MITOS ISLÂMICOS

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quarta-feira, 20 de junho de 2012

Toulouse volta a ser notícia.

Homem que alega ser militante da al-Qaida tomou 4 reféns num banco de Toulouse, cidade do sul de França, e quer negociar com força policial de elite.

W460

Mais tarde, o militante libertou um dos reféns. Uma mulher foi liberta e conversações foram mantidas como forma de garantir a libertação dos outros 3 reféns.

O homem entrou no banco cerca das 9 da manhã, disparou pelo menos um tiro e exige falar com a polícia RAID, a mesma que matou o terrorista muçulmano Mohamed Merah em Março último.

Fonte

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quinta-feira, 29 de março de 2012

França: Merah pode ter tido um segundo cúmplice no massacre

Novos elementos na investigação dos massacres de Toulouse e Montauban indicam a existência de um terceiro cúmplice do assassino confesso, Mohammed Merah, além do seu irmão Abdelkader, que está preso, segundo revela esta quinta-feira a imprensa francesa.

O primeiro elemento é um carro encontrado na localidade de Saint-Papoul, a 60 quilómetros de Toulouse. O veículo estava abandonado e no seu interior havia um capacete e partes de carroçaria de uma moto Yamaha TMAX, como a utilizada por Merah para o assassínio de sete pessoas, sendo quatro delas numa escola judaica e três militares.

A televisão France 3 assinalou que esse Renault Clio branco, segundo a sua documentação, é propriedade de algum morador do edifício onde vivia o assassino confesso em Toulouse.

A France 3, citando fontes da investigação, assinalou que poderia tratar-se do carro utilizado por «um terceiro homem» para fugir após ter enviado pelo correio à Al Jazeera os vídeos dos massacres filmados por Merah.

O Le Parisien, por sua vez, afirmou que Abdelkader Merah, preso desde domingo por suposta cumplicidade no caso, declarou durante os interrogatórios policiais que no dia em que roubou com o seu irmão a moto utilizada no massacre havia um terceiro homem, mas não quis precisar o nome deste outro possível cúmplice.

quarta-feira, 28 de março de 2012

"Atacar judeus é cool há muito tempo"

Não se pode colocar o assassino de Toulouse num quadro isolado, num cenário de loucura e maldade extra-humana, qual anjo da morte. Aquele homem era um fruto da cultura anti-semita que existe nas comunidades muçulmanas de França e da Europa em geral.

Basta olhar para um facto esquecido: a partir do 11 de Setembro, jovens islamistas nascidos na Europa começaram a atacar as comunidade judaicas aqui na Europa. Tal como Efraim Karsch tem salientado, os ataques a sinagogas e cemitérios judaicos passaram a ser o passatempo cool da juventude jihadista dos subúrbios de Paris ou Berlim. Alguns até queimaram sinagogas.

Consequência? Milhares e milhares de judeus europeus fugiram dos seus países de origem. Mohamed Merah não veio do nada.

Agora, repare-se num ponto: ao longo da última década, estes ataques a judeus nunca abriram telejornais. Porquê? Porque os tolerantes, os progressistas e os bonzinhos não têm uma narrativa para encaixar esta violência muçulmana. No nosso ar do tempo, o muçulmano é sempre a vítima.

Os média ingleses, por exemplo, diziam que os ataques às comunidade judaicas eram feitos por neonazis . Mas a intrínseca desonestidade intelectual do politicamente correcto não fica por aqui. Enquanto se escondeu esta efectiva violência anti-semita e esta efectiva fuga de judeus, criou-se a ilusão de uma toda-poderosa islamofobia, que, supostamente, estava a oprimir os muçulmanos da Europa.

Perdão? Quantas mesquitas foram queimadas na Europa? Devem contar-se pelos dedos de um maneta. E quantos muçulmanos tiveram de emigrar por medo? A entrada de muçulmanos na Europa continuou a aumentar. E ainda bem.

