MITOS ISLÂMICOS

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quinta-feira, 29 de março de 2012

França: Merah pode ter tido um segundo cúmplice no massacre

Novos elementos na investigação dos massacres de Toulouse e Montauban indicam a existência de um terceiro cúmplice do assassino confesso, Mohammed Merah, além do seu irmão Abdelkader, que está preso, segundo revela esta quinta-feira a imprensa francesa.

O primeiro elemento é um carro encontrado na localidade de Saint-Papoul, a 60 quilómetros de Toulouse. O veículo estava abandonado e no seu interior havia um capacete e partes de carroçaria de uma moto Yamaha TMAX, como a utilizada por Merah para o assassínio de sete pessoas, sendo quatro delas numa escola judaica e três militares.

A televisão France 3 assinalou que esse Renault Clio branco, segundo a sua documentação, é propriedade de algum morador do edifício onde vivia o assassino confesso em Toulouse.

A France 3, citando fontes da investigação, assinalou que poderia tratar-se do carro utilizado por «um terceiro homem» para fugir após ter enviado pelo correio à Al Jazeera os vídeos dos massacres filmados por Merah.

O Le Parisien, por sua vez, afirmou que Abdelkader Merah, preso desde domingo por suposta cumplicidade no caso, declarou durante os interrogatórios policiais que no dia em que roubou com o seu irmão a moto utilizada no massacre havia um terceiro homem, mas não quis precisar o nome deste outro possível cúmplice.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Divulgadas imagens do assassino de Toulouse

O canal France 2 divulgou esta quarta-feira imagens do suposto assassino de Toulouse, Mohamed Merah.

No vídeo, Mohamed Merah conduz um BMW aos gritos, gesticulando ao mesmo tempo como se tivesse uma arma.

Recorde-se que Merah «não manifestou arrependimento» pelos crimes, revelou uma fonte policial. «Ele lamentou-se por não ter podido fazer mais vítimas» e por ter «posto a França de joelhos».

Fonte

Suspeito de ser atirador de Toulouse promete entregar-se à tarde

Um homem de 24 anos afirmando pertencer à rede terrorista al-Qaeda e suspeito de ter levado a cabo o ataque contra a escola judaica de Toulouse está barricado numa casa daquela cidade. A polícia está a negociar a sua rendição.

O homem, identificado como Mohammed Merah, é suspeito de ter matado quatro pessoas - um adulto e três crianças - à porta da escola judaica Ozar Hatorah, na segunda-feira, para além de três militares, dias antes, na mesma região do Sudoeste de França, tendo-se posto em fuga numa scooter roubada.

Trata-se de um francês de origem argelina que diz ter agido por “vingança pelas [mortes de] crianças palestinianas e pelas operações militares francesas no estrangeiro".

O ministro francês do Interior, Claude Guéant, confirmou que o suspeito está barricado numa casa que está cercada por elementos da Raid, a unidade de elite da polícia francesa. O governante já fez saber que o suspeito pretende entregar-se durante a tarde de hoje.

O governante sublinha que a principal preocupação das autoridades neste momento é recuperar o suspeito vivo e entregá-lo à justiça.

Ao início da manhã de hoje a operação continuava em curso, ouvindo-se tiros esporádicos no bairro em torno da casa onde está barricado o homem.

No decurso desta operação que começou pouco depois das 3h (hora local), dois agentes ficaram feridos, sem gravidade, numa troca de tiros.

O suspeito já arremessou uma arma – uma Colt 45 – pela janela, mas a polícia acredita que terá mais armamento em sua posse, incluindo uma Kalashnikov e uma mini-Uzi de 9 milímetros.

Sabe-se igualmente que um dos irmãos do suspeito foi detido numa outra zona de Toulouse e que um segundo irmão foi ouvido numa esquadra de polícia, indicam os media franceses.

A mãe do homem barricado, que é argelina, foi levada para junto da casa, mas o ministro adiantou que ela recusou envolver-se no caso alegando ter “pouca influência” junto do filho.

O ministro indicou ainda que o suspeito fez várias viagens ao Afeganistão e ao Paquistão e que alega ser um “mujahedin (combatente) da al-Qaeda”.

