MITOS ISLÂMICOS

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sábado, 5 de julho de 2014

A letal "honra" islâmica

Casal, que havia contraído matromónio recentemente, e originário do nordeste do Paquistão, morreu de uma forma horrível vítima de um ataque por parte da família da noiva. Segundo o oficial policial do Punjab Mohammad Ahsanullah, o casal, identificado como Sajjad Ahmed, de 26 anos, e Muawia Bibi, de 18, havia sido casado por um tribunal Paquistanês no dia 18 de Junho deste ano contra a vontade da família de Bibi.

Na Quinta Feira, o pai da noiva e os seus tios atraíram o casal de volta para a povoação de Satrah, na província de Punjab, onde Ahsanullah disse que o casal foi amarrado e decapitado. Apesar de inexistência de testemunhas, os membros da família entregaram-se às autoridades e encontram-se agora no distrito de Sialkot no Punjab.

Tais matanças normalmente são causadas pelas tradições tribais islâmicas do Paquistão e normalmente ocorrem em zonas rurais onde quer que existam muçulmanos. Os activistas dos direitos humanos afirmaram que as pessoas que testemunham estes actos, incluindo a polícia, normalmente não interferem porque tais matanças são consideradas "assuntos de família".

Segundo as Nações Unidas, cerca de 5,000 mulheres são anualmente mortas por motivos de honra. No entanto, os grupos que militam pelos direitos das mulheres afirmam que o número de crimes de honra é maior do que aquele que é reportado. Segundo a comissão dos direitos humanos do país, durante o ano passado 869 mulheres foram vítimas de matança de honra no Paquistão

Antes deste assassinato, e também em Junho, Saba Masqoood, de 18 anos, foi deixada como morta dentro dum saco num canal do Paquistão, com ferimentos causados por um ou mais armas de fogo.

Ela acusou o pai e o irmão de terem disparado contra ela visto eles não aprovarem o seu casamento com um vizinho. Ela sobreviveu mas outras não têm tanta sorte.

Durante o mês passado, a morte duma mulher paquistanesa grávida causou comoção em todo o mundo. Farzana Parveen, de 25 anos, foi atacada com tijolos por cerca de 20 pessoas, incluindo membros familiares próximos.

Depois disto, o seu marido, Mohammad Iqbal, disse à CNN que ele havia morto a sua primeira esposa há seis anos como forma de poder casar com Parveen.

Modificado a partir do original: http://cnn.it/THep56

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Não são as "tradições tribais" e nem os "costumes culturais" que causam a matança de honra visto que estes crimes ocorrem na Irlanda, em Inglaterra, no Canadá, na Suécia, na Índia, e, tal como visto, no Paquistão. O que une todas estas mortes não é a "tradição cultural" ou "tribal" mas sim a religião islâmica.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Rania Alayed era demasiado ocidental para o marido

Muçulmana de Manchester, mãe de três crianças, foi assassinada pelo seu marido por se ter tornado "demasiado ocidental" e por ter "estabelecido uma vida independente". Rania Alayed, de 25 anos, desapareceu em Junho último mas o seu corpo nunca foi encontrado. Ahmed Al-Khatib admitiu ter causado a sua morte, alegando ter sido "possuído por um espírito", causando que ela tropeçasse, caísse e batesse com a sua cabeça. Al-Khatib, de 35 anos e proveniente de Gorton, e o seu irmão Muhaned Al-Khatib, de Salford, negam o assassinato.

Foi afirmado perante o juri do "Manchester Crown Court" que Rania Alayed, de origem Síria, foi deixar as suas crianças ao apartamento do acusado, onde se crê que tenha sido o local onde ela foi assassinada. Muhaned Al-Khatib, de 38 anos, deixou o local com as crianças cerca de 45 minutos mais tarde e pouco depois, Ahmed Al-Khatib saiu, usando as roupas tradicionais de Rania e tendo na mão uma mala contendo o corpo dela.

