MITOS ISLÂMICOS

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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Alemanha: Ler noticias sobre imigrantes é "incitação racial"

Rainer Rahn, do partido AfD (Alternative für Deutschland) e membro do conselho da cidade de Frankfurt, foi processado pelo líder da facção de esquerda de “Die Linke”, Martin Kliehm, por "incitação racial". O "crime" de Rahn foi o de ler em voz alta 30 manchetes de jornais, revelando a consequência da violência levada a cabo pelos "refugiados".

Em declarações reportadas por agências noticiosas de Frankfurt, Martin Kliehm disse que o membro do AfD estava a tentar "incitar o povo contra os refugiados, contra os muçulmanos, e contra os migrantes". E devido a isso, ele processou-o.

O motivo por trás da acção de Rahm foi a sua crítica a Aydan Özoguz, oficial de migração do SPD. Özoğuz disse que "a cultura Alemão não existe" devido ao facto dela ter sido "influenciada por influências externas e pela migração". 

Mr. Rahn continuou, afirmando que se podem ver claramente os efeitos diários da imigração nas ruas. Foi então que ele leu 30 manchetes de jornais distintos, revelando os crimes (comprovados ou suspeitos) levados a cabo por estrangeiros, muçulmanos e migrantes.

Muitos vereadores abandonaram a sala enquanto Rahn lia as manchetes. O prefeito Uwe Becker foi mesmo ao ponto de chamá-lo de um embaraço, a que se seguiram aplausos.

Kliehm afirmou que Rahn estava a usar esta plataforma para "rebaixar refugiados e migrantes", chamando-os de criminosos e de serem inferiores. Ele acredita ainda que Rahm pode ter "perturbado a paz pública" com suas palavras. Por sua vez, Rahn disse à emissora de Frankfurt:
Já há idiotas o suficiente a processar outras pessoas por motivos frívolos. Isto não é nada de estranho.
Ele afirmou ainda que o processo estava nas mãos da justiça e as suas alegações serão investigadas, e que ele não estava minimamente preocupado. A única "incitação racial" que ocorreu foi quando o não-Alemão Özoğuz afirmou que a cultura Alemão não existe.

Modificado a partir do original: http://bit.ly/2BpS3vQ

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Primeiro a elite internacionalista força os "refugiados" para o coração da Europa, e depois tenta impedir (com relativo sucesso) que os Europeus falem livremente das consequências das acções desses mesmos "migrantes". 

Cada vez se torna mais óbvio que o influxo de imigrantes para a Europa não tem como propósito ajudá-los, mas sim usá-los como instrumento político nas mãos dos internacionalistas.

Como já dito anteriormente, o problema não são os refugiados, e nem os maometanos, mas sim os traidores Europeus que, ignorando o interesse do povo Nativo, os trouxe para a Europa como forma de ter um bloco votante firme contra os Nacionalistas.


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- Minds.com
- Medium.com

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

A liberdade de expressão segundo o islão

Tribunal da capital do Bangladesh acusou 4 blogueiros por alegadamente terem escrito textos "inflamatórios" contra Maomé, o profeta do maometanismo. 

O Juiz Zahurul Haque disse que havia aceite as acusações solicitadas pela polícia em dois casos distintos, o primeiro a ser julgado segundo o recentemente emendado "Information and Communication Technology Act" do país.

O início do julgamento está agendado para o dia 6 de Novembro. Se os blogueiros, que se declararam inocentes, forem considerados culpados, enfrentam penas de prisão que podem ir até os 14 anos.

Os acusados - Moshiur Rahman Biplob, Subrata Odhikary Shuvo, Russel Parvez e Asif Mohiuddin - encontram-se actualmente livres, após fiança paga, depois de passarem mais de 3 meses na prisão. Ao mesmo tempo que o grupo "Human Rights Watch", sediado em New York, condenava as apreensões, o grupo islamita Hefazat-e-Islam levo a cabo uma campanha vigorosa em favor da prisão dos blogueiros.



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Incidentes como este talvez expliquem o porquê da militância ateísta ser virtualmente inexistente nos países maometanos. Ao contrário dos países chamados Cristãos, os maometanos não aceitam que a sua maior figura religiosa seja alvo de ataques.