É alguém que tem ligações a pessoas que reclamam a sua pertença ao salafismo e ao jihadismo”, indicou ainda o ministro do Interior, citado pela AFP.

Sabe-se ainda que o suspeito já esteve detido em Kandahar, bastião dos taliban no Afeganistão, em 2010, por crimes de delito comum, indicou hoje à AFP uma fonte próxima do inquérito.

A BBC avança que o primeiro nome do suspeito – Mohamed – foi conhecido depois de ter sido identificado através de uma mensagem de e-mail que enviou à sua primeira vítima.

O homem está barricado no rés-do-chão de um edifício de de cinco andares que, para além de estar rodeado de polícias, está igualmente rodeado de equipas dos serviços de emergência.

A polícia está a desenvolver uma operação paralela tentando identificar possíveis cúmplices.

Funerais das vítimas já começaram em Jerusalém

Entretanto os corpos do rabi e das três crianças mortas no ataque de segunda-feira contra a escola judaica já chegaram a Israel. As cerimónias fúnebres começaram pouco antes das 09h (hora portuguesa).

O ministro francês dos Negócios Estrangeiros, Alain Juppé, acompanhou as famílias das vítimas até Jerusalém.

De acordo com a AFP pelo menos um milhar de pessoas está a acompanhar as cerimónias fúnebres, que decorrem no cemitério de Har Hamenouhot (Monte do Repouso), no bairro de Givat Shaoul, junto à entrada da cidade.

Também hoje, o Presidente francês Nicolas Sarkozy deverá assistir a uma homenagem aos três soldados mortos em dois ataques levados a cabo na semana passada alegadamente pelo mesmo suspeito. A mesma arma e a mesma scooter foram usadas em todos os ataques.

Todos os soldados que perderam a vida eram de origem magrebina. Um outro soldado francês oriundo de Guadalupe, o departamento ultramarino francês nas Caraíbas, ficou gravemente ferido.

Fonte

segunda-feira, 19 de março de 2012

ÚLTIMA HORA: Judeus mortos em Toulouse

Subiu para quatro o número de mortos num tiroteio em frente a uma escola judia em Toulouse, sudoeste de França. Um professor, os seus dois filhos e outra pessoa ainda não identificada morreram e várias outras ficaram feridas.

A rede de televisão BFM TV informou que os bombeiros que tinham ido à escola Ozar Hatorá para prestar os primeiros socorros indicaram que o terceiro morto era um adulto e que havia duas pessoas feridas em estado grave.

Uma das pessoas que estavam em risco de ida era a filha do director da escola judaica Ozar Hatora, situada num bairro residencial de Toulouse.

Um homem que circulava numa moto preta abriu fogo contra pais e alunos, segundo as testemunhas. O autor dos disparos fugiu. Este foi o terceiro ataque cometido da mesma forma nos últimos dias.

Na quinta-feira passada, um homem numa motocicleta similar matou dois soldados de um regimento de paraquedistas na cidade de Montauban. A justiça francesa vinculou este ataque ao assassínio de outro militar cometido a 11 de Março em Toulouse.

À espera de uma confirmação oficial das vítimas, o Ministério do Interior disse que o ministro Claude Guéant iria imediatamente para Toulouse, e que tinha ordenado um reforço das medidas de segurança nos centros escolares judeus.

Fonte

sábado, 4 de fevereiro de 2012

MITO: Maomé viveu em paz com os Judeus (3) - Banu Qurayza

Os versos 5:45-48 do Alcorão afirmam a regra da Bíblia Hebraica onde se lê "olho por olho, dente por dente" (DEUTERONÓMIO 19:21) ao mesmo que acrescenta o princípio Cristão do perdão ser mais nobre que a retaliação. No entanto, se precisássemos de evidências que estas palavras não se aplicam à forma como os maometanos tratam os não-muçulmanos, bastava analisar a conduta de Maomé em relação aos judeus em geral - a tribo de Qurayza em particular.

Maomé e o seu bando de imigrantes chegaram a Medina no ano de 622. Durante algum tempo os maometanos encontraram-se numa posição de dependência completa da hospitalidade dos judeus locais, principalmente das 3 tribos que já lá viviam lado a lado com os árabes.