Muhaned Al-Khatib afirmou não ter estado presente durante o período em que qualquer tipo de violência foi levada a cabo contra Rania Alayed, para além de ter afirmado não ter qualquer tipo de responsabilidade pelo seu assassinato. Crê-se que nas primeiras horas do dia seguinte, os dois irmãos, juntamente com outro parente deles, tenham levado o corpo dela de Manchester para o North Yorkshire onde ela foi enterrada.

A acusação disse ao júri que a mãe de três, proveniente de Cheetham Hill, vivia "com medo do marido", e "acreditava que um dia desses ele a mataria". Foi dito que ela buscou a ajuda da "Citizens Advice Bureau", da policia e, por fim, a ajuda dum solicitador, coisa que, segundo o que foi dito ao tribunal, enervou a família do marido. 

Tony Cross QC, advogado de acusação, disse:

A família dos acusados sentiu-se insultada quando ela foi pedir a ajuda da polícia. Eles queriam-na, bem como os filhos dela, de volta para o seio familiar visto serem de opinião que ela havia estabelecido uma vida independente, provavelmente com outro homem. Logo, foi determinado que ela deveria ser forçada a obedecer ou ser morta.

Tony Cross acrescentou que aos olhos do seu marido, ela "havia-se tornado demasiado ocidental, para além de ter amigos de ambos os sexos. Isto foi demais para o primeiro dos acusados".



domingo, 4 de maio de 2014

Muçulmano corta pescoço da filha por motivos de honra

Muçulmano de Nishtar Colony matou a sua filha de 22 anos em nome da honra.

O assassino ainda continua fugido mas a polícia já registou o caso jurídico acusando-o de assassinato, levando desde já a cabo mais investigações. 

Muhammad Rasheed cortou o pescoço da sua filha Shahida quando ambos se encontravam na sua casa perto de "Dolam Stop" em "Nishtar Colony".

Shahida foi levada apressadamente para o hospital mas morreu a caminho.

A família disse aos investigadores que a falecida tinha um relacionamento com um homem.

A polícia entregou o corpo à família depois da autópsia. As investigações prosseguem.

sábado, 5 de abril de 2014

A sociedade inglesa sob a maldição do politicamente correcto

Uma reportagem da ITV News Tyne Tees revelou que a violência fundamentada na honra e os casamentos forçados dentro das comunidades por todo o Nordeste da Inglaterra não são reportados porque as vítimas não querem ser classificadas de "racistas". A violência baseada na honra é uma forma de violência doméstica que ocorre quando as vítimas, maioritariamente mulheres, são castigadas (normalmente pelos parentes) quando envergonham a família.

Claire Phillipson da "Wearside Women in Need" disse que embora o número de pessoas que entram em contacto com ela pedindo ajuda seja alarmante, o mais alarmante é o número de pessoas que não entram em contacto com ela:

Não tenho dúvidas nenhumas de que por todo o Nordeste [da Inglaterra] inglesas da primeira, segunda e da terceira geração estão a ser forçadas para dentro de  casamentos. As escolas e as comunidades não dizem nada porque temem ser classificadas de "racistas" ou "islamofóbicas". Eles pura e simplesmente não sabem onde é que a linha divisória entre cultura, religião e direitos humanos deve ser traçada.

Segundo a "Domestic Violence London", o abuso não é só levado a cabo por homens:

Por vezes, mulheres da mesma família irão apoiar, incitar ou prestar assistência. Não é fora do comum os jovens serem seleccionados para levar  a cabo o abuso como forma de proteger os membros mais velhos da família. Por vezes são usados assassinos contratados e caçadores de recompensas.

Uma das mulheres entrevistadas pela ITV explicou que ela havia sido enviada para o Paquistão para se casar com um homem muito mais velho que ela:

A minha família disse que me mataria, que disparariam contra mim. Isso é o que aconteceria se eu não o fizesse. Quando eu disse que não o faria, o meu irmão e a minha irmã tentaram que eu tocasse em tomadas eléctricas com as minhas mãos molhadas como forma de eu morrer electrocutada e parecer que havia sido um acidente.

