MITOS ISLÂMICOS

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terça-feira, 10 de junho de 2014

Barbaridade no Sudão

Por Francisco Sarsfield Cabral

O Islão não distingue a lei civil da religiosa. O facto de alguém optar pelo cristianismo dá direito a pena de morte. Mas a opinião pública ocidental não parece muito preocupada. Talvez não seja politicamente correcto.

No Sudão, um tribunal condenou à morte uma mulher, Mariam Yahya Ibrahim, filha de um muçulmano e de uma cristão copta. Mariam optou pelo cristianismo da mãe e casou com um cristão. São estes os seus crimes, segundo a “sharia”, a lei islâmica que, no Sudão como em muitos outros países, é lei do Estado.

O tribunal ainda lhe deu quatro dias para abjurar da sua fé e aderir ao islamismo; Mariam recusou, tornando-se mais uma mártir. Junta-se a uma multidão de cristãos que, nos dias de hoje e já não no tempo do império romano, morrem pelo simples facto de serem cristãos.

Este caso já suscitou protestos oficiais de vários países. Mas a opinião pública ocidental não parece muito preocupada com mais este atentado à liberdade religiosa. Talvez não seja politicamente correcto.

O Islão não distingue a lei civil da religiosa, mas não tem que ser, necessariamente, uma fonte de barbaridades destas. Por isso seria bom ouvir uma palavra de repulsa da parte de islâmicos moderados, sobretudo dos que vivem na Europa e aqui gozam de liberdade religiosa. Liberdade que não é recíproca. 


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Boa sorte ao Sarsfield Cabral com os seus sonhos de ouvir os moderados a condenar os não-moderados.


domingo, 4 de maio de 2014

Muçulmano corta pescoço da filha por motivos de honra

Muçulmano de Nishtar Colony matou a sua filha de 22 anos em nome da honra.

O assassino ainda continua fugido mas a polícia já registou o caso jurídico acusando-o de assassinato, levando desde já a cabo mais investigações. 

Muhammad Rasheed cortou o pescoço da sua filha Shahida quando ambos se encontravam na sua casa perto de "Dolam Stop" em "Nishtar Colony".

Shahida foi levada apressadamente para o hospital mas morreu a caminho.

A família disse aos investigadores que a falecida tinha um relacionamento com um homem.

A polícia entregou o corpo à família depois da autópsia. As investigações prosseguem.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

O assassinato de Thamar Zeidan

Dormindo calmamente na sua povoação da Samaria e Judeia, Thamar Zeidan não ouviu o seu pai aproximar-se. Esmagado pela pressão social e pelo peso dos costumes islâmicos, Munther dirigiu-se à sua filha adormecida, colocou as suas mãos à volta do seu pescoço e só parou de apertar quando sentiu que a vida de Thamar havia chegado ao fim.

Os crimes de honra são alvo de pouca discussão na sociedade Palestina, mas a mãe e a irmã de Zeidan vieram a público ressalvar este caso, e revelar a intensa pressão que o pai de Zeidan se encontrava para levar a cabo o crime.

Numa petição que foi amplamente divulgada na sua povoação (Deir Al Ghusun), membros da família fora do círculo doméstico acusaram Thamar de ter levado a cabo "actos vergonhosos e escandalosos".

Essa petição exigia ao pai de Thamar que "repusesse a moral cultural e religiosa dentro da sua família" e a mesma foi postada em cinco mesquitas locais durante as rezas de 6ª-Feira - havendo sido assinada por mais de 50 parentes, incluindo Abed Al-Rahman Zeidan, um legislador palestino. A mãe de Thamar afirmou o seguinte:

O meu marido estava sob intensa pressão. A família queria nos banir da Cisjordânia [Judeia e Samaria] e algumas haviam já começado a espalhar o rumor de que o meu marido não se encontrava na plena posse das suas faculdades mentais.

Segundo Laila Zeidan, reagindo às exigências de restaurar a honra da família, o seu marido matou a sua filha.

O meu marido é um homem pacífico e isto está totalmente fora da sua maneira de ser, mas a pressão era demasiado intensa.

Durante o ano de 2013 ocorreram 27 "matanças de honra" na Palestina, comparados com os 13 do ano prévio.