Em menos de 2 anos, e mal Maomé e os maometanos ficaram suficientemente poderosos, duas das tribos judaicas que haviam recebido Maomé, Banu Qaynuqa e Banu Nadir, foram expulsas das suas terras e os seus bens confiscados e acrescentados à riqueza dos muçulmanos.

Maomé levou isto a cabo explorando as divisões que havia entre as tribos, e escolhendo a ordem de ataque às tribos de forma cuidadosa. Ele sabia que as outras duas tribos não viriam em assistência da primeira visto que haviam estado recentemente envolvidas num conflito. Paralelamente a isto, ele sabia que a terceira tribo não viria em socorro da segundo devido a uma disputa existente entre ambas em torno de "dinheiro de sangue".

A última tribo a sobreviver foi a tribo Banu Qurayza. Tal como as outras duas tribos judaicas a quem Maomé atacou e roubou as possessões, os Qurayza eram uma comunidade de agricultores e mercadores que mais tarde, e sem resistência, se renderam aos exército de Maomé.

Embora Maomé tivesse sido suficientemente sábio ao não ordenar a matança geral das duas primeiras tribos - o que, sem dúvida, tornaria a resistência dos Qurayza maior - não havia qualquer tipo de motivo práctico para Maomé reprimir os seus impulsos genocidas mal a última tribo tivesse rendido as suas posses e poder.

Demonstrando mais uma vez o quão nobre e exemplar era, Maomé mandou que mais de 800 homens e rapazes judeus (e pelo menos uma mulher) fossem decapitados de forma sistemática, num evento que até hoje é um embaraço para os apologistas islâmicos.

Não só este episódio está em clara oposição à noção do islão ser uma religião pacífica, como também se encontra em oposição directa à noção do islão ser uma continuação lógica do Cristianismo. Mesmo os críticos mais acérrimos do Cristianismo teriam dificuldades em harmonizar um evento desta brutalidade com a Mensagem de paz que o Senhor Jesus e os Seus Discípulos anunciaram na Terra de Israel e no mundo greco-romano.

O embaraço islâmico em torno deste evento tem sido trazido a luz nos dias actuais à medida que o islão se encontra em posição de competição com outras religiões. Devido ao debate aberto que o ocidente defende, esta história de massacre e intolerância tornou-se controversa entre os maometanos. Por motivos de conveniência, alguns negam de todo que este episódio alguma vez tenha ocorrido. Outros encontram-se totalmente ignorantes do evento.

Mas os maometanos não têm muita margem de manobra no que toca a historicidade do evento, visto que não só o mesmo está bem suportado nas biografias do "profeta", como há até uma referência ao mesmo no Alcorão (33:26).

Uma vez que o islão não esconde este evento de forma alguma, especialmente as coisas que Maomé fez pessoalmente, os muçulmanos contemporâneos tentam-se convencer de que as vítimas "mereciam" o destino que lhes calhou.

Infelizmente para os muçulmanos, a descrição do que ocorreu aos judeus desta tribo, tal como reportado pelos historiadores maometanos a partir de alegadas testemunhas oculares, não suporta os actuais revisionismos históricos. De facto, foram os judeus de Qurayza que se depararam com uma situação impossível: dum lado tinha os muçulmanos e do outro tinham os adversários de Meca.

. . . .

Pouco depois de ter chegado a Medina no ano AD de 622, e aparentemente seguindo ordens do espírito que ele erradamente identificou como o anjo Gabriel, Maomé deu início a ataques organizados às caravanas comerciais dos habitantes de Meca. Ele roubava as mercadorias e matava quem quer que as defendia (Ibn Ishaq/Hisham 424-425).

Os judeus de Qurayza não tinham nada a ver com estes eventos. Eles, tal como os habitantes de Meca, eram também comerciantes e, como tal, valorizavam a segurança aquando das transacções comerciais. De maneira nenhuma eles encorajaram ou tomaram parte dos saques que Maomé levou a cabo contra as caravanas de Meca.

Após alguns anos, os habitantes de Meca aperceberam-se que eles teriam que tentar capturar Medina visto a mesma estar a ser usada como base de operação por parte de Maomé e dos seus piratas do deserto. No ano de 627 os habitantes de Meca enviaram um exército para as zonas circundantes da cidade num gesto que demonstrava intenção de conquistar a mesma.

