Já há idiotas o suficiente a processar outras pessoas por motivos frívolos. Isto não é nada de estranho.
- Minds.com
- Medium.com
Já há idiotas o suficiente a processar outras pessoas por motivos frívolos. Isto não é nada de estranho.
Os Nazis estão a ficar cada vez mais corajosos e mais descarados, a hostilidade contra o islão está a propagar-se: o Ministério do Interior da Bavária (MIB) classifica dois grupos conhecidos de extremistas e, como tal, inconstitucionais (incluindo o partido de Michael Stürzenberger).Obviamente que o próprio facto de Hermann afirmar uma coisa destas é uma forma de intimidação em relação aos bávaros que assinaram a petição.
Eles espalham propaganda anti-islâmica e geram medos em relação aos muçulmanos: agora, o MIB está a classificar a associação regional do partido "Die Freiheit" e o grupo local (de Munique) do blogue "Politically Incorrect" (PI) de anti-constitucionais. Desde os finais de Março que o Departamento Regional para a Protecção da Constituição (DRPC - "Regional Office for Protection of the Constitution") tem monitorizado ambos os grupos, que são bastante próximos em termos de filosofia e pessoas envolvidas, e já identificou um núcleo duro de cerca de 5 pessoas. Pensasse que o líder seja Michael Stürzenberger, o presidente regional do grupo "Die Freiheit".
Durante a apresentação de 2012 do Departamento Regional para a Protecção da Constituição , o Ministro do Interior Joachim Herrmann (CSU) expressou preocupação pelo facto destes activistas denegrirem todos os muçulmanos como inimigos do estado constitucional. Desde 2012 que eles já andam a recolher assinaturas em Munique em favor duma petição pública feita contra o projecto da mesquita ZIEM, do imã de Penzberg Benjamin Idriz. Herrmann vincou que a crítica comum ao islão não era considerada anti-conmstitucional, e que os cidadãos que colocaram o seu nome da petição não seriam monitorizados.
Segundo o director da Agência para a Protecção da Constituição - Burkhard Körner - a Bavária é o primeiro estado federal a classificar de extremistas aqueles que nutrem ódio aos islão.Notem como o número de actos violentos atribuídos ao extremismo esquerdista é o dobro daquele atribuído ao extremismo direitista, mas esse detalhe é notificado quase como um nota de rodapé.
Hermann ressalvou também que a hostilidade em relação ao islão está em crescimento junto dos extremistas da direita. Outra tendência é o facto dos direitistas normalmente tentarem dar a si mesmos um ar mais cívico. Com alguma frequência, eles dão início a iniciativas cívicas com o propósito de lidar com problemas locais.
Embora os actos de extremismo de direita tenham aumentado de 57 em 2011 para 65 em 2012, o número de extremistas desceu de 2450 para 2200.
Do lado do extremismo da esquerda, onde 5000 pessoas são consideradas participantes, os agentes da protecção da constituição notaram uma duplicação dos actos violentos quando comparados com o ano anterior - sendo 99 no total.
A nossa religião é superior à vossa. O nosso sistema é superior ao vosso. Os nossos valores são superiores aos vossos.
Eu é que sou a vítima mas tudo o que fiz foi dar a minha opinião.Um estrangeiro humilha a cultura local, mas a pessoa que vê a sua liberdade de expressão limitada é a pessoa ofendida e não quem ofendeu a cultura belga? "Fantástico"
Será que falar mal da ideologia maometana é motivo para que um blogue seja apagado? Como é que fica a liberdade de expressão em casos como estes?
Aparentemente a sharia já está em funcionamento e ninguém nos avisou.

O protagonista de "A vida de Brian" nunca acreditou que a comédia de 1979 em torno do Senhor Jesus alguma vez geraria a controvérsia que gerou. Ele nunca esperou também que o tal filme ainda fosse tema de conversa nos dias de hoje.
Isto, claro, é pura mentira. Todas as pessoas que tentam fazer humor envolvendo figuras Bíblicas fazem-no precisamente porque sabem que a polémica gerará mais publicidade.
Terry Jones, hoje um idoso de 69 anos, afirma:
Nunca pensei que geraria a controvérsia que gerou, embora durante a altura que a escrevíamos me lembre de ter dito que qualquer maluco religioso poderia muito bem lançar-nos críticas. No entanto os outros disseram 'Não''.Eu adoptei a visão de que não era blasfemo. Naquela altura a religião [Cristianismo] parecia estar a desaparecer e portanto era pontapear um burro morto. No entanto, o filme gerou controvérsia e se fosse hoje, nós pensaríamos duas vezes antes de o fazer.
