MITOS ISLÂMICOS

sábado, 7 de janeiro de 2012

MITO: Maomé viveu em paz com os Judeus - (1) - Banu Qaynuqa

A parte inicial do Alcorão foi "revelada" durante o tempo em que Maomé se encontrava em Meca. zona onde havia muito poucos Judeus e onde não existiam tribos judaicas.

Durante essa altura, e baseando o seu "conhecimento" Bíblico nas histórias que ele ouvira de outros Judeus e do seu primo Waraqa, um convertido do Judaísmo para o Cristianismo, ele apresentou-se como um "profeta" na mesma linha dos profetas israelitas de outrora.

Quando Maomé se mudou para Medina, já viviam por lá pelo menos 3 tribos judaicas em cujas boas graças ele inicialmente precisava de estar visto ele e o seu pequeno grupo de imigrantes se encontrarem numa posição de relativa fraqueza.

Ele tentou convencer os Judeus de que ele era o último profeta enviado Pelo Deus de Israel - chegando até a alterar a qibla (direcção para onde os maometanos rezam ao deus Alá) para Jerusalém, a Cidade Santa dos Judeus e dos Cristãos. Infelizmente para Maomé, os Judeus de Medina não estavam particularmente impressionados com as alegações esotéricas do profeta árabe.

Como se não fosse suficientemente problemático o facto deste suposto "último profeta" não descender da linhagem de Isaac, tal como o Senhor havia profetizado em Génesis 17:19, 17:21, existiam também as óbvias discrepâncias entre a mensagem de Maomé e a Mensagem presente no Torah.

No Alcorão, os eventos Bíblicos são apresentados de uma forma imatura e confusa, soando a uma longa série de histórias com a mesma redundância moral - acreditem nas alegações que Maomé faz de si próprio ou enfrentem destruição terrena e tormento eterno.

Quando os Judeus correctamente lhe questionaram sobre ausência de qualquer tipo de evidências que suportassem as suas alegações proféticas, tais como milagres ou . . profecias, Maomé inventou uma desculpa inteligente. Ele disse que "não havia necessidade" de fazer milagres uma vez que os Judeus haviam rejeitado os profetas de outrora que haviam feito o tipo de milagres que eles agora lhe exigiam (Alcorão 3:183-184).

Dito de outra forma, "para quê fazer milagres se vocês me irão rejeitar tal como rejeitaram os verdadeiros profetas de outrora?" Com esta desculpa esfarrapada, Maomé confirmou que, para além das suas palavras, ele não tinha mais nada a oferecer como evidência para a sua vida pseudo-profética. Obviamente, os Judeus rejeitaram-no.

Esta rejeição afectou o frágil ego do profeta do islão particularmente se levarmos em conta que o seu povo dependia de forma irresponsável das suas muitas alegações de ser um profeta tal como Moisés Servo do Senhor, Abraão, e o Senhor Jesus Cristo.

Maomé "resolveu" esta rejeição alegando que os Judeus de Medina eram "heréticos" e que eles haviam "corrompido" o Torah e "escondido" os supostos versos que suportavam as suas alegações proféticas.

(Curioso é que, mesmo depois de alguns Judeus terem "convertido" ao islão - à força ou de livre vontade - nenhum deles foi capaz de apresentar o Torah "não-corrompido" que supostamente existiu.)

Depois da vitória na Batalha de Badr, o poder e a riqueza de Maomé cresceram de tal forma que ele encontrou-se em posição de levar a cabo a sua versão de "Solução Final" contra os Judeus locais. Durante a estadia em Medina, as palavras alcorânicas tornaram-se mais duras contra o "Povo do Livro", e a conduta de Maomé tornou-se mais confrontacional. Agora que ele tinha poder, riqueza e homens de guerra, o seu deus Alá já não precisava de manter a máscara.

Embora muito se tenha escrito em torno da "Constituição" de Medina, o tratado que Maomé criou para todas as tribos locais quando chegou a Medida, os maometanos actuais ficam relutantes em admitir a injunção que cancelou o tratado menos de dois anos após ter sido feito.

Enquanto estávamos na mesquita, o profeta saiu e disse: "Vamos ter com os Judeus".

Fomos andando até chegarmos a Bait-ul-Midras. Ele (Maomé) disse então a eles: "Se vocês abraçarem o islão, estarão seguros. Fiquem sabendo que a Terra pertence a Alá e ao seu apóstolo, e que eu quero-vos expulsar desta terra. Se algum de vocês possui possessões, ele tem permissão para as vender. De outro modo, fiquem sabendo que a Terra pertence a Alá e ao seu apóstolo."
(Bukhari 53:392)

Note-se como o tom de voz de Maomé mudou mal ele se tornou suficientemente poderoso para fazer exigências. Este padrão ainda serve de modelo para os maometanos actuais: enquanto estão em posição fragilizada, eles falam em "tolerância" e "liberdade de religião" e outras coisas às quais nós no ocidente temos garantidas à nascença. No entanto, mal eles se encontrem em posição de poder, o seu discurso muda da noite para o dia. Em caso de dúvidas, falem com qualquer Cristão libanês.

