MITOS ISLÂMICOS

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sexta-feira, 25 de abril de 2014

Muçulmanos raptam estudantes para servirem de escravas

O sequestro de mais de uma centena de alunas da escola Chibok, no nordeste da Nigéria, é o mais recente episódio de um fenómeno cada vez mais evidente e dramático.

«Não foi pedido nenhum resgate e o mais provável é que as jovens tenham sido levadas para serem exploradas como escravas», afirmou o padre Timothy Cosmas, responsável pela Comissão Justiça e Paz da diocese de Maiduguri, a região onde ocorreu o rapto.

Segundo o sacerdote, citado pela agência Misna, no estado de Borno, verificaram-se pelo menos três sequestros de estudantes, no último ano. Militantes do Boko Haram mataram os homens, incendiaram as casas e levaram as raparigas. Agora, além de destruírem dezenas de casas em Chibok, os extremistas entraram na escola e fizeram reféns mais de 100 jovens.

«Eles atacaram a escola porque consideram que o modelo de instrução ocidental é contrário aos princípios do Islão, mas também porque podiam capturar um grande número de pessoas ao mesmo tempo», testemunhou o sacerdote, sublinhando que os sequestradores chegaram ao estabelecimento em camiões, na noite de segunda-feira, 14 de Abril, e apanharam as jovens no dormitório.


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Este é um costume islâmico aprovado pela sua religião visto que o próprio Maomé invadiu os Judeus de Khaybar, matou várias pessoas e tomou uma das mulheres Judias como sua "esposa" (violando-a no próprio dia em que ele matou o marido, o pai e o resto da família).

Portanto, criticar este tipo de comportamento sem fazer a ligação com o comportamento do fundador da religião islâmica é insuficiente:
O apóstolo de Alá (que a paz esteja com ele) enviou uma expedição militar até Awtas por ocasião da batalha de Hunain. Eles depararam-se com o inimigo e combateram-no. Depois de os terem vencido, levaram consigo os cativos. 

Alguns dos Companheiros do apóstolo de Alá (que a paz esteja com ele) estavam relutantes em ter relações sexuais com as cativas na presença dos seus esposos, que eram descrentes. Então Alá, o exaltado, enviou o verso alcorânico onde se lê:

"Também vos está vedado desposar as mulheres casadas, salvo as que tendes à mão." (4:24)  Abu Dawud 2150 e Muslim 3433
Isto é, os maometanos estavam relutantes em violar as mulheres na presença dos seus maridos, mas Maomé/Alá "revelou" uma ayah que descançou a consciência dos mujahedin.

Sempre bom ter um "deus" que está sempre pronto a legalizar as paixões sexuais dos homens muçulmanos.
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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Maomé morreu envenenado?

Parece que sim:
Narrado por 'Aisha:

"O Profeta, quando se encontrava com os problemas físicos que resultaram na sua morte, costumava dizer "Ó Aisha! Ainda sinto a dor causada pela comida que comi em Khaibar, mas desta vez, sinto que a minha aorta está a ser cortada com o veneno"
- Bukhari's Hadith 5.713 (Ver: http://ow.ly/fxyJA)



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Note-se que isto é uma tradição que vem directamente da Sahih Bukhari (uma das mais fiáveis).

Portanto, quando alguém defende que Muhammad morreu envenenado, ele apenas está a citar as tradições islâmicas.

O curioso disto, é que muito poucos muçulmanos sabem disto.




sábado, 23 de julho de 2011

"O mundo inteiro pertence-nos"

Mais um evidência (desta vez por parte do egípcio Shaykh Safwat Hegazy, que pode ser visto mais embaixo) a ameaçarr Judeus, Cristãos e a humanidade inteira. De acordo com o site Translating Jihad (TJ), ele diz:

"Jerusalém pertence-nos e o mundo todo pertence-nos". Ele declara que o califado islâmico vai regressar e que "todas as terras onde o islão pôs o pé vão regressar para nós". Ele faz referências pungentes a [matança de Judeus em] Qurayza e Khaybar, que são ameaças contra os Judeus, e declara também que "mataremos que quer que tenha poluído a mesquita al-Aqsa."

Mais importante ainda, o blogue TJ explica que Hegazy não é uma figura desconhecida a proferir ódio de forma aleatória: ele é influencial:

É importante notar que Hegazy não é um shaykh e à margem da ortodoxia. Ele é membro da Irmandade Muçulmana no Egipto, e tem estado envolvido em vários programas de satélite incluindo o seu programa “Age of Glory” na rede televisiva al-Nastelevision.

Embora o vídeo seja de Outubro de 2009, a tradução oferece-nos pistas sobre a forma de pensar dum homem que pode desempenhar um papel-chave no futuro do Egipto.

Vejam os vídeos - com legendas em inglês - aqui.


É com pessoas com esta mentalidade imperialista e política que os Judeus do Estado de Israel têm que estabelecer "acordos de paz". Como é que pode haver paz se os maometanos querem conquistar e destruir Israel e todo o mundo?

O islão não é uma religião mas um ideologia geo-teo-política que visa estabelecer o seu domínio no mundo inteiro. Não é por acaso que um dos maiores ditadores e líderes imperialistas que o mundo já conheceu, o nacional-socialista Adolfo Hitler, tenha sido um grande admirador do islão.

domingo, 1 de maio de 2011

Maomé e o tratado de Hudaybiyya

No ano de 628 A.D. Maomé, que por essa altura vivia em Medina, tentou fazer uma peregrinação até a Kaba (Meca). À medida que ele se aproximava de Meca, as tropas locais opuseram-se ao seu avanço e proibiram-no de prosseguir.

No entanto, os líderes de Meca entraram em negociações com ele e com o seu exército.

A cerca de 16 quilómetros de Meca, perto das fontes de Hudaybiyya, Maomé e os representantes de Meca finalizaram um acordo conhecido como "O Tratado de Hudaybiyya".

Este tratado era tão humilhante para os muçulmanos e para Maomé, que alguns muçulmanos trataram de mostrar a sua indignação. 'Umar, o futuro 2º califa, chegou a questionar se Maomé era de facto um profeta:

'Umar chegou-se a frente, dirigiu-se a Abu Bakr dizendo "Não é ele [Maomé] o apóstolo de Alá, não somos nos muçulmanos e não são eles [habitantes de Meca] politeístas?"

Depois de Abu Bakr concordar, 'Umar prosseguiu e perguntou:

"Porque é que nós temos que aceitar o que é humilhante para a nossa religião?"

Sirat Rasul Allah, página 504
Como forma de esconder o embaraço, Maomé disse que, apesar das aparências, o evento de Hudaybiyya havia sido uma "vitória". Como prova da "vitória", Maomé prometeu aos seus discípulos o espólio do assentamento Judeu de Khaibar.

Seis semanas mais tarde Maomé invadiu e destruiu a tribo Judaica de Khaibar.


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