quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
Islamite aguda
quinta-feira, 25 de dezembro de 2014
O Cristianismo encontra-se sitiado
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
16% dos franceses apoia o Estado Islâmico
Esta percentagem aumenta entre os jovens inquiridos, atingindo o ponto mais alto nos 27% para a faixa etária compreendida entre os 18 aos 24 anos. Uma sondagem também recente indicou também que os índices de aprovação do presidente Francês Hollande encontram-se em torno dos 18%.
A pesquisa testou também as atitudes na Grã-Bretanha e na Alemanha, e apurou que 7% dos cidadãos Britânicos responderam de modo favorável em relação ao EIIL. No entanto, a pesquisa levada no Reino Unido revelou uma tendência demográfica inversa à tendência existente na França, com o apoio ao EIIL a subir com a idade. 4% dos inquiridos na faixa etária 18-24 afirmou apoiar fortemente, ou apoiar, o EIIL, comparados com os 6% da faixa etária 24-35, e 11% na faixa 35-44.
As atitudes positivas na Alemanha exibiram menos divergências, permanecendo entre os 3% e 4% em todas as faixas etárias.
A correspondente Francesa da Newsweek, Anne-Elizabeth Moutet, não se mostrou surpreendida com os resultados:
Ela ressalvou também a correlação entre o apoio ao EIIL e o aumento do anti-semitismo na França, acrescentando que "estas são as mesmas pessoas que incendeiam as sinagogas".
Estima-se que a França albergue cerca de 5 milhões de muçulmanos, largamente provenientes do Norte de África e que começaram a chegar depois dos anos 50 por altura da descolonização Francesa e da política dos anos 70 com o nome de 'regroupement familiale', que acolheu as famílias dos trabalhadores imigrantes provenientes da ex-colónias.
O ICM entrevistou 3,007 pessoas da Grã-Bretanha (1,000), França (1,006) e Alemanha (1,001) por telefone entre os dias 11 e 21 de Julho deste ano (2014). pouco antes do grupo islâmico publicar o video da decapitação do jornalista Americano James Foley.
Há alguns dias atrás um Membro do Parlamento Britânico alegou que cerca de 1,500 muçulmanos britânicos podem ter viajado para o Médio Oriente para lutar ao lado do EIIL, apontando que esse número é duas vezes superior ao número de soldados que lutam nas forças armadas Britânicas contra o EIIL.
Fonte: http://bit.ly/Z2aW42
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Há anos que os políticos e as agências noticiosas nos asseguram que apenas uma "pequena minoria de maometanos" dão o seu apoio à violência e ao terrorismo, no entanto o número de maometanos "franceses" que apoia o Estado Islâmico (EIIL) é suficientemente grande para produzir índices de aprovação na ordem dos 16% entre todos os franceses. E os nossos líderes continuam a dizer que isto de maneira alguma está relacionado com o islão.
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Jihadista "alemão" morre na Siria.
Burak Karan, de 26 anos, jogou nos escalões inferiores da selecção Alemã ao lado de estrelas como Sami Khedira e Kevin-Prince Boateng, mas segundo a "Focus Magazine", em 2008, com 20 anos, ele abandonou o desporto e voltou-se para o islão.
Depois da conversão, e bem mais tarde, ele viajou para a Síria para se juntar aos rebeldes maometanos que lutam contra o Presidente Bashar Al-Assad onde, segundo confirmou o seu irmão ao jornal Bild, ele foi morto por uma bomba.
A sua esposa de 23 anos e os seus dois filhos (um com 3 anos e outro com 10 meses) viajaram também para a Síria com ele, onde se crê que eles ainda lá estejam.
Apareceu no YouTube um vídeo caracterizando-o como um soldado rebelde envolvido no conflito e alegando ser ele. Mas o seu irmão disse que ele fazia questão de descartar isto. "O vídeo está em arábico. Burak queria aprender a falar a língua de um modo perfeito, mas não conseguia," disse o irmão ao Bild. "Ele não queria lutar," disse ele. Em relação às fotos de Karan com uma arma na mão, ele disse:
Burak disse-me que o dinheiro e a carreira profissional não eram importantes para ele.
Mustafa acrescentou ainda que com relativa frequência o seu irmão faria buscas na internet procurando vídeos de palcos de guerra. "Ele estava confuso e cheio de tristeza pelas vítimas."
As entidades governamentais deram início a uma investigação para saber se Karan, de Wuppertal, estava a dar apoio a uma rede terrorista estrangeira.