Convém ressalvar que punir quem fala mal de Maomé é uma práctica em perfeito acordo com a teologia islâmica uma vez que o fundador dessa fé ordenou a matança de (pelo menos) duas pessoas pelo "crime" de falarem mal dele: Asma bint Marwan e Abu Afak. Asma era uma mulher, mãe de 5 crianças, e não constituia qualquer perigo para Maomé. Abu Afak era um judeu com mais de 100 e também ele era fisicamente inofensivo para o "profeta" do islamismo. 

Maomé mandou-os matar porque eles eram uma ameaça para a sua credibilidade (e não para a sua vida).
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sábado, 13 de abril de 2013

Bavária classifica blogue anti-islão de "inconstitucional"


Via, Fonte
Os Nazis estão a ficar cada vez mais corajosos e mais descarados, a hostilidade contra o islão está a propagar-se: o Ministério do Interior da Bavária (MIB) classifica dois grupos conhecidos de extremistas e, como tal, inconstitucionais (incluindo o partido de Michael Stürzenberger).

Eles espalham propaganda anti-islâmica e geram medos em relação aos muçulmanos: agora, o MIB está a classificar a associação regional do partido  "Die Freiheit" e o grupo local (de Munique) do blogue "Politically Incorrect" (PI) de anti-constitucionais. Desde os finais de Março que o Departamento Regional para a Protecção da Constituição (DRPC - "Regional Office for Protection of the Constitution") tem monitorizado ambos os grupos, que são bastante próximos em termos de filosofia e pessoas envolvidas, e já identificou um núcleo duro de cerca de 5 pessoas. Pensasse que o líder seja Michael Stürzenberger, o presidente regional do grupo "Die Freiheit".

Durante a apresentação de 2012 do Departamento Regional para a Protecção da Constituição , o Ministro do Interior Joachim Herrmann (CSU) expressou preocupação pelo facto destes activistas denegrirem todos os muçulmanos como inimigos do estado constitucional. Desde 2012 que eles já andam a recolher assinaturas em Munique em favor duma petição pública feita contra o projecto da mesquita ZIEM, do imã de Penzberg Benjamin Idriz. Herrmann vincou que a crítica comum ao islão não era considerada anti-conmstitucional, e que os cidadãos que colocaram o seu nome da petição não seriam monitorizados.
Obviamente que o próprio facto de Hermann afirmar uma coisa destas é uma forma de intimidação em relação aos bávaros que assinaram a petição.
Segundo o director da Agência para a Protecção da Constituição - Burkhard Körner - a Bavária é o primeiro estado federal a classificar de extremistas aqueles que nutrem ódio aos islão.

Hermann ressalvou também que a hostilidade em relação ao islão está em crescimento junto dos extremistas da direita. Outra tendência é o facto dos direitistas normalmente tentarem dar a si mesmos um ar mais cívico. Com alguma frequência, eles dão início a iniciativas cívicas com o propósito de lidar com problemas locais.

Embora os actos de extremismo de direita tenham aumentado de 57 em 2011 para 65 em 2012, o número de extremistas desceu de 2450 para 2200.

Do lado do extremismo da esquerda, onde 5000 pessoas são consideradas participantes, os agentes da protecção da constituição notaram uma duplicação dos actos violentos quando comparados com o ano anterior - sendo 99 no total.
Notem como o número de actos violentos atribuídos ao extremismo esquerdista é o dobro daquele atribuído ao extremismo direitista, mas esse detalhe é notificado quase como um nota de rodapé.
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domingo, 10 de março de 2013

Paquistão: Muçulmanos atacam Cristãos devido a acusações de "blasfémia"


Há alguns dias atrás centenas de muçulmanos do Paquistão oriental levaram a cabo vários ataques numa vizinhança Cristã - queimando várias casas - depois de terem ouvido que um homem Cristão supostamente havia cometido blasfémia contra o "profeta" do maometanismo.

No Paquistão, tal como em quase todos os países controlados por maometanos, a blasfémia contra o Maomé é um crime que pode ser castigado com a pena de morte. O Paquistão é um país maioritariamente Sunita onde as pessoas de outras confissões religiosas, incluindo a pequena comunidade Cristã, são olhados com suspeita.

Segundo Multan Khan, oficial policial, o incidente teve início na 6ª-Feira quando um jovem muçulmano acusou um Cristão de ter cometido blasfémia ao fazer comentários ofensivos contra o "profeta" Maomé. Segundo Khan, nessa 6ª-Feira à noite uma larga multidão duma mesquita próxima dirigiu-se à casa do Cristão. A policia registou o caso de blasfémia contra o homem depois da multidão se ter reunido e exigido algum tipo de acção, afirmou o oficial.