Segundo o Halo Project, existem pelo menores 12 matanças de honra por ano que não são reportadas à polícia. Isto não leva em conta as imensas pessoas que são levadas para o estrangeiro cujo o paradeiro é desconhecido.

Fonte

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As matanças de honra, os casamentos forçados, a mutilação genital feminina, as violações e os abusos de raparigas não-maometanos, e outras consequências dos ensinamentos de Maomé, estão a florescer um pouco por toda a Europa. Mas o que nós ouvimos falar é só a ponta doo iceberg daquilo que realmente está a acontecer; as vítimas, os conselheiros e os líderes estão com tanto medo de serem chamados de "racistas", "intolerantes", "fomentadores de ódio", e "islamofóbicos" que eles escolhem não reportar os casos de abuso.

Estas coisas são o verdadeiro fruto da demonização que é feita a qualquer pessoa que se oponha à misoginia de Maomé. Um dos principais propósitos das organizações maometanos ocidentais é manter os críticos e as vítimas da Sharia calados, de modo a que a opressão prossiga sem que haja quem  lhe faça frente.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

O fogo islâmico causa mais vítimas inocentes

Muçulmano que matou a esposa depois de ter pegado fogo à casa como forma de impedir que a sua filha se casasse com um homem que ele não aprovava, foi hoje considerado culpado [ed: 30 de Outubro]. Mohammed Riaz Inayat, de 56 anos, ficou irritado quando a sua filha, Kalsoom Bibi, lhe disse que planeava mudar-se para o Dubai e casar-se com um polícia. Ele disse que ela havia trazido "desonra para a família" pouco antes de despejar galões de gasolina sobre a casa familiar e ter ateado fogo.


Na noite de 7 de Abril Inayat matou a sua esposa e causou a que as suas 3 filhas ficassem feridas como consequência do fogo que demorou segundos a envolver a casa. Naika morreu de envenenamento com monóxido de carbono e uma das filhas, Saimah (16 anos), que sofreu queimaduras na ordem dos 50%, saltou duma janela partida do quarto. Ele foi considerado culpado de ter assassinado a sua esposa mas foi ilibado de ter tentado matar as suas 3 filhas.

Durante o julgamento, o tribunal ficou a saber como foi que o pai-de-seis encharcou sete partes da sua casa com gasolina por volta das 5 da manhã, enquanto todos dormiam, poucas horas antes de Kalsoom Bibi, de 28 anos, viajar para o Dubai para se casar com o oficial policial.

Depois de inicialmente ter dito à policia que o fogo havia sido iniciado por um "gangue liderado por uma mulher de meia idade", ele admitiu a culpa na acusação de assassínio.

Philip Bennett QC, advogado de acusação, disso o seguinte ao tribunal:

Para o acusado, um casamento baseado no amor não era apropriado. Ele era tradicional nas suas crenças e o casamento teria que ser combinado.

A senhorita Bibi, que era já divorciada dum casamento arranjado pelo pai, conheceu o polícia em 2011 mas teve que viajar em segredo para o Dubai para o ver. Quando a família descobriu o affair em Dezembro último, eles desaprovaram-no e, segundo o que foi dito ao júri, o pai tornou-se cada vez mais zangado e irritado.

Kalsoom Bibi, que trabalha para a World Duty Free, disse o seguinte ao tribunal:

Ele disse-me que me mataria e que me envenenaria se eu me casasse com ele. Ele disse que eu traria desgraça à família. Ele não estava contente com o que estava a acontecer  e eu entendo que ele estivesse pouco feliz com isto porque ele nunca tinha conhecido o homem. Demorou muito tempo até ele aceitar, mas no final, ele lá aceitou porque viu que era o que eu queria.

Na noite do fogo, Bibi acordou e viu chamas a aparecerem por baixo da porta do quarto.

