MITOS ISLÂMICOS

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quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

O Cristianismo encontra-se sitiado


Durante esta altura do ano cheio de celebrações religiosas alegres e especialmente a alegria da quadra partilhada com a família e com os amigos durante a altura do Natal, não podemos deixar de lado o facto de, em muitos locais do mundo, o Cristianismo encontrar-se sitiado, e os Cristãos estarem a ser abusados, brutalizados e assassinados.

Crimes horríveis tais como o rapto de quase 300 raparigas escolares Cristãs por parte dos terroristas islamitas do Boko Haram, as decapitações de Cristãos por parte do Estado Islâmico no Iraque e na Síria, e a fuga dos motins e dos assassinatos por parte dos Cristãos Coptas do Egipto durante o reinado da Irmandade Muçulmana, fizeram as manchetes dos jornais.

Mas "normalmente invisível para o mundo" é a realidade diária dos Cristãos a serem "economicamente marginalizados, a verem a educação a ser negada aos seus filhos, a serem torturados, espancados, torturados, violados, aprisionados, e infelizmente assassinados devido à sua fé", observa Jeff King, presidente da organização International Christian Concern.

O site da ICC,  Persecution.org, e as organizações e indivíduos tais como a Open Doors e o Gatestone Institute de Raymond Ibrahim levam a cabo um bom trabalho de tentar manter o sofrimento dos Cristãos perto do olhar público. As suas notícias, facilmente disponíveis na internet, são uma leitura perturbadora.

Ibrahim escreveu sobre um imã do Uganda convertido ao Cristianismo que fundou uma escola Cristã. Hassan Muwanguzi foi espancado por muçulmanos, levado ao tribunal sob acusações falsas de "contaminar" uma rapariga muçulmana, viu a sua casa incendiada, foi levado ao hospital por envenenamento, e sobreviveu a um ataque levado a cabo por 4 muçulmanos que deixou a sua filha de 12 anos morta.

Num crime que "agitou profundamente a comunidade Cristã do Paquistão", reportou a ICC, uma multidão acusou um casal Cristão de queimar páginas do Alcorão, espancou-os e queimou-os vivos num forno de tijolos. A mulher estava grávida, e a multidão de muçulmanos deixou 4 crianças órfãs.

A Open Doors reportou que um convertido Cristão enfrenta uma pena de prisão de cinco anos no Egipto, e que uma igreja Anglicana na Nigéria fechou as portas depois de 11 membros terem sido mortos pelos terroristas do grupo islâmico al-Shabaab.

A Open Doors afirma que n Índia, os alunos e os professores Cristãos não terão o feriado de Natal porque o governo declarou o dia 25 de Dezembro como “Good Governance Day”, com um concurso de redacção nesse dia. Para além disso, um grupo nacionalista Hindu declarou que o dia deveria ser devotado a "re-converter" 4,000 Cristãos para a fé Hindu.

Ibrahim escreve:

Um número crescente de Cristãos por todo o mundo, especialmente no mundo islâmico, estão . . . a perder absolutamente tudo em nome da sua fé.

(....)

O Cristianismo não se encontra nas boas graças junto da elite secular Ocidental. Até nos Estados Unidos já vimos uma campanha mesquinha de grupos tais como o Freedom from Religion Foundation de perseguir todas as exibições públicas de Cristianismo.

A Europa busca formas de acomodar a crescente população muçulmana, e isso não está a correr bem. Ibrahim reporta que uma povoação Alemã disponibilizou uma parte dum cemitério para funerais islâmicos só para ver os líderes islâmicos a exigir que as cruzes e os símbolos Cristãos fossem removidos ou cobertos durante as cerimónias islâmicas.

Um pensamento para este Natal: uma ameaça contra uma religião é, no final das contas, uma ameaça a todos nós - e contra todos nós.

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segunda-feira, 16 de junho de 2014

Jihadistas mascarados matam Cristãos

No dia 4 de Junho a BBC News reportou que os terroristas maometanos do Boko Haram mascararam-se de líderes Cristãos e mataram cerca de 45 pessoas numa povoação perto de Maiduguri, capital do estado Borno, no nordeste da Nigéria. Os sobreviventes disseram que os muçulmanos convidaram os residentes para os ouvir a pregar, mas quando as pessoas chegaram perto, os jihadistas dispararam contra eles antes de fugirem através do rio e incendiarem habitações duma vila próxima.

O ataque assassino seguiu-se a outro ataque prévio ainda mais mortífero que ocorreu no dia 2 de Junho quando os muçulmanos do Boko Haram, disfarçados de soldados, atacaram três vilas próximas na remota área de Gwoza - também do estado de Borno - matando cerca de 200 civis. Segundo reportado pela Fox News, os assassinos muçulmanos "chegaram em picapes Toyota Hilux - normalmente usadas pelos militares - e disseram aos civis que eram soldados e que 'estamos aqui para os proteger a todos' - a mesma táctica usada pelo grupo quando, em Abril, raptaram [centenas de raparigas] da escola localizada em Chibok.” Depois dos terroristas muçulmanos terem reunidos os residentes, "eles começaram a gritar 'Alá é o maior, Alá é o maior' com todas as suas forças," afirmou um sobrevivente do ataque.

Depois disto, começaram a disparar de modo contínuo sobre as pessoas durante um longo período de tempo até que todos os presentes se encontravam mortos.

Entretanto, a "Morning Star News", que monitoriza a perseguição e os ataques feitos aos Cristãos por todo o mundo, reportou que dois ataques semelhantes no dia 1 de Junho, onde os muçulmanos do grupo terrorista Boko Haram atacaram e mataram 9 Cristãos que guardavam um culto numa igreja no estado do Borno, e mais 48 Cristãos noutro ataque que ocorreu no vizinho estado de Adamawa.

Segundo os líderes Cristãos dum dos locais, pelo menos 10 homens armados estiveram envolvidos no ataque na congregação "Church of the Brethren"  (EYN) na Nigéria, perto duma povoação junto da fronteira com os Camarões. Notícias do local do crime confirmaram que 9 indivíduos que se voluntariaram para fazer a segurança da igreja foram mortos no ataque. Depois do acto terrorista, os líderes Cristãos reportaram ao "Morning Star News" que alguns dos homens locais mobilizaram-se e mataram 4 dos terroristas muçulmanos, e prenderam outros 3.

A Dra. Rebecca Dali, uma das líderes da congregação e esposa do supervisor-geral das congregações EYN, disse que os atacantes fazem parte duma grupo maior de terroristas, cujo número pode chegar aos 200; eles têm levado a cabo ataques contínuos contra os Cristãos da área, causando danos e destruindo igrejas e casas dos congregantes. Dali disse ainda que o seu marido tentou sem sucesso contactar os oficiais militares da capital do Borno, Maiduguri, e que os terroristas muçulmanos encontraram pouca resistência aos seus assaltos contínuos nas áreas Cristãs:

Têm ocorrido ataques 24 horas por dia contra as comunidades Cristãs .... Os muçulmanos do Boko Haram destruíram 36 igrejas na área de Gwoza, incluindo a igreja de Attagara que atacaram no Domingo .... Actualmente só duas igrejas é que ainda não foram afectadas.