Temendo pela sua segurança, centenas de famílias Cristãs abandonaram a área durante a noite. Khan afirmou que a multidão muçulmana regressou no Sábado e começou a saquear e a queimar as casas dos Cristãos, embora, segundo Khan, nenhum  membro da comunidade Cristã tenha sofrido qualquer tipo de dano físico. No entanto, vários policiais foram feridos quando foram atingidos com pedras no momento em que tentavam impedir a multidão de invadir a área.

Como é muito comum nestes casos, o incidente aparentemente em nada está relacionado com algum tipo de blasfémia dita contra Maomé; segundo Akram Gill, um bispo local junto da comunidade Cristã de Lahore, estes eventos desenrolaram-se devido a uma inimizade pessoal entre dois homens - um Cristão e um maometano - e não devido a algo que o primeiro tenha dito.

Segundo o bispo, os dois homens envolveram-se numa discussão acalorada depois duma noite de bebedeira, e na manhã seguinte o maometano inventou a história da blasfémia como forma de se vingar do Cristão. Akram acrescentou ainda que a comunidade Cristã entregou o homem acusado à polícia quando estes vieram investigar o caso junto deles. Depois disto, eles trancaram as suas casas e foram para outras áreas (para as casas de familiares).

Segundo se sabe, os maometanos, que se encontravam armados com martelos e hastes de aço, entraram dentro das casas, assaltaram duas igrejas, e queimaram Bíblias e cruzes.


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Maomé ordenou aos seus devotos que reagissem violentamente às críticas. O que nós vêmos no Paquistão é, portanto, consequência directa dos ensinamentos de Maomé - e não uma "má representação" do "verdadeiro islão". No entanto, quando alguns ocidentais condenam os ensinamentos violentos de Maomé (sabendo que se essas criticas fossem feitas no mundo islâmico, isso seria motivo para a execução), esses ocidentais são chamados de "racistas" (muçulmano não é uma raça), intolerantes, geradores de ódio e islamofóbicos.

Será que devemos abandonar o nosso senso comum, e começar a pensar que há algum tipo de legitimidade na matança de quem critica a autoridade Maomé?

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Tribunal Egípcio suspende a YouTube



O tribunal administrativo do Egipto ordenou aos ministérios da comunicação que bloqueassem a YouTube - que pertence à Google - por todo o país devido ao facto do site de hospedagem de vídeos difundir o filme "Innocence of Muslims," afirmou a agência noticiosa estatal MENA. 

O vídeo de 13 minutos provocou um dilúvio de sentimentos anti-americanos no Egipto, na Líbia e em muitos outros países islâmicos. O vídeo caracteriza o profeta do islão como um tolo e um depravado sexual. Para a maioria dos maometanos, qualquer caracterização gráfica do seu profeta é blasfémia. 

O tribunal afirmou que se encontrava a meio duma decisão legal em torno dum caso trazido até si relativo ao filme. Para além disto, não foram disponibilizados mais detalhes. 

Segundo o tribunal, a YouTube havia "insistido em disponibilizar o filme insultado o Islão e o Profeta [sic], desrespeitando as crenças de milhões de egípcios e ignorando a raiva de todos os muçulmanos." 

O "Egypt's National Telecommunication Regulatory Authority" afirmou que agiria de acordo com a decisão legal mal recebesse uma cópia do veredicto. 

Maha Abouelenein, porta-voz da Google em Cairo, disse que a companhia ainda não recebeu qualquer tipo de notificação da decisão.

Fonte

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 Mais uma tentativa de conferir um estatuto especial ao islão.


domingo, 11 de novembro de 2012

Ajudando o inimigo

Graças à inteligente ocupação duma mesquita há algumas semanas atrás, a Génération Identitaire recebeu extensiva cobertura mediática por parte dos órgãos de informação franceses. Proeminente na cobertura tem sido o inteligente e articulado Damien Rieu, um dos porta-vozes do grupo.

Até a alguns dias atrás, ele trabalhava como estagiário numa editora de Lyon (responsável pelas comunicações). Ele foi agora despedido dessas posição como resultado do seu activismo político. 