Enquanto a esposa, as 3 filhas e um amigo da família dormiam no andar superior, Inayat usou gasolina como acelerador tanto no andar superior como no inferior da casa familiar, pegando fogo ao edifício e encurralando a família no andar superior. Os vizinhos chamaram os serviços de emergência e tentaram em vão salvar os ocupantes da casa. As três filhas e o amigo da família saltaram da janela dum quarto do primeiro andar, o que causou a que alguns ossos se tivessem partido.

Quando os bombeiros chegaram ao local, entraram dentro da casa só para encontrar o corpo da esposa morto num dos quartos do andar superior. Ela havia morrido como consequência da inalação de fumo. Kalsoom Bibi sofreu um braço partido e 3 vértebras partidas depois de ter saltado da janela do terraço da sua casa em  Tyseley, Birmingham.

Inayat, que é original do Paquistão, disse ao júri que ele tentou tirar a sua própria vida nessa noite usando 3 facas de cozinha. Depois disso, ele disse que tentou usar cordas eléctricas à volta do seu pescoço antes de entornar petróleo nele mesmo.

Depois do veredicto, Zafar Siddique, Vice-Procurador-Chefe da Coroa do "West Midlands Crown Prosecution Service" [CPS], disse:

Crimes cometidos supostamente para defender a honra familiar não serão tolerados na nossa sociedade e hoje, a condenação de Mohammed Inayat demonstra isso mesmo.

A violência baseada na honra e os casamentos forçados centram-se no policiamento masculino em relação ao comportamento feminino. Isto pode incluir direitos fundamentais como a escolha do parceiro, como no caso de hoje, e este abuso pode escalar de modo assustador de comportamento controlador para o assassínio. 

Inayat cometeu um crime horrendo, crime esse que ele levou a cabo porque ele foi incapaz de aceitar o facto da sua filha ser ir casar com alguém que ela amava e com quem queria passar o resto da sua vida. Ele sentiu que isto trazia desonra à família e a ela, mas a condenação de hoje demonstrou que a vergonha só ele é que a vai carregar.

A CPS não deixará de impedir a violência baseada na honra. Isto é um abuso fundamental dos direitos humanos e como tal, não deve ser tolerado por qualquer sociedade civilizada.

Os nossos pensamentos encontram-se hoje junto da família e dos amigos de Naika Inayat

Fonte: http://ow.ly/qqCML

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A palavra que melhor poderia descrever o comportamento de Inayat foi cautelosamente deixada de fora: islão.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Queimada por falar com um rapaz


Mãe muçulmana queimou a sua filha com ferro quente como forma de lhe castigar por esta falar com um rapaz que conheceu online, um gesto que os pais consideraram como desafiador dos propósitos paternos de lhe casar com um primo.

A rapariga de 17 anos mostrou aos detectives as três marcas de queimadura no seu braço, afirmando que as mesmas foram lá colocadas pela mãe como um acto de "violência de honra" por esta (a filha) ter traído a cultura e a religião da família, afirmou o relatório policial.

A mãe, Sahar Thabit, de 35 anos e nascida no Iémen, foi presa na Sexta Feira e enfrenta agora três acusações de abuso de menores depois da família ter ficado a saber da amizada cibernética entre ela e o rapaz.

Os defensores das vítimas afirmam que a "violência de honra", onde uma mulher é vitimizada por ter envergonhado ou violado as normas culturais e religiosas, particularmente aquelas provenientes do Médio Oriente, está a ganhar mais atenção nos EUA à medida que mais famílias do Médio Oriente se mudam para os EUA e as mulheres jovens mergulham na cultura ocidental.

Os oficiais da escola foram alertados para as queimaduras pelos colegas da rapariga, que lhes disseram que os pais ficaram furiosos com ela porque era suposto ela estar casada num casamento arranjado com um primo. A Políca de Hollywood afirmou que as queimaduras foram feitas na primeira ou na segunda semana de Janeiro. Um dos responsáveis da escola entrou em contacto com a polícia no dia 13 de Janeiro.