O ataque de Junho na povoação de Mubi na área de Adamawa - área predominantemente Cristã - matou 48 pessoas, a maior parte delas pessoas do bar que assistiam um jogo de futebol, bem como espectadores dum jogo de futebol que ocorria por perto. Um dos residentes da povoação disse o seguinte ao "Morning Star News":

Havia alguns membros da nossa igreja na vizinhança do ataque bombista, e eles disseram que pelo menos 48 pessoas foram mortas no ataque... Entre aqueles que morreram, a maioria eram Cristãos. Alguns jovens Cristãos encontravam-se também a jogar futebol perto do ataque bombista, e também eles foram afectados com o ataque.

Paul Gadzama do grupo missionário Nigeriano "Relief, Empowerment And Development" (READ), disse ao "Morning Star News" que o propósito do Boko Haram é acabar com o Cristianismo na Nigéria:

O atiradores do Boko Haram continuaram  a atacar estas áreas habitadas por Cristãos com o propósito único de os expulsar e permitir o estabelecimento dum país islâmico. Até agora, eles já se apoderaram de muitas aldeias, forçando as pessoas [Cristãos] a fugir para os Camarões.

Segundo a maior parte das estatísticas, a população de 158 milhões da Nigéria é composta por 50% de Cristãos, sendo 45% composta por maometanos. As religiões indígenas bem como outras religiões são o restante.

O jornal Nigeriano "Leadership" reportou que mais de uma dúzia de oficias militares séniores foram alvo de uma tribunal marcial devido a acusações de fornecimento de informação e de armas aos terroristas maometanos do Boko Haram. O jornal citou um oficial de "segurança de alto nível" que afirmou que entre aqueles que foram presos "incluíam-se dez generais e pessoas com outras patentes, sem falar de soldados que foram considerados culpados de sabotar as operações. Estes enfrentam agora um tribunal marcial feito com o propósito de julgar pessoas da sua patente. Alguns foram considerados culpados e alguns ainda estão a ser julgados."

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O propósito de acabar com o Cristianismo na Nigéria não é invenção do Boko Haram, mas algo que faz parte fundamental da doutrina maometana. O próprio Maomé afirmou:

Irei expulsar os Judeus e os Cristãos da Península Árabe e só deixar muçulmanos. (Sahih Muslim 4366)

O Boko Haram não é um "grupo extremista" e nem está a agira "contra os ensinamentos do islão" visto que tudo o que eles fazem está em perfeito acordo com a sunnah, a Tradição (hadith) e o Alcorão. Esse é um dos motivos pelo qual os chamados "moderados" dificilmente conseguem oferecer algum tipo de suporte islâmico contra a tortura, o genocídio e a limpeza étnica levada a cabo por maometanos.

Tal como é dito por várias pessoas, o problema não são os árabes, os paquistaneses, os nigerianos ou os egípcios; o problema é, sempre foi, e sempre vai ser o que Maomé fez e ensinou. Enquanto as pessoas não estiverem dispostas a analisar os actos levados a cabo pelos maometanos à luz do que Maomé ensinou, coisas como as reportadas por este texto serão sempre "aberrações" feitas contra a "religião pacífica".

Entretanto, enquanto os maometanos ocidentais vão exigindo mais e mais "direitos", a perseguição global aos Cristãos continua. Que pena que as Nações Unidas esteja mais preocupada com a "homofobia" do que com o genocídio de Cristão. Mas nem isso deve ser acidental.



Fonte: http://bit.ly/1joPmtT

segunda-feira, 26 de maio de 2014

A linha do haram

Por Carlos J. F. Sampaio

Se há dramas sem final feliz, o mínimo que se pode desejar é que tenham visibilidade, provoquem reflexões e acções para evitar a sua repetição. Pode ser o caso do rapto das estudantes nigerianas pelo Boko Haram, organização para a qual o ensino ocidental é pecado e, por isso, têm como alvos principais dos seus ataques criminosos escolas e estudantes. 

Convém recordar que este caso chegou à opinião pública mundial pela dimensão, mas não foi o primeiro nem será o último. São dramas recorrentes, assim como o caso de Malala, alvejada por taliban no Paquistão, é apenas um, “felizmente” visível.

Dificilmente alguém poderá concordar ou desculpar minimamente estes energúmenos criminosos que presumem falar e agir em nome do Islão. Conheço muitos muçulmanos que não têm a mínima hesitação em condenar e repudiar frontal e publicamente tais propósitos. 

Apesar de não existir um líder equivalente ao Papa nem uma instituição reguladora como o Vaticano, era importante que as figuras públicas muçulmanas relevantes e influentes viessem a público proactivamente marcar uma linha e deixar claro onde começa o real haram (pecado).

Relativamente ao papel de lideranças influentes neste campo, não podemos deixar de pensar nas monarquias do golfo. A ligação passada entre a Arábia Saudita e o Al-Qaeda de Bin Laden e o apoio actual do Qatar a vários grupos armados, por exemplo na Síria, é incontestável. Também é do Qatar a cadeia de televisão Al Jazira, que teve um papel fundamental na mobilização da rua árabe durante as famosas Primaveras. 

Existe uma fortíssima acção de promoção do “seu islão” por parte destes protagonistas, com patrocínios de muitas formas e feitios. 

Ultrapassam a “linha” do direito internacional e do respeito dos direitos humanos? Quando esses altos dignatários aterram em Paris, ou noutra capital, com a carteira cheia para comprar activos e vontades, e se lhes desenrola a passadeira vermelha, era importante saber que outros terrenos pisam esses mesmos pés.


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Claro que nem o Carlos Sampaio nem qualquer outro escritor ocidental pode demonstrar como é que o grupo Boko Haram opera de maneira contrária aos ensinamentos de Maomé.

sábado, 24 de maio de 2014

Vítimas da Boko Haram deixadas para morrer no mato

Com as suas faces arranhadas e ensanguentadas, com o seu outrora inteligente uniforme escolar rasgado e sujo, as duas adolescentes foram acorrentadas às árvores, punhos presos com cordas, e deixadas pelo Boko Haram para morrer numa clareira dum mato da Nigéria. Apesar de terem sido violadas e arrastadas pelos arbustos, elas estavam vivas - mas apenas isso - no sufocante calor e humidade tropical.

Baba Goni
Este cenário cruel foi descoberto por Baba Goni, de 15 anos. "Elas estavam sentadas na base das árvores, com as suas pernas esticadas à sua frente - elas mal estavam conscientes," afirmou Baba, que serviu de guia para uma das muitas equipas de vigilantes que estão em busca das estudantes Nigerianas raptadas das suas escolas no mês passado pelo grupo muçulmano Boko Haram - incidente que actualmente se encontra no centro duma campanha internacional que apela a sua libertação.

