MITOS ISLÂMICOS

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terça-feira, 18 de setembro de 2012

França: aluno maometano agride professor

Um professor de Bordéus foi espancado por um dos seus alunos (18 anos) depois de terem surgido diferenças de opinião em torno do sistema político marroquino. O aluno da escola de Trégey esbofeteou e esmurrou o professor antes de ter sido preso pela polícia.

A directora da escola afirmou que o incidente ocorreu devido a diferenças de opinião que se geraram durante um debate em torno do "sistema político do qual provém o aluno, Marrocos" e que isto foi "uma situação educação mundana que nada teve a ver com a religião."

Segundo ela, o aluno queria aprofundar o debate mas o professor não só se recusou, como ameaçou contar tudo ao pai do pupilo. Segundo uma fonte próxima da situação, "gerou-se um desentendimento em torno de alguns personalidades do mundo árabe", "mas não parece que tenha havido qualquer tipo de provocação" por parte da professora.

O pupilo de Bordéus aparecerá junto do magistrado de local dentro dos próximos meses por motivos de "violência contra uma pessoa que leva a cabo um serviço público" e por ter causado danos físicos.

O tom da conversa foi elevado de forma confrontacional entre o aluno e o professor e no seguimento, o aluno atacou inicialmente a mobília da sala. Os outros alunos foram entretanto evacuados e o aluno foi chamado para os escritórios da directora.

Bastante zangado, ele atacou a mobília quando soube que os seus pais haviam sido notificados do incidente. Quando ele saía da escritório, cruzou-se com o professor e aproveitou a ocasião para desferir golpes contra ele antes de atacar um supervisor que tentou intervir.

Fonte: Le Monde

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Não deixa de ser curioso que a directora faça todos os possíveis para ressalvar que a religião não foi a causa da violência. No entanto, isto pode nem ser verdade. A Frente Nacional (FN), por exemplo, parece ter mais informação em torno da discussão.

De facto, a FN insistiu em oferecer "todo o seu apoio" ao professor de Bordéus "espancado por um dos seus alunos depois duma lição de religião, bem como a todos os professores confrontados com o mesmo tipo de violência", afirmou Florian Philippot, vice-presidente do partido.

Ao mesmo tempo, os professores do colégio Jules-Verne em Buxerolles decidiram na passada Quinta-Feira, e depois duma assembleia-geral, não continuar com as lições, como forma de protesto à agressão sofrida por um dos seus colegas.

Segundo a Le Sud-Ouest, e contrariando a directora da escola, a agressão gerou-se durante uma lição em torno do slão:

A lição centrava-se na religião muçulmana.

Portanto, temos um muçulmano a agredir professores e temos professores a tentar desculpabilizar o motivo da agressão [o islão].

De facto, a França merece o castigo que se avizinha. Aliás, se há país que o merece, esse é sem duvida a França - país onde os Católicos são agredidos em plena luz do dia por lésbicas e homossexuais, mas os maometanos são levados ao colo pelas mesmas pessoas a quem eles agridem.

Claro que quando o caos total estiver instalado no país, e a população pedir por um governo que "normalize" o país, a elite esquerdista terá de mão beijada aquilo que a levou a importar os maometanos.


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quarta-feira, 21 de março de 2012

Suspeito de ser atirador de Toulouse promete entregar-se à tarde

Um homem de 24 anos afirmando pertencer à rede terrorista al-Qaeda e suspeito de ter levado a cabo o ataque contra a escola judaica de Toulouse está barricado numa casa daquela cidade. A polícia está a negociar a sua rendição.

O homem, identificado como Mohammed Merah, é suspeito de ter matado quatro pessoas - um adulto e três crianças - à porta da escola judaica Ozar Hatorah, na segunda-feira, para além de três militares, dias antes, na mesma região do Sudoeste de França, tendo-se posto em fuga numa scooter roubada.

Trata-se de um francês de origem argelina que diz ter agido por “vingança pelas [mortes de] crianças palestinianas e pelas operações militares francesas no estrangeiro".

O ministro francês do Interior, Claude Guéant, confirmou que o suspeito está barricado numa casa que está cercada por elementos da Raid, a unidade de elite da polícia francesa. O governante já fez saber que o suspeito pretende entregar-se durante a tarde de hoje.

O governante sublinha que a principal preocupação das autoridades neste momento é recuperar o suspeito vivo e entregá-lo à justiça.

Ao início da manhã de hoje a operação continuava em curso, ouvindo-se tiros esporádicos no bairro em torno da casa onde está barricado o homem.

No decurso desta operação que começou pouco depois das 3h (hora local), dois agentes ficaram feridos, sem gravidade, numa troca de tiros.

O suspeito já arremessou uma arma – uma Colt 45 – pela janela, mas a polícia acredita que terá mais armamento em sua posse, incluindo uma Kalashnikov e uma mini-Uzi de 9 milímetros.

Sabe-se igualmente que um dos irmãos do suspeito foi detido numa outra zona de Toulouse e que um segundo irmão foi ouvido numa esquadra de polícia, indicam os media franceses.

A mãe do homem barricado, que é argelina, foi levada para junto da casa, mas o ministro adiantou que ela recusou envolver-se no caso alegando ter “pouca influência” junto do filho.

O ministro indicou ainda que o suspeito fez várias viagens ao Afeganistão e ao Paquistão e que alega ser um “mujahedin (combatente) da al-Qaeda”.

É alguém que tem ligações a pessoas que reclamam a sua pertença ao salafismo e ao jihadismo”, indicou ainda o ministro do Interior, citado pela AFP.

Sabe-se ainda que o suspeito já esteve detido em Kandahar, bastião dos taliban no Afeganistão, em 2010, por crimes de delito comum, indicou hoje à AFP uma fonte próxima do inquérito.

A BBC avança que o primeiro nome do suspeito – Mohamed – foi conhecido depois de ter sido identificado através de uma mensagem de e-mail que enviou à sua primeira vítima.

O homem está barricado no rés-do-chão de um edifício de de cinco andares que, para além de estar rodeado de polícias, está igualmente rodeado de equipas dos serviços de emergência.

A polícia está a desenvolver uma operação paralela tentando identificar possíveis cúmplices.

Funerais das vítimas já começaram em Jerusalém

Entretanto os corpos do rabi e das três crianças mortas no ataque de segunda-feira contra a escola judaica já chegaram a Israel. As cerimónias fúnebres começaram pouco antes das 09h (hora portuguesa).

O ministro francês dos Negócios Estrangeiros, Alain Juppé, acompanhou as famílias das vítimas até Jerusalém.

De acordo com a AFP pelo menos um milhar de pessoas está a acompanhar as cerimónias fúnebres, que decorrem no cemitério de Har Hamenouhot (Monte do Repouso), no bairro de Givat Shaoul, junto à entrada da cidade.

Também hoje, o Presidente francês Nicolas Sarkozy deverá assistir a uma homenagem aos três soldados mortos em dois ataques levados a cabo na semana passada alegadamente pelo mesmo suspeito. A mesma arma e a mesma scooter foram usadas em todos os ataques.

Todos os soldados que perderam a vida eram de origem magrebina. Um outro soldado francês oriundo de Guadalupe, o departamento ultramarino francês nas Caraíbas, ficou gravemente ferido.

Fonte

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