Continuando: havendo anunciado as suas intenções, Maomé buscou uma desculpa para tomar posse das terras dos Judeus que se recusaram a "converter" à religião maometana.

O seu primeiro alvo foi uma tribo que havia estado recentemente envolvida num conflito com outras duas tribos. Maomé correctamente previu que as outras tribos não viriam em socorro da tribo Banu Qaynuqa caso ele a sitiasse.

A desculpa de Maomé para atacar esta tribo foi um incidente onde um maometano foi morto por uma turba judaica enfurecida. O facto desta turba estar enfurecida devido ao facto do maometano em questão ter assassinado um mercador Judeu por motivos de honra duma mulher é convenientemente esquecido pelos apologistas contemporâneos. No entanto, estes apologistas admitem que Maomé escolheu sitiar a tribo Banu Qaynuqa em vez de servir de mediador do conflito.

Ou seja, na primeira ocasião que Maomé teve para se mostrar como um homem de honra e um genuíno líder, ele escolheu agir como um homem ganancioso. Ele não pensou em formas de mediar o incidente, mas sim em formas de erradicar a tribo - ficando posteriormente com as suas riquezas.

Segundo os maometanos, este é o "último profeta" de Deus.

Este é um ponto importaste. De acordo com os historiadores maometanos (uso a palavra "historiador" de uma forma muito solta), o primeiro sangue foi derramado quando um Judeu foi assassinado por um maometano por ter feito uma partida a uma mulher maometana (levantar o seu vestido). O maometano foi morto em retaliação por aqueles que haviam acabado de assistir ao assassínio.

Desde quando é que a violência física - e muito menos um assassínio - se justifica por uma partida deste tipo? Pior ainda: se Maomé realmente acreditava na Lei de Moisés (como ele disse acreditar), então ele deveria levar a sério a parte onde se lê:

Mas, se houver morte, então darás vida por vida,
Olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé,

Êxodo 21:23-24

Porque é que ele não reconheceu a legitimidade da segunda matança devido à disparidade da primeira?

. . . .

Em todo esta situação, o auto-proclamado "profeta" de Deus respondeu aos eventos de uma forma egoísta, usando força física contra pessoas que o haviam recebido na sua comunidade há menos de 2 anos. Sem preparação alguma para a batalha, a tribo Banu Qaynuqa rendeu-se sem resistência.

Sedento de sangue, Maomé tencionava matar toda a tribo mas um amigo árabe comum conseguiu convencê-lo a não levar a cabo tais intenções horríficas.

Abdullah b. Ubayy b. Salul foi ter com ele [Maomé] quando Deus os tinha colocado debaixo do seu poder, e disse:

"Ó Maomé, lida de forma amena com os meus clientes" (eles eram aliados de Khazraj), mas o apóstolo ignorou-o. Ele repetiu as palavras mas o apóstolo afastou-se dele.

Foi então que ele colocou a sua mão no colar do robe dos apóstolo. Este ficou de tal modo zangado que a sua cara ficou quase totalmente preta.

Ele (Maomé) disse: ". . . Deixa-me."

Ele respondeu "Não, por Deus, não te deixo até que lides de forma amena com os meus clientes. Quatrocentos homens sem armadura e 300 com armadura protegeram-me de todos os meus inimigos; vais tu matá-los numa só manhã? Por Deus, eu sou um homem que teme que as circunstâncias possam mudar."

O apóstolo disse, "Podes ficar com eles."
(Ibn Ishaq/Hisham 546)

Foi daí então que Maomé "permitiu" que os Judeus de Qaynuqa escapassem apenas com algumas ferramentas e algumas roupas. Ele confiscou os seus bens e as suas terras, ficando com 1/5 para si e o resto para os muçulmanos. Segundo o Alcorão, este foi o "castigo" por não acreditarem que Maomé fosse um profeta (Alcorão 3:10-12).

O homem que salvou a vida dos Judeus foi mais tarde qualificado de "hipócrita" por Maomé, e tornou-se evidente que ele (Maomé) arrependeu-se da sua decisão de não matar a tribo por inteiro. Um dos 9 versos alcorânicos que proíbem os maometanos de terem amigos Judeus ou Cristãos foi "revelado" durante este período.

Desta forma, Maomé foi capaz de cumprir a sua promessa de que "aqueles que resistirem a Alá e ao seu mensageiro serão humilhados" (Alcorão 58:20), solidificando assim a sua credibilidade junto dos outros maometanos e inspirando 1400 anos de jihad violenta levada a cabo por muçulmanos desejosos de seguir o seu exemplo.

Fonte

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