A cena horrível que ele e o seus camaradas encontraram , uma semana depois do rapto que ocorreu no dia 15 de Abril, aconteceu num matagal espinhoso perto da aldeia de Ba'ale, a uma hora de distância de Chibok, onde 276 raparigas com idades entre os 16 e os 18 foram retiradas dos seus dormitórios - com 223 ainda desaparecidas. Isto ocorreu duas semanas antes das campanhas nas redes sociais e dos protestos terem atormentado a consciência do Ocidente devido ao rapto.

Nos dias que se seguiram ao desaparecimento, grupos comuns como o grupo de Baba, vasculhando as florestas com carrinhas Toyota, eram a única esperança das raparigas. Mas, segundo Baba, a esperança já se tinha desvanecido para algumas reféns quando o grupo falou com alguns aterrorizados habitantes locais quando o Boko Haram fez uma paragem de 3 dias com as suas cativas logo após o rapto.

A arrepiante descrição que ele obteve dos aldeões, através de fontes oficiais não confirmadas. é a coisa que as famílias das 223 ainda desaparecidas mais temem. Quatro raparigas foram mortas, disse Baba, baleadas pelos seus captores por serem "teimosas e pouco cooperantes". Essas 4 raparigas foram rapidamente enterradas antes dos brutais raptores seguirem o seu caminho. Baba acrescenta:

Todas as pessoas com quem falamos estavam cheias de medo e elas não queriam sair das suas casas. Elas não nos queriam mostrar onde estavam as sepulturas e como tal, apenas apontaram para o trajecto.

Esta pequena povoação rural, a meio caminho entre Chibok e Damboa no assediado estado de Borno no Nordeste da Nigéria, foi incapaz de parar o gangue Boko Haram quando este a atravessou, com as camiões cheios de raparigas em idade escolar que eles haviam raptado à mão armada antes de incendiar a sua escola.

Aventurando-se ainda mais pelo caminho, Baba e os seus amigos vigilantes encontraram as duas raparigas. Baba, o mais novo do grupo, ficou para trás enquanto os seus amigos tomavam conta da situação. "Eles usaram a minha faca para cortar as cordas", disse ele.

Ouvi as raparigas a chorar e a dizer aos outros que elas haviam sido violadas e deixadas ali. Elas tinham estado com as outras raparigas de Chibok, todas levadas da escola a meio da noite por parte de homens armados com uniformes de soldados. Não havia muito que nós pudéssemos fazer. Elas não queriam falar com homem algum. Tudo o que poderíamos fazer era colocá-las dentro do veículo e levá-las para a polícia de segurança em Damboa. Elas não queriam falar; elas apenas se agarraram umas às outras e choraram.

Fonte

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O mundo viu recentemente um vídeo com dezenas de raparigas raptadas a professar a sua "nova fé" no islamismo. Porque é que estas raparigas haveriam de se converter ao islão, a religião que permite que os homens tomem cativas de guerra e as violem (tal como Maomé fez com uma mulher judia depois de invadir Khaybar e matar várias pessoas, para além de torturar Kinana, o tesoureiro local, como forma de saber a localização do ouro da tribo)?


Elas "converteram-se" ao maometanismo esperando com isso que os seus raptores maometanos parassem de as abusar sexualmente e de as torturar. Aquelas que se recusaram, foram violadas, espancadas quase até à morte e deixadas como mortas por baixo do sol da Nigéria.

Esta é a versão do islão que se encontra no Alcorão, na hadeeth, na sunnah e em todas as fontes islâmicas autoritárias. Em caso de dúvida, perguntem aos líderes do Boko Haram quem lhes serve de exemplo.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Muçulmanos chacinam pelo menos 200 estudantes

Pelo menos 200 estudantes foram recentemente assassinados pelo grupo muçulmano Boko Hatrm quando se dirigiam para a escola. Boko Haram, quer em português quer dizer "a educação ocidental é proibida", trabalha para seguir os ensinamentos de Maomé e instalar um regime islâmico no nordeste da Nigéria.

Têm ocorrido diversos ataques a civis desde que o grupo Boko Haram deu início às suas actividades islâmicas. Este grupo, fundado em 2002 como forma de impedir a "ocidentalização" da Nigéria, tem como método primário atacar covardemente estudantes desarmados um pouco por todo o lado. Neste ponto (bem como em muitos outros, eles seguem a sunnah do seu profeta visto que também ele tinha como hábito lançar ofensivas assassinas contra povoações pacíficas que não tinham planos de atacar os maometanos.

Os terroristas do Boko Haram asseguraram-se de se apresentarem bem equipados no seu ataque aos estudantes e às outras povoações, chegando em dois veículos blindados e pick-ups de cabine dupla. Note-se: tudo isto para atacar estudantes desarmados.

O senador Zannah Ahmed, um líder local, declarou o seguinte:
Isto é uma prioridade para mim, visto que vidas inocentes estão envolvidas e elas são o meu povo. Tudo isto está a acontecer no meu distrito eleitoral, e não estaria certo manter o silêncio. Sinto-me muito mais pesaroso gostaria de não ter falado, mas a minha consciência não me deixa fazer isso.
O Boko Haram cometeu também outra atrocidade contra estudantes, desta vez escravizando pelo menos 200 raparigas. Previamente, quando o Boko Haram escravizou raparigas, elas frequentemente tornaram-se cozinheiras e escravas sexuais dos terroristas maometanos. Em vez da vida melhor que eles buscavam através da educação, muito provavelmente estas raparigas mais não são que escravas sexuais e não esposas, cozinheiras em vez de profissionais.

O grupo Boko Haram está a cometer atrocidades em nome de Alá e o que eles fazem está de acordo com os ensinamentos de Maomé. Através de numerosos ataques a civis, eles buscam impor, à força, a sua visão do que é uma boa sociedade. De facto, os seus ataques aos estudantes são abominações covardes que nunca podem deixar de ser questionadas.

Os esquerdistas que fazem parte do site MoveOn.org (financiado pelo capitalista George Soros) criaram uma petição requisitando que o Boko Haram não seja classificado de "Grupo Terrorista Estrangeiro" por parte dos EUA mas felizmente o "Department of State" ignorou tal atitude lunática e seguiu em frente com a designação.

Fonte
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Não deixa de ser sintomático que sejam os esquerdistas os principais agentes de desculpabilização das atrocidades islâmicas. Sem o apoio tácito da esquerda mundial, bem como com o apoio da maioria da suposta "direita conservadora", os maometanos muito provavelmente não se sentiriam tão confiantes para matar Cristãos.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Boko Haram prova do seu próprio veneno

Um grupo organizado de aldeões matou entre 100 e 200 membros do grupo terrorista Boko Haram no que pode ser visto como uma violenta resposta às acções dos islamitas, mas também à ineficácia do exército da Nigéria. A emboscada ocorreu em Kala-Balge, no Norte do país, no estado de Borno e evitou um ataque dos terroristas planeado para várias localidades na região.

