MITOS ISLÂMICOS

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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Homem irlandês converte-se ao islão e o previsível acontece

O irlandês James Dunleavy, de 40 anos e um convertido ao islamismo, foi declarado culpado de ter assassinado a sua mãe Philomena, de 66 anos, cortando o seu corpo e enterrando-a numa cova rasa. Ele foi ordenado a ficar preso no "State Hospital" em Carstairs antes de regressar ao tribunal em Abril para a sua sentença.

Ficou-se a saber agora que Dunleavy pode ter feito uma interpretação errado do Alcorão, e ter morto a sua mãe numa matança de honra depois dela se ter divorciado do seu pai.

Ah, sim, claro; ele fez uma "interpretação errada. É incrível a quantidade de maometanos que fez "interpretações erradas" do seu próprio livro sagrado e das Tradições do "profeta". Nós sabemos que são "interpretações erradas" porque os ocidentais nos dizem que o são. Os muçulmanos que levam a cabo matanças de "honra" podem justificar os seus actos citando verso atrás de verso do Alcorão, mas a elite ocidental já determinou que "não há nada no Alcorão que promova essas prácticas".

Mohammed Razaq, que era o dono da loja imediatamente por baixo do apartamento de James Dunleavy em Edimburgo, tornou-se seu amigo depois dele se mudar para a Escócia, e ajudou Dunleavy a converter-se ao islão. Razaq acredita que o assassino sentia que a sua mãe havia traído a família ao abandonar o seu pai para ir viver com outro homem.

Acho que foi uma matança de honra: ele estava a tentar proteger a honra da sua família.

Outra fonte acrescentou:

O James estava bem obcecado em relação ao islão. Ele foi educado como Católico mas um dia decidiu que se haveria de converter ao islão. 

Não posso dizer que ele a matou porque se converteu, mas sei que ele acreditava de forma vincada na moral do Alcorão e estava furioso com o facto da sua mãe deixar o seu pai por outra pessoa. Ele via isso como adultério e como consequência tiveram uma discussão acalorada em torno disso.

Ele encontrava-se muito mas muito sério em torno disso. A sua fé era muito importante para ele e ele rezava cinco vezes por dia.,.

Fonte

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Impressionante como os maometanos nâo têm problemas nenhuns em mostrar como as matanças de honra são consequência da "moral" islâmica, mas os ocidentais acham que não.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Escritora indiana assassinada por muçulmanos

Autora indiana cujo livro de memórias em torno da sua fuga dramática dos Talibãs se tornou num filme em Bollywood foi morta por militantes no Afeganistão.

Segundo Dawlat Khan Zadran, o chefe policial da província oriental de Paktika, Sushmita Banerjee, também conhecida como Sushmita Bandhopadhya, foi morta no exterior da sua casa na província de Paktika.

Para além desta declaração, Zadran acredita que insurgentes do Talibã invadiram a sua casa, vendaram e amarraram o marido, e raptaram Banerjee.

O seu corpo foi encontrado na Quinta Feira perto duma madrassa, ou escola religiosa, nas vizinhanças de Sharana city, a capital da província.

"Ela tinha cerca de 20 balas no seu corpo," afirmou Zadran.

Banerjee ganhou popularidade com o seu livro de 1995 com o nome de "A Kabuliwala's Bengali Wife." No livro ela reconta a sua história em torno da forma como se casou por amor e se mudou para o Afeganistão para estar com o marido.

Para além disso, o livro rastreia a sua vida nesse país, o assédio sofrido por parte dos Talibãs, e a sua viagem de regresso à Índia.


Fonte

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Vídeo de mulher esfaqueada no Egipto [Gráfico]



Com a Primavera Árabe, tão querida pela Esquerda, pelos liberais e pelos “progressistas” — incluindo as feministas, os gueis, etc. — os chamados “crimes de honra” islâmicos, perpetrados em público, tornaram-se legais no Egipto, resultado da validação da lei islâmica (Sharia). Neste vídeo vemos o assassinato público de uma mulher por esfaqueamento.