Segundo o site transfermarket.de, Karan jogou 5 vezes pela selecção sub-16 e duas vezes pela selecção sub-17.
sábado, 13 de abril de 2013
Bavária classifica blogue anti-islão de "inconstitucional"
Via, Fonte
Os Nazis estão a ficar cada vez mais corajosos e mais descarados, a hostilidade contra o islão está a propagar-se: o Ministério do Interior da Bavária (MIB) classifica dois grupos conhecidos de extremistas e, como tal, inconstitucionais (incluindo o partido de Michael Stürzenberger).Obviamente que o próprio facto de Hermann afirmar uma coisa destas é uma forma de intimidação em relação aos bávaros que assinaram a petição.
Eles espalham propaganda anti-islâmica e geram medos em relação aos muçulmanos: agora, o MIB está a classificar a associação regional do partido "Die Freiheit" e o grupo local (de Munique) do blogue "Politically Incorrect" (PI) de anti-constitucionais. Desde os finais de Março que o Departamento Regional para a Protecção da Constituição (DRPC - "Regional Office for Protection of the Constitution") tem monitorizado ambos os grupos, que são bastante próximos em termos de filosofia e pessoas envolvidas, e já identificou um núcleo duro de cerca de 5 pessoas. Pensasse que o líder seja Michael Stürzenberger, o presidente regional do grupo "Die Freiheit".
Durante a apresentação de 2012 do Departamento Regional para a Protecção da Constituição , o Ministro do Interior Joachim Herrmann (CSU) expressou preocupação pelo facto destes activistas denegrirem todos os muçulmanos como inimigos do estado constitucional. Desde 2012 que eles já andam a recolher assinaturas em Munique em favor duma petição pública feita contra o projecto da mesquita ZIEM, do imã de Penzberg Benjamin Idriz. Herrmann vincou que a crítica comum ao islão não era considerada anti-conmstitucional, e que os cidadãos que colocaram o seu nome da petição não seriam monitorizados.
Segundo o director da Agência para a Protecção da Constituição - Burkhard Körner - a Bavária é o primeiro estado federal a classificar de extremistas aqueles que nutrem ódio aos islão.Notem como o número de actos violentos atribuídos ao extremismo esquerdista é o dobro daquele atribuído ao extremismo direitista, mas esse detalhe é notificado quase como um nota de rodapé.
Hermann ressalvou também que a hostilidade em relação ao islão está em crescimento junto dos extremistas da direita. Outra tendência é o facto dos direitistas normalmente tentarem dar a si mesmos um ar mais cívico. Com alguma frequência, eles dão início a iniciativas cívicas com o propósito de lidar com problemas locais.
Embora os actos de extremismo de direita tenham aumentado de 57 em 2011 para 65 em 2012, o número de extremistas desceu de 2450 para 2200.
Do lado do extremismo da esquerda, onde 5000 pessoas são consideradas participantes, os agentes da protecção da constituição notaram uma duplicação dos actos violentos quando comparados com o ano anterior - sendo 99 no total.
domingo, 17 de junho de 2012
Multiculturalismo floresce por toda a Europa
Uma vez que o multiculturalismo já está perfeitamente enraizado na Europa, é altura de se fazer uma avaliação do seu "sucesso". Para quem não sabe, o multiculturalismo apela a imigração em massa de pessoas com culturas distintas e impede ao mesmo tempo que sejam feitos movimentos que visem a assimilação das mesmas.
Eis então a forma como isso está a funcionar na Europa.
Grã-Bretanha:
Na área Tower Hamlets do Este de Londres (também conhecida como "A República Islâmica de Tower Hamlets"), clérigos maometanos, conhecidos como Talibãs de Tower Hamlets, regularmente emitem ameaças de morte dirigidas às mulheres que se recusam a usar o véu. As estradas foram invadidas por cartazes contendo frases como:
Acabou de entrar numa área controlada pela sharia. As leis islâmicas estão em operação.Em Luton os maometanos foram acusados de levar a cabo uma "limpeza étnica" ao assediarem os não-muçulmanos ao ponto de muitos deles simplesmente se mudarem para fora das áreas muçulmanas.
Em West Midlands, dois Cristãos foram acusados de "crimes de ódio" por oferecerem panfletos Bíblicos nesta área predominantemente muçulmana de Birmingham.
Em Leytonstone, Este de Londres, o extremista maometano Abu Izzadeen perturbou o discurso público do Home Secretary John Reid dizendo “Como é que te atreves a vir para uma área islâmica?”
França:
Segundo contagem recente, existem cerca de 751 Zonas Urbanas Sensíveis (Zones Urbaines Sensibles, ZUS), como elas são eufemisticamente conhecidas. Cerca de 5 milhões de maometanos vivem nas ZUS, parte da França que o governo já perdeu o controle.