A batalha que se seguiu ficou conhecida como a Batalha da Trincheira devido ao facto dos maometanos, e devido à exposição destas áreas, terem cavado uma vala na zona norte e na zona oeste da cidade.

A tribo Qurayza, que vivia na parte Este da cidade de Medina, foi portanto encurralada numa péssima situação. Sem serem responsáveis pelos furtos levados a cabo por Maomé, os judeus viram-se envolvidos no conflito, especialmente quando contactados por um dos líderes de Meca. Este enviado pediu-lhes que não assistissem Maomé durante o cerco à cidade.

Até essa altura, os judeus haviam ajudado os maometanos fornecendo-lhes utensílios de escavação mas não lhes tinham fornecido qualquer tipo de ajuda militar activa.

O líder do agrupamento de Qurayza nem sequer queria receber os enviados de Meca, mas ele foi enganado e forçado a aceitar os enviados na sua casa (Ishaq/Hisham 674).

Mal se encontrou dentro das suas instalações, o enviado de Meca começou a alegar que a batalha contra Maomé seria vitoriosa e que havia já sinais da sua eminente queda. A angustia sentida pelo líder dos Qurayza foi tanta que até os historiadores muçulmanos a registaram:

Quando Ka'b ouviu que Huyayy [enviado de Meca] estava a chegar, fechou a porta do forte na sua cara. Quando este pediu permissão para entrar, Ka'b recusou-se a vê-lo, acusando-o de ser um homem com mau presságio.

Foi então que Huyayy acusou-o de não ser hospitaleiro. Ka'b ficou tão enervado com isto que abriu a porta. Huyayy disse então:

"Céus, Ka'b, trago-te fama imortal e um grande exército. Eles fizeram um acordo firme comigo e comprometeram-se a não partir enquanto não tivermos destruído Maomé e os seus homens."

Ka'b respondeu:

"Por Alá, trouxeste-me vergonha imortal, uma nuvem vazia enquanto troveja, e trovões sem nada neles. Ai de ti, Huyayy, deixa-me em paz."

(Ishaq/Hisham 674)

No entanto, e depois de muita adulação por parte dos enviados de Meca, o líder dos Qurayza finalmente cedeu e concordou em permanecer-se neutral durante o conflito. Ele não iria contribuir com tropas para a defesa da cidade e nem para a sua eminente captura por parte dum exército em maior número.

Os maometanos teriam, portanto, que lidar sozinhos com o conflito que eles mesmos haviam dado início contra os habitantes de Meca.

A "batalha"

Para além de algumas trocas de flechas através das valas cavadas previamente, os primeiros 20 dias passaram-se "sem qualquer tipo de conflito" (Ibn Ishaq/Hisham 676).

Um esforço tímido durante o 20º dia provou-se fatal para o exército de Meca, demonstrando que eles não poderiam vencer a batalha sem o apoio dos Qurayza do outro lado da cidade. No entanto, os Qurayza recusaram-se a entrar na guerra, o que causou a que o exército de Meca abandonasse o cerco.

Cerca de seis maometanos foram mortos durante esta "batalha" e os seus nomes foram cuidadosamente registados (Ibn Ishaq/Hisham 699). Nenhuma destas mortes entre os muçulmanos foi causada directa ou indirectamente por algo que a tribo Qurayza havia feito. Isto é muito importante visto que demonstra o carácter (ou a falta dele) do "profeta" Maomé.

Com a batalha terminada, o líder dos muçulmanos surpreendeu-os voltando o exército contra a fortaleza dos Qurayza, alegando que a sua neutralidade havia sido uma "violação" da constituição que o próprio Maomé havia estabelecido 5 anos antes.

O conteúdo original deste "tratado" é, no entanto, desconhecido. Aquilo que apologistas posteriores afirmam ter estado presente nesta "constituição" parece ser algo artificialmente criado tendo em vista um propósito apologético.