Armados com arcos e flechas, machados e facas, os residentes provocaram um enorme número de mortos, feridos e detidos entre os fundamentalistas islâmicos que têm aterrorizado o país e o mundo. Esta é a segunda vez que um ataque do grupo terrorista Boko Haram é evitado.

Há alguns meses, foi igualmente impedido o ataque à localidade de Kala-Balge, próxima da fronteira com os Camarões. Apesar do estado de emergência que foi imposto há um ano em toda a região Norte, as autoridades nigerianas mostram-se incapazes de assegurar a protecção e segurança das pessoas e bens.

Entretanto, o Parlamento da Nigéria aprovou o prolongamento da declaração de emergência nos estados de Adamawa, Yobe y Borno, a principal área de acção dos terroristas. A medida foi solicitada pelo Presidente nigeriano Goodluck Jonathan, e foi aprovada por uma larga maioria da Câmara dos Representantes.

A realidade mostra, no entanto, que a situação de insegurança se mantém, com a multiplicação nos últimos meses de ataques terroristas, roubos e sequestros. Goodluck Jonathan, de caminho para Paris onde se encontrará com François Hollande, planeou visitar Chibok, o local onde as mais de 200 meninas foram raptadas. A visita foi anulada. Por motivos de segurança.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Muçulmanos vendem raparigas por 12 dólares

Há alguns dias atrás um grupo de mães marchou na Nigéria como forma de protestar a inactividade do governo depois de já se terem passado vários dias desde que 200 raparigas foram raptadas pelo grupo islâmico Boko Haram - que opera com impunidade quase total na região. Alegadamente, muitas das raparigas foram já vendidas para escravatura ou para "casamentos" a preços que chegaram os 12 dólares ($12).

A manifestação das mães foi feita no mesmo dia em que o Departamento de Estado dos EUA emitiu o seu relatório anual de terrorismo, que qualificou o grupo Boko Haram como um dos mais perigosos do mundo - ficando na 13ª posição perto dos Talibã do Afeganistão e das facções da Al-Qaeda presentes no Iraque e na península Arábica - e disse que ele é responsável por mais de 1000 mortes só no ano de 2013.

O grupo Boko Haram, cujo nome em português significa "a educação ocidental é pecaminosa", tem atacado as escolas da Nigéria desde que  foi formado no princípio deste século, mas o ataque do dia 14 de Abril, levado a cabo na Escola Secundária Governamental para Raparigas na povoação Nigeriana de Chibok, causou um choque imenso por todo o mundo. Mais de 200 raparigas foram levadas, e passadas que estão vários dias, ainda não é bem claro onde é que elas se encontram.

Mausi Segun (Human Rights Watch) disse o seguinte à NBC News da Nigéria:

Pelo menos 230 raparigas ainda se encontram cativas. Algumas já foram levadas através da fronteira para os Camarões enquanto algumas foram levadas para o Chade. Outras poucas ainda se encontram no país, mas o seu paradeiro é difícil de discernir por agora.

As identidades das raparigas foram mantidas secretas por parte do governo Nigeriano, citando "preocupações de segurança". Segun continua:

Sabemos muito pouco sobre as raparigas, para além delas fazerem parte da classe mais avançada das escolas secundárias da Nigéria. A maior parte delas tinha entre 16 e os 18 anos.

Segundo líderes comunitários da Nigéria, as jovens raparigas estão a ser forçadas a casar com os extremistas islâmicos que as raptaram (seguindo o exemplo de Maomé que se "casou" com uma mulher judia precisamente no dia em que invadiu Khaibar, matou a sua família e torturou um homem como forma de obter o seu dinheiro).

Segundo Halite Aliyu, do Fórum "Born-Yobe People", falando para a Associated Press em Lagos, as estudantes estão a ser vendidas por 2,000 naira - cerca de 12 dólares - para se casarem com os terroristas muçulmanos. Ela disse que notícias de casamentos em massa estão a chegar de aldeões da "Sambisa Forest", na fronteira da Nigéria com os Camarões, lugar que se crê ser um dos esconderijos do Boko Haram:

Segundo as últimas notícias, elas foram levadas através da fronteira, algumas para os Camarões e outras para o Chade.

Pogu Bitrus, ancião comunitário em Chibok, povoação onde as raparigas foram raptadas, disse à BBC que algumas das raparigas "foram casadas com os insurgentes num tipo medieval de escravatura." Segundo ele, "você vão, capturam as mulheres e vendem-nas posteriormente."

Fonte

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Quando este e muitos outros blogues reportam que a religião islâmica sanciona o rapto e a violação de mulheres, somos chamados de "racistas" e "islamofóbicos", embora nós estejamos a citar fontes islâmicas que confirmam o que afirmamos. Infelizmente, nos dias de hoje o valor da verdade depende da sua utilidade política para a esquerda militante, e como tal, os argumentos contrários mais não são que algo como "Não nos interessa o que o Alcorão diz, desde que não se ofendam os sentimentos dos muçulmanos ocidentalizados que apenas se querem sentir bem na sua religião."

O problema com esta resposta é que, quer se queira ou não, existem muitos maometanos que levam o Alcorão a sério, e quanto mais nós ignorarmos o que as fontes islâmicas dizem, mais grupos como o Boko Haram raptarão e violarão mulheres inocentes (muçulmanas ou não).

Será que os sentimentos das mães que perderam as suas filhas para a escravatura importam? Se sim, então é fundamental ressalvar que o que o Boko Haram faz está de acordo com o que Maomé, fez, ensinou e "revelou" no seu Alcorão.

Isto pode ser uma verdade difícil de aceitar para muitos, mas ignorá-la não a tornará menos verdadeira. Aliás, ignorá-la apenas fará com que a veracidade desta declaração se torne cada vez mais óbvia, inclusive no Ocidente.
Ver este vídeo

terça-feira, 6 de maio de 2014

Boko Haram ameaça "vender no mercado" centenas de alunas raptadas na Nigéria

 
O movimento islamita Boko Haram reivindicou esta Segunda-Feira o rapto de mais de duas centenas de alunas de liceu levado a cabo em meados de abril em Borno, Estado do nordeste da Nigéria. Num vídeo de 57 minutos, remetido às agências internacionais, o líder daquele grupo armado, Abubakar Shekau, anuncia a intenção de “vender no mercado” as raparigas, “por Alá”.

“Raptei as vossas raparigas. Por Alá, vou vendê-las no mercado”, proclama Abubakar Shekau, o número um do grupo extremista islâmico Boko Haram, num vídeo obtido pelas agências internacionais. Este registo de 57 minutos começa com a imagem de um grupo de combatentes armados de espingardas automáticas. Entre disparos para o ar, os homens gritam Allahu akbar - “Deus é grande”.

Desconhece-se a data das filmagens. Concretamente, se foram captadas antes ou após a divulgação de notícias, na semana passada, que apontavam para o casamento forçado - com captores do próprio Boko Haram - de algumas das mais de 200 adolescentes raptadas em abril no Estado nigeriano de Borno, no nordeste daquele país africano. Ou mesmo sobre o envio de alunas para países vizinhos, nomeadamente o Chade e os Camarões, onde teriam já sido “vendidas” por uma soma de cerca de 12 dólares (8,6 euros), cada uma.