¡ Tudo legal ! A Esquerda e os liberais devem estar muito orgulhosos.



domingo, 24 de junho de 2012

Muçulmano decapita a própria filha e exibe a cabeça pelas ruas da aldeia como forma de "limpar" a honra familiar

Um muçulmano do noroeste da Índia permaneceu impenitente depois de ter decapitado a sua filha com uma espada cerimonial numa acesso de raiva devido ao seu relacionamento com um homem. O maometano entregou-se à polícia na delegacia, levando consigo a cabeça numa mão e a espada ensanguentada na outra.

Os residentes da vila Dungarji expressaram choque à medida que levavam a cabo os rituais fúnebres para a mulher de 20 anos. A polícia afirmou que o pai, mineiro de mármore com o nome de Oghad Singh, acusou a sua filha de trazer desonra à família e dificultar o processo de casamento para as suas duas irmãs solteiras.

Os residentes da aldeia não só classificaram o gesto do pai de "extremo", como disseram que o pai, com a camisa ensanguentada, havia exibido a cabeça da filha aos vizinhos ao mesmo tempo que descrevia o que havia feito. Narayan Singh, familiar distante, disse:

Ele disse-me que tirou a espada para fora, e que quando a filha se encontrava sozinha em casa, ele decapitou-a com apenas um golpe, causando a que a cabeça caísse no chão.
O policial Ranjit Singh, que estava presente quando o pai da assassinada se encontrava sentado na delegacia, com a espada numa mão e a cabeça na outra, disse:
Foi um momento sinistro.

Oghad admitiu imediatamente ter morto a filha devido ao facto desta ter adquirido um mau nome para a família.

Fonte

Limpou a honra familiar decapitando a filha e exibindo a cabeça pela aldeia.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Muçulmano decapita mulher em frente aos 6 filhos enquanto grita "Allah akbar"

Muçulmano encontra-se em prisão preventiva depois de ter morto a esposa em frente aos seus 6 filhos e de posteriormente a ter cortado aos pedaços. Depois disso, Orhan Sircasi correu para o topo do complexo de apartamentos com a cabeça da esposa numa mão e uma faca na outra.

O homem de 32 anos e de origem turca resistiu aos avanços da polícia - à medida que as autoridades lhe tentavam agarrar - usando a cabeça da falecida como forma de repelir as forças policiais.

Depois de a ter usado como arma de defesa, o muçulmano atirou a cabeça da esposa do telhado onde se encontrava para o meio da estrada. Enquanto se encontrava ainda no telhado ele foi agarrado e levado para custódia.

Os policias entraram no apartamento - localizado no distrito de Kreuzberg(Alemanha) - e depararam-se com o corpo desmembrado da esposa e com os 6 filhos com idades compreendidas entre os 9 meses aos 10 anos.

Em relação às crianças, uma das vizinhas declarou:

Elas [as crianças] encontravam-se num estado terrível. Ele obrigou-as a observar o processo todo à medida que ela a matava e a cortava em pedaços.
Os vizinhos alertaram a polícia nas horas iniciais da manhã depois de terem ouvido gritos provenientes do apartamento. Não se sabe o que causou a contenda.

As crianças foram colocadas sob observação psiquiátrica enquanto o pai era acusado de assassínio.

Vizinhos perturbados com o que estava a acontecer, cobriram a cabeça da mulher com um saco azul até que a polícia a removeu da rua.

Fonte

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Pequeno pormenor que o Daily Mail se "esqueceu" de falar é que o muçulmano gritava "Allah akbar" [Alá é o maior] à medida que matava e desmembrava a mãe dos seus seis filhos. Ou seja, este muçulmano acreditava que o que estava a levar a cabo agradaria ao seu deus Alá.

O que é que o levou a pensar assim?


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