É muito pouco provável, por exemplo, que as tribos de Medina conferissem aos muçulmanos o "direito" de os matar só por estes falarem mal de Maomé. Alguns líderes judeus haviam sido já assassinados por Maomé antes do incidente de Qurayza. Pelo menos um mercador inocente foi assassinado pelo seu sócio de negócios depois de Maomé dar a ordem matem qualquer judeu que esteja sob o vosso poder (al-Tabari 7:97).

Para além disso, Maomé havia já atacado duas outras tribos judaicas (1 , 2) - assinantes do mesmo "tratado" - e ficado com as suas posses depois destas terem sido expulsas das suas terras.

Não há muitas dúvidas que os problemas que Maomé trouxe a Medina, através da sua atitude genocida contra os judeus e através do seu apego pelas mercadorias dos habitantes de Meca, fizeram parte das negociações entre Ka'b e os enviados de Meca - para além da ameaça de destruição se o exército de Meca vencesse a guerra.

Segundo o ponto de vista dos judeus de Qurayza, era só uma questão de tempo até Maomé arranjar uma desculpa para atacar a tribo e ficar com as suas posses - tal como havia feito com sucesso com as outras duas tribos judaicas.

Ao contrário do que erradamente se pensa hoje em dia, os Qurayza não atacaram os maometanos. Se os judeus tivessem de facto atacado Maomé e o seu bando de piratas do deserto, isto significaria o fim do exército muçulmano visto o sul da cidade estar totalmente exposto.

Numa ironia terrível, foi a decisão de não dar início a actos de violência que selou o destino dos judeus de Medina.

Estes judeus foram os primeiros numa longa linha de vítimas que sobrestimou o valor que os adoradores de Alá, o deus árabe, dão à vida dos não-maometanos.

O fim dos Qurayza.

Segundo Maomé, o "anjo Gabriel" (visto apenas por Maomé, claro) ordenou-o que sitiasse os Qurayza. Passados que estavam 20 dias, os judeus renderam-se ao "profeta" do islão. Como reportado por Ibn Ishaq/Hisham eles "submeteram-se ao julgamento do apóstolo" (Ishaq/Hisham 688).

Outra má concepção ocorre quando se julga que Maomé não emitiu a sentença de morte contra os Qurayza e como tal, não foi responsável por ela. Há um cerne de verdade nesta declaração uma vez Maomé claramente tentou descarregar sobre outro esta responsabilidade. No entanto, e após análise à narrativa, podemos constatar que Maomé claramente apoiou o massacre subsequente - facto verificado pela escolha do "arbitrador" e pela sua (Maomé) reacção.

Primeiro, o "profeta" enganou os Qurayza ao fazê-los concordar que a sentença fosse dada por "um deles". Na verdade, o homem que "era um deles", era um judeu que havia convertido ao islamismo e havia combatido na batalha Batalha da Trincheira.

O que os Qurayza não sabiam é que Sa’d bin Muadh havia sido também um dos poucos muçulmanos fatalmente feridos na batalha (Ishaq/Hisham 689). Isto, obviamente, influenciou o seu julgamento. Segundo as Hadith, ele estava desejoso de continuar a matar os "descrentes" mesmo enquanto se encontrava a morrer na sua tenda (Bukhari 59:448).

Segundo, quando Sa’d decretou que os homens da tribo Qurayza fossem mortos e as suas mulheres e crianças tomados como escravos, Maomé não expressou qualquer tipo de desaprovação. Pior, Maomé confirmou esta sentença bárbara afirmando que a mesma era um "julgamento de Alá" (Bukhari 58:148).

Lembrem-se que esta matança foi levada a cabo contra uma tribo que nada havia feito contra Maomé.

Contraponham o que os registos islâmicos nos dizem sobre Maomé com o que os maometanos contemporâneos nos dizem sobre o mesmo. É-nos dito que Maomé era um "homem de paz". Tendo em conta que os Qurayza não haviam morto nenhum muçulmano, não seria de esperar que um genuíno homem pacífico buscasse formas de dialogar com eles de modo a chegarem a um consenso?

Em vez disso, Maomé, o último e mais exaltado profeta de Deus e o exemplo para toda a humanidade, ordenou que os homens fossem todos amarrados. Depois disto, cavou calas e deu início à decapitação sistemática dos judeus.