Na mesma mensagem, Shekau lança-se também numa litania contra a educação ocidental, que, nas suas palavras, “deve cessar”. E as raparigas, defende, “devem desistir” da escola para “casarem”.

“Meus irmãos, vocês devem cortar as cabeças dos infiéis. Meus irmãos, vocês devem capturar escravos. Meus irmãos, há escravos no Islão, não se deixem enganar”, prossegue o líder do Boko Haram, para então acrescentar: “Eu vou casar com uma rapariga de 12 anos e vou casar com uma rapariga de nove anos”.


Outras informações, por confirmar, referem que o Boko Haram estaria disposto a negociar o pagamento de resgates pela libertação das raparigas, duas das quais teriam sucumbido a ferimentos sofridos em cativeiro. A coberto do anonimato, um teórico muçulmano, descrito como “intermediário”, adiantou que as estudantes cristãs teriam mesmo sido obrigadas a converterem-se ao Islão.

De acordo com a polícia nigeriana, os guerrilheiros islamitas raptaram, ao todo, mais de 300 alunas. Escaparam 53. Permanecem em cativeiro 276.

Bring back our girls

O destino das jovens raptadas pelo Boko Haram gerou uma vaga de indignação não apenas na Nigéria, mas também entre a comunidade internacional. Um movimento intitulado Bring back our girls (devolvam as nossas raparigas) promoveu várias manifestações por todo o território nigeriano, exigindo esforços redobrados por parte do Governo e do Exército com vista à libertação das alunas.

Naomi Mutah, uma das responsáveis pela criação do movimento de protesto, foi detida na noite de domingo, depois de se ter encontrado com a primeira-dama da Nigéria, Patience Jonathan. Mutah, que foi acusada de se ter feito passar por mãe de uma das estudantes raptadas, saiu entretanto em liberdade.

Debaixo de crescente contestação popular, o Presidente nigeriano pronunciou-se pela primeira vez sobre este rapto no domingo, prometendo “fazer tudo” para obter a libertação das adolescentes. Goodluck Jonathan diria ainda contar com a cooperação dos Estados Unidos na resposta à aguda crise de insegurança que assola o seu país. Na véspera o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, garantira, num compromisso vago, que Washington faria “tudo que fosse possível” para ajudar as autoridades de Abuja.

Com uma população de aproximadamente 170 milhões, a Nigéria vive dias de violência no norte, bastião dos islamitas, no centro, com confrontos quotidianos entre diferentes comunidades, e no Delta do Níger, a sul, onde as populações locais exigem uma repartição mais equilibrada das receitas dos recursos petrolíferos.

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segunda-feira, 5 de maio de 2014

Ninguém tenta salvar 220 meninas raptadas?

 
Foram levadas da escola há três semanas. Em desespero, alguns pais, armados com arco e flechas, entraram pela floresta em busca dos raptores. Das que conseguiram fugir, ouvem-se relatos de venda como escravas sexuais e de trabalhos forçados. Serão 220 as adolescentes ainda desaparecidas desde que uma milícia islamita atacou a sua escola no Norte da Nigéria.

Esta é uma daquelas tragédias que ameaçam passar despercebidas. Mas mesmo que a Nigéria seja longe e o seu norte empobrecido um lugar remoto, ninguém pode ficar indiferente ao sequestro de duas centenas de meninas. Até porque os suspeitos têm nome e um historial de raptos, assassínios e bombas.

O Boko Haram, que numa tradução livre da língua haúça significa "a educação ocidental é pecado", é um grupo islamita activo desde 2002 e que só nos primeiros meses deste ano terá matado 1500 pessoas. Mostra uma visão obscurantista do islão e um extremismo que faz os talibãs darem ar de moderados. Parece não temer ninguém, apesar de o fundador ter sido morto pelo exército.

Há quem acuse o Presidente Goodluck Jonathan de impotência. Oriundo do Sul cristão, a sua prioridade, como a dos antecessores, é manter os equilíbrios na ex-colónia britânica, independente desde 1960.

Mas se a Guerra do Biafra de triste fama foi um conflito étnico, o que se está a passar no Norte da Nigéria ameaça a coexistência entre muçulmanos e cristãos na mais populosa nação africana. Tolerá-lo expõe as fraquezas de um país que até acaba de celebrar a ascensão a primeira economia do continente e que esta semana vai acolher em Abuja, a capital, um fórum económico mundial.

A boa-nova é que a sociedade nigeriana mostra uma admirável vitalidade. Multiplicam-se os protestos junto ao Parlamento a exigir ações para libertar as meninas raptadas a 14 de abril na escola de Chibok. E vários sites exibem um contador dos dias, horas, minutos e segundos passados após o ataque do Boko Haram. Uma forma de pressionar as autoridades a fazer mais do que lamentar-se de que devem ter sido levadas para os Camarões. 

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Paulo Ferreira está errado ao dizer que o grupo Boko Haram mostra "uma visão obscurantista do islão" visto que o próprio fundador da fé islâmica levou a cabo actos iguais aos do Boko Haram.

É sempre cómico ver opinadores ocidentais assumirem que sabem mais do islão do que as pessoas que practicam essa fé há mais de 100 anos.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Muçulmanos raptam estudantes para servirem de escravas

O sequestro de mais de uma centena de alunas da escola Chibok, no nordeste da Nigéria, é o mais recente episódio de um fenómeno cada vez mais evidente e dramático.

«Não foi pedido nenhum resgate e o mais provável é que as jovens tenham sido levadas para serem exploradas como escravas», afirmou o padre Timothy Cosmas, responsável pela Comissão Justiça e Paz da diocese de Maiduguri, a região onde ocorreu o rapto.

Segundo o sacerdote, citado pela agência Misna, no estado de Borno, verificaram-se pelo menos três sequestros de estudantes, no último ano. Militantes do Boko Haram mataram os homens, incendiaram as casas e levaram as raparigas. Agora, além de destruírem dezenas de casas em Chibok, os extremistas entraram na escola e fizeram reféns mais de 100 jovens.

«Eles atacaram a escola porque consideram que o modelo de instrução ocidental é contrário aos princípios do Islão, mas também porque podiam capturar um grande número de pessoas ao mesmo tempo», testemunhou o sacerdote, sublinhando que os sequestradores chegaram ao estabelecimento em camiões, na noite de segunda-feira, 14 de Abril, e apanharam as jovens no dormitório.


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Este é um costume islâmico aprovado pela sua religião visto que o próprio Maomé invadiu os Judeus de Khaybar, matou várias pessoas e tomou uma das mulheres Judias como sua "esposa" (violando-a no próprio dia em que ele matou o marido, o pai e o resto da família).

Portanto, criticar este tipo de comportamento sem fazer a ligação com o comportamento do fundador da religião islâmica é insuficiente:
O apóstolo de Alá (que a paz esteja com ele) enviou uma expedição militar até Awtas por ocasião da batalha de Hunain. Eles depararam-se com o inimigo e combateram-no. Depois de os terem vencido, levaram consigo os cativos. 

