MITOS ISLÂMICOS

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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Muçulmano abusa sexualmente de Cristã de 2 anos porque o pai se recusou a converter ao islão

Sinceramente, alguém ainda acha que o islão é uma "religião"? É por coisas como esta que é absolutamente necessário (e correcto) separar o islão do Judaísmo e do Cristianismo, não aceitando a união que é feita das 3 sob o manto de "religiões abraâmicas".

Só há UMA religião abraâmica, e não é o Judaísmo nem o Cristianismo, mas sim a Pessoa do Senhor Jesus Cristo. (Deus não tem "religiões").

Em relação à menina violada; devido aos ferimentos, ela quase morreu e mesmo depois de 5 cirurgias, ela não consegue urinar normalmente. Ele nunca vai ser mãe, e os pais têm que viver escondidos devido aos receios duma retaliação por tornarem público este incidente.




sábado, 8 de setembro de 2012

Egipto: homem mata as 3 filhas com cobras venenosas

A trágica história dum pai egípcio que matou as suas 3 filhas com cobras foi largamente ignorada no Ocidente. A Emirates24 reporta:

Um pai egípcio matou as suas 3 filhas mais novas (com 7, 5 e 3 anos) ao permitir que cobras venenosas as mordessem. Segundo o jornal 'Al Youm Al Sabea'a', as 3 crianças foram encontradas mortas na sua cama na localidade de Bani Mazar (Alto Egipto). Relatórios forenses confirmaram que as crianças morreram devido ao veneno. Alegadamente o homem trouxe as duas cobras e permitiu que elas mordessem as crianças enquanto elas dormiam (como forma de não ser apanhado). Ele encontrava-se divorciado da mãe das crianças porque duvidava dela. Ele alegava que a mãe das crianças esteve num relacionamento antes de se casar com ele, e como tal, ele negava ser o pai das crianças. Mas ela insistiu que ele desse apoio às 3 filhas. No entanto, quando a sua segunda esposa deu à luz um rapaz, ele decidiu ver-se livre das crianças. Mais tarde ele confessou o crime junto da polícia.

Embora a Emirates24 dê à história uma interpretação Ocidental - alegando que o homem duvidava da fidelidade da esposa, da paternidade das filhas, e não queria pagar a pensão alimentícia - o programa egípcio Al Haqiqa ("a Verdade"), que dedicou um episódio a este assunto, nunca chegou a mencionar este ponto de vista, revelando, sim, que ele levou a cabo a matança apenas porque elas eram do sexo feminino.

Entre as várias pessoas entrevistadas que confirmaram isto encontrava-se a avó materna, que afirmou que, mal nasceu a primeira filha. o homem tornou-se hostil afirmando "odeio raparigas". Este cenário foi repetido de forma mais dramática com o nascimento da segunda filha. Quando ele descobriu que a sua esposa se encontrava grávida com a 3ª filha, tentou envenenar a esposa mas não conseguiu.

Depois disto, ele passou um ano inteiro a planear a melhor forma de matar as raparigas sem ser apanhado, chegando até a testar cobras diferentes - que se revelaram ineficazes.

Depois de vincar que o pai claramente não era maluco, mas que actuava de forma deliberada, o apresentador do programa explicou que "este assunto carece de mais discussão uma vez que esta mentalidade encontra-se presente na sociedade egípcia actual. Nós nunca imaginamos que este tipo de entendimento - em torno do infanticídio feminino - que existia no tempo do paganismo [jahiliyya] poderia algum dia regressar, mas ele regressou."

Por "tempo do paganismo", ou jahiliyya, o apresentador do programa, Wael Ibrashi, fazia uma alusão a uma famosa narrativa: segundo a tradição maometana, os árabes pré-islamicos tinham o hábito de enterrar os bebés recém-nascidos, se fossem meninas, mas que o profeta do islão - Maomé - havia proibido esta práctica.

Embora este tenha sido um passo positivo, infelizmente isto apenas é metade da história. De facto, este filicídio brutal é um lembrete dum fenómeno normalmente ignorado do mundo muçulmano: muitas vezes não são os ensinamentos específicos do islão que nos esclarecem o comportamento dos maometanos comuns - muitos deles não sabem o que o Alcorão realmente ensina, muito menos o que a Sharia realmente ensina - mas sim a cultura geral que emergiu após 14 séculos de islão. Originalmente Marshall Hodgson cunhou o termo "Islamicate" para descrever este fenómeno - que se refere "não directamente à religião propriamente dita, mas ao complexo social e cultural historicamente associado ao islão e aos muçulmanos…" (The Venture of Islam, vol. 1, p.59).

Considere-se o tópico da conversão forçada. Embora o Alcorão declare que "não há coerção na religião" - e mesmo a ayah 9:29, que se crê que abrogue tais versos que apelam à liberdade religiosa, permite que os Cristãos e os Judeus permaneçam na sua fé respectiva - desde o nascer da história islâmica até hoje, as conversões forçadas têm sido um aspecto normal do islão. E porquê? Porque embora o maometano comum não saiba o significado da lei, tendo como base a cultura islâmica, ele sabe que ser um infiel é uma coisa terrível. E devido a isto, "compelir" tais infiéis entrelaçados com o inferno a abraçar o islão pode ser visto como um acto de altruísmo.