Mas o dado mais grave nem sequer está nas narrativas mediáticas do costume. Perante a violência já assinalada, muitas autoridades europeias aconselharam os judeus a esconder os sinais da sua condição judaica. Repito: na primeira década do século XXI, autoridades europeias aconselheram judeus a viver a sua religião numa espécie de clandestinidade marcada pelo medo.

E, atenção, esta atitude não traiu apenas o judeu. Também traiu o muçulmano reformador. Ao fazerem tudo para apaziguar os islamistas radicais, os líderes europeus traíram os esforços do muçulmano que é um cidadão europeu como qualquer outro.

É bom não esquecer que Mohamed Merah matou muçulmanos que serviam no exército da França. Aos olhos de Merah, aqueles soldados eram blasfemos, porque estavam a servir um Estado ímpio. O assassínio destes cidadãos franceses de origem muçulmana às mãos de um jihadista é, porventura, o ponto mais importante desta história.

domingo, 25 de março de 2012

Comparem e contrastem

O vídeo mais embaixo discute a dualidade de critérios com que os órgãos de comunicação esquerdistas lidaram com dois casos populares.

Agradecimentos ao site Vlad Tepes por ter feito upload do vídeo.

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quarta-feira, 21 de março de 2012

Divulgadas imagens do assassino de Toulouse

O canal France 2 divulgou esta quarta-feira imagens do suposto assassino de Toulouse, Mohamed Merah.

No vídeo, Mohamed Merah conduz um BMW aos gritos, gesticulando ao mesmo tempo como se tivesse uma arma.

Recorde-se que Merah «não manifestou arrependimento» pelos crimes, revelou uma fonte policial. «Ele lamentou-se por não ter podido fazer mais vítimas» e por ter «posto a França de joelhos».

Fonte

Toulouse: Suspeito de massacre já foi capturado

O suspeito do massacre de Toulouse de terça-feira foi já capturado, depois de várias horas barricado em casa e cercado pelas forças de segurança francesas, noticia a BFM TV.

O alegado autor do massacre da escola judaica de Toulouse, identificado como Mohammed Merah, assegura pertencer à Al Qaeda e disse agir «para vingar as crianças palestinianas e denunciar a presença estrangeira no Afeganistão».

O suspeito «repete o seu compromisso com a Al Qaeda e com meios jihadistas», assinalou o ministro do Interior francês, Claude Guéant, confirmando que se trata de um jovem de nacionalidade francesa e origem argelina, residente em Toulouse, que se deslocou ao Afeganistão e Paquistão e que «tem laços com pessoas do salafismo e do jihadismo».

O suspeito esteve preso numa prisão de Kandahar, no Afeganistão, de onde escapou numa fuga em massa de talibãs.

Fonte

Suspeito de ser atirador de Toulouse promete entregar-se à tarde

Um homem de 24 anos afirmando pertencer à rede terrorista al-Qaeda e suspeito de ter levado a cabo o ataque contra a escola judaica de Toulouse está barricado numa casa daquela cidade. A polícia está a negociar a sua rendição.

O homem, identificado como Mohammed Merah, é suspeito de ter matado quatro pessoas - um adulto e três crianças - à porta da escola judaica Ozar Hatorah, na segunda-feira, para além de três militares, dias antes, na mesma região do Sudoeste de França, tendo-se posto em fuga numa scooter roubada.

Trata-se de um francês de origem argelina que diz ter agido por “vingança pelas [mortes de] crianças palestinianas e pelas operações militares francesas no estrangeiro".

O ministro francês do Interior, Claude Guéant, confirmou que o suspeito está barricado numa casa que está cercada por elementos da Raid, a unidade de elite da polícia francesa. O governante já fez saber que o suspeito pretende entregar-se durante a tarde de hoje.

O governante sublinha que a principal preocupação das autoridades neste momento é recuperar o suspeito vivo e entregá-lo à justiça.

Ao início da manhã de hoje a operação continuava em curso, ouvindo-se tiros esporádicos no bairro em torno da casa onde está barricado o homem.

No decurso desta operação que começou pouco depois das 3h (hora local), dois agentes ficaram feridos, sem gravidade, numa troca de tiros.