Alguns dos Companheiros do apóstolo de Alá (que a paz esteja com ele) estavam relutantes em ter relações sexuais com as cativas na presença dos seus esposos, que eram descrentes. Então Alá, o exaltado, enviou o verso alcorânico onde se lê:

"Também vos está vedado desposar as mulheres casadas, salvo as que tendes à mão." (4:24)  Abu Dawud 2150 e Muslim 3433
Isto é, os maometanos estavam relutantes em violar as mulheres na presença dos seus maridos, mas Maomé/Alá "revelou" uma ayah que descançou a consciência dos mujahedin.

Sempre bom ter um "deus" que está sempre pronto a legalizar as paixões sexuais dos homens muçulmanos.
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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

A jihad contra os universitários

Terroristas maometanos atacaram uma universidade agrícola pela calada da noite, matando dezenas de estudantes enquanto eles se encontravam a dormir nos seus dormitórios. Para além disso, e num gesto que se torna cada vez mais comum na Nigéria devido à revolta em curso no nordeste do país, os terroristas incendiaram salas de aulas.


Molima Idi Mato, reitor da "Yobe State College of Agriculture" afirmou à Associated Press que o número de mortos pode atingir os 50 estudantes, num ataque que teve início por volta da uma da madrugada. Ele afirmou ainda que não podia ainda dar o número certo de mortos porque as forças de segurança se encontravam ainda a recoler os corpos.

Os outros 1,000 alunos inscritos abandonaram as instalações da universidade que se encontra a cerca de 40 quilómetros a norte dum local escolar onde também ocorreram ataques (perto de Damaturu).

Segundo Mato, não havia forças de segurança dentro da universidade, apesar das garantias do governo. Há cerca de duas semanas atrás, Mohammmed Lamin (comissão estatal para a educação) convocou uma conferência de imprensa apelando a todas as escolas que voltassem a abrir e prometendo protecção por parte de soldados e forças policiais.

A maior parte das escolas desta área fecharam depois de terroristas maometanos terem morto 29 alunos e um professor num ataque que ocorreu no dia 6 de Julho em Mamudo, perto de Damaturu. Segundo se sabe, algumas das vítimas foram queimadas vivas no local.

O nordeste da Nigéria encontra-se num estado de emergência militar devido à revolta levada a cabo pelo grupo terrorista maometano com o nome de Boko Haram. Este grupo é responsável pela morte de pelo menos 1,700 pessoas inocentes desde que anunciaram a sua jihad em favor da criação dum estado islâmico.

"Boko Haram" em português significa algo do tipo "a educação não-islâmica é proibida".


Fonte: http://arabnews.com/news/466176

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Os grupos terroristas muçulmanos são os mesmos covardes de sempre: em vez de enfrentarem exércitos armados e bem preparados, os muçulmanos lançam as suas ofensivas de "guerra" cobardes contra mulheres, crianças e pessoas indefesas. Aparentemente, o seu deus Alá não se sente confiante para enfrentar homens armados.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

O porquê do Boko Haram matar Cristãos com impunidade

Segundo um perito local, o terrorismo islâmico prospera na Nigéria devido a uma cultura que treina, arma e paga aos jovens mais pobres para que estes levem a cabo actos de violência durante campanhas políticas, criando uma milícia pronta a ser recrutada pelos terroristas quando a época das eleições termina. 

Segundo Adeniya Ojutiku, um Baptista dedicado a servir os nigerianos na sua própria terra, os políticos nigerianos recusam-se a combater o terrorismo no seu âmago uma vez que isso significaria desmantelar a cultura política que assegurou a sua eleição.

Os governos estaduais nigerianos deveriam ser responsabilizados por não serem capazes de controlar ou suster o terrorismo islâmico levado a cabo contra os Cristãos, afirmou Ojutiku, co-fundador da "Lift up Now Foundation":

O ponto da compensação monetária a cada uma das vítimas do terrorismo na Nigéria, às suas famílias, às suas comunidades, ben como às igrejas (queimadas, bombardeadas, destruídas ou danificadas) tem que ser introduzido nos temas de discussão pública. . . . . A compensação das vítimas tem que passar a ser um ponto fulcral de agitação por parte das pessoas de bem.

A perseguição levada a cabo contra os Cristãos é muito mais política e económica do que religiosa, afirmou Ojutiku, ressalvando que os extremistas islâmicos recrutam jovens milícias que foram abandonados no final do ciclo eleitoral e que não vêem mais nenhum meio de sobrevivência.

É um dado amplamente conhecido que a maior parte dos grupos étnicos violentos de toda a Nigéria tiveram o seu início como obra de algum político desesperado que solicitou e armou rufias predispostos para a criminalidade como forma de intimidar e esmagar os adversários políticos, bem como com o propósito de perverter as eleições políticas durante o período de democratização da Nigéria (depois da liderança militar).

Ojutiku afirmou ainda que, durante a campanha eleitoral, a maior parte dos grupos violentos foram muito bem financiados pelos seus senhores mas que após as eleições, estes grupos foram totalmente abandonados pelos mesmos senhores (quer estes tenham ou não vencido as eleições).

Rapidamente, estes grupos de rufias envolveram-se com milícias, acossando, intimidando e extorquindo dinheiro das vítimas. Esta criminalidade aumentou quando os membros destas milícias privadas buscaram financiadores abastados locais e internacionais, e começaram a promover novas causas e um novo tipo de agenda.

Fonte..

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Líder de grupo radical justifica massacre em escola nigeriana

Kano - O líder do grupo radical islâmico nigeriano Boko Haram, Abubakar Shekau, justificou hoje (sábado) o massacre de 06 de Julho numa escola no noroeste do país, mas sem reivindicá-lo, num vídeo obtido pela AFP.
    
"Nós damos todo o nosso apoio ao ataque a este estabelecimento de educação ocidental em Mamudo", no estado de Yobe, declarou num vídeo de dez minutos, referindo-se ao massacre de 41 alunos e um professor (segundo um registo estabelecido por fontes médicas).
              
Contudo, Abubakar Shekau afirmou que o seu grupo não é o responsável pela morte dos estudantes.
              
Num momento raro, o chefe radical chegou a se expressar em inglês - por alguns segundos no fim da sua mensagem-, assegurando mais uma vez que o Ocidente quer destruir o Islão.
              
No vídeo, líder islâmico afirma que todos os "estabelecimentos de educação ocidentais" são parte de "um complô” contra o Islão.
              
O nome do seu movimento, "Boko Haram', significa "a educação ocidental é um pecado".
              
Os ataques efectuados pelo grupo Boko Haram e as medidas de respostas das autoridades nigerianas causaram mais de três e 600 mortes desde 2009 e a crueldade desse novo massacre provocou grande indignação em todo o país.
       
Segundo fontes médicas, o ataque ao colégio de Mamudo causou 42 mortos, mas o exército faz um balanço de 21.
             