Fonte

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Os políticos, os média e as organizações islâmicas ocidentais asseguram-nos que as matanças de honra em nada estão relacionadas com o islão, apesar de 91% das matanças de honra serem feitas por . . . muçulmanos. Mas se as matanças de honra são assim tão fora da teologia islâmica, porque é que os muçulmanos não se revoltam contra esta práctica? A resposta é por demais óbvia: os muçulmanos sabem que o islão sanciona as matanças de honra e como tal, eles nada podem fazer contra essa práctica.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Pais condenados a prisão perpétua por assassinarem a filha que se quis “ocidentalizar”

Shafilea Ahmed tinha 17 anos, gostava de usar maquilhagem e do estilo de vida ocidental. Morreu sufocada, em 2003, e os seus pais, de origem paquistanesa, foram agora condenados por um tribunal britânico a prisão perpétua.

Iftikhar Ahmed, um motorista de táxi de 52 anos, e a mulher, Farzana, de 49, foram considerados culpados pela morte da filha, em Setembro de 2003. O corpo de Shafilea foi encontrado seis meses depois nas margens do rio Kent em Cumbria, no Noroeste de Inglaterra.

O casal foi detido logo em 2003, mas foi libertado pouco depois por falta de provas. Agora o juiz Roderick Evans condenou-os a prisão perpétua, uma pena que segundo determinadas condições poderá vir a ser reduzida para um mínimo de 25 anos de prisão.

A vossa preocupação com a vergonha foi maior do que o amor pela vossa filha”, disse-lhes o juiz. “Shafilea era uma jovem determinada, com ambição, e queria ter um estilo de vida normal para o país onde escolheram viver”, adiantou. Terá sido sufocada com um saco de plástico, segundo foi referido na sala de audiências no tribunal de Chester.

Durante o julgamento, outra filha do casal, Alesha Ahmed, de 23 anos, confirmou que assistiu com as suas outras irmãs e um irmão à morte de Shafilea na casa da família em Warrington. Disse que viu os pais colocar-lhe um saco de plástico na boca e ouviu a mãe dizer “isto acaba aqui”. Alesha chegou a ser detida por envolvimento num roubo em casa da família em Agosto de 2010, adiantou a BBC, e foi então que contou a sua versão sobre o que aconteceu.

O pai sempre dissera que Shafilea fugira de casa a meio da noite e nunca mais regressara. A acusação, no entanto, acusou-o de ter assassinado a filha por considerar que esta envergonhava a família. A mãe, Farzana, chegou a negar todas as acusações, mas a meio do julgamento admitiu que vira o marido agredir a filha na noite em que esta desapareceu e adiantou que a ameaçou, a ela e às outras crianças, fazer-lhes o mesmo se lhe perguntassem o que acontecera a Shafilea.

Na sala de audiência, Alesha contou que era frequentemente pedido à irmã que usasse roupas tradicionais e concordasse com um casamento forçado, e esta chegou a ser levada para o Paquistão para casar com um homem muito mais velho. Disse que Shafilea arfava com falta de ar antes de morrer e que todos foram para o quarto em choque mas que ainda viu o pai levar o corpo para o carro, coberto com um cobertor. Às crianças foi dito para nunca comentarem nada com ninguém.

Fonte

domingo, 24 de junho de 2012

Muçulmano decapita a própria filha e exibe a cabeça pelas ruas da aldeia como forma de "limpar" a honra familiar

Um muçulmano do noroeste da Índia permaneceu impenitente depois de ter decapitado a sua filha com uma espada cerimonial numa acesso de raiva devido ao seu relacionamento com um homem. O maometano entregou-se à polícia na delegacia, levando consigo a cabeça numa mão e a espada ensanguentada na outra.

Os residentes da vila Dungarji expressaram choque à medida que levavam a cabo os rituais fúnebres para a mulher de 20 anos. A polícia afirmou que o pai, mineiro de mármore com o nome de Oghad Singh, acusou a sua filha de trazer desonra à família e dificultar o processo de casamento para as suas duas irmãs solteiras.