Os imigrantes maometanos estão, ao mesmo tempo, a tomar conta de outras partes da França. Em Paris e em outras cidades com elevada presença muçulmana - tais como Lyon, Marselha e Toulouse - milhares de muçulmanos fecham as estradas e as passadeiras - e, por extensão, fecham o comércio local, encerrando os não-maometanos nas suas casas e escritórios - de modo a acomodar as multidões que se juntam para as rezas de 6-Feira.
Algumas mesquitas começaram já a emitir sermões e gritos de "Alá é o maior" pelos megafones e altifalantes. Apesar das inúmeras queixas públicas, as autoridades declinaram levar a cabo qualquer tipo de iniciativa temendo dar início a tumultos.
Bélgica:
Na capital belga de Bruxelas (onde 20% da população é maometana) várias vizinhanças maometanas tornaram-se também em zonas "no-go" para a polícia local - onde são frequentemente atacados por pedras provenientes de jovens muçulmanos.
No distrito de Kuregem em Bruxelas, que aparenta ser uma zona de guerra urbana, a polícia é forçada a patrulhar a área com dois carros: um carro para fazer o serviço de patrulha e outro para prevenir que o primeiro seja atacado.
No distrito de Molenbeek em Bruxelas a polícia foi ordenada a não beber café ou comer sandwiches em público durante o mês islâmico do ramadão.
Alemanha:
Numa entrevista dada ao Der Westen, o Comissário policial Bernhard Witthaut revelou que os imigrantes estão a impor zonas “no-go por toda a Alemanha a um ritmo preocupante.
Itália:
Os maometanos têm vindo a ocupar a Piazza Venezia em Roma para as suas rezas de 6ª Feira. Em Bolonha os muçulmanos repetidamente ameaçam bombardear a catedral de San Petronio devido ao facto dela conter um fresco com 600 anos exibindo o Inferno de Dante e Maomé a ser atormentado no inferno.
Holanda:
Um tribunal ordenou ao governo que publica-se a politicamente incorrecta lista de 40 zonas “no-go” da Holanda.
Suécia:,
Largas zonas da cidade de Malmö -- que é mais de 25% muçulmana -- são agora zonas "no-go" para os não-maometanos. Por exemplo, os bombeiros e os serviços de emergência médica recusassem a entrar na predominantemente muçulmana área do distrito de Rosengaard sem escolta policial. Estima-se que a taxa de desemprego dos homens em Rosengaard seja superior a 80%. Na cidade sueca de Gotemburgo jovens muçulmanos têm estado a atirar bombas de petróleo aos carros policiais.
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Enquanto esta destruição vai ocorrendo, a elite esquerdista dominante continua a subsidiar os invasores e a propagandear em seu nome. Críticas à conquista islâmica têm que ser criminalizadas.
A menos que a Europa morra de forma tranquila e se torne em algo análogo ao Médio Oriente, pobre, violento e retrógrado, o continente está em vias de entrar num momento bastante colorido da sua história onde a população nativa irá reclamar o seu território de forma violenta depois de se ver livre da elite politica - tanto da esquerda como da direita - que os traiu .
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Por incrível que pareça, as coisas estão a evoluir tal como a elite esquerdista pretende. Eles sabiam que a imigração maciça de pessoas não assimiláveis traria desorganização social, e como tal, deram o seu apoio activo a essa traição dos europeus.
O multiculturalismo foi instalado não para acomodar as várias culturas no ocidente, mas sim para destruir a unidade social ocidental. Depois dessa unidade social ter sido reduzida a cacos, a elite esquerdista irá usar a força policial para "restaurar a ordem" - ordem essa que foi destruída pelas suas políticas.
É assim que funciona o esquerdismo. Eles criam os problemas e depois colocam-se a eles mesmos como agentes capazes e de resolver os problemas que eles mesmos criaram.
terça-feira, 5 de junho de 2012
Muçulmano decapita mulher em frente aos 6 filhos enquanto grita "Allah akbar"
Muçulmano encontra-se em prisão preventiva depois de ter morto a esposa em frente aos seus 6 filhos e de posteriormente a ter cortado aos pedaços. Depois disso, Orhan Sircasi correu para o topo do complexo de apartamentos com a cabeça da esposa numa mão e uma faca na outra.O homem de 32 anos e de origem turca resistiu aos avanços da polícia - à medida que as autoridades lhe tentavam agarrar - usando a cabeça da falecida como forma de repelir as forças policiais.
Depois de a ter usado como arma de defesa, o muçulmano atirou a cabeça da esposa do telhado onde se encontrava para o meio da estrada. Enquanto se encontrava ainda no telhado ele foi agarrado e levado para custódia.