Homens armados reuniram alunos, professores e funcionários do estabelecimento num dormitório antes de lançarem explosivos e dispararem contra eles, segundo testemunhas.
             
Esse foi o terceiro ataque contra uma escola da região desde 16 de Junho.


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domingo, 24 de fevereiro de 2013

Nigéria: Muçulmanos matam mais de 50 cristãos em ataque violento


Extremistas muçulmanos assassinam brutalmente 50 cristãos dentro da casa de pastor na Nigéria, mais um trágico caso de violência contra cristãos, um grupo de extremistas muçulmanos invadiu a casa de um pastor, nas dependências da Igreja de Cristo da Nigéria, assassinando brutalmente sua família e mais 50 cristãos que estavam presentes na casa no momento do ataque, que aconteceu no dia 07 deste mês. 

As famílias que estavam na casa do pastor já eram refugiados de outra perseguição, na vila Maseh, eles buscaram abrigo na casa pastoral para escapar das investidas e do clima de tensão no lugar onde viviam. 

Os homens iniciaram o ataque invadindo a residência do pastor e atirando contra as pessoas, após isso, eles atearam fogo na casa, onde muitos foram queimados ainda vivos. 

A autoria do ataque foi assumida pelo Boko Haram, grupo radial islâmico que tem sido responsável por uma onda de ataques contra cristãos na Nigéria. 

Eles disseram que os cristãos no país “jamais terão paz novamente”, caso não neguem a religião cristã e se convertam ao islamismo.



Fonte

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Nigéria: Obama não quer ofender maometanos.

Ao mesmo tempo que a administração Obama continua a afirmar que a jihad que o grupo maometano Boko Haram está a levar a cabo contra os Cristãos - que já causou a morte de milhares de Cristãos e a destruição de muitas igrejas - não está relacionada com o islão, o grupo mais uma vez deixou bem claro que a fé maometana é a principal causa da cristofobia. Uma reportagem recente afirma:

Num vídeo online disponibilizado na semana passada, o grupo militante muçulmano Boko Haram exigiu que o presidente Cristão da Nigéria se converte-se ao islão ou abandonasse o cargo. O líder do grupo [Boko] Haram, Abubakar Shekau, disse ao Presidente Goodluck Jonathan para se "arrepender e abandonar o Cristianismo", ou então os seus seguidores continuariam com a sua campanha violenta.

Apesar da administração Obama ter concordado em gastar $600 milhões numa iniciativa USAID lançada como forma de se averiguarem "as verdadeiras causas" por trás da violenta e sanguinária actividade do Boko Haram, desde o principio que o grupo - e outros maometanos - estavam enraivecidos pelo facto da Nigéria estar a ser liderada por um Cristão. Isto, note-se, apesar de Goodluck Jonathan, ter vencido as eleições de modo categórico ("landslide").

Em Abril de 2011, o analista Peter Run disse:

A onda actual de tumultos foi catalisada pelo anuncio da Independent National Election Commission's (INEC), na Segunda Feira [18 de Abril de 2011], de que o presidente incumbido, o Dr. Goodluck Jonathan, venceu a ronda inicial da contagem de votos. Os tumultos nas zonas do norte largamente habitadas por muçulmanos, e onde a derrota do candidato muçulmano - Muhammadu Buhari - foi [considerada] intolerável não foram surpreendentes. Eles estão agora zangados apesar dos peritos e dos observadores terem reportado que estas foram as eleições mais justas e mais independentes da recente história da Nigéria.

Mais uma vez, portanto, a realidade é facilmente discernível - no fundo, no fundo, a campanha assassina do grupo Boko Haram é inteiramente motivada pela sua religião - mas a administração Obama não só se recusa a designar este grupo como uma organização terrorista, como esbanja elevadas somas de dinheiro em iniciativas (ou diversões) supérfluas ao mesmo tempo que pressiona o presidente nigeriano para fazer mais concessões, incluindo a construção de mais mesquitas, o local exacto onde os muçulmanos são radicalizados e recrutados para a jihad do Boko Haram.

domingo, 1 de julho de 2012

Boko Haram: Só Vamos Parar Com os Ataques Terroristas Quando Todos os Cristãos se Converterem ao islão

Os assassinos maometanos do Boko Haram, que reivindicaram os recentes ataques a igrejas no norte da Nigéria que causaram a morte de 100 Cristãos, incluindo crianças inocentes, vieram a público revelar o verdadeiro motivo por trás dos seus ataques.

Segundo uma carta proveniente do porta-voz do grupo Abu Qaqa,

Hoje, o todo poderoso Alá [o deus que os muçulmanos veneram] deu-nos uma vitória contra as igrejas Cristãos em Kaduna e Zaria, o que provocou a morte de muitos Cristãos e muitos agentes de segurança.

Para que a paz reine na terra, todos os Cristãos devem-se converter ao islão.

Tal como diz o Alcorão no capítulo 9 e no versículo 29, Alá comissionou todos os muçulmanos a continuar os seus ataques aos Judeus e aos Cristãos que se recusam a acreditar nele [o deus árabe Alá] e no seu mensageiro, o profeta [sic] Maomé.

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Seria informativo saber como é que os muçulmanos a viver na Europa e nos Estados Unidos contradizem a interpretação deste grupo do versículo que eles citam. Ou será que contradizem?

Será que a interpretação do Boko Haram está certa? Como é que podemos saber qual é a verdadeira interpretação? Como é que os companheiros de Maomé interpretavam versículos como este? Como é que as primeiras gerações de muçulmanos olhavam para o mesmo?

Boko Haram: seguindo o exemplo de Maomé.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Grupo islâmico Boko Haram explica o porquê de atacar Cristãos inocentes

O grupo terrorista maometano Boko Haram, que tem vindo a levar a cabo uma matança sistemática de Cristãos inocentes na Nigéria, veio a público revelar os motivos que estão por trás do seu ódio aos Cristãos. Por incrível que pareça, a ocupação da Palestina não tem nada a ver com a sua cristofobia:
O governo nigeriano e os Cristãos são nossos inimigos e como tal vamos lançar ataques ao Estado da Nigéria, e ao seu aparato de segurança, e também às igrejas, até que consigamos atingir o nosso objectivo e estabelecer um estado islâmico no lugar do estado secular.

Somos responsáveis pelo ataque suicida na igreja em Jos e também pelo ataque noutra igreja em Biu.

Demos início a estes ataques para provar aos agentes de segurança da Nigéria que, contrariamente ao que eles alegam, nós não fomos enfraquecidos pelas suas operações militares contra nós.

Isto foi uma referência ao ataque que os militares nigerianos levaram a cabo contra os terroristas maometanos, conseguindo matar 19 terroristas nas cidades de Kano e Maiduguri.