Os residentes da aldeia não só classificaram o gesto do pai de "extremo", como disseram que o pai, com a camisa ensanguentada, havia exibido a cabeça da filha aos vizinhos ao mesmo tempo que descrevia o que havia feito. Narayan Singh, familiar distante, disse:

Ele disse-me que tirou a espada para fora, e que quando a filha se encontrava sozinha em casa, ele decapitou-a com apenas um golpe, causando a que a cabeça caísse no chão.
O policial Ranjit Singh, que estava presente quando o pai da assassinada se encontrava sentado na delegacia, com a espada numa mão e a cabeça na outra, disse:
Foi um momento sinistro.

Oghad admitiu imediatamente ter morto a filha devido ao facto desta ter adquirido um mau nome para a família.

Fonte

Limpou a honra familiar decapitando a filha e exibindo a cabeça pela aldeia.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Itália: Muçulmano agride filha de 12 anos com uma vassoura por esta não recitar o Alcorão correctamente

O Tribunal Supremo italiano manteve uma sentença emitida contra um marroquino por este ter agredido a filha.

Os advogados de defesa (pagos por quem?) mantiveram a alegação inicial e afirmaram que o pai, que alegadamente bateu na filha com um cabo de vassoura por motivos "correctivos" por esta não saber recitar o Alcorão (o livro do deus árabe Alá), apenas fez o que fez por "motivos culturais" e como tal, ele deveria receber uma sentença mais leve.

O juiz italiano, obviamente, rejeitou o argumento da defesa e classificou o tratamento que a menina recebeu por parte do pai muçulmano como "violento e sem justificação", independentemente de ter sido levado a cabo por nacionais ou estrangeiros.

Fonte

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A incoerência dos multiculturalistas não pode deixar de ser ressalvada. Com um canto da boca afirmam que todas as culturas possuem essencialmente a mesma dignidade e honra, mas com o outro canto da boca afirmam que pessoas de culturas especificas devem ser tratadas de forma distinta precisamente por pertencerem a essa cultura.

Ou seja, as culturas são todas iguais, excepto quando não são iguais.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Muçulmano mata filha depois dela dar à luz gémeos

Um muçulmano jordano foi acusado de matar a sua filha de 24 anos no hospital depois dela dar à luz gémeos. A defunta já era viúva há 4 anos.

O pai disse:

Fiquei chocado quando fiquei a saber que estava grávida. Estava furioso e como tal atirei contra ela porque ela fez uma coisa vergonhosa que desonrou toda a família.
O maometano alegou querer saber o estado da sua filha, mas mal se encontrou frente a ela, disparou contra ela, atingindo-a mortalmente na cabeça.

O promotor público do tribunal criminal de Amman acusou o homem de crime premeditado depois dele ter confessado ter morto a filha com um tiro na cabeça.

Segundo a lei islâmica, o assassínio de outros muçulmanos é punível com a sentença de morte mas em casos de matança de honra, os tribunais islâmicos podem substituir tempo prisional por outra forma de "castigo", ou ver a sua pena reduzida.

Cerca de 15 a 20 mulheres são mortas todos os anos sob acusações de terem violado a "honra" da família.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Muçulmano Cuja Filha Foi Curada Por Médicos Judeus Mata Polícia Judeu

O adágio "dá-lhe uma mão e eles pedem o braço todo" não é novo, e nem é novo em referência aos muçulmanos e os seus ataques aos judeus, cristãos, Israel, americanos, o ocidente, etc, etc... Nem deveria ser novo para todos os esquerdistas que se juntam para atacar Israel e legitimar o terrorismo islâmico.

Infelizmente, os esquerdistas não aceitam que os muçulmanos estejam ideologicamente motivados contra Israel, e portanto vêem os ataques do calibre que se fala em baixo como "anomalias não representativas" dos muçulmanos.

Esta história é mais um exemplo em como o mais pacífico tratamento judeu feito aos muçulmanos - e aos terroristas do Hamas - é "recompensado" com a matança de mais judeus. As consequências de se desconhecerem as motivações religiosas dos muçulmanos, e forçar-se os judeus que fazerem "paz" com os mesmos (à força) tem consequências mortais.

shukisofer

Shuki Sofer, Zichrono LiVrachah [Abençada Seja a Sua Memória]: Assassinado Por Um Terrorista do Hamas Cuja Filha Foi Tratada Por Médicos Judeus e Caridade Judaica.