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Há alguns dias atrás um documentário feito pela Sharia4Belgium foi transmitido pela televisão belga. Presente no documentário encontravam-se frases ditas pelo porta-voz do movimento Fouad Belkacem tais como o facto dele não ter "uma grama de respeito" pelos belgas não maometanos.
A nossa religião é superior à vossa. O nosso sistema é superior ao vosso. Os nossos valores são superiores aos vossos.
Em resposta a isto, Stéphanie Gilson, estudante no colégio IPES (Verviers) na sua página do Facebook:  "Superiores a nós? Desculpa? LOL e um grande LOL". Ela disse também que na sua turma, no colégio, encontravam-se presentes duas raparigas que afirmavam as mesmas coisas, o que lhe deixava assustada.


No dia seguinte as tais duas raparigas, que obviamente leram o que ela escreveu na sua página do Facebook, atiraram-lhe bancos e cadeiras e as três raparigas foram suspensas por um dia. Para além disso, a gerência disse à Stéphanie que ela não tinha o direito de expressar a sua opinião em relação aos maometanos na sua conta de Facebook.

Sim, leram bem. Uma cidadã belga não pode escrever na sua conta pessoal o que ela pensa sobre um vídeo onde se vê estrangeiros a dizer que a sua cultura (a belga) é inferior à cultura dos estrangeiros. Como as coisas já estão.

Recusando-se a aceitar isto, Stéphanie anulou a sua matrícula neste colégio e apresentou queixa à polícia (boa sorte!). Ela disse ainda:
Eu é que sou a vítima mas tudo o que fiz foi dar a minha opinião.
Um estrangeiro humilha a cultura local, mas a pessoa que vê a sua liberdade de expressão limitada é a pessoa ofendida e não quem ofendeu a cultura belga? "Fantástico"

Este incidente revela também o complexo de inferioridade que os maometanos têm em relação à  (por enquanto) superior cultura europeia. Bastou uma crítica por parte uma rapariga para que outras raparigas se sentissem "ofendidas" e tomassem medidas de intimidação em relação a isso.. As muçulmanas, melhor que ninguém, sabem que a sua cultura é claramente inferior à europeia, mas elas nada podem fazer contra isso, e como tal viram a sua falsa indignação contra a pessoa que diz "o rei vai nu!".

Sinceramente, de que forma é que a civilização islâmica é superior à europeia? Ciência? Liberdade? Direitos Humanos? Artes e outras áreas culturais?

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Muitos outros exemplos poderiam ser dados que demonstram como a elite europeia se coloca do lado dos muçulmanos sempre (ou quase sempre) que há diferenças de opinião entre europeus e maometanos. Os europeus indígenas estão a ser perseguidos como criminosos ao mesmo tempo que pessoas que atacam a cultura europeia recebem permissão para emitir os seus programas sem qualquer tipo de constrangimento.

A traição não poderia ser mais óbvia.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Mais um blogue apagado por ofender o islão

São 21:10 em Lisboa. Tentei aceder ao fantástico site "Bare Naked Islam" e apareceu a imagem que se vê mais abaixo. Quem acompanha o dito blogue, sabe o quão devastador ele é para o maometanismo. Será que foi por isso que as entidades competentes decidiram remove-lo?

Será que falar mal da ideologia maometana é motivo para que um blogue seja apagado? Como é que fica a liberdade de expressão em casos como estes?

Aparentemente a sharia já está em funcionamento e ninguém nos avisou.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Monty Python: "Receamos fazer humor em torno do islão"


O comediante Terry Jones admitiu publicamente que, devido ao clima politicamente correcto predominante nos dias de hoje, ele os seus colegas do grupo humorístico Monty Python ficariam "aterrorizados" e "pensariam duas vezes" antes de fazer algum tipo de humor em torno dos muçulmanos.

O protagonista de "A vida de Brian" nunca acreditou que a comédia de 1979 em torno do Senhor Jesus alguma vez geraria a controvérsia que gerou. Ele nunca esperou também que o tal filme ainda fosse tema de conversa nos dias de hoje.

Isto, claro, é pura mentira. Todas as pessoas que tentam fazer humor envolvendo figuras Bíblicas fazem-no precisamente porque sabem que a polémica gerará mais publicidade.

Terry Jones, hoje um idoso de 69 anos, afirma:

Nunca pensei que geraria a controvérsia que gerou, embora durante a altura que a escrevíamos me lembre de ter dito que qualquer maluco religioso poderia muito bem lançar-nos críticas. No entanto os outros disseram 'Não''.

Eu adoptei a visão de que não era blasfemo. Naquela altura a religião [Cristianismo] parecia estar a desaparecer e portanto era pontapear um burro morto. No entanto, o filme gerou controvérsia e se fosse hoje, nós pensaríamos duas vezes antes de o fazer.