A adolescente disse aos detectives que a sua mãe havia colocado uma faca no fogão e aquecido o metal. Posteriormente, segundo a policia, a mãe colocou a faca nos braços da rapariga. Ela foi queimada duas vezes no antebraço e uma vez na parte superior do braço. Ela afirmou ainda que ambos os pais sabiam do incidente.

O pai da rapariga, que não foi identificado, disse inicialmente à polícia que a rapariga se havia queimado acidentalmente a ela mesma no fogão. Quando a polícia reparou que existiam três marcas de queimadura semelhantes, o pai alegadamente pediu para falar com um advogado.

A polícia não levou a cabo qualquer tipo de entrevista à mãe porque ela só fala árabe. Um homem que atendeu o telefone da casa familiar disse que "está tudo bem" e recusou-se a falar sem a presença dum advogado.

A amiga da rapariga disse à policia que a adolescente tentou o suicidio devido ao incidente. Segundo se sabe, ela vive agora com amigos da família, mas os detalhes não se encontram por agora disponíveis.

Fonte

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O Huffington Post, o NBC News, e o departamento policial da Flórida alegam que a rapariga foi queimada especifamente por se manter em contacto com um rapaz que conheceu online. Embora as três fontes declarem que as queimaduras são um castigo consequente da violação de costumes religiosos, nenhuma das fontes tem o cuidado de revelar a religião. Em vez disso, os leitores são assegurados que "a violência de honra não é específica duma única religião."

Portanto, segundo se sabe, Sahar pode ser Baptista, Budista ou Cientóloga. Nunca saberemos qual destas igualmente prováveis possibilidades é a correcta.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Matou a filha porque esta trabalhava num salão de beleza


Um pai muçulmano matou a sua filha à machadada porque ele sentia-se envergonhado por esta trabalhar num salão de beleza.disseram os filhos de Allah Ditta que observaram o momento em que ele cortava o pescoço da irmã, numa casa localizada num subúrbio paquistanês com o nome de Adiala.

A polícia disse que o acusado, depois de preso, confessou ter morto a filha de 32 anos (mãe de um filho). Um  machado ensanguentado que se crê ser o usado no assassinato foi também encontrado.

Shagufta tinha um filho novo e tinha-se divorciado há cerca de 3 anos. O irmão da vítima, Fiaz Ali, disse à polícia que o seu pai enervou-se quando soube que a mulher para quem  Shagufta trabalhava como empregada  lhe havia  arranjado um emprego no seu salão de beleza.

A filha mais nova disse que Shagufta foi espancada pelo pai na noite anterior à sua morte, no exacto momento em que anunciou ao pai a sua intenção de trabalhar no salão.

A polícia citou a filha mais nova quando esta disse:
O meu pai amarrou-a a uma árvore, na selva, e atingiu-lhe no pescoço com um machado, matando-lhe instantaneamente.

Fonte

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Pais condenados a prisão perpétua por assassinarem a filha que se quis “ocidentalizar”

Shafilea Ahmed tinha 17 anos, gostava de usar maquilhagem e do estilo de vida ocidental. Morreu sufocada, em 2003, e os seus pais, de origem paquistanesa, foram agora condenados por um tribunal britânico a prisão perpétua.

Iftikhar Ahmed, um motorista de táxi de 52 anos, e a mulher, Farzana, de 49, foram considerados culpados pela morte da filha, em Setembro de 2003. O corpo de Shafilea foi encontrado seis meses depois nas margens do rio Kent em Cumbria, no Noroeste de Inglaterra.

O casal foi detido logo em 2003, mas foi libertado pouco depois por falta de provas. Agora o juiz Roderick Evans condenou-os a prisão perpétua, uma pena que segundo determinadas condições poderá vir a ser reduzida para um mínimo de 25 anos de prisão.