Um terrorista do Hamas que emboscou e assassinou um polícia israelita no mês passado, é o pai de uma menina de 6 anos que foi tratada por judeus israelitas no Hospital Hadassah em Jerusalém. Duas semanas antes de assassinar o polícia de 39 anos Yehoshua “Shuki” Sofer, a filha do terrorista foi sujeita a uma operação onde lhe foi removido um tumor da vista.

Toda a operação e o trabalho dos médicos foi pago por uma instituição de caridade Israelita. Se calhar isto faz dela mais saudável para odiar os judeus no futuro, tal como o seu pai.

O terrorista muçulmano que levou a cabo o assassínio planeavam vestirem-se como judeus religiosos e raptar judeus.

O ódio vem da ideologia.

Tanto amor, paz e mútuo entendimento. "Obrigado por curares a minha filha, judeu. Agora vou-te matar!"

Porquê tanto ódio aos judeus? Ora, porque isso é algo que emana dos ensinamentos da sua religião. Durante os seus 23 anos de ministério o "profeta" do Islão teve sentimentos mistos em relação aos judeus. Inicialmente, quando ainda era militarmente fraco e não tinha muitos adeptos, ele tentou fazer-se passar por um profeta na mesma linhagem dos profetas da Bíblia Hebraica. A dada altura ele rezava juntamente com os judeus voltado para Jerusalém (e não para Meca, como os muçulmanos fazem hoje em dia).

Mas os judeus claramente viram que Muhammad era uma farsa, e portanto rejeitaram a sua "mensagem". Isto fez com que o "profeta" se sentisse exposto e fragilizado perante eles e perante os árabes. Mas como não tinha exército e forma de reduzir a influência maciça dos judeus, Muhammad conteve-se.

Quando ele se mudou para Medina e começou a ganhar adeptos e homens de guerra, ele começou a exterminar as tribos judaicas uma a uma. Khaibar foi invadida depois de Muhammad e os seus seguidores terem sido negados acesso à "Kabah". Foi nessa invasão que Muhammad torturou um judeu como forma deste lhe dizer onde é que ele tinha escondido o ouro da tribo:

At the Massacre of Khaybar, Muhammad brutally tortured a Jewish chieftain for extracting information about where he had hidden his treasures. When the treasure was uncovered, the chieftain was beheaded.
Um "profeta" de Deus a torturar um homem como forma de extorquir o seu dinheiro não é algo muito digno. Antes disso Muhammad já tinha decapitado cerca de 800 homens e jovens judeus da tribo Banu Quraizah (Ver este texto).

A lista de ataques (verbais e físicos) de Muhammad aos judeus é longa, portanto não iria caber aqui. O que interessa reter destes dados históricos é que quando os muçulmanos atacam e matam os judeus, eles estão a agir de acordo com a sua fé uma vez que foi isso que o seu "profeta" lhes ensinou. É legítimo nós culparmos a religião uma vez que a sua motivação para tais actos é exactamente aquilo que a sua fé lhes diz.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Pirata muçulmano oferece libertação de família em troca da mão da filha de 13 anos

Sahih Muslim, Livro 008, Número 3311:

'A'isha (que Allah esteja satisfeito com ela) reportou que o apóstolo de Allah (que a paz esteja com ele) casou-se com ela quando ela tinha sete anos, and que ela foi levada para sua casa como noiva quando ela tinha nove anos, e as suas bonecas estavam com ela; e quando ele (o santo profeta) morreu ela tinha dezoito anos.

O Daily Mail informa-nos que um pirata decidiu acabar com a vida de solteiro e começar a vida de casado. O problema é que o pirata chefe engraçou de tal maneira com a prisioneira dinamarquesa de 13 anos que está disposto a deixar o resto da família partir em liberdade (e ignorar os 5 milhões de dólares de resgate) como forma de poder avançar com o "casamento".

Segundo o The Times, o pirata fez a proposta desumana durante uma conversa com uma repórter dinamarquesa. Esta última visitou a nação africana determinada a encontrar a família Johansen cujos membros foram raptados no oceano Índico há mais de um mês.

Jan Quist Johansen, a sua mulher Birgit Marie Johansen, os seus filhos Rune e Hjalte e a filha Naja, foram raptados juntamente com dois tripulantes.

(Fonte)


As nossas orações ao Senhor Jesus estão com esta família.
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