Questionado se alguma vez faria uma sátira focando-se nos muçulmanos, ele disse que "olhando para Salman Rushdie, provavelmente não. Acho que as pessoas ficariam aterrorizadas."


Parece que os muçulmanos descobriram a forma certa de evitar críticas a sua ideologia política: ameaçar a sua vida de quem "ofende" o islão e o profeta de Alá.

Onde é que os muçulmanos aprenderam esta táctica? Ora, dos lábios do seu "profeta" visto que o mesmo ordenou a morte dum Judeu (Abu Afak) por este ter escrito poemas criticando a Maomé e o islão.

A Wikipedia, sempre pronta a defender todas as crenças menos o Cristianismo, diz que "a autenticidade desta história é duvidosa". Curioso que só os eventos que mostram a natureza totalitária do islamismo é que sejam de historicidade "duvidosa".

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Líder Cristão Pede Que o Alcorão Seja Proibído no Seu País

Abdul Rauf Farouk, líder do partido islâmico paquistanês JUI (Jamial Ulama Slam), encaminhou à Suprema Corte pedindo para que a Bíblia seja proibida no país por “difamar o nome de alguns profetas”.

Os muçulmanos consideram alguns profetas Bíblicos como "profetas do islão". Um desses profetas é Ló, da linhagem de Abraão. Génesis 19:33-36 relata como as suas duas filhas o embebedaram para ter uma relação incestuosa com ele.

Outro é Jacó, também descendente directo de Abraão. Génesis 29:23 diz que Lia, mulher de Jacó, lhe deu a sua criada Zilpa para que ele pudesse ter filhos.

Farouk argumentou que trechos Bíblicos como esses são imorais, porque “minam a santidade dos santos”.

Isso é um insulto a todos os muçulmanos.
Ele disse que o islão respeita os livros sagrados de todas as religiões, mas não aceita a calúnia contra os profetas. O maometano não explicou no entanto como é possível uma religião aceitar os "livros sagrados de todas as religiões" mas ao mesmo tempo exigir que a Bíblia - um Livro Sagrado - seja proibido.

Censura ao texto sagrado

O líder muçulmano afirmou que só desistirá de proibir a Bíblia caso esses trechos sejam suprimidos. Ainda assim manterá a acusação de que o apóstolo Paulo distorceu as Escrituras Sagradas para criar uma falsa religião.

Esta posição, incidentalmente, contradiz o "profeta" do islão uma vez que ele viu em Paulo um genuíno e sincero seguidor do Senhor Jesus

Aqueles que Jesus Filho de Maria enviou, tanto discípulos como aqueles que vieram depois deles, foram: Pedro, o discípulo, e Paulo; (Paulo pertencia aos seguidores mas não era um discípulo) juntamente foram enviados a Roma.
(Alfred Guillaume's The Life of Muhammad (Oxford University Press Karachi, p. 653))

Outras fontes islâmicas afirmam que a declaração precedente inclui:

Entre os apóstolos e aqueles discípulos entre eles, a quem Jesus enviou, havia Pedro e o seu companheiro Paulo.
(Thalabii, Qisas al-Anbiyaa, pp. 389-390)

Os maometanos desconhecem por completo o que o islão inicial dizia sobre Paulo. Em vez disso, e como forma de justificarem a discrepância entre o Alcorão e a Bíblia, eles erradamente defendem que o Apóstolo Paulo "distorceu" a "verdadeira" Mensagem do Senhor Jesus. Nunca nos dizem, no entanto, quando é que essa "distorção" ocorreu em concreto.

O clérigo continua:

O cristianismo é um grande fonte de imoralidade que se estende à pornografia, dança e outros males.
Declaração curiosa esta, quando se sabe que os maiores consumidores de pornografia no mundo são os países islâmicos.

A comunidade Cristã reagiu com veemência contra a solicitação de proibição da Bíblia. O bispo John Alexander Malik, por exemplo, disse que o JUI está se a intrometer na religião alheia, além de “semear as sementes da discórdia”.

Ele disse temer que a iniciativa do fundamentalista Farouk seja o prenúncio de perseguições mais severas aos cristãos.

O extremismo religioso no Paquistão tem aumentado após a captura e morte de Osama Bin Laden. Além disso, atitudes das autoridades paquistanesas têm recebido destaque na mídia, caso da condenação à morte da cristã Asia Bibi, por blasfêmia contra o profeta Maomé.

Fonte
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