A vossa preocupação com a vergonha foi maior do que o amor pela vossa filha”, disse-lhes o juiz. “Shafilea era uma jovem determinada, com ambição, e queria ter um estilo de vida normal para o país onde escolheram viver”, adiantou. Terá sido sufocada com um saco de plástico, segundo foi referido na sala de audiências no tribunal de Chester.

Durante o julgamento, outra filha do casal, Alesha Ahmed, de 23 anos, confirmou que assistiu com as suas outras irmãs e um irmão à morte de Shafilea na casa da família em Warrington. Disse que viu os pais colocar-lhe um saco de plástico na boca e ouviu a mãe dizer “isto acaba aqui”. Alesha chegou a ser detida por envolvimento num roubo em casa da família em Agosto de 2010, adiantou a BBC, e foi então que contou a sua versão sobre o que aconteceu.

O pai sempre dissera que Shafilea fugira de casa a meio da noite e nunca mais regressara. A acusação, no entanto, acusou-o de ter assassinado a filha por considerar que esta envergonhava a família. A mãe, Farzana, chegou a negar todas as acusações, mas a meio do julgamento admitiu que vira o marido agredir a filha na noite em que esta desapareceu e adiantou que a ameaçou, a ela e às outras crianças, fazer-lhes o mesmo se lhe perguntassem o que acontecera a Shafilea.

Na sala de audiência, Alesha contou que era frequentemente pedido à irmã que usasse roupas tradicionais e concordasse com um casamento forçado, e esta chegou a ser levada para o Paquistão para casar com um homem muito mais velho. Disse que Shafilea arfava com falta de ar antes de morrer e que todos foram para o quarto em choque mas que ainda viu o pai levar o corpo para o carro, coberto com um cobertor. Às crianças foi dito para nunca comentarem nada com ninguém.

Fonte

domingo, 24 de junho de 2012

Muçulmano decapita a própria filha e exibe a cabeça pelas ruas da aldeia como forma de "limpar" a honra familiar

Um muçulmano do noroeste da Índia permaneceu impenitente depois de ter decapitado a sua filha com uma espada cerimonial numa acesso de raiva devido ao seu relacionamento com um homem. O maometano entregou-se à polícia na delegacia, levando consigo a cabeça numa mão e a espada ensanguentada na outra.

Os residentes da vila Dungarji expressaram choque à medida que levavam a cabo os rituais fúnebres para a mulher de 20 anos. A polícia afirmou que o pai, mineiro de mármore com o nome de Oghad Singh, acusou a sua filha de trazer desonra à família e dificultar o processo de casamento para as suas duas irmãs solteiras.

Os residentes da aldeia não só classificaram o gesto do pai de "extremo", como disseram que o pai, com a camisa ensanguentada, havia exibido a cabeça da filha aos vizinhos ao mesmo tempo que descrevia o que havia feito. Narayan Singh, familiar distante, disse:

Ele disse-me que tirou a espada para fora, e que quando a filha se encontrava sozinha em casa, ele decapitou-a com apenas um golpe, causando a que a cabeça caísse no chão.
O policial Ranjit Singh, que estava presente quando o pai da assassinada se encontrava sentado na delegacia, com a espada numa mão e a cabeça na outra, disse:
Foi um momento sinistro.

Oghad admitiu imediatamente ter morto a filha devido ao facto desta ter adquirido um mau nome para a família.

Fonte

Limpou a honra familiar decapitando a filha e exibindo a cabeça pela aldeia.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Irmãos egípcios matam mãe, tia e irmã por motivos de "honra"

Segundo a edição de 5 de Junho da Youm7, dois irmãos provenientes da vila Assuit (Egipto) chacinaram a sua mãe, irmã e tia "depois de descobrirem que as actividades da irmã eram contrárias à moralidade."

Depois do caos se ter instalada em casa, o que incluiu tiros, a polícia local rodeou-a e invadiu-a, apenas para encontrar a tia, Saida Muhammad Mukhtar, de 55 anos, "com a cabeça cortada", a mãe, Amina Ahmed Muhammad, também com 55 anos, "afogada em sangue à porta de casa", e a irmã, Sana Mukhtar, 39 anos, massacrada no quarto.