O suspeito já arremessou uma arma – uma Colt 45 – pela janela, mas a polícia acredita que terá mais armamento em sua posse, incluindo uma Kalashnikov e uma mini-Uzi de 9 milímetros.

Sabe-se igualmente que um dos irmãos do suspeito foi detido numa outra zona de Toulouse e que um segundo irmão foi ouvido numa esquadra de polícia, indicam os media franceses.

A mãe do homem barricado, que é argelina, foi levada para junto da casa, mas o ministro adiantou que ela recusou envolver-se no caso alegando ter “pouca influência” junto do filho.

O ministro indicou ainda que o suspeito fez várias viagens ao Afeganistão e ao Paquistão e que alega ser um “mujahedin (combatente) da al-Qaeda”.

“É alguém que tem ligações a pessoas que reclamam a sua pertença ao salafismo e ao jihadismo”, indicou ainda o ministro do Interior, citado pela AFP.

Sabe-se ainda que o suspeito já esteve detido em Kandahar, bastião dos taliban no Afeganistão, em 2010, por crimes de delito comum, indicou hoje à AFP uma fonte próxima do inquérito.

A BBC avança que o primeiro nome do suspeito – Mohamed – foi conhecido depois de ter sido identificado através de uma mensagem de e-mail que enviou à sua primeira vítima.

O homem está barricado no rés-do-chão de um edifício de de cinco andares que, para além de estar rodeado de polícias, está igualmente rodeado de equipas dos serviços de emergência.

A polícia está a desenvolver uma operação paralela tentando identificar possíveis cúmplices.

Funerais das vítimas já começaram em Jerusalém

Entretanto os corpos do rabi e das três crianças mortas no ataque de segunda-feira contra a escola judaica já chegaram a Israel. As cerimónias fúnebres começaram pouco antes das 09h (hora portuguesa).

O ministro francês dos Negócios Estrangeiros, Alain Juppé, acompanhou as famílias das vítimas até Jerusalém.

De acordo com a AFP pelo menos um milhar de pessoas está a acompanhar as cerimónias fúnebres, que decorrem no cemitério de Har Hamenouhot (Monte do Repouso), no bairro de Givat Shaoul, junto à entrada da cidade.

Também hoje, o Presidente francês Nicolas Sarkozy deverá assistir a uma homenagem aos três soldados mortos em dois ataques levados a cabo na semana passada alegadamente pelo mesmo suspeito. A mesma arma e a mesma scooter foram usadas em todos os ataques.

Todos os soldados que perderam a vida eram de origem magrebina. Um outro soldado francês oriundo de Guadalupe, o departamento ultramarino francês nas Caraíbas, ficou gravemente ferido.

Fonte

segunda-feira, 19 de março de 2012

ÚLTIMA HORA: Judeus mortos em Toulouse

Subiu para quatro o número de mortos num tiroteio em frente a uma escola judia em Toulouse, sudoeste de França. Um professor, os seus dois filhos e outra pessoa ainda não identificada morreram e várias outras ficaram feridas.

A rede de televisão BFM TV informou que os bombeiros que tinham ido à escola Ozar Hatorá para prestar os primeiros socorros indicaram que o terceiro morto era um adulto e que havia duas pessoas feridas em estado grave.

Uma das pessoas que estavam em risco de ida era a filha do director da escola judaica Ozar Hatora, situada num bairro residencial de Toulouse.

Um homem que circulava numa moto preta abriu fogo contra pais e alunos, segundo as testemunhas. O autor dos disparos fugiu. Este foi o terceiro ataque cometido da mesma forma nos últimos dias.

Na quinta-feira passada, um homem numa motocicleta similar matou dois soldados de um regimento de paraquedistas na cidade de Montauban. A justiça francesa vinculou este ataque ao assassínio de outro militar cometido a 11 de Março em Toulouse.

À espera de uma confirmação oficial das vítimas, o Ministério do Interior disse que o ministro Claude Guéant iria imediatamente para Toulouse, e que tinha ordenado um reforço das medidas de segurança nos centros escolares judeus.

Fonte

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