Questionado se alguma vez faria uma sátira focando-se nos muçulmanos, ele disse que "olhando para Salman Rushdie, provavelmente não. Acho que as pessoas ficariam aterrorizadas."
Onde é que os muçulmanos aprenderam esta táctica? Ora, dos lábios do seu "profeta" visto que o mesmo ordenou a morte dum Judeu (Abu Afak) por este ter escrito poemas criticando a Maomé e o islão.
A Wikipedia, sempre pronta a defender todas as crenças menos o Cristianismo, diz que "a autenticidade desta história é duvidosa". Curioso que só os eventos que mostram a natureza totalitária do islamismo é que sejam de historicidade "duvidosa".
Abdul Rauf Farouk, líder do partido islâmico paquistanês JUI (Jamial Ulama Slam), encaminhou à Suprema Corte pedindo para que a Bíblia seja proibida no país por “difamar o nome de alguns profetas”.
Os muçulmanos consideram alguns profetas Bíblicos como "profetas do islão". Um desses profetas é Ló, da linhagem de Abraão. Génesis 19:33-36 relata como as suas duas filhas o embebedaram para ter uma relação incestuosa com ele.
Outro é Jacó, também descendente directo de Abraão. Génesis 29:23 diz que Lia, mulher de Jacó, lhe deu a sua criada Zilpa para que ele pudesse ter filhos.
Farouk argumentou que trechos Bíblicos como esses são imorais, porque “minam a santidade dos santos”.
Isso é um insulto a todos os muçulmanos.Ele disse que o islão respeita os livros sagrados de todas as religiões, mas não aceita a calúnia contra os profetas. O maometano não explicou no entanto como é possível uma religião aceitar os "livros sagrados de todas as religiões" mas ao mesmo tempo exigir que a Bíblia - um Livro Sagrado - seja proibido.
Censura ao texto sagrado
O líder muçulmano afirmou que só desistirá de proibir a Bíblia caso esses trechos sejam suprimidos. Ainda assim manterá a acusação de que o apóstolo Paulo distorceu as Escrituras Sagradas para criar uma falsa religião.
Esta posição, incidentalmente, contradiz o "profeta" do islão uma vez que ele viu em Paulo um genuíno e sincero seguidor do Senhor Jesus
Aqueles que Jesus Filho de Maria enviou, tanto discípulos como aqueles que vieram depois deles, foram: Pedro, o discípulo, e Paulo; (Paulo pertencia aos seguidores mas não era um discípulo) juntamente foram enviados a Roma.
(Alfred Guillaume's The Life of Muhammad (Oxford University Press Karachi, p. 653))
Outras fontes islâmicas afirmam que a declaração precedente inclui:
Os maometanos desconhecem por completo o que o islão inicial dizia sobre Paulo. Em vez disso, e como forma de justificarem a discrepância entre o Alcorão e a Bíblia, eles erradamente defendem que o Apóstolo Paulo "distorceu" a "verdadeira" Mensagem do Senhor Jesus. Nunca nos dizem, no entanto, quando é que essa "distorção" ocorreu em concreto.Entre os apóstolos e aqueles discípulos entre eles, a quem Jesus enviou, havia Pedro e o seu companheiro Paulo.
(Thalabii, Qisas al-Anbiyaa, pp. 389-390)
O clérigo continua:
O cristianismo é um grande fonte de imoralidade que se estende à pornografia, dança e outros males.Declaração curiosa esta, quando se sabe que os maiores consumidores de pornografia no mundo são os países islâmicos.
A comunidade Cristã reagiu com veemência contra a solicitação de proibição da Bíblia. O bispo John Alexander Malik, por exemplo, disse que o JUI está se a intrometer na religião alheia, além de “semear as sementes da discórdia”.
Ele disse temer que a iniciativa do fundamentalista Farouk seja o prenúncio de perseguições mais severas aos cristãos.
O extremismo religioso no Paquistão tem aumentado após a captura e morte de Osama Bin Laden. Além disso, atitudes das autoridades paquistanesas têm recebido destaque na mídia, caso da condenação à morte da cristã Asia Bibi, por blasfêmia contra o profeta Maomé.