No que toca ao infanticídio feminino, embora o islão não promova a matança de fêmeas apenas e só por serem fêmeas, o mesmo islão ensina um certo número de coisas que desumanizam e desvalorizam-nas nas sociedades muçulmanas, incluindo
  • 1) a noção de que as mulheres são intelectualmente deficientes (coisa que até uma mulher da política egípcia concorda),
  • 2) a noção do homem poder disciplinar fisicamente a esposa,
  • 3) o testemunho da mulher ter metade do valor do testemunho do homem,
  • 4) as mulheres dos infiéis poderem ser levadas cativas e vendidas como escravas sexuais (coisa que até uma activista política do Kuwait concorda), e
  • 5) Maomé ter comparado as mulheres a cães e demónios, chegando a afirmar que a maioria dos habitantes do inferno seriam as mulheres.
Neste contexto, embora o islão não tenha causado a morte destas raparigas, esta religião de certo modo ajudou a moldar a opinião que os muçulmanos têm das mulheres, que foi a semente por trás desta matança.

Eis aqui então a grande ironia do islão: é muito menos importante que Maomé tenha dito que não há coerção na religião ou que ele tenha proibido o infanticídio feminino. As suas muitas outras declarações que caracterizam os não-maometanos e todas as mulheres como "maus" têm sido muito mais influentes através do decurso da História, facto claramente observado pelo número de pessoas forçadas a se converterem ao islão ou no número de mulheres abusadas ou mortas.


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Prisão perpétua para mais um crime de honra

Um pai afegão, a sua esposa e o seu filho foram condenados a prisão perpétua depois do júri os determinar como culpados do assassínio de 3 irmãs adolescentes e a segunda mulher, num crime que o juiz catalogou de "desprezível" e "hediondo".

O júri demorou 15 horas a determinar que Mohammad Shafia, 58 anos, a sua esposa Tooba Yahya, 42, e o seu filho Hamed, 21, eram culpados de assassínio em primeiro-grau.

Os quatro corpos foram encontrados em Junho de 2009 num carro submerso no canal em Kingston, Ontario (onde a família havia parado durante uma noite durante a sua viagem de regresso a casa depois duma visita às cataratas Niagara).

Os advogados de acusação afirmaram que as filhas haviam sido mortas por terem desonrado a família ao violarem as regras familiares em torno do vestuário, socialização, encontros românticos e acesso à internet.

Depois do veredicto ter sido lido, os três acusados declararam mais uma vez a sua inocência na matança das irmãs Zainab, 19, Sahar 17, e Geeti, 13, e na matança de Rona Amir Mohammad, 52, a primeira mulher de Shafia do seu casamento polígamo. Ela morreu sem deixar filhos ou filhas.

Depois do júri ter declarado o veredicto, Mohammad Shafia, falando através dum tradutor, disse:

Não somos criminosos, não somos assassinos. Nós não cometemos este crime e isto é injusto.
A sua esposa chorosa, Tooba, declarou também que o veredicto era injusto:
Não sou uma assassina, e sou uma mãe. Uma mãe!
O seu filho, expressando-se em inglês, disse:
Não afoguei as minhas irmãs em lado nenhum.
No entanto, o juiz afirmou que as evidências claramente suportavam a sua condenação pelo "planeamento e assassínio deliberado de 4 membros da vossa família".

Ele acrescentou ainda:

É difícil imaginar um crime mais desprezível e hediondo que este . . . . O motivo aparente para estes assassínios vergonhosos e a sangue-frio foi o das quatro vítimas inocentes terem ofendido o vosso conceito de honra . . . que não tem qualquer lugar em sociedades civilizadas.

. . . . . . . .

Como é normal, as feministas, as alegadamente "defensoras dos direitos das mulheres", nada fazem para confrontar a genuína opressão que as mulheres muçulmanas sofrem.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Muçulmanos prendem homem cujos filhos se converteram ao Cristianismo


A International Christian Concern (ICC) apurou que no dia 14 de Janeiro deste ano, em Kismayo, Somália, 14 maometanos devotos prenderam um pai muçulmano depois dos seus dois filhos adolescentes terem convertido ao Cristianismo. Os dois filhos de Mo’alim Mohamud Aw-Omar converteram-se ao Cristianismo no ano passado - tendo posteriormente fugido de casa.

Membros do grupo islâmico al-Shabaab, acusaram Aw-Omar de ter “falhado ao não ter educado os filhos como bons muçulmanos" visto que “bons muçulmanos não se convertem ao Cristianismo.

Aw-Omar, que ainda é muçulmano, insistiu que os filhos haviam memorizado o Alcorão, jejuado regularmente e que como tal, ele não poderia ser acusado de falhar como pai muçulmano.

Segundo fontes locais, os terroristas muçulmanos recusam-se a libertar Aw-Omar até que os seus dois filhos regressem a Kismayo (algo que dificilmente acontecerá uma vez que os adolescentes serão mortos mal regressem).

De acordo com a interpretação consensual entre os maometanos - aquela que os assassinos do Al-Shabaab seguem - a apostasia no islão é punida com a morte. Este ensinamento islâmico tem como base as próprias palavras do fundador da religião maometana que disse:

O profeta de Alá disse: 'Se alguém [muçulmano] abandonar a sua religião, matem-no'.
Bukhari 52:260
Os assassinos muçulmanos somalis já mataram um substancial número de pessoas que trocaram o deus de Meca pelo Senhor Jesus Cristo no entanto este é o primeiro caso onde os pais são presos pela conversão dos filhos.

Fonte

Esperamos ansiosamente que todos aqueles (maometanos ou ignorantes esquerdistas) que alegam que "não há compulsão na religião islâmica" expliquem ao mundo o uso constante por parte dos maometanos da tradição islâmica mencionada em cima como forma de legalizar a matança dos apóstatas.

Será que podemos passar para um outro assunto visto que a execução de apóstatas é algo que foi ensinado pelo próprio "profeta" do islão? Ou ainda há pessoas que vão negar o que os dados demonstram?

Típica mentalidade esquerdista e maometana.

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