A Nigéria, que está largamente divida entre linhas geográficas e religiosas - com a maior parte dos Cristãos concentrados no Norte e os maometanos no sul - tem sido incapaz de controlar a violência dirigida aos Cristãos. O Boko Haram, que matou centenas de Cristãos durante o ano passado, está muito activo no país apesar das promessas do presidente Goodluck Jonathan de fazer recuar o grupo. O presidente Jonathan afirma ainda:

Vamos esmagá-los. Vamos começar hoje à noite a agir de forma diferente, com estratégias diferentes, e lutar contra o Boko Haram até que sejam removidos da sociedade.
Os assassinos maometanos têm também estado muito vocais em torno das suas actividades, chegando até a ameaçar os jornalistas para não se esquecerem de incluir as suas declarações nas notícias em torno dos seus ataques.
Vamos ficar alertas aos comentários feitos a nosso respeito. . . . Que ninguém nos faça súplicas quando aprimorar-mos o nosso plano e der-mos início à operação, especialmente contra os jornalistas.

Fonte

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Sempre iluminador quando os maometanos revelam de forma clara quais são os seus planos. Ninguém se deixe enganar: aquilo que os muçulmanos querem para a Nigéria é o mesmo que eles querem para a Inglaterra, Holanda, França, Bélgica e outros países europeus. Aliás, na Bélgica existe uma organização cujo nome revela o seu propósito: Shariah4Belgium.

Todos aqueles argumentos em torno do "sofrimento" dos palestinos é a forma que eles encontraram para esconder os seus reais planos.

Outra coisa que convém notar é que estes muçulmanos odeiam os Cristãos não devido a algo que eles tivessem feito, mas apenas e só por existirem. Que tipo de sinal isso nos dá em torno da sua apetência para a "coesão comunitária"? Quando um membro da comunidade quer matar o outro, é seguro afirmar que os esforços para a "coesão comunitária" não estão a ser bem sucedidos.

Preparando o caminho para o estado islâmico.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Nigéria: Muçulmanos levam a cabo mais ataques cristofóbicos

Pelo menos cinco pessoas foram mortas numa explosão que atingiu uma igreja em Jos (Nigéria) durante o culto de Domingo. Testemunhas afirmam que o bombista suicida conduziu o carro até à igreja - onde os Cristãos se encontravam reunidos - e levou o cabo o ataque.

Uma turba enervada encontrava-se no exterior da Igreja "Christ Chosen Church of God", agora reduzida a escombros. Aparentemente houve um grande número de casualidades, incluindo crianças.

Entretanto na igreja "Lord’s Chosen Church" um bombista-suicida muçulmano explodiu-se a ele mesmo. Não se sabe se houve casualidades e até agora nenhum grupo muçulmano reivindicou o ataque.

O ataque a Cristãos inocentes é algo muito do agrado do grupo muçulmano Boko Haram, portanto, não é difícil somar 2 + 2 e concluir que eles estão por trás de mais este ataque.

Em Biu, no estado de Borno, homens armados abriram fogo sobre Cristãos que se encontravam numa igreja, matando e ferindo muitos deles. Hamidu Wakawa, uma das testemunhas afirma:

Três homens armados vieram até à entrada da Igreja e começaram a disparar sobre as pessoas que se encontravam no exterior, antes de entrarem na mesma e continuarem com a matança. Muitas pessoas foram mortas e feridas.

* * * * * * *

Esperamos ansiosamente que todas as pessoas que acusam este blogue de ser "islamofóbico" condenem este ataque a Cristãos inocentes (crianças incluídas) e mostrem como é que o Alcorão e as tradições do "profeta" Maomé condenam este tipo de acto (se é que condenam).

É sempre mais fácil fazer ataques de longe sem ter coragem de apresentar aqui os argumentos de forma clara e racional. Mas, claro, só apresenta argumentos quem os tem.

Adoradores de Alá - o deus árabe - continuam a matar Cristãos.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Nigéria: Muçulmanos matam cerca de 300 Cristãos em 3 semanas.

Cerca de 300 Cristãos inocentes foram mortos numa só diocese e outros 27 morreram em ataques levados a cabo em 3 igrejas à medida que a violência anti-Cristã escala na Nigéria.

O Rt Rev Timothy Yahaya, Bispo de Jalingo, disse ao Barnabas Fund que 300 Cristãos foram mortos na sua diocese numa série de incidentes que ocorreram durante 3 semanas. No Domingo dia 29/04/2012, no norte da Nigéria, 3 serviços religiosos Cristãos foram atacados, deixando 27 Cristãos mortos. O primeiro aconteceu quando os Cristãos se haviam reunido para a adoração na Bayero University em Kano.

Até agora confirma-se a morte de 22 Cristãos (ao mesmo tempo que 23 ficaram feridos) depois de bombas terem sido arremessadas para dentro do edifício por volta das 8:30 da manhã. Testemunhas afirmaram que os assassinos muçulmanos começaram por atirar explosivos e a disparar para o local, prosseguindo com os ataques aos Cristãos à medida que estes fugiam do local.

Mais tarde, e no mesmo dia, os terroristas muçulmanos abriram fogo contra outra igreja na cidade de Maiduguri. Cinco Cristãos, incluindo um pastor, foram mortos no ataque levado a cabo contra o edifício da "Church of Christ in Nigeria" (COCIN).

Guerra aos Cristãos

Ninguém ainda assumiu a responsabilidade dos ataques e nem é preciso visto que todo o mundo sabe qual é a ideologia política mascarada de religião que normalmente se delicia com a morte de Cristãos.

Na Nigéria os únicos homens determinados a erradicar a presença dos Cristãos do norte da Nigéria são os muçulmanos do grupo terrorista Boko Haram - o mesmo que "declarou guerra" aso Cristãos [desarmados] em Março último. Curioso que a "guerra" que os terroristas muçulmanos declararam não seja contra homens armados mas sim contra mulheres e crianças presentes dentro de igrejas - sítios onde normalmente não estão escondidas armas de auto-defesa.

Cerca de 40 Cristãos morreram num ataque suicida levado a cabo no exterior de igrejas onde se realizavam cultos de Páscoa (Kaduna). Duas outras igrejas na cidade do centro da Nigéria com o nome de Jos foram alvo de violência islâmica no espaço de duas semanas; uma mulher grávida e um bebé com 18 meses contavam-se entre os mortos.

Esperamos ansiosamente que os apologistas maometanos condenem esta onda assassina e cristofóbica que o grupo islâmico Boko Haram está a propagar no norte da Nigéria.

Fonte

domingo, 11 de março de 2012

Nigéria: Muçulmanos continuam a matar Cristãos


Dez pessoas foram mortas hoje num atentado suicida contra uma igreja católica em Jos, no centro da Nigéria, anunciou um porta-voz do governo local.

O atentado foi perpetrado por dois bombistas suicidas que lançaram um veículo carregado de explosivos contra a porta da igreja católica de Saint Finbar.

O ataque ainda não foi reivindicado, mas o grupo islâmico Boko Haram perpetrou nos últimos meses vários atentados contra alvos católicos.

O presidente da Nigéria, Goodluck Jonathan, condenou o atentado e pediu à população que mantenha a calma e não responda com "ataques de represália".

Fonte

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