Numa cena que certamente possui semelhanças com os esquadrões da morte da nacional-socialista alemã, pequenos grupos de judeus que não haviam feito qualquer tipo de mal a Maomé foram trazidos a ele e forçados a ajoelhar. Olhando para os corpos de judeus já decapitados, estes pobres judeus submeteram-se eles mesmos à decapitação antes de serem empurrados para a vala onde já se encontravam muitos dos seus familiares.

Tudo isto com a aprovação de Maomé.

Não há forma de negar que Maomé sentiu algum tipo de satisfação com a matança de judeus, particularmente depois de ter tomado posse duma bonita rapariga judia "recentemente enviuvada" e, portanto, disponível para ser a sua serva sexual (Ishaq/Hisham 693).

Outras mulheres não se submeteram de forma tão complacente. "Historiadores" muçulmanos registam a reacção duma mulher que perdeu a sua sanidade mental quando a sua família foi morta. Os executores aparentemente encontraram-na a rir-se de um modo descontrolado e enervante e como tal, decapitaram-na também. Como regista Aisha:

Nunca mais me esqueço que ela se ria de uma forma extrema embora soubesse que seria morta.
(Abu Dawud 2665)
(Pode-se perdoar a obtusidade de Aisha visto que, na altura em que o seu marido Maomé levava a cabo a matança dos judeus, ela tinha só 12 anos).

Rapazes com idades iguais ou superiores a 13/14 anos foram também executados se se confirmasse terem atingido a puberdade. Os muçulmanos ordenaram que os rapazes baixassem as calças; aqueles que possuíssem pêlos púbicos tiveram os seus pescoços cortados (Abu Dawud 4390).

Não havia necessidade de se determinar quem é que tinha ou não combatido visto que NINGUÉM tinha combatido. Maomé matou-os a todos, mesmo verificando-se o caso de nenhum deles ter sido uma ameaça para si.

Depois de ter saciado o seu desejo de morte, Maomé dividiu as viúvas e as crianças e entregou-os aos seus homens como servas sexuais e escravos. A riqueza acumulada pelos Qurayza foi também dividida.

Uma vez que os Qurayza eram uma tribo pacífica que se dedicava à agricultura e ao comércio, não havia armas e cavalos suficientes para o gosto de Maomé. Como tal, ele obteve armas e cavalos vendendo as mulheres Qurayza num distante mercado (Ishaq 693).

Contradições morais internas.

Embora o Alcorão diga que ninguém pode carregar os fardos de outro (53:38), todos os homens da tribo foram mortos devido à decisão que foi forçada a um dos membros.

E que dizer das partes que ordenam o término da violência se o adversário parar de lutar? Os Qurayza nunca haviam iniciado qualquer tipo de luta contra Maomé.

. . . . . . . . . .

Embora os apologistas islâmicos se encontrem literalmente num nó cego quando se trata de justificar este massacre, este incidente foi apenas o primeiro de muitos massacres levados a cabo pelos escravos de Alá.

Quer sejam os 4,000 Judeus de Granada em 1066, os 100,000 Hindus num único dia de 1399, ou o milhão de Arménios Cristãos no início do século 20, a verdade dos factos é que muitos milhões foram mortos nas execuções em massa levadas a cabo pelos discípulos de Maomé.

No entanto, apesar deste registo histórico horrível, nenhum membro da religião islâmica alguma vez emitiu ou emitirá um pedido de desculpas pelos massacres levados pelos muçulmanos visto que os mesmos apenas seguiam o padrão e o exemplo deixado por Maomé aquando da matança dos Qurayza.

Fonte

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Muçulmanos lançam pedras a carro duma judia e atingem bebé de 20 meses


Nos territórios da Judeia e Samaria (actualmente ocupados por muçulmanos) árabes atiraram pedras contra um carro conduzido por uma mulher judia e feriram gravemente a filha de 20 meses que seguia no banco de trás.

A menina recebeu tratamento médico por parte de membros do corpo médico da "Samaria Regional Authority" (SRA) e mais tarde foi evacuada para um hospital.