Os policias entraram no apartamento - localizado no distrito de Kreuzberg(Alemanha) - e depararam-se com o corpo desmembrado da esposa e com os 6 filhos com idades compreendidas entre os 9 meses aos 10 anos.
Em relação às crianças, uma das vizinhas declarou:
Elas [as crianças] encontravam-se num estado terrível. Ele obrigou-as a observar o processo todo à medida que ela a matava e a cortava em pedaços.Os vizinhos alertaram a polícia nas horas iniciais da manhã depois de terem ouvido gritos provenientes do apartamento. Não se sabe o que causou a contenda.
As crianças foram colocadas sob observação psiquiátrica enquanto o pai era acusado de assassínio.
Vizinhos perturbados com o que estava a acontecer, cobriram a cabeça da mulher com um saco azul até que a polícia a removeu da rua.
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Pequeno pormenor que o Daily Mail se "esqueceu" de falar é que o muçulmano gritava "Allah akbar" [Alá é o maior] à medida que matava e desmembrava a mãe dos seus seis filhos. Ou seja, este muçulmano acreditava que o que estava a levar a cabo agradaria ao seu deus Alá.
O que é que o levou a pensar assim?
domingo, 19 de fevereiro de 2012
Crianças alemãs obrigadas a estudar o islão e aprender turco

Crianças alemãs da região da Bavária estão a ser forçadas a estudar o islão e a aprender turco nas suas aulas de religião. A foto no final do texto mostra parte do material de estudo usado nesta indoutrinação pró-islâmica.
Uma das passagens reproduz uma das rezas islâmicas em alemão.
Creio em Alá e nos seus anjos, nos seus livros, nos seus mensageiros, no Dia do Julgamento e que o destino, tanto o bom como o mau, é dado por Alá - e acredito na vida depois da morte.
Supostamente quem imigra para o novo país é que tem que modificar a sua forma de estar na vida de modo a que se possa integrar com mais facilidade no país que o recebeu. Com o multiculturalismo é precisamente o contrário: os ocidentais é que têm que mudar a sua cultura, religião e forma de estar na vida como forma de não "ofender" os imigrantes.
Construindo pontes de linguagem.A seguir são fornecidas versões alemãs e turcas de frases como "Olá", "Adeus", "Como estás?" e a saudação islâmica "A paz esteja contigo" normalmente usada pelos muçulmanos quando saúdam outros muçulmanos.
Embora o arábico seja o mais importante idioma dentro do islão, a maior parte dos muçulmanos a viver na Alemanha fala turco. Quando te encontrares com jovens turcos podes contribuir para uma boa atmosfera e entendimento mútuo se usares algumas frases na sua própria língua.
Outro material "didáctico" apela às crianças que procurem saber onde fica a mesquita mais próxima da sua casa e que tentem visitá-la.
Não se sabe se os apedrejamentos, as amputações, as matanças de honra e as decapitações irão num futuro próximo fazer parte do currículo de ensino.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Muçulmana despe-se para a revista ‘Playboy’
Sila Sahin é a primeira mulher muçulmana a posar nua para a ‘Playboy’, feito que foi visto como uma afronta pela família, que já cortou relações com a jovem.
"Só espero que um dia os meus pais voltem a falar comigo", lamenta a jovem, sublinhando que se sente como "uma Che Guevara pela prova de liberdade de escolha".
Para Sila, que ganhou fama ao participar numa telenovela na Alemanha, a produção que fez para a revista "é uma resposta à repressão" que sofreu durante a infância. "Queria sentir-me livre", frisa.
Sila Sahin tem 25 anos e reside em Berlim, onde trabalha como modelo.
Embora neste caso ela provavelmente tenha levado a sua "revolta" longe demais, é sintomático que as mulheres muçulmanas tenham mais liberdade em terras não islâmicas do que nos seus próprios países.
sábado, 12 de março de 2011
Político alemão: o islão é uma ideologia totalitária
Nós criticamos a componente socio-política do islão, que vêmos como uma ideologia semelhante a outros sistemas totalitários e que eu penso ser perigoso.Rene Stadtkewitz está certíssimo ao afirmar que
O islão é mais do que uma religião. É um modelo social que é incrivelmente vinculativo para muitas pessoas. Basicamente, o islão é um sistema político com o seu próprio sistema legal que visa regular todos os aspectos da vida.Quando os apologistas do islão afirmam coisas como esta, ninguém se importa, mas quando um não-muçulmano diz exactamente a mesma coisa (que o islão é um sistema ideológico que visa regular todos os aspectos da vida dum muçulmano), então ele já é um "islamofóbico".