Os dois irmãos - Ahmed Mukhtar, 35 anos, e Abd al-Basit, 24 anos - foram subsequentemente presos, vindo mais tarde a confessar detalhadamente os assassinatos.

Tais matanças não são ocorrências raras no mundo islâmico, e nem no mundo ocidental - onde quer que haja muçulmanos. Um dia antes desta história ter emergido, um muçulmano a viver na Alemanha decapitou a sua esposa em frente aos seus 6 filhos ao mesmo tempo que gritava "Allahu Akbar!" ou "Allah é o maior!", atirando posteriormente a cabeça da esposa do telhado do apartamento.

Fonte

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Como o artigo ressalva, este tipo de matanças de "honra" ocorrem onde quer que haja uma substancial presença maometana. Devido a isto, porque é que os eruditos ocidentais tentam a todo o custo separar a práctica da ideologia que motiva a mesma?

terça-feira, 5 de junho de 2012

Muçulmano decapita mulher em frente aos 6 filhos enquanto grita "Allah akbar"

Muçulmano encontra-se em prisão preventiva depois de ter morto a esposa em frente aos seus 6 filhos e de posteriormente a ter cortado aos pedaços. Depois disso, Orhan Sircasi correu para o topo do complexo de apartamentos com a cabeça da esposa numa mão e uma faca na outra.

O homem de 32 anos e de origem turca resistiu aos avanços da polícia - à medida que as autoridades lhe tentavam agarrar - usando a cabeça da falecida como forma de repelir as forças policiais.

Depois de a ter usado como arma de defesa, o muçulmano atirou a cabeça da esposa do telhado onde se encontrava para o meio da estrada. Enquanto se encontrava ainda no telhado ele foi agarrado e levado para custódia.

Os policias entraram no apartamento - localizado no distrito de Kreuzberg(Alemanha) - e depararam-se com o corpo desmembrado da esposa e com os 6 filhos com idades compreendidas entre os 9 meses aos 10 anos.

Em relação às crianças, uma das vizinhas declarou:

Elas [as crianças] encontravam-se num estado terrível. Ele obrigou-as a observar o processo todo à medida que ela a matava e a cortava em pedaços.
Os vizinhos alertaram a polícia nas horas iniciais da manhã depois de terem ouvido gritos provenientes do apartamento. Não se sabe o que causou a contenda.

As crianças foram colocadas sob observação psiquiátrica enquanto o pai era acusado de assassínio.

Vizinhos perturbados com o que estava a acontecer, cobriram a cabeça da mulher com um saco azul até que a polícia a removeu da rua.

Fonte

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Pequeno pormenor que o Daily Mail se "esqueceu" de falar é que o muçulmano gritava "Allah akbar" [Alá é o maior] à medida que matava e desmembrava a mãe dos seus seis filhos. Ou seja, este muçulmano acreditava que o que estava a levar a cabo agradaria ao seu deus Alá.

O que é que o levou a pensar assim?


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Muçulmano mata irmã à machadada por motivos de "honra"

Allah Bachaya entregou-se às forças policiais em Rohilanwali (Paquistão) depois de matar a sua irmã em nome da "honra". No entanto, ele está confiante que vai ser liberto no espaço de alguns dias.

Bachaya apresentou-se nas instalações policiais no Sábado depois de matar à machadada a sua irmã Alina (nome fictício) por alegada "moralidade libertina". Falando para o "The Express Tribune", Bachaya afirmou estar seguro que o seu cunhado retirará o processo judicial que entretanto este deu início.

Matei-a porque ela desgraçou o nome da família.

Ela havia-se tornado num transtorno. Não sinto qualquer tipo de remorso pelas minhas acções.

Tenho o apoio da família; eles concordaram com a minha decisão de matá-la.

Bachaya afirmou que Alina havia fugido de casa mais do que uma vez com homens diferentes da vizinhança. No Sábado, disse ele, Alina havia regressado a casa depois de passar três dias com um homem.

