá “desrespeitado propositadamente o Corão”. Com base nos relatórios a que tive acesso, foi encontrada com um saco de lixo que também teria páginas do Corão”, acrescentou o responsável à estação de televisão britância. “O caso enfureceu a população local e uma multidão começou a exigir que fosse punida. A polícia esteve inicialmente relutante em deter a menina mas cedeu perante a enorme pressão da multidão, que chegou a ameaçar que iria incendiar habitações de cristãos”, contou ainda o ministro.

O Presidente paquistanês, Asif Ali Zardari, já ordenou que fosse aberto um inquérito à detenção da menor e entregou o caso ao ministro do Interior.

A acusação de blasfémia feita a Rimsha pela maioria muçulmana levou a que muitos cristãos abandonassem temporariamente o bairro de Mehrabad, receando represálias, adianta a AFP. “Estes cristão estão refugiados em casa de familiares noutros bairros da cidade mas já começaram a regressar progressivamente a Mehrabad”, disse à AFP Tahir Naveed Chaudhry, de uma organização que representa as minorias no Paquistão.

Tahir Naveed Chaudhry confirmou à agência noticiosa que Rimsha tem trissomia 21, associada a algumas dificuldades de habilidade cognitiva e desenvolvimento físico. As limitações mentais da criança são, no entanto, contestadas pela comunidade muçulmana, que asseguram que esta é "completamente normal" e que apenas tem um comportamento estranho. Fala sozinha e anda de uma forma peculiar, adiantou uma menina que afirma conhecer Rimsha citada pelo Guardian.

A polícia é acusada de impedir que advogados ou outros representantes da sociedade civil visitem Rimsha. “O Fórum de Acção das Mulheres está escandalizado com a total falta de humanismo” neste caso, afirmou Tahira Abdullah, membro da organização de defesa dos direitos das mulheres, exigindo a libertação imediata da menina e que esta seja tratada com base na legislação para menores.

O caso surge numa altura em que se debate a intolerância entre muçulmanos no Paquistão ou as leis contra a blasfémia do islão, que pode ser punida com a pena de morte. Activistas dos direitos humanos no país têm exigido uma reforma da legislação, nomeadamente a lei que prevê a prisão perpétua para quem seja acusado de desrespeitar o Corão.

Em muitos casos, aqueles que são acusados de blasfémia são mortos em ataques de multidões. Um desses casos foi registado no mês passado, quando um homem acusado de blasfémia, mentalmente instável, foi capturado de uma esquadra da polícia para ser queimado vivo na zona de Bahawalpur, na província de Punjab.

A BBC lembra que no ano passado, Shahbaz Bhatti, ministro dos Assuntos Internos, foi morto depois de ter defendido a revisão da lei sobre a blasfémia. Dois meses antes, o governador de Punjab, Salman Taseer, foi também assassinado após ter assumido a mesma posição.

Fonte

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Síria: família Cristã assassinada por maometanos

(AGI) Roma – A agência noticiosa "Fides" reportou as actividades de grupos de rebeldes extremistas maometanos que têm "aterrorizado Damasco", especialmente refugiados Cristãos e iraquianos.

A Fides reportou também o assassinato duma família Cristã por parte dos militantes da "Brigada do Islão", “Liwa al-Islam”, o mesmo grupo que assumiu responsabilidade pelo ataque à hierarquia do regime de Bashar al-Assad.

Segundo a agência noticiosa, que cita fontes presentes em Damasco, estes militantes pararam um carro pertencente a um Cristão chamado Nabil Zoreb, e forçaram o homem, a sua esposa e os seus dois filhos, George e Jimmy, a sair do carro antes de os executarem.

Na parte sudeste de Damasco, combatentes maometanos do grupo com nome "Jihad al Nosra" - que tem fortes ligações com os terroristas da Irmandade Muçulmana - atacaram refugiados iraquianos, roubando e queimando as suas casas, obrigando os residentes a fugir.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Idosa de 79 anos decapitada na Nigéria.

A AP reporta que a polícia nigeriana descobriu o corpo duma mulher Cristã de 79 anos ( do nordeste do país) com uma nota em árabe sobre o seu peito onde se lê
Dentro em breve vamos-te apanhar.

Este assassínio bárbaro levado a cabo pelos escravos de Alá, o deus árabe, demonstra de forma cabal que os muçulmanos do Boko Haram estão determinados em acabar com a presença Cristã nas áreas do norte do país. Se fosse uma situação reversa - isto é, Cristãos a tentar acabar com a presença de muçulmanos numa área maioritariamente Cristã, sem dúvida que a reacção seria distinta.

Embora a polícia local "não saiba" ou não tenha qualquer suspeito imediato, as testemunhas culparam o ataque aos membros do em cima mencionado Boko Haram - grupo terrorista muçulmano que é responsável pela morte de - pelo menos - 350 só este ano.

A mulher decapitada foi identificada como Shetu Haruna Malgwi, uma Cristã a viver na cidade de Maiduguri no norte da Nigéria (onde os maometanos estão em grande número). Aparentemente os escravos de Alá atacaram a inocente mulher na Quarta Feira - um dia depois dela ter regressado a casa depois de ter recebido um tratamento à vista na cidade de Kaduna.

Estes cobardes muçulmanos cortaram o pescoço da pobre mulher antes de escreverem a nota com caneta vermelha. Segundo uma testemunha, Audu Ibrahim, a família da mulher acredita que a mensagem é dirigida ao seu filho, que é pastor numa igreja local - lugar onde a defunta de 79 cantava no coro.

O grupo Boko Haram, cujo significado na língua Hausa local é "a educação ocidental é proibida" , está a levar a cabo ataques cada vez mais sofisticados no seu esforço de implementar a lei sharia na Nigéria.

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O conforto que nós como Cristãos temos da contínua matança de Cristãos levada a cabo pelos escravos de Alá, o deus árabe, é que a mulher encontra-se agora na Glória Eterna com o Senhor Jesus, por Quem ela deu a sua vida preciosa.

Em direcção contrária - isto é, para o inferno - caminham todos os assassinos do Boko Haram e todos aqueles que servem o mesmo deus que se alegra com a matança de inocentes Cristãs.


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