David Crossland escrevendo para o The National, (7 de Fevereiro), reporta:
O líder dum novo partido alemão não só afirma que quer parar com a imigração de muçulmanos, como também defende que o islão é um "sistema totalitário" determinado a suplantar os valores liberais do mundo ocidental.Claro que quem tem algum conhecimento da doutrina islâmica sabe que Rene Stadtkewitz está certo no que diz. O islão é uma ideologia política mascarada de religião. A vertente religiosa é apenas uma forma de propagar a vertente totalitária e política.Numa entrevista dada ao The National, Rene Stadtkewitz, de 46 anos, disse que os muçulmanos não se estão a integrar na sociedade alemã tão bem como os outros emigrantes, e que as autoridades deveriam ser mais duras, banindo véus das escolas, parando o financiamento público de aulas do Alcorão, e anulando a influência das organizações islâmicas.
Ele qualificou o islão como o "oposto duma sociedade livre" e disse que esta fé é uma ameaça porque promove valores diferentes aos valores da Alemanha, e porque encoraja os aderentes a marginalizarem-se a si mesmos.
segunda-feira, 7 de março de 2011
Tribunal alemão determina que empregados podem-se recusar a executar actividades por motivos religiosos

O caso em questão envolvia um muçulmano que foi empregado num super-mercado numa cidade do norte da Alemanha com o nome de Kiel. Ele recusou-se a organizar bebidas alcoólicas em prateleiras alegando que a sua religião o proibia de ter qualquer tipo de contacto com o álcool. Devido a isso, foi dispensado em Março de 2008.
Numa decisão feita na Quinta-Feira, o Tribunal Federal do Trabalho confirmou que os empregados podem-se recusar executar actividades específicas que contradigam as suas convicções religiosas. Se houver uma tarefa alternativa que eles possam executar e que esteja de acordo, então o patrão tem a obrigação de o deixar executá-la.
A empresa só o pode despedir se não houver alternativa realista.
sábado, 5 de março de 2011
Novo Ministro do Interior alemão: "Não há evidências de que o islão faz parte da Alemanha"

Estas palavras foram ditas logo no seu primeiro dia como Ministro do Interior. Será que a Europa ainda vai a tempo de preservar a sua identidade, ou os marxistas culturais já envenenaram o nosso futuro para além do que pode ser recuperado?
O recentemente nomeado Ministro do Interior Hans-Peter Friedrich despoletou uma controvérsia ao falar do islão na sociedade alemã. Friedrich, que sucede Thomas de Maiziere (agora Ministro de Defesa) afirmou numa conferência de imprensa que não há evidências históricas de que "o islão faz parte da Alemanha".Eu acho sempre curioso que, quando se trata dos muçulmanos, tenham que ser sempre os europeus (ou os americanos ou qualquer outro país com cultura judaico-cristã) a fazer esforços para a sua integração. Não deveria ser o contrário? Não deveriam ser os muçulmanos a esforçarem-se para se integrarem?De Maiziere e o seu predecessor haviam tentado iniciar um debate com a comunidade muçulmana da Alemanha como forma de melhorar os esforços de integração.
Nós nunca ouvimos falar dos "esforços estatais" como forma de melhorar a integração dos chineses, dos hindus ou de outra minoria étnica ou religiosa. Porque é que no caso dos muçulmanos os esforços tenham que partir do país que amavelmente os aceitou e não deles, que se mudaram de livre vontade para o novo país?
Friedrich disse que levaria a integração dos 4 milhões de muçulmanos "a sério", acrescentando que continuaria o diálogo com a comunidade muçulmana na "Conferência sobre o islão".As suas declarações, embora perfeitamente lógicas e racionais, não foram cheias de tacto. Aparentemente as mesmas foram um reforço da sua crítica ao presidente alemão Christian Wulff, que afirmou em Outubro que o islão faz parte da sociedade alemã.
No seu primeiro dia de trabalho nas novas funções, Friedrich foi criticado por aquilo que a oposição e os grupos muçulmanos chamam de "palavras inflamatórias".
Friedrich é ministro do interior há 24 horas e já começou a partir porcelana.Estas foram as palavras de Renate Kuenast, do Partido os Verdes alemão. Claro que o partido dos "Verdes" só é verde por fora, porque por dentro são vermelhos (comunistas). Para grupos como este a maciça imigração de muçulmanos interessa-lhes porque os muçulmanos, em larga maioria, votam em partidos da esquerda.
Portanto, os "Verdes" apenas estão a proteger os seus votos. O facto de Friedrich estar certo nas suas declarações é irrelevante.