Alina, de 25 anos, era casada com Muhammad Akhtar com quem tinha 3 filhos.

Fonte

Prisão perpétua para mais um crime de honra

Um pai afegão, a sua esposa e o seu filho foram condenados a prisão perpétua depois do júri os determinar como culpados do assassínio de 3 irmãs adolescentes e a segunda mulher, num crime que o juiz catalogou de "desprezível" e "hediondo".

O júri demorou 15 horas a determinar que Mohammad Shafia, 58 anos, a sua esposa Tooba Yahya, 42, e o seu filho Hamed, 21, eram culpados de assassínio em primeiro-grau.

Os quatro corpos foram encontrados em Junho de 2009 num carro submerso no canal em Kingston, Ontario (onde a família havia parado durante uma noite durante a sua viagem de regresso a casa depois duma visita às cataratas Niagara).

Os advogados de acusação afirmaram que as filhas haviam sido mortas por terem desonrado a família ao violarem as regras familiares em torno do vestuário, socialização, encontros românticos e acesso à internet.

Depois do veredicto ter sido lido, os três acusados declararam mais uma vez a sua inocência na matança das irmãs Zainab, 19, Sahar 17, e Geeti, 13, e na matança de Rona Amir Mohammad, 52, a primeira mulher de Shafia do seu casamento polígamo. Ela morreu sem deixar filhos ou filhas.

Depois do júri ter declarado o veredicto, Mohammad Shafia, falando através dum tradutor, disse:

Não somos criminosos, não somos assassinos. Nós não cometemos este crime e isto é injusto.
A sua esposa chorosa, Tooba, declarou também que o veredicto era injusto:
Não sou uma assassina, e sou uma mãe. Uma mãe!
O seu filho, expressando-se em inglês, disse:
Não afoguei as minhas irmãs em lado nenhum.
No entanto, o juiz afirmou que as evidências claramente suportavam a sua condenação pelo "planeamento e assassínio deliberado de 4 membros da vossa família".

Ele acrescentou ainda:

É difícil imaginar um crime mais desprezível e hediondo que este . . . . O motivo aparente para estes assassínios vergonhosos e a sangue-frio foi o das quatro vítimas inocentes terem ofendido o vosso conceito de honra . . . que não tem qualquer lugar em sociedades civilizadas.

. . . . . . . .

Como é normal, as feministas, as alegadamente "defensoras dos direitos das mulheres", nada fazem para confrontar a genuína opressão que as mulheres muçulmanas sofrem.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Homem corta o pescoço da irmã por motivos de "honra"

Um homem do sul da cidade de Tafilah (Jordânia) matou a sua irmã em público (cortando o seu pescoço) devido à alegação de ela estar romanticamente envolvida com um homem.

Antes de ter sido preso, o jovem de 18 anos atacou a sua irmã na paragem de autocarros principal da sua área. Testemunhas afirmaram que a ajuda médica chegou quando a rapariga estava quase às portas da morte.

O assassino disse à polícia que ele queria matar a sua irmã como forma de limpar a honra familiar depois da vítima ter admitido envolvimento com um homem que tencionava casar-se com ela.

Com esta morte, o número de mulheres mortas por motivos de "honra" na Jordânia eleva-se para 15 desde o início do ano, declararam os oficiais.

Devido a pressão levada a cabo por grupos centrados nos direitos humanos, o governo prometeu adoptar um "punho de ferro" contra tais casos. No entanto, os activistas afirmam que os hábitos sociais são um impedimento para a erradicação de tal fenómeno. Os assassinos geralmente recebem penas entre 6 a 12 meses de prisão.

Fonte.


Não são os "hábitos sociais" que tornam a erradicação desta práctica algo difícil, mas sim aos hábitos islâmicos. Tentar atribuir factores culturais algo que é levado a cabo em todas as culturas onde o islão está, é uma interpretação que contradiz as evidências.


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