Gershon Mesika, o director da SRA afirmou:

Os "pacíficos homens palestinos" oferecem-nos mais uma evidência - para aqueles que ainda precisem delas - do tipo de pessoas que nós [os Judeus] enfrentamos.. Nós enfrentamos terroristas sem escrúpulos que tentam matar bebés.

Eles tem um galho de uma oliveira na sua boca e armas de matança nas suas mãos. É a estes terroristas bárbaros que eles [a ONU] querem dar um estado.

A Nação de Israel é forte e o governo tem que aprender com eles e ficar fortificado pelo seu espírito - não ao recuo e à rendição, sim à construção e ao espezinhamento do terrorismo.

Em baixo está uma reportagem do ataque que estes bárbaros fizeram à uma mulher e à sua filha.



É com estes assassinos que Israel tem que fazer acordos de paz? É com estes bárbaros que os Judeus tem que coexistir?

Se és um esquerdista indoutrinado a pensar nos palestinos como "pobrezinhos " e nos Judeus como "malvados", olha bem para a foto que está bem no início do post e pergunta-te quem são os pobrezinhos e quem são os malvados.

É importante não esquecer que este tipo de comportamento tem a aprovação das escrituras islâmicas. Uma das tradições islâmicas do "profeta" Maomé diz:

"Foi narrado por 'Umar b. al-Khattib que ele ouviu o mensageiro de Allah (que a paz esteja com ele) dizer:
  • Vou expulsar os Judeus e os Cristãos da Península Árabe e não vou deixar mais ninguém a não ser muçulmanos."

(Fonte)

Estes muçulmanos que atacaram a mulher e o seu bebé apenas seguem os ensinamentos de Maomé de expulsar os judeus de áreas que os muçulmanos acreditam serem suas. Não há aqui nenhuma má representação ou citação "fora do contexto". Tais ensinamentos estão nas fontes islâmicas que os muçulmanos consideram autoritárias.
Fui feito vitorioso através do terror.
Quem disse estas coisas foi o fundador da religião islâmica (Muhammad) como citado no livro de tradições islâmicas com o nome de Bukhari (Volume 4, Livro 52, Número 220). A colecção "Sahih Bukhari" é considerada pelos muçulmanos como a mais fiável junção de tradições do "profeta".

O Islão aprova a matança de pessoas inocentes pelo simples facto de não se submeterem ao jugo islâmico. Esta família judaica é exemplo disso.

Vêr também:



sábado, 23 de julho de 2011

"O mundo inteiro pertence-nos"

Mais um evidência (desta vez por parte do egípcio Shaykh Safwat Hegazy, que pode ser visto mais embaixo) a ameaçarr Judeus, Cristãos e a humanidade inteira. De acordo com o site Translating Jihad (TJ), ele diz:

"Jerusalém pertence-nos e o mundo todo pertence-nos". Ele declara que o califado islâmico vai regressar e que "todas as terras onde o islão pôs o pé vão regressar para nós". Ele faz referências pungentes a [matança de Judeus em] Qurayza e Khaybar, que são ameaças contra os Judeus, e declara também que "mataremos que quer que tenha poluído a mesquita al-Aqsa."

Mais importante ainda, o blogue TJ explica que Hegazy não é uma figura desconhecida a proferir ódio de forma aleatória: ele é influencial:

É importante notar que Hegazy não é um shaykh e à margem da ortodoxia. Ele é membro da Irmandade Muçulmana no Egipto, e tem estado envolvido em vários programas de satélite incluindo o seu programa “Age of Glory” na rede televisiva al-Nastelevision.

Embora o vídeo seja de Outubro de 2009, a tradução oferece-nos pistas sobre a forma de pensar dum homem que pode desempenhar um papel-chave no futuro do Egipto.

Vejam os vídeos - com legendas em inglês - aqui.


É com pessoas com esta mentalidade imperialista e política que os Judeus do Estado de Israel têm que estabelecer "acordos de paz". Como é que pode haver paz se os maometanos querem conquistar e destruir Israel e todo o mundo?

O islão não é uma religião mas um ideologia geo-teo-política que visa estabelecer o seu domínio no mundo inteiro. Não é por acaso que um dos maiores ditadores e líderes imperialistas que o mundo já conheceu, o nacional-socialista Adolfo Hitler, tenha sido um